Através de 52 obras é possível viajar por aquele país e percorrer os milhares de quilómetros calcorreados por Dussaud “na contingência de encontrar, através da fotografia, o sentido de um universo tão diverso e tão complexo, como misterioso”, assim descreveu a mostra Jorge da Costa, diretor daquele centro.
A primeira viagem do fotógrafo foi em 1993 mas depois realizou mais quatro sempre acompanhado da mulher, Christine Dussaud. “De norte a sul, e no seu modo habitual de deambulação e errância, visitou várias cidades e estados deste “país-continente” (o segundo mais populoso do mundo), feito de abissais contrastes sociais e onde parece não haver fronteiras entre o sagrado e a vida quotidiana”, acrescentou Jorge da Costa.
Glória Lopes

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