sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Dominado fogo em Vinhais, Bragança

O incêndio que deflagrou às 00:18 de quinta-feira em Agrochão, Vinhais, distrito de Bragança, foi "dominado pelas 02:00", disse à Lusa o comandante operacional distrital do Comando Distrital de Operações de Socorro de Bragança (CODIS).
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"O incêndio está dominado, felizmente", e não há registo de danos em habitações ou de impacto junto da população, explicou à Lusa Noel Afonso, sublinhando que as chamas lavraram num terreno "ermo, isolado".

Na Madeira, quatro corporações de bombeiros tinham sido mobilizadas para o combate a um incêndio florestal que deflagrou na noite de quinta no sítio do Vale Paraíso, na freguesia da Camacha, concelho de Santa Cruz.

A última informação disponibilizada na página na internet do Serviço Regional de Proteção Civil daquele território indicava que estavam envolvidos nas operações de combate às chamas 18 operacionais dos bombeiros Municipais de Santa Cruz, de Machico, dos Voluntários Madeirenses e do Corpo de Sapadores do Funchal, apoiados por sete meios terrestres.

Em destaque na página da internet da Autoridade Nacional da Proteção Civil permanece o incêndio em Monchique, distrito de Faro, que mobilizava às 03:20 perto de 1400 operacionais e 447 meios terrestres.

O incêndio rural deflagrou a 3 de agosto em Monchique, no distrito de Faro, e atingiu também o concelho vizinho de Silves, depois de ter afetado, com menor impacto, os municípios de Portimão (no mesmo distrito) e de Odemira (distrito de Beja).

No último balanço feito, pelas 20:00 de quinta-feira, a Proteção Civil considerou o fogo "globalmente estabilizado" e atualizou para 39 o número de feridos, um dos quais em estado grave (uma idosa que se mantém internada em Lisboa).

De acordo com o Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais, as chamas já consumiram cerca de 27 mil hectares. Em 2003, um grande incêndio destruiu cerca de 41 mil hectares nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

Na terça-feira, ao quinto dia de incêndio, as operações passaram a ter coordenação nacional, na dependência direta do comandante nacional da Proteção Civil, depois de terem estado sob a gestão do comando distrital.

Agência Lusa

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