segunda-feira, 30 de abril de 2012

Bragança - Eunice Muñoz em Palco

A Localvisão TV esteve à conversa com Eunice Muñoz... Não pode deixar de ver!


Montesino Gourmet

Montesino Gourmet! Sandra apresenta reabre loja com novo conceito


Pontes de Inclusão

Prevenir os jovens contra a violência é a melhor forma para assinalar o "Mês da Prevenção dos Maus Tratos"


TVI - Festa das Cantarinhas de Bragança, na Praça Camões.


No próximo Domingo (6 de maio), venha assistir ao programa da TVI - Festa das Cantarinhas de Bragança, na Praça Camões. Apresentação: Fátima Lopes e Nuno Eiró. 


Das 14 às 20 horas. Não falte!


Manifestação patriótica promovida a 15 Abril de 1916 pela Junta Patriótica de Bra­gança


Manifestação patriótica promovida a 15 Abril de 1916 pela Junta Patriótica de Bra­gança, para festejar a ocupação de Quionga, no Norte de Moçambique, África Oriental, durante a Grande Guerra.
O padre dr. Manuel José Pereira, minhoto, presidente  da Comissão Distrital da Junta Patriótica de Bra­gança e natural da freguesia de Padornelo, no concelho de Paredes de Coura, faz um vibrante discurso aos manifestantes transmontanos, a partir duma varanda, apelando para o frémito da exaltação dos valores da Pátria e a exaltar a necessidade de apoiar o esforço de guerra do Governo de Portugal.

PORTUGAL A PÉ-TI FERNANDO, EX-CONTRABANDISTA DE CASARES (VINHAIS)

Freguesia de Horta da Vilariça

A freguesia de Horta da Vilariça está situada na parte norte do concelho de Torre de Moncorvo, na margem direita de um afluente do rio Sabor. Está rodeada pelas serras de Cabeço de Mouro, Castedo e Lousa. Delimita este município do vizinho concelho de Vila Flor. O seu povoamento remonta a épocas recuadas da história do homem. 
O habitat de Godeiros, situado em Godeiros / Olgas / Pala do Conde, remonta à época romana, embora tenha continuado a ser povoado até à Idade Média. Era um habitat de grandes dimensões, situado no sopé sul e sudoeste do cabeço dos Godeiros, entre o cabeço e a ribeira do Arco. À superfície, encontra-se uma grande quantidade de tégulas e telhas de meia cana e cerâmica comum, associados a muitas pedras de construção. Para além de materiais de clara cronologia romana, parece haver também alguns de cronologia medieval. O sítio arqueológico de Barral dos Passadores é de datação indeterminada. Foi descoberto durante prospecções realizadas no âmbito do projecto Arqueológico da região de Moncorvo, mas nada mais se sabe acerca das suas características. 
Em termos eclesiásticos, Horta da Vilariça foi uma vigararia da Colegiada de Torre de Moncorvo. No que diz respeito ao património edificado, fica a referência à Igreja Paroquial de S. Sebastião. A fachada principal termina em empena truncada por uma dupla sineira. Sobrepuja a porta principal um óculo. Chega-se ao templo através de uma escadaria de vários degraus.

Área: 1458 ha
População: 396 habitantes
Património cultural edificado: Igreja Matriz, Capelas de Nossa Senhora de Fátima, de S. Lourenço, Cruzeiro de Nossa Senhora dos Aflitos, Fontes
Património Paisagístico: Paisagem Natural de Vale de Vilariça
Festas e Romarias: Festas de S. Sebastião a 20 de Janeiro, de S. Lourenço em Agosto
Gastronomia: Azeite, Vinhos do Porto e de Mesa
Orago: S. Sebastião
Principais actividades económicas: Agricultura, Vinicultura, Olivicultura, Pastorícia, Indústria de Panificação, Comércio
Colectividades: Grupo Desportivo Recreativo e Cultural de Horta de Vilariça


in:retratoserecantos.pt

Monte Mel - Sabores de Trás-os-Montes espreitam na rede


É no coração da Terra Quente transmontana, em Alfândega da Fé, que Luís Guimarães e a mulher, Patrícia Guimarães, apostam num negócio assente na promoção e comercialização de produtos locais. Uma iniciativa que, para além do espaço físico, chega aos consumidores através da internet. Compotas, mel, queijos, enchidos com selo transmontano e a marca Monte Mel.
Luís e Patrícia viviam em Braga até Janeiro de 2012. A decisão de mudarem de vida e se instalarem mais para o interior, em Alfândega da Fé, tinha um rumo bem definido nos planos futuros do casal. A intenção: promover os produtos tradicionais transmontanos e conferir-lhes valor económico. 
Uma decisão de vida onde pesou o conhecimento que ambos possuem sobre a região e os produtores locais. Uma «mais-valia», como dizem, já que lhes permitiu «perceber que caminho seguir, aliando modernidade e identidade num único selo de qualidade». 
O desemprego da promotora da iniciativa bem como as ligações familiares à região foram dois motivos que impulsionaram a criação do Monte Mel. A iniciativa de repovoamento rural Novos Povoadores (que nasceu precisamente em Alfândega da Fé e que visa atrair famílias e jovens para o Interior) deu a ajuda que faltava. Luís e Patrícia receberam uma parcela de terreno de 90m2 onde cultivam actualmente uma horta familiar, retirando também da terra «muitos produtos biológicos». 
E o «sonho», como também lhe chamam, começou efectivamente em Janeiro de 2012, mas o trabalho de campo começara seis meses antes, quando tomaram a decisão de avançar com o projecto com o apoio da iniciativa Novos Povoadores. Para além da loja do Monte Mel, situada na biblioteca municipal de Alfândega da Fé, o projecto usa as novas tecnologias para chegar a todos os públicos. A página do Monte Mel está disponível online desde Março de 2012, criando «mais um canal de venda dos produtos». 
Patrícia Guimarães considera que o site do projecto visa não apenas «acrescentar valor aos produtores locais» mas também «levar os produtos transmontanos a todos os seus apreciadores».
Já Luís Guimarães salienta que a importância de promover os produtos transmontanos «é imensa», dado que são estes que têm maior «potencialidade para criar valor na região. Ao mesmo tempo também são os mais procurados, quer por pessoas de cá, que estão fora, ou por pessoas de fora que gostam dos produtos e da região», assegura. 
No espaço de um mês houve uma boa resposta do público. Uma procura de queijos, compotas, bolos de amêndoa e azeites, que para os promotores do Monte Mel tem «sido positiva e motivadora». 
Na loja física e virtual do Monte Mel encontramos compotas de cereja, de abóbora e de figo com noz, queijos de Denominação de Origem Protegida (DOP), azeites da região, amêndoa de Moncorvo, vinhos de Sendim, mel de rosmaninho. «O sabor genuíno da Terra Fria é aquilo que temos para dar», assumem os responsáveis. 
Outra diferença que marca a iniciativa passa pelo facto de todos os produtos serem produzidos localmente, utilizando processos artesanais e tradicionais. «É condição obrigatória para nós», afirma Luís Guimarães, acrescentando que isso é também uma forma de ajudar os produtores locais. 
As ambições futuras passam por exportar os produtos, numa primeira fase para a Europa e, em seguida, para o resto do Mundo. Para tal, diz Luís Guimarães, pode ajudar a participação em feiras, exposições e outros eventos de cariz gastronómico. 
Por fim, o responsável salienta que este tipo de iniciativas «fazem falta em qualquer lugar». 
«Em relação ao facto de Trás-os-Montes estar esquecido, preferimos pensar que não são os outros que se esquecem de nós, mas sim nós que não nos fazemos ver com força suficiente para eles se lembrarem. O sujeito da acção e a responsabilidade do que acontece em Trás-os-Montes tem de ser dos transmontanos», finaliza.


Ana Clara; Fotos - Monte Mel
in:cafeportugal.net

VMER de Bragança passa a ser da responsabilidade da ULS


A partir desta terça-feira, a operacionalidade da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Bragança é garantida pelo serviço de Urgência da Unidade Hospitalar da capital de distrito. Até agora a gestão das equipas da VMER era feita pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
O director Clínico da Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULS) garante que durante o mês de Maio a VMER vai ter uma taxa de operacionalidade de cem por cento. Domingos Fernandes sublinha que o objectivo desta medida é servir melhor os utentes do distrito de Bragança.“Vamos desde já integrar a VMER de Bragança no serviço de urgência Médico cirúrgica. Ou seja, vamos ter a equipa que faz o pré-hospitalar, médico e enfermeiro, integrado na Unidade do Doente Crítico. Isto permite dar uma continuidade de cuidados desde a casa do doente até um serviço que presta cuidados definitivos ao mesmo doente, ou seja, conseguimos ver de uma forma mais integrada a abordagem global dos doentes críticos”, explica o director clínico.
Esta medida surge na sequência de uma directiva do Ministério da Saúde, que prevê a integração dos cuidados pré-hospitalares nos serviços de urgência até ao início de Novembro. Domingos Fernandes afirma que a ULS avançou já com a integração da VMER por considerar este processo vantajoso para os utentes e profissionais de Saúde.“É vantajoso porque permite uniformizar critérios, protocolos, formas de trabalhar. O grande objectivo é melhorar o prognóstico do doente e com este acompanhamento integral sentimos que é um incentivo para os profissionais trabalharem ainda mais neste projecto. Foi uma transição pacífica para os profissionais”, garante Domingos Fernandes.  No âmbito deste processo de integração de serviços também está previsto integrar a ambulância de Suporte Imediato de Vida na Urgência de Mirandela. 


Escrito por Brigantia (CIR)
in:brigantia.pt

Bragança - Escolas em guerra por alunos

Todos querem os estudantes de Salsas
A Assembleia Municipal de Bragança aprovou na passada sexta-feira uma moção onde se repudia o encerramento da Escola EB 1 de Salsas, que poderá fechar no próximo ano lectivo por não ter 21 alunos.
O documento foi apresentado pelo presidente da junta, Filipe Caldas, eleito pelo PSD, após ter sido aprovado em Assembleia de Freguesia. Na mesma moção também se repudia a proposta da Carta Educativa de os alunos de da freguesia serem transportados para a EB1 de Santa Comba de Rossas que segundo o autarca de Salsas “não dispõe das condições necessárias, porque não dispõem de equipamentos desportivos, o refeitório é em contentores”. Filipe Caldas argumenta ainda que o estabelecimento de ensino da sua freguesia dispõe de condições melhores do que a sua aldeia, “tanto infra-estruturas como material pedagógico, equipamento e professores”, frisou perante o plenário.
Também Izeda quer os alunos de Salsas.

Rosa Pires, a presidente da junta social-democrata, defendeu que as crianças daquela localidade e de outras vizinhas devem ser transportadas para a escola da sua terra, tanto mais “que os jovens que frequentam o segundo e terceiro ciclo já são transportados para a vila pelo que faz todo o sentido transportar também os outros”. A autarca disse que a intenção de transportar os estudantes para Rossas “não faz sentido” e lamenta que crianças que residem a cerca de quatro ou cinco quilómetros de Izeda sejam obrigados a percorrer 20 quilómetros ou mais para irem para Bragança. “Nós temos condições para receber as crianças de Salsas”, assegurou.
Elídio Morais, presidente da junta de Santa Comba de Rossas, eleito pelo PS, garante que a escola da terra tem todas as condições necessárias e suficientes para receber mais alunos, nomeadamente os de Salsas. “Há cinco anos foram realizadas obras na escola.
Temos as condições mínimas para o bom funcionamento. O refeitório está instalado em dois contentores e funciona bem e como deve ser”, enumerou.
O autarca de Paradinha Nova, Domingos Seca, do PS, defendeu que os alunos da sua terra devem ser transportados para a escola de Izeda porque faz sentido, dada a proximidade.
Do lado da bancada do PS, Vítor Prada Pereira, explicou que há três anos quando foi conhecida a Carta Educativa do Concelho de Bragança o seu partido disse “que não servia para um futuro próximo” e lamentou que o assunto tenha estado envolvido “em politiquices”, mas que agora “querem passar a batata quente”.
O também socialista, Alcídio Castanheira, da Comissão de Cultura, Desporto, Educação e Assuntos Sociais da Assembleia Municipal de Bragança, teceu duras criticas à reorganização da rede escolar do concelho e afirmou que o Centro Escolar de Santa Maria “está sobredimensionado” e que é um local para onde “as famílias não querem levar os filhos”, o que faz com que tenha uma taxa de ocupação inferior. Já o Centro Escolar da Sé está cheio “ e no próximo ano lectivo não deve abrir nenhuma turma de primeiro ciclo porque não tem mais capacidade”.
O presidente da Câmara, Jorge Nunes, referiu que a EB de Salsas está na área de influência de Izeda. “Há uma lógica que tem que sustentar as decisões, as coisas não mudam totalmente.

É preciso estabilidade e coerência na tomada de decisões”, explicou. Segundo o autarca as decisões sobre a reorganização da rede escolar ainda não estão tomadas e vão sê-lo no âmbito do Conselho Municipal de Educação e da Comissão de Educação da Assembleia Municipal.

Por Glória Lopes
in:mdb.pt

Instituto Politécnico de Bragança estreia-se na Ovibeja

Pela primeira vez o Instituto Politécnico de Bragança marca presença na Ovibeja. Este Instituto de ensino superior mostra no certame a tradição de Trás-os-Montes e sobretudo dá a conhecer a sua oferta formativa.
Alfredo Teixeira, professor do Politécnico de Bragança disse à Rádio Pax que “só agora surgiu a oportunidade de participar num dos certames mais importantes do país”. Alfredo Teixeira revela ainda que “a instituição já conhecia bem a Ovibeja através de visitas de estudo efectuadas à feira”.
O docente revelou ainda que “existem muitos alunos alentejanos a estudar em Bragança e muitos transmontanos em Beja”.

Radio Pax

Água em Bragança: «Situação melhorou muito»

A chuva dos últimos dias repôs as reservas de água em Bragança e afastou no imediato a ameaça de rutura no abastecimento à população, mas a Câmara continua a trabalhar num plano de emergência, anunciou esta quinta-feira o vice-presidente.
Rui Caseiro adiantou que a «situação melhorou muito» neste mês de abril, com a barragem da Serra Serrada «cheia e a transbordar».
Este é o único ponto de armazenamento de água para abastecimento à cidade que, em anos normais, só é utilizado no verão, mas que este ano chegou a ser utilizado no inverno e ainda não tinha conseguido encher devido à falta de chuva.
O município foi obrigado a recorrer com quatro meses de antecedência às reservas, mas as chuvas de abril já repuseram os níveis normais e, neste momento, a cidade está a ser abastecida pelos meios habituais para a época: os efluentes do rio Sabor.
Segundo explicou o vice-presidente da autarquia, «em termos de cenários de um plano de emergência, há pouco tempo Bragança estava num nível três de um a seis, com recurso a sistemas complementares, e neste momento, está no nível um».
«Estamos numa situação muito melhor e, se as condições meteorológicas assim continuarem, com tempo de chuva, estaremos cada vez em situação melhor, no sentido de a Serra Serrada poder garantir o verão», afirmou.
Ainda assim, a autarquia continua a trabalhar num plano de emergência, porque o problema da falta de água mantém-se devido à insuficiência de armazenamento, que só será ultrapassado com a construção de uma segunda barragem, a de Veiguinhas, que foi recentemente aprovada.
Rui Caseiro previa ter o plano de emergência concluído em meados de abril, mas a chuva veio dar mais tempo para a identificação dos meios, que, num cenário de rutura total, terão de ser recrutados nas corporações de bombeiros de todo o país, Exército e também na vizinha Espanha.
«Estão já inventariados meios dos distritos de Bragança, Viseu, Vila Real, foi solicitado também ao Exército que meios teriam disponíveis e aguardamos resposta, assim como estamos a identificar meios de corporações de bombeiros de distritos mais afastados», adiantou.
O município viveu este ano uma situação inédita, devido ao inverno seco que obrigou a recorrer, com quatro meses de antecedência, aos sistemas alternativos de abastecimento à cidade.

TVI24

Encontro diocesano juntou em Bragança mais de 400 jovens do distrito

Cerca de quatrocentos jovens do distrito, pertencentes na sua maioria a grupos juvenis católicos, estiveram ontem reunidos na Catedral de Bragança para celebrar o Dia Diocesano da Juventude.
O responsável pela Pastoral Juvenil da Diocese Bragança-Miranda, o Padre Eduardo Novo, faz um balanço positivo da iniciativa mas admite que é necessário cativar mais jovens para este tipo de actividades.

 “São de nove a 11 movimentos na nossa diocese. Uns em bom trabalho, outros ainda adormecidos”, frisou. A novidade deste ano foi a interpretação de alguns dos hinos musicais que marcaram as Jornadas Mundiais da Juventude a partir da década de 1980 até à mais recente, que se realizou em Agosto do ano passado, em Madrid. Mais de uma dezena de grupos dramatizaram na cripta da Catedral as mensagens interpretadas em cada hino, recorrendo a cenários e guarda-roupa alusivos a cada tema.
Uma novidade que surpreendeu o próprio Bispo da Diocese de Bragança-Miranda, Dom José Cordeiro, que gostou do resultado final.
“Contra todas as expectativas foi um dia feliz e com muita gente. É já lançado o repto para o próximo ano, no Santuário de N. Sra. da Assunção, em Vilas Boas, mas o mais importante é que estes jovens possam contagiar novos jovens com a alegria da Fé.”

 Quem participou diz ter valido a pena. 
É o caso de Mafalda Pinto do grupo de Jovens MIC (Marianos da Imaculada Conceição) de Balsamão, no concelho de Macedo de Cavaleiros e de Mário Alves do Agrupamento de Escuteiros de Bragança.

 Para além do convívio proporcionado neste dia, garantem que é uma mais valia pertencer a estes grupos diocesanos.
“É espírito de entreajuda e, mais do que isso, sermos irmãos e crescermos na Fé”, diz Mafalda Pinto. Mário Alves veio “pela primeira vez” e criou “laços de amizade”.
A próxima actividade que está a ser  preparada pela Pastoral Juvenil da Diocese Bragança-Miranda é o Fátima Jovem.
Uma iniciativa que promete reunir em Fátima cerca de duas centenas de jovens do distrito de Bragança, já no próximo fim-de-semana.


Escrito por Brigantia (CIR)
in:brigantia.pt

Assembleia Municipal de Bragança foi solidária

A última Assembleia Municipal de Bragança teve, também, um carácter solidário. Luís Afonso, o presidente da Mesa, explica que o valor apurado será entregue para ajudar a pagar os tratamentos de um professor brigantino, que sofre de uma doença rara.
“Apoio financeiro que seja capaz de minimizar as dificuldades por que o Mário está a passar, para além das dificuldades inerentes à doença. E a resposta foi positiva. Os membros irão remeter o dinheiro das senhas de presença para uma conta a indicar pela família.”

 
Foram apurados mais de seis mil euros, que serão, agora, encaminhados para a ajuda a Mário Pires.


Escrito por Brigantia (CIR)
in:brigantia.pt

Contas de Bragança de 2011 aprovadas sem votos contra na Assembleia Municipal

As contas foram aprovadas, mas as políticas não convenceram os deputados da Assembleia Municipal de Bragança. Mesmo assim, na sexta-feira foi aprovado o relatório de contas da autarquia referente a 2011, com mais de meia centena de votos favoráveis, 23 abstenções e nenhum voto contra. A oposição coincide num ponto, o relatório é tecnicamente correcto mas reflecte políticas erradas para a região.
“A câmara apresenta contas certinhas mas que resultam de investimentos que não são os melhores para o nosso concelho”, diz Luís Pires, do PS. Já José Lourenço, do Movimento Independente Sempre Presente, diz que a prova que os investimentos foram mal direccionados é o facto de “todos os dias se verem jovens licenciados e empresários abandonarem a região”. A CDU também se mostrou contra porque “também esteve contra a apresentação do plano”, explicou Leonel Fernandes. O Bloco de Esquerda reconhece “a qualidade das contas apresentadas”, mas “as opções políticas é que deviam ser outras”, frisou Luís Vale. Da parte do PP, Guedes de Almeida diz que “no aspecto técnico o relatório está correcto mas revela que em 2011 a autarquia esteve praticamente inactiva, com uma ou outra obra faraónica, que vai hipotecar o futuro das gerações vindouras”. Para além disso, Guedes de Almeida frisa ainda que se conseguiu algum equilíbrio “mas à custa de mais desemprego, pois a autarquia tem o menor número de trabalhadores de sempre, o que é mau em termos sociais”.

 Satisfeito com a aprovação estava o presidente da câmara de Bragança, Jorge Nunes.
“Os resultados operacionais são positivos, o resultado líquido é positivo, a taxa de execução ainda é mais elevada do que no ano passado, e o nível de endividamento reduziu-se e estamos com 30,95 por cento do orçamento do ano e a generalidade dos municípios andam com duas a três vezes o orçamento anual”, frisou o autarca.

 Jorge Nunes destaca ainda outros aspectos do orçamento.
“A evolução patrimonial também é positiva, a regularidade nos actos de gestão e de execução por parte dos trabalhadores também está garantida.”
A taxa de execução superou os 80 por cento, ou seja, a autarquia executou grande parte das coisas a que se propôs em 2011, enquanto a média nacional se situa nos 55 por cento.
O endividamento também foi reduzido em cerca de dez por cento e o saldo foi positivo em mais de um milhão e setecentos mil euros.


Escrito por Brigantia (CIR)
in:brigantia.pt

domingo, 29 de abril de 2012

De onde viemos?


Uma das teorias correntes da evolução humana, defende que somos todos filhos da mesma mãe, um antepassado africano com mais de 100 mil anos. Curioso? Venha descobrir mais sobre o seu passado, neste artigo sobre as origens do Homem moderno.
Actualmente, duas teorias antagónicas explicam a origem do homem moderno: a Teoria da Eva Negra e a Teoria Multi-regional.
A Teoria da Eva Negra (ou “Out of Africa”) foi enunciada no final dos anos 80, pela equipa de Allan Wilson e Mark Stoneking. Segundo esta teoria, todos os seres humanos partilham um antepassado africano comum – uma mulher – à qual se deu o nome de Eva. Esta teoria admite duas saídas do continente africano para povoar o resto da Terra. A primeira, há 2 milhões de anos, pelo Homo erectus, que entretanto se extinguiu. A segunda, do homem moderno (Homo sapiens), entre 200 mil a 100 mil anos atrás, para diferentes zonas do planeta. Aí chegado teria substituído a população existente devido, talvez, a alguma vantagem evolutiva. Esta teoria tem conquistado o maior número de adeptos entre a comunidade científica, não só devido à grande homogeneidade genética entre as diferentes populações mundiais, mas também por a África Oriental ser o local com maior diversidade genética humana. 
No entanto, neste início de ano têm sido publicados trabalhos que parecem tornar mais forte a teoria Multi-regional. Esta propõe que o homem moderno tenha evoluído gradualmente, em diversas regiões do Globo, a partir do Homo erectus, que teria deixado África há 2 milhões de anos. Assim, hominídeos considerados de espécies diferentes poderão ter-se cruzado e produzido descendência fértil, até se chegar ao homem moderno.
Neste ponto, convém fazer uma paragem nesta “história”, para esclarecer alguns dos mais comuns mecanismos genéticos que interferem na evolução humana.
Os seres vivos transmitem as suas características à geração seguinte através dos cromossomas, veículo através do qual a informação genética se processa. Na espécie humana existem 23 pares de cromossomas, localizados no núcleo de cada célula, à excepção das células sexuais que possuem apenas 23 cromossomas. Aquando da união do óvulo com o espermatozóide, forma-se com ovo com os normais 23 pares de cromossomas, sendo que, em cada par, um é proveniente da mãe e outro pai. Deste modo, nesta nova célula irá estar presente a informação dos dois progenitores, para além de nova informação, resultante da recombinação genética (troca de informação) que ocorre entre os cromossomas do mesmo par. Na espécie humana, embora todos os cromossomas sejam idênticos nos dois sexos, existe um cromossoma Y no homem, que não se encontra na mulher, e que determina o sexo.
Cada cromossoma é constituído por genes, unidades de ADN (Ácido Desoxirribonucleico), que comandam a expressão de determinada proteína, que pode inibir ou activar um determinado comportamento nas células. O ADN é formado por quatro compostos azotados – Adenina, Guanina, Citosina e Tiamina, que se arranjam nos mais diversos modos, formando sequências únicas em cada indivíduo.
Para além do ADN que existe no núcleo, podemos encontrar ADN em pequenos organelos da célula, nomeadamente nas mitocôndrias - o ADN mitocondrial (ADNmt). Este ADN só é transmitido pela parte materna, pois além das mitocôndrias se encontrarem em reduzido número nos espermatozóides, mesmo essas não persistem na descendência. Desta forma, o ADN mitocondrial não sofre recombinação genética e as suas mutações (que ocorrem a uma taxa superior à do AND nuclear) podem ser seguidas ao longo de gerações.
A Teoria da Eva Negra
Na década de 80, pesquisadores da Universidade de Berkeley acreditaram ter descoberto o antepassado comum ao homem moderno. Os estudos tiveram por base o ADNmt, devido à ausência de recombinação genética neste material. Conhecida a sua taxa de mutação, ele poderia funcionar como um “relógio molecular”, que permitiria datar os acontecimentos. Quanto mais perto no tempo, menores seriam as diferenças nas sequências do ADN entre os indivíduos, e as distâncias genéticas encontradas entre os vários hominídeos não seriam mais do que o reflexo das suas localizações geográficas. Assim, acreditaram ter encontrado a mulher (porque o ADNmt só é transmitido por via materna) que em África teria dado origem ao homem actual Homo sapiens sapiens.
A análise do cromossoma Y feita posteriormente por investigadores norte-americanos confirmou esta teoria, mostrando também que este cromossoma podia ser utilizado para traçar a origem do homem moderno. Os estudos incidiram em 100 homens de diferentes áreas geográficas. Foram usados marcadores genéticos, que permitem determinar com precisão a localização dos genes nos cromossomas e assim determinar os genes que sofreram mutações.
Estudos feitos na Suiça com ADNmt apontam também no sentido do homem moderno ter saído de África há mais de 50 mil anos. A análise do ADNmt de 53 indivíduos de diferentes regiões e etnias mostrou que, mais uma vez, a raiz da árvore genealógica do homem moderno se situa em África, há 120 mil a 220 mil anos atrás.
Esta teoria foi recentemente corroborada por pesquisas chinesas. Após o estudo dos marcadores de ADN em 28 grupos étnicos chineses, as diferenças genéticas foram muito pequenas, o que pode mostrar que estes grupos tiveram pouco tempo para divergir uns dos outros.
As críticas aos estudos com ADNmt asseguram que ao ser utilizada apenas uma pequena percentagem deste, a distância genética entre os indivíduos pode estar a ser mal calculada. O pressuposto de que o ADNmt não é transferido do pai para a descendência é uma hipótese fulcral, pois caso contrário, o “relógio estaria avariado”. No entanto, estudos publicados na revista Science, realizados por pesquisadores ingleses e escoceses em homens e chimpanzés, apontam para a transferência de informação genética do pai através do ADNmt.
Nestes primeiros dias do milénio, dois estudos independentes deram a conhecer novos dados, que tornam a Teoria da Eva Negra menos credível, em benefício da Teoria Multi-regional. 
A Teoria Multi-regional
Um estudo de cientistas australianos, a publicar este mês na revista Proccedings of the National Academy of Sciences (PNAS), veio reforçar esta teoria com novas provas. O estudo incidiu num fóssil de um homem anatomicamente moderno, que terá vivido na Austrália há 60 mil ou 40 mil anos. Este fóssil - Homem de Mungo - encontrado no Lago Mungo, na Austrália, em 1974, parece ter muita coisa a revelar-nos. Senão vejamos: apesar de aparentemente poder ser confundido com um homem moderno, a análise do genoma mitocondrial mostrou que este é diferente do do homem actual e do africano. Os dados apontam para que este seja de uma linhagem mais antiga que a nossa. Tal só se poderá explicar se provier de uma primeira saída do H. erectus do continente africano, mais antiga que a nossa, consubstanciando a teoria Multi-regional.
Só que os críticos destes cientistas australianos não concordam. Para além de duvidarem da fiabilidade da análise de ADNmt tão antigo, afirmam que o Homem de Mungo é um ramo da segunda saída de África que não terá deixado descendentes.
Na revista Science deste mês, outro estudo, desta vez de investigadores norte-americanos, aponta também no sentido da confirmação da teoria Multi-regional. O estudo baseou-se numa análise estatística comparativa entre as características morfológicas de 25 crânios encontrados no sudeste da Austrália e na República Checa, com idades entre 20 mil e 30 mil anos, com as características de crânios mais velhos encontrados na mesma região e as de crânios de África e do Médio Oriente. Se a teoria da Eva Negra se verificasse, os crânios australianos e europeus seriam mais parecidos com os de África e do Médio Oriente, uma vez que estes seriam os seus antepassados. A teoria Multi-regional originaria uma maior parecença entre os crânios australianos e europeus relativamente aos crânios mais antigos do mesmo local, provando os cruzamentos entre as diferentes populações da mesma zona. Os testes estatísticos efectuados mostraram que a ascendência múltipla não podia ser rejeitada para os crânios australianos e europeus modernos. As parecenças eram maiores no caso dos fósseis australianos e europeus com as respectivas populações arcaicas, do que com os fósseis de África e Médio Oriente. Assim, a teoria da substituição completa era rejeitada, bem como a ideia de que as populações locais arcaicas representariam espécies humanas agora extintas.
Alguns antropólogos desconfiam de todos estes estudos essencialmente genéticos. Para eles, a raiz está demasiado perto no tempo. Só o mais recente fóssil humano tem cerca de 150 mil anos. Segundo eles, todas as conclusões serão diferentes se as taxas de mutações consideradas forem outras.
Parece, pois, relançada a discussão sobre a origem do Homem. 
Aguardemos o que o novo milénio nos trará sobre o nosso passado.


in:naturlink.sapo.pt

Cartazes do MFA

Estes são praticamente todos os cartazes editados pelo «MFA - Dinamização Cultural - Acção Cívica», nos anos de 1974 e 1975.
in:restosdecoleccao.blogspot.pt

sábado, 28 de abril de 2012

Os Desenhos Hiperreais de Paul Cadden

O desenhista Paul Cadden faz ilustrações inacreditáveis. Apesar de parecerem fotos, os seus trabalhos são desenhos feitos com grafite. A precisão dos seus traços é extrema e o uso de sombras ajudam ainda mais a contruir imagens hiperreais.