A produção de variedades precoces de cereja em Alfândega da Fé está a enfrentar "o pior ano de que há memoria", segundo o presidente da cooperativa agrícola local, que aponta quebras que chegam a atingir mais de 80%.
Eduardo Tavares, que é também vice-presidente da câmara de Alfândega da Fé, disse esperar que as quebras nas variedades de meia estação e mais tardias não sejam tão acentuadas.
"Nas variedades de cereja mais precoces, há perdas quase totais. Com a continuação do tempo frio e chuvoso, os nossos piores receios vierem a confirmar-se, com perdas que ultrapassam os 80 % da produção concelhia, que em média atinge, anualmente, uma centena de toneladas ", indicou.
in:mdb.pt

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