quarta-feira, 20 de março de 2019
Rómulo Pinto deixa cargo de segundo comandante operacional distrital de Bragança
O segundo comandante operacional distrital de Bragança, Rómulo Pinto, deixou as suas funções para assumir um lugar na área de enfermagem na Unidade Local de Saúde do Nordeste, na sequência de um concurso público, soube o Mensageiro.
Rómulo Pinto, com formação na área da enfermagem, numa nota de despedida que enviou a vários organismos, a que o nosso jornal teve acesso, diz que sai "com sentimento de dever cumprido e de ter contribuído para melhorar a articulação e interação entre todos os APC e demais entidades".
A saída do segundo comandante foi já confirmada ao Mensageiro pelo primeiro comandante, João Afonso.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Rómulo Pinto, com formação na área da enfermagem, numa nota de despedida que enviou a vários organismos, a que o nosso jornal teve acesso, diz que sai "com sentimento de dever cumprido e de ter contribuído para melhorar a articulação e interação entre todos os APC e demais entidades".
A saída do segundo comandante foi já confirmada ao Mensageiro pelo primeiro comandante, João Afonso.
Glória Lopes
in:mdb.pt
ACONTECIMENTOS POLÍTICOS E ELITES POLÍTICAS NA BRAGANÇA CONTEMPORÂNEA - DA REVOLUÇÃO DE 1820 À CONTRARREVOLUÇÃO DO 2.º CONDE DE AMARANTE (1820-1823)
Em 24 de agosto de 1820, na sequência da insatisfação generalizada que se fazia sentir em Portugal – devido, entre outros fatores, à ausência do Rei D. João VI no Brasil; à saída contínua de dinheiro, sob a forma de rendas e contribuições para aquele Reino; à decadência do nosso comércio; às dificuldades financeiras que se faziam sentir; ao domínio inglês na administração portuguesa e no nosso Exército –, e por outro lado, devido ao triunfo do liberalismo em Espanha, teve lugar no Porto uma Revolução Liberal, à qual acabou por aderir todo o Reino.
Em Trás-os-Montes, apesar da oposição do seu governador militar, Francisco da Silveira Pinto da Fonseca, conde de Amarante, as cidades e vilas da província aceitam a autoridade da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, saída da revolução, determinada em convocar as Cortes para, à semelhança de Espanha, adotar uma Constituição.
Em Bragança, o juiz de fora, José Maria da Veiga Cabral, a 27 de agosto, por ordem do conde de Amarante, proclamou contra o movimento do Porto. Contudo, em 9 de setembro, por iniciativa do bacharel Manuel Bernardo Pinheiro de Lacerda e dos oficiais daquela praça militar, foi proclamada a adesão ao movimento revolucionário do Porto e o juiz de fora já referido, na Câmara Municipal, no dia 13, reuniu o Senado e as autoridades civis, militares e eclesiásticas, todos jurando obediência ao Rei, às Cortes e à Constituição que viesse a ser proclamada, assim como ao Supremo Governo constituído no Porto.
As eleições para as Cortes Gerais realizaram-se em dezembro de 1820, e em janeiro de 1821 tomou posse um novo Governo e uma nova regência para governar o País na ausência de D. João VI, o qual, vindo do Brasil, regressou a Lisboa em julho de 1821, após ter jurado as bases da futura Constituição.
Em 4 de abril de 1821, a Câmara de Bragança envia uma mensagem de felicitações ao Soberano Congresso, logo seguida, três dias mais tarde por idêntica mensagem do cabido de Bragança.
Em 6 de maio de 1821, o vigário capitular do cabido de Bragança, António Xavier da Veiga Cabral, ordena que em todas as freguesias do bispado se cante um solene Te Deum, em ação de graças pela notícia do juramento da Constituição pelo Rei, D. João VI. E no dia seguinte, o cabido envia às Cortes nova mensagem “entusiasta”, reiterando o juramento de adesão e obediência às bases da Constituição Política do Reino.
Em 11 de outubro do mesmo ano, uma portaria do Governo determina ao vigário capitular da Diocese de Bragança-Miranda que tome as providências necessárias para os párocos anunciarem aos povos “o bem que deve esperar-se da Constituição”, e em 20 do mesmo mês, uma pastoral do governador do bispado exorta os párocos a fazerem das suas “práticas e pregações uma espécie de catecismo político”, em apoio “firmíssimo” da Constituição e do amor à Pátria.
Na sequência da carta de lei de 27 de julho de 1822, procedem-se a eleições municipais por escrutínio secreto, as quais tiveram lugar, quanto a Trás-os-Montes, em outubro de 1822, tendo sido eleito Presidente da Câmara de Bragança Francisco de Figueiredo Sarmento, genro do falecido tenente-general Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda, herói das invasões francesas.
Em 3 de novembro de 1822, na Casa da Câmara de Bragança, “numerosa companhia” reúne para festejar o dia em que todas as autoridades portuguesas prestaram o solene juramento à Constituição, tendo o bacharel Gabriel José Nunes Furtado recitado um discurso alusivo a tal cerimónia.
A independência do Brasil em 1822, cuja perda era imputada à política das Cortes e do novo Governo; a resistência de grande parte da nobreza e do clero às mudanças que se anunciavam; o descontentamento ou indiferença da maior parte da população face ao novo regime; a hostilidade dos proprietários do Alto Douro quanto à redução dos privilégios da Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro, a braços com uma produção largamente excedentária quanto ao consumo e exportação; e a própria conjuntura europeia, após o Congresso de Viena em 1815, favorável às monarquias absolutas, constituem alguns dos fatores que geraram o ambiente próprio para liquidar o regime vintista e restabelecer o absolutismo.
Em 16 de fevereiro de 1823, o segundo conde de Amarante, Manuel da Silveira Pinto da Fonseca, revolta-se em Vila Real contra o regime constitucional, levando a aderir à sua causa as unidades militares de Trás-os-Montes.
Bragança, onde estavam instaladas duas unidades militares, o regimento de Infantaria n.º 4 e o regimento de Infantaria n.º 12, apesar da resistência inicial à sublevação – o regimento de Infantaria n.º 24 era comandado por António Correia de Castro Sepúlveda, visconde de Ervedosa e irmão de Bernardo Sepúlveda, um dos heróis da revolução liberal de 1820 e do período vintista; e o regimento de Infantaria n.º 12 tinha como comandante Francisco de Figueiredo Sarmento, que não aderiu à rebelião –, acabou por se pronunciar a favor da contrarrevolução absolutista em 27 de fevereiro de 1823, “pela uma hora da noite amanhecendo para quinta-feira, depois do Domingo dos Passos” – 22 oficiais do regimento de Cavalaria n.º 12, unidade aquartelada em Bragança, irão ser afastados do serviço militar mais tarde, com a Vilafrancada, que instaurou, de novo, o regime absolutista, o que parece revelar a fraca adesão do movimento do conde de Amarante na praça militar daquela Cidade.
Incapaz de alargar o seu movimento ao Minho e à Beira, batido pelas tropas liberais em Amarante após o sucesso inicial obtido no combate de Santa Bárbara, de 13 de março de 1823, o exército do conde de Amarante retira para Espanha, por Bragança. Nesta Cidade, os revoltosos apropriam-se dos cofres públicos e obrigam 38 dos seus moradores, na sua maioria homens de negócios, a pagar uma verba de 31 177$200 réis. Os constitucionais irão apelidar esta operação de “extorsão vil”. Os absolutistas vão publicar, em 30 de agosto de 1823, no Diário do Governo, o mapa geral da receita e despesa da Junta do Governo Interino estabelecido em Trás-os-Montes, presidida pelo conde de Amarante, do qual consta a verba recolhida em Bragança, no âmbito dos dinheiros recolhidos durante a sublevação, a título de empréstimo e donativos (Quadro n.º 80).
Os “boletins do exército constitucional” referem que, em 13 de abril, o Exército Constitucional entrou em Bragança “entre as aclamações do inumerável povo que o recebeu como libertador. A Câmara Constitucional foi em corpo receber o general em chefe, a alguma distância da Cidade. Em todos os semblantes se lia a satisfação, o regozijo e o mais nobre entusiasmo patriótico. A par de vivas à Constituição e a El-Rei Constitucional, soaram imprecações contra os malvados causadores das desgraças desta Província”.
Sá Chaves, que escreveu a obra mais extensa e profunda sobre a contrarrevolução trasmontana de 1823, refere, contudo, que a Cidade do Sabor “os recebeu sem grandes entusiasmos, a descontento da contribuição que os silveiras lhe haviam lançado vinte e quatro horas antes”.
No rescaldo da contrarrevolução transmontana, o general António José Claudino Pimentel desterra para Sagres, em ofício de Bragança datado de 18 de abril de 1823, o vigário capitular da Diocese, António Xavier da Veiga Cabral da Câmara, mandando ao cabido que elegesse outro eclesiástico para tais funções. Na mesma altura, também foi desterrado para Sagres Manuel Bernardo de Araújo, cónego da Sé de Bragança.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
| Coronel Bernardo Correa de Castro Sepúlveda, um notável de Bragança e influente político no tempo da Revolução Liberal do Porto, em 1820 |
Em Trás-os-Montes, apesar da oposição do seu governador militar, Francisco da Silveira Pinto da Fonseca, conde de Amarante, as cidades e vilas da província aceitam a autoridade da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino, saída da revolução, determinada em convocar as Cortes para, à semelhança de Espanha, adotar uma Constituição.
Em Bragança, o juiz de fora, José Maria da Veiga Cabral, a 27 de agosto, por ordem do conde de Amarante, proclamou contra o movimento do Porto. Contudo, em 9 de setembro, por iniciativa do bacharel Manuel Bernardo Pinheiro de Lacerda e dos oficiais daquela praça militar, foi proclamada a adesão ao movimento revolucionário do Porto e o juiz de fora já referido, na Câmara Municipal, no dia 13, reuniu o Senado e as autoridades civis, militares e eclesiásticas, todos jurando obediência ao Rei, às Cortes e à Constituição que viesse a ser proclamada, assim como ao Supremo Governo constituído no Porto.
As eleições para as Cortes Gerais realizaram-se em dezembro de 1820, e em janeiro de 1821 tomou posse um novo Governo e uma nova regência para governar o País na ausência de D. João VI, o qual, vindo do Brasil, regressou a Lisboa em julho de 1821, após ter jurado as bases da futura Constituição.
Em 4 de abril de 1821, a Câmara de Bragança envia uma mensagem de felicitações ao Soberano Congresso, logo seguida, três dias mais tarde por idêntica mensagem do cabido de Bragança.
Em 6 de maio de 1821, o vigário capitular do cabido de Bragança, António Xavier da Veiga Cabral, ordena que em todas as freguesias do bispado se cante um solene Te Deum, em ação de graças pela notícia do juramento da Constituição pelo Rei, D. João VI. E no dia seguinte, o cabido envia às Cortes nova mensagem “entusiasta”, reiterando o juramento de adesão e obediência às bases da Constituição Política do Reino.
Em 11 de outubro do mesmo ano, uma portaria do Governo determina ao vigário capitular da Diocese de Bragança-Miranda que tome as providências necessárias para os párocos anunciarem aos povos “o bem que deve esperar-se da Constituição”, e em 20 do mesmo mês, uma pastoral do governador do bispado exorta os párocos a fazerem das suas “práticas e pregações uma espécie de catecismo político”, em apoio “firmíssimo” da Constituição e do amor à Pátria.
Na sequência da carta de lei de 27 de julho de 1822, procedem-se a eleições municipais por escrutínio secreto, as quais tiveram lugar, quanto a Trás-os-Montes, em outubro de 1822, tendo sido eleito Presidente da Câmara de Bragança Francisco de Figueiredo Sarmento, genro do falecido tenente-general Manuel Jorge Gomes de Sepúlveda, herói das invasões francesas.
| Manoel da Silveira Pinto da Fonseca Teixeira, 2.º conde de Amarante |
Em 3 de novembro de 1822, na Casa da Câmara de Bragança, “numerosa companhia” reúne para festejar o dia em que todas as autoridades portuguesas prestaram o solene juramento à Constituição, tendo o bacharel Gabriel José Nunes Furtado recitado um discurso alusivo a tal cerimónia.
A independência do Brasil em 1822, cuja perda era imputada à política das Cortes e do novo Governo; a resistência de grande parte da nobreza e do clero às mudanças que se anunciavam; o descontentamento ou indiferença da maior parte da população face ao novo regime; a hostilidade dos proprietários do Alto Douro quanto à redução dos privilégios da Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro, a braços com uma produção largamente excedentária quanto ao consumo e exportação; e a própria conjuntura europeia, após o Congresso de Viena em 1815, favorável às monarquias absolutas, constituem alguns dos fatores que geraram o ambiente próprio para liquidar o regime vintista e restabelecer o absolutismo.
Em 16 de fevereiro de 1823, o segundo conde de Amarante, Manuel da Silveira Pinto da Fonseca, revolta-se em Vila Real contra o regime constitucional, levando a aderir à sua causa as unidades militares de Trás-os-Montes.
Bragança, onde estavam instaladas duas unidades militares, o regimento de Infantaria n.º 4 e o regimento de Infantaria n.º 12, apesar da resistência inicial à sublevação – o regimento de Infantaria n.º 24 era comandado por António Correia de Castro Sepúlveda, visconde de Ervedosa e irmão de Bernardo Sepúlveda, um dos heróis da revolução liberal de 1820 e do período vintista; e o regimento de Infantaria n.º 12 tinha como comandante Francisco de Figueiredo Sarmento, que não aderiu à rebelião –, acabou por se pronunciar a favor da contrarrevolução absolutista em 27 de fevereiro de 1823, “pela uma hora da noite amanhecendo para quinta-feira, depois do Domingo dos Passos” – 22 oficiais do regimento de Cavalaria n.º 12, unidade aquartelada em Bragança, irão ser afastados do serviço militar mais tarde, com a Vilafrancada, que instaurou, de novo, o regime absolutista, o que parece revelar a fraca adesão do movimento do conde de Amarante na praça militar daquela Cidade.
Incapaz de alargar o seu movimento ao Minho e à Beira, batido pelas tropas liberais em Amarante após o sucesso inicial obtido no combate de Santa Bárbara, de 13 de março de 1823, o exército do conde de Amarante retira para Espanha, por Bragança. Nesta Cidade, os revoltosos apropriam-se dos cofres públicos e obrigam 38 dos seus moradores, na sua maioria homens de negócios, a pagar uma verba de 31 177$200 réis. Os constitucionais irão apelidar esta operação de “extorsão vil”. Os absolutistas vão publicar, em 30 de agosto de 1823, no Diário do Governo, o mapa geral da receita e despesa da Junta do Governo Interino estabelecido em Trás-os-Montes, presidida pelo conde de Amarante, do qual consta a verba recolhida em Bragança, no âmbito dos dinheiros recolhidos durante a sublevação, a título de empréstimo e donativos (Quadro n.º 80).
Os “boletins do exército constitucional” referem que, em 13 de abril, o Exército Constitucional entrou em Bragança “entre as aclamações do inumerável povo que o recebeu como libertador. A Câmara Constitucional foi em corpo receber o general em chefe, a alguma distância da Cidade. Em todos os semblantes se lia a satisfação, o regozijo e o mais nobre entusiasmo patriótico. A par de vivas à Constituição e a El-Rei Constitucional, soaram imprecações contra os malvados causadores das desgraças desta Província”.
Sá Chaves, que escreveu a obra mais extensa e profunda sobre a contrarrevolução trasmontana de 1823, refere, contudo, que a Cidade do Sabor “os recebeu sem grandes entusiasmos, a descontento da contribuição que os silveiras lhe haviam lançado vinte e quatro horas antes”.
No rescaldo da contrarrevolução transmontana, o general António José Claudino Pimentel desterra para Sagres, em ofício de Bragança datado de 18 de abril de 1823, o vigário capitular da Diocese, António Xavier da Veiga Cabral da Câmara, mandando ao cabido que elegesse outro eclesiástico para tais funções. Na mesma altura, também foi desterrado para Sagres Manuel Bernardo de Araújo, cónego da Sé de Bragança.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
O Meu Exame do Segundo Ano no Liceu Nacional de Bragança!
Por: Silvino dos Santos Potêncio
(colaborador do "Memórias...e outras coisas..")
Emigrante Transmontano em Natal/Brasil – desde 1979
...continuação)
Era um tempo de Inverno ou início de Primavera, e quando cheguei à Aldeia, nesse sábado que o mei Tio Mário me trouxe no cavalo dele desde Macedo, eu quase nem vi os meus amigos da Escola Primária em Caravelas… só no domingo na hora da missa!
Por isso na Segunda Feira de manhã, logo cedo ainda quase de noite, a Minha Mãe me tirou da cama, me ajudou a vestir porque eu estava meio acordado e a outra metade meio a dormir e me sentei no escano enquanto ela fritava um ovo rapidamente porque a camioneta já estava parada lá na Estrada.
- Ela Cortou duas fatias de pão centeio, meteu no meio o ovo estrelado ainda quente, e o meu Pai já estava no fundo da escada à espera de irmos para a Estrada (naquele tempo durante o Inverno nem o carro do Padre Moutinho descia para o meio do Povo senão só Deus, e uma junta de bois para o puxar de novo ladeira acima até ao asfalto).
Eu e o Meu Pai subimos a Ladeira do Vale das Chouras que escorregava cumó caraças e ele falou com o Chofer duma camioneta que vinha da Trindade, ou da Vilariça, Santa Comba, eu acho!... e ele ia para Macedo de Cavaleiros.
Como não tinha lugar dentro da Cabina lá me botou na carroçaria que tinha uma lona na parte da frente encostada à cabine e lá fomos.
Os homens na carroçaria a conversar sobre cabras carneiros, bois e vacas, batatas plantadas e as videira enxertadas que iriam florir dali a uns dias. Nabais com grelos e outras coisas… Conversa vai, conversa vem e eu a olhar para o pão com ovo!… como ou não como?
A camioneta entrou em Macedo, virou à esquerda na esquina da Livraria Mascarenhas, passou em frente da casa do Doutor Lima, e eu a pensar que o meu Pai tinha dito ao chofer aonde eu ficar, fiquei à espera!… “passemos” em frente da Cadeia e o homem não parava... comecei a titubear de frio e…Um dos companheiros de viagem virou-se para mim e perguntou; aatãon tu p’raadonde bais!?
- Pra Macedo… Oh cum caraaaaças!
- Oh Ti Zé pare! Pare aí caraago!… Olhe c’o Garoto era pra descer em Macedo e nós estamos em Travanca!...
Começou a bater no capô da Camioneta senão o Chofer não parava… Quando parou a camioneta, eu pulei da carroçaria e comecei a fazer o caminho de volta, mas… quando tentei comer o pão com ovo ele estava frio, praticamente gelado!... atirei-o por cima dum muro de um olival que havia ali do lado oposto ao da Cadeia de Macedo, e lá fui para as Aulas do período da tarde no então Externato Trindade Coelho.
- Em Junho, o Doutor Lima providenciou os Bilhetes de Comboio até Bragança e lá fomos, mas desta vez não fiquemos juntos porque a Senhora da Casa da Rua Direita não tinha vaga e eu fui me hospedar na casa de outra Senhora ali perto do Liceu.
Se bem me lembro, eu tinha tirado menos do que os 13,5 valores necessários para dispensar da Prova Oral e por isso tive que ficar lá em Bragança mais uns dias.
Depois da prova oral fui aprovado e, sem avisar ninguém peguei o Comboio de volta para Macedo, junto com outro rapaz que tinha ficado lá também nessa outra casa. - Acho que a esta altura eu já estava especializado em tomar as minhas próprias decisões.
Facto este que, mais tarde, só muito mais tarde é que viemos as conhecer as consequências dessas atitudes, mas fazem parte das nossa vidas.
Parei de estudar por falta de dinheiro, mas também por influência dos meus Irmãos mais velhos.
Três deles já tinham ido à Tropa e o Meu Querido Irmão Zé Bico andava nela em Lamego.
Da primeira vez que ele veio de Licença a Caravelas, ele trouxe-me umas botas com brochas – as minhas primeiras botas de verdade!, aqueciam bem os pés por cima das meias de lã de carneiro feitas pela minha Mãe, porque antes eu só tinha usado “sócos” que se compravam em Mirandela, ou às vezes o Marcolino e o Fernando Casteloa os consertavam lá mesmo na Aldeia.
Na Primavera seguinte com apenas 13 anos de idade me fizeram Emigrante, e lá fui eu sozinho para Lisboa, mas essa história fica para a próxima!
(E.T. A Antologia de Escritores de Trás Os Montes e Alto Douro coordenada pelo Dr Armando Palavras, me deu a Honra de destacar o Meu Poema “FUI PASTOR EM TRÁS OS MONTES” para ser lido por várias vezes na Sessão inaugural do IV Congresso da Casa de Trás Os Montes e Alto Douro em Lisboa – Maio de 2018)
- Texto extraído do Meu Livro “Curriças de Caravelas – Trovas Comentadas”
Silvino dos Santos Potêncio, nascido a 04/11/1948, é natural da Aldeia de Caravelas no Concelho de Mirandela – Trás-Os-Montes - Portugal.
Este Autor tem centenas de crônicas, algumas já divulgadas sob o Título genérico de “Crônicas da Emigração”. Algumas destas crônicas são memórias dos meus 57 anos na Emigração foram incluídas nos Blogs que todavia estão inacessíveis devido ao bloqueio do Portugalmail.pt, porém algumas foram já transcritas para a Página Literária.
Presidente Fundador do Clube Português de Natal e Membro activo de várias páginas em jornais virtuais ligados ao Mundo da Lusofonia.
01 – POEMAS DE ANGOLA – “Eu, O Pensamento, A Rima!...”
02 – E-Book (Livro Electrônico): “UM CONVITE P’RA TOMAR CHÁ”
03 - CURRIÇAS DE CARAVELAS- TROVAS COMENTADAS é uma Antologia que contém Trovas e Textos Auto Biográficos da Aldeia Transmontana.
São livros da minha autoria já prontos para Edição e publicação brevemente.
Actualmente mantenho uma página literária própria, como Emigrante Transmontano em Natal/Brasil, no Portal Recanto das Letras.
O sitio do Escritor Silvino Potêncio www.silvinopotencio.net está aberto a visitas de todos os leitores de Lingua Portuguesa. Conta já com mais de 56.000 visitantes à data actual.
Muito grato pela Atenção e receba um Forte e Fraterno Abraço.
Endereço atual para contato:
Silvino Potencio
Rua Maçaranduba Nº 7838 – Bairro Pitimbu – Conjunto Cidade Satélite
59067-610 – NATAL – BRASIL
Email: sspotencio@yahoo.com.br
SKYPE: sspotencio
www.silvinopotencio.net
(colaborador do "Memórias...e outras coisas..")
Emigrante Transmontano em Natal/Brasil – desde 1979
...continuação)
Era um tempo de Inverno ou início de Primavera, e quando cheguei à Aldeia, nesse sábado que o mei Tio Mário me trouxe no cavalo dele desde Macedo, eu quase nem vi os meus amigos da Escola Primária em Caravelas… só no domingo na hora da missa!
Por isso na Segunda Feira de manhã, logo cedo ainda quase de noite, a Minha Mãe me tirou da cama, me ajudou a vestir porque eu estava meio acordado e a outra metade meio a dormir e me sentei no escano enquanto ela fritava um ovo rapidamente porque a camioneta já estava parada lá na Estrada.
- Ela Cortou duas fatias de pão centeio, meteu no meio o ovo estrelado ainda quente, e o meu Pai já estava no fundo da escada à espera de irmos para a Estrada (naquele tempo durante o Inverno nem o carro do Padre Moutinho descia para o meio do Povo senão só Deus, e uma junta de bois para o puxar de novo ladeira acima até ao asfalto).
Eu e o Meu Pai subimos a Ladeira do Vale das Chouras que escorregava cumó caraças e ele falou com o Chofer duma camioneta que vinha da Trindade, ou da Vilariça, Santa Comba, eu acho!... e ele ia para Macedo de Cavaleiros.
Como não tinha lugar dentro da Cabina lá me botou na carroçaria que tinha uma lona na parte da frente encostada à cabine e lá fomos.
Os homens na carroçaria a conversar sobre cabras carneiros, bois e vacas, batatas plantadas e as videira enxertadas que iriam florir dali a uns dias. Nabais com grelos e outras coisas… Conversa vai, conversa vem e eu a olhar para o pão com ovo!… como ou não como?
A camioneta entrou em Macedo, virou à esquerda na esquina da Livraria Mascarenhas, passou em frente da casa do Doutor Lima, e eu a pensar que o meu Pai tinha dito ao chofer aonde eu ficar, fiquei à espera!… “passemos” em frente da Cadeia e o homem não parava... comecei a titubear de frio e…Um dos companheiros de viagem virou-se para mim e perguntou; aatãon tu p’raadonde bais!?
- Pra Macedo… Oh cum caraaaaças!
- Oh Ti Zé pare! Pare aí caraago!… Olhe c’o Garoto era pra descer em Macedo e nós estamos em Travanca!...
Começou a bater no capô da Camioneta senão o Chofer não parava… Quando parou a camioneta, eu pulei da carroçaria e comecei a fazer o caminho de volta, mas… quando tentei comer o pão com ovo ele estava frio, praticamente gelado!... atirei-o por cima dum muro de um olival que havia ali do lado oposto ao da Cadeia de Macedo, e lá fui para as Aulas do período da tarde no então Externato Trindade Coelho.
- Em Junho, o Doutor Lima providenciou os Bilhetes de Comboio até Bragança e lá fomos, mas desta vez não fiquemos juntos porque a Senhora da Casa da Rua Direita não tinha vaga e eu fui me hospedar na casa de outra Senhora ali perto do Liceu.
Se bem me lembro, eu tinha tirado menos do que os 13,5 valores necessários para dispensar da Prova Oral e por isso tive que ficar lá em Bragança mais uns dias.
Depois da prova oral fui aprovado e, sem avisar ninguém peguei o Comboio de volta para Macedo, junto com outro rapaz que tinha ficado lá também nessa outra casa. - Acho que a esta altura eu já estava especializado em tomar as minhas próprias decisões.
Facto este que, mais tarde, só muito mais tarde é que viemos as conhecer as consequências dessas atitudes, mas fazem parte das nossa vidas.
Parei de estudar por falta de dinheiro, mas também por influência dos meus Irmãos mais velhos.
Três deles já tinham ido à Tropa e o Meu Querido Irmão Zé Bico andava nela em Lamego.
Da primeira vez que ele veio de Licença a Caravelas, ele trouxe-me umas botas com brochas – as minhas primeiras botas de verdade!, aqueciam bem os pés por cima das meias de lã de carneiro feitas pela minha Mãe, porque antes eu só tinha usado “sócos” que se compravam em Mirandela, ou às vezes o Marcolino e o Fernando Casteloa os consertavam lá mesmo na Aldeia.
Na Primavera seguinte com apenas 13 anos de idade me fizeram Emigrante, e lá fui eu sozinho para Lisboa, mas essa história fica para a próxima!
(E.T. A Antologia de Escritores de Trás Os Montes e Alto Douro coordenada pelo Dr Armando Palavras, me deu a Honra de destacar o Meu Poema “FUI PASTOR EM TRÁS OS MONTES” para ser lido por várias vezes na Sessão inaugural do IV Congresso da Casa de Trás Os Montes e Alto Douro em Lisboa – Maio de 2018)
- Texto extraído do Meu Livro “Curriças de Caravelas – Trovas Comentadas”
Silvino dos Santos Potêncio, nascido a 04/11/1948, é natural da Aldeia de Caravelas no Concelho de Mirandela – Trás-Os-Montes - Portugal.
Este Autor tem centenas de crônicas, algumas já divulgadas sob o Título genérico de “Crônicas da Emigração”. Algumas destas crônicas são memórias dos meus 57 anos na Emigração foram incluídas nos Blogs que todavia estão inacessíveis devido ao bloqueio do Portugalmail.pt, porém algumas foram já transcritas para a Página Literária.
Presidente Fundador do Clube Português de Natal e Membro activo de várias páginas em jornais virtuais ligados ao Mundo da Lusofonia.
01 – POEMAS DE ANGOLA – “Eu, O Pensamento, A Rima!...”
02 – E-Book (Livro Electrônico): “UM CONVITE P’RA TOMAR CHÁ”
03 - CURRIÇAS DE CARAVELAS- TROVAS COMENTADAS é uma Antologia que contém Trovas e Textos Auto Biográficos da Aldeia Transmontana.
São livros da minha autoria já prontos para Edição e publicação brevemente.
Actualmente mantenho uma página literária própria, como Emigrante Transmontano em Natal/Brasil, no Portal Recanto das Letras.
O sitio do Escritor Silvino Potêncio www.silvinopotencio.net está aberto a visitas de todos os leitores de Lingua Portuguesa. Conta já com mais de 56.000 visitantes à data actual.
Muito grato pela Atenção e receba um Forte e Fraterno Abraço.
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Silvino Potencio
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GIRINALDO 1ª versão
Girinaldo, Girinaldo,
Criado de El-Rei mais querido.
Queres tu, ó Girinaldo,
A noite dormir comigo?
- Eu, como criado vosso?..
Senhora, mangais comigo!...
- Não te mango, Girinaldo,
Que eu bem deveras to digo.
- Diga-me, minha senhora,
As horas que eu hei-de ir.
- Vai das nove às dez,
Que meu pai já está a dormir.
Ainda não eram as dez,
Girinaldo ao postigo...
- Quem me bate à minha porta?
Quem me arromba o meu postigo?
- Sou eu, senhora, que venho ao prometido.
- Traz os sapatos nas mãos
Que meu pai não dê sentido.
Foram-se deitar à cama,
Como mulher e marido.
El-rei sonhou um sonho,
Um sonho descolorido.
Ou que lhe dormiam com a princesa
Ou que lhe arrombaram o postigo.
Fica aqui, meu punhal,
Para que lhe sirva de castigo.
Acordou a princesa
Por achar o ferro frio.
- Acorda, acorda, Girinaldo,
Que meu pai deu sentido.
- Maio haja tal cama
Maio haja tal dormido.
Eu antes queria ser morto
Do que em tal cama ter dormido.
- Cala, cala, Girinaldo.
Não sejas tão atrevido,
Que meu pai é tão bom,
Que me casará contigo.
- Donde vens, ó Girinaldo,
Que me tardaste a vestir?
- Venho de dar grão aos cavalos,
Que ainda não tinham comido.
- Não me mintas, Girinaldo,
Que tu nunca me mentiste.
- Donde vens, ó Girinaldo,
Que me tardaste a vestir?
- Venho de dar de beber aos cavalos
Que ainda não tinham bebido.
- Não me mintas, Girinaldo,
Que tu nunca me mentiste.
- Venho de abrir um cofre
Que nunca tinha sido abrido.
- Para matar o Girinaldo...
Criei-o de pequenino!
Para matar a princesa...
Fica o reinado perdido!
Toma tu por esposa,
Ela a ti, por teu marido.
Girinaldo, Girinaldo, criado
De El-rei mais querido.
RECOLHA (1985) de Francisco Baptista, Vilares da Vilariça – Alfândega da Fé.
FICHA TÉCNICA:
Título: CANCIONEIRO TRANSMONTANO 2005
Autor do projecto: CHRYS CHRYSTELLO
Fotografia e design: LUÍS CANOTILHO
Pintura: HELENA CANOTILHO (capa e início dos capítulos)
Edição: SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE BRAGANÇA
Recolha de textos 2005: EDUARDO ALVES E SANDRA ROCHA
Recolha de textos 1985: BELARMINO AUGUSTO AFONSO
Edição de 1985: DELEGAÇÃO DA JUNTA CENTRAL DAS CASAS DO POVO DE
BRAGANÇA, ELEUTÉRIO ALVES e NARCISO GOMES
Transcrição musical 1985: ALBERTO ANÍBAL FERREIRA
Iimpressão e acabamento: ROCHA ARTES GRÁFICAS, V. N. GAIA
UM OÁSIS DESCONHECIDO NA REGIÃO QUE CHAMA CAMPISTAS DE 17 PAÍSES A VILA FLOR
Às portas de Vila Flor há um espaço singular no Nordeste Transmontano que nos meses de verão contabiliza 40 mil dormidas de 17 nacionalidades num complexo que oferece campismo, natureza e lazer.
Com mais de 30 anos, o Complexo Turístico do Peneireiro é pouco conhecido na região, mas tem fidelizado gerações de campistas a um espaço com 60 hectares, dotado de parque de merendas, parque infantil, piscina com restaurante, animais, espaços desportivos, loja de artesanato e produtos regionais e o “lago” da barragem.
“É uma das jóias de coroa de Vila Flor”, como salientou à Lusa Fernando Barros, presidente do município que investiu, este ano, 800 mil euros em novas infraestruturas como a ciclovia até à vila, pavimentação, vestiários e restaurante e bar de apoio à piscina.
Em 2016, passaram pela piscina “72 mil pessoas” e acamparam no Peneireiro 12 mil, que totalizaram mais de 40 mil dormidas, segundo dados da autarquia.
“É muita gente para o interior. Muitas pessoas têm a noção de que é o interior onde ninguém vem, mas não é o caso. Esta é efetivamente uma das jóias onde nós temos muita gente no verão e queremos continuar a ter”, defende o autarca.
O casal Jacinta e José Soares são de Matosinhos e descobriram este “oásis” no Nordeste Transmontano há perto de trinta anos.
Pararam algum tempo e voltaram no ano passado. Montam a tenda e acampam “aqui para não sair até acabar”.
Têm “tudo o que é preciso”, garantem.
Fazem, todos os anos, uma semana de férias fora do país, já fizeram campismo noutros locais, mas dizem que agora é em Vila Flor que se sentem bem.
Desta vez, trouxeram um dos netos, o Rodrigo, que destaca a piscina, o poder jogar futebol, passear no lago e usar as máquinas de atividades.
Jacinta é mais entusiasta do campismo do que o marido e, talvez, por ter sido o primeiro parque que experimentou, gosta especialmente de Vila Flor.
Agência Lusa
Equipa EIP dos bombeiros da Torre de Dona Chama inicia hoje funções
Inicia hoje funções a Equipa de Intervenção Permanente dos bombeiros voluntários de Torre de Dona Chama. Esta corporação era a única no distrito que ainda não tinha estas estruturas permanentes e profissionalizadas.
No domingo, já foram assinados os contratos com os cinco elementos que vão fazer parte desta EIP, aproveitando as comemorações dos 41 anos daquela corporação da única vila do concelho de Mirandela.
Leonor Macedo, Emílio Guedes, Pedro Gonçalves, Rui Fontoura e Pedro Santos. São os cinco elementos que constituem a nova EIP dos Bombeiros de Torre de Dona Chama, resultante dos protocolos estabelecidos entre o Município de Mirandela, a Autoridade Nacional de Proteção Civil e a Associação de bombeiros daquela vila.
É o culminar de um processo que já dura há quase um ano. Foi em abril de 2018, que a direção e o comando dos bombeiros de Torre de Dona Chama tinham manifestado à câmara de Mirandela o interesse em constituir uma EIP.
Aquela corporação com 35 bombeiros integrados de forma voluntária e 8 efetivos, entendia que era imprescindível criar esta equipa para fazer face às solicitações da sua área de atuação, com cerca de 135 Kms quadrados, de sete freguesias: Aguieiras, Bouça, Vale de Gouvinhas, Fradizela, São Pedro Velho, Múrias e Torre de Dona Chama.
O executivo liderado por Júlia Rodrigues aprovou a proposta de criação da EIP e deu a conhecer ao Governo a sua disponibilidade, dado que o Município tem de suportar metade das despesas com remunerações e contribuições para a Segurança Social dos cinco elementos da EIP, enquanto a outra metade será da responsabilidade da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
Depois do aval do Governo, no final do ano passado, foi agora possível avançar com a assinatura dos contratos. A autarca de Mirandela diz que é um passo importante para a capacidade de resposta dos bombeiros daquela vila, às populações que serve
“Esta EIP assegura de forma sustentável a capacidade de resposta dos bombeiros da vila da Torre às populações”, afirma a autarca de Mirandela.
Para o presidente da direção da associação dos bombeiros, Paulo Costa, este é o momento que marca em definitivo a afirmação daquela corporação no concelho de Mirandela.
“É uma equipa que já ansiávamos há muito tempo, que vai trazer mais conforto a toda esta gente, porque vamos estar mais preparados para acorrer às solicitações. Com a criação desta EIP, “os bombeiros da Torre dão um passo importante para se poderem afirmar, de uma vez por todas, no concelho de Mirandela”, salienta.
No dia em que se comemorou o 41º aniversário da corporação, a presidente do Município de Mirandela deixou a garantia que, em breve, vão avançar obras de requalificação do quartel dos bombeiros
Uma nova EIP e a promessa de obras no quartel foram as prendas recebidas pelos bombeiros de Torre de Dona Chama nas comemorações dos 41 anos. A nova Equipa de Intervenção Permanente dos bombeiros de Torre de Dona Chama inicia funções, esta quarta-feira.
Escrito por Terra Quente FM (CIR)
Foto: Município de Mirandela
No domingo, já foram assinados os contratos com os cinco elementos que vão fazer parte desta EIP, aproveitando as comemorações dos 41 anos daquela corporação da única vila do concelho de Mirandela.
Leonor Macedo, Emílio Guedes, Pedro Gonçalves, Rui Fontoura e Pedro Santos. São os cinco elementos que constituem a nova EIP dos Bombeiros de Torre de Dona Chama, resultante dos protocolos estabelecidos entre o Município de Mirandela, a Autoridade Nacional de Proteção Civil e a Associação de bombeiros daquela vila.
É o culminar de um processo que já dura há quase um ano. Foi em abril de 2018, que a direção e o comando dos bombeiros de Torre de Dona Chama tinham manifestado à câmara de Mirandela o interesse em constituir uma EIP.
Aquela corporação com 35 bombeiros integrados de forma voluntária e 8 efetivos, entendia que era imprescindível criar esta equipa para fazer face às solicitações da sua área de atuação, com cerca de 135 Kms quadrados, de sete freguesias: Aguieiras, Bouça, Vale de Gouvinhas, Fradizela, São Pedro Velho, Múrias e Torre de Dona Chama.
O executivo liderado por Júlia Rodrigues aprovou a proposta de criação da EIP e deu a conhecer ao Governo a sua disponibilidade, dado que o Município tem de suportar metade das despesas com remunerações e contribuições para a Segurança Social dos cinco elementos da EIP, enquanto a outra metade será da responsabilidade da Autoridade Nacional de Proteção Civil.
Depois do aval do Governo, no final do ano passado, foi agora possível avançar com a assinatura dos contratos. A autarca de Mirandela diz que é um passo importante para a capacidade de resposta dos bombeiros daquela vila, às populações que serve
“Esta EIP assegura de forma sustentável a capacidade de resposta dos bombeiros da vila da Torre às populações”, afirma a autarca de Mirandela.
Para o presidente da direção da associação dos bombeiros, Paulo Costa, este é o momento que marca em definitivo a afirmação daquela corporação no concelho de Mirandela.
“É uma equipa que já ansiávamos há muito tempo, que vai trazer mais conforto a toda esta gente, porque vamos estar mais preparados para acorrer às solicitações. Com a criação desta EIP, “os bombeiros da Torre dão um passo importante para se poderem afirmar, de uma vez por todas, no concelho de Mirandela”, salienta.
No dia em que se comemorou o 41º aniversário da corporação, a presidente do Município de Mirandela deixou a garantia que, em breve, vão avançar obras de requalificação do quartel dos bombeiros
Uma nova EIP e a promessa de obras no quartel foram as prendas recebidas pelos bombeiros de Torre de Dona Chama nas comemorações dos 41 anos. A nova Equipa de Intervenção Permanente dos bombeiros de Torre de Dona Chama inicia funções, esta quarta-feira.
Escrito por Terra Quente FM (CIR)
Foto: Município de Mirandela
Livro sobre amêndoa coberta de Moncorvo pretende dar a conhecer origem do doce
O livro «Amêndoa Coberta de Moncorvo na Rota da Doçaria Barroca», da autoria de António Manuel Monteiro pretende dar a conhecer a origem do doce o “ex-libris da vila transmontana”.
A apresentação aconteceu no sábado passado, em Torre de Moncorvo, e o autor de vários livros na área da gastronomia confessou que a obra é uma tentativa de sustentar a sua opinião “perante alguma confusão que reinava no sector, ou porque havia esquecimento ou porque não tinha havido aquela vontade férrea de analisar como este produto apareceu nas nossas terras”.
Uma das referências que usa no livro “é de um médico persa, que conta uma forma de cobrir as amêndoas amargas da mesma forma que se faz hoje em dia para as amêndoas cobertas. Depois evoluíram para as amêndoas cobertas doces já mais tarde, descobertas nas cortes dos nossos cruzados e que depois acabaram por trazer para o ocidente. Mais tarde, veio o açúcar, o chamado ouro branco, e essa forma de trabalhar as amêndoas cobertas porque por cá caldeava-se a amêndoa com mel, que era aquilo que faziam os castelhanos”
Na apresentação do livro também esteve o presidente da câmara de Torre de Moncorvo que enalteceu a obra.
“Este livro vem contribuir para mostrar às pessoas um conhecimento histórico e cultural e das nossas raízes. Também para assinalar, mais do que outro aspecto, o sangue, suor e lágrimas que as cobrideiras tinham na arte de produzir este doce. Doces que ainda hoje são extremamente reputados em diversos países, como por exemplo no Brasil onde não servia só para ser um doce de Páscoa, mas que também serviu para enganar a própria fome”, referiu.
O autor do livro é natural de Torre de Moncorvo. E tem vários livros publicados na área da gastronomia.
Escrito por Brigantia
Jornalista: Maria João Canadas
A apresentação aconteceu no sábado passado, em Torre de Moncorvo, e o autor de vários livros na área da gastronomia confessou que a obra é uma tentativa de sustentar a sua opinião “perante alguma confusão que reinava no sector, ou porque havia esquecimento ou porque não tinha havido aquela vontade férrea de analisar como este produto apareceu nas nossas terras”.
Uma das referências que usa no livro “é de um médico persa, que conta uma forma de cobrir as amêndoas amargas da mesma forma que se faz hoje em dia para as amêndoas cobertas. Depois evoluíram para as amêndoas cobertas doces já mais tarde, descobertas nas cortes dos nossos cruzados e que depois acabaram por trazer para o ocidente. Mais tarde, veio o açúcar, o chamado ouro branco, e essa forma de trabalhar as amêndoas cobertas porque por cá caldeava-se a amêndoa com mel, que era aquilo que faziam os castelhanos”
Na apresentação do livro também esteve o presidente da câmara de Torre de Moncorvo que enalteceu a obra.
“Este livro vem contribuir para mostrar às pessoas um conhecimento histórico e cultural e das nossas raízes. Também para assinalar, mais do que outro aspecto, o sangue, suor e lágrimas que as cobrideiras tinham na arte de produzir este doce. Doces que ainda hoje são extremamente reputados em diversos países, como por exemplo no Brasil onde não servia só para ser um doce de Páscoa, mas que também serviu para enganar a própria fome”, referiu.
O autor do livro é natural de Torre de Moncorvo. E tem vários livros publicados na área da gastronomia.
Escrito por Brigantia
Jornalista: Maria João Canadas
Vão ser este ano feitas as primeiras cinco largadas do parasitoide da vespa da galha no concelho de Macedo
Este ano, vão ser feitas as primeiras largadas do parasitoide que faz parte da luta biológica contra a vespa da galha do castanheiro, no concelho de Macedo de Cavaleiros. Uma praga que tem vindo a aumentar nesta região do distrito e na Serra de Bornes prevê-se que alastre com muita intensidade.
Quem o diz é Domingos Barreira, presidente da Cooperativa Soutos os Cavaleiros, entidade responsável pela prospeção da vespa da galha e largada dos parasitoides no concelho:
“Até há dois anos só havia um ou dois focos, mas o ano já identificamos alguns em castanheiros adultos.
Este ano já há condições para fazer as primeiras largadas, vamos fazer pelo menos cinco, duas na Burga e três em aldeias da freguesia de Espadanedo porque é a zona mais forte de castanheiro e onde os focos estão mais ativos.
Quanto à Burga, apareceu um foco que só localizamos o ano passado e está já numa fase muito adiantada. Está na fronteira do concelho de Macedo com Alfândega. É uma praga que vai afetar e vai cair na zona da Serra de Bornes com muita intensidade e, por isso, vamos começar já a fazer largadas mais intensas naquela área.”
As largadas deverão acontecer em meados do mês de abril. Além destes cinco focos, considerados os mais significativos e que já causam prejuízos económicos, têm vindo a aparecer outros:
“Atualmente já temos mais do que estes cinco focos onde vão ser feitas as largadas.
Em Corujas temos três, em Bousende um, Espadanedo dois ou três, em Valongo foi identificado um, e no Mogrão e em Podence também. Começa a aparecer por todos os lados.”
Rosalina Marrão, técnica do projeto do IPB Transfer + Castanha, diz que apesar dos resultados do primeiro ano de largadas em Vinhais e Bragança serem positivos, os focos têm tendência a aumentar e por isso é necessários que os produtores se mantenham atentos:
“A tendência é que a praga aumente. Portanto, dizemos sempre aos agricultores que se mantenham vigilantes para que, ao mínimo sinal de vespa, comuniquem, pois se isso não for feito às entidades competentes, no próximo ano as largadas não podem ser feitas.
O facto de os resultados do primeiro ano de largadas serem positivos deixa o agricultor mais animado e permite que obtenhamos resultados muito melhores, até porque a região de Trás-os-Montes, nomeadamente a zona da Terra Fria, é das mais representativas na produção de castanha.”
As doenças e as pragas de castanheiro têm sido tema de algumas sessões de sensibilização no âmbito do projeto Transfer + Castanha, que tem feito chegar informação à população de vários concelhos transmontanos e ainda da região do Minho.
Em Macedo de Cavaleiros aconteceram nas aldeias de Mogrão, Corujas e esta noite vai ter lugar uma em Podence.
Escrito por ONDA LIVRE
Quem o diz é Domingos Barreira, presidente da Cooperativa Soutos os Cavaleiros, entidade responsável pela prospeção da vespa da galha e largada dos parasitoides no concelho:
“Até há dois anos só havia um ou dois focos, mas o ano já identificamos alguns em castanheiros adultos.
Este ano já há condições para fazer as primeiras largadas, vamos fazer pelo menos cinco, duas na Burga e três em aldeias da freguesia de Espadanedo porque é a zona mais forte de castanheiro e onde os focos estão mais ativos.
Quanto à Burga, apareceu um foco que só localizamos o ano passado e está já numa fase muito adiantada. Está na fronteira do concelho de Macedo com Alfândega. É uma praga que vai afetar e vai cair na zona da Serra de Bornes com muita intensidade e, por isso, vamos começar já a fazer largadas mais intensas naquela área.”
As largadas deverão acontecer em meados do mês de abril. Além destes cinco focos, considerados os mais significativos e que já causam prejuízos económicos, têm vindo a aparecer outros:
“Atualmente já temos mais do que estes cinco focos onde vão ser feitas as largadas.
Em Corujas temos três, em Bousende um, Espadanedo dois ou três, em Valongo foi identificado um, e no Mogrão e em Podence também. Começa a aparecer por todos os lados.”
Rosalina Marrão, técnica do projeto do IPB Transfer + Castanha, diz que apesar dos resultados do primeiro ano de largadas em Vinhais e Bragança serem positivos, os focos têm tendência a aumentar e por isso é necessários que os produtores se mantenham atentos:
“A tendência é que a praga aumente. Portanto, dizemos sempre aos agricultores que se mantenham vigilantes para que, ao mínimo sinal de vespa, comuniquem, pois se isso não for feito às entidades competentes, no próximo ano as largadas não podem ser feitas.
O facto de os resultados do primeiro ano de largadas serem positivos deixa o agricultor mais animado e permite que obtenhamos resultados muito melhores, até porque a região de Trás-os-Montes, nomeadamente a zona da Terra Fria, é das mais representativas na produção de castanha.”
As doenças e as pragas de castanheiro têm sido tema de algumas sessões de sensibilização no âmbito do projeto Transfer + Castanha, que tem feito chegar informação à população de vários concelhos transmontanos e ainda da região do Minho.
Em Macedo de Cavaleiros aconteceram nas aldeias de Mogrão, Corujas e esta noite vai ter lugar uma em Podence.
Escrito por ONDA LIVRE
terça-feira, 19 de março de 2019
BRASILEIROS BARRADOS NA EUROPA
Por: Antônio Carlos Affonso dos Santos
(colaborador do "Memórias...e outras coisas..")
São Paulo - Brasil
Aumentou 62% o número de brasileiros impedidos de entrar nos países europeus (UE) em 2018, em comparação com o ano anterior. Dados divulgados no último relatório de riscos da FRONTEX, agência de fronteiras da UE, indicam que 4.984 brasileiros tiveram sua entrada recusada na Europa em 2018. Observar que, em 2017 já haviam sido recusados 3.086 pessoas originárias do Brasil.
Dessa forma, o Brasil tornou-se a sétima nação com mais cidadãos barrados na Europa. Em 2017, o Brasil ocupava a décima posição na lista de barrados. A primeira posição entre os países que mais tiveram cidadãos rejeitados na Europa é da Ucrânia, com 57.500 pessoas (equivalente a 30% de todas as pessoas barradas). Assim, a Ucrânia viu a rejeição de seus cidadãos crescerem55%, entre 2017 e 2018. A Rússia é dona do segundo lugar nessa lista de rejeitados, com 25.900 cidadãos rejeitados para entrarem na Europa, tendo uma queda de 29% em relação ao período 2017 e 2018. Segundo autoridades do UE, é recorrente de que a maior parte dos casos de rejeição se refere à falta de documentação adequada e comprovação de meios de subsistência, algo que é exigido nas condições de estadia.
O aumento da quantidade de brasileiros barrados na Europa foi bem mais expressivo do que o aumento de imigrantes impedidos de entrar na EU; entre 2017 e 2018, esse aumento foi de 4%! O número de brasileiros deportados dos países europeus também cresceu; cerca de 22% entre 2017 e 2018, com um número recorde de 1.926 pessoas. Já os brasileiros em situação irregular (extrapolaram o período de permanência como turista aumentou). Curiosamente, a grande maioria dos casos foi identificada em Portugal. As autoridades portuguesas neste ano de 2019, ainda não divulgaram as estatísticas oficiais de 2018, porém é dado como certo de que houve aumento significativo na comunidade brasileira no país.
Em Portugal, assim como de resto toda a Europa, os brasileiros em situação irregular contrastam com a redução geral do número de imigrantes que cruzam ilegalmente as fronteiras europeias. Em 2018 foi registrado o menor número de imigrantes, dos últimos cinco anos; ou seja, 150.114 pessoas! Pelo que se pode deduzir, atualmente é muito menor o número de pessoas tentando chegar à Europa através de rotas do Mediterrâneo; desde a Tunísia até a Itália. A rota migratória que passa pelo Marrocos, em direção à Espanha, porém, está em alta! Entre 2017 e 2018, o número de chegadas aumentou em 157%!
Mais uma vez sugiro aqui aos autarcas transmontanos: Será que a permissão para residir nas terras altas não incentivaria os brasileiros a estancar o êxodo de cidadãos transmontanos e aumentar a mão de obra para executar jeiras, por exemplo?
- Assim como falava Zaratustra: ...”extingue-se o dia para todas as coisas, mesmo para as melhores (e piores); chega o crepúsculo! Ouvi agora e vede, homens superiores: que demónio, homem ou mulher é esse espírito de melancolia do crepúsculo?”.
Referência:
- Giuliana Miranda; Jornal Folha de São Paulo, 7 de março de 2019, caderno B4.
-Pontos de vista e observações do ACAS
Antônio Carlos Affonso dos Santos – ACAS. Nascido em julho de 1946, é natural da zona rural de Cravinhos-SP (Brasil). Nascido e criado numa fazenda de café; vive na cidade de São Paulo (Brasil), desde os 13. Formou-se em Física, trabalhou até recentemente no ramo de engenharia, especialista em equipamentos petroquímicos. É escritor amador diletante, cronista, poeta, contista e pesquisador do dialeto “Caipirês”. Tem textos publicados em 8 livros, sendo 4 “solos” e quatro em antologias, junto com outros escritores amadores brasileiros. São seus livros: “Pequeno Dicionário de Caipirês (recém reciclado e aguardando interesse de editoras), o livro infantil “A Sementinha”, um livro de contos, poesias e crônicas “Fragmentos” e o romance infanto-juvenil “Y2K: samba lelê”.
(colaborador do "Memórias...e outras coisas..")
São Paulo - Brasil
Aumentou 62% o número de brasileiros impedidos de entrar nos países europeus (UE) em 2018, em comparação com o ano anterior. Dados divulgados no último relatório de riscos da FRONTEX, agência de fronteiras da UE, indicam que 4.984 brasileiros tiveram sua entrada recusada na Europa em 2018. Observar que, em 2017 já haviam sido recusados 3.086 pessoas originárias do Brasil.
Dessa forma, o Brasil tornou-se a sétima nação com mais cidadãos barrados na Europa. Em 2017, o Brasil ocupava a décima posição na lista de barrados. A primeira posição entre os países que mais tiveram cidadãos rejeitados na Europa é da Ucrânia, com 57.500 pessoas (equivalente a 30% de todas as pessoas barradas). Assim, a Ucrânia viu a rejeição de seus cidadãos crescerem55%, entre 2017 e 2018. A Rússia é dona do segundo lugar nessa lista de rejeitados, com 25.900 cidadãos rejeitados para entrarem na Europa, tendo uma queda de 29% em relação ao período 2017 e 2018. Segundo autoridades do UE, é recorrente de que a maior parte dos casos de rejeição se refere à falta de documentação adequada e comprovação de meios de subsistência, algo que é exigido nas condições de estadia.
O aumento da quantidade de brasileiros barrados na Europa foi bem mais expressivo do que o aumento de imigrantes impedidos de entrar na EU; entre 2017 e 2018, esse aumento foi de 4%! O número de brasileiros deportados dos países europeus também cresceu; cerca de 22% entre 2017 e 2018, com um número recorde de 1.926 pessoas. Já os brasileiros em situação irregular (extrapolaram o período de permanência como turista aumentou). Curiosamente, a grande maioria dos casos foi identificada em Portugal. As autoridades portuguesas neste ano de 2019, ainda não divulgaram as estatísticas oficiais de 2018, porém é dado como certo de que houve aumento significativo na comunidade brasileira no país.
Em Portugal, assim como de resto toda a Europa, os brasileiros em situação irregular contrastam com a redução geral do número de imigrantes que cruzam ilegalmente as fronteiras europeias. Em 2018 foi registrado o menor número de imigrantes, dos últimos cinco anos; ou seja, 150.114 pessoas! Pelo que se pode deduzir, atualmente é muito menor o número de pessoas tentando chegar à Europa através de rotas do Mediterrâneo; desde a Tunísia até a Itália. A rota migratória que passa pelo Marrocos, em direção à Espanha, porém, está em alta! Entre 2017 e 2018, o número de chegadas aumentou em 157%!
Mais uma vez sugiro aqui aos autarcas transmontanos: Será que a permissão para residir nas terras altas não incentivaria os brasileiros a estancar o êxodo de cidadãos transmontanos e aumentar a mão de obra para executar jeiras, por exemplo?
- Assim como falava Zaratustra: ...”extingue-se o dia para todas as coisas, mesmo para as melhores (e piores); chega o crepúsculo! Ouvi agora e vede, homens superiores: que demónio, homem ou mulher é esse espírito de melancolia do crepúsculo?”.
Referência:
- Giuliana Miranda; Jornal Folha de São Paulo, 7 de março de 2019, caderno B4.
-Pontos de vista e observações do ACAS
Antônio Carlos Affonso dos Santos – ACAS. Nascido em julho de 1946, é natural da zona rural de Cravinhos-SP (Brasil). Nascido e criado numa fazenda de café; vive na cidade de São Paulo (Brasil), desde os 13. Formou-se em Física, trabalhou até recentemente no ramo de engenharia, especialista em equipamentos petroquímicos. É escritor amador diletante, cronista, poeta, contista e pesquisador do dialeto “Caipirês”. Tem textos publicados em 8 livros, sendo 4 “solos” e quatro em antologias, junto com outros escritores amadores brasileiros. São seus livros: “Pequeno Dicionário de Caipirês (recém reciclado e aguardando interesse de editoras), o livro infantil “A Sementinha”, um livro de contos, poesias e crônicas “Fragmentos” e o romance infanto-juvenil “Y2K: samba lelê”.
Avião que caiu em Bragança sofreu “falha estrutural catastrófica” da asa direita
O ultraleve que caiu no sábado em Bragança, causando a morte dos dois ocupantes, sofreu uma “falha estrutural catastrófica da raiz da asa direita”, indicou hoje o organismo que investiga acidentes aéreos.
“Na sequência da execução de um conjunto de manobras ainda por determinar, a aeronave sofre uma falha estrutural catastrófica da raiz da asa direita, levando a que esta seja projetada contra a canópia [vidro do cockpit] e separando-se totalmente da aeronave”, refere uma nota informativa publicada esta tarde na página da internet do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários (GPIAAF).
O ultraleve, operado pelo Aero Clube de Bragança, descolou às 17:24 do Aeródromo Municipal de Bragança para um voo de recreio, com dois ocupantes e também sócios do aeroclube: um era instrutor desta categoria de aeronave, de 60 anos e conhecido empresário de Bragança, e o outro, um piloto, de 26 anos, que se encontrava em formação na TAP.
“O voo tinha como objetivo a apresentação da aeronave, recentemente adquirida pelo Aero Cube [de Bragança], ao sócio e passageiro, conforme prática em vigor na coletividade”, refere o GPIAAF.
O alerta para o acidente foi recebido às 17:54, meia hora após a descolagem.
Após a falha estrutural na asa direita, acrescenta a nota informativa, e com o modelo Sport Cruiser UL “fora de controlo, e com elevada razão de rotação (rolamento) pela direita, provocada pela sustentação da asa esquerda, a aeronave inicia uma trajetória em espiral descendente”, imobilizando-se a quase quilómetro e meio da soleira da pista 20 do Aeródromo de Bragança.
“Os destroços principais ficaram espalhados por uma área com cerca de 9.000 m2 [metros quadrados], tendo sido encontrados fragmentos da canópia a 348 metros da posição final da asa direita da aeronave. Não foram encontrados quaisquer indícios de explosão ou incêndio no pré ou pós acidente”, descreve o GPIAAF.
A nota informativa conta que “durante o impacto da aeronave com o solo foram desenvolvidas forças de desaceleração que excederam largamente as tolerâncias humanas, sendo o acidente classificado como de impacto sem probabilidade de sobrevivência”.
O GPIAAF refere ainda que “todas as transmissões rádio efetuadas pelo tráfego em Bragança e durante o voo do acidente foram realizados ‘às cegas’, devido ao serviço de informação de tráfego deste aeródromo não estar ativo”.
Este organismo vai prosseguir com a investigação com vista à elaboração de um relatório final ao acidente.
in:diariodetrasosmontes.com
Foto: António Pereira
“Na sequência da execução de um conjunto de manobras ainda por determinar, a aeronave sofre uma falha estrutural catastrófica da raiz da asa direita, levando a que esta seja projetada contra a canópia [vidro do cockpit] e separando-se totalmente da aeronave”, refere uma nota informativa publicada esta tarde na página da internet do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários (GPIAAF).
O ultraleve, operado pelo Aero Clube de Bragança, descolou às 17:24 do Aeródromo Municipal de Bragança para um voo de recreio, com dois ocupantes e também sócios do aeroclube: um era instrutor desta categoria de aeronave, de 60 anos e conhecido empresário de Bragança, e o outro, um piloto, de 26 anos, que se encontrava em formação na TAP.
“O voo tinha como objetivo a apresentação da aeronave, recentemente adquirida pelo Aero Cube [de Bragança], ao sócio e passageiro, conforme prática em vigor na coletividade”, refere o GPIAAF.
O alerta para o acidente foi recebido às 17:54, meia hora após a descolagem.
Após a falha estrutural na asa direita, acrescenta a nota informativa, e com o modelo Sport Cruiser UL “fora de controlo, e com elevada razão de rotação (rolamento) pela direita, provocada pela sustentação da asa esquerda, a aeronave inicia uma trajetória em espiral descendente”, imobilizando-se a quase quilómetro e meio da soleira da pista 20 do Aeródromo de Bragança.
“Os destroços principais ficaram espalhados por uma área com cerca de 9.000 m2 [metros quadrados], tendo sido encontrados fragmentos da canópia a 348 metros da posição final da asa direita da aeronave. Não foram encontrados quaisquer indícios de explosão ou incêndio no pré ou pós acidente”, descreve o GPIAAF.
A nota informativa conta que “durante o impacto da aeronave com o solo foram desenvolvidas forças de desaceleração que excederam largamente as tolerâncias humanas, sendo o acidente classificado como de impacto sem probabilidade de sobrevivência”.
O GPIAAF refere ainda que “todas as transmissões rádio efetuadas pelo tráfego em Bragança e durante o voo do acidente foram realizados ‘às cegas’, devido ao serviço de informação de tráfego deste aeródromo não estar ativo”.
Este organismo vai prosseguir com a investigação com vista à elaboração de um relatório final ao acidente.
in:diariodetrasosmontes.com
Foto: António Pereira
Nordeste Informativo – o último jornal de Bragança no século XX
Em 1995, surgiu em Bragança um novo quinzenário, O Nordeste Informativo, que manteve este título até 1998. A partir desse ano, mudou o título para O Informativo, em virtude da confusão criada entre o Nordeste Informativo e o Jornal Nordeste, que já se publicava desde 1992. O Nordeste Informativo teve como diretora, até 2010, a dra. Isabel Chumbo.
Em 2010, O Informativo foi adquirido pelo Jornal Nordeste, que o transformou num suplemento desportivo deste último. Se A Voz do Nordeste era conotada com o PS, o Nordeste Informativo foi conotado com o PSD, por causa da ligação dos seus principais responsáveis a este partido político.
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Em jeito de síntese final, deixamos um quadro geral de todos os títulos da imprensa periódica de Bragança publicada no concelho de Bragança, desde o aparecimento de O Farol Transmontano, em 1845 (Quadro n.º 78).
Por outro lado, devemos ainda registar que os anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974 ficaram ainda marcados, no que à imprensa brigantina diz respeito, por um impressionante dinamismo, materializado nas numerosas publicações periódicas que foram dadas à estampa, de qualidade e duração muito variada, mas que acabam, no seu conjunto, por representar uma vontade quase inédita não só de ser informado, mas também de informar (Quadro n.º 79). Merece um especial destaque, neste particular, o papel desempenhado pelos estabelecimentos de ensino locais, mas também pelas associações culturais e pelo poder local.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
Em 2010, O Informativo foi adquirido pelo Jornal Nordeste, que o transformou num suplemento desportivo deste último. Se A Voz do Nordeste era conotada com o PS, o Nordeste Informativo foi conotado com o PSD, por causa da ligação dos seus principais responsáveis a este partido político.
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| Capa de uma das primeiras edições da revista Brigantia |
Por outro lado, devemos ainda registar que os anos que se seguiram ao 25 de Abril de 1974 ficaram ainda marcados, no que à imprensa brigantina diz respeito, por um impressionante dinamismo, materializado nas numerosas publicações periódicas que foram dadas à estampa, de qualidade e duração muito variada, mas que acabam, no seu conjunto, por representar uma vontade quase inédita não só de ser informado, mas também de informar (Quadro n.º 79). Merece um especial destaque, neste particular, o papel desempenhado pelos estabelecimentos de ensino locais, mas também pelas associações culturais e pelo poder local.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
Josephine Foster no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros
Josephine Foster apresenta “Faithful Fair Harmony” no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, dia 28 de Março às 21h30. Um concerto da de folk americano protagonizado por uma das suas grandes intérpretes da atualidade.
"Josephine Foster não é a mulher de tez pálida é, sim, garimpeira de folk que explora a guitarra, o ukelele, a harpa e o piano como quem procura pepitas de ouro e som num ribeiro rico de história, a do cancioneiro do oeste norte-americano.
Não é possível contar a história da folk norte-americana dos últimos 15 anos sem referir o nome de Josephine Foster. O seu mais recente disco, o duplo Faithful Fair Harmony, é mais uma prova da vitalidade e beleza da sua proposta".
Quando: 28 de março
Onde: Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros
Hora: 21:30H
Entrada: 2€
Organização: Município de Macedo de Cavaleiros
Produção: Dedos Bionicos
"Josephine Foster não é a mulher de tez pálida é, sim, garimpeira de folk que explora a guitarra, o ukelele, a harpa e o piano como quem procura pepitas de ouro e som num ribeiro rico de história, a do cancioneiro do oeste norte-americano.
Não é possível contar a história da folk norte-americana dos últimos 15 anos sem referir o nome de Josephine Foster. O seu mais recente disco, o duplo Faithful Fair Harmony, é mais uma prova da vitalidade e beleza da sua proposta".
Quando: 28 de março
Onde: Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros
Hora: 21:30H
Entrada: 2€
Organização: Município de Macedo de Cavaleiros
Produção: Dedos Bionicos
Autarquia de Macedo de Cavaleiros leva ginástica a todas as freguesias do concelho
O Município de Macedo de Cavaleiros reforçou a aposta na promoção da atividade física e no envelhecimento ativo alargando as aulas de ginástica a todas as freguesias do concelho.
“É uma aposta que temos vindo a fazer, em conjunto com os professores de Educação Física das Atividades de Enriquecimento Curricular, e que agora conseguimos fazer chegar a todo o concelho”, salienta Benjamim Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros.
“Concelho Ativo” é o nome desta iniciativa promovida pela autarquia e que “pretende contribuir para o reforço da atividade física e da mobilidade dos munícipes”. “Atendendo às características da nossa população, é também uma forma de promovermos o envelhecimento ativo dos macedenses e de combater o isolamento a que, muitas vezes, as pessoas mais idosas estão sujeitas”, explica Benjamim Rodrigues.
O autarca de Macedo de Cavaleiros esclarece que “no âmbito do esforço desenvolvido pela autarquia para contratar mais professores a tempo inteiro para lecionar as AEC’s no concelho, decidimos estender a sua atividade a todas as freguesias”. Os onze professores de Educação Física vão assim uma ou duas vezes por semana a cada freguesia para lecionar a aula de ginástica.
“Trata-se de uma iniciativa que tem tido uma aceitação extraordinária junto das pessoas, que aderiram muito bem a este desafio lançado pelo município”, acrescenta o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros.
in:noticiasdonordeste.pt
“É uma aposta que temos vindo a fazer, em conjunto com os professores de Educação Física das Atividades de Enriquecimento Curricular, e que agora conseguimos fazer chegar a todo o concelho”, salienta Benjamim Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros.
“Concelho Ativo” é o nome desta iniciativa promovida pela autarquia e que “pretende contribuir para o reforço da atividade física e da mobilidade dos munícipes”. “Atendendo às características da nossa população, é também uma forma de promovermos o envelhecimento ativo dos macedenses e de combater o isolamento a que, muitas vezes, as pessoas mais idosas estão sujeitas”, explica Benjamim Rodrigues.
O autarca de Macedo de Cavaleiros esclarece que “no âmbito do esforço desenvolvido pela autarquia para contratar mais professores a tempo inteiro para lecionar as AEC’s no concelho, decidimos estender a sua atividade a todas as freguesias”. Os onze professores de Educação Física vão assim uma ou duas vezes por semana a cada freguesia para lecionar a aula de ginástica.
“Trata-se de uma iniciativa que tem tido uma aceitação extraordinária junto das pessoas, que aderiram muito bem a este desafio lançado pelo município”, acrescenta o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros.
in:noticiasdonordeste.pt
Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé inaugurou as obras de requalificação do lagar de azeite
A Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé inaugurou recentemente as obras de requalificação e reforço do lagar de azeite, um investimento que vai beneficiar uma larga franja de agricultores de todo o concelho.
Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé inaugurou as obras de requalificação do lagar de azeite
Esta infra-estrutura vai permitir melhorar o serviço prestado aos olivicultores através do reforço da capacidade de produção e do armazenamento de azeite, num concelho onde esta cultura tem vindo a crescer.
As obras de requalificação foram recentemente inauguradas num cerimónia simbólica que contou com a presença de todos os membros dos órgãos sociais da Cooperativa, funcionários e da Presidente da Câmara Municipal, Berta Nunes, que procedeu ao ato simbólico de descerramento da placa alusiva às obras.
Recorde-se que a Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé é uma importante instituição de cariz agrícola do concelho, prestando apoio aos agricultores nas diversas fileiras, como o azeite, os frutos secos, os hortofrutícolas, os viveiros e também na área dos serviços e da formação. É também um dos grandes produtores de cereja de Alfândega da Fé e do azeite DOP-Trás-os-Montes.
Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé inaugurou as obras de requalificação do lagar de azeite
No âmbito de um protocolo firmado com o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e com a Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) foi reconhecida como uma Organização de Tratamento do Cancro do Castanheiro (OTC), estando a implementar a luta biológica contra o cancro do castanheiro no concelho de Alfândega da Fé.
É entidade receptora da Associação de Jovens Agricultores de Portugal (AJAP) e foi distinguida como empresa PME Líder durante 4 anos consecutivos, um reflexo do seu trabalho e do empenho profissional ao serviços dos agricultores do concelho de Alfândega da Fé.
in:noticiasdonordeste.pt
Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé inaugurou as obras de requalificação do lagar de azeite
Esta infra-estrutura vai permitir melhorar o serviço prestado aos olivicultores através do reforço da capacidade de produção e do armazenamento de azeite, num concelho onde esta cultura tem vindo a crescer.
As obras de requalificação foram recentemente inauguradas num cerimónia simbólica que contou com a presença de todos os membros dos órgãos sociais da Cooperativa, funcionários e da Presidente da Câmara Municipal, Berta Nunes, que procedeu ao ato simbólico de descerramento da placa alusiva às obras.
Recorde-se que a Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé é uma importante instituição de cariz agrícola do concelho, prestando apoio aos agricultores nas diversas fileiras, como o azeite, os frutos secos, os hortofrutícolas, os viveiros e também na área dos serviços e da formação. É também um dos grandes produtores de cereja de Alfândega da Fé e do azeite DOP-Trás-os-Montes.
Cooperativa Agrícola de Alfândega da Fé inaugurou as obras de requalificação do lagar de azeite
No âmbito de um protocolo firmado com o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) e com a Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) foi reconhecida como uma Organização de Tratamento do Cancro do Castanheiro (OTC), estando a implementar a luta biológica contra o cancro do castanheiro no concelho de Alfândega da Fé.
É entidade receptora da Associação de Jovens Agricultores de Portugal (AJAP) e foi distinguida como empresa PME Líder durante 4 anos consecutivos, um reflexo do seu trabalho e do empenho profissional ao serviços dos agricultores do concelho de Alfândega da Fé.
in:noticiasdonordeste.pt
PJ deteve homem de 72 anos por abuso sexual de pessoas incapaz de resistência e recurso à prostituição de menores
A Polícia Judiciária identificou e deteve um homem indiciado pela prática dos crimes de abuso sexual de pessoas incapaz de resistência, recurso à prostituição de menores e importunação sexual em Macedo de Cavaleiros.
Os factos susceptíveis de enquadrar o crime de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência, uma mulher de 20 anos de idade, ocorreram entre Janeiro de 2017 e início do ano de 2018, numa residência em Macedo.
Os crimes de recurso à prostituição de menores e de importunação sexual terão ocorrido entre 2018 e início do ano de 2019, num estabelecimento comercial também naquela cidade, envolvendo jovens mulheres com idades entre os 15 e os 18 anos.
O detido, de 72 anos de idade e comerciante, vai ser presente a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
Escrito por Brigantia
Os factos susceptíveis de enquadrar o crime de abuso sexual de pessoa incapaz de resistência, uma mulher de 20 anos de idade, ocorreram entre Janeiro de 2017 e início do ano de 2018, numa residência em Macedo.
Os crimes de recurso à prostituição de menores e de importunação sexual terão ocorrido entre 2018 e início do ano de 2019, num estabelecimento comercial também naquela cidade, envolvendo jovens mulheres com idades entre os 15 e os 18 anos.
O detido, de 72 anos de idade e comerciante, vai ser presente a interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.
Escrito por Brigantia
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