Até ao final do ano, pelas contas do presidente da câmara de Bragança, estima-se que sejam criados mais 50 postos de trabalho no Brigantia Ecopark.
Com 150 trabalhadores actualmente, há já 28 empresas ali instaladas. Hernâni Dias, à margem do Seminário “Áreas Empresariais: Qualificar para empresas mais competitivas”, ontem, no Nerba, em Bragança, esclareceu que “qualquer infraestrutura que venha trazer desenvolvimento à região nunca será um elefante branco” como já se disse sobre o Brigantia Ecopark, inaugurado em 2015. “No Brigantia Ecopark, neste momento, temos cerca de 150 colaboradores com 28 empresas que estão instaladas e estamos num processo de crescimento sustentável, uma vez que está previsto haver mais 50 trabalhadores até ao final do ano”, sublinhou.
Jorge Humberto, do Gabinete de Promoção e Empreendedorismo e Empregabilidade do Instituto Politécnico de Bragança, defendeu, sobre as zonas industriais do distrito, que a maioria começou como um mero espaço urbanizado e que lhes falta criar serviços partilhado. “Falta-lhes criar uma espécie de condomínio industrial, ou seja criar serviço partilhado, se tivermos um espaço em que haja uma sala de formação e uma cantina evitamos que cada uma das empresas tenha uma sala maior para reuniões e um espaço partilhado de alimentação. E quantas zonas industriais não têm um único serviço de apoio às próprias empresas. Esperamos que as novas ou a requalificação destas permitam disponibilizar melhor oferta de serviço a estas indústrias”, frisou.
O autarca de Bragança avançou ainda que a Zona Industrial de Mós, que acolhe perto de 300 trabalhadores, está lotada, fruto de medidas tomadas para atracção de empresas. A expansão da área é uma possibilidade mas não será para já. O autarca sublinhou ainda que há cada vez mais empresas a procurar a cidade por causa da mão-de-obra qualificada que acredita que aqui existe.
Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves

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