domingo, 30 de dezembro de 2012

CHOURIÇOS DE SANGUE E BUTELO... É ALTURA DE FAZER O FUMEIRO EM TRÁS-OS-MONTES

As crianças e jovens de Bragança tiveram as melhores férias de natal.

Estão ainda por preencher algumas vagas na ULSNE. Saiba quais!

Conheça as doenças que ameaçam afetar os castanheiros transmontanos

Centro de música tradicional transmontano é uma referência na Península Ibérica


O Centro Musical Tradicional Sons da Terra (CMTST) foi alvo de uma intervenção que rondou os 75 mil euros e tornou-se num espaço de excelência para investigadores das tradições etnográficas, orais e musicais peninsulares, considerou o seu diretor.
"Com a intervenção, os visitantes e investigadores terão uma maior liberdade para aceder aos materiais que procuram, já que o centro está agora dividido em biblioteca, fonoteca, arquivo fotográfico, sala multimédia entre outros equipamentos ao dispor de quem estudar a cultura das nossas gentes," disse à Lusa o diretor do CMTST, Mário Correia. 
O espaço cultural dispõe de um acervo único em toda a Península Ibérica composto por mais de um milhar de horas de registos fonográficos e musicais digitalizados, sendo que mais 90 por cento são provenientes do Nordeste Transmontano, com destaque para a peculiar cultura e língua mirandesa. 
A fonoteca é composta por mais de 7.500 discos documentais da música folk e tradicional, oriunda das mais diversas regiões do país e da Europa. 
A estes materiais de investigação, que estão compilados e organizados, juntam-se mais de 3.500 livros e um arquivo composto por mais de 60.000 fotografias digitalizadas, que estão ao dispor de quem visita do CMTST. 
"Este espaço cultural é dirigido a estudantes de antropologia, etnomusicologia, músicos da corrente folk que procuram documentação para recriarem futuros temas musicais", frisou o responsável pelo centro. 
Segundo Mário Correia, um conhecedor deste género de realidade cultural, "o CMTST é o único espaço do género em todo o país e um dos mais importantes da Península Ibérica, já que devido ao seu acervo é anualmente visitado por algumas centenas de pessoas ligadas ao estudo e investigação das tradições". 
Parte dos elementos culturais de Trás-os-Montes, Beiras, Minho e da província espanhola de Castela e Leão e Galiza estão ali representados. 
"Não podemos estudar as tradições culturais transmontanas sem as enquadrar num contexto peninsular devido à proximidade com os povos galegos e castelhanos", destacou o também investigador. 
O espaço cultural está sediado na vila nordestina de Sendim, concelho de Miranda do Douro, e ocupa o espaço de uma antiga residência paroquial, a qual foi alvo de uma intervenção de fundo que contou com fundos do PRODER, Freguesia de Sendim e Câmara de Miranda do Douro. 

Fonte: Agência Lusa

XI Encontro de Cantares de Reis


Celebrando o Dia de Reis, o Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros acolhe a 6 de janeiro, às 15.30h, o XI Encontro de Cantares de Reis. Associações, instituições e grupos culturais do concelho reúnem-se num ambiente festivo, entoando louvores aos Reis Magos.
A iniciativa, que tem contado com a participação de um número crescente de pessoas, é uma forma de reviver a tradição cristã da visita dos Reis Magos ao menino Jesus, ao mesmo tempo que contribui para a preservação e revitalização do espólio musical do concelho característico da quadra natalícia.

Parques Naturais do Nordeste Transmontano com lotação esgotada para o fim de ano


Está tudo esgotado nos parques naturais da região. O Parque Biológico de Vinhais e o Parque Natural de Montesinho têm as unidades hoteleiras disponívies completamente esgotadas nesta passagem de ano.
A procura vem fundamentalmente de pessoas que vivem em cidades como Lisboa e Porto e que desta forma aproveitam para entrar em contacto com a natureza.
Carla Alves, responsável pelo Parque Biológico de Vinhais disse em declarações à Rádio Renascença que se o parque dispusesse de mais instalações “mais teríamos alugado porque foi uma grande procura e ainda continua a ser. Infelizmente já não temos capacidade para tantos pedidos. Sobretudo quem mais nos procura são casais com crianças que procuram sossego e alguma liberdade para os miúdos estarem durante o dia”, explicou a responsável. 
São muitas as actividades que os turistas podem realizar, diz a directora do Parque Biológico de Vinhais. “Temos um centro hípico onde podem ter actividades equestres, temos os burrinhos onde as crianças e os adultos podem passear, temos depois um circuito muito interessante com as espécies autóctones da região, portanto as pessoas passam aqui os dias muito ocupadas.” 
O mesmo se passa com o Parque natural de Montesinho, onde as unidades hoteleiras, sobretudo as casas rurais, não possuem já qualquer cama disponível.

Hospital privado do Nordeste Transmontano quer contrariar fluxo de doentes para o litoral


Um grupo de empresários investiu 17 milhões de euros no primeiro hospital privado do Nordeste Transmontano e promete oferecer na região serviços que os utentes transmontanos procuram actualmente nas clínicas privadas do litoral, avançou a agência Lusa numa notícia publicada no início do mês que dezembro.
O Hospital da Terra Quente abriu em Mirandela, com uma oferta na área da saúde “complementar” às unidades do Serviço Nacional de Saúde, afirmou na passada sexta-feira à Lusa o presidente da Câmara, António Branco. 
A autarquia é um dos accionistas do novo hospital e entrou na sociedade, segundo explicou o autarca, oferecendo “benefícios fiscais e como facilitador” do projecto que tem como accionista também a Santa Casa da Misericórdia local. 
A esmagadora maioria dos 10 accionistas são empresários locais e nacionais, disse o autarca, que realçou a aposta deste projecto como “um apoio para a unidade local de saúde e não contra ela”.
António Branco recordou que “hoje em dia existem inúmeros autocarros, carrinhas e outros veículos em circulação entre a região e o Porto a transportar utentes para unidades privadas no Porto, na Póvoa de Varzim, em Amarante”. 
“Se nós conseguíssemos que eles, pelo menos, não abandonassem o distrito e fizessem os mesmos exames localmente, alguma parte da riqueza ficava”, declarou. 
Muitos destes doentes recorrem a clínicas privadas do litoral enviados pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS) que tem acordos com as mesmas para prestar serviços que não existem nas unidades públicas. 
O primeiro hospital privado da região quer “compensar o que o serviço público não consegue assegurar localmente”, frisou o autarca. 
“Em vez de andarem esses autocarros e essas carrinhas de nove lugares a circularem na autoestrada todos os dias, porque não nós oferecermos esse serviço”, enfatizou. 
Nesta fase inicial, o hospital tem acordos com o SNS apenas nas áreas da radiologia e análises, mas o propósito é alargar estes acordos e convenções com a ADSE, o sistema de saúde dos funcionários públicos, com seguros, e contratos directos com as unidades locais de saúde. 
O novo equipamento oferece para já apenas consultas externas, estando prevista para segunda-feira a abertura da cirurgia de ambulatório e para janeiro da cirurgia geral. 
Em Março, deverá entrar em funcionamento a unidade de cuidados continuados e a residencial sénior. 
O hospital terá 140 camas e prevê criar cerca de 70 postos de trabalho directos e indirectos. 
O autarca local lembrou que o investimento privado na área da saúde em Mirandela soma já “30 milhões de euros”, 17 milhões relativos ao hospital e oito milhões à unidade de hemodiálise que há vários anos serve utentes de toda a região. 

Fonte: Agência Lusa

sábado, 29 de dezembro de 2012

10º anivesário Nac- 9-Março-1991

MENSAGEM DE RETRIBUIÇÃO AO PEDRO E À LAURA


Caro Pedro,

Antes de mais os meus sinceros agradecimentos pela amabilidade que tiveste em prescindir dos poucos momentos em que não tens que carregar o país às costas, para pensar um pouco em nós e nos nossos natais.
Retrataste com a clarividência de poucos a forma penosa como atravessamos esta quadra que deveria ser de alegria, amor e união. És de facto um ser iluminado e somos sem dúvida privilegiados em ter ao leme da nossa nau um ser humano de tão refinada cepa.
Gostava também de ser interlocutor de alguém que queria aproveitar o espírito de boa vontade que a quadra proporciona para te pedir sinceras desculpas…a minha mãe.
A minha mãe é uma senhora de 70 anos, que usufruindo de uma escandalosa pensão de mil e poucos euros, se sente responsável pelo miserável natal de todos os seus concidadãos. Ela não consegue compreender onde falhou, mas está convicta de que o fez…doutra forma não terias afirmado o que afirmaste. Tentarei resumir o seu percurso de vida para que nos ajudes a identificar a mácula.
A minha mãe nasceu em Alcácer do Sal começou a trabalhar com 12 ou 13 anos…já não se recorda muito bem. Apanhava ganchos de cabelo num salão de cabeleireiro, e simultaneamente aprendia umas coisas deste ofício. Casou jovem e mudou-se para a cidade em busca de melhor vida. Sem opções de emprego a minha mãe nunca se acomodou e fazia alguns trabalhos de cabeleireira ao domicilio…nunca se queixou…foi mãe jovem e sempre achou que por esse facto era a mulher mais afortunada do mundo. Arranjou depois emprego num refeitório de uma grande fábrica. Nunca teve qualquer tipo de formação mas a cozinha era a sua grande paixão.
Depois de alguns anos no refeitório aventurou-se no seu grande sonho…ter um negócio próprio de restauração. Quis o destino que o sonho se concretizasse no ano de 1974…lembras-te 1974? O ano em que te tornaste livre? Tinhas o quê? 10 anos?
Pois é…o sonho da minha mãe tem a idade da democracia.
O sonho nasceu pequeno, com pouco mais de 3 ou 4 colaboradoras. Com muita dificuldade, muito trabalho e muitas noites sem dormir foi crescendo e chegou a dar trabalho a mais de 20 pessoas. A minha mãe tem a 4ª classe.
Tu já criaste empregos Pedro?  Quer dizer…criar mesmo…investir e arriscar o que é  teu…telefonemas para o Relvas a pedir qualquer coisa para uma amiga da Laura não conta como criar emprego. A minha mãe criou…por isso ela não compreende muito bem onde errou. Tudo junto tem mais de 40 anos de descontos para a segurança social. Sempre descontou aquilo que a lei lhe exigia. A lei que tu e outros como tu…gente de tão abnegada dedicação, se entretém a escrever, reescrever, anular, modificar…enfim…trabalhos de outra grandeza que ela não compreende mas valoriza.
Pois como te digo, a minha mãe viu passar o verão quente, os tempos do desenvolvimento sem paralelo, o fechar de todas as fábricas da região, os tempos do oásis, as várias intervenções do FMI, as Expos, os Euros, do futebol e da finança…e passou por isto tudo sempre a trabalhar como se não houvesse amanhã. A pagar impostos todos os meses e todos os anos. IVA, IRC, IRS, IMI, pagamentos por conta, pagamentos especiais por conta, por ter um toldo, por ter a viatura decorada, por ter cão, de selo, de circulação, de radiodifusão…não falhando um único desconto para a sua reforma, não falhando um único imposto. E viu chegar as condicionantes da idade avançada sem lançar um queixume. E foi resolvendo todos os seus problemas de saúde que inexoravelmente foram surgindo, recorrendo a um seguro privado, tentando deixar para aqueles que realmente necessitam, o apoio da segurança social. Em mais de 40 anos de contribuição não teve um dia de baixa, não usufruiu de um cêntimo em subsídios de desemprego. E ela dá voltas e voltas à cabeça e não há forma de se recordar onde possa ter falhado. Mas certamente falhou…
Por isso Pedro, quando eu lhe li a tua carinhosa mensagem, que certamente escreveste na companhia da Laura e com um cobertor a cobrir as vossas pernas para poupar no aquecimento, ela comoveu-se, e cheia de remorsos pediu-me que por esta via te endereçasse um sentido pedido de desculpas.
Pediu também para te dizer que se sente muito orgulhosa de com a redução da sua pensão poder contribuir para que a tua missão na terra seja coroada de sucesso.
És de facto único Pedro. A forma carinhosa como te referes aos sacrifícios que os outros estão fazer, faz-me acreditar que quase os sentes como teus. Sei que sofres por nós Pedro. Sei que  cada emprego que se perde é uma chaga que se abre no teu corpo…é um sofrimento atroz que te é imposto…e tudo por culpa de quem? De gente como a minha pobre mãe que mesmo sem querer tem levado toda uma vida a delapidar o património que é de todos. Por isso se a conseguires ajudar a perceber onde errou ficar-te-ei eternamente agradecido. A minha mãe ainda é daquele tipo de pessoas que não suporta a ideia de estar a dever algo a alguém...ajuda-nos pois Pedro.
Aceita por favor, mais uma vez, em nome da minha mãe, sentidas desculpas. Ela diz que apesar de reformada e com menos saúde vai continuar a trabalhar para poder expiar o tanto mal que causou.
Continua Pedro..estás certamente no bom caminho, embora alguns milhões de ingratos não o consigam perceber.
Não te detenhas…os génios raramente são reconhecidos em vida.

Um grande abraço para ti.
Um grande beijo para a Laura.

Bragança - Zona Histórica - Anos 50

Lenda da Senhora do Nazo

Local: Póvoa, MIRANDA DO DOURO, BRAGANÇA


Junto à aldeia da Póvoa, a distancia de 2 kilometros, no alto de um monte, ha um templo dedicado a Nossa Senhora do Nazo de construcção antiquíssima, ignorando-se por quem e quando se edificou.
    A Padroeira, é objecto de grande devoção dos povos d’estes sitios, que lhe fazem muitas romagens annualmente, todas muito concorridas.
    Segundo a lenda – um homem d’aqui, estava captivo em Argel, e, em uma noite que implorava à S. S. Virgem que o tirasse do captiveiro, appareceu na madrugada à porta d’este templo, ainda preso com os grilhões de ferro, que deixou por memoria, á Senhora.
    Diz tambem a lenda, que este individuo se demorou alguns dias n’este logar, durante os ques abriu um pôço, que, a pequena profundidade, deu optima agua, que corre perennemente, tanto de inverno como de verão; o que é uma providencia para o povo, porque a freguezia é muito falta d’agua, sendo a maior parte da que ha, de cisternas ou reservatorios, mais ou menos rusticos.

Fonte:PINHO LEAL, Augusto Soares d'Azevedo Barbosa de Portugal Antigo e Moderno Lisboa, Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão, 2006 [1873] , p.Tomo VII, p. 604

Crianças dos jardins-de infância e 1º Ciclo do concelho de Moncorvo participaram em Festa de Natal


O Município de Torre de Moncorvo organizou no passado dia 14 de Dezembro uma festa de Natal que contou com a participação de cerca de 310 alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, Jardins-de-infância do concelho e Centro Paroquial de Torre de Moncorvo. 
Do programa fazia parte a visualização do filme de animação e aventura “Brave - Indomável”, no Cine-teatro de Torre de Moncorvo, sendo exibido em duas sessões a primeira durante a manhã e a segunda à tarde. 
A alegria dos mais novos espelhou-se nos seus rostos com a entrada na sala do tão esperado Pai Natal que distribuiu sorrisos, simpatia e presentes a todos meninos.
As crianças dos jardins-deinfância receberam livros, cd’s e jogos das coleções Escola Activa, Esopo e Nossa Terra, enquanto que os alunos do 1º ciclo tiveram direito a enciclopédias juvenis compostas por livros didáticos e cd’s interativos.

in:noticiasdonordeste.com

O Silencio das Abelhas

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Bragança Positiva


É Bragança!
Vale a pena ver!

Bragança - summer7 11ª Edição

Já está a ser construído em Bragança o Recinto de Promoção e Valorização das Raças Autóctones

Governo voltou a aprovar suspensão do PDM dos concelhos abrangidos pela barragem de Foz Tua


O Governo aprovou no passado dia 18 de Dezembro, por mais um ano, a suspensão do Plano Diretor Municipal (PDM) dos cinco concelhos afetados pela construção da barragem de Foz Tua, no distrito de Vila Real e Bragança, para permitir a sua viabilidade.
Além da suspensão do PDM, a resolução do Conselho de Ministros publicada hoje em Diário da República aprovou a aplicação de medidas preventivas em Alijó, Carrazeda de Ansiães, Murça, Mirandela e Vila Flor, assim como a suspensão parcial do plano de ordenamento das albufeiras da Régua e do Carrapatelo, para evitar alterações de uso nos terrenos que serão necessários para o Aproveitamento Hidroelétrico do Foz Tua (AHFT) da EDP.
A necessidade de prorrogar o prazo de suspensão do PDM, inicialmente previsto para dois anos, resultou, segundo comunicado do Conselho de Ministros, "da impossibilidade de, em tempo útil, promover a alteração ou a revisão dos instrumentos de gestão territorial em apreço, de modo a acomodá-los à nova realidade territorial decorrente da implantação do AHFT".

in:noticiasdonordeste.com

Escola Superior de Saúde de Bragança ganhou uma bolsa internacional


Um grupo de investigação da Escola Superior de Saúde de Bragança, liderado por André Novo, foi contemplado com uma bolsa no valor de cinco mil euros num concurso internacional lançado pela Fundacion Mapfre.
O valor monetário destina-se ao financiamento de um projeto que pretende melhorar a qualidade de vida das pessoas com doença pulmonar obstrutiva crónica. O projeto português foi um dos 45 premiados entre os 684 que se apresentaram a concurso. As candidaturas que foram sujeitas a concursos provém de países como Espanha, México ou Perú, sendo o trabalho transmontano intitulado, "Respire Qualidade de Vida", o único português a ter sido distinguido pela entidade. 
Em declarações à Rádio Brigantia, André Novo explicou que "o projeto tem por objetivo a implementação de um programa de enfermagem de reabilitação no domicílio em utentes com esta patologia", querendo a equipa "melhorar a sua qualidade de vida".
Segundo André Novo, o trabalho resulta de "uma parceria estabelecida entre a Escola Superior de Saúde e a Unidade Local de Saúde do Nordeste, mais concretamente com a Unidade de Cuidados na Comunidade de Carrazeda de Ansiães e os cinco mil euros vão servir para adquirir equipamento".
André Novo referiu que o projeto vai desenvolver-se em Carrazeda de Ansiães durante o próximo ano, mas que o propósito é alargar o programa a toda a região. "Neste momento temos identificados cerca de 14 utentes no concelho de Carrazeda de Ansiães, que fazem oxigenoterapia no domicílio, mas o nosso objetivo, a médio ou longo prazo, é alargar este tipo de intervenção a mais concelhos do distrito", sublinhou.
O projeto "pretende que a intervenção seja efetuada no domicílio dos doentes" já que estes têm "um grau de dependência um pouco elevado" - alguns dos quais precisam mesmo de fazer oxigénio durante 24 horas por dia. Assim, será possível conseguir "alguns ganhos ao nível da qualidade de vida e da capacidade funcional", concluiu André Novo.

in:noticiasdonordeste.com

Miranda do Douro: Burros de raça mirandesa já foram apadrinhados por mais de 900 pessoas


Cerca de 900 pessoas espalhadas um pouco por todo o país e no estrangeiro já aderiram à campanha de apadrinhamento dos burros de raça mirandesa, através de uma iniciativa que teve início no Natal de 2005.
A ideia foi da Associação para o Estudo e Proteção do Gado Asinino (AEPGA), que tem vindo a promover a campanha de apadrinhamento do burro mirandês, de forma a angariar fundos que permitam assegurar o bem-estar dos animais que estão ao seu cuidado e ao mesmo tempo ajudar na manutenção desta raça autóctone.
"Está é uma forma encontrada para garantir o trabalho desenvolvido pela associação de apoio a criadores e proprietários de burros e mulas em todo o Nordeste Transmontano", disse , o secretário técnico da AEPGA, Miguel Nóvoa.
O apadrinhamento de um burro pode ser feito individualmente ou em grupo com um custo de 30 euros por ano.
"Quem conceder um apoio institucional ou empresarial pagará um valor mínimo de 250 euros, que pode ser deduzido no IRS ao abrigo da lei do mecenato ambiental", explicou o responsável.
Com os fundos recolhidos têm sido levadas a cabo diversas iniciativas, que vão desde de campanhas para a promoção da sanidade animal até a realização de atividades que permitam a conservação deste "importante" património genético.

in:rba.pt

Miranda do Douro: Festival de inverno GEADA pretende aquecer os próximos dois na cidade do Planalto Mirandês


A cultura, a etnografia e gastronomia mirandesas estão em destaque durante o festival GEADA que promete "aquecer" os dias frios do inverno com um conjunto de iniciativas que se prolongam até domingo.
O certame tem como lema "Bamos derretir l caraimbelo!" o que o que se pode traduzir para português como "vamos derreter o gelo", sendo uma iniciativa da Associação Recreativa da Juventude Mirandesa (ARJM).
"Apesar da vontade coletiva da juventude mirandesa, tem sido um bastante difícil aguentar o festival, dado que os patrocínios escasseiam num tempo que é de crise", disse hoje à Lusa o presidente da ARJM, Luís Filipe Firmino.
No entanto, o responsável destaca que com "a força de vontade da juventude local" associada "a determinação e empenho" é possível com poucos recursos organizar uma iniciava que pretende atrair algumas centenas de pessoas à cidade de Miranda do Douro durante os três dias.
O festival GEADA "tenta dar a conhecer ao exterior", as tradições e os aspetos mais marcantes da cultura do planalto mirandês.
Desta forma, os participantes terão a possibilidade de dançar à volta da tradicional fogueira do galo, ao som das peculiares gaitas de fole, tocar instrumentos tradicionais, dançar a tradicional dança dos paus e apreciar a gastronomia da região.
Do programa destaca-se uma arruada ao som de instrumentos tradicionais, acompanhados de pauliteiros, e uma ronda pelas mais antigas adegas da cidade.

Brigantinos passam réveillon em casa


As medidas de austeridade e a crise que o País atravessa vão obrigar os brigantinos a passar o réveillon em casa.
Já lá vão os tempos em que se faziam viagens para destinos turísticos e em que se passava a última noite do ano em hotéis de luxo.  
Agora a palavra de ordem é mesmo poupar.
É o caso de Marisa Costa, que diz que vai passar o réveillon “em casa com a família”. “Às vezes saio com os meus amigos, mas este ano devo ficar em casa, por causa da crise”, lamentou.
Lucília Pais também vai ficar em casa e diz mesmo que” não há dinheiro para ir para hotéis” e confessa que prefere ficar em casa, “junto da família”.

Escrito por Brigantia

Prémio faz avançar fábrica de brinquedos da LEQUE


A Associação LEQUE, de Alfândega da Fé, vai avançar no próximo ano com a criação de uma fábrica de brinquedos para crianças com necessidades educativas especiais.
O projecto vai finalmente concretizar-se graças a um prémio monetário de 20 mil euros que a associação acaba de receber.  
Foi uma das 10 associações contempladas no âmbito dos donativos de Natal Montepio. “Todos os anos a Fundação Montepio escolhe 10 instituições do país que considera que tiveram o maior impacto social e boas práticas em diversas áreas e este ano nós fomos uma dessas 10. Foi um orgulho para nós”, afirma a presidente da associação. “Este encaixe financeiro de 20 mil euros vai-nos permitir avançar em 2013 com o projecto de brinquedos inclusivos”, acrescenta.
Celmira Macedo adianta que “já estamos a fazer o produto piloto, há uma empresa que nos está a fazer a parte da componente gráfica e do braille. Só estávamos mesmo a aguardar que entrasse dinheiro para poder pagar esses serviços e o produto sair para o mercado”.
A fábrica deverá começar a colocar os brinquedos no mercado antes do próximo Natal. “Nós queríamos que em Outubro os brinquedos já estivessem cá fora para a campanha de Natal de 2013 porque faz sentido ter brinquedos à disposição para estas crianças”, salienta a responsável. “Nós queríamos ter uma linha e não apenas um produto, pelo dois ou três diferentes para que haja um Natal inclusivo”, conclui.
Em breve a Associação LEQUE deverá também assinar um acordo com a Segurança Social para a comparticipação social dos utentes.

Escrito por Brigantia

Autarcas querem gerir PNDI


O presidente da câmara de Mogadouro defende que o Parque Natural do Douro Internacional (PNDI) deve ter gestão municipal caso a posição das autarquias não seja tida em conta.
Moraes Machado não concorda com o actual modelo de gestão da área protegida, pois, segundo ele, só está baseado em restrições.  “Não pode haver pareceres vinculativos porque os que prevalecem são sempre os do Parque e isso não é democrático”, refere o autarca, salientando que “não deve haver pareceres vinculativos nem da parte do parque nem da câmara. 
Queremos pareceres consensuais”.
Por isso, espera que a revisão do Plano de Ordenamento do PNDI tenha estas situações em consideração, caso contrário defende que devem ser a câmaras municipais a geri-lo. “Se não se estabelecerem regulamentos em que as autarquias tenham uma palavra a dizer e que seja respeitada a zona protegida deve passar para a gestão dos municípios porque nós temos provado que sabemos gerir e defender a riqueza que nos pertence”, afirma Moraes Machado.
O presidente da câmara de Miranda do Douro salienta que a população está descontente com a gestão da área protegida muito por causa das restrições impostas. “Há um descontentamento generalizado por parte da população relativamente à intervenção do parque e a que existe e restritiva”, considera.
Por isso “é preciso rever toda a lei relacionada com o parque para estarmos mais próximos dele, pois esta não é a melhor forma de o gerir”.  
Artur Nunes acrescenta que a gestão feita a partir de Braga também não ajuda. “Isto foi esvaziado de competências”, refere. 
Por outro lado, “os funcionários também são muito poucos e não têm recursos, o que leva a alguns constrangimentos”, acrescenta. “Estar longe e fazer uma gestão à distância não é uma boa política”, conclui.
Recentemente a Comissão de Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local da Assembleia da República visitou a área protegida e ouviu os autarcas tendo em conta o processo de revisão do Plano de Ordenamento do PNDI.

Escrito por Brigantia

Alfândega da Fé celebrou o natal numa tarde que uniu gerações

Em Vimioso há um produtor de mel biológico que aposta na exportação. Este ano, foram já enviados para a china cerca de 3 toneladas de mel.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

APICULTORES MONTAM VIGILÂNCIA AOS APIÁRIOS DURANTE A NOITE POR CAUSA DO ROUBO DE COLMEIAS

Espírito natalício invade ASCUDT

Bragança - Comissão Fabriqueira da Catedral tomou posse

Tendo como presidente o P. Sobrinho Alves e como secretário César Urbino, como tesoureiro Eduardo Malhão e como vogais Luís Mina, José Eduardo Pinheiro, Duarte Nuno Pires e Ramiro Mendes, tomou posse no passado dia 23 a Comissão Fabriqueira da Catedral de Bragança, após a missa do último Domingo do Advento, presidida pelo Bispo diocesano. 
O P. Sobrinho Alves sublinhou que está disponível para este desafio, até porque na Igreja tem que se estar sempre disponível para fazer o que se pode em prol do bem comum. Uma das prioridades da Comissão será resolver o problema do aquecimento. Segundo indicou é necessário realizar algumas obras para isolar melhor o espaço, de modo a evitar desperdícios energéticos.

Diocese de Bragança-Miranda - "Natal é o maior ato de fé de Deus na humanidade"


D. José Cordeiro, na missa da noite de Natal, apelou à oração pelos que estão sós, são ignorantes, estão deprimidos, desempregados e pelos que tiveram que sair de Portugal
Deus, ao Encarnar no seio da Virgem Maria, ao tornar-se humano, abriu à humanidade o caminho da esperança, da santidade, da alegria, da paz. "A Alegria da paz e da Esperança que é Cristo constroem a humanidade e a santidade", disse D. José Cordeiro, bispo diocesano, na homilia da celebração eucarística da noite de Natal, que teve lugar na catedral de Bragança.
 No final, o Bispo diocesano pediu "ao Deus feito criança" a alegria da paz para o mundo e para a Igreja, "em especial a unidade e a paz na Igreja de Bragança-Miranda, para ser uma comunidade de comunidades". "A Ele confiamos também o coração dos que quiserem ser servidores da alegria que a Paz do Natal comunica. 
Rezamos ainda por todas as pessoas que são obrigadas a viver o Natal no sofrimento, na solidão, na ignorância, na pobreza, na depressão, no stress, no desemprego e na emigração", disse.

in:mdb.pt

Associação Entre Famílias vai ter nova sede


No novo espaço instituição de solidariedade social pretende criar um "Centro de Apoio à Vida"
Um protocolo com o município de Bragança permite à Associação Entre Famílias passar a ter uma nova sede que lhe permitirá desenvolver de forma mais adequada as iniciativas de promoção da família, combate à exclusão social e apoio às pessoas que vivem mais isoladas já desenvolvidas e, também, criar novas valências. Entre estas destaca-se a intenção de criar um Centro de Apoio à Vida, que não existe neste distrito, destinado a apoiar grávidas, mães puérperas e fazer ainda acompanhamento parental.

in:mdb.pt

Idosos reunidos em Festa de Natal em Torre de Moncorvo


No passado dia 18 de Dezembro o polivalente da Escola Dr. Ramiro Salgado recebeu cerca de 250 idosos e funcionários das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho para uma festa de natal preparada pelo Município de Torre de Moncorvo.
Depois de uma pequena receção aos idosos teve lugar uma oração de natal, ao que se seguiu a interpretação da peça de teatro “A Menina e o Pai Natal”, pelo grupo de Teatro Alma de Ferro.
Os idosos participaram ainda em momentos seniores recheados de música e dança que encheram de alegria uma tarde diferente. 
Presentes na Festa de Natal estiveram o Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Aires Ferreira e o Vice-Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, José Aires que acompanharam os idosos nesta tarde tão especial 
Todos os participantes tiveram direito a uma pequena lembrança, sendo que no final se realizou um lanche convívio entre todos.

in:noticiasdonordeste.com

Freixo de Espada à Cinta: Adega lança primeiros 2.500 quilos de azeitonas Negrinha de Freixo certificadas como DOP


A Adega Cooperativa de Freixo de Espada à Cinta (ACFEC) lançou no mercado os primeiros 2.500 quilos de azeitona proveniente de uma espécie autóctone, com a chancela de Denominação de Origem Protegida (DOP).
"A região de Freixo de Espada é rica na produção da azeitona Negrinha, só que até ao momento não se encontrava no mercado devidamente embalada para ser comercializada",explicou o presidente da ACFEC, José Santos.
Trata-se uma azeitona de pequena dimensão, da variedade Negrinha, que é consumida após tratamento ou em salmoura. 
A cooperativa há já alguns anos que colocou no mercado diversos lotes de azeite proveniente da variedade autóctone da azeitona "Negrinha de Freixo".
"A azeitona Negrinha de Freixo é uma variedade que está mais vocacionada para a conserva do que propriamente para a produção de azeite, mas, sabendo aproveitar as suas qualidades, conseguimos obter dois bons produtos olivícolas", acrescentou o dirigente.
No campo da produção de azeitona de conserva, aquela estrutura agrícola está a dar os primeiros passos, com a produção das primeiras duas toneladas e meia de azeitonas provenientes de agricultores que quiseram certificar o seu produto com a chancela DOP. 
"Esta é primeira vez que uma entidade certificadora confere a DOP à Negrinha de Freixo. Com este reconhecimento colocamos no mercado a azeitona embalada em unidades de 250 gramas, nesta fase", explicou José Santos.

in:rba.pt

Alfândega da Fé - Obras embelezam centro da vila


A primeira fase das obras de requalificação do centro da vila de Alfândega da Fé já estão na recta final e a Câmara prepara-se para avançar com uma nova intervenção.
A presidente do município, Berta Nunes, garante que no início do próximo ano vai arrancar a segunda fase dos trabalhos para embelezar a vila.
“Desde as infra-estruturas de saneamento, de banda-larga, águas pluviais, foi tudo recuperado e foram colocadas infra-estruturas novas, porque havia muitas fugas de água”, salienta Berta Nunes. 
Já foram investidos cerca de 950 mil euros e os trabalhos desta segunda fase vão custar cerca de 400 mil euros. Os investimentos são financiados em 85 por cento por fundos comunitários.

in:jornalnordeste.com

Lagoa Azul apoia instituição de solidariedade social


O Bar Lagoa Azul, em Bragança, está a recolher donativos para entregar à Associação de Socorros Mútuos dos Artistas de Bragança (ASMAB), através da realização da “Noite Solidária”.
Pelo oitavo ano consecutivo, os funcionários do estabelecimento prescindem das gorjetas a favor da instituição. Os clientes também podem ajudar deixando um contributo monetário, vestuário ou brinquedos. 
O relações públicas do bar Lagoa Azul, Fernando Salvador, diz que “faz cada vez mais sentido ajudar as instituições de solidariedade social”. “A instituição precisa de todo o tipo de ajudas, e contamos que os nossos clientes colaborem connosco, tal como têm feito em anos anteriores”, concluiu.
O presidente da ASMAB, Alcídio Castanheira, agradece a ajuda, numa altura em que “há cada vez mais pessoas a pedir apoio à instituição”. “É um gesto que nos agrada muito porque os momentos são difíceis, e as instituições só por si não têm capacidade para resolver todos os problemas para os quais é solicitada”, sublinhou.
A recolha de donativos começou na passada quinta-feira e termina a 31 de Dezembro.

in:jornalnordeste.com

Seca pode regressar no próximo ano


2013 poderá ser novamente um ano de seca. 
O aviso é do director regional de Agricultura. 
Apesar da chuva que tem caído, Manuel Cardoso adianta que as albufeiras só agora começaram a encher, mas, ainda estão a 40 por cento da sua capacidade.  “Na semana que passou foi a primeira vez que tivemos as nossas albufeiras a subir ainda assim não foi o suficiente”, refere. “Vale Madeiro está abaixo do caudal mínimo ecológico e nada garante que o próximo ano não seja um ano de seca”, acrescenta. 
“Temos de nos preparar, nos perímetros de regadio, para enfrentar algumas dificuldades”, salienta.
Manuel Cardoso aconselha os agricultores a estarem alerta para possíveis restrições na utilização da água, o que poderá até alterar as culturas para o próximo ano. “Ainda é prematuro mas tudo aponta para que possamos vir a ter dificuldades na questão da água durante o próximo ano”, por isso “vamos ter de pensar como é que vamos fazer a gestão da água durante o próximo verão”, afirma o director regional.
Apesar de ter chovido nos últimos tempos, as previsões apontam para que não seja o suficiente.
2013 poderá trazer novamente a seca a todo o território.

Escrito por Rádio Terra Quente (CIR)

Festa de Santo Estevão, em Rebordãos, ainda é o que era


Todos os anos, no dia 26 de Dezembro, a freguesia de Rebordãos, no concelho de Bragança, realiza a Festa de Santo Estevão.
Este ano não foi excepção e, ontem, dezenas de pessoas juntaram-se na sede da Junta de freguesia para a tradicional refeição comunitária, a chamada Mesa de Santo Estevão.  
175 quilos de bacalhau, 150 de batatas e outros tantos de couve, deram que fazer às cozinheiras de serviço. Um trabalho que exige algum esforço e muita dedicação. 
Uma das cozinheiras, Celeste Faria, participa há já 20 anos na confecção da refeição. Diz que “é uma festa que dá muito trabalho”, mas “muito agradável”.
Os caretos também são uma presença habitual na festa. Antigamente tinham como função não deixar roubar a comida e o vinho da mesa. 
O presidente da junta de freguesia Rebordãos, Adriano Rodrigues, relembra que “quando as varas eram presas pelos cidadãos, eles eram obrigados a dar um beijo”. “Hoje é habitual um homem dar um beijo a outro homem, mas antigamente isso era um escândalo. Eles não queriam ser presos para não se beijarem”, revela.
Quem vai à festa não consegue passar invisível aos olhos destes homens mascarados. Fazem parar os carros e quem não alinhar nas brincadeiras leva com um pau, com mais ou menos força. Só as mulheres parecem passar imunes.
A população diz que a tradição é para manter. É o caso de Jorge Faria. Este habitante de Rebordãos diz que “é uma festa divertida, com umas porraditas”, mas lembra que “eles não batem a toda a gente, só a quem se mete com eles”.
Velhos e novos juntaram-se na Festa de Santo Estevão.
Este ano a adesão da população foi maior do que em anos anteriores.

Escrito por Brigantia

170 mil euros para requalificar junta de freguesia de Rebordãos


Ao fim de 30 anos, as obras de requalificação da Junta de Freguesia de Rebordãos, no concelho de Bragança, estão finalmente concluídas.
O presidente da junta sublinha que os trabalhos eram necessários, pois “é neste espaço que se realiza a maior parte dos casamentos, baptizados, e comunhões” dos habitantes de Rebordãos.  
Adriano Rodrigues salienta que os “utentes do Centro de Dia também ficam a ganhar com as obras, uma vez que “têm agora um espaço para as suas actividades”. 170 mil euros foi quanto custou ao município esta última fase das obras.
O presidente da Câmara, Jorge Nunes, destaca o espaço polidesportivo, que pode ser utilizado por grupos desportivos e recreativos, e até mesmo para o convívio. “Com este trabalho, e mais dois que se estão a finalizar, se fecha um ciclo no sentido de dotar todas as aldeias do concelho com adequadas condições de convívio para a população, e de actividade para as juntas de freguesia”, conclui.

Escrito por Brigantia

Bombeiros de Bragança mantêm direcção


Rui Correia foi reconduzido na direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Bragança.
Encabeçava a única lista que se apresentou a sufrágio.  O presidente reeleito revela que um dos objectivos para este mandato, de três anos, é a aquisição de duas ambulâncias de transporte de doentes para responder a uma das necessidades mais prementes. “Neste mandato não vamos sonhar muito alto porque temos de ter em consideração a conjuntura nacional de crise. 
Vamos tentar manter o que está e procurar adquirir duas viaturas porque as que temos já têm muito uso mas não prometemos grande coisa” refere. “Se conseguirmos chegar ao fim com a qualidade que temos vindo a adquirir já nos sentimos realizados”, salienta.
As viaturas que deverão ser adquiridas são ambulâncias de transporte de doentes porque “são viaturas de desgaste muito mais rápido do que as de combate a incêndio”, explica.

Escrito por Brigantia

Espírito natalício e a paixão pelos cavalos juntos no Centro Hípico de Grijó.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Museu do Ferro e da Região de Moncorvo

Carção no programa "Caminhos", RTP2

Canal de Outeiro no Youtube


Trás-os-Montes e Alto Douro - Futuro e Tradição

"Com montes e montes repletos de vinhas, bordadas de oliveiras, em socalcos, que formam como que escadarias para gigantes, unidas por um rio de ouro, num bailado de beleza inigualável.
Paisagens que despertam emoções a escritores, poetas e artistas e a todos quantos a visitam.
Trás-os-Montes e Alto Douro. Quem por cá passa, não passa sem cá voltar."

O Natal da angústia!


O cerco
Sinto-me sitiada.Encurralada.
Cada dia que passa perco liberdade,perco poder de compra,perco capacidade de movimento no mundo exterior.A cada dia tenho menos segurança e a cada dia me sinto mais vulnerável face a um poder asfixiante que se estabeleceu subrepticiamente sobre mim.
Ter ou não ter passaporte é indiferente.
Cada dia que passa o cerco à minha volta aperta-se:as declarações de que gastei o que não tinha,vivi acima das minhas possibilidades, estou a receber um salário ou uma reforma que me é desconfiadamente pago mas que não mereço_ mesmo a insinuação de que estou a roubar o erário público cada vez que adoeço e vou ao médico, cada vez que entro num museu ou biblioteca, a impressão kafkiana de que não estou a usar serviços para os quais contribuí mas sim que estou a hooliganizar a praça e os bens publicos..
Até aqui a Constituição da Républica era o enquadramento legal ,o paradigma que balizava o que era nosso e devia ser defendido.Agora vem um jovem pau mandado Hugo Soares dizer-me a mim que cada geração deve ter uma Constituição_ talvez para este jovem inocente a "sua" Constituição deva ser votada pelos portugueses menores de 35 anos..
A Constituição tornou-se um empecilho para o cumprimento dos objectivos do núcleo duro deste governo.
Passos Coelho e Victor Gaspar pegam cada um numa haste da tenaz com que nos garrotam o pescoço:a argumentação vai-se apertando sempre em torno de ponto fulcral :não temos dinheiro, temos dívidas incomensuráveis ,o que produzimos não chega para encher a cova do dente,comemos demais,adoecemos demais,viajamos demais,gastamos demais e estragamos que nem nababos o que nos emprestaram.
Portanto temos duas alternativas:ou descem salários e pensões, pagamos mais e mais impostos e taxas de solidariedade,aceitamos todos os confiscos que nos impõem  ou acabamos com um serviço nacional de saúde de esbanjamento para todos, com a escola para todos,com a cultura para todos ,com a Justiça e Segurança para todos.
Um País que era de todos acabou.
A  Constituição vai ter de escolher os grupos alvo a quem podem ser dispensados alguns serviços mínimos,os que podemos pagar.Escreve-se uma nova Constituição que defina quem pode utilizar os serviços de saúde restantes (os recém nascidos ou os mais idosos ?) ,quem pode ir à escola sem pagar (os mais inteligentes ou os mais diminuídos?),quem tem direito a segurança (os que vivem nos bairros finos ou os que vivem nas pocilgas?),quem pode usar os bens comuns restantes?
Sinto que neste País estou a mais.Não consigo fazer as contas para perceber se o que até aqui paguei justifica o ar que respiro.Sinto-me a asfixiar.

Beatriz Lamas Oliveira