quinta-feira, 23 de abril de 2026

Miguel Abrunhosa é o novo presidente do conselho de administração da ULSNE

 Em reunião convocada, esta quarta-feira, pelo Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, ficou aprovada, em Conselho de Ministros,  a nova direção do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Nordeste.


Miguel Abrunhosa foi o nome escolhido para suceder a Carlos Vaz.

A acompanhar Miguel Abrunhosa foram nomeados Rui Mário do Nascimento e Terras Alexandre, Filipa Sofia Guedes Faria, Lino André Meireles Olmo e Anabela Paula Seixas Gonçalves Martins, para vogais.

Esta nova equipa, irá substituir a administração liderada por Carlos Vaz, de 70 anos que foi autorizado, em março,  a manter-se no cargo, até substituição.

Carlos Vaz preside, desde 2016, o Conselho de Administração da ULS do Nordeste

Contactado pela Rádio Brigantia e Jornal Nordeste, Niguel Abrunhosa preferiu não prestar declarações

1 comentário:

  1. Caro Miguel Abrunhosa,
    A tua nomeação para presidente do conselho de administração da ULSNE representa, antes de mais, um enorme desafio e uma oportunidade de ajudares a fazer a diferença onde ela é mais necessária.
    O verdadeiro êxito destas tuas novas funções não estará apenas nos números, nos relatórios ou nas metas cumpridas. Estará, sobretudo, na forma como a população se sentirá. Mais acompanhada, mais próxima dos cuidados de saúde, mais respeitada na sua dignidade.
    Não posso deixar de te chamar a atenção para uma realidade que conheces bem. A área rural continua, em muitos casos, esquecida. Há aldeias onde envelhecer se tornou sinónimo de isolamento, onde ir ao médico implica dificuldades que muitos já não conseguem ultrapassar. São pessoas que trabalharam uma vida inteira e que hoje merecem mais do que distância e esquecimento.
    É aqui que acredito que podes marcar a diferença. Aproximar os cuidados de saúde das populações não é uma opção, é uma responsabilidade. E há medidas concretas, simples e eficazes, que podem fazer esse caminho.
    Uma delas é a vacinação dos seniores nas próprias aldeias. Em articulação com as Juntas de Freguesia, é possível organizar equipas que se desloquem ao terreno, que conheçam as pessoas pelo nome. Não faz sentido exigir deslocações difíceis a quem já deu tanto, faz sentido, sim, levar o serviço até onde ele é preciso.
    Esse seria um papel de liderança com impacto real na vida das pessoas. Estou certo de que tens a sensibilidade e a capacidade para não esquecer aqueles que mais precisam.
    O sucesso do teu mandato será, o sucesso de todos nós, se conseguires contribuir para construir um sistema de saúde mais próximo, mais justo e mais humano.
    Com consideração e amizade,
    Henrique Martins

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