O PAMI assegura a presença física permanente de um médico intensivista, 24 horas por dia, sete dias por semana,
“permitindo aproximar a Medicina Intensiva do local onde o doente crítico se encontra e reduzir o tempo até à intervenção especializada”, explica a ULS em comunicado.
A atividade assistencial desenvolvida neste primeiro mês de trabalho do PAMI “foi diversificada e de elevada complexidade”, salientou a fonte da ULS, tendo acorrido a casos doença infeciosa grave e choque, insuficiência respiratória, emergências cardiovasculares e neurológicas, hemorragia, trauma, intoxicação e paragem cardiorrespiratória. “A avaliação diferenciada, a integração rápida da informação clínica e laboratorial e a utilização de ecografia à
cabeceira do doente contribuíram igualmente para a identificação de situações dependentes de uma intervenção atempada”, acrescentou a mesma fonte.


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