Centenas de pessoas assistiram ao desfile de máscaras e mascaretos e à queima do diabo no passado sábado.
16 grupos portugueses e espanhóis, andaram à solta pela cidade de Bragança, proporcionando um animado espectáculo de cor e som.
Bombos, gaiteiros e chocalhos marcaram o ritmo do desfile e anunciavam aos mais distraídos que vários de grupos de mascaretos se aproximavam.
Aos 10 grupos portugueses, juntaram-se os convidados deste ano, vindos de Ourense, na vizinha Galiza.
Um espectáculo acompanhado por muitas pessoas, em que a interacção com o público foi uma constante.
A queima do diabo, acompanhado por mascaretos, deu por encerrada a mascararte 2015. António Tiza, presidente da Academia Ibérica da Máscara, explica que é um acto simbólico que representa a tentativa de “eliminar os males”.
António Tiza destaca a afluência de público que se registou na edição deste ano da bienal da máscara. A sétima bienal da Máscara terminou sábado, em Bragança, com o desfile de grupos de mascaretos, que contou este ano com carros de bois puxados por rapazes, a galhofa, uma espécie de luta livre tradicional, e a queima do diabo.
Escrito por Brigantia

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