Não por acaso, Rafael Rodríguez Serrano, sacerdote espanhol, atualmente responsável pela Casa do Gaiato de Malanje, escreve, no prefácio: “Aprecia a simplicidade quando fala de uma folha de papel em branco ou do encontro com umas florinhas ao passar por um caminho; a distância entre a Mãe Natureza e cada um de nós, os acontecimentos vitais e aparentemente insignificantes que ocorrem”.
Ou seja, como nota Henrique Manuel Pereira, Professor da Escola das Artes (UCP): “Uma vez mais, é outra coisa o que ele nos quer dizer: fala-nos do rumor das sementes, do assobio esquecido, do pipilar dos melros, das estrelas no frio das noites. E quando fala de desertos, é apenas para abrir uma cisterna em cada sílaba”.
AGR

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