sábado, 30 de abril de 2016

Duas praias, duas Bandeiras Azuis. Macedo de Cavaleiros destaca-se no calendário turístico nacional

Há notícias que, embora se repitam anualmente, mantêm todo o interesse no momento em que são conhecidas. Agora que se conhecem as praias que em 2016 ostentarão a Bandeira Azul, Macedo de Cavaleiros volta a distinguir-se dos demais, com duas praias galardoadas. É o concelho do interior norte do país com mais praias distinguidas.
A Albufeira do Azibo, que reúne predicados ambientais que lhe merecem o estatuto de Paisagem Protegida, sai este ano ainda mais reforçada turisticamente. 

Ao “selo” das 7 Maravilhas - Praias de Portugal, com a Praia da Ribeira, soma-se a eleição da Praia da Fraga da Pegada como a estância balnear fluvial mais acessível para cidadãos de mobilidade reduzida. A simbiose das condições ambientais e as extraordinárias condições para o lazer balnear, fazem de Macedo de Cavaleiros um dos mais apetecíveis locais para as férias de verão de 2016.

A autarquia vai, para a nova época balnear, realizar novos investimentos no extraordinário cartão de visita que é a Albufeira do Azibo. As chuvas alagaram as duas praias, obrigando a um reforço acrescido de areia, no sentido de repor as condições a que estão habituados os banhistas.

Ao nível da acessibilidade serão melhoradas as condições nos sanitários. Um trabalho que possibilitará, com certeza, que a Albufeira do Azibo e o concelho de Macedo de Cavaleiros se mantenham como o destino turístico mais visitado no Nordeste Transmontano no período estival.

A lista das áreas balneares que em 2016 vão hastear a Bandeira Azul foram conhecidas esta sexta-feira em 314 praias, mais 15 que o ano passado.

Nota de Imprensa - CMMC

Secretário de Estado da Saúde inaugura monumento evocativo ao Serviço Nacional de Saúde em Torre de Moncorvo

O 1º de Maio em Torre de Moncorvo vai ser comemorado com a conferência “ O 25 de Abril – A Implantação da Democracia em Portugal” que terá como orador António Arnaut, às 15h00, na Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo.
Será ainda inaugurada uma exposição “O Homem e a Obra – António Arnaut”, cedida pelo Município de Penela, que é constituída por vários painéis, documentos e livros de António Arnaut. A exposição ficará patente no átrio da Biblioteca até ao final do mês de Maio. Seguir-se-á uma sessão de músicas e um “Vinho Fino” de Honra, no Pátio da Biblioteca Municipal. 

Às 17h30, realiza-se a inauguração do monumento evocativo ao Serviço Nacional de Saúde pelo Secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, na Avenida das Amendoeiras, junto à rotunda do Centro de Saúde. 

O Secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, nasceu em Luanda em 1952, 

é licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e pós-graduado em Administração Hospitalar pela Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa. Foi presidente do Conselho de Administração do Hospital Curry Cabral e presidente do Conselho de Administração do Hospital Pulido Valente.

António Arnaut licenciou-se em Direito, pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi militante da Acção Socialista Portuguesa, co-fundador do Partido Socialista, em 1973, tendo sido seu dirigente até 1983. Fez parte do II Governo Constitucional, 1978, liderado por Mário Soares, como Ministro dos Assuntos Sociais. Ao seu nome ficou ligada a criação do Serviço Nacional de Saúde, sendo por isso considerado o “Pai do Serviço Nacional de Saúde.”

Nota de Imprensa - Luciana Raimundo

Visita às igrejas de Lamalonga e Vilarinho de Agrochão


sexta-feira, 29 de abril de 2016

O Brigantia Ecopark recebeu o Seminário Portugal Steel que tem como objetivo a projeção nacional e internacional do setor da construção metálica


A Casa da Música Mirandesa recebeu na Casa da Música a Sessão de Esclarecimento alusiva ao tema “Maus tratos na infância”


Decorreram no Mercado Municipal de Bragança três Concursos de Gado que trouxeram centenas de produtores à cidade brigantina

Bragança acolheu, no dia 27 de abril, o XXI Concurso Nacional de Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana Branca, I Concurso Nacional de Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana Preta e, pela primeira vez, o Concurso Nacional da Cabra Preta de Montesinho.
O evento, que contou com a participação de cerca de 330 animais, de 42 criadores da região, incluiu uma sessão, que decorreu, na Sala de Formação da Câmara Municipal de Bragança, e na qual marcou presença o Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, o Presidente da ACOB, Luís Afonso, e o Presidente da ANCRAS, Arménio Vaz. Seguiu-se a apresentação da página Web da ACOB, uma palestra sobre Inseminação Artificial e a apresentação dos vídeos promocionais dos Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana e da Cabra Preta de Montesinhos
O evento foi organizado pela ACOB e pela ANCRAS.
Esta é, apenas, uma das muitas iniciativas ligadas à pecuária ou ao setor agrícola que o Município de Bragança promove ou se associa.

Passeio Pedestre - São João das Arribas

Feira do Livro de Freixo de Espada à Cinta

Feira do Livro de Freixo de Espada à Cinta, uma organização conjunta do Município e Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta, que decorrerá no Largo do Passeio.

"Al-Fenim: o Génio das Cantarinhas"

Apresentação da publicação "Al-Fenim: o Génio das Cantarinhas", da autoria de Alex Rodrigues, com ilustrações de Ana Pereira e Elza Mesquita, baseadas nos desenhos dos alunos do Centro Escolar de Santa Maria, que terá lugar no dia 30 de abril de 2016, pelas 18:00 horas, no stand do Centro Interpretativo da Cerâmica de Pinela (junto da entrada do Centro Cultural Municipal Adriano Moreira/Conservatório de Música e Dança de Bragança - Praça da Sé).

Abril foi mês de mais uma edição dos Jogos Desportivos Concelhios

A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo organizou durante o mês de Abril mais uma edição dos Jogos Desportivos Concelhios. Este ano participaram nesta competição cerca de 200 atletas e 15 Associações nas mais diversas modalidades.
Um dos ex-libris dos Jogos Desportivos Concelhios é o futsal, sendo que a final teve lugar no dia 24 de Abril entre a Associação Recreativa e Cultural da Açoreira e a Associação de Caça e Pesca do Vale da Vilariça, saindo vencedora a ARC Açoreira. 

No dominó a equipa vencedora foi o Sporting Clube de Moncorvo, na sueca a Associação Desportiva e Cultural de Mós, na malha a Associação Caça e Pesca da Vilariça e na raiola a ADC Souto da Velha. Na Pesca Desportiva a equipa vencedora foi a ADC Souto da Velha e o prémio individual foi para Luís Cardoso da União Desportiva do Felgar. 

A cerimónia de entrega dos prémios realizou-se dia 24 de Abril, no Pavilhão Municipal de Torre de Moncorvo e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, e do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e vereador do Desporto, Victor Moreira.

Nota de Imprensa - Luciana Raimundo

Demitiu-se a direcção da Associação Comercial Mogadouro

A direcção da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Mogadouro demitiu-se. Um ano após as eleições, quatro dos cinco elementos da actual direcção abandonaram o projecto.
O vice-presidente, o tesoureiro e os dois vogais apresentaram a demissão na última a assembleia geral de Sócios da ACISM, precipitando eleições já que esse órgão perdeu o quórum. 
O presidente da direcção, João Pires, refere que a decisão não foi sua e acusa os restantes membros da direcção de forçarem o novo escrutínio interrompendo o trabalho definido para três anos. “Houve quatro elementos que conseguiram os seus objectivos, ao provocarem a queda da direcção da associação. 
O trabalho estava a ser feito normalmente, com objectivos e timings conseguidos. O objectivo era provocar novas eleições e conseguiram, por questões pessoais, políticas e outros interesses dos quais não faço a mínima ideia”, denuncia João Pires. 
O representante dos comerciantes está ainda a ponderar se vai submeter-se novamente ao escrutínio dos sócios. vice-presidente da associação, Fernando Pais, não quis explicar as razões que o levaram a apresentar demissão, mas admite a possibilidade de apresentar uma lista às eleições. “Tivemos, há sensivelmente uma semana, uma assembleia geral onde o tema foi debatido internamento. Os motivos, na minha óptica, não deveriam vir a público”, acrescentou Fernando Pais. 
As eleições antecipadas para a Associação Comercial, Industrial e Serviços de Mogadouro estão agendadas para o próximo dia 16 de Maio. 

Escrito por Brigantia

Bloco entrega projetos de resolução para pedir abolição das portagens na A4

O Bloco de Esquerda defende a suspensão total das portagens na A4, incluindo as do Túnel do Marão.
Nesse sentido, o partido entregou ao Governo três projetos de resolução, onde recomenda a “abolição imediata” das tarifas dos troços da A4 e também na A24, como uma medida de coesão social, como explica do deputado Heitor de Sousa.

“Em conformidade com o que o partido tem vindo a defender, achamos não apenas que não deve haver portagens na autoestrada transmontana, como nas outras que também foram construídas no regime de SCUT, como também devem ser suspensas todas as portagens das vias que se enquadrem nessa categoria, até que os índices que eram usados para medir o grau de desequilíbrio social e económico dessas regiões estejam ao nível da média nacional.”

Heitor de Sousa considera que uma autoestrada é sempre um benefício, mas que neste caso traz “sobrecustos” para as populações e para as empresas, apenas pela localização geográfica.

“O problema aqui é perceber se os benefícios das vias não seriam muito maiores se esse acesso não tivesse que ter um sobrecusto, como é o das portagens. E não vão ser poucas. 137 quilómetros de via, incluído o Túnel, que será o mais importante do país, é um sobrecusto, quer para veículos de passageiros, quer para veículos de mercadorias, o que aumenta o preço geral de deslocação de pessoas e de bens para a região transmontana. As famílias e as empresas vão ter que suportar esse custo apenas por estarem na região transmontana.”

Os projetos de resolução do Bloco de Esquerda que recomendam que se eliminem as portagens da A4 e da A24. Heitor de Sousa considera que a perspectiva da coesão territorial tem que se impor em relação ao princípio do utilizador-pagador nas regiões abrangidas por estas vias.

De relembrar que para o Túnel do Marão, que ainda não tem data de abertura, estão previstas portagens entre os 1,95€ e os 4,90€.

Escrito por ONDA LIVRE

"Uma Bondade Perfeita" de Ernesto Rodrigues


Espetáculo de Dança - CITICA

Em 1982, o Comité Internacional da Dança da UNESCO instituiu o dia 29 de Março, como Dia Mundial da Dança.
Para assinalar esta data, a Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães vai promover um espectáculo de dança, pelas 21h30, no auditório do CITICA. Neste espectáculo irão participar bailarinos profissionais da Academia Pedro Sousa. 
No palco estarão representadas diversas modalidades, das quais destacamos o Hip Hop, as Danças de Salão, a Dança do Ventre, o Teatro Musical e a Dança Contemporânea.

6º Convívio Rio Sabor - FELGAR

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Laço azul humano contra os maus tratos em Alfândega da Fé

Um laço azul humano promete invadir o Parque Verde de Alfândega da Fé no próximo Sábado. Em causa a prevenção dos maus tratos na infância e juventude.
O desafio é lançado à população pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Alfândega da Fé, que assim encerra o mês da prevenção dos maus tratos na infância e Juventude. 

“Abril-mês da prevenção dos maus-tratos na infância e juventude” é uma campanha de sensibilização desenvolvida a nível nacional pela CPCJS. A iniciativa pretende consciencializar a comunidade para a importância de desempenhar um papel ativo na prevenção e combate aos maus tratos na infância e juventude.

Alfândega da Fé associou-se a esta campanha e no último dia de abril promove a formação de um laço azul humano que pretende unir a comunidade local no combate e prevenção a esta problemática. As fitas azuis simbolizam a cor das lesões presentes nos corpos das crianças vítimas de abusos.

A Campanha do Laço Azul (Blue Ribbon) iniciou-se em 1989, na Virgínia, E.U.A. quando uma avó, Bonnie W.Finney, prendeu uma fita azul à antena do seu carro em sinal de alerta e protesto contra os maus tratos de que foram vítimas os seus netos.

A ação ganhou notoriedade e expandiu-se à escala global e o laço azul é, atualmente, símbolo desta luta. “Porque a infância não se repete” é o mote da ação de encerramento do mês da prevenção dos maus tratos na infância e juventude em Alfândega da Fé, que a partir das 14h30 promete unir em torno desta causa a população local.

Passeio Pedestre pela Serra do Reboredo e Ecopista do Sabor

No dia 1 de Maio, domingo, tem lugar na Serra do Reboredo e Ecopista do Sabor um percurso pedestre promovido pela Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo com o apoio da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo.
O percurso com uma extensão de 12 km, tem concentração marcada para as 09h00 no Jardim Trindade Coelho, segue pela Serra do Reboredo passando pela Capela de Nossa Senhora da Conceição e Casa do Guarda até à fonte das Lamelas. Aqui o percurso passa a desenrolar-se na Ecopista do Sabor, sendo que na antiga Estação do Larinho decorre uma aula de Zumba. A caminhada continua depois até Torre de Moncorvo. 

No final realiza-se um almoço convívio entre todos os participantes. 

As inscrições são gratuitas e estão abertas até dia 29 de Abril às 13h00, no Gabinete de Desporto da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e na Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo.

Nota de Imprensa - Luciana Raimundo

TORRALTA BURNED

Torralta, um edifício esquecido e abandonado há muito tempo na cidade de Bragança . 
A sua morte cultural já há muito que era visível e pouco importava para alguns, até mesmo para os responsáveis pelo pelouro cultural. 
O TORRALTA BURNED mostra como a "morte" deste edifício continua a ser indiferente, aquele que, chegou a ser um ex-libris da cidade de Bragança está agora queimado e abandonado.
A voz é do ator Pedro Lamares.
O poema é de Alberto Caeiro, "Quando vier a primavera", tirado do programa da RTP "um poema por semana". 
Mais uma vez agarrei na GH4 e com mais um amigo, aventurei-me a entrar na Torralta para mostrar como o fogo reduziu tudo, ou quase tudo, a cinzas . A falta de luz no interior é a maior dificuldade, apresenta alguns riscos, o cheiro a queimado é intenso, os resíduos são muitos, pois o edifício encontra-se em péssimas condições e algumas partes irão ruir brevemente! 
Ficam as recordações que cada um guarda mas "se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo".



Notícias da aldeia

Hoje levantei-me cedo para sentir o orvalho e a relva molhada. As folhas das couves tinham pérolas, gotas de água que brilhavam aos primeiros raios de sol que se levantava preguiçoso lá para os lados do Cabeço. Os pássaros já tinham acordado há muito tempo e regalavam-se depenicando as alfaces novas.
- Vá lá pássaros madrugadores já chega… o pequeno-almoço está a ser demorado! É de boa vizinhança deixarem também algumas alfaces para mim!
Eles compreenderam e em bando voaram para cima da oliveira, embora alguns, mal dispostos que pensam que só tem direitos e não tem deveres, tenham refilado por lhe ter interrompido o repasto tão fresco.
Estávamos nesta pequena contenda quando vejo o caracol, meio envergonhado, pois também ele, já fora da casa, estava a refastelar-se comendo os rebentos mais frescos das couves novas.
- Não fiques envergonhado, caracol, há tanto tempo que não te via fora da tua casa que é bom ver-te todo esticado … ao sol… fora de casa exibindo as tuas longas antenas que talvez sirvam para comunicar com os outros caracóis espalhados pelo mundo!
Mas o caracol ficou envergonhado e discretamente recolheu-se em casa… fazendo-se de morto! E eu pensei, os pássaros são tantos e comem muito e ainda reclamam em cima da oliveira. O caracol… sozinho… ficou envergonhado e recolheu-se na sua casa sem dizer nada.
Pois é assim… os ricos comem tudo e querem comer cada vez mais, enquanto os pobres envergonhados da sua miséria se escondem em casa… e não dizem nada!
...e assim vai o mundo!


Fernando Calado

AVISO: Corte de água durante 2 horas em Macedo de Cavaleiros

Avisa-se a população de Macedo de Cavaleiros que, cerca das 15 horas do dia de hoje, haverá um corte geral na rede de água com a duração de aproximadamente 2 horas.

Lago do Parque Urbano da Coxa - Parte 2

Em sequência da publicação de ontem, relativa ao lago existente no Parque Urbano da Coxa, os Serviços Técnicos da Divisão de Ambiente da Câmara Municipal tiveram a amabilidade de, numa conversa informal, me elucidar e fazer pensar sobre alguns aspetos:
À semelhança de todos os equipamentos públicos, enquanto cidadãos e utilizadores, compete-nos ter uma atitude responsável que passa também por seguir os avisos e/ou conselhos, neste caso, do município.
Como se pode verificar pelas fotos, a manutenção e limpeza do espaço é feita periodicamente. É fácil entender que esta manutenção, pelos recursos humanos e também financeiros que envolve, não pode ser efetuada dia sim, dia não.

Com a subida das temperaturas, com a pouca quantidade de água que o lago tem e com a carga orgânica existente, os micro-organismos e as algas surgem naturalmente.

Aspeto da Rede
No entanto esse efeito é potenciado com algumas atitudes nossas que, apesar de parecerem de somenos importância, aumentam exponencialmente o aspeto sujo e descuidado do lago. Destaca-se, a título de exemplo, a introdução de peixes e a comida para eles que acrescentam carga orgânica à já existente.
O município colocou, no local, avisos nesse sentido e que, à semelhança de outros, são pura e simplesmente ignorados.
Relativamente à segurança, a rede colocada em todo o perímetro do lago pode, efetivamente, servir como elemento dissuasor a que as crianças se aproximem.

HM

Falta de subsídios a raças autóctones trava crescimento de pequenos ruminantes

A falta de candidaturas às medidas agro-ambientais, no âmbito do PDR 2020, está a ser um travão no desenvolvimento do sector pecuário, nomeadamente no que diz respeito a investimento na área de ovinos e caprinos.
A situação é denunciada pelo secretário técnico da Associação de Criadores de Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana (ACOB) e também membro da ANCRAS, a Associação Nacional de Caprinicultores da Raça Serrana, Amândio Carloto. 
O responsável refere que vários produtores da região investiram em raças autóctones e não têm agora acesso aos subsídios como era habitual. “É pena que este ano não tenha havido novas candidaturas as medidas agro-ambientais, porque os apoios as estas raças autóctone são dados através desses subsídios. 
Este ano ao não haver novas candidaturas nem ter sido permitido aumentos nas candidaturas já existentes isto funciona como um travão grande e há vários criadores inclusive que sentem dificuldades porque investiram, adquiriram animais por exemplo no caso da ovelha Churra Galega Bragançana Preta”, frisa. 
No caso dos produtores de cabra preta de Montesinho, uma raça autóctone que foi reconhecida em Junho de 2015, este ano seria a primeira oportunidade de obter subsídios para estes rebanhos. 
Como isso não foi possível, Amândio Carloto refere que há prejuízos para os produtores. “A raça ainda não estava reconhecida, ela só foi reconhecida em Junho de 2015 e em Fevereiro não podiam ter feito os subsídios, era a primeira vez que iam poder fazer essas candidaturas. Portanto a frustração é grande, o prejuízo é enorme e quebra-nos um bocado esta dinâmica de crescimento que estávamos a sentir. 
Há uma revolta muito grande pelas expectativas que foram defraudadas e pelos investimentos pesados para as magras carteiras de quem gasta o dinheiro para contar receber desses subsídios”, explica. 
Queixas apresentadas ontem, em Bragança, no XXI Concurso Nacional de Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana Branca, I Concurso Nacional de Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana Preta e I Concurso Nacional de de Cabra Preta de Montesinho, estas duas últimas raças entraram na competição pela primeira vez. 
Os concursos têm como objectivo valorizar as raças autóctones e contribuir para o seu melhoramento. Ontem, em Bragança, participaram nos três concursos cerca de 42 criadores, com um total de mais de 300 animais. 

Escrito por Brigantia

Festival Nacional de Robótica. Em Bragança, de 4 a 8 de maio

Feira das Cantarinhas já anima centro da cidade

Já abriu a feira de artesanato que antecede a feira das cantarinhas de Bragança. A maioria dos 78 stands vão estar instalados até ao dia 1 de Maio no jardim Dr. António José de Almeida, mas este ano parte dos artesãos estão também instalados na zona da Pólis.
No primeiro dia de feira, as expectativas dos expositores, quer daqueles que vieram de outras regiões quer dos locais, são boas. E não faltam as cantarinhas. “Na feira do artesanato vendo sempre, mas mais é em Bragança, porque é tradição e vêm de propósito”, refere Maria de Lourdes, artesã de Bragança que produz cantarinhas. 
O presidente da Associação Comercial Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), Vítor Carvalho, que organiza a feira em conjunto com a autarquia, espera que a feira de artesanato possa motivar mais pessoas a enveredar pelo artesanato. “Para quem está desempregado pode encontrar aqui uma oportunidade de negócio muito interessante, até porque tem-se perdido cada vez mais estas qualidades”, entende o responsável. 
Uma das novidades do certame este ano é a zona das tasquinhas, na rua da República. “A feira tem uma componente nova que permite às pessoas irem às tasquinhas comer ou beber qualquer coisa”, adianta o presidente da autarquia, Hernâni Dias, que espera que a iniciativa possa dar uma nova dinâmica à feira.
Até ao dia 1 de Maio a zona do centro da cidade vai ainda receber animação musical. Pelo coreto do jardim Dr. António José de Almeida passam hoje a MinneMann Blues Band, amanhã Vanessa Martins, com uma Noite de Fado, e o grupo Intenso Sabor, no sábado, sempre às 22 horas. 
Haverá ainda degustações de produtos regionais em ateliers diários de Saberes da Terra e espaço criança com actividades lúdicas. 

Escrito por Brigantia

Sea Lion passa em Bragança no dia 5 de Maio‏

A Sueca Linn Osterberg aka , Sea Lion , tem marcada uma mini tour Ibérica que tem na cidade de Bragança o único concerto em Portugal com o selo Dedos Bionicos.
“Linn Osterberg vem incubando frágeis músicas que solta a voar, anilhadas com o alias de Sea Lion, desde um quarto da sua Gotemburgo natal. Apesar da sua juventude, derrama uma madura contenção e uma poderosa sinceridade na qual se adivinha expiação. 

A Sueca veste uma honesta armadura de baixa fidelidade cada vez mais controlada, guitarras distorcidas com subtileza, e uma voz adornada com efeitos sublimes, franca e pessoal. Na sua janela, um horizonte prometedor com Mazzy Star, Jessica Pratt e, sobretudo, essa primeira Cat Power, como pontos cardinais. 

Dia 5 de Maio apresenta-se pela primeira vez ao vivo em Portugal para um concerto único em território nacional no Praça 16 em Bragança.”  



Quando: Quinta-feira dia 5 de Maio 2016
Onde: Praça 16, Bragança
Entrada: 6€
Reservas: reservas@dedos-bionicos.pt

Uma noite dedicada à liberdade com fado e poesia em Macedo de Cavaleiros


quarta-feira, 27 de abril de 2016

MAIS VALE PREVENIR QUE REMEDIAR!...tem um parque infantil ao lado...

Parque Urbano da Coxa. Foi construído no âmbito do Plano de Ação “Bragança Ativa”
ESTADO ATUAL, do lago
Foto: Daniel Vilar
Tem um parque infantil ao lado.
Não há qualquer proteção que impeça alguma "criança" de se aproximar do lago....

A Vida do Campo em Miniatura

Francisco do Vale Martins, tem 72 anos de idade, nasceu em Carção, mas foi criado em Vila Nova. Foi soldado, cabo e sargento da guarda fiscal e após a reforma foi, durante 7 anos, taxista na cidade de Bragança.
O Tio Martins tem ainda um passatempo de campeão no jogo do fito. Tem dezenas e dezenas de taças expostas em sua casa, que representam os prémios conquistados desde 1975.
Há 20 anos, em 1996, o Tio Martins ambicionava ir a Expo 98 para mostrar a vida do campo. Começou então a construir peças em miniatura que reproduzem os cenários encontrados no campo, tudo pacientemente esculpido em madeira. As madeiras usadas são maioritariamente o freixo – que por ser a mais dura é também a mais difícil de manobrar –, o carrasco, o negrilho e o carvalho. Acabou por não ir à Expo 98 pois era uma exigência pagar o assento e comercializar as peças. O Tio Martins diz-nos, com orgulho genuíno, que não há dinheiro que pague aquilo que ele, com empenho, construiu ao longo dos anos.
Os detalhes são de uma precisão incrível e é unicamente com a sua faca e formão que o Tio Martins transforma os blocos de madeira em verdadeiras obras de arte não havendo lugar para colas e outras artificialidades!
O que começou por ser um passatempo é agora uma paixão na vida do Tio Martins, que faz tudo inspirado na salutar vida do campo.
A sua colecção conta com inúmeras peças. Tem um carro de bois com todos os utensílios, desde as caniças aos estadulhos, trilhos, etc. que demorou 400 horas a ser completado.
A chega de touros que tantos seguidores têm na nossa região também está retratadanos seus trabalhos
Tem animais – galinhas, porcos e os repectitivos leitões, bois, burritos... Tem moínhos, tem pombais, lagares numa inigualável colecção que guarda com orgulho nos seus aposentos.
A peça que classificamos como a cereja no topo do bolo é aquela que mais tempo demorou a fazer:
A capela de São Jorge, em Vila Nova (Bragança) que contou com 680 horas de dedicação ao longo de 5 anos. Só visto! O pormenor, o muito que deu de si transbordam em cada relevo, em cada curva daquela tão impressionante obra de arte!
Qualquer trabalho que o Tio Martins faz demora no mínimo 20-30 horas. O primeiro trabalho que ele fez foi um burrico e uma pessoa que representou o sogro e o seu animal. Conta-nos que o fez para o homenagear o sogro que “andava muitas vezes d’a cavalo”.
O Tio Martins não comercializa a sua colecção pois reconhece-lhe um valor que não pode ser pago com dinheiro mas com admiração! Recentemente esse valor foi-lhe reconhecido pois foi convidado para expor o seu espólio no museu da mascara no castelo em Bragança. O trabalho do Tio Martins é realmente muito bem feito e exige muitas horas e muita concentração, empenho e dedicação. Talvez a autarquia possa encontrar uma forma de perpetuar a obra e arte do Tio Martins – que representa nada mais nada menos que o modo de vida dos nossos antepassados – num local onde a nossa história possa ser contada vezes sem conta às gerações vindouras ao longo dos anos.

in:jornalnordeste.com

Vila Flor marcou o 25 de abril com um concerto de Manuel Freire no Auditório do Centro Cultural


Do Tempo e da Política a Nordeste

Em tempos antiquíssimos o ter acesso à sabedoria era um privilégio e um segredo guardado, na maior parte dos casos, na penumbra conventual, nas bibliotecas e universidades sacramentalmente protegidas e reservadas.
A filosofia e o conhecimento científico partilhavam fronteiras ténues com práticas exotéricas, com artes iniciáticas e com o dom da análise do presente e da previsibilidade do futuro.
Na atualidade, com a democratização da escola, o saber e o conhecimento tornaram-se acessíveis ao comum dos mortais desde que tenha vontade e se dedique ao estudo e à investigação. Contudo, depois da revolução de abril criou-se uma grande apetência pela atividade política, como forma de mobilidade social, em detrimento do conhecimento e da cultura.
E assim, a classe política, no imaginário de muitos, perdeu o encanto e o recato de alguém que está atento ao bem-estar da sua “polis”, da sua cidade, para se tornar numa classe à parte, visionária e detentora de novas sabedorias e artes que não são partilhadas.
Esta nova classe política também se deve ao facto de se confundir política como ciência, análise e ação, com a discussão de bairro onde o político se assume como privilegiado conhecedor de um jogo que se desenvolve no enredado xadrez da vida da cidade, dos partidos, das instituições, ou das autarquias.
Contudo, a política é outra coisa, é universal e de acesso necessário e obrigatório a todos os cidadãos que vivem em comunidade que partilham interesses, têm direitos e deveres.
O político é um estereótipo construído pelo imaginário. O homem político é alguém que vive, que trabalha, que sofre e tem alegrias e tristezas que se interessa pelo mundo que o rodeia e entende que a sua casa faz parte do todo da política universal.
E muitas vezes a política deixa de ser somente razão para ser emoção nas recordações de tantos cidadãos que olham para a sua aldeia, ou para a sua cidade e não a reconhecem porque se perdeu nos enredos do progresso que não soube preservar as memórias, a alma, a vida e o sentir de tantas gerações.
E a política também é feita por aquele idoso que se lembra da fonte que existia à sua porta e que tinha água fresca no verão e quente no inverno e foi demolida na urgência da construção dum prédio de sete andares.
E a política também é feita pelo escritor que regista em livros uma cidade que vive os ciclos do tempo, das tradições e das memórias
E a política também é feita por toda a gente que sem saber porquê se deleita na contemplação dos granitos trabalhados com paciência e perduram nas fachadas das velhas habitações e sente uma nostalgia de morte na pressa de se construir sem graça e sem beleza na padronização do betão.
E a política também é feita da tristeza de ver alterar edifícios seculares, com magníficos azulejos, para se construir um novíssimo museu com paredes alvíssimas de “pladur”.
Vivemos num tempo em que o tempo conta e por isso a “polis” é o reflexo duma civilização construída para hoje, sem grandes preocupações de futuro.
Mas como diz Antoine de Saint-Exupéry: “eu cá se tivesse cinquenta e três minutos para gastar, punha-me era a andar muito de mansinho à procura de uma fonte.”


Fernando Calado
in:jornalnordeste.com

36 anos do Clube de Caça e Pesca de Macedo de Cavaleiros


A Sala de Atos do Teatro Municipal de Bragança foi o local escolhido para a reunião ordinária da Assembleia Intermunicipal da CIM-TTM


O Município de Alfândega da Fé comemorou 42 anos de abril com um dia repleto de ativdades que contou com uma exposição alusiva a este dia


Vila Flor recebeu a Milha Marcelo de Azevedo nesta que é já a sua 6ª edição e que contou com figuras importantes do atletismo


Miranda do Douro e a Confraria dos Vinhos Transmontanos realizaram na Casa da Música e no Largo do Castelo, o “Capítulo de Primavera – Festa do Vinho”


Segurança é prioridade na época de combate a incêndios

Tolerância zero ao risco na próxima campanha de incêndios florestais, que começa a 15 de Maio.
O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, não quer que os bombeiros corram riscos, definindo como meta zero mortos e feridos.
Os bombeiros frequentaram acções de formação em que “a base e um dos desígnios principais” foi a segurança dos operacionais. Para os sensibilizar foram realizadas ações de formação em todo o país. 
O membro do Governo salientou que, nesse sentido, “a 7500 operacionais foi dito, na formação, que em primeiro lugar estava a segurança deles e disso não abdicamos e tudo será feito para que venha a acontecer”. 
Declarações de Jorge Gomes na apresentação do dispositivo de combate a incêndios para o distrito de Bragança, que este ano ocorreu em Vila Flor. Engloba 111 equipas, com 477 recursos humanos e três helicópteros estacionados na Serra da Nogueira, em Bragança, na Serra de Bornes, Alfândega da Fé, e na Meda, já distrito da Guarda. 
Apesar deste contingente, o comandante distrital da Proteção Civil, Noel Afonso, alerta para a necessidade de todos colaborarem no combate à destruição da floresta. Noel Afonso salienta ainda que o distrito apresenta várias dificuldades aos bombeiros no combate a incêndios florestais: “Desde logo, a grande quantidade de combustíveis, o abandono das terras é evidente, a própria orografia do terreno também nos traz algumas complicações e a dispersão, estamos a falar de um distrito de grandes dimensões, é o quinto maior do país e todos esses fatores conjugados trazem algumas complicações, mas o dispositivo está planeado a contar com estes constrangimentos e dificuldades”, garante Noel Afonso.
Refira-se que Bragança é um distrito grande e problemático, com uma média anual de quase 700 ignições nos últimos dez anos e cerca de 7.700 hectares, em média, de área ardida. 

Escrito por Rádio Ansiães (CIR)

Castelo e cidade de Bragança – Suave decadência

Incrédulo! Sim é assim que me apetece começar esta crónica… Tendo sido alertado por alguns habitantes da nossa vila, situada no interior do Castelo, local de nascimento da nossa bela cidade há séculos, verifico que o mesmo foi totalmente esquecido pelos autarcas da cidade, estando a ser vítima de negligência, em todos os aspectos…
Decidi ir verificar com os meus olhos e o que vi deixou-me no mínimo enojado com o rumo que está a tomar, com as decisões que são colocadas em prática… Vamos lá então por partes… Para começar, fui alertado que o portão da Porta da traição tinha sido reparado, depois de em 2014 por alturas da Feira Medieval o mesmo ter sido “arrombado”, pois tinha que ser aberto e devido às intempéries, a madeira já com alguns anos e bastante peso, obrigou a que o portão descaísse, tendo que ser mesmo arrombado. Certo que o mesmo foi reparado da melhor forma, sem que no entanto fosse deixado o ferrolho do lado exterior, o qual até posso compreender! Não posso compreender o ter demorado quase 2 anos a ser reposta a fechadura no local a que pertence…
Aplauda-se no entanto a reposição, bem como o reforço do fundo do portão com ferro para que a madeira possa aguentar por muitos e largos anos… Espera-se no entanto que o mesmo seja pintado e os buracos visíveis sejam, de alguma forma disfarçados… Depois fui alertado para a reparação das muralhas que decorria na muralha sul, entre a torre do Relógio e o Poço do Rei… Pensei, bem, ainda bem que se estão a tomar medidas! Tenho que ir verificar isto, pensei… Antes não tivesse ido! Aparentemente as reparações passam por colocar uma massa de cimento mal feito, que descasca com os dedos e tão claro que parece que a muralha foi coberta com chantili! E como vivemos numa zona desértica, aparentemente não há pedras, para dar acabamento ao topo das muralhas bem como ao passadiço que ladeia as mesmas… Ou bem que o pedreiro é aprendiz e está a tirar algum curso no Instituto de Emprego e Formação Profissional e ainda está a iniciar a aprendizagem de como fazer massa, ou bem que só podem estar a gozar com a cara dos habitantes da Vila e da Cidade! Trabalho simplesmente horrível, descabido, e de gozo com péssimo sentido de humor… 
Como se não bastasse, fui também alertado para outra situação grave, de perigo para a saúde pública! Os WC’s públicos. Fui alertado para o WC feminino que se encontra encerrado desde o dia 27 de Agosto de 2015, devido a que tinha sido quebrada uma tampa de uma caixa de águas residuais na entrada do WC. Aparentemente era mais barato comprar um simples aloquete, que comprar uma tampa! Compreende-se… comparando o valor de cerca de 2€ pelo aloquete e cerca de 40 pela tampa! É que é uma diferença astronómica! E que deixaria os cofres da cidade em saldo negativo! Claro que quem quiser aliviar-se é sempre melhor recorrer ao “poulo” tal como se fazia na idade média… mas adiante! Como o WC masculino se encontrava aberto decidi também visitar, esperando encontrar, senão tudo mais ou menos limpo, pelo menos sujo com a sujidade do dia a transcorrer, pois eram já cerca das 15 horas quando entrei… mas para meu espanto, a sujidade, tem meses!!!!!!!! Chão imundo, baldes com águas negras e cheios de lixo na casa das bombas, que apresenta uma limpeza idêntica à de um chiqueiro… As louçãs sanitárias, negras, pois não veem um pano, nem líquidos de limpeza e desinfeção há meses e o melhor estava reservado para o fim… uma sanita completamente entupida, com dejetos que estarão por lá à vista, quem sabe há quanto tempo! Enfim, qualquer semelhança com um local moderno de uma urbe é mera coincidência… Já para não falar na iluminação, que continua a teimar em manter-se fundida, numa cidade que se diz verde e com iluminação LED (onde passa a procissão!!!) A Calçada, apresenta buracos por todos os lados, bem como os passadiços das muralhas! Era preciso construir umas escadas que dessem acesso à muralha junto à torre de menagem, para que quem sobe à muralha junto à torre do Relógio, não tenha que fazer o mesmo caminho em sentido inverso, para sair dali! A cisterna da Dómus está um nojo! Lixo a boiar por todos os lados e segundo informações foi colocada no interior da Dómus uma banca de venda de souvenires pertença do Museu Abade Baçal!! Em 2007 foi celebrado um acordo para recuperação de fachadas das casas da vila, pois até existe uma placa no interior do castelo logo à entrada da Porta Poente, entrada principal do Castelo a dar indicação disso mesmo… Mas há casas que foram esventradas e nem fachadas ficaram e assim se mantém anos a fio, ficando os seus vizinhos a sofrer com infiltrações nas suas casas… Caixas de elctricidade, sem tampas, à espera que o pior aconteça! Basta que uma distração permita que uma criança se chegue e meta lá os dedos… Deixou de se colocar iluminação de Natal ou criar qualquer evento que não seja a feira Medieval ou utilizar a Dómus para promoção de Confrarias ou simplesmente actos mais solenes… 
As pessoas da Vila estão cansadas de serem esquecidas! Limpeza e atenção são precisas no Ex-Libris da Cidade, neste castelo que é considerado um dos mais belos do nosso país… Mas passeando pelas muralhas e ouvindo os turistas, sejam eles nacionais ou estrangeiros percebe-se que de facto estão e ficam muito incomodados com a situação a que o mesmo chegou e se encontra! Ex. Mos Sres, responsáveis pela manutenção do castelo, fica mais caro fazer mal do que fazer bem à primeira! Sei que não gostam que eu fale, mas de facto contra factos não pode haver argumentos e desculpem a redundância… e mais haveria ainda a referir, mas para já se tratarem destas situações pontuais, muito bom ficará o castelo, pois fizeram-me chegar uma carta, que tenho em meu poder e que me transmite isto mesmo, mostrando a indignação de alguns habitantes deste belo local, situado no interior das muralhas do nosso belo Castelo! Haja mais respeito pelas paredes erguidas pelos nossos antepassados.


Crónica do Corneteiro do BC3 Por Fernando Aragão

Fui ao gourmet e tramei-me

Sou um tipo moderno. E chique. Muito chique. Por isso não podia deixar de entrar num restaurante gourmet da moda. Vesti um Armani que comprei num saldo dos chineses, calcei umas sapatilhas com uma virgula estampada que regateei ao ciganito da feira e esvaziei, pelo pescoço abaixo, meio frasco de Chanel dos marroquinos.
E foi assim, cheio de cagança, como mandam as regras do pelintra luso, que fui jantar ao tal restaurante, gerido por um “chef” reputado com categoria internacional e olímpica.
Tramei-me! Antes tivesse ido ao tasco da esquina aviar uma bifana! Confesso que já levei muita tanga, mas como esta, nunca! Passei fome, fui gozado e fui roubado!
Sempre achei que cozinhar era um acto de descontracção, de partilha, de alegria, de afecto. E eu devia desconfiar, porque aqueles concursos gastronómicos das TVs transformaram uma actividade social sadia, numa agressão stressante, provocadora de lágrimas e depressões. Já para não falar das parvoíces dos mestres cozinheiros da moda, cujos pratos estapafúrdios e minimalistas se apelidam agora de “criatividade culinária”.
Colocaram-me um prato à frente que foi mais difícil de decifrar que as palavras cruzadas do JN ao domingo. Um prato que exibia 5 cm2 de um pobre robalo que pereceu inutilmente só para lhe extraírem um pedacito do cachaço, meia batata engalanada com um pé de salsa, e 2 ervilhas a nadarem numa colher de chá de um azeitado molho de escabeche, bem disfarçado com um nome afrancesado que nem vem nos dicionários. Para remate, três riscos de uma substância pastosa, estilo Miró, para preencher os restantes 90% do prato vazio.
E o bruto do português, habituado à sua travessa de cozido e ao panelão de feijoada, olha para aquilo com uma cara de parvo capaz de partir todos os espelhos lá de casa.
Esboça-se um sorriso amarelo, engole-se em seco, diz-se que está tudo óptimo ao empregado de mesa que mais parece uma melga à nossa volta, e enfiam-se dois Xanaxs quando nos metem a conta à frente. E, a muito custo, cala-se o berro de duas peixeiradas à nortenha que nos vai na alma.
Nunca mais lá volto. E sabem que mais?
Porque se quero comer aperitivos, como bolinhos de bacalhau e tremoços, que são muito mais saudáveis e baratos.
Porque para ver pintura abstracta, vou a uma exposição.
Porque detesto jantar uma comida onde toda a gente meteu as mãos.
Porque para ser roubado bastava ir à Autoridade Tributária, vulgo Finanças.
E, acima de tudo, porque desconfio de um cozinheiro que vive e trabalha com a ambição obsessiva de ser medalhado por uma companhia de pneus....

Exposição de Jorge Perianes inaugurada no Centro de Arte Contemporânea de Bragança

O Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança, é o primeiro espaço cultural português a acolher a mais recente exposição do artista galego Jorge Perianes. “Para que as coisas não se movam, atam-se com decorações” é o nome daquela que é considerada uma das produções mais imaginativas e surpreendentes do actual panorama artístico espanhol e que foi inaugurada em Bragança, no passado sábado.
Apesar de ter já trazido trabalhos para Portugal, em festivais de arte, esta é a primeira vez que os seus trabalhos são instalados num espaço museológico português. 
O espaço cultural brigantino é uma referência para o artista de 42 anos. “Ao convidar-me a expor aqui e a conhecer o espaço, fiquei encantado. 
Nesta exposição, há uma colocação estratégica de peças e algumas criadas para o próprio espaço. Jogando com a arquitectura. Para mim foi um jogo, um jogo sério, mas muito interessante”, referiu o artista. 
O comissário da exposição, Jorge da Costa, não tem dúvidas de que esta é uma exposição única, que vale a pena conhecer. “Para além de ser uma grande exposição, foi também uma grande produção. Provavelmente das maiores que fizemos aqui no Centro de Arte Contemporânea, porque para além das peças, obviamente de coleccionadores e peças muito morosas e minuciosas que o Jorge Perianes tem feito, a exposição dele vive acima de tudo uma relação com arquitectura e portanto ele transformou completamente o espaço arquitectónico de Souto Moura”, salienta Jorge da Costa. 
Para instalar a exposição de Jorge Perianes, foram necessárias duas semanas e a intervenção de uma equipa composta por carpinteiros, electricistas, jardineiros, além do próprio artista e da equipa do Centro de Arte Contemporânea. 
A exposição está patente no Centro de Arte Contemporânea até 17 de Julho. Depois segue para a ArcoLisboa, uma extensão da feira de arte contemporânea de Madrid. 

Escrito por Brigantia

Autarquia de Carrazeda de Ansiães reduz dívida

A Câmara de Carrazeda de Ansiães tem atualmente uma dívida de um milhão e quase setecentos mil euros.
Há sete anos era de 12 milhões.
Uma redução importante para o concelho, de acordo com o autarca, José Luís Correia. “Foi uma redução importante, mas foi estratégica porque nós para poder fazer novas obras temos de pagar as antigas. 
Avaliámos as condições dos contratos de financiamento e chegámos à conclusão de que logo que pudéssemos pagá-los seria melhor para o município”, salienta. 
José Luís Correia acentua que a Câmara de Carrazeda de Ansiães está, neste momento, de boa saúde financeira. 
Actualmente, Carrazeda de Ansiães é um dos concelhos menos endividados da região. 

Escrito por Rádio Ansiães (CIR)

Filandorra comemora os trinta anos de existência com mais teatro

No âmbito das Comemorações dos Trinta Anos de actividade a Filandorra - Teatro do Nordeste apresentou hoje em Conferência de Imprensa, realizada do Teatro de Vila Real, o Ciclo de Teatro Vicentino a ter lugar neste equipamento cultural entre os dias 27 e 28 de Abril, com a representação para Escolas e Público em Geral dos espectáculos Auto da Barca do Inferno e A Farsa de Inês Pereira.
Trata-se de uma iniciativa voltada sobretudo para o público escolar, dado que ambos os textos integram o programa curricular da disciplina de Português do 9º e 10º ano, respectivamente, e que visa sobretudo contextualizar em palco as componentes do texto dramático: texto, dramaturgia, encenação, interpretação, cenário, guarda-roupa, luminotecnia e sonoplastia, facilitando assim a sua compreensão.

Auto da Barca do Inferno foi estreado em 2002 e desde então já foi visto por mais de 40.000 espectadores, sobretudo alunos do 9º ano dada a componente pedagógica do espectáculo que respeita fielmente o texto original, mas actualiza a galeria de personagens vicentinas no espaço e no tempo modernos que viajam ao som de ícones musicais da actualidade e desfilam sob guarda-roupa vistosamente contemporâneo. 

Por sua vez A Farsa de Inês Pereira é a mais recente produção da Companhia, estreada em Novembro de 2015 no Teatro de Municipal de Vinhais no âmbito de uma Residência Artística naquele Teatro, e surgiu da opção artística da Companhia em acompanhar as novas metas curriculares da disciplina de Português (10º ano).

Trata-se de uma divertida comédia de carácteres e costumes que conta a história de Inês Pereira, jovem caprichosa e ambiciosa, que anda encantada por Brás da Mata, galante combatente, mas é pressionada a casar com Pêro Marques, um lavrador simples e sem cultura… Depois de Vila Real, este espectáculo segue para o Cine-Teatro de Vila Pouca de Aguiar no dia 29 de Abril e nos dias 03 e 04 de Maio estará em Amarante, com sessões agendadas no Auditório da Escola Secundária e destinadas a todos os alunos daquele Concelho que frequentam o 10º ano.

Para além da apresentação deste Ciclo de Teatro Vicentino, que traz pela primeira vez a Vila Real A Farsa de Inês Pereira, a Conferência de Imprensa serviu também para Companhia apresentar o balanço de actividades 2015. Assim, e mesmo sem o apoio do Ministério da Cultura/Dgartes nos Concursos de Apoio às Artes nos últimos quatro anos, a Filandorra com o apoio dos Municípios da Rede Protocolada continuou a marcar a agenda cultural da região com 262 actividades de animação e formação realizadas no ano anterior para um universo de 45.436 espectadores. Já no primeiro trimestre de 2016, a dinâmica da Companhia manifesta-se nas 95 actividades de animação e formação já realizadas por toda a região, tendo já atingido um universo de 15.847 espectadores. 

No final da Conferência foi apresentado aos jornalistas o pré-programa das Comemorações dos Trinta Anos de actividade da Companhia, que para além de duas estreias nacionais, nomeadamente O Lubisomem de Camilo Castelo Branco em Ribeira de Pena e Uma Cesta de Contos tão alegres como tontos em homenagem ao escritor Alexandre Parafita, contempla a reposição de cinco produções que marcaram a história da Companhia: Amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu Jardim de Federico Garcia Lorca no dia 21 de Julho numa Co-produção com o Conservatório Regional de Música de Vila Real, Tio Vânia com sabor a Douro… de Tcheckov, À Manhã de José Luís Peixoto, O Doido e a Morte de Raul Brandão (1986), e Um pedido de Casamento de Tcheckov (1986), revisitando espaços de criação e Residência Artística como o Centro Cultural Regional de Vila Real, Casa dos Barros em Sabrosa e a Casa da Cultura “Mestre José Rodrigues” em Alfândega da Fé. Entre outras actividades, como projectos específicos de Teatro e Comunidade, Formação, a Companhia destacou a realização de um ENCONTRO com todos aqueles que passaram pela Filandorra … e foram muitos! na cidade de Vila Real, entre encenadores, dramaturgos, actores, técnicos, figurinistas, etc.

in:noticiasdonordeste.pt

Em Torre D. Chama no concelho de Mirandela o 25 de abril comemorou-se com o insubstituível Hastear da Bandeira e com um colóquio alusivo à data