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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Armazéns de explosivos em Sortes ameaçados por incêndio do passado Domingo

Três armazéns de explosivos estiveram em risco de ser atingidos pelas chamas do incêndio que deflagrou junto a Santa Comba de Rossas, no concelho de Bragança, no passado Domingo.
Os paióis localizam-se nas proximidades da aldeia de Sortes, sendo propriedade da empresa ‘Moura, Silva e filhos’. Esta entidade, com sede em Póvoa de Lanhoso, no distrito de Braga, tem desde 1991 licença para a implantação de um armazém de pólvoras, rastilhos, dinamites e seus acessórios, na freguesia de Sortes.

O segundo comandante dos Bombeiros Voluntários de Bragança, Carlos Martins, dá conta da dificuldade que os soldados da paz tiveram para evitar que as chamas chegassem a estes armazéns.“Os paióis estavam próximos de uma das frentes de fogo e foi, numa fase inicial, uma prioridade para defender essas estruturas. Estão licenciadas,  mas obviamente que numa situação destas causou-nos alguma preocupação. Inicialmente tentámos desviar e extinguir o incêndio próximo dessas infraestruturas”, adiantou referindo que, depois de o terem conseguido, se dedicaram “a controlar o incêndio”, o que aconteceu em cerca de quatro horas.

Ao que apurámos, o edifício e os produtos que ali são armazenados são controlados pela PSP, entidade que por vezes aí deposita os explosivos apreendidos.

O incêndio que se expandiu a freguesias vizinhas de Santa Comba de Rossas foi o maior do distrito, no passado Domingo. Chegou a mobilizar 100 operacionais, apoiados por 30 meios terrestres e um meio aéreo.No mesmo dia deflagrou um outro incêndio, no Parâmio, também no concelho de Bragança, que mobilizou 63 operacionais, 19 viaturas e 2 meios aéreos.

O combate às chamas foi mais difícil do que o previsto já que se registou uma avaria no balde do helicóptero que se encontra estacionado na serra da Nogueira e que, segundo as autoridades, ficou rapidamente solucionada. 

Escrito por Brigantia
Sara Geraldes/Olga Telo Cordeiro

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