“É um sentimento de revolta e de injustiça. Acho isto incompreensível”, lamenta Isabel Bragada, a mãe, que aguarda, há dois anos, pela decisão do recurso apresentado pela médica obstetra, que foi condenada, em conjunto a sua seguradora e a Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNE) ao pagamento de uma indemnização de 385 mil euros, por danos morais e patrimoniais, para além de terem de custear as obras de adaptação no apartamento.
Fernando Pires

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