Colocado na esquadra de Bragança há seis meses, aproveita todos os tempos livres para se dedicar à paixão que o acompanha desde criança.“Sempre gostei de motas.
A primeira vez que andei foi numa do meu pai, devia ter uns oito anos. A partir daí tornou-se uma obsessão”, explicou ao Mensageiro, após o regresso da mais mediática das provas de todo-o-terreno do mundo, que este ano se disputou pela primeira vez na Arábia Saudita, depois de dez anos na América do Sul.
De praticante amador tornou-se, há 13 anos, mecânico nas horas vagas.
AGR
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