Em fim-de-semana prolongado, também a VIII Bienal da Máscara, a Mascararte, atraiu muitos visitantes às ruas de Bragança.
Depois de um desfile com quase 500 mascarados, mais de metade da vizinha Espanha, um mascareto gigante foi queimado junto ao castelo.
As tradições de inverno da região ainda são desconhecidas para alguns dos visitantes, mas são por todos apreciadas.
A mudança de local da queima do mascareto do centro da cidade para o castelo foi uma aposta bem sucedida, na opinião do autarca Hernâni Dias.
“Este ano, pretendemos criar outra ambiência neste espaço aqui no castelo e acho que o objectivo foi conseguido, as pessoas estiveram presentes em grande número, o que será também uma forma de dinamizar e divulgar o património”, destacou.
Os convidados da mascararte deste ano foram os mascarados de León, que como explica o presidente da Academia Ibérica da Máscara, António Tiza, têm semelhanças com as tradições portuguesas mas também características diferentes.
Ainda no âmbito da VIII mascararte, estão patentes no centro cultural Adriano Moreira duas exposições com exemplos das mascaradas de León e com máscaras de artistas transmontanos. A iniciativa contou ainda com a participação dos alunos dos vários agrupamentos de escolas de Bragança que construíram vários mascarados.
Escrito por Brigantia

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