Representantes dos 20 centros de ciência viva do país estão desde ontem reunidos em Bragança. Apesar de o projecto Ciência Viva ter comemorado 20 anos em 2016, alguns dos centros são mais recentes e por isso a rede começou a funcionar há apenas 5 anos.
Este encontro nacional da rede de centros de ciência viva tem como objectivo discutir a formação bem como os projectos conjuntos, entre outros temas, como explica, a responsável da agência nacional de Ciência Viva, que tutelas os centros ciência viva, Rosália Vargas.
“Este é um encontro nacional da rede de centros, este é o nono encontro. Para criar uma rede é preciso haver massa crítica, número suficiente de centros e só nos últimos 5 anos é que começamos a fazer o trabalho de rede, que é ter projectos comuns, formação conjunta e para que seja criada uma carta de princípios de direitos, deveres e obrigações”, explica.
Depois de recentemente a exposição permanente do centro de ciência viva de Bragança ter recebido módulos novos, Rosália Vargas adiantou que também a casa da seda terá uma renovação na exposição.
“Vamos trabalhar para muito em breve termos remodelação da Casa da Seda, porque tem de espelhar o que lhe dá o nome e é uma memória que precisamos recuperar com ciência tecnologia e inovação”, adiantou.
A reunião da rede de centros junta entre ontem e hoje os responsáveis dos 20 centros de ciência viva, em Bragança.
Escrito por Brigantia
Olga Telo Cordeiro

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