Amanhã, 14, às 18h, falarei na FNAC da Av. de Roma sobre um percurso de 53 anos inaugurado com "Poemas em café democrata" no livro de estreia («Inconvencional», 1973). O romance «Golpe de Estado» (Gradiva, 2026) será pretexto para sintetizar uma literatura de atenção à política, quando paira a ameça neofascista.
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