O presidente da Câmara de Bragança, Jorge Nunes, é da opinião de que que a carreira aérea entre Bragança –Vila Real -Lisboa será “inviável” se o preço do bilhete aumentar com o novo modelo de comparticipação por parte do Estado.
“Trata-se de um primeiro passo, e decisivo para retomar uma ligação” suspensa há sete meses”, alertado contudo “, que esta esta só será viável se o Estado garantir "um nível de subvenção de tal forma que o preço do bilhete não seja superior àquele que era praticado”.
O autarca de Bragança considera que “a Madeira tem um procura muito grande e viaja com aviões muito maiores, o que quer dizer que o custo por passageiro é mais baixo”, enquanto Trás-os-Montes está “ numa situação em que a subvenção ao bilhete tem de ser maior porque senão seria absolutamente inviável a ligação aérea”.
“O poder de compra dos nordestinos também é inferior ao poder de compara dos madeirenses”, alertou Jorge Nunes.
No entanto, Jorge Nunes acredita que haverá operadoras disponíveis para negociar a carreira aérea.
Sem subvenção o preço do bilhete poderá rondar os 380 euros.
in:rba.pt

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