Foram registados dois furtos esta madrugada em Macedo de Cavaleiros, um no edifício da Câmara Municipal e outro em uma loja de roupa para criança.
Segundo o Comando Territorial da GNR de Bragança, os assaltantes terão entrado pelas portas traseiras do edifício da câmara mas apenas furtaram dinheiro, numa quantia inferior a 20 euros.
Pedro Mascarenhas, Vice-Presidente do Município, diz que o dinheiro não pertence à autarquia e resta agora avaliar se algum documento está em falta.
“Numa primeira avaliação não houve roubo de valores, pelo menos pertencentes ao Município. Poderia haver valores nas gavetas pertencentes a algum trabalhador mas não ao Município. Não houve sequer tentativa de arrombamento dos cofres ou do local onde os cofres estão. Se bem que, o assalto se limitou a essa ala, onde estão os cofres.
Abriram as gavetas e os armários de todos os gabinetes do setor de obras e candidaturas e do setor de manutenção urbana. À partida também não notamos a falta de nada mas ainda está a ser avaliado.
Achamos estranho terem feito o assalto e terem passado apenas nesta ala porque depois de estarem cá dentro tinham acesso à Câmara toda e não foram a mais lado nenhum.”
Quanto à loja de roupa, o prejuízo ainda está a ser avaliado pelos militares da GNR mas a proprietária avançou que foram levados dinheiro e roupa.
O Núcleo de Investigação Criminal ainda está no local a investigar as ocorrências.
Escrito por ONDA LIVRE
quarta-feira, 2 de maio de 2018
TORRE DE D. CHAMA - Freguesias do Concelho de Mirandela
TORRE DE D. CHAMA é uma Vila sede da maior freguesia rural de Mirandela, que ocupa uma extensa área. Dista desta cidade cerca de 24 km. Situa se na margem esquerda do rio Tuela, a pouco mais de 3 km, a NNE da sede de concelho. Tem defronte a mole verde da Serra da Nogueira, e a Sul as férteis terras de Macedo de Cavaleiros. É atravessada por diversos ribeiros.
A sua História é riquíssima, e, só por si, não cabia neste apontamento. Contudo, cabe nos aqui dar algumas indicações importantes sobre esta terra transmontana. Existindo já antes da Formação de Portugal, este nome de Torre de D. Chama evidencia claramente a sua indicação de uma "Torre", e uma senhora local "Dona" do lugar, que se chamava "Chama ", proveniente de "Flamula" que deu "Chamôa" e depois "Chama". Esta ligação de palavras é tão identificativa, que existe uma lenda local que nos mostra a relação dessas palavras com clarividência. O Dicionário Geográfico do Reino de Portugal vol. 37, folhas 73, assim o indica. (ver lendas). Nas chancelarias medievais surge com a designação de: Turris de Domina Flamula.
Já no século XIII , no Foral de D. Dinis, aparece com o nome de Torre de Dona Cliâmoa. Alguns historiadores indicam até uma certa coincidência com a lenda atrás transcrita, que uma nobre dama, Dona Châmoa Rodrigues, que ali teria vivido pelo ano de 960, e por isso consideram na a fundadora da localidade. Tem vastos achados arqueológicos, e vestígios que ainda hoje podemos testemunhar no local como o monumento tipo berrão "a Ursa" de pedra junto ao Pelourinho que nos fazem pensar em povoamento muito remoto. No Monte de S. Brás existe uma ermida àquele santo, cuja capela está rodeada dos restos da muralha de um forte Luso romano. Pensa se que o próprio culto de S. Brás tenha sucedido após a ruína de um outro templo pré existente, a outro culto (talvez Santa Maria que é o orago local).
É que, entre nós, o S. Brás não era dos favoritos da Alta Idade Média. Estes muros castrejos sofreram as diferentes passagens de povos, dos romanos, dos mouros e dos cristãos entre outros. O próprio Pároco local de 1758 é de opinião que aqueles restos de povoado no Monte de S. Brás, teriam sido a primitiva povoação da Torre, que depois se transferiu para o sopé daquele mesmo monte. Vários utensílios de cobre e bronze, além de alguma cerâmica, têm sido até encontrados. Em Plena Idade Média, Torre de D. Chama começa a ganhar mais importância, inclusive estratégica. Nesse sentido, e para a repovoar, o rei D. Dinis dá lhe Foral em 25 4 1287, renovando o a 25 3 1299. Mais tarde, D. Manuel I concede lhe novo Foral a 14 5 1512. Contudo, a sua tradição municipalista deverá ter começado antes do século XIII. No tempo de D. Fernando, o senhorio da vila passa para um fidalgo Castelhano, por este considerar o rei de Portugal como seu rei. Só que, com a Regência do Mestre de Avis, Torre de D. Chama passa para um português fiel, Gonçalo Vasques Guedes, ao mesmo tempo senhor de Murça. Manteve-se nessa família de geração em geração.
A Paróquia, no século XVIII tinha pároco, provido pela Abadia de Guide. O concelho é extinto a 24 X 1855, e era composto por várias freguesias dos actuais concelhos de Vinhais, Macedo de Cavaleiros e Mirandela, como Espadanedo, Ervedosa, Ferreira, Fradizela, Lamalonga, Guide, S. Pedro Velho. Porém, devido a um bairrismo intenso, e a um desenvolvimento crescente, torre de D. Chama passa a Vila de novo em 1991. Mesmo sem ser concelho, como defendia o abade de Baçal e muitos dos seus habitantes, a Vila da Torre impôs se no conjunto das freguesias rurais de Mirandela.
Em 1530, segundo o numeramento dessa época o seu termo tinha 317 moradores distribuídos assim pelas suas aldeias de então: Lama Longa e Argana com 10 cada, Vilar d'Ouro, Ribeirinha com 6, Ferradosa, Mosteirô e Seixo com 7, Vai D'Amieiro 3, Couços, Regadeiro, Vai de Navalho com 9, Vilares 12, S. Pedro Velho 21, Fornos 18, Melles 25,Guide 37, Vale de Gouvinhas 17, Fradizela 26, Vale de Prados 14, Múrias 24 Gandariças 4, Vale Maior 11, Vila Nova 6. Em 1796 o concelho tinha 1391 homens, 1289 mulheres, 4 barbeiros, 17 eclesiásticos seculares, 3 pessoas literárias, 41 sem ocupação, 6 negociantes, 4 cirurgiões, 2 boticários, 290 lavradores e 140 jornaleiros, 24 alfaiates, 20 sapateiros, 7 carpinteiros, 14 pedreiros, 4 ferreiros, 5 ferradores, 1 chapeleiro, 7 almocreves, 56 criados e 47 criadas. Já em 1960 podemos indicar na Torre carreiras de camionetes para Bragança e Mirandela, sendo o principal comércio o azeite, cereais, fruta e vinho.
Ali estavam instalados vários serviços económico sociais: 1 depósito de adubos. 2 agências bancárias, 1 agência funerária, 1 agência de jornais, 4 agentes de seguros, 4 albardeiros, 7 alfaiates, 1 grupo desportivo e Casa do Povo, 1 garagem de automóveis, 1 lagar de azeite, 1 negociante deste produto, 4 barbeiros, 2 cafés, 1 farmácia, 1 ferrador, 1 filarmónica da Casa do Povo, 1 depósito de gasolina, 4 latoeiros, 1 agente de máquinas agrícolas, 3 médicos, 7 mercearias, 4 fábricas de moagem, 3 pensões, 4 professores, posto de Registo Civil, 3 serralharias civis, 3 talhos, 2 tamanqueiros e três transportes de mercadorias. Em 1950 tinha 2120 habitantes sendo 1.050 do sexo masculino e 1.070 do feminino. Em 1960 tinha 1.890 pessoas e em 1991 eram residentes 1.587. No Censo de 2001 a sua população ficava se pelos 1.386 habitantes, sendo 654 do sexo masculino. A freguesia da Vila de Torre de D. Chama tem vastos recursos, e os seus habitantes não se dedicam só à agricultura. Embora esta seja a actividade preponderante, a pecuária, o comércio, o ensino e outros serviços têm prosperado na localidade. A que, certamente não será estranho uma triplicidade de condições: a sua situação geográfica, ficando a 25 km de Mirandela, ou de Macedo de Cavaleiros ou de Valpaços, 50 km de Bragança, no coração da Terra Quente; a sua extensão de território; as suas potencialidades que a dinâmica dos habitantes e residentes sabem aproveitar.
A agricultura tem a servi Ia um comércio relacionado com as sementes, os enxertos, os adubos, calagem, rações e derivados, alfaias e máquinas etc. Produz abundantemente azeite, vinho, frutas diversas e cereais. A mecanização já vai sendo uma realidade, a par de muito tradicionalismo, onde não faltam os muares e as carroças, os arados, charruas, enxadas e por aí fora. Na pecuária há explorações de gado bovino, ovino, caprino e suíno. Industrialmente também já tem algum peso. Fábricas de moagem de farinhas, de pastelaria fina, padarias com fornos de cozer o pão, extracção de azeite, blocos e vigas de cimento, préesforçados, areias, gravilha e brita, cerâmica, transformação e tratamento de mármores e granitos. Como também a adega, oficinas de alumínios, ferragens, serrações, carpintarias mecânicas e unidades agro pecuárias. Tem estações de serviços e reparação de automóveis, farmácia, barbearias, relojoarias, alfaiatarias, cafés, restaurantes, bares, armazéns e retalhistas diversos, supermercados, talhos, peixaria, fazendaria, mercearias e miudezas, pronto a vestir, perfumaria, sapatarias com consertos rápidos, electrodomésticos, móveis, construção civil, alcatifas e artigos de decoração. As duas feiras, a 5 e a 17 de cada mês e as anuais de 5 de Novembro (Santos) e 5 de Janeiro (Reis), dão um ar de feiras francas e romarias, principalmente as duas últimas, atraindo muita gente vendendo ou comprando, e até convivendo.
No aspecto sócio cultural a Torre marca bem a diferença em relação às restantes freguesias rurais do concelho. Tem Casa do Povo e Delegação da Segurança Social com corpo médico, enfermagem e diversos serviços, que inclui ambulância. Agências Bancárias, Estação dos CTT, Posto da GNR, Bombeiros Voluntários fundados a 16 de Março de 1978. Possui uma Associação Cultural que já pretendeu recriar uma Banda de Música. O Grupo Desportivo foi fundado também em 1978. A Festa dos Caretos a 26 de Dezembro representa a luta entre cristãos e mouros. Deriva das festas pagãs entre o bem e o mal, a luz e as trevas, o sagrado e o profano. Segundo o povo é esta luta que está na origem da povoação de Torre de D. Chama em que os cristãos tomam o castelo de assalto aos mouros. No ensino orgulha se de ter vários níveis: pré primário, primário, preparatório e secundário, este particular. O 1.° desde 1985/86 com 2 estabelecimentos, o segundo com cerca de 100 alunos, o 3° criado em 1977 e com novas instalações inauguradas em 1986, e o último um Colégio. O ensino Secundário foi a partir de 1977/78, e a partir de 1985/86 passou a ter curso complementar nalgumas áreas. A Torre tem também muitos pontos de atracção turística. desde a gastronomia ao artesanato, passando pelos lugares típicos, monumentos, romarias e festas e tradições. Vários pratos relacionados com os enchidos e o presunto; no artesanato a latoaria, albardaria e tecelagem. A Ponte Romana sobre o rio Tuela, o Monte de S. Brás, o Pelourinho e a sua "ursa" no Largo da Berrôa, A Igreja Matriz, o Santuário do Senhor dos Aflitos. As festas típicas e tradicionais são: S. Brás, à volta de 3 de Fevereiro, sendo precedida pela festa de N.a Sr.a das Candeias que tem carácter regional e termina com a partilha das merendas que levam nos farnéis. Festa do Divino Senhor dos Passos, no 2.° fim de semana de Agosto, é a Festa da Vila, de carácter cultural, recreativo e religioso. Depois, a 14 de Setembro, há a festa do Divino senhor dos Aflitos com a sua pequena Capela. A 25 e 26 de Dezembro é a festa de Santo Estêvão e dos Caretos. Esta última ganhou um tipicismo peculiar, embora com algumas alterações ao sabor dos tempos e da organização. Porém, ultimamente consta das seguintes partes: "Deitar os jogos à Praça" no dia 25, sobre a tarde. Ao escurecer é o "roubar dos burros". Depois "a Fogueira". A 26 "a passagem da cigarrada ", pelas 10 horas é o Carnaval antecipado com rapazes vestidos de raparigas e vice versa. Chamam lhe "as Madannas". Após o almoço é a "bênção do pão" no adro da Igreja. E, finalmente é o "Correr a Mourisca". Não faltam os reis mouros e cristãos, os caçadores e as mouriscas. É a apoteose da festa, com jogos próprios, gritos, caixas e bombos.
Mosteirô tem bons terrenos agrícolas e casas antigas xistosas, bem como uma Igreja interessante em cantaria regional.
Guide possui uma grandiosidade ancestral no campo paroquial, mas agora destaca se a Igreja, largo principal e casas bem agradáveis demonstrando algum cuidado de construção antiga, a par das modernas que não ligam muito bem.
Vilares fica na estrada que de Mirandela dá acesso à Torre, a cerca de 4 quilómetros, e são apenas escassas dezenas de casas, com destaque para a Capela e Casa Rural rica também com capela, em linda cantaria bem aparelhada e com várias saliências.
In III volume do Dicionário dos mais ilustres Trasmontanos e Alto Durienses, coordenado por Barroso da Fonte.
O tradicional passeio pedestre Pela Calçada de Alpajares, um dos locais mais míticos do Douro, vai realizar-se a 19 de Maio, Sábado
O tradicional passeio pedestre Pela Calçada de Alpajares, um dos locais mais míticos do Douro, vai realizar-se a 19 de Maio, Sábado, com inscrições limitadas a 17 de Maio, Quinta-feira.
De organização conjunta entre o Município de Freixo de Espada à Cinta e a Junta de Freguesia de Poiares, o passeio pedestre, de dificuldade média-baixa, percorre uma das zonas mais emblemáticas de Freixo de Espada à Cinta e de todo o Douro.
Com inicio no Penedo Durão, decano dos Miradouros, o percurso é guiado por especialistas em Geologia e Arqueologia, temáticas bem evidentes em todo o trajecto, e acompanhado por Gaiteiros e Burros de raça Mirandesa.
A inscrição, de valor simbólico, contempla duas refeições tradicionais: mata-bicho e almoço, este último servido próximo do Castro de São Paulo.
Inscrições
Menores de 6 anos Grátis
Dos 7 aos 12 anos 5,00€
Maiores de 13 anos 10,00€
Almoço incluído
As inscrições são limitadas até ao dia 17/05/2018
Mais informações
Posto de Turismo
Telef 00351 279 653 480
E-mail turismo@cm-fec.pt
joao.castanho@cm-fec.pt
tiago.sapage@cm-fec.pt
De organização conjunta entre o Município de Freixo de Espada à Cinta e a Junta de Freguesia de Poiares, o passeio pedestre, de dificuldade média-baixa, percorre uma das zonas mais emblemáticas de Freixo de Espada à Cinta e de todo o Douro.
Com inicio no Penedo Durão, decano dos Miradouros, o percurso é guiado por especialistas em Geologia e Arqueologia, temáticas bem evidentes em todo o trajecto, e acompanhado por Gaiteiros e Burros de raça Mirandesa.
A inscrição, de valor simbólico, contempla duas refeições tradicionais: mata-bicho e almoço, este último servido próximo do Castro de São Paulo.
Inscrições
Menores de 6 anos Grátis
Dos 7 aos 12 anos 5,00€
Maiores de 13 anos 10,00€
Almoço incluído
As inscrições são limitadas até ao dia 17/05/2018
Mais informações
Posto de Turismo
Telef 00351 279 653 480
E-mail turismo@cm-fec.pt
joao.castanho@cm-fec.pt
tiago.sapage@cm-fec.pt
Exposição "Artfio" de Carlos Ferreira
Os trabalhos em fio são um produto derivado do esforço de vários factores, onde a criatividade impera, no sentido onde se criam, desenhos, imagens e movimentos importantes no sentido e construção dos quadros, com um valor artístico muito apreciado.
São inúmeros e variados os resultados obtidos, com maior ou com menor importância, uns mais conseguidos que outros, mas todos definem a alma criadora que os realizou. Sempre serão olhados pelo criador como obra magnífica, completa e mais bonita que foi realizada.
É impressionante o valor sentimental, superior a qualquer valor comercial, que a essa obra possa ser atribuída.
Cada trabalho contém no seu espaço a criatividade, beleza e a importância relevante, de acordo com os parâmetros que o motivaram.
Nem sempre os objectivos são conseguidos e na maioria dos casos a ideia inicial foi sucessivamente alterada até se atingir essa obra-prima.
A verdade de esta obra reflecte a imaginação e a originalidade complementada com a sua execução, apresentando o resultado final das mais variadas formas de a conseguir.
Todo e qualquer quadro realizado permite obter e atingir padrões de criatividade, muitas vezes sem limite, conseguindo-se assim realizar autênticas obras-primas, que vão perdurar, ao longo dos tempos.
Um quadro em fio é muito mais do que se apresenta, pois é o resultado de vários factores que se conjuntam permitindo obter resultados espectaculares.
O artista definiu em três partes fundamentais a sua obra, “MONUMENTOS”, ” GEOMETRIAS” e “IMAGINÁRIO”, onde fundamenta a sua criatividade de forma plena.
“MONUMENTOS” – A criatividade usada na reprodução total e plena do monumento em questão, permite atingir níveis muito elevados e originais, na forma de reproduzir e apresentar o quadro.
“GEOMETRIAS” – As formas definidas dos objectos, permitem ondular pelos espaços criando movimentos e formas suaves, criando efeitos claros e precisos.
“IMAGINÁRIO” – Aqui o artista deixa fluir a sua mente através dos movimentos e das cores, espraiando momentos únicos e de uma beleza sublime, criando espaços, áreas, ondas e movimentos de formas sincopadas que permitem momentos imaginários únicos, na forma interpretativa de cada um.
Currículo do artista
Desde sempre que o sentido artisitico o acompanhou, na sua caminhada, vagando ao longo de uma vida, teimando em recriar, desenhos, movimentos, elementos e sentidos, que na maioria entorpeciam a mente de imagens e movimentos muitas vezes, confusos, abstratos, reais e cheios de contrastes, que transportando-os pelas suas mãos, se obtinham conjuntos simétricos defenidos à imagem do modelo reproduzido, outros geometricamente realizados e alguns abstratos que permitem, viajar com a nossa imaginação, através do contexto pre-defenido, absorvendo e recriando, o sentido transmitido, pelo artista e depositado, no seu elaborado trabalho.
Foram várias as fases vividas pelo artista e também muitas pausas, durante este tempo foram metaformeadas as incidencias e últimemente, depois de longa reflexção o artista, procurou encontrar novas diretorias e novas dimensões, para ampliar e completar, os movimentos sublimes das suas obras.
É nas linhas retas dos trabalhos em fios que consegue, com recurso aos pregos ordeiramente colocados, as curvaturas e os movimentos tridimensionais, que permitem absorver a beleza conjunta dos momentos aí delineados, nos ajudam a compreender a sua dimensão e a profundidade transmitida em cada movimento.
Nunca procurou copiar ou reproduzir fielmente os seus desenhos, ou trabalhos, mas sim elaborar e recriar as linhas que, permitam absorver toda a sua representatividade.
CM de Miranda do Douro
São inúmeros e variados os resultados obtidos, com maior ou com menor importância, uns mais conseguidos que outros, mas todos definem a alma criadora que os realizou. Sempre serão olhados pelo criador como obra magnífica, completa e mais bonita que foi realizada.
É impressionante o valor sentimental, superior a qualquer valor comercial, que a essa obra possa ser atribuída.
Cada trabalho contém no seu espaço a criatividade, beleza e a importância relevante, de acordo com os parâmetros que o motivaram.
Nem sempre os objectivos são conseguidos e na maioria dos casos a ideia inicial foi sucessivamente alterada até se atingir essa obra-prima.
A verdade de esta obra reflecte a imaginação e a originalidade complementada com a sua execução, apresentando o resultado final das mais variadas formas de a conseguir.
Todo e qualquer quadro realizado permite obter e atingir padrões de criatividade, muitas vezes sem limite, conseguindo-se assim realizar autênticas obras-primas, que vão perdurar, ao longo dos tempos.
Um quadro em fio é muito mais do que se apresenta, pois é o resultado de vários factores que se conjuntam permitindo obter resultados espectaculares.
O artista definiu em três partes fundamentais a sua obra, “MONUMENTOS”, ” GEOMETRIAS” e “IMAGINÁRIO”, onde fundamenta a sua criatividade de forma plena.
“MONUMENTOS” – A criatividade usada na reprodução total e plena do monumento em questão, permite atingir níveis muito elevados e originais, na forma de reproduzir e apresentar o quadro.
“GEOMETRIAS” – As formas definidas dos objectos, permitem ondular pelos espaços criando movimentos e formas suaves, criando efeitos claros e precisos.
“IMAGINÁRIO” – Aqui o artista deixa fluir a sua mente através dos movimentos e das cores, espraiando momentos únicos e de uma beleza sublime, criando espaços, áreas, ondas e movimentos de formas sincopadas que permitem momentos imaginários únicos, na forma interpretativa de cada um.
Currículo do artista
Desde sempre que o sentido artisitico o acompanhou, na sua caminhada, vagando ao longo de uma vida, teimando em recriar, desenhos, movimentos, elementos e sentidos, que na maioria entorpeciam a mente de imagens e movimentos muitas vezes, confusos, abstratos, reais e cheios de contrastes, que transportando-os pelas suas mãos, se obtinham conjuntos simétricos defenidos à imagem do modelo reproduzido, outros geometricamente realizados e alguns abstratos que permitem, viajar com a nossa imaginação, através do contexto pre-defenido, absorvendo e recriando, o sentido transmitido, pelo artista e depositado, no seu elaborado trabalho.
Foram várias as fases vividas pelo artista e também muitas pausas, durante este tempo foram metaformeadas as incidencias e últimemente, depois de longa reflexção o artista, procurou encontrar novas diretorias e novas dimensões, para ampliar e completar, os movimentos sublimes das suas obras.
É nas linhas retas dos trabalhos em fios que consegue, com recurso aos pregos ordeiramente colocados, as curvaturas e os movimentos tridimensionais, que permitem absorver a beleza conjunta dos momentos aí delineados, nos ajudam a compreender a sua dimensão e a profundidade transmitida em cada movimento.
Nunca procurou copiar ou reproduzir fielmente os seus desenhos, ou trabalhos, mas sim elaborar e recriar as linhas que, permitam absorver toda a sua representatividade.
CM de Miranda do Douro
Rota das Maias - Cabeça Boa
Inscrições até ao dia 04 de Maio ás 12h00 no Posto de Turismo, Gabinete de Desporto da Câmara Municipal e na Junta de Freguesia de Cabeça Boa.
IPB promove Dia Internacional do Fascínio das Plantas
O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) promove no próximo dia 18 de maio o Dia Internacional do Fascínio das Plantas, que terá as suas atividades em Bragança.
Todas as Escolas, Associações, IPSS, população em geral e todos aqueles que sintam poder contribuir para esta iniciativa estão convidados a participar por aquela instituição universitária. A iniciativa será promovida em Bragança, no Parque do Eixo Atlântico e na Praça da Sé, entre as 10h e as 13h do dia 18 de maio.
Nesse dia será feita a distribuição de plantas, produzidas nas estufas da ESA, pelos alunos de diferentes níveis de ensino e população em geral. Far-se-á também a distribuição simbólica de fruta e desenvolvimento de atividades relacionadas com a saúde e a dietética, ligada à importância das plantas como alimento.
Neste Dia Internacional do Fascínio das Plantas serão ainda desenvolvidas atividades criativas com crianças e jovens relacionadas com o conhecimento, importância e aplicações das plantas, uma ação pedagógica a propor pelos docentes das várias áreas e escolas e a realizar e acompanhar por alunos e docentes.
A animação será feita pelos alunos do IPB das várias Escolas e Cursos com a distribuição de balões, pinturas faciais, ginástica, dança e música com a atuação das Tunas do IPB.
Todas as Escolas, Associações, IPSS, população em geral e todos aqueles que sintam poder contribuir para esta iniciativa estão convidados a participar por aquela instituição universitária. A iniciativa será promovida em Bragança, no Parque do Eixo Atlântico e na Praça da Sé, entre as 10h e as 13h do dia 18 de maio.
Nesse dia será feita a distribuição de plantas, produzidas nas estufas da ESA, pelos alunos de diferentes níveis de ensino e população em geral. Far-se-á também a distribuição simbólica de fruta e desenvolvimento de atividades relacionadas com a saúde e a dietética, ligada à importância das plantas como alimento.
Neste Dia Internacional do Fascínio das Plantas serão ainda desenvolvidas atividades criativas com crianças e jovens relacionadas com o conhecimento, importância e aplicações das plantas, uma ação pedagógica a propor pelos docentes das várias áreas e escolas e a realizar e acompanhar por alunos e docentes.
A animação será feita pelos alunos do IPB das várias Escolas e Cursos com a distribuição de balões, pinturas faciais, ginástica, dança e música com a atuação das Tunas do IPB.
Jovens detidos por furto de automóvel e combustível em Duas Igrejas
Militares do posto territorial da GNR em Mogadouro detiveram uma mulher e um homem por furto de um veículo e de combustível na localidade de Duas Igrejas, em Miranda do Douro, no passado sábado.
Os suspeitos, com 25 e 24 anos, haviam furtado a viatura, que se encontrava estacionada na via publica, no dia anterior, com recurso a chave falsa, tendo também furtado combustível de um outro, que se encontrava estacionado num armazém nas proximidades. "Os militares, tendo conhecimento das características do veículo furtado, iniciaram as diligências, conseguindo interceptá-lo", referiu uma fonte de GNR.Os detidos, após terem sido presentes ao Tribunal Judicial de Miranda do Douro, ficaram sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência. O veículo foi recuperado e entregue ao legítimo proprietário.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Os suspeitos, com 25 e 24 anos, haviam furtado a viatura, que se encontrava estacionada na via publica, no dia anterior, com recurso a chave falsa, tendo também furtado combustível de um outro, que se encontrava estacionado num armazém nas proximidades. "Os militares, tendo conhecimento das características do veículo furtado, iniciaram as diligências, conseguindo interceptá-lo", referiu uma fonte de GNR.Os detidos, após terem sido presentes ao Tribunal Judicial de Miranda do Douro, ficaram sujeitos à medida de coação de termo de identidade e residência. O veículo foi recuperado e entregue ao legítimo proprietário.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Feira das Cantarinhas já ao virar da esquina
A XXXII Feira de Artesanato de Bragança começa já amanhã, dando o mote para o arranque no dia 4 de mais uma Feira das Cantarinhas que, a partir deste ano, decorrerá no primeiro fim de semana de maio.
Conforme noticiado anteriormente pelo Diário de Trás-os-Montes, este ano, após auscultação de cidadãos, feirantes e comerciantes, o município brigantino decidiu alterar a data da Feira das Cantarinhas para o primeiro fim-de-semana de maio, ou seja, entre os dias 4 e 6 de maio. Entretanto, a abrir as hostes estará a 32ª edição da Feira do Artesanato que começa já amanhã, dia 2, para só terminar a 6 de maio, no mesmo dia em que encerra, também, um dos certames mais antigos do país e, certamente, a maior feira da região nordestina, coincidindo, assim, três dias com a Feira das Cantarinhas e com o Dia da Mãe.
Ainda por entendimento da organização, resolveu manter-se a tradicional feira das Cantarinhas no centro da cidade, sendo que a Feira do Artesanato será realizada na Praça Camões, dando resposta às solicitações de participação na feira.
“A Feira das Cantarinhas continua a ser um evento de promoção económica, sendo, seguramente, a maior feira da região e, este ano, desafiámos algumas entidades a colaborarem connosco diretamente na construção de uma cantarinha para ficar exposta em espaço público”, começou por declarar o edil brigantino no final da conferência de imprensa de apresentação do certame. “Há 11 entidades que estão a dar esse contributo, a colaborar cada uma à sua maneira e sem impormos regra absolutamente nenhuma”, continuou Hernâni Dias que classifica esta iniciativa como “interessante” dada a cooperação necessária entre as diversas entidades. “
Integrado no Programa da Feira das cantarinhas e Artesanato, vai realizar-se no dia 5 de maio a transmissão em direto do programa RTP – Aqui Portugal entre as 14 e as 20 horas na Praça Camões. “Este ano, uma vez que a feira vai decorrer durante o fim de semana temos a oportunidade de trazer aqui um programa da RTP com o objetivo claríssimo de continuarmos a fazer a promoção do evento, projetando-o ainda mais, de forma a que consigamos ter cada vez mais pessoas nesta feira”, sublinhou o autarca brigantino, para quem esta iniciativa é “representativa sob o ponto de vista económico e turístico”. Até porque o município tem vindo a apostar cada vez mais na divulgação desta e de outras iniciativas, inclusive, do outro lado da fronteira “para que os espanhóis possam vir durante o fim de semana visitar o nosso território”.
Nas imediações do Pavilhão Municipal Arnaldo Pereira, miúdos e graúdos poderão encontrar as mais variadas diversões que, juntamente, com as roulottes de farturas, comes e bebes, estarão a funcionar até ao dia 13 de maio.
Hernâni Dias relembrou, ainda, a prova desportiva que, inserida no certame, terá lugar no domingo, último dia da feira, que é a Corrida das Cantarinhas. Uma prova de atletismo que trará à capital do nordeste mais de 400 atletas. (Ver notícia AQUI. )
Quanto à animação musical, os concertos estarão a cargo da banda Zíngarus Folk Rock no dia 2 de maio. No dia seguinte, quinta-feira, o fado sairá pela boca e lábios de Vanessa Martins. Sexta, será a vez do projeto musical Ensemble Acoustic Sessions subir ao palco, enquanto na última noite, sábado, será a vez da banda Xeque Mate animar as hostes. Trata-se, nas palavras de Hernâni Dias, de “valorizar o evento dando voz aos artistas locais, até porque “não estamos a tentar fazer da Feira das Cantarinhas umas Festas da Cidade”.
Em termos de orçamento, o município brigantino, o “grande financiador do evento”, efetuou um investimento a rondar os 53 mil euros que abarcou despesas como a promoção do evento, o aluguer de stands, material de divulgação como outdoors e flyers, bem como tudo o que tenha a ver com a logística para programa da RTP.
Por sua vez, a Associação Comercial Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), entidade que assume a organização conjunta com a autarquia, protagonizou despesas na ordem dos 23 mil euros com animação, som, iluminação, PSP, fiscalização, combustíveis, comunicações, refeições, entre outras. No entanto, está previsto um retorno superior com receitas próximas dos 26 mil euros, resultantes da cobrança de ocupação de espaços e stands aos feirantes e artesãos.
Para além dos 300 comerciantes presentes na Feira das Cantarinhas e dos 66 expositores na Feira do Artesanato, a presidente da ACISB referiu que muitos foram aqueles que ficaram em lista de espera, dado que não havia mais espaços disponíveis para ceder. “Em termos de números, falamos sensivelmente nos mesmos em relação ao ano passado, mas a verdade é que este ano temos muitos mais pedidos”, comentou Maria João Rodrigues, que manifestou vontade, dentro do possível, em tentar colocar mais feirantes, inclusive, na zona da catedral, tendo sido até já feito um pedido nesse sentido, naquela que “seria uma extensão da própria feira. “Estamos a analisar como é que poderemos dimensionar e redimensionar a feira para colocarmos ainda mais feirantes do que aqueles que têm vindo”, afirmou a responsável, garantindo que os associados da ACISB foram dos que votaram pela alteração da data da Feira das Cantarinhas para o primeiro fim de semana de maio.
ALTERAÇÕES AO TRÂNSITO
Relativamente ao trânsito, será afetado nos dias 3, 4, 5 e 6 de Maio, sendo que nos 5 e 6 não será tão problemático pois é fim de semana. As alterações serão as seguintes e constam no mapa que se anexa:
ZONAS COM TRÂNSITO PROIBIDO
• Rua da República;
• Praça da Sé;
• Rua Almirante Reis;
• Rua dos Combatentes da Grande Guerra até ao cruzamento com a Rua Oróbio de Castro;
• Rua Abílio Beça desde o cruzamento com a Rua Marquês de Pombal;
• Rua 1º de Dezembro;
ZONAS COM SENTIDO PROIBIDO
• Av. João da Cruz no sentido ascendente, desde a Pastelaria
Tropical até ao cruzamento com a Rua de Sto. António;
• Av. João da Cruz no sentido ascendente, desde a Caixa de Crédito Agrícola até ao Novo Banco.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
Conforme noticiado anteriormente pelo Diário de Trás-os-Montes, este ano, após auscultação de cidadãos, feirantes e comerciantes, o município brigantino decidiu alterar a data da Feira das Cantarinhas para o primeiro fim-de-semana de maio, ou seja, entre os dias 4 e 6 de maio. Entretanto, a abrir as hostes estará a 32ª edição da Feira do Artesanato que começa já amanhã, dia 2, para só terminar a 6 de maio, no mesmo dia em que encerra, também, um dos certames mais antigos do país e, certamente, a maior feira da região nordestina, coincidindo, assim, três dias com a Feira das Cantarinhas e com o Dia da Mãe.
Ainda por entendimento da organização, resolveu manter-se a tradicional feira das Cantarinhas no centro da cidade, sendo que a Feira do Artesanato será realizada na Praça Camões, dando resposta às solicitações de participação na feira.
“A Feira das Cantarinhas continua a ser um evento de promoção económica, sendo, seguramente, a maior feira da região e, este ano, desafiámos algumas entidades a colaborarem connosco diretamente na construção de uma cantarinha para ficar exposta em espaço público”, começou por declarar o edil brigantino no final da conferência de imprensa de apresentação do certame. “Há 11 entidades que estão a dar esse contributo, a colaborar cada uma à sua maneira e sem impormos regra absolutamente nenhuma”, continuou Hernâni Dias que classifica esta iniciativa como “interessante” dada a cooperação necessária entre as diversas entidades. “
Integrado no Programa da Feira das cantarinhas e Artesanato, vai realizar-se no dia 5 de maio a transmissão em direto do programa RTP – Aqui Portugal entre as 14 e as 20 horas na Praça Camões. “Este ano, uma vez que a feira vai decorrer durante o fim de semana temos a oportunidade de trazer aqui um programa da RTP com o objetivo claríssimo de continuarmos a fazer a promoção do evento, projetando-o ainda mais, de forma a que consigamos ter cada vez mais pessoas nesta feira”, sublinhou o autarca brigantino, para quem esta iniciativa é “representativa sob o ponto de vista económico e turístico”. Até porque o município tem vindo a apostar cada vez mais na divulgação desta e de outras iniciativas, inclusive, do outro lado da fronteira “para que os espanhóis possam vir durante o fim de semana visitar o nosso território”.
Nas imediações do Pavilhão Municipal Arnaldo Pereira, miúdos e graúdos poderão encontrar as mais variadas diversões que, juntamente, com as roulottes de farturas, comes e bebes, estarão a funcionar até ao dia 13 de maio.
Hernâni Dias relembrou, ainda, a prova desportiva que, inserida no certame, terá lugar no domingo, último dia da feira, que é a Corrida das Cantarinhas. Uma prova de atletismo que trará à capital do nordeste mais de 400 atletas. (Ver notícia AQUI. )
Quanto à animação musical, os concertos estarão a cargo da banda Zíngarus Folk Rock no dia 2 de maio. No dia seguinte, quinta-feira, o fado sairá pela boca e lábios de Vanessa Martins. Sexta, será a vez do projeto musical Ensemble Acoustic Sessions subir ao palco, enquanto na última noite, sábado, será a vez da banda Xeque Mate animar as hostes. Trata-se, nas palavras de Hernâni Dias, de “valorizar o evento dando voz aos artistas locais, até porque “não estamos a tentar fazer da Feira das Cantarinhas umas Festas da Cidade”.
Em termos de orçamento, o município brigantino, o “grande financiador do evento”, efetuou um investimento a rondar os 53 mil euros que abarcou despesas como a promoção do evento, o aluguer de stands, material de divulgação como outdoors e flyers, bem como tudo o que tenha a ver com a logística para programa da RTP.
Por sua vez, a Associação Comercial Industrial e Serviços de Bragança (ACISB), entidade que assume a organização conjunta com a autarquia, protagonizou despesas na ordem dos 23 mil euros com animação, som, iluminação, PSP, fiscalização, combustíveis, comunicações, refeições, entre outras. No entanto, está previsto um retorno superior com receitas próximas dos 26 mil euros, resultantes da cobrança de ocupação de espaços e stands aos feirantes e artesãos.
Para além dos 300 comerciantes presentes na Feira das Cantarinhas e dos 66 expositores na Feira do Artesanato, a presidente da ACISB referiu que muitos foram aqueles que ficaram em lista de espera, dado que não havia mais espaços disponíveis para ceder. “Em termos de números, falamos sensivelmente nos mesmos em relação ao ano passado, mas a verdade é que este ano temos muitos mais pedidos”, comentou Maria João Rodrigues, que manifestou vontade, dentro do possível, em tentar colocar mais feirantes, inclusive, na zona da catedral, tendo sido até já feito um pedido nesse sentido, naquela que “seria uma extensão da própria feira. “Estamos a analisar como é que poderemos dimensionar e redimensionar a feira para colocarmos ainda mais feirantes do que aqueles que têm vindo”, afirmou a responsável, garantindo que os associados da ACISB foram dos que votaram pela alteração da data da Feira das Cantarinhas para o primeiro fim de semana de maio.
ALTERAÇÕES AO TRÂNSITO
Relativamente ao trânsito, será afetado nos dias 3, 4, 5 e 6 de Maio, sendo que nos 5 e 6 não será tão problemático pois é fim de semana. As alterações serão as seguintes e constam no mapa que se anexa:
ZONAS COM TRÂNSITO PROIBIDO
• Rua da República;
• Praça da Sé;
• Rua Almirante Reis;
• Rua dos Combatentes da Grande Guerra até ao cruzamento com a Rua Oróbio de Castro;
• Rua Abílio Beça desde o cruzamento com a Rua Marquês de Pombal;
• Rua 1º de Dezembro;
ZONAS COM SENTIDO PROIBIDO
• Av. João da Cruz no sentido ascendente, desde a Pastelaria
Tropical até ao cruzamento com a Rua de Sto. António;
• Av. João da Cruz no sentido ascendente, desde a Caixa de Crédito Agrícola até ao Novo Banco.
Bruno Mateus Filena
in:diariodetrasosmontes.com
Testamento Vital e Diretivas Antecipadas de Vontade, no dia 18 de maio, no Auditório Paulo Quintela.
Inscrição gratuita, mas obrigatória AQUI.
Jogos Tradicionais no Concelho de Bragança 2018
“É sempre um dia em grande, em que se recordam os jogos e as brincadeiras de antigamente e durante o qual pessoas de todas as idades e oriundas de todo o concelho se encontram, convivem e divertem”.
Destacou o Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, durante a 19.ª edição dos Jogos Tradicionais do Concelho de Bragança que, no dia 1 de maio, levou mais de 160 pessoas, de 12 freguesias do Concelho à aldeia de Alimonde.
Uma vez mais, recordaram-se jogos como a Relha, o Ferro, os Paus, a Raiola, o Fito, o Jogo dos Sacos, do Pião e do Cântaro.
CM de Bragança
Destacou o Presidente da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, durante a 19.ª edição dos Jogos Tradicionais do Concelho de Bragança que, no dia 1 de maio, levou mais de 160 pessoas, de 12 freguesias do Concelho à aldeia de Alimonde.
Uma vez mais, recordaram-se jogos como a Relha, o Ferro, os Paus, a Raiola, o Fito, o Jogo dos Sacos, do Pião e do Cântaro.
CM de Bragança
terça-feira, 1 de maio de 2018
Bragança "gay friendly"
Há rótulos que se colam às pessoas e às cidades e que perduram mesmo quando a realidade os desmente. Bragança continua a ser considerada uma cidade remota e longínqua, apesar de estar cada vez mais perto de tudo, graças à melhoria das acessibilidades nos últimos anos. Tem até, no contexto da Península Ibérica, uma posição única: como afirmou o primeiro-ministro, António Costa, Bragança "tem à sua volta, num raio de 150 a 200 quilómetros, cinco milhões de habitantes do lado de lá da fronteira", o que "dá uma centralidade absolutamente extraordinária a esta região".
Apesar disto, Bragança continua a ser considerada uma cidade fechada e pouca aberta à diversidade, mesmo sendo uma das cidades onde convivem mais culturas e credos diferentes em Portugal. Cerca de um décimo dos seus habitantes são estrangeiros, oriundos dos cinco continentes! Só estudantes no Instituto Politécnico são dois mil, os quais se sentem em Bragança acolhidos e respeitados, seja qual for a sua cor de pele, a sua cultura ou a sua religião.
Vem isto a propósito de o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero) ir organizar em Bragança o que anuncia como "a primeira marcha do orgulho LGBTIQ" deste distrito transmontano. Esta iniciativa é apresentada pelos organizadores como sendo uma lança em África, ou seja: também eles assumem Bragança como uma "cidade conservadora" e que ainda "não está aberta a este tipo de movimentos".
Certamente haverá quem experimente alguma resistência em aceitar pessoas com uma orientação sexual diferente da heterossexual, mas essa não deverá ser a atitude da maioria. Os católicos, por exemplo, e são muitos em Bragança, têm aprendido com o Papa Francisco a desenvolver uma atitude de tolerância e de aceitação dessa diversidade.
Logo no dealbar do seu pontificado, no regresso do Brasil, a sua primeira viagem fora de Itália, Francisco afirmou a bordo do avião: "Se uma pessoa é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para a julgar? O Catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem, dizendo: "Não se devem marginalizar estas pessoas por isso, devem ser integradas na sociedade"".
Se Bragança soube abrir-se à interculturalidade e acolher pessoas de diferentes credos, não há razão para rejeitar a diversidade de orientações sexuais e desenvolver agora atitudes de rejeição daqueles que publicamente querem assumir essas suas opções manifestando-se na rua. Pelo contrário, esta é até mais uma oportunidade para demonstrar que não é a cidade provinciana e tacanha que se supõe, mas antes uma realidade cosmopolita, tolerante e aberta a toda a diversidade que nela queira conviver.
Em vez de ter medo que se lhe cole o rótulo de "gay friendly", ou "LGBTIQ friendly", Bragança deveria estar atenta aos benefícios de ser considerada uma cidade acolhedora em todas as dimensões, incluindo todos os que vivem a sua sexualidade com as mais diversas orientações, desde que respeitadores da sensibilidade dos outros. Uma cidade de sadia e harmoniosa convivência entre todos os que pensam e vivem de forma diferente uns dos outros. Sem preconceitos, crispações ou menosprezo.
Bragança precisa de todos. Precisa de crescer e de ser cada vez mais uma cidade aberta ao Mundo.
Fernando Calado Rodrigues
PADRE
Jornal de Notícias
Apesar disto, Bragança continua a ser considerada uma cidade fechada e pouca aberta à diversidade, mesmo sendo uma das cidades onde convivem mais culturas e credos diferentes em Portugal. Cerca de um décimo dos seus habitantes são estrangeiros, oriundos dos cinco continentes! Só estudantes no Instituto Politécnico são dois mil, os quais se sentem em Bragança acolhidos e respeitados, seja qual for a sua cor de pele, a sua cultura ou a sua religião.
Vem isto a propósito de o movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero) ir organizar em Bragança o que anuncia como "a primeira marcha do orgulho LGBTIQ" deste distrito transmontano. Esta iniciativa é apresentada pelos organizadores como sendo uma lança em África, ou seja: também eles assumem Bragança como uma "cidade conservadora" e que ainda "não está aberta a este tipo de movimentos".
Certamente haverá quem experimente alguma resistência em aceitar pessoas com uma orientação sexual diferente da heterossexual, mas essa não deverá ser a atitude da maioria. Os católicos, por exemplo, e são muitos em Bragança, têm aprendido com o Papa Francisco a desenvolver uma atitude de tolerância e de aceitação dessa diversidade.
Logo no dealbar do seu pontificado, no regresso do Brasil, a sua primeira viagem fora de Itália, Francisco afirmou a bordo do avião: "Se uma pessoa é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para a julgar? O Catecismo da Igreja Católica explica isso muito bem, dizendo: "Não se devem marginalizar estas pessoas por isso, devem ser integradas na sociedade"".
Se Bragança soube abrir-se à interculturalidade e acolher pessoas de diferentes credos, não há razão para rejeitar a diversidade de orientações sexuais e desenvolver agora atitudes de rejeição daqueles que publicamente querem assumir essas suas opções manifestando-se na rua. Pelo contrário, esta é até mais uma oportunidade para demonstrar que não é a cidade provinciana e tacanha que se supõe, mas antes uma realidade cosmopolita, tolerante e aberta a toda a diversidade que nela queira conviver.
Em vez de ter medo que se lhe cole o rótulo de "gay friendly", ou "LGBTIQ friendly", Bragança deveria estar atenta aos benefícios de ser considerada uma cidade acolhedora em todas as dimensões, incluindo todos os que vivem a sua sexualidade com as mais diversas orientações, desde que respeitadores da sensibilidade dos outros. Uma cidade de sadia e harmoniosa convivência entre todos os que pensam e vivem de forma diferente uns dos outros. Sem preconceitos, crispações ou menosprezo.
Bragança precisa de todos. Precisa de crescer e de ser cada vez mais uma cidade aberta ao Mundo.
Fernando Calado Rodrigues
PADRE
Jornal de Notícias
O TURISMO EM BRAGANÇA vs PORTUGAL 2020
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| (pormenor de varanda em ferro forjado, rua dos Combatentes da Grande Guerra) |
Mas, continuo a ter dificuldades em perceber qual o papel exato dos atores locais. As reflexões solicitadas parecem pedir apenas aprovações e aplausos e a liberdade critica é rapidamente silenciada com justificações.
Ora “lamentavelmente”, o facto de ter nascido numa democracia, a minha educação e formação académica formataram-me no sentido de desenvolver um sentido critico positivo e construtivo em prol do desenvolvimento de todos! Por isso, não posso deixar de expor o meu desagrado com as politicas locais de desenvolvimento do turismo. Desde logo, chama a atenção o facto de simultaneamente diversas instituições estarem a trabalhar o mesmo tema – desenvolvimento do turismo em Bragança. Poderíamos pensar numa consciência coletiva da emergência de um trabalho em rede entre as diversas instituições públicas e privadas locais. Mas não. O aspeto comum entre os diversos projetos de desenvolvimento do turismo local é que são todos apoiados por fundos do PORTUGAL 2020. Aparentemente as linhas de apoio devem ser semelhantes, pois multiplicam-se as plataformas virtuais, os press trips, logotipos, símbolos, marcas e slogans, tudo para promover Bragança! Multiplicam-se também as empresas de consultoria e promoção turística provenientes de Lisboa, Leiria, Porto ou Guimarães que são em realidade quem faz o trabalho. Trabalho este que eu julgaria ser da responsabilidade das próprias instituições locais. Mas não. São as próprias empresas que se deslocam ao território. A este “reino maravilhoso”, “telúrico” e “longínquo” de que faz parte Bragança. Já no terreno e após um “brainstorming” com os locais (connosco) fazem a síntese das necessidades sentidas pelos locais (por nós). Mais tarde, apresentam em “powerpoint” a analise “swot” aos locais (a nós) e promovem “press trips”!
Bravo! Na gíria politica local podemos dizer que “Bragança, smart city, está a alavancar a excelência do território”! Deus nos ajude!
Emília Nogueiro
in:historia-e-arte.blogspot.pt
Piscina Biológica de Vinhais
Localizado no extremo Nordeste do país, em pleno Parque Natural de Montesinho, o Parque biológico de Vinhais mostra tudo que se relaciona com a biologia e a natureza serrana: as plantas e os animais, selvagens e de raças antigas típicas da região.
Inserido neste ambiente, encontra-se um parque de campismo rural, que oferece aos seus utentes uma piscina biológica.
Com a implantação deste ecossistema aquático, o Parque biológico de Vinhais torna-se ainda mais atraente. O coaxar das rãs, que habitam no novo jardim aquático, cria um novo foco de interesse e um ambiente vivo para os utentes do parque de campismo. Além disso, cria ainda um cenário natural para todos os visitantes do Parque biológico e servir· para a educação ambiental e observação da natureza. Muitas das casas de madeira que constituem o Parque de campismo rural, encontram-se beira da piscina biológica, onde existem também espaços de estar e de descanso. Enfim, um refúgio perfeito para gozar dias de férias no meio da natureza.
A Câmara de Vinhais, na posição de promotora deste empreendimento turístico, desenvolveu o projecto segundo uma linha marcadamente ecológica, com a intensão de preservar o ambiente natural em todas as vertentes. Com a Bio Piscinas, Lda. encontrou um parceiro competente para desenvolver o projeto da piscina biológica, que garante, com o seu tratamento natural da água, o respeito pela natureza e pelo meio ambiente de uma forma exemplar. Uma piscina biológica é uma piscina com tratamento biológico, ou seja, um lago balnear artificial.
Composto por uma zona destinada ao banho e outro destinado depuração da água por processos biológicos e mecânicos, isto é, trabalha com um sistema natural de depuração de água. A piscina biológica apresenta uma forma elaborada, adequada ao local, seguindo no design, as formas naturais de lagos existentes na natureza. Consegue-se, desta forma, que o espelho de água se integre perfeitamente na paisagem da Terra Fria.
PRAIA FLUVIAL E PARQUE DE MERENDAS DE FRESULFE
No troço 10, em Mofreita, tomamos a EN 308 mas na direção de Vinhais, contrária ao itinerário da Rota, para visitar Dine e Fresulfe.
Independentemente da estação do ano vale a pena visitar a Praia Fluvial de Fresulfe pela bela paisagem do rio Tuela que aí se desfruta, podendo aproveitar também para visitar o moinho e fazer uma merenda nas mesas de granito espalhadas pelo espaço.
Claro que a grande atração é mesmo a praia fluvial que goza de excelentes condições. O lameiro, que mais parece um relvado, e que se eleva pausadamente sobre o rio, permite uma observação distinta sobre o Tuela, além da favorável exposição solar que permite uns bons banhos de sol.
Uma pequena represa nas proximidades do moinho, faz com que exista uma espaçosa zona para banhos, pontuada nas margens por alguns amieiros que proporcionam sombra à zona de descanso e parque de merendas. Na margem, entre algumas árvores foi colocada uma prancha de madeira para os mergulhos dos mais audazes.
Revista Raízes
Inserido neste ambiente, encontra-se um parque de campismo rural, que oferece aos seus utentes uma piscina biológica.
Com a implantação deste ecossistema aquático, o Parque biológico de Vinhais torna-se ainda mais atraente. O coaxar das rãs, que habitam no novo jardim aquático, cria um novo foco de interesse e um ambiente vivo para os utentes do parque de campismo. Além disso, cria ainda um cenário natural para todos os visitantes do Parque biológico e servir· para a educação ambiental e observação da natureza. Muitas das casas de madeira que constituem o Parque de campismo rural, encontram-se beira da piscina biológica, onde existem também espaços de estar e de descanso. Enfim, um refúgio perfeito para gozar dias de férias no meio da natureza.
A Câmara de Vinhais, na posição de promotora deste empreendimento turístico, desenvolveu o projecto segundo uma linha marcadamente ecológica, com a intensão de preservar o ambiente natural em todas as vertentes. Com a Bio Piscinas, Lda. encontrou um parceiro competente para desenvolver o projeto da piscina biológica, que garante, com o seu tratamento natural da água, o respeito pela natureza e pelo meio ambiente de uma forma exemplar. Uma piscina biológica é uma piscina com tratamento biológico, ou seja, um lago balnear artificial.
Composto por uma zona destinada ao banho e outro destinado depuração da água por processos biológicos e mecânicos, isto é, trabalha com um sistema natural de depuração de água. A piscina biológica apresenta uma forma elaborada, adequada ao local, seguindo no design, as formas naturais de lagos existentes na natureza. Consegue-se, desta forma, que o espelho de água se integre perfeitamente na paisagem da Terra Fria.
PRAIA FLUVIAL E PARQUE DE MERENDAS DE FRESULFE
No troço 10, em Mofreita, tomamos a EN 308 mas na direção de Vinhais, contrária ao itinerário da Rota, para visitar Dine e Fresulfe.
Independentemente da estação do ano vale a pena visitar a Praia Fluvial de Fresulfe pela bela paisagem do rio Tuela que aí se desfruta, podendo aproveitar também para visitar o moinho e fazer uma merenda nas mesas de granito espalhadas pelo espaço.
Claro que a grande atração é mesmo a praia fluvial que goza de excelentes condições. O lameiro, que mais parece um relvado, e que se eleva pausadamente sobre o rio, permite uma observação distinta sobre o Tuela, além da favorável exposição solar que permite uns bons banhos de sol.
Uma pequena represa nas proximidades do moinho, faz com que exista uma espaçosa zona para banhos, pontuada nas margens por alguns amieiros que proporcionam sombra à zona de descanso e parque de merendas. Na margem, entre algumas árvores foi colocada uma prancha de madeira para os mergulhos dos mais audazes.
Revista Raízes
Centro Micológico de Vinhais promove apanha segura
Único no distrito de Bragança, este espaço está destinado à interpretação, divulgação e até degustação dos cogumelos mais comuns na região. Aqui são feitas várias conferências, jornadas, workshops e passeios micológicos.
Dar respostas e informação em áreas como a biologia dos cogumelos, a toxidade dos fungos, e as principais espécies comestíveis desta região é o principal objectivo do Centro Micológico em Vinhais, no distrito de Bragança.
A responsável pelo equipamento, Carla Alves, explica que “aqui temos presentes quatro grandes temas: os habitats micológicos, a ecologia dos fungos, a comparação entre cogumelos tóxicos e comestíveis, quais são muitas vezes as grandes semelhanças entre eles e que podem enganar quem anda na apanha. Por último, o quarto tema muito importante tem a ver com a gastronomia micológica, ou seja, sobre a utilização dos cogumelos na gastronomia e até a desidratação do mesmo”, refere Carla Alves.
O centro promove cursos, demonstrações culinárias, organiza rotas micológicas com saídas de campo, para isso criou um guia com informação sobre as diferentes espécies existentes no concelho de Vinhais, isto para segurança de quem se aventurar na exploração deste recurso natural.
O Centro Micológico está estruturado em 4 áreas temáticas, estas acompanhadas por painéis informativos e equipamentos interactivos, que nos mostram os aspectos mais relevantes no mundo da micologia de uma forma acessível:
Habitats micológicos – esta área dedicada aos diferentes habitats onde podemos encontrar cogumelos (carvalhais, soutos, pinhais, lameiros, bosques ripícolas, entre outros).
Ecologia dos fungos – aqui ficamos a saber se são fungos saprófitas (o fungo alimenta-se de m.o. morta ou em decomposição); se são parasitas (vivem ou colonizam animais, vegetais ou outros fungos, provocando doenças, a morte ou simplesmente vivem aproveitando-se deles); se são simbióticos (o micélio alimenta-se decompondo as substâncias do solo ou estabelece uma relação de cooperação com as plantas verdes).
Para além disso é possível observar as características macroscópicas e microscópicas.
Cogumelos tóxicos – esta área dedicada às diferentes toxicidades que podemos encontrar nos cogumelos, desde aqueles que provocam uma dor de estômago até aqueles que são venenosos mortais.
Os painéis informativos e interactivos do centro mostram os principais cogumelos tóxicos e o tipo de intoxicação que provocam.
Gastronomia micológica – os cogumelos são utilizados na gastronomia da península ibérica desde a época dos romanos, graças à sua textura, aroma e delicados sabores.
Nesta área encontramos algumas sugestões para poder saborear apetitosos pratos realizados com cogumelos.
Os apanhadores de cogumelos não têm obrigatoriamente conhecimentos taxonómicos, mas identificam claramente os cogumelos que apanham e consomem, atribuído nomes vulgares. Nunca é demais reafirmar que não se deve comer cogumelos, a menos que esteja seguro que é comestível.
Kit de apanhador de cogumelos
Se passar pelo Centro Micológico de Vinhais e ficar com vontade de dar um passeio à procura de cogumelos, basta comprar o Guia de Campo dos Cogumelos do Concelho de Vinhais, pode ainda adquirir um cesto de vime, indicado para a apanha e uma faca própria para o corte de cogumelos.
“Para além da importância ambiental que representa a preservação dos cogumelos, este recurso pode muito bem assumir-se como mais um elemento de dinamização económica do concelho de vinhais, capaz de potenciar a comercialização dos cogumelos, a sua utilização na gastronomia local, e atrair mais visitantes ao concelho”, remata a responsável pelo Centro Micológico.
Joana Martins Gonçalves
Revista Raízes
Dar respostas e informação em áreas como a biologia dos cogumelos, a toxidade dos fungos, e as principais espécies comestíveis desta região é o principal objectivo do Centro Micológico em Vinhais, no distrito de Bragança.
A responsável pelo equipamento, Carla Alves, explica que “aqui temos presentes quatro grandes temas: os habitats micológicos, a ecologia dos fungos, a comparação entre cogumelos tóxicos e comestíveis, quais são muitas vezes as grandes semelhanças entre eles e que podem enganar quem anda na apanha. Por último, o quarto tema muito importante tem a ver com a gastronomia micológica, ou seja, sobre a utilização dos cogumelos na gastronomia e até a desidratação do mesmo”, refere Carla Alves.
O centro promove cursos, demonstrações culinárias, organiza rotas micológicas com saídas de campo, para isso criou um guia com informação sobre as diferentes espécies existentes no concelho de Vinhais, isto para segurança de quem se aventurar na exploração deste recurso natural.
O Centro Micológico está estruturado em 4 áreas temáticas, estas acompanhadas por painéis informativos e equipamentos interactivos, que nos mostram os aspectos mais relevantes no mundo da micologia de uma forma acessível:
Habitats micológicos – esta área dedicada aos diferentes habitats onde podemos encontrar cogumelos (carvalhais, soutos, pinhais, lameiros, bosques ripícolas, entre outros).
Ecologia dos fungos – aqui ficamos a saber se são fungos saprófitas (o fungo alimenta-se de m.o. morta ou em decomposição); se são parasitas (vivem ou colonizam animais, vegetais ou outros fungos, provocando doenças, a morte ou simplesmente vivem aproveitando-se deles); se são simbióticos (o micélio alimenta-se decompondo as substâncias do solo ou estabelece uma relação de cooperação com as plantas verdes).
Para além disso é possível observar as características macroscópicas e microscópicas.
Cogumelos tóxicos – esta área dedicada às diferentes toxicidades que podemos encontrar nos cogumelos, desde aqueles que provocam uma dor de estômago até aqueles que são venenosos mortais.
Os painéis informativos e interactivos do centro mostram os principais cogumelos tóxicos e o tipo de intoxicação que provocam.
Gastronomia micológica – os cogumelos são utilizados na gastronomia da península ibérica desde a época dos romanos, graças à sua textura, aroma e delicados sabores.
Nesta área encontramos algumas sugestões para poder saborear apetitosos pratos realizados com cogumelos.
Os apanhadores de cogumelos não têm obrigatoriamente conhecimentos taxonómicos, mas identificam claramente os cogumelos que apanham e consomem, atribuído nomes vulgares. Nunca é demais reafirmar que não se deve comer cogumelos, a menos que esteja seguro que é comestível.
Kit de apanhador de cogumelos
Se passar pelo Centro Micológico de Vinhais e ficar com vontade de dar um passeio à procura de cogumelos, basta comprar o Guia de Campo dos Cogumelos do Concelho de Vinhais, pode ainda adquirir um cesto de vime, indicado para a apanha e uma faca própria para o corte de cogumelos.
“Para além da importância ambiental que representa a preservação dos cogumelos, este recurso pode muito bem assumir-se como mais um elemento de dinamização económica do concelho de vinhais, capaz de potenciar a comercialização dos cogumelos, a sua utilização na gastronomia local, e atrair mais visitantes ao concelho”, remata a responsável pelo Centro Micológico.
Joana Martins Gonçalves
Revista Raízes
Fornecimento contínuo de água de rega tem início amanhã no concelho de Macedo
O fornecimento contínuo de rega de rega para a campanha de 2018 no concelho de Macedo de Cavaleiros vai ter início amanhã, dia 2 de maio, pelo que é conveniente que todos os regantes fechem as suas torneiras de modo a evitar desperdícios e estragos que a chegada da água possa causar.
Em comunicado, a Associação de Beneficiários informa que o enchimento do canal condutor geral ja foi feito esta segunda-feira para realização dos testes a que essa atividade obriga.
Escrito por ONDA LIVRE
Em comunicado, a Associação de Beneficiários informa que o enchimento do canal condutor geral ja foi feito esta segunda-feira para realização dos testes a que essa atividade obriga.
Escrito por ONDA LIVRE
CIM transmontana vai investir de 6ME na área da educação para fixar população
A Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes vai investir cerca de seis milhões de euros na educação, num território onde o insucesso e o abandono escolar ainda apresentam números acima da média nacional, anunciou hoje aquela entidade.
"O combate ao insucesso escolar faz parte de um plano estratégico para os próximos quatro anos, em concelhos que integram a CIM Terras de Trás-os-Montes, onde o despovoamento é notório", disse à Lusa o presidente da CIM, Artur Nunes.
A Apresentação Pública do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar das Terras de Trás-os-Montes (PIICIE -TTM), está agendado para o próximo dia 07 de maio, em Macedo de Cavaleiros e contará com a presença do secretário de Estado da Educação, João Costa.
"Com este investimento de seis milhões de euros, que será feito nos nove concelhos, pretendemos, essencialmente, fixar crianças e jovens em idade escolar, num território de baixa densidade populacional ", vincou o também autarca de Miranda do Douro.
Pela primeira vez, o território olha de forma conjunta para esta problemática, desenvolvendo um plano que visa capacitar e valorizar escolas, professores, alunos, pais e encarregados de educação.
"O objetivo é envolver todos os agentes educativos na implementação de estratégias para combater o insucesso e contribuir para a diminuição da taxa de abandono escolar", frisou.
O PIICIE-TTM assenta no trabalho colaborativo e em rede entre a CIM-Terras de Trás-os-Montes, Municípios, Agrupamentos Escolares e outros parceiros institucionais.
Para além de ações supramunicipais, transversais a todos os municípios, este Plano prevê também a dinamização de ações adaptadas à realidade dos concelhos que integram a CIM-Terras de Trás-os-Montes.
O PIICIE-TTM está integrado na estratégia de desenvolvimento e coesão territorial da região, é financiado pelo Fundo Social Europeu (FSE) no âmbito do Programa Operacional Regional Norte 2020.
Agência Lusa
Foto: CM de Miranda do Douro
"O combate ao insucesso escolar faz parte de um plano estratégico para os próximos quatro anos, em concelhos que integram a CIM Terras de Trás-os-Montes, onde o despovoamento é notório", disse à Lusa o presidente da CIM, Artur Nunes.
A Apresentação Pública do Plano Integrado e Inovador de Combate ao Insucesso Escolar das Terras de Trás-os-Montes (PIICIE -TTM), está agendado para o próximo dia 07 de maio, em Macedo de Cavaleiros e contará com a presença do secretário de Estado da Educação, João Costa.
"Com este investimento de seis milhões de euros, que será feito nos nove concelhos, pretendemos, essencialmente, fixar crianças e jovens em idade escolar, num território de baixa densidade populacional ", vincou o também autarca de Miranda do Douro.
Pela primeira vez, o território olha de forma conjunta para esta problemática, desenvolvendo um plano que visa capacitar e valorizar escolas, professores, alunos, pais e encarregados de educação.
"O objetivo é envolver todos os agentes educativos na implementação de estratégias para combater o insucesso e contribuir para a diminuição da taxa de abandono escolar", frisou.
O PIICIE-TTM assenta no trabalho colaborativo e em rede entre a CIM-Terras de Trás-os-Montes, Municípios, Agrupamentos Escolares e outros parceiros institucionais.
Para além de ações supramunicipais, transversais a todos os municípios, este Plano prevê também a dinamização de ações adaptadas à realidade dos concelhos que integram a CIM-Terras de Trás-os-Montes.
O PIICIE-TTM está integrado na estratégia de desenvolvimento e coesão territorial da região, é financiado pelo Fundo Social Europeu (FSE) no âmbito do Programa Operacional Regional Norte 2020.
Agência Lusa
Foto: CM de Miranda do Douro
3.º Encontro Internacional de Formação na Docência no IPB
Realiza-se nos próximos dias 4 e 5 de maio, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Bragança e na Escola Superior de Educação de Bragança, o 3.º Encontro Internacional de Formação na Docência (INCTE 2018).
O encontro tem como tema o educador e o professor enquanto profissionais do desenvolvimento humano e pretende refletir sobre os desafios e a qualidade da formação dos professores e da educação, sendo uma referência nos contextos europeu e ibero-americano.
O INCTE 2018 conta com a grata participação de oradores como a Professora Assunção Flores e o Professor Juan Gavilán, que assegurarão as conferências plenárias, e das Professoras Maria Isabel Pereira Freire, Luisa Panichi, Ana Paula Sismeiro e do Professor Javier Murillo que, em mesa redonda, problematizarão a temática da dimensão emocional no ensino.
Foram apresentadas 257 propostas de comunicação, das quais 229 foram aceites para apresentar no Encontro, envolvendo mais de 350 professores e investigadores de diferentes países, inseridas em cinco eixos temáticos: currículo e formação de professores e educadores, didática e formação de educadores e professores, práticas educativas e supervisão pedagógica, formação docente e educação para o desenvolvimento, e práticas pedagógicas no ensino superior, organizadas em três períodos de sessões paralelas.
A sessão inaugural terá início às 15h do dia 04 de maio, no Auditório Alcínio Miguel, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Bragança. As outras sessões do programa decorrerão na Escola Superior de Educação de Bragança.
Mais informações AQUI.
O encontro tem como tema o educador e o professor enquanto profissionais do desenvolvimento humano e pretende refletir sobre os desafios e a qualidade da formação dos professores e da educação, sendo uma referência nos contextos europeu e ibero-americano.
O INCTE 2018 conta com a grata participação de oradores como a Professora Assunção Flores e o Professor Juan Gavilán, que assegurarão as conferências plenárias, e das Professoras Maria Isabel Pereira Freire, Luisa Panichi, Ana Paula Sismeiro e do Professor Javier Murillo que, em mesa redonda, problematizarão a temática da dimensão emocional no ensino.
Foram apresentadas 257 propostas de comunicação, das quais 229 foram aceites para apresentar no Encontro, envolvendo mais de 350 professores e investigadores de diferentes países, inseridas em cinco eixos temáticos: currículo e formação de professores e educadores, didática e formação de educadores e professores, práticas educativas e supervisão pedagógica, formação docente e educação para o desenvolvimento, e práticas pedagógicas no ensino superior, organizadas em três períodos de sessões paralelas.
A sessão inaugural terá início às 15h do dia 04 de maio, no Auditório Alcínio Miguel, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Bragança. As outras sessões do programa decorrerão na Escola Superior de Educação de Bragança.
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