domingo, 19 de março de 2017

Vinte e Sete comemora teatro durante um mês em Bragança e Vila Real

O Festival de Teatro Vinte e Sete apresenta 14 espetáculos, desde o clássico "Rei Lear", à comédia "Stand Down" ou a peça infantil "Nunca", prolongando-se por um mês nos palcos das cidades de Vila Real e Bragança.
O Vinte e Sete arranca a 30 de março e prolonga-se até 27 de abril, numa organização conjunta entre os teatros municipais de Vila Real e Bragança.

A vereadora do pelouro da Cultura da Câmara de Vila Real, Eugénia Almeida, considerou este festival "um ícone" da programação do teatro municipal e que constitui "uma afirmação no interior norte de Portugal".

O programa proposto pela 13.ª edição do Vinte e Sete inclui dois clássicos da dramaturgia universal, nomeadamente "Rei Lear", de Shakespeare, numa encenação de Rogério de Carvalho para o Ensemble - Sociedade de Atores, e "Electra", a tragédia grega na abordagem da Companhia do Chapitô.

Há também duas criações originais em coprodução com o Teatro de Vila Real: "Romance da última cruzada", da companhia Visões Úteis, e a estreia de "Stand Down", um solo do espanhol Ángel Fragua paralelo à sua carreira na Peripécia Teatro.

"Subterrâneo" marca o regresso do encenador Nuno Cardoso ao palco como ator e, para o público mais novo e famílias, o Teatro de Marionetas do Porto fez uma sequela de Peter Pan com o espetáculo "Nunca".

Pelos palcos transmontanos vão passar "A ver navios", de S. A. Marionetas, "Terra sonâmbula", inspirado no texto de Mia Couto, da Este -- Estação Teatral, "Dama pé de mim" com interpretação de Ana Madureira, "Cânticos de barbearia" da companhia de teatro Narrativensaio com texto e direção musical de Carlos Tê.

O Teatro da Garagem apresenta as produções "Canto do papão lusitano" e "A vida como ela é", o Assédio Teatro "Sarna" e a Buzico! Produções Artísticas interpreta "Variações, de António".

O Vinte e Sete quer estimular o público a circular entre as duas cidades e desafia os visitantes a descobrir a região a partir da sua oferta cultural, com um orçamento que ronda os 40 mil euros.

O diretor do teatro de Vila Real, Rui Araújo, destacou o aumento de espetadores em 2016, atingindo os 45 mil, números que equivalem aos melhores anos desta casa de espetáculos antes da crise que atingiu o setor.

Para o segundo trimestre deste ano, a programação do teatro inclui António Zambujo, The Gift, Miguel Araújo, a Companhia Nacional de Bailado e a peça "As criadas", no âmbito da Rede Eunice.

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Agência Lusa

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