Pote da Gula, assim se chama o projeto que Vanessa Melo fez nascer em julho de 2017 em Alfândega da Fé e que já começou a vender produtos regionais dentro e fora do país. De Alfândega de Fé vão os típicos rochedos, o queijo de ovelha e compotas, mas a mentora do projeto quer alargar a oferta de produtos de Alfândega nos seus cabazes.
Trata-se de um projeto que pretende contribuir para o desenvolvimento económico das regiões de baixa densidade do país e dos pequenos produtores, criando cabazes recheados de produtos típicos. Nestes cabazes constam os melhores produtos tradicionais de pequenos produtores que guardam o saber fazer artesanal e utilizam matérias prima de grande qualidade. Cuidadosamente selecionados, estes cabazes partilham também memórias, sabores e aromas de zonas do país por vezes esquecidas.
O objetivo do Pote passa também por criar uma experiência gastronómica com arte, memória e sabores inesquecíveis. Para isso, Vanessa Melo tem vindo a inovar na oferta de cabazes, desde os temáticos até à possibilidade de o cliente construir o seu próprio pote.
Para breve outros produtos de Alfândega da Fé serão incluídos no Pote da Gula, como o vinagre de cereja e o azeite de excelente qualidade.
Os produtores que quiserem ter os seus produtos no Pote da Gula podem contactar:
Vanessa Melo | Founder Manager | +351 919 608 956 | geral@potedagula.pt
Conheça melhor este projecto AQUI.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
A Confraria e o Festival…do Butelo e da Casula
As circunstâncias acontecem e motivam, as ideias surgem e os projetos concretizam-se. Foi assim que surgiu, em Bragança, há sete anos, A Confraria do Butelo e da Casula. Como outros projetos, esta ideia reanimadora do Butelo e das Casulas, surgiu no seio de habituais comensais, com o objetivo de reforçar valores, divulgar e promover produtos gastronómicos e a nossa região, em várias geografias continentais e diásporas. Foi, como em tudo na vida, muito bem acolhida por uns e alvo de algum ceticismo por outros. Para aqueles que acreditaram, reconhecendo e valorizando o projeto, apoiando e respeitando os conceitos e os desafios que emergem da sociedade civil, a evolução sustentada da organização confrádica tornou-se garantia de que, quando há homens que pensam, querem e se esforçam, valorizando o que é nosso, sustentados em genuíno altruísmo, a sociedade movimenta-se e os resultados são tão gratificantes quanto inequívocos. Para os incrédulos da altura, direi, simplesmente, que, contra factos não há argumentos. A confraria é uma realidade, foi, está a ser, e será o veículo dinamizador do objecto estatutário. E nada mais.
É que não há qualquer dúvida que a Confraria do Butelo e da Casula, tendo surgido no seio de um grupo de duas dezenas e meia de amigos, que se juntavam, regularmente, para confraternizar gastronómica e socialmente, sustentando o principal objetivo da organização, na divulgação e promoção das iguarias que lhe dão o nome de demais produtos gastronómicos locais, contextualizada no âmbito dos valores educativos, sociais e formativos, se tornou um inegável êxito. As provas estão à vista. E não adiantam alguns “Velhos do Restelo” arregimentarem argumentos de “Ovos de Colombo” ou “Cristãos Novos”, vindos, até, de outras paragens, pretenderem tornar-se arautos dos efeitos positivos decorrentes da criação da Confraria do Butelo e da Casula.
A partir da constituição, a Confraria tem desenvolvido diversas atividades de promoção e divulgação do Butelo e da Casúla, associando também outros produtos gastronómicos, a cultura, os recursos naturais e turísticos do Nordeste Transmontano, quer no país, quer no estrangeiro.
Decorrente da sua criação, surgiu, na capital nordestina, primeiro o Fim de Semana Gastronómico do Butelo e da Casula e, depois, o já institucionalizado Festival do Butelo e das Casulas, realizado, anualmente, no período de Inverno, por altura do Carnaval. E se outras realizações não tivessem sido reconhecidamente positivas, o ter potenciado a iniciativa de fazer desta iguaria gastronómica pretexto para a realização de um evento singular no país, justificaria, só por si, a existência da Confraria.
Em boa hora, pois, a Câmara Municipal de Bragança, reconhecendo o mérito da ideia, numa salutar parceria, com esta organização confrádica, investiu neste projeto de divulgação destes produtos gastronómicos – Festival do Butelo e das Casulas - promovendo o concelho de uma outra forma e noutros domínios. Não menos meritória foi a adesão ao certame, de profissionais da restauração, cozinhas regionais e outros que viram neste dinamismo, a oportunidade de aumentar a sua rendibilidade económica.
Espera-se, com efeito, que o próximo fim-de-semana, dedicado ao Festival do Butelo e das Casulas, faça de Bragança, uma vez mais, um ponto de referência nacional e internacional, sobretudo na componente gastronómica e turística e que esta Confraria Brigantina continue a dar VIDA, à vida que lhe deu vida, sustentada num percurso de identidade, inconfundível, independência institucional e coerência funcional.
Nuno Pires
É que não há qualquer dúvida que a Confraria do Butelo e da Casula, tendo surgido no seio de um grupo de duas dezenas e meia de amigos, que se juntavam, regularmente, para confraternizar gastronómica e socialmente, sustentando o principal objetivo da organização, na divulgação e promoção das iguarias que lhe dão o nome de demais produtos gastronómicos locais, contextualizada no âmbito dos valores educativos, sociais e formativos, se tornou um inegável êxito. As provas estão à vista. E não adiantam alguns “Velhos do Restelo” arregimentarem argumentos de “Ovos de Colombo” ou “Cristãos Novos”, vindos, até, de outras paragens, pretenderem tornar-se arautos dos efeitos positivos decorrentes da criação da Confraria do Butelo e da Casula.
A partir da constituição, a Confraria tem desenvolvido diversas atividades de promoção e divulgação do Butelo e da Casúla, associando também outros produtos gastronómicos, a cultura, os recursos naturais e turísticos do Nordeste Transmontano, quer no país, quer no estrangeiro.
Decorrente da sua criação, surgiu, na capital nordestina, primeiro o Fim de Semana Gastronómico do Butelo e da Casula e, depois, o já institucionalizado Festival do Butelo e das Casulas, realizado, anualmente, no período de Inverno, por altura do Carnaval. E se outras realizações não tivessem sido reconhecidamente positivas, o ter potenciado a iniciativa de fazer desta iguaria gastronómica pretexto para a realização de um evento singular no país, justificaria, só por si, a existência da Confraria.
Em boa hora, pois, a Câmara Municipal de Bragança, reconhecendo o mérito da ideia, numa salutar parceria, com esta organização confrádica, investiu neste projeto de divulgação destes produtos gastronómicos – Festival do Butelo e das Casulas - promovendo o concelho de uma outra forma e noutros domínios. Não menos meritória foi a adesão ao certame, de profissionais da restauração, cozinhas regionais e outros que viram neste dinamismo, a oportunidade de aumentar a sua rendibilidade económica.
Espera-se, com efeito, que o próximo fim-de-semana, dedicado ao Festival do Butelo e das Casulas, faça de Bragança, uma vez mais, um ponto de referência nacional e internacional, sobretudo na componente gastronómica e turística e que esta Confraria Brigantina continue a dar VIDA, à vida que lhe deu vida, sustentada num percurso de identidade, inconfundível, independência institucional e coerência funcional.
Nuno Pires
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Horroroso desastre de Miranda, sua queda em poder dos inimigos, bem como Moncorvo, Bragança, Outeiro, Freixiel e Chaves. Episódio da rival de Brites de Almeida
Guerra dos Sete Anos - Em 1757 rebentou na América do Norte esta guerra entre a França e a Inglaterra, motivada aparentemente pela posse de alguns terrenos bravios, que em breve se estendeu a toda a Europa.
Em 1762 a França e a Espanha pretendem obrigar Portugal a sair da neutralidade que até ali havia conservado, e como este tentava seguir um sistema contemporizador, na primavera desse ano a província de Trás-os-Montes é invadida pelas tropas espanholas comandadas pelo coronel O’Reilly à frente de mil e oitocentos homens, que pôs cerco a Miranda do Douro, a qual se defendeu por espaço de três meses, sendo tomada no dia 9 de Maio de 1762, depois das duas horas da tarde, devido a um desastre.
No dia anterior, pelas sete horas e meia da tarde, devido a uma grande explosão que houve no paiol, onde arderam mais de mil e quinhentas arrobas de pólvora, arruinou-se completamente a torre de menagem e fortificações de defesa da praça, o que tornou impossível a sua resistência.
Nestas ruínas pereceram cerca de quatrocentas pessoas.
Não é bem averiguado se este facto foi acidental se devido à perfídia do governador do castelo, vendido aos castelhanos, que, como querem alguns, pusera fogo ao paiol fugindo em seguida para o acampamento inimigo.
Os castelhanos, depois de tomada a cidade, fizeram voar grande parte das muralhas que a explosão havia poupado, marchando em seguida sobre Moncorvo que, devido a outra fatalidade, igualmente lhes caiu nas mãos, sendo saqueada e devastada em Julho de 1762, bem como Bragança, que lhes abriu as portas sem resistência alguma. Aqui destruíram o forte de S. João de Deus, vulgarmente chamada «Forte de cavalaria», e parte das muralhas da Cidadela. Igualmente tomaram Outeiro e Freixil.
Marchou depois O’Reilly para a província da Beira, cuja raia devastou indo reunir-se às tropas do marquês de Sarria, que se formavam junto a Castelo Rodrigo, havendo mandado o governador de Galiza Mr. de Lacroix, guarnecer a praça de Chaves também caída em poder dos espanhóis.
Esta guerra terminou pelo tratado de Paris de 10 de Fevereiro de 1763 pelo qual a Espanha restituía a Portugal tudo o que lhe havia tomado.
Camilo Castelo Branco narra, sob a epígrafe «A rival de Brites de Almeida», um episódio interessante sucedido nesta guerra durante o cerco de Miranda, o qual tem por assunto a morte, com um espeto, dada por uma mulher desta cidade a um sargento espanhol.
Eis a descrição do desastre de Miranda do Douro, segundo um documento coevo:
«Aos 8 de maio de 1762, pelas sete horas e meia da tarde, tempo em que todo este reino de Portugal estava bloqueado em roda pelas armas hespanholas, esta provincia invadida e cercada esta cidade por um exercito de trinta mil homens, estando a atirar a artilheria do castello e revelins ao sovredito exercito inimigo, logo que descarregou um canhão, mais contiguo á torre grande, passados quatro ou cinco minutos rebentou o armazem da polvora, arruinando quasi todo o castello e fazendo duas brechas exteriores, uma para a parte do norte, por onde bem cabiam quinze homens, e outra para a do meio dia em correspondencia por onde cabiam nove, arruinando tambem a maior parte do castello para o oriente que entrava para a cidade e metade da torre grande, dando em terra com todo o edificio e officinas que dentro d’elle havia, em cujas ruinas falleceu muita gente, que a maior parte d’ella se não pôde averiguar quem era por se acharem queimadas do fogo que se alimentou com mais de mil e quinhentas arrobas de polvora.
D’esta gente que pereceu, muitos eram soldados, outros paizanos e ordenanças da terra que andavam trabalhando dentro do mesmo castello em menesteres que se lhes mandavam, e outros pessoas da cidade.
Não pude alcançar ao certo o numero de gente, mas averiguado por prudentes e feita a diligencia e inquirição possivel me parece falleceriam trezentas e cincoenta a quatrocentas pessoas assim no castello e suburbios como pelas ruas da cidade.
E para memoria mandei escrever esta declaração que com a lista das pessoas que abaixo vão carregadas assignei.
E não vão os nomes e patrias com mais individuação porque o não pude saber.
E tambem declaro que debaixo da brecha que faz cara ao meio dia estão mais de cem pessoas que as vi eu sepultar na ruina porque cazualmente me achava presente e quiz Deus livrar-me.
Dentro do donjão (torreão) ao redor do poço está tambem muita gente. Na ponte do terreiro, caminhando para a plataforma, junto ao castello, ficaram tambem muitos sepultados.
Na cortinha contigua á peça desbocada, que é de Josepha Simões, se enterraram setenta e tantas pessoas que nenhum se soube quem era e que com trabalho puderam tirar das ruinas.
Encheu-se quasi todo o cemiterio da Sé e dentro da Sé se sepultaram os que couberam, cujos nomes, conforme pude alcançar como tenho dito são os seguintes: (segue a relação que o autor não copiou).
Declaro tambem que a maior parte d’elles foram soccorridos com a absolvição que por mim e outros sacerdotes lhes foi dada e muitos tambem com a Extrema-Uncção, e alguns que vieram acabar de morrer deutro da Sé e no hospital com o Santissimo; e geralmente no mesmo instante levaram todos a absolvição.
No dia 9 depois das duas horas tomou posse da cidade o exercito hespanhol».
Na Biblioteca do Seminário de Bragança conserva-se um in-folio, encadernado em pergaminho de 242 folhas, intitulado Livro de Matrícula do Seminário de S. José de Miranda, e nele, folio 10, encontra-se: «a 5 de abril de 1762 foram despedidos os collegiaes por causa do ingresso dos hespanhoes n’esta provincia».
Memórias Arqueológico-Históricas
do Distrito de Bragança
Em Bragança, a herança dos cuscos está viva – e recomenda-se!
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| O aspeto dos cuscos após a última secagem Foto: Lucília Loureiro |
Esta foi uma das seis mulheres que confecionavam regularmente os cuscos encontradas por Patrícia Cordeiro no périplo feito pelo concelho de Bragança, em 2015. “Muitas outras recordavam-se perfeitamente de como se faz, era uma tradição sedimentada na região”, conta a socióloga, responsável pela condução da investigação e da posterior proposta, feita pelo município brigantino, de inscrição do processo de confeção de cuscos no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Um projeto implementado pela Direção-geral do Património Cultural (DGPC), por força do cumprimento da convenção da Unesco para a salvaguarda do património imaterial. “O bom do inventário é ter criado este momento de investigação e de trabalho de campo, que já proporciona uma dinâmica de preservação e de memória”, acredita Patrícia. Julga-se que a presença dos cuscos em Portugal, prato nacional da Argélia e de Marrocos, de origem berbere, remonta aos tempos da conquista árabe do continente europeu, mas também há quem avance com a hipótese de terem sido introduzidos pelos judeus sefarditas. Já no primeiro livro de receitas impresso em Portugal, A Arte de Cozinha, escrito por Domingos Rodrigues em 1680, aparece uma de cuscús, muito semelhante à praticada na atualidade.
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| D. Guilhermina, uma das mulheres que ainda confeciona regularmente cuscos, e a socióloga Patrícia Cordeiro Foto: Lucília Monteiro |
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| Pargo e cuscos de Vinhais com lingueirão, o prato preparado pelo chefe de cozinha Óscar Gonçalves no restaurante G, na Pousada de Bragança |
Joana Loureiro
Visão Sete
VEIO NO JORNAL…ENTÃO É VERDADE
Por: Humberto Pinho da Silva
(colaborador do "Memórias...e outras coisas..."
Certa ocasião, ao escutar debate entre políticos, admirei-me que um deles – conhecida ex-deputada, – dissesse, para reforçar sua opinião, que tinha visto na Internet! …
Essa licenciada, fez-me recordar pobre diabo, que conheci, no tempo de juventude, na aldeia de minha mãe.
Tinha apenas a antiga quarta classe, mas soletrava com facilidade, e conseguia, sem custo, alinhavar as letras, quando lhe pediam para escrever carta ao filho que embarcara para o Brasil.
Nesse tempo, ainda se emigrava para o Brasil; mais tarde, os aldeões, partiam – muitos a salto, – para França e Alemanha, convencidíssimos, que, nesses países, a vida e a remuneração, seria melhor e mais substancial, do que na sua terra, entre a sua gente.
Pois esse camponês, sempre que queria atestar a veracidade de acontecimento, declarava, enfaticamente: “ Veio no Jornal! …”
Para ele, tudo que era escrito em letra de forma, era verdade pura.
Não admira que assim pensasse. Conheci citadinos – e ainda conheço, – que asseveram, a pés juntos, a veracidade da notícia, porque: “ Viram na TV”; “ ouviram na rádio”; ou “ leram no jornal”…
Muitos têm formação académica superior, o que prova, que o “ canudo” nada prova.
Bertrand Russell, considerava que: “ Uma das causas da infelicidade dos intelectuais dos nossos dias, é o facto de muitos deles, especialmente escritores, não terem oportunidade de exercer livremente os seus talentos, e serem obrigados a pôr-se ao serviço de ricas corporações, dirigidas por filisteus, que os obrigam a escrever o que eles muitas vezes consideram disparates perniciosos. Se alguém perguntar aos jornalistas americanos ou ingleses se acreditam a política dos jornais em que trabalham, verificará, suponho, que uma minoria acredita; os restantes, para ganharem a vida, prostituem o seu talento ao servirem objetivos que julgam ser nocivos.” ( “ A Conquista da Felicidade” - Guimarães Editores - 4º edição. Tradução de José António Machado)
Quantos escritores e jornalistas do nosso país se “ prostituem” para verem seus textos publicados?
Uns, abraçam ideologias que não professam, mas que lhes abre a oportunidade de serem editados: assegurando o apoio simpático da crítica da “capelinha”.
Outros, “ vendem” o talento, a partidos políticos; e ainda há quem enxameie os textos com frases e episódios torpes, para conseguirem vender o livro! …Eça não queria que a filha conhecesse alguns dos seus romances…
Possuo carta, de escritora, endereçada a meu pai, que revela que o editor rejeitara a obra, porque não a “apimentou” convenientemente…
E escritor de nomeada, há muito falecido, confessou – em particular, – numa livraria lisboeta, que para conseguir publicar o primeiro livro, foi “ obrigado” a filiar-se num partido político! …
O que se passa com o escritor, passa-se, também, com muitos jornalistas.
Termino, com o parecer do actor João Reis, revelado numa entrevista à “Notícias TV” de 29/06/2012: Se quiserem, as televisões conseguem manipular as pessoas. Aliás, basta ver, às vezes, o alinhamento dos noticiários, para ver que manipulam.”
Mas, ainda há quem acredite, em tudo, que a mass-media divulga; e forme opinião em mentiras e meias verdades! …
“ Vi no jornal!”; ouvi na TV!”; é quanto basta para fundamentarem atitudes, ou condenar artistas e políticos…
(colaborador do "Memórias...e outras coisas..."
Certa ocasião, ao escutar debate entre políticos, admirei-me que um deles – conhecida ex-deputada, – dissesse, para reforçar sua opinião, que tinha visto na Internet! …
Essa licenciada, fez-me recordar pobre diabo, que conheci, no tempo de juventude, na aldeia de minha mãe.
Tinha apenas a antiga quarta classe, mas soletrava com facilidade, e conseguia, sem custo, alinhavar as letras, quando lhe pediam para escrever carta ao filho que embarcara para o Brasil.
Nesse tempo, ainda se emigrava para o Brasil; mais tarde, os aldeões, partiam – muitos a salto, – para França e Alemanha, convencidíssimos, que, nesses países, a vida e a remuneração, seria melhor e mais substancial, do que na sua terra, entre a sua gente.
Pois esse camponês, sempre que queria atestar a veracidade de acontecimento, declarava, enfaticamente: “ Veio no Jornal! …”
Para ele, tudo que era escrito em letra de forma, era verdade pura.
Não admira que assim pensasse. Conheci citadinos – e ainda conheço, – que asseveram, a pés juntos, a veracidade da notícia, porque: “ Viram na TV”; “ ouviram na rádio”; ou “ leram no jornal”…
Muitos têm formação académica superior, o que prova, que o “ canudo” nada prova.
Bertrand Russell, considerava que: “ Uma das causas da infelicidade dos intelectuais dos nossos dias, é o facto de muitos deles, especialmente escritores, não terem oportunidade de exercer livremente os seus talentos, e serem obrigados a pôr-se ao serviço de ricas corporações, dirigidas por filisteus, que os obrigam a escrever o que eles muitas vezes consideram disparates perniciosos. Se alguém perguntar aos jornalistas americanos ou ingleses se acreditam a política dos jornais em que trabalham, verificará, suponho, que uma minoria acredita; os restantes, para ganharem a vida, prostituem o seu talento ao servirem objetivos que julgam ser nocivos.” ( “ A Conquista da Felicidade” - Guimarães Editores - 4º edição. Tradução de José António Machado)
Quantos escritores e jornalistas do nosso país se “ prostituem” para verem seus textos publicados?
Uns, abraçam ideologias que não professam, mas que lhes abre a oportunidade de serem editados: assegurando o apoio simpático da crítica da “capelinha”.
Outros, “ vendem” o talento, a partidos políticos; e ainda há quem enxameie os textos com frases e episódios torpes, para conseguirem vender o livro! …Eça não queria que a filha conhecesse alguns dos seus romances…
Possuo carta, de escritora, endereçada a meu pai, que revela que o editor rejeitara a obra, porque não a “apimentou” convenientemente…
E escritor de nomeada, há muito falecido, confessou – em particular, – numa livraria lisboeta, que para conseguir publicar o primeiro livro, foi “ obrigado” a filiar-se num partido político! …
O que se passa com o escritor, passa-se, também, com muitos jornalistas.
Termino, com o parecer do actor João Reis, revelado numa entrevista à “Notícias TV” de 29/06/2012: Se quiserem, as televisões conseguem manipular as pessoas. Aliás, basta ver, às vezes, o alinhamento dos noticiários, para ver que manipulam.”
Mas, ainda há quem acredite, em tudo, que a mass-media divulga; e forme opinião em mentiras e meias verdades! …
“ Vi no jornal!”; ouvi na TV!”; é quanto basta para fundamentarem atitudes, ou condenar artistas e políticos…
Humberto Pinho da Silva nasceu em Vila Nova de Gaia, Portugal, a 13 de Novembro de 1944. Frequentou o liceu Alexandre Herculano e o ICP (actual, Instituto Superior de Contabilidade e Administração). Em 1964 publicou, no semanário diocesano de Bragança, o primeiro conto, apadrinhado pelo Prof. Doutor Videira Pires. Tem colaboração espalhada pela imprensa portuguesa, brasileira, alemã, argentina, canadiana e USA. Foi redactor do jornal: “NG”. e é o coordenador do Blogue luso-brasileiro "PAZ".
Exposição de pintura "Cidades"
Sexta-feira,dia 2 de fevereiro às 18h00, inauguração da exposição de pintura "Cidades", de J. Freire, na Sala Luís de Camões do Centro Cultural Municipal Adriano Moreira.
Novo livro para crianças de Alexandre Parafita
O escritor transmontano Alexandre Parafita acaba de lançar um novo livro de literatura infantil, intitulado “A brincar, a brincar… vamos lá rimar”, onde reúne um conjunto de histórias ecológicas narradas em verso, com o propósito de despertar nas crianças, ao ritmo da sonoridade estética das palavras, o gosto pela descoberta dos mistérios da natureza.
Publicado pela editora Livro Directo com ilustrações de Alexandra Gonçalves, o livro é dirigido ao universo escolar, em especial a crianças que ensaiam os primeiros contactos com a leitura, propondo-se estimular nelas “o gosto de brincar com as palavras, na certeza de que é neste jogo divertido, brincalhão, que, aos poucos, vai nascendo o prazer da leitura e da descoberta”.
Carregadas de vida e de natureza, acompanham a criança pelos mistérios dos ninhos, dos rios, dos castelos, das flores, das montanhas. O livro está assim preenchido com motivos rurais da ecologia e da natureza transmontana, e com ele a criança será desafiada a interrogar-se sobre questões muito curiosas: Porquê o caracol aponta as antenas ao sol? Que tarefas têm os sapos e toupeiras nos jardins? Porque chora o chorão? Porque usa o cuco os ninhos dos outros pássaros? Qual a relação entre os sapos e as rãs? Porque fiam as mouras em noites de luar? São algumas das perguntas a que as rimas procuram dar resposta.
Alexandre Parafita, docente e investigador na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, é autor de várias dezenas de obras nas áreas da literatura para a infância e da antropologia e etnografia, tendo a região transmontana e duriense como foco principal dos seus estudos. Grande parte dos seus livros integra o Plano Nacional de Leitura.
in:diariodetrasosmontes.com
Publicado pela editora Livro Directo com ilustrações de Alexandra Gonçalves, o livro é dirigido ao universo escolar, em especial a crianças que ensaiam os primeiros contactos com a leitura, propondo-se estimular nelas “o gosto de brincar com as palavras, na certeza de que é neste jogo divertido, brincalhão, que, aos poucos, vai nascendo o prazer da leitura e da descoberta”.
Carregadas de vida e de natureza, acompanham a criança pelos mistérios dos ninhos, dos rios, dos castelos, das flores, das montanhas. O livro está assim preenchido com motivos rurais da ecologia e da natureza transmontana, e com ele a criança será desafiada a interrogar-se sobre questões muito curiosas: Porquê o caracol aponta as antenas ao sol? Que tarefas têm os sapos e toupeiras nos jardins? Porque chora o chorão? Porque usa o cuco os ninhos dos outros pássaros? Qual a relação entre os sapos e as rãs? Porque fiam as mouras em noites de luar? São algumas das perguntas a que as rimas procuram dar resposta.
Alexandre Parafita, docente e investigador na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, é autor de várias dezenas de obras nas áreas da literatura para a infância e da antropologia e etnografia, tendo a região transmontana e duriense como foco principal dos seus estudos. Grande parte dos seus livros integra o Plano Nacional de Leitura.
in:diariodetrasosmontes.com
(I)Mobilidade
Apesar da modernização que Bragança conheceu, a cidade ainda apresenta algumas dores de crescimento na sua malha urbana.
Que dizer deste exemplo de ocupação do passeio (concerteza bem anterior à existência de um passeio no local), no bairro do Pinhal?
Diz o Zé que...
in:mdb.pt
Que dizer deste exemplo de ocupação do passeio (concerteza bem anterior à existência de um passeio no local), no bairro do Pinhal?
Diz o Zé que...
in:mdb.pt
“Muito do tempo que os padres têm de gastar em tarefas administrativas devia ser gasto na pastoral”
D. José Cordeiro completa em 2018 sete anos à frente da diocese de Bragança-Miranda. No arranque de mais um ano, faz, no Mensageiro, um balanço dos primeiros sete anos do seu episcopado e lança pistas para o futuro.
Mensageiro de Bragança: Que balanço faz do ano que passou, que foi de transição entre dois projetos pastorais?
D. José Cordeiro: Globalmente é muito positivo. Este nosso primeiro projeto pastoral, repartir de Cristo nos Caminhos da Missão, vivido ao longo de cinco anos, com um sublinhado em cada ano (o Ano da Fé, o Ano da Vocação, o Ano da Bíblia, o Ano da Santidade e o Ano de Maria) permitiu-nos criar uma maior consciência e sentido de pertença ao mesmo corpo que é esta Igreja local, a diocese de Bragança-Miranda que peregrina aqui, no território do Nordeste Transmontano, e criámos uma maior coesão e consciência eclesial.
Além disto, e ao mesmo tempo, fomos desenvolvendo as prioridades do início do ministério episcopal, depois de uma Assembleia do Clero e dos vários conselhos, e consolidado pela visita pastoral, fomos levando por diante a formação do clero, a formação dos leigos e a reorganização pastoral. Não é o mudar por mudar mas para ser fiel ao Evangelho no hoje da história, aqui e agora, na nossa realidade que é um território muito extenso mas com a limitação da diminuição das pessoas que aqui vivemos. Temos constantemente acompanhado o envelhecimento das pessoas, o défice demográfico, dos poucos nascimentos, da pouca fixação das pessoas aqui no nosso território. Naqueles que cá continuamos, vê-se que há uma maior consciência e um maior sentido de comunhão e de unidade. O próprio caminho que estamos a fazer nas unidades pastorais, nos arciprestados, em toda a diocese, leva-nos a concluir isso e a dar profundas graças a Deus pelo caminho percorrido. Sentimos isso de uma forma especial na abertura do ano litúrgico e pastoral e até essa coincidência do ano pastoral com o ano litúrgico nos tem feito crescer cada vez mais na fidelidade a Cristo e ao seu Evangelho nesta consciência recebida pelo batismo.
Numa caminhada, não vão todos ao mesmo ritmo. Mas o importante é que possamos todos caminhar, que ninguém fique para trás e que ninguém desista, nem que às vezes tenhamos de ir mais devagar, outras vezes mais apressados. Quem se encontra com Jesus Cristo não pode reter para si a beleza desse encontro, precisa de o comunicar, e de estar atento aos sinais que à sua volta vão surgindo. Por isso, é com alegria, com gratidão e com esperança que fazemos esta avaliação positiva dos anos que já peregrinámos juntos e os projetos pastorais são linhas de força que nos conduzem para o mesmo e único caminho, que é Cristo vivido na história, no tempo, nos compromissos sociais e de uma maneira especial aos mais pobres, aos que mais precisam, aos mais idosos, aos mais doentes. Por exemplo, da avaliação que fizemos da coordenação pastoral, onde a diocese mais tem crescido é na pastoral penitenciária, junto do Estabelecimento Prisional de Izeda e aqui de Bragança. Outros setores que estavam mais adormecidos estão hoje mais visíveis, como a Pastoral do Turismo, a Pastoral Social, a Pastoral da Cultura, a Pastoral da Saúde, a Pastoral da Família. E agora uma atenção acrescida aos jovens e aos adolescentes, nesta fidelidade de alinhamento que o Papa Francisco está a impulsionar em toda a Igreja.
MB.: Terá de haver algum tipo de reorganização na diocese, fruto dos problemas demográficos que já apontou?
DJC.: A reorganização que temos em curso procura responder ao que fazer em ordem a termos maior comunhão, maior consciência missionária e comunidades mais abertas à eclesialidade. Aquilo que estamos a procurar trilhar é menos paróquia e mais Igreja. Temos 326 paróquias num território enorme, mas com um povo que não vai além das 130 mil pessoas. Temos de reajustar as propostas e as próprias estruturas para esta mudança de paradigma. Temos também insistido na tecla de menos missas e melhor missa. Estamos com 60 padres no ativo, ao serviço das comunidades e vemos que aumenta a dificuldade numa pastoral clássica que recebemos.
Mas queremos comunicar o mesmo Evangelho, a mesma Eucaristia, as mesmas propostas que a Igreja tem por missão fazer, adequando-a à nossa realidade e, sobretudo, procurando uma saúde espiritual de todos, tanto dos pastores como dos fiéis. Consoante as possibilidades de mobilidade e do próprio território, encontrar estruturas e horários mais capazes de responder às inquietações de hoje para nos sentirmos uma verdadeira comunidade. Algumas paróquias já não têm os requisitos para serem uma comunidade de fiéis. São tão poucas as pessoas que vivem lá que não dá para experimentarem a plenitude e aquilo que se requer a uma paróquia.
AGR
in:mdb.pt
Mensageiro de Bragança: Que balanço faz do ano que passou, que foi de transição entre dois projetos pastorais?
D. José Cordeiro: Globalmente é muito positivo. Este nosso primeiro projeto pastoral, repartir de Cristo nos Caminhos da Missão, vivido ao longo de cinco anos, com um sublinhado em cada ano (o Ano da Fé, o Ano da Vocação, o Ano da Bíblia, o Ano da Santidade e o Ano de Maria) permitiu-nos criar uma maior consciência e sentido de pertença ao mesmo corpo que é esta Igreja local, a diocese de Bragança-Miranda que peregrina aqui, no território do Nordeste Transmontano, e criámos uma maior coesão e consciência eclesial.
Além disto, e ao mesmo tempo, fomos desenvolvendo as prioridades do início do ministério episcopal, depois de uma Assembleia do Clero e dos vários conselhos, e consolidado pela visita pastoral, fomos levando por diante a formação do clero, a formação dos leigos e a reorganização pastoral. Não é o mudar por mudar mas para ser fiel ao Evangelho no hoje da história, aqui e agora, na nossa realidade que é um território muito extenso mas com a limitação da diminuição das pessoas que aqui vivemos. Temos constantemente acompanhado o envelhecimento das pessoas, o défice demográfico, dos poucos nascimentos, da pouca fixação das pessoas aqui no nosso território. Naqueles que cá continuamos, vê-se que há uma maior consciência e um maior sentido de comunhão e de unidade. O próprio caminho que estamos a fazer nas unidades pastorais, nos arciprestados, em toda a diocese, leva-nos a concluir isso e a dar profundas graças a Deus pelo caminho percorrido. Sentimos isso de uma forma especial na abertura do ano litúrgico e pastoral e até essa coincidência do ano pastoral com o ano litúrgico nos tem feito crescer cada vez mais na fidelidade a Cristo e ao seu Evangelho nesta consciência recebida pelo batismo.
Numa caminhada, não vão todos ao mesmo ritmo. Mas o importante é que possamos todos caminhar, que ninguém fique para trás e que ninguém desista, nem que às vezes tenhamos de ir mais devagar, outras vezes mais apressados. Quem se encontra com Jesus Cristo não pode reter para si a beleza desse encontro, precisa de o comunicar, e de estar atento aos sinais que à sua volta vão surgindo. Por isso, é com alegria, com gratidão e com esperança que fazemos esta avaliação positiva dos anos que já peregrinámos juntos e os projetos pastorais são linhas de força que nos conduzem para o mesmo e único caminho, que é Cristo vivido na história, no tempo, nos compromissos sociais e de uma maneira especial aos mais pobres, aos que mais precisam, aos mais idosos, aos mais doentes. Por exemplo, da avaliação que fizemos da coordenação pastoral, onde a diocese mais tem crescido é na pastoral penitenciária, junto do Estabelecimento Prisional de Izeda e aqui de Bragança. Outros setores que estavam mais adormecidos estão hoje mais visíveis, como a Pastoral do Turismo, a Pastoral Social, a Pastoral da Cultura, a Pastoral da Saúde, a Pastoral da Família. E agora uma atenção acrescida aos jovens e aos adolescentes, nesta fidelidade de alinhamento que o Papa Francisco está a impulsionar em toda a Igreja.
MB.: Terá de haver algum tipo de reorganização na diocese, fruto dos problemas demográficos que já apontou?
DJC.: A reorganização que temos em curso procura responder ao que fazer em ordem a termos maior comunhão, maior consciência missionária e comunidades mais abertas à eclesialidade. Aquilo que estamos a procurar trilhar é menos paróquia e mais Igreja. Temos 326 paróquias num território enorme, mas com um povo que não vai além das 130 mil pessoas. Temos de reajustar as propostas e as próprias estruturas para esta mudança de paradigma. Temos também insistido na tecla de menos missas e melhor missa. Estamos com 60 padres no ativo, ao serviço das comunidades e vemos que aumenta a dificuldade numa pastoral clássica que recebemos.
Mas queremos comunicar o mesmo Evangelho, a mesma Eucaristia, as mesmas propostas que a Igreja tem por missão fazer, adequando-a à nossa realidade e, sobretudo, procurando uma saúde espiritual de todos, tanto dos pastores como dos fiéis. Consoante as possibilidades de mobilidade e do próprio território, encontrar estruturas e horários mais capazes de responder às inquietações de hoje para nos sentirmos uma verdadeira comunidade. Algumas paróquias já não têm os requisitos para serem uma comunidade de fiéis. São tão poucas as pessoas que vivem lá que não dá para experimentarem a plenitude e aquilo que se requer a uma paróquia.
AGR
in:mdb.pt
Fernando Barros teme que o Governo não aprove o maior empreendimento de Vila Flor
A Barragem Redonda das Olgas pode estar em causa, no âmbito do PDR - Programa de Desenvolvimento Rural. O presidente espera que os fundos não sejam todos canalizados para investir no litoral.
Fernando Barros, presidente da câmara de Vila Flor, está apreensivo com a distribuição dos fundos comunitários do PDR 2020 - Programa Desenvolvimento Rural. Em causa está a construção da Barragem Redonda das Olgas, em Freixiel, no valor de quase 11 milhões de euros, que o autarca teme que seja preterida na distribuição de fundos comunitários.
"Apreensivo porque a nossa candidatura que contempla o estudo prévio como é exigido, e esse estudo tem três componentes: a técnica, ambiental e a componente de viabilidade económica económica financeira. Eu estou muito apreensivo porque eu só posso compreender qual vai ser a abordagem da distribuição de dinheiro para outras zonas do país e eu não percebo porquê" refere Fernando Barros, presidente da câmara de Vila Flor
O presidente espera que quem decide sobre a atribuição de fundos aos projectos candidatados tenha consciência da importância que estes 600 hectares de regadio têm para os produtores e economia da região e diz mesmo que não vai desistir de lutar pela aprovação desta candidatura
"Quando nós temos na Terra Quente, o regadio que é um exemplo Nacional de eficiência de utilização da água, o regadio da Vilariça, temos este historial no nosso concelho e quando nós lançamos o novo regadio das Olgas. Os nossos agricultores já têm muita experiência e portanto queremos alargar o regadio numa zona que precisa de muita água , portanto nós temos todos esse conhecimento e esse know how essa experiência aqui no nosso concelho que vai mudar completamente a agricultura, que vai no fundo mudar a economia do nosso concelho e dar um contributo. nós percebemos porque é que não poderá ser contemplado, estou convencido que vai ser, mas nós não vamos desistir".
"Há água em quantidade há um espaço enorme para regar o regadio que é feito por gravidade. Portanto são estas as mais valias do nosso projecto e numa zona da Terra Quente em que a água vale muito e para a agricultura. A diferença havendo água e uma agricultura, menos competitiva, menos rentável para uma agricultura
onde existe água, sendo essa a agricultura muito mais rentável e com mais valias enormes. Ou seja, nós temos o direito de exigir que este regadio seja contemplado por estas razões."E este projecto tem, segundo o autarca, todas as condições para receber a aprovação
Fernando Barros preocupado com a possível não aprovação do projecto da barragem das olgas o maior empreendimento do concelho, que será essencial para a agricultura de Vila Flor, o segundo concelho mais exportador do distrito de Bragança.
Escrito por: Brigantia
Fernando Barros, presidente da câmara de Vila Flor, está apreensivo com a distribuição dos fundos comunitários do PDR 2020 - Programa Desenvolvimento Rural. Em causa está a construção da Barragem Redonda das Olgas, em Freixiel, no valor de quase 11 milhões de euros, que o autarca teme que seja preterida na distribuição de fundos comunitários.
"Apreensivo porque a nossa candidatura que contempla o estudo prévio como é exigido, e esse estudo tem três componentes: a técnica, ambiental e a componente de viabilidade económica económica financeira. Eu estou muito apreensivo porque eu só posso compreender qual vai ser a abordagem da distribuição de dinheiro para outras zonas do país e eu não percebo porquê" refere Fernando Barros, presidente da câmara de Vila Flor
O presidente espera que quem decide sobre a atribuição de fundos aos projectos candidatados tenha consciência da importância que estes 600 hectares de regadio têm para os produtores e economia da região e diz mesmo que não vai desistir de lutar pela aprovação desta candidatura
"Quando nós temos na Terra Quente, o regadio que é um exemplo Nacional de eficiência de utilização da água, o regadio da Vilariça, temos este historial no nosso concelho e quando nós lançamos o novo regadio das Olgas. Os nossos agricultores já têm muita experiência e portanto queremos alargar o regadio numa zona que precisa de muita água , portanto nós temos todos esse conhecimento e esse know how essa experiência aqui no nosso concelho que vai mudar completamente a agricultura, que vai no fundo mudar a economia do nosso concelho e dar um contributo. nós percebemos porque é que não poderá ser contemplado, estou convencido que vai ser, mas nós não vamos desistir".
"Há água em quantidade há um espaço enorme para regar o regadio que é feito por gravidade. Portanto são estas as mais valias do nosso projecto e numa zona da Terra Quente em que a água vale muito e para a agricultura. A diferença havendo água e uma agricultura, menos competitiva, menos rentável para uma agricultura
onde existe água, sendo essa a agricultura muito mais rentável e com mais valias enormes. Ou seja, nós temos o direito de exigir que este regadio seja contemplado por estas razões."E este projecto tem, segundo o autarca, todas as condições para receber a aprovação
Fernando Barros preocupado com a possível não aprovação do projecto da barragem das olgas o maior empreendimento do concelho, que será essencial para a agricultura de Vila Flor, o segundo concelho mais exportador do distrito de Bragança.
Escrito por: Brigantia
Fase Charlie poderá ser alargada e antecipada
A Fase Charlie, período crítico de incêndios, vai ser alargada. A época crítica de combate a incêndios florestais está a ser analisada pelo governo.
A garantia é dada pelo secretário de Estado da Proteção Civil. A época crítica de incêndios florestais deva passar a começar em junho. O secretário de Estado da Proteção Civil admite que a época crítica de incêndios florestais deva passar a começar em junho. No entanto, José Artur Neves assegura que o dispositivo de combate estará preparado para atuar durante períodos mais alargados:
"Temos quase já 200 equipas de intervenção permanente espalhadas por todos os concelhos do país. A intenção é que todos os concelhos do país tenham pelo pelo menos uma equipa de intervenção permanente. Este ano pretendemos 40 equipas até 2020 garantir as restantes, para garantir uma equipa permanente por cada concelho. " José Artur Neves, Secretário de Estado da Proteção Civil
O objectivo é que não se dê tempo aos incêndios de progredir. José Artur Neves admite também que já não tem muita lógica haver fases de combate a incêndios.
"As fases que existem já não fazem muito sentido nalgumas circunstâncias, e portanto também aí nós estamos a estruturar todas as equipas, no sentido de ter uma visão alargada
e não cingirmos às fases particulares dos incêndios, que comprovadamente pelo ano que passou já não temos que ter balizas propriamente definidas e temos que estar preparados e actuar no momento exigido", explica o Secretário de Estado da Proteção Civil
Até 2017, a época crítica em incêndios florestais, denominada Charlie, começava a 1 de julho e terminava a 30 de setembro, estando o ano dividido em cinco fases de combate.
Escrito por: Brigantia
A garantia é dada pelo secretário de Estado da Proteção Civil. A época crítica de incêndios florestais deva passar a começar em junho. O secretário de Estado da Proteção Civil admite que a época crítica de incêndios florestais deva passar a começar em junho. No entanto, José Artur Neves assegura que o dispositivo de combate estará preparado para atuar durante períodos mais alargados:
"Temos quase já 200 equipas de intervenção permanente espalhadas por todos os concelhos do país. A intenção é que todos os concelhos do país tenham pelo pelo menos uma equipa de intervenção permanente. Este ano pretendemos 40 equipas até 2020 garantir as restantes, para garantir uma equipa permanente por cada concelho. " José Artur Neves, Secretário de Estado da Proteção Civil
O objectivo é que não se dê tempo aos incêndios de progredir. José Artur Neves admite também que já não tem muita lógica haver fases de combate a incêndios.
"As fases que existem já não fazem muito sentido nalgumas circunstâncias, e portanto também aí nós estamos a estruturar todas as equipas, no sentido de ter uma visão alargada
e não cingirmos às fases particulares dos incêndios, que comprovadamente pelo ano que passou já não temos que ter balizas propriamente definidas e temos que estar preparados e actuar no momento exigido", explica o Secretário de Estado da Proteção Civil
Até 2017, a época crítica em incêndios florestais, denominada Charlie, começava a 1 de julho e terminava a 30 de setembro, estando o ano dividido em cinco fases de combate.
Escrito por: Brigantia
Município de Alfândega da Fé e Bombeiros Voluntários assinam protocolos de colaboração para obras de requalificação e transporte de doentes oncológicos
O Município de Alfândega da Fé vai apoiar a realização das obras de requalificação do quartel dos bombeiros. Recentemente, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alfândega da Fé iniciou obras de remodelação e ampliação do quartel, no valor de 371 mil euros financiados a 85% pelos fundos comunitários. Cerca de 55 mil euros (15%) vão ser comparticipados pela autarquia.
Este apoio surgiu pela necessidade que existia em melhorar as condições do edifício. Projetado há já vários anos, o quartel dos bombeiros de Alfândega da Fé encontrava-se desajustado para fazer face a um crescente número de atributos operacionais. As instalações não possuíam camaratas femininas e a cobertura já dava sinais de degradação, pelo que a intervenção tinha que ser feita.
Também estão a ser feitas obras para melhorar as acessibilidades e o serviço de atendimento ao público. Em vista está também a melhoria da eficiência energética do quartel, adotando sistemas de aproveitamento das energias renováveis para o funcionamento do edifício como a produção de águas quentes sanitárias e de energia para autoconsumo. Intervenções que a autarquia vai apoiar, comparticipando a parte não financiada pelos apoios comunitários.
Transporte de doentes oncológicos de Alfândega da Fé vai ser realizado pelos Bombeiros Voluntários
O Município e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alfândega da Fé assinaram também um protocolo de colaboração para o transporte de doentes oncológicos. Desde 2013 que a autarquia assegura deslocações semanais de doentes para os IPO do Porto e Coimbra. A partir de agora, o transporte será efectuado pelos bombeiros voluntários mas os custos das viagens vão continuar a ser suportados pelo Município.
Esta alteração prende-se com o facto de os bombeiros possuírem melhores condições materiais e humanas para assegurar o transporte de doentes. Desta forma a autarquia garante a continuidade do apoio prestado aos doentes do concelho para a realização de consultas ou tratamentos oncológicos, mas em melhores condições e com a frequência necessária.
Recorde-se que em 2013 o Ministério da Saúde deixou de comparticipar o transporte de doentes, altura em que várias pessoas do concelho deixaram de ir às consultas ou aos tratamentos por falta de recursos financeiros. Face a essa situação, a Câmara Municipal decidiu apoiar o transporte dos utentes, garantindo o acesso aos cuidados de saúde de todos os doentes oncológicos do concelho. Apoio que custa ao município cerca de 2 mil euros por mês e que é agora melhorado com o transporte a ser efetuado pelos bombeiros voluntários, numa viatura própria para transporte de doentes.
in:noticiasdonordeste.pt
Este apoio surgiu pela necessidade que existia em melhorar as condições do edifício. Projetado há já vários anos, o quartel dos bombeiros de Alfândega da Fé encontrava-se desajustado para fazer face a um crescente número de atributos operacionais. As instalações não possuíam camaratas femininas e a cobertura já dava sinais de degradação, pelo que a intervenção tinha que ser feita.
Também estão a ser feitas obras para melhorar as acessibilidades e o serviço de atendimento ao público. Em vista está também a melhoria da eficiência energética do quartel, adotando sistemas de aproveitamento das energias renováveis para o funcionamento do edifício como a produção de águas quentes sanitárias e de energia para autoconsumo. Intervenções que a autarquia vai apoiar, comparticipando a parte não financiada pelos apoios comunitários.
Transporte de doentes oncológicos de Alfândega da Fé vai ser realizado pelos Bombeiros Voluntários
O Município e a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Alfândega da Fé assinaram também um protocolo de colaboração para o transporte de doentes oncológicos. Desde 2013 que a autarquia assegura deslocações semanais de doentes para os IPO do Porto e Coimbra. A partir de agora, o transporte será efectuado pelos bombeiros voluntários mas os custos das viagens vão continuar a ser suportados pelo Município.
Esta alteração prende-se com o facto de os bombeiros possuírem melhores condições materiais e humanas para assegurar o transporte de doentes. Desta forma a autarquia garante a continuidade do apoio prestado aos doentes do concelho para a realização de consultas ou tratamentos oncológicos, mas em melhores condições e com a frequência necessária.
Recorde-se que em 2013 o Ministério da Saúde deixou de comparticipar o transporte de doentes, altura em que várias pessoas do concelho deixaram de ir às consultas ou aos tratamentos por falta de recursos financeiros. Face a essa situação, a Câmara Municipal decidiu apoiar o transporte dos utentes, garantindo o acesso aos cuidados de saúde de todos os doentes oncológicos do concelho. Apoio que custa ao município cerca de 2 mil euros por mês e que é agora melhorado com o transporte a ser efetuado pelos bombeiros voluntários, numa viatura própria para transporte de doentes.
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Movimento pelo Interior realiza a sua primeira conferência em Bragança
O recém criado Movimento pelo Interior, aberto a todas as personalidades e instituições que queiram aderir para que se defina, em concreto e bem faseado no tempo, um conjunto de medidas de políticas públicas e que, num prazo de 12 anos (3 legislaturas), seja clara a reversão da situação que hoje se vive nos territórios do Interior, vai realizar cinco conferências regionais e um grande debate nacional em Lisboa.
A primeira já está agendada para a cidade de Bragança, no próximo dia 2 de fevereiro, no Auditório Paulo Quintela, com início às 14.30h.
Os oradores convidados para esta primeira conferência são: Hernâni Dias, Presidente da Câmara Municipal de Bragança; João Teixeira, Presidente do Instituto Politécnico de Bragança, e Miguel Pinto, Diretor-geral da Kathrein Automotive.
Segundo os proponentes “os diagnósticos estão feitos e não podemos perder mais tempo. Impõe-se uma nova forma de lutar e de combater as injustiças económicas e sociais.”
Recorde-se que este Movimento tem o alto patrocínio de Sua Excelência o Senhor Presidente da República e já apresentou Jorge Coelho, Miguel Cadilhe e Pedro Lourtie como coordenadores para as políticas de Ordenamento do Território, Fiscal e da Educação.
O Movimento pelo Interior – em nome da coesão, tem como proponentes Álvaro Amaro, presidente da Câmara Municipal da Guarda e presidente dos Autarcas Social Democratas; Rui Santos, presidente da Câmara Municipal de Vila Real e presidente dos Autarcas Socialistas; António Fontaínhas Fernandes, reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas; Nuno Mangas, presidente do Instituto Politécnico de Leiria e presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos de Portugal; Fernando Nunes, empresário e presidente do Grupo Visabeira; Rui Nabeiro, empresário e fundador do Grupo Delta, e José Silva Peneda, ex-presidente do Conselho Económico e Social.
in:noticiasdonordeste.pt
A primeira já está agendada para a cidade de Bragança, no próximo dia 2 de fevereiro, no Auditório Paulo Quintela, com início às 14.30h.
Os oradores convidados para esta primeira conferência são: Hernâni Dias, Presidente da Câmara Municipal de Bragança; João Teixeira, Presidente do Instituto Politécnico de Bragança, e Miguel Pinto, Diretor-geral da Kathrein Automotive.
Segundo os proponentes “os diagnósticos estão feitos e não podemos perder mais tempo. Impõe-se uma nova forma de lutar e de combater as injustiças económicas e sociais.”
Recorde-se que este Movimento tem o alto patrocínio de Sua Excelência o Senhor Presidente da República e já apresentou Jorge Coelho, Miguel Cadilhe e Pedro Lourtie como coordenadores para as políticas de Ordenamento do Território, Fiscal e da Educação.
O Movimento pelo Interior – em nome da coesão, tem como proponentes Álvaro Amaro, presidente da Câmara Municipal da Guarda e presidente dos Autarcas Social Democratas; Rui Santos, presidente da Câmara Municipal de Vila Real e presidente dos Autarcas Socialistas; António Fontaínhas Fernandes, reitor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro e presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas; Nuno Mangas, presidente do Instituto Politécnico de Leiria e presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos de Portugal; Fernando Nunes, empresário e presidente do Grupo Visabeira; Rui Nabeiro, empresário e fundador do Grupo Delta, e José Silva Peneda, ex-presidente do Conselho Económico e Social.
in:noticiasdonordeste.pt
Padre missionário de Mogadouro satisfeito com trabalho de 55 anos em Angola
Aos 92 anos, o missionário Telmo Ferraz, com origens no concelho de Mogadouro, olha para a Casa do Gaiato de Malanje, Angola, com a sensação do dever cumprido, uma história de 55 anos em que ajudou mais de duas mil crianças angolanas.
“Pela Casa do Gaiato de Malanje, passaram cerca de dois mil rapazes, que ao longo de meio século, e após receberem a devida instrução escolar, se transformaram em ministros, generais, empregados bancários, empresários, advogados, entre outras profissões”, explicou ao Mensageiro o padre Telmo Ferraz.
O clérigo, nascido em Bruçó, no concelho de Mogadouro, é hoje visto como “um verdadeiro missionário do bem”, por todos quantos se cruzaram na sua vida.
Francisco Pinto
in:mdb.pt
“Pela Casa do Gaiato de Malanje, passaram cerca de dois mil rapazes, que ao longo de meio século, e após receberem a devida instrução escolar, se transformaram em ministros, generais, empregados bancários, empresários, advogados, entre outras profissões”, explicou ao Mensageiro o padre Telmo Ferraz.
O clérigo, nascido em Bruçó, no concelho de Mogadouro, é hoje visto como “um verdadeiro missionário do bem”, por todos quantos se cruzaram na sua vida.
Francisco Pinto
in:mdb.pt
Falta de javalis provoca cancelamento do mais antigo encontro venatório da península ibérica
O 32º Encontro Venatório do Nordeste Transmontano e o primeiro Encontro Ibérico de Mulheres Monteiras, que estavam previstos acontecer, no passado fim-de-semana, em Mirandela, não chegaram a realizar-se.
O cancelamento daquele que é o mais antigo evento de caça que se realiza na Península Ibérica, ficou a dever-se ao facto de “não estar assegurada a presença de javalis, nas manchas, em quantidade compatível com a realização das duas montarias previstas”, explica Nélson Cadavez, presidente do Clube de Monteiros do Norte (CMN), organizador dos eventos.
Fernando Pires
in:mdb.pt
O cancelamento daquele que é o mais antigo evento de caça que se realiza na Península Ibérica, ficou a dever-se ao facto de “não estar assegurada a presença de javalis, nas manchas, em quantidade compatível com a realização das duas montarias previstas”, explica Nélson Cadavez, presidente do Clube de Monteiros do Norte (CMN), organizador dos eventos.
Fernando Pires
in:mdb.pt
IPB agraciou Graça Morais com a Medalha de Honra
Graça Morais, artista transmontana, foi agraciada com a Medalha de Honra do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), na passada segunda-feira, data em que se assinalou o 35º aniversário da instituição de ensino, como reconhecimento pela sua obra.
Foi com emoção que a pintora, natural do concelho de Vila Flor, recebeu a distinção e confessou que, se no início, se mostrou surpreendida, depois ficou muito contente.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Foi com emoção que a pintora, natural do concelho de Vila Flor, recebeu a distinção e confessou que, se no início, se mostrou surpreendida, depois ficou muito contente.
Glória Lopes
in:mdb.pt
Vila Flor apoia a natalidade
No concelho de Vila Flor quem tiver 1 ou dois filhos vai receber 1500 euros, quem tiver 3 ou mais filhos vai receber 2500 euros.
À semelhança de Freixo de Espada à cinta, Vimioso ou Vinhais… também Vila Flor vai dar apoios à natalidade, que podem ir até 2500 euros.
Fernando Barros, o presidente do município, diz que este é um dos apoios sociais que a câmara promove para incentivar as famílias a manterem-se no concelho
"Temos vários apoios sociais, nós inclusivamente temos, este ano o apoio que consiste em devolver às famílias o IRS em 5%, portanto na totalidade. Nós temos apoios sociais variadíssimos: o IMI é o mais baixo possível; temos os transportes e as refeições gratuitos desde sempre; o apoio dos livros até ao 9º ano. Há vários, isto virados para as famílias e para as camadas jovens", refere o presidente do Município de Vila Flor.
Casais com 1 ou dois filhos recebem 1500 euros e a partir do terceiro filho o apoio é de 2500 euros. Contudo, o valor é dividido em duas parcelas sendo uma parte entregue em dinheiro e outra em bens materiais para a criança, alimentação ou saúde mediante o número de filhos
"O primeiro e o segundo filhos apoiamos em 1500 euros, e portanto nós temos aqui a garantia que a criança vai receber este apoio. Isto não é uma atitude de desconfiança. É um contrato que nós fazemos no fundo e para que não haja efectivamente desconfiança. A pior coisa que podia acontecer nesta medida, é nós sabermos que a família ao receber a totalidade do dinheiro, não o aplicava no novo ser. E isso para nós é muito importante, é sempre um apoio à família e ao bébé. Quem tem 3 filhos ou mais vai receber 60 % em dinheiro e os 40% em bens". explica em que consiste a medida.
Fernando Barros está à espera da aprovação do regulamento e espera que possam ser contempladas todas as crianças nascidas desde o inicio de 2018. O autarca acrescenta ainda que esta é mais uma medida social que pode contribuir para o aumento da natalidade e rejuvenescimento do concelho mas que o objectivo é poder apoiar os casais que escolhem o fixar-se no concelho.
Escrito por: Brigantia
À semelhança de Freixo de Espada à cinta, Vimioso ou Vinhais… também Vila Flor vai dar apoios à natalidade, que podem ir até 2500 euros.
Fernando Barros, o presidente do município, diz que este é um dos apoios sociais que a câmara promove para incentivar as famílias a manterem-se no concelho
"Temos vários apoios sociais, nós inclusivamente temos, este ano o apoio que consiste em devolver às famílias o IRS em 5%, portanto na totalidade. Nós temos apoios sociais variadíssimos: o IMI é o mais baixo possível; temos os transportes e as refeições gratuitos desde sempre; o apoio dos livros até ao 9º ano. Há vários, isto virados para as famílias e para as camadas jovens", refere o presidente do Município de Vila Flor.
Casais com 1 ou dois filhos recebem 1500 euros e a partir do terceiro filho o apoio é de 2500 euros. Contudo, o valor é dividido em duas parcelas sendo uma parte entregue em dinheiro e outra em bens materiais para a criança, alimentação ou saúde mediante o número de filhos
"O primeiro e o segundo filhos apoiamos em 1500 euros, e portanto nós temos aqui a garantia que a criança vai receber este apoio. Isto não é uma atitude de desconfiança. É um contrato que nós fazemos no fundo e para que não haja efectivamente desconfiança. A pior coisa que podia acontecer nesta medida, é nós sabermos que a família ao receber a totalidade do dinheiro, não o aplicava no novo ser. E isso para nós é muito importante, é sempre um apoio à família e ao bébé. Quem tem 3 filhos ou mais vai receber 60 % em dinheiro e os 40% em bens". explica em que consiste a medida.
Fernando Barros está à espera da aprovação do regulamento e espera que possam ser contempladas todas as crianças nascidas desde o inicio de 2018. O autarca acrescenta ainda que esta é mais uma medida social que pode contribuir para o aumento da natalidade e rejuvenescimento do concelho mas que o objectivo é poder apoiar os casais que escolhem o fixar-se no concelho.
Escrito por: Brigantia
O Poder da Imagem
Performance artística assinala fim da extensão do VI Douro Film Festival em Alfândega da Fé
Para assinalar o fim da extensão do VI Douro Film Festival em Alfândega da Fé, que acontece no próximo dia 8 de fevereiro no CIT – Centro de Interpretação do Território de Sambade, foi preparada uma performance artística. Ricardo Ferreira de Almeida e Cristiano Costa Pereira, autor da exposição “O Douro Sublimado” e director do Festival, vão realizar uma performance poética e musical com gaita de foles e sanfona. Uma iniciativa que marca também a inauguração de uma nova exposição de fotografia “20 Fotos 20 Histórias” de Francisco José Lopes.
A extensão do VI Douro Film Festival em Alfândega da Fé chega ao fim. A partir das 18h00 vai ser possível rever as 14 curtas metragens em Super 8MM, ligadas à temática cultural dos territórios do Douro. Neste que é o único festival de cinema rodado em super 8 milímetros(MM) do país e um dos pouco em todo o mundo, os autores convidados realizaram os seus filmes no âmbito do próprio festival. É o caso de Bruna Silva, uma jovem realizadora de Alfândega da Fé, que conquistou uma menção honrosa com a sua curta-metragem “Raízes”.
Recorde-se que o VI Douro Film Festival está patente no CIT desde 9 de janeiro, juntamente com a Exposição de fotografia pinhole “O Douro Sublimado” de Cristiano Costa Pereira.
20 Fotos 20 Histórias | Nova exposição do CIT mostra o “antes e depois” da vila de Alfândega da Fé
A partir de 8 de fevereiro vai estar patente no CIT uma nova exposição de fotografia. São 20 fotografias de Alfândega da Fé que mostram essencialmente as modificações urbanas da vila.
Uma exposição da autoria de Francisco José Lopes, professor e historiador de Alfândega da Fé, que compilou alguns registos fotográficos antigos que mostram o “antes e depois” da vila entre as décadas de 30 e 80. A Praça do Município e a transformação do Prado (actual Parque Verde) são algumas das zonas que se podem ver nas fotografias. Cada foto é acompanhada da sua história, com referência das datas e momentos em que as modificações aconteceram.
O objectivo desta exposição é firmar a importância da fotografia antiga enquanto documento histórico e apelar às pessoas para que partilhem os registos mais antigos que possam ter em casa de forma que seja criado um arquivo fotográfico municipal.
A Exposição “20 fotos 20 Histórias” pode ser visitada no CIT até 15 de abril.
CM de Alfândega da Fé
Para assinalar o fim da extensão do VI Douro Film Festival em Alfândega da Fé, que acontece no próximo dia 8 de fevereiro no CIT – Centro de Interpretação do Território de Sambade, foi preparada uma performance artística. Ricardo Ferreira de Almeida e Cristiano Costa Pereira, autor da exposição “O Douro Sublimado” e director do Festival, vão realizar uma performance poética e musical com gaita de foles e sanfona. Uma iniciativa que marca também a inauguração de uma nova exposição de fotografia “20 Fotos 20 Histórias” de Francisco José Lopes.
A extensão do VI Douro Film Festival em Alfândega da Fé chega ao fim. A partir das 18h00 vai ser possível rever as 14 curtas metragens em Super 8MM, ligadas à temática cultural dos territórios do Douro. Neste que é o único festival de cinema rodado em super 8 milímetros(MM) do país e um dos pouco em todo o mundo, os autores convidados realizaram os seus filmes no âmbito do próprio festival. É o caso de Bruna Silva, uma jovem realizadora de Alfândega da Fé, que conquistou uma menção honrosa com a sua curta-metragem “Raízes”.
Recorde-se que o VI Douro Film Festival está patente no CIT desde 9 de janeiro, juntamente com a Exposição de fotografia pinhole “O Douro Sublimado” de Cristiano Costa Pereira.
20 Fotos 20 Histórias | Nova exposição do CIT mostra o “antes e depois” da vila de Alfândega da Fé
A partir de 8 de fevereiro vai estar patente no CIT uma nova exposição de fotografia. São 20 fotografias de Alfândega da Fé que mostram essencialmente as modificações urbanas da vila.
Uma exposição da autoria de Francisco José Lopes, professor e historiador de Alfândega da Fé, que compilou alguns registos fotográficos antigos que mostram o “antes e depois” da vila entre as décadas de 30 e 80. A Praça do Município e a transformação do Prado (actual Parque Verde) são algumas das zonas que se podem ver nas fotografias. Cada foto é acompanhada da sua história, com referência das datas e momentos em que as modificações aconteceram.
O objectivo desta exposição é firmar a importância da fotografia antiga enquanto documento histórico e apelar às pessoas para que partilhem os registos mais antigos que possam ter em casa de forma que seja criado um arquivo fotográfico municipal.
A Exposição “20 fotos 20 Histórias” pode ser visitada no CIT até 15 de abril.
CM de Alfândega da Fé
Despiste de trator agrícola faz um morto em Mogadouro
No local estiveram 16 operacionais, cinco viaturas e um helicóptero.
Um homem de 76 anos morreu esta quinta-feira na sequência de um despiste de um trator agrícola na localidade de Remondes, concelho de Mogadouro, distrito de Bragança, disse à Lusa uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS).
De acordo com a mesma fonte do CDOS de Bragança, o alerta para o acidente com o trator agrícola foi dado às 00h48.
No local estiveram 16 operacionais, apoiados por cinco viaturas e um helicóptero.
Um homem de 76 anos morreu esta quinta-feira na sequência de um despiste de um trator agrícola na localidade de Remondes, concelho de Mogadouro, distrito de Bragança, disse à Lusa uma fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS).
De acordo com a mesma fonte do CDOS de Bragança, o alerta para o acidente com o trator agrícola foi dado às 00h48.
No local estiveram 16 operacionais, apoiados por cinco viaturas e um helicóptero.
Moeda de 2,50 euros dedicada aos Caretos de Trás-os-Montes
A moeda dedicada aos Caretos de Trás-os-Montes, que integra a série de moedas de coleção comemorativas “Etnografia Portuguesa”, é apresentada no dia 11 de fevereiro, pelas 16h00, na Casa do Careto, em Podence.
Com o valor facial de 2,50 euros, a moeda tem autoria da escultora letã Baiba Šime que criou uma composição com os populares caretos, máscaras tradicionais que personificam o espírito pagão e rebelde do ritual carnavalesco do nordeste do país, cujas raízes se perdem no tempo.
A sessão conta com a presença de Benjamim Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, de António Carneiro, presidente do Grupo de Caretos de Podence, e de Alcides Gama, vogal do Conselho de Administração da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM).
A moeda tem o valor facial de 2,50 euros e conta com uma emissão limitada a 2500 exemplares em ouro e 2500 exemplares em prata, ambas com acabamento especial proof, e 60 mil exemplares em cuproníquel, com acabamento normal.
Esta é a quinta moeda da série “Etnografia Portuguesa”, uma série de moedas de coleção criada pela INCM, em colaboração com o Museu Nacional de Etnologia, com o intuito de realçar elementos da cultura tradicional que compõem a identidade nacional.
in:diariodetrasosmontes.com
Com o valor facial de 2,50 euros, a moeda tem autoria da escultora letã Baiba Šime que criou uma composição com os populares caretos, máscaras tradicionais que personificam o espírito pagão e rebelde do ritual carnavalesco do nordeste do país, cujas raízes se perdem no tempo.
A sessão conta com a presença de Benjamim Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, de António Carneiro, presidente do Grupo de Caretos de Podence, e de Alcides Gama, vogal do Conselho de Administração da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM).
A moeda tem o valor facial de 2,50 euros e conta com uma emissão limitada a 2500 exemplares em ouro e 2500 exemplares em prata, ambas com acabamento especial proof, e 60 mil exemplares em cuproníquel, com acabamento normal.
Esta é a quinta moeda da série “Etnografia Portuguesa”, uma série de moedas de coleção criada pela INCM, em colaboração com o Museu Nacional de Etnologia, com o intuito de realçar elementos da cultura tradicional que compõem a identidade nacional.
in:diariodetrasosmontes.com
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