Os Capitães das equipas Óscar Pereira e Manuel Fernandes
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Trovoada intensa provoca inundações e deslizamento, em Torre de Moncorvo
Torre de Moncorvo sofreu ontem várias inundações provocadas pela forte trovoada que se fez sentir na vila transmontana, no início da noite de ontem, pelas 20h00.
A Avenida Luís de Camões, a Praça Francisco Meireles e a Rua Vasco da Gama foram os pontos mais complicados, estando alguns pontos da vila com acesso cortado. Para além de inundações em habitações, também foram registados danos em carros, com registo de enxurradas.
No total, foram registadas 11 ocorrências, entre elas inundações, quedas de árvores, movimentos de terras e limpeza de vias. Não houve registo de vítimas, apenas danos materiais em veículos, em garagens, lojas e em pavimentos.
O trânsito na Estrada Nacional 220 também esteve condicionado e foi necessário fazer a limpeza da via com recursos a máquinas, tal era o volume de terras soltas devido ao forte impacto da água e da trovoada.
O comandante do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS), João Noel Afonso contou que estiveram envolvidos 32 operacionais, apoiados por 17 veículos.
Escrito por Brigantia
Fotos: Luís Lopes e Tiago Cavalheiro
Jornalista: Maria João Canadas
A Avenida Luís de Camões, a Praça Francisco Meireles e a Rua Vasco da Gama foram os pontos mais complicados, estando alguns pontos da vila com acesso cortado. Para além de inundações em habitações, também foram registados danos em carros, com registo de enxurradas.
No total, foram registadas 11 ocorrências, entre elas inundações, quedas de árvores, movimentos de terras e limpeza de vias. Não houve registo de vítimas, apenas danos materiais em veículos, em garagens, lojas e em pavimentos.
O trânsito na Estrada Nacional 220 também esteve condicionado e foi necessário fazer a limpeza da via com recursos a máquinas, tal era o volume de terras soltas devido ao forte impacto da água e da trovoada.
O comandante do Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS), João Noel Afonso contou que estiveram envolvidos 32 operacionais, apoiados por 17 veículos.
Escrito por Brigantia
Fotos: Luís Lopes e Tiago Cavalheiro
Jornalista: Maria João Canadas
Saberes Culinários - Enguias de Escabeche e Enguias Fritas
ENGUIAS DE ESCABECHE
Enguias; Azeite; Alho; Sal; Colorau; Vinagre. Amanham‑se as enguias, lavam‑se bem lavadas para lhes retirar a goma. Fritam‑se em azeite com uns grãos de sal. À parte, numa sertã faz‑se um molho de azeite, alho, colorau e vinagre que se lhes rega por cima.
Receita cedida pela Sr.ª Dona Julieta Barros
ENGUIAS FRITAS
Enguias; Alho; Azeite; Vinagre; Sal.
Amanham‑se as enguias, lavam‑se e põem‑se de molho em água e sal durante uma hora.
Escorrem‑se e temperam‑se com alho, sal e vinagre. Depois de tomarem gosto, fritam‑se em azeite. Antigamente nas tabernas comiam‑se frias com pão e vinho. As enguias apanhadas na foz do rio Sabor, chegavam de comboio e eram vendidas porta a porta, em Bragança, pelas peixeiras de Moncorvo.
Receita cedida pelo Sr. Luís Augusto da Silva
Carta Gastronómica de Bragança
Autor: Armando Fernandes
Publicação da Câmara Municipal de Bragança
Na Pousada de Bragança, o castelo está sempre na mira
A reabilitação do edifício dos anos 50 do século XX, símbolo da discreta arquitetura moderna, devolveu-lhe o encanto de outros tempos.
Na descrição da obra, o arquiteto José Carlos Loureiro falava da ligação da Pousada de Bragança, “nos seus espaços mais importantes, à esplendorosa paisagem do castelo e sua envolvente”. Aproveitando a implantação do edifício no alto do monte de São Bartolomeu, na margem oposta do rio Fervença, valorizou a relação com o casco histórico e conseguiu que, não só nas áreas comuns, nos jardins e na piscina exterior, mas também em todas as varandas dos 28 quartos, se tenha uma vista privilegiada do mesmo. Contrariando os estereótipos da encomenda feita pelo Antigo Regime, nos anos 50 do século XX, o mestre da arquitetura moderna optou por linhas singelas e elegantes, e privilegiou materiais locais como a pedra e a madeira.
A traça do edifício, ampliado por José Carlos Loureiro em 1996, foi respeitada nas reabilitações concluídas recentemente. “Os materiais primários da construção eram muito bons”, conta António Gonçalves, da família a quem o Grupo Pestana entregou a gestão desta Pousada de Portugal, há cinco anos. Curiosamente, o patriarca, Adérito Gonçalves, começou aqui a vida profissional e guarda boas memórias do passado, durante o qual serviu, inclusive, figuras de Estado como Marcelo Caetano e Américo Tomás. “Esta foi a minha escola, jamais imaginei que, após me ter estabelecido por conta própria, iria regressar”, diz o proprietário do restaurante O Geadas, um clássico brigantino, aberto há 33 anos.
O painel de azulejos de Júlio Resende e a lareira de granito tipicamente transmontana, ladeada de bancos, marcam a sala de estar, com mobiliário renovado. Tal como acontece nos quartos, com áreas desafogadas e camas decoradas com colchas de burel mirandês. Na discreta sala de jantar do Restaurante G, brilham as criações de Óscar Gonçalves, a enaltecer os produtos da região, desde o pregado com cuscos de Vinhais ao Ferrero Rocher de alheira, castanha e amêndoa. “Somos uma das portas do País, não faz sentido dar caviar aos turistas”, defende o chefe de cozinha. Porque é também pela gastronomia que querem afirmar o destino Bragança.
Joana Loureiro
Visão7
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| O painel de azulejos de Júlio Resende é uma das obras em destaque na pousada Lucília Monteiro |
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| Com a reabilitação do edifício, renovou-se também
o mobiliário, quer da sala de estar quer dos quartos, com áreas desafogadas e camas decoradas com colchas de burel mirandês Lucília Monteiro |
A traça do edifício, ampliado por José Carlos Loureiro em 1996, foi respeitada nas reabilitações concluídas recentemente. “Os materiais primários da construção eram muito bons”, conta António Gonçalves, da família a quem o Grupo Pestana entregou a gestão desta Pousada de Portugal, há cinco anos. Curiosamente, o patriarca, Adérito Gonçalves, começou aqui a vida profissional e guarda boas memórias do passado, durante o qual serviu, inclusive, figuras de Estado como Marcelo Caetano e Américo Tomás. “Esta foi a minha escola, jamais imaginei que, após me ter estabelecido por conta própria, iria regressar”, diz o proprietário do restaurante O Geadas, um clássico brigantino, aberto há 33 anos.
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| A vieira com azedo de Vinhais (uma espécie de alheira, de travo mais vincado) é um dos pratos servidos no restaurante G, a enaltecer os produtos locais Lucília Monteiro |
O painel de azulejos de Júlio Resende e a lareira de granito tipicamente transmontana, ladeada de bancos, marcam a sala de estar, com mobiliário renovado. Tal como acontece nos quartos, com áreas desafogadas e camas decoradas com colchas de burel mirandês. Na discreta sala de jantar do Restaurante G, brilham as criações de Óscar Gonçalves, a enaltecer os produtos da região, desde o pregado com cuscos de Vinhais ao Ferrero Rocher de alheira, castanha e amêndoa. “Somos uma das portas do País, não faz sentido dar caviar aos turistas”, defende o chefe de cozinha. Porque é também pela gastronomia que querem afirmar o destino Bragança.
Joana Loureiro
Visão7
Catálogo Museu da Memória Rural
A primeira edição do catálogo do Museu da Memória Rural, um Território Musealizado é uma publicação da autoria de Isabel Justo Lopes e Luis Pereira e com fotografias de Leonel de Castro.
Este novo catálogo expõe de forma particularmente visual aspetos relacionados com alguns ofícios tradicionais e variadas temáticas da cultura rural do concelho de Carrazeda de Ansiães que são objeto de um tratamento expositivo no Museu da Memória Rural.
O Museu da Memória Rural tem vindo a constituir-se como um projeto de musealização territorial inovador dentro da região transmontana. Organizado a partir de uma unidade sede, o projeto integra já quatro núcleos territoriais diferentes que abordam temáticas do património rural e da cultura imaterial do concelho de Carrazeda de Ansiães.
Neste momento o museu constitui-se pelo edifício central, situado em Vilarinho da Castanheira e pelos núcleos territoriais do Lagar de Azeite da Lavandeira, o Moinho de Vento de Carrazeda de Ansiães, os Moinhos de Rodízio da Ribeira do Couto e agora também o núcleo Museológico da Telha, na aldeia de Luzelos.
Titulo: Catálogo Museu da Mmória Rural
Autores: Leonel de Castro; Isabel Lopes; Luis Pereira
Edição: Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães
Comprar AQUI.
Este novo catálogo expõe de forma particularmente visual aspetos relacionados com alguns ofícios tradicionais e variadas temáticas da cultura rural do concelho de Carrazeda de Ansiães que são objeto de um tratamento expositivo no Museu da Memória Rural.
O Museu da Memória Rural tem vindo a constituir-se como um projeto de musealização territorial inovador dentro da região transmontana. Organizado a partir de uma unidade sede, o projeto integra já quatro núcleos territoriais diferentes que abordam temáticas do património rural e da cultura imaterial do concelho de Carrazeda de Ansiães.
Neste momento o museu constitui-se pelo edifício central, situado em Vilarinho da Castanheira e pelos núcleos territoriais do Lagar de Azeite da Lavandeira, o Moinho de Vento de Carrazeda de Ansiães, os Moinhos de Rodízio da Ribeira do Couto e agora também o núcleo Museológico da Telha, na aldeia de Luzelos.
Titulo: Catálogo Museu da Mmória Rural
Autores: Leonel de Castro; Isabel Lopes; Luis Pereira
Edição: Câmara Municipal de Carrazeda de Ansiães
Comprar AQUI.
DOR DE ALMA…
Por: Maria da Conceição Marques
(colaboradora do "Memórias...e outras coisas..."
Maria da Conceição Marques, natural e residente em Bragança.
Desde cedo comecei a escrever, mas o lugar de esposa e mãe ocupou a minha vida.
Os meus manuscritos ao longo de muitos anos, foram-se perdendo no tempo, entre várias circunstâncias da vida e algumas mudanças de habitação.
(colaboradora do "Memórias...e outras coisas..."
Doem-me os braços
Sempre que abraçam,´
Corpos e mentes vazias!
Doem-me os pés…
Nas pisadas incertas
nos duros paralelos,
nos buracos abertos,
das ruas e caminhos!
Dói-me o tempo que sobrou…
Do amor que não se fez…
Da cama que não se usou!
Doem-me as mãos amassadas,
de falsas caricias…
Farsas…
Histórias,
e… fáceis conquistas!
Ardem-me os olhos…
Choram-me incertezas no olhar
Pena…
Incerto e duvidoso caminhar!
A alma…
Errante e vadia…
Sem poiso nem moradia…
Sem guarida…
sem ter onde morar
Esvoaça no tempo…
Em jardins de máscaras,
Esbofeteadas pelo vento.
Semeadas ao luar
Maria da Conceição Marques, natural e residente em Bragança.
Desde cedo comecei a escrever, mas o lugar de esposa e mãe ocupou a minha vida.
Os meus manuscritos ao longo de muitos anos, foram-se perdendo no tempo, entre várias circunstâncias da vida e algumas mudanças de habitação.
Participei nas colectâneas:
POEMA-ME
POETAS DE HOJE
SONS DE POETAS
A LAGOA E A POESIA
A LAGOA O MAR E EU
PALAVRAS DE VELUDO
APENAS SAUDADE
UM GRITO À POBREZA
CONTAS-ME UMA HISTÓRIA
RETRATO DE MIM.
ECLÉTICA I
ECLÉTICA II
5 SENTIDOS
REUNIR ESCRITAS É POSSÍVEL – Projecto da Academia de Letras Infanto-Juvenil de São Bento do Sul, Estado de Santa Catarina
Livros editados:
-O ROSEIRAL DOS SENTIDOS
-SUSPIROS LUNARES
-DELÍRIOS DE UMA PAIXÃO
-ENTRE CÉU E O MAR
-UMA ETERNA MARGARIDA
Trovoada e chuva provocam inundações e deslizamento de terras em Moncorvo
Uma chuva intensa, acompanhada de trovoada registou-se quinta-feira ao início da noite em Torre de Moncorvo, provocando inundações e deslizamento de terras, que mobilizam mais de duas dezenas de bombeiros apoiados por oito viaturas.
"Há registo de inundações em habitações, movimentos de terras, quedas de árvores, vias obstruídas que estão ser limpas. Não há registos de vítimas, apenas de danos materiais", disse à agência Lusa fonte Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS).
Os alertas chegaram as centrais de bombeiros de Torre de Moncorvo e Mogadouro, no distrito de Bragança, por volta das 20:00 horas.
Segundo o CDOS, também no concelho vizinho de Mogadouro, a estrada municipal que liga a aldeia de Viduedo a Sampaio, encontra-se condicionada ao trânsito devido aos movimentos de terra provocados pela "forte precipitação".
No local estavam de madrugada seis operacionais a fazer trabalho de limpeza, apoiados por três viaturas.
A GNR está no terreno a acompanhar as operações de limpeza e manutenção das vias rodoviárias.
Agência Lusa
"Há registo de inundações em habitações, movimentos de terras, quedas de árvores, vias obstruídas que estão ser limpas. Não há registos de vítimas, apenas de danos materiais", disse à agência Lusa fonte Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS).
Os alertas chegaram as centrais de bombeiros de Torre de Moncorvo e Mogadouro, no distrito de Bragança, por volta das 20:00 horas.
Segundo o CDOS, também no concelho vizinho de Mogadouro, a estrada municipal que liga a aldeia de Viduedo a Sampaio, encontra-se condicionada ao trânsito devido aos movimentos de terra provocados pela "forte precipitação".
No local estavam de madrugada seis operacionais a fazer trabalho de limpeza, apoiados por três viaturas.
A GNR está no terreno a acompanhar as operações de limpeza e manutenção das vias rodoviárias.
Agência Lusa
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Sede da FATA assaltada em Macedo de Cavaleiros
A sede da FATA – Federação da Agricultura de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Macedo de Cavaleiros, foi assaltada.
Os ladrões arrombaram a porta de outra casa que da ligação àquela por dentro, mas apenas levaram um cofre vazio.
Hugo Pereira, administrativo da FATA, diz que não tem a certeza de quando o assalto terá ocorrido:
“Vieram hoje avisar-me que dois funcionários do município viram a porta partida. Posto isto, participei à GNR.
Não me apercebi que tivessem levado alguma coisa pois não há lá nada de valor, apenas um cofre vazio.
Este assalto não deve ter ocorrido durante o dia. Mesmo que eu não tenha estado cá todos os dias, de certeza que este assalto aconteceu durante a noite.”
Mas esta não é a primeira vez que aquela federação é alvo deste tipo de ato criminoso em Macedo.
Há cerca de um ano, tentaram roubar uma viatura:
Vandalizaram um carro que temos na garagem mas que está inoperacional, não pega, e, como tal, não conseguiram fazer a ligação.
No entanto, a viatura ficou destruída.
No local esteve a GNR a tomar conta da ocorrência e, posteriormente, o Núcleo de Investigação Criminal (NIC) estes que, ao que apuramos, não terão encontrado pistas suficientes para determinar quem são os culpados.
A sede da FATA está instalada há cinco anos em uma das casas dos Magistrados de Macedo de Cavaleiros.
Escrito por ONDA LIVRE
Os ladrões arrombaram a porta de outra casa que da ligação àquela por dentro, mas apenas levaram um cofre vazio.
Hugo Pereira, administrativo da FATA, diz que não tem a certeza de quando o assalto terá ocorrido:
“Vieram hoje avisar-me que dois funcionários do município viram a porta partida. Posto isto, participei à GNR.
Não me apercebi que tivessem levado alguma coisa pois não há lá nada de valor, apenas um cofre vazio.
Este assalto não deve ter ocorrido durante o dia. Mesmo que eu não tenha estado cá todos os dias, de certeza que este assalto aconteceu durante a noite.”
Mas esta não é a primeira vez que aquela federação é alvo deste tipo de ato criminoso em Macedo.
Há cerca de um ano, tentaram roubar uma viatura:
Vandalizaram um carro que temos na garagem mas que está inoperacional, não pega, e, como tal, não conseguiram fazer a ligação.
No entanto, a viatura ficou destruída.
No local esteve a GNR a tomar conta da ocorrência e, posteriormente, o Núcleo de Investigação Criminal (NIC) estes que, ao que apuramos, não terão encontrado pistas suficientes para determinar quem são os culpados.
A sede da FATA está instalada há cinco anos em uma das casas dos Magistrados de Macedo de Cavaleiros.
Escrito por ONDA LIVRE
Alunos finalistas da Miguel Torga revoltados com professora de História
Os alunos do 12º B do Agrupamento de Escolas Miguel Torga, em Bragança, estão revoltados com a professora de Históra.
A tal ponto que dois terços da turma fizeram uma participação à direção e ao Conselho de Turma, contestando a avaliação da docente Ana C.
Em causa está a grande diferença de notas atribuídas na frequência das aulas entre os segundo e o terceiro períodos. “Houve alunos que baixaram de 16 para 13, outros de 15 para 12.
Várias situações entre os dois e os três valores de diferença”, contou ao Mensageiro Nuno Castro, um dos alunos do 12.º B, delegado da turma e, também, presidente da Associação de Estudantes da escola.
Por isso, oito dos 12 alunos contestaram as notas de frequência da disciplina de História.
AGR
in:mdb.pt
A tal ponto que dois terços da turma fizeram uma participação à direção e ao Conselho de Turma, contestando a avaliação da docente Ana C.
Em causa está a grande diferença de notas atribuídas na frequência das aulas entre os segundo e o terceiro períodos. “Houve alunos que baixaram de 16 para 13, outros de 15 para 12.
Várias situações entre os dois e os três valores de diferença”, contou ao Mensageiro Nuno Castro, um dos alunos do 12.º B, delegado da turma e, também, presidente da Associação de Estudantes da escola.
Por isso, oito dos 12 alunos contestaram as notas de frequência da disciplina de História.
AGR
in:mdb.pt
Nova sede do GDB inaugurada no sábado
Este sábado, dia 30 de Junho pela 11h00, o Grupo Desportivo de Bragança inaugura a sua nova sede e espaço recreacional.
Para inaugurar este espaço criado para funcionar de ponto de encontro e serviços do GDB irá ser realizado um Open Day onde também será servido um Porto de honra para os convidados.
GM
in:mdb.pt
GM
in:mdb.pt
João Geraldo quer ser o melhor jogador português e entrar no top 10 do mundo
O mirandelense, João Geraldo, contou à Raízes, as suas ambições para o futuro e não faz por menos. Quer ser o melhor jogador português de sempre e integrar o Top 10 dos melhores jogadores do mundo, no ténis de mesa.
João Pedro Ferreiro Geraldo, natural de Mirandela, 22 anos, integrou a seleção nacional de ténis de mesa que conquistou a medalha de prata, no campeonato da Europa, por equipas, que decorreu, entre 13 e 17 de Setembro, no Luxemburgo.
A equipa nacional perdeu na final, com a Alemanha, por 3-0, precisamente o mesmo adversário a quem tinha ganho na final do europeu disputado, em Lisboa, em 2014.
O jovem mesatenista de 21 anos, número 77 do ranking mundial, que começou a praticar a modalidade no Clube Ténis de Mesa (CTM) de Mirandela, espera vir a tornar-se, a longo prazo, no melhor jogador português.
Atualmente, compete na equipa alemã de ténis de mesa do Ochsenhausen, para onde se transferiu, em 2013, do CTM de Mirandela, onde fez toda a sua formação.
Ao lado de Tiago Apolónia e Marcos Freitas, conquistou a medalha de ouro no Campeonato da Europa de Ténis de Mesa, realizado em Lisboa, em 2014, e também conquistou a medalha de ouro nos Jogos Europeus de 2015, em Bacu.
Geraldo confessa que a última temporada não correu muito bem, mas não esmorece. “Fui pouco utilizado na equipa e isso refletiu-se nas competições individuais que tive ao longo da temporada, mas vou continuar a trabalhar”, promete.
O mirandelense tem contrato até ao final desta época com o clube alemão e espera ser mais utilizado, caso contrário vai rumar a outras paragens para ter mais competição. “Vou ter de encontrar um local onde possa treinar ao mais alto nível e dessa forma poder marcar presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020”, conta.
Por Fernando Pires
Revista Raízes
João Pedro Ferreiro Geraldo, natural de Mirandela, 22 anos, integrou a seleção nacional de ténis de mesa que conquistou a medalha de prata, no campeonato da Europa, por equipas, que decorreu, entre 13 e 17 de Setembro, no Luxemburgo.
A equipa nacional perdeu na final, com a Alemanha, por 3-0, precisamente o mesmo adversário a quem tinha ganho na final do europeu disputado, em Lisboa, em 2014.
O jovem mesatenista de 21 anos, número 77 do ranking mundial, que começou a praticar a modalidade no Clube Ténis de Mesa (CTM) de Mirandela, espera vir a tornar-se, a longo prazo, no melhor jogador português.
Atualmente, compete na equipa alemã de ténis de mesa do Ochsenhausen, para onde se transferiu, em 2013, do CTM de Mirandela, onde fez toda a sua formação.
Ao lado de Tiago Apolónia e Marcos Freitas, conquistou a medalha de ouro no Campeonato da Europa de Ténis de Mesa, realizado em Lisboa, em 2014, e também conquistou a medalha de ouro nos Jogos Europeus de 2015, em Bacu.
Geraldo confessa que a última temporada não correu muito bem, mas não esmorece. “Fui pouco utilizado na equipa e isso refletiu-se nas competições individuais que tive ao longo da temporada, mas vou continuar a trabalhar”, promete.
O mirandelense tem contrato até ao final desta época com o clube alemão e espera ser mais utilizado, caso contrário vai rumar a outras paragens para ter mais competição. “Vou ter de encontrar um local onde possa treinar ao mais alto nível e dessa forma poder marcar presença nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020”, conta.
Por Fernando Pires
Revista Raízes
Adesão dos enfermeiros à greve, em Bragança ronda os 76%
Enfermeiros em greve até às 24 horas de hoje.
O sindicato dos Enfermeiros Portugueses reivindicou hoje uma adesão extremamente elevada à greve de nacional de hoje que convocou, apontando números entre os 70 e 90% em várias unidades de saúde. Na Unidade Hospitalar de Bragança, a adesão é de 76 por cento no turno da manhã. O principal efeito da paralisação fez-se sentir no bloco operatório. Aqui todos os enfermeiros aderiram à greve o que fez com que as 4 cirurgias de urologia programadas fossem adiadas, apenas se realizaram as cirurgias de urgência, com recurso aos serviços mínimos.
Exigem a contratação de mais profissionais para compensar a passagem do regime de 40 para 35 horas semanais a partir de domingo. Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses diz que o Governo se comprometeu a reforçar o quadro durante os primeiros seis meses deste ano e tal ainda não aconteceu:
“A poucos dias da entrada em vigor desse regime normal de trabalho o que é verdade é que, ainda não há autorizações da parte do governo que essas actualizações possam vir a acontecer”, disse a presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
Segundo as contas do sindicato são necessários mais cerca de dois mil enfermeiros para compensar a redução de horas destes profissionais e para manter tudo a funcionar.
Se não houver novidades até 1 de Julho, Guadalupe Simões prevê complicações nos serviços:
“Estamos a falar de profissionais sem qualquer período de integração, que são várias. Não temos a noção se o Ministério da Saúde e o Governo vai permitir e autorizar todas as contratações reportadas das instituições em Outubro do ano passado. E portanto, é uma incógnita o que se vai passar na próxima semana e é bom recordar que estamos em período de férias com todas as consequências que daí podem advir”, referiu Guadalupe Simões.
Enfermeiros em greve até às 24 horas de hoje para exigir a contratação de mais enfermeiros.
Escrito por Radio Ansiães & Rádio Brigantia
Foto: Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
O sindicato dos Enfermeiros Portugueses reivindicou hoje uma adesão extremamente elevada à greve de nacional de hoje que convocou, apontando números entre os 70 e 90% em várias unidades de saúde. Na Unidade Hospitalar de Bragança, a adesão é de 76 por cento no turno da manhã. O principal efeito da paralisação fez-se sentir no bloco operatório. Aqui todos os enfermeiros aderiram à greve o que fez com que as 4 cirurgias de urologia programadas fossem adiadas, apenas se realizaram as cirurgias de urgência, com recurso aos serviços mínimos.
Exigem a contratação de mais profissionais para compensar a passagem do regime de 40 para 35 horas semanais a partir de domingo. Guadalupe Simões, presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses diz que o Governo se comprometeu a reforçar o quadro durante os primeiros seis meses deste ano e tal ainda não aconteceu:
“A poucos dias da entrada em vigor desse regime normal de trabalho o que é verdade é que, ainda não há autorizações da parte do governo que essas actualizações possam vir a acontecer”, disse a presidente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.
Segundo as contas do sindicato são necessários mais cerca de dois mil enfermeiros para compensar a redução de horas destes profissionais e para manter tudo a funcionar.
Se não houver novidades até 1 de Julho, Guadalupe Simões prevê complicações nos serviços:
“Estamos a falar de profissionais sem qualquer período de integração, que são várias. Não temos a noção se o Ministério da Saúde e o Governo vai permitir e autorizar todas as contratações reportadas das instituições em Outubro do ano passado. E portanto, é uma incógnita o que se vai passar na próxima semana e é bom recordar que estamos em período de férias com todas as consequências que daí podem advir”, referiu Guadalupe Simões.
Enfermeiros em greve até às 24 horas de hoje para exigir a contratação de mais enfermeiros.
Escrito por Radio Ansiães & Rádio Brigantia
Foto: Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO POR GRUPOS ETÁRIOS E SEXO - BRAGANÇA NA ÉPOCA CONTEMPORÂNEA (1820-2012)
A evolução da composição etária e por sexos da população do Concelho de Bragança, ao longo destes dois últimos séculos, foi influenciada pelos movimentos migratórios, pela progressiva redução da mortalidade – o que se traduziu, como vimos, no aumento da esperança de vida à nascença –, e pelos comportamentos face à fecundidade.
No princípio do século XIX (Gráficos n.º 3-6), a estrutura mantém uma forma piramidal, típica das sociedades pré-industriais, caracterizada por níveis de natalidade e mortalidade elevadas. Esta estrutura prolonga-se pelo século XX, pelo que, em 1960, o peso dos mais jovens continua a ser expressivo, embora seja visível o impacto dos movimentos migratórios, especialmente nas idades ativas masculinas.
Em 2011, Bragança está claramente envelhecida. Se no princípio do século XX, por cada 100 residentes no Concelho, tinha menos de 15 anos e cinco podiam considerar-se idosos (65 e mais anos), isto é, havia 15 idosos por cada 100 jovens, em 2011 encontramos uma evidente inversão da estrutura etária (Gráficos n.º 3-6), resultado do efeito conjugado da quebra da natalidade, do aumento da esperança de vida e dos movimentos migratórios.
O resultado traduz-se num elevado índice de envelhecimento (188 idosos por cada 100 jovens) e numa supremacia das mulheres nas idades mais avançadas como resultado da sobremortalidade masculina, tal como se pode constatar nos valores das relações de masculinidade a partir dos 65 anos – 78 para os maiores de 65 anos e 61 para os 80 anos e mais.
Este progressivo envelhecimento torna-se ainda mais claro quando comparamos lado a lado a estrutura etária em 1801 e em 2011 (Gráfico n.º 7). Em 1801, mantém, como referimos, uma forma piramidal mas, duzentos anos mais tarde, a base da pirâmide é muito mais estreita – houve uma redução de quase 61% dos menores de 15 anos entre estes dois períodos, como resultado do declínio da natalidade, e um topo mais cheio, reflexo do aumento da longevidade e do peso dos mais idosos (grupo que teve uma variação de 322%). Repare-se que há uma distorção causada pela desigualdade entre os dois lados da pirâmide, que nunca é simétrica, da maior esperança de vida feminina, diferença que se vai acentuando ao longo do século XX, à medida que aumentam os valores deste indicador.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
No princípio do século XIX (Gráficos n.º 3-6), a estrutura mantém uma forma piramidal, típica das sociedades pré-industriais, caracterizada por níveis de natalidade e mortalidade elevadas. Esta estrutura prolonga-se pelo século XX, pelo que, em 1960, o peso dos mais jovens continua a ser expressivo, embora seja visível o impacto dos movimentos migratórios, especialmente nas idades ativas masculinas.
Em 2011, Bragança está claramente envelhecida. Se no princípio do século XX, por cada 100 residentes no Concelho, tinha menos de 15 anos e cinco podiam considerar-se idosos (65 e mais anos), isto é, havia 15 idosos por cada 100 jovens, em 2011 encontramos uma evidente inversão da estrutura etária (Gráficos n.º 3-6), resultado do efeito conjugado da quebra da natalidade, do aumento da esperança de vida e dos movimentos migratórios.
O resultado traduz-se num elevado índice de envelhecimento (188 idosos por cada 100 jovens) e numa supremacia das mulheres nas idades mais avançadas como resultado da sobremortalidade masculina, tal como se pode constatar nos valores das relações de masculinidade a partir dos 65 anos – 78 para os maiores de 65 anos e 61 para os 80 anos e mais.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
Encerramento de Mais Bragança com balanço positivo
Já foi dado a conhecer o balanço do projecto "Mais Bragança é Mais Turismo", da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Bragança, que teve a finalidade de reverter o facto de diversos espaços se encontrarem fechados durante o fim-de-semana.
Segundo a secretária geral da ACISB, Anabela Anjos, os empresários que participaram ao longo destes dois anos, foram dando um feedback muito positivo. Desta forma, a técnica avançou ainda que há outro projecto já aprovado que irá dar seguimento a este de forma a revitalizar espaços e mudar mentalidades.
“Temos conseguido levar o nome de Bragança, além-fronteiras e mesmo dentro das fronteiras com as presstrip que temos desenvolvido, que correram muito bem. Com este projecto vamos dar seguimento a outra candidatura, porque não queremos de facto que ele morra”, destacou Anabela Anjos.
"Casa Aberta" é outra ideia que surge deste "Mais Bragança é Mais Turismo". Pedro Cepeda, um dos mentores deste novo projecto, explica que não tem havido preocupação suficiente com a experiência dos turistas pelo que se pretende criar uma rede colaborativa para que se partilhe informação entre agentes do sector.
“Foi uma ideia que surgiu na segunda reunião que houve com os agentes em que se percebeu que não se sabia o que os outros andavam a fazer”, contou Pedro Cepeda.
Pelo secretário executivo da comunidade intermunicipal, Rui Caseiro, foi também apresentado o plano de acção para o desenvolvimento turístico das terras de Trás-os-Montes. Rui Caseiro afirma que é necessário existir uma capacidade interna que potencie uma boa oferta aos turistas e fala da aposta no turismo de natureza como um dos exemplos de turismo de experiências.
“Nós temos de reivindicar algumas infra-estruturas que nos faltam mas também temos de ter capacidade interna daquilo que nos falta”, destacou Rui Caseiro.
O seminário teve lugar durante a tarde de ontem na recém-criada esplanada do bar Praça 16, um dos agentes envolvidos neste projecto da "Casa Aberta".
Escrito por Brigantia
Carina Alves
Segundo a secretária geral da ACISB, Anabela Anjos, os empresários que participaram ao longo destes dois anos, foram dando um feedback muito positivo. Desta forma, a técnica avançou ainda que há outro projecto já aprovado que irá dar seguimento a este de forma a revitalizar espaços e mudar mentalidades.
“Temos conseguido levar o nome de Bragança, além-fronteiras e mesmo dentro das fronteiras com as presstrip que temos desenvolvido, que correram muito bem. Com este projecto vamos dar seguimento a outra candidatura, porque não queremos de facto que ele morra”, destacou Anabela Anjos.
"Casa Aberta" é outra ideia que surge deste "Mais Bragança é Mais Turismo". Pedro Cepeda, um dos mentores deste novo projecto, explica que não tem havido preocupação suficiente com a experiência dos turistas pelo que se pretende criar uma rede colaborativa para que se partilhe informação entre agentes do sector.
“Foi uma ideia que surgiu na segunda reunião que houve com os agentes em que se percebeu que não se sabia o que os outros andavam a fazer”, contou Pedro Cepeda.
Pelo secretário executivo da comunidade intermunicipal, Rui Caseiro, foi também apresentado o plano de acção para o desenvolvimento turístico das terras de Trás-os-Montes. Rui Caseiro afirma que é necessário existir uma capacidade interna que potencie uma boa oferta aos turistas e fala da aposta no turismo de natureza como um dos exemplos de turismo de experiências.
“Nós temos de reivindicar algumas infra-estruturas que nos faltam mas também temos de ter capacidade interna daquilo que nos falta”, destacou Rui Caseiro.
O seminário teve lugar durante a tarde de ontem na recém-criada esplanada do bar Praça 16, um dos agentes envolvidos neste projecto da "Casa Aberta".
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