segunda-feira, 10 de julho de 2017

Festival Terra Transmontana levou os visitantes numa viagem no tempo

Aliar a ancestralidade à contemporaneidade, de forma a proporcionar uma experiência cultural rica, contacto com a natureza e ofícios tradicionais foi o objectivo do Festival Terra Transmontana, que durante três dias convidou todos os que visitaram Mogadouro a embarcar numa viagem no tempo.
Uma festa que tem vindo a crescer e que este ano, “superou as expectativas” da organização. “Quando em 2014 iniciámos o festival tínhamos apenas duas casas particulares abertas a participar, mas logo percebemos que iríamos aumentar em muito no ano a seguir. Contudo, este ano superou em muito as expectativas com o número de casas particulares, o que é bom porque temos praticamente a zona histórica aberta, onde os visitantes podem provar a nossa gastronomia e tradição”, disse Francisco Guimarães, presidente da câmara de Mogadouro.
Com uma forte componente lúdica e música tradicional, o evento decorreu durante três dias no castelo, com um cartaz cultural diversificado. Paula Gomes, habitante de uma aldeia do concelho, visitou o festival durante dois dias e apesar de gostar sempre do que vê, considera que o festival já teve anos melhores. 
Isabel Marinho trabalha a lã e o linho desde a sua origem, até à transformação em colchas e tapetes, que são levados de Mogadouro para todo mundo. A artesã considera este certame, “uma boa montra para promover o seu trabalho, com a vantagem de ser gratuito para os expositores que querem comparecer.”
Decorreu assim mais uma edição do Festival Terra Transmontana, que este ano teve como mote homenagem à família dos Távoras, que marcou fortemente a história de Mogadouro.

Escrito por Brigantia

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