Quem o afirma é Alexia Dotras Bravo, cervantista, investigadora/docente na Escola Superior de Educação (ESE) no seu estudo "Las Falsificaciones da Historia: Cervantes entre Bragança y Sanábria".
Na demanda pelo rasto do famoso escritor espanhol em terras transmontanas, a investigadora acabou no Abade de Baçal e deparou-se com mais de dois mil livros do autor transmontano por catalogar no Arquivo Distrital e por um vasto espólio de documentos e livros, incluindo uma edição de D. Quixote, que sem qualquer inventário na Escola Secundária Emídio Garcia. "Tudo desorganizado à espera que alguém o analise", afirmou.
Glória Lopes
in:mdb.pt

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