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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Torre de Moncorvo celebra Solstício de Verão com programação dedicada às famílias

 A vila de Torre de Moncorvo dá hoje as boas-vindas ao verão com o Festival Solstício, que celebra o dia mais longo e a noite mais curta do ano no Hemisfério Norte.


A iniciativa decorre esta sexta-feira e sábado, com várias atividades destinadas às famílias, num evento que já é uma referência nas festividades do Nordeste Transmontano.

O presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, José Meneses, descreve algumas das atividades previstas para estes dois dias, sobretudo dedicadas às famílias e aos mais pequenos:

Para além das atividades, haverá também um mercado de produtos regionais, o “Mercado do Sol”, com 15 expositores. O autarca acredita que a iniciativa terá impacto direto na economia local e na promoção turística do concelho:

Por isso, as expectativas para o festival são as melhores, acrescenta José Meneses:

Ao longo dos dois dias, o programa inclui atividades, oficinas, ateliers, concertos, performances e recriações de celebrações do Solstício de Verão, dirigidas a todas as idades e pensadas para momentos em família. Destaque ainda para um espaço criança, com insufláveis.

Na animação musical, hoje sobem ao palco Sexto Compasso, Karetus e DJ Manuel Diogo. Amanhã, será a vez dos Gaiteiros Sabor Artes, Cromos da Noite e DJ Alex Lino.

Hoje será também inaugurado o Laboratório de Metrologia da Associação de Municípios do Douro Superior de Fins Específicos, AMDSFE, às 17h00, com a presença do secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira.

Maria João Canadas

Praça das Eiras recebe concerto da Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins no sábado

 A Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins regressa, amanhã, à Praça das Eiras, em Macedo de Cavaleiros, para mais um concerto. Desta vez, o espetáculo será dedicado à ópera, com a participação do tenor Sérgio Martins, sob a direção artística do maestro Hélder Magalhães.


Hélder Magalhães é um maestro reconhecido, com um vasto currículo. Ao longo da carreira, colaborou com diversas formações como trompetista e maestro convidado, tendo trabalhado com vários maestros de referência. Integrou a Orquestra Portuguesa das Escolas de Música, a Orquestra Nacional de Sopros dos Templários e a Orquestra Clássica Bracara Augusta, entre outras formações.

Desde 2018, é maestro titular da Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins.

Já o tenor Sérgio Martins, natural do Porto, tem-se destacado como tenor lírico em algumas das mais emblemáticas produções de ópera apresentadas em Portugal nas últimas décadas.

Com formação no Conservatório de Música do Porto, no Conservatório de Aveiro e na ESMAE, trabalhou com nomes de referência como Rui Taveira, Isabel Mallaguerra e Norma Graça-Silvestre.

A Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins, Associação Cultural de Plectro, nasceu em 2010 e conta com cerca de 60 músicos.

O concerto tem início às 21h30.

Maria João Canadas

Expovila 5.0 foi apresentada esta sexta-feira em Vila Flor

Queda de grua na Feira Agrícola de Bragança provocou estragos em alguns carros

 Uma grua, de demonstração de maquinaria agrícola, caiu, esta manhã, na Feira Agrícola de Bragança, que está a decorrer na Quinta da Trajinha, até domingo.


A queda da grua causou estragos em algumas viaturas que ali estavam estacionadas, mas não há registo de feridos.

O acidente aconteceu cerca do meio dia.

O certame abriu portas ontem. A primeira edição da feira prolonga-se até domingo.

António Avelino Joyce - Os Governadores Civis do Distrito de Bragança (1835-2011)

 21.março.1914 – 30.dezembro.1914
LISBOA, 1.12.1886 – LISBOA, 15.1.1964

Musicólogo. Advogado.
Bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra.
Governador Civil de Bragança (1914 e 1915-1917). Secretário-geral dos governos civis de Lisboa, Castelo Branco e Porto.
Filho de José Luís Rangel de Quadros Joyce, médico, e de Maria Adelaide de Paiva Cardoso Avelino.
Natural de Lisboa.
Casou com Gertrudes Ramos de Castro e em segundas núpcias com Bárbara Ceulemans Joyce, de quem teve três filhos, entre os quais, Maria Antónia Ceulemans Joyce de Almeida Teixeira.
Cavaleiro da Ordem de Santiago da Espada. Cidadão honorário da Covilhã.

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António Avelino Joyce possuía uma formação notável e diversificada: completou o 1.º ano do Curso Diplomático (Curso Superior de Letras); o curso de Direito da Universidade de Coimbra, onde apresentou uma tese sobre O caráter específico do fenómeno financeiro; cursos musicais de Rudimento, Harmonia e Violino da Real Academia de Amadores de Música; e o curso de professor da Cartilha Maternal, tirado na residência do seu autor, João de Deus.
Chegado a Coimbra em 1906, António Joyce, por imperativo de gosto e de formação musical, desde logo se ligou ao meio artístico local, primeiro através da Tuna Académica, depois, uma vez incompatibilizado com esta, através de reuniões musicais feitas na sua casa de Celas e, por fim, dinamizando a criação de um grupo coral, o Orfeão Académico de Coimbra, que reorganizou e regeu entre 1908 e 1912, acompanhando-o em digressões a França e ao Brasil. Foi representante da Academia de Lisboa no Congresso Internacional dos Estudantes em Paris, em 1907.
Membro de honra de várias agremiações associativas e culturais, como o Instituto Britânico do Porto, Associação dos Jardins Escolas e Associação dos Músicos Portugueses, foi inspetor de canto coral, diretor da Sociedade de Concertos de Lisboa e diretor artístico da Emissora Nacional, para a qual elaborou um Projeto de Reforma que apresentou à Administração Geral dos CTT, criando no seu seio a Orquestra Sinfónica Nacional, convidando Pedro de Freitas Branco para seu primeiro maestro titular.
Enquanto músico, produziu várias harmonizações e arranjos orfeónicos para quatro vozes de homem, de motivos populares portugueses, e que seriam ouvidos nos principais teatros de Portugal, França, Bélgica e Brasil. Maestro, violonista e pianista, teve larga influência na cultura musical portuguesa, tendo feito publicar um Estudo acerca de canções populares na província da Beira Baixa e colaborando em jornais como o Século, Capital e Diário de Notícias e nas revistas ABC e Atlântida, principalmente na área da crítica musical.
Numa área do saber completamente diferente, reflexo da diversidade da sua formação e do seu saber, em 1913 apresentou uma dissertação para concurso ao magistério da Faculdade de Estudos Sociais e de Direito de Lisboa (grupo de História do Direito e Legislação Civil Comparada), intitulada Da influência do patriarcado na condição jurídica da Mulher.
Ao serviço de diferentes governos da Primeira República, tomou parte em várias comissões ao estrangeiro, nomeadamente em Paris, em 1917, na Conferência da Grande Guerra, e na Bélgica (1917-1921), como auxiliar do ministro dos Negócios Estrangeiros e presidente do Ministério.
Porém, nem sempre foi pacífica a sua coexistência com o poder político instituído.
Obrigado a emigrar, partiu para Antuérpia, onde viveu algum tempo como diretor comercial de uma empresa de que era sócio, juntamente com Afonso Costa.
No âmbito da magistratura administrativa, foi por duas vezes nomeado governador civil de Bragança, a primeira das quais por decreto de 21 de março de 1914, cargo de que tomou posse a 31 do mesmo mês, sendo exonerado a 30 de dezembro seguinte; e segunda vez por decreto de 24 de maio de 1915, tomando posse a 31 do mesmo mês, num mandato que se estendeu até 13 de outubro de 1917. Durante o seu primeiro mandato, em outubro de 1914, ocorreu em Bragança um movimento insurrecional visando o derrube do regime republicano e a restauração da monarquia, tentativa, porém, que sairia completamente frustrada.
O facto de ter servido como governador civil não obstou a que fosse hierarquicamente despromovido a chefe de repartição do Governo Civil de Lisboa, cargo que exerceu durante mais de cinco anos, entre 1921 e 1926, servindo interinamente como secretário-geral a maior parte desse tempo. Encontrava-se nestas funções quando foi chamado para desempenhar o cargo de secretário particular do Presidente da República, Manuel Teixeira Gomes (1923 -1925). Só em novembro de 1926, com a Ditadura Militar instalada, passaria a secretário geral adido daquele Governo Civil, vindo a desempenhar idênticas funções em Castelo Branco e no Porto.
Já com o Estado Novo institucionalizado, a partir de 1939 tornou-se membro do júri dos concursos administrativos do Ministério do Interior, e nesse mesmo ano, apresentou à Direção Geral da Administração Política e Civil um Projeto crítico de modificações no Código Administrativo de 1936.
Faleceu em Lisboa, a 15 de janeiro de 1964, aos 77 anos.

Carta do governador civil António Avelino Joyce ao primeiro-ministro Bernardino Machado, a denunciar a campanha de substituição das autoridades administrativas em Bragança (1914)

Bragança, 31 de agosto 1914

Exmo. Senhor e meu muito prezado amigo.

Com condenável antipatriotismo e manifesto desprezo pelas sérias obrigações que a hora presente a todos impõe, um jornal evolucionista daqui, A Pátria Nova, que tem por patrono o senador João de Freitas, acaba de levantar, com acentuado empenho e decisão, a campanha da substituição das autoridades administrativas.
Por todas as razões, e mui particularmente pelo temor justificado que possam vir a mal interpretar o correto proceder de V. Exa. e a deturpar-lhe as nobres intenções, que bem conheço e sinceramente admiro, tomo a iniciativa de lembrar a V. Exa. a conveniência e grande urgência em adotar um critério geral para a resolução do problema no distrito de Bragança, para o que, julgo, encontrará V. Exa. os elementos suficientes no relatório sobre administradores de concelho que para aí remeti.

Aguardo as muito desejadas ordens de V. Exa.

Com a maior consideração, respeito e estima,

De V. Exa. o atento servidor,

António Avelino Joyce

Fonte: Fundação Mário Soares, Casa Comum, fundo Bernardino Machado, pasta 08056.097.

Fontes e Bibliografia

Arquivo Distrital de Bragança, Autos de Posse (1845-1928).
Fundação Mário Soares, Casa Comum, fundo Bernardino Machado, pasta 08056.097 Diário do Governo, 3.11.1926.
ALVES, Francisco Manuel. 2000. Memórias arqueológico-históricas do distrito de Bragança, vol. XI. Bragança: Câmara Municipal de Bragança / Instituto Português de Museus.
GRANDE Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, t. XIV, Lisboa, 1935-1987.
CASEIRO, Vírgilio. 1992. O Orfeon Académico de Coimbra desde 1880. Causas determinantes, objectivos e evolução.
Tese de mestrado em História. Coimbra: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
QUADROS, Maria de Fátima Batista. 2009. Quadros. Sua alma e sua gente nos caminhos da história. Frutos: Rio de Janeiro.
COUVANEIRO, João Luís Serrenho Frazão. 2012. O Curso Superior de Letras (1861-1911). Nos primórdios das Ciências Humanas em Portugal. Tese de Doutoramento em História. Lisboa: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.

Na foto: António Joyce em 1911. arquivos do Orfeão Académico de Coimbra.

Publicação da C.M. Bragança

IIº Festival SOPAS DAS SEGADAS - Alfândega da Fé

Festas, Festividades e Eventos

Inspector Maximino Alves

VALE DO TUA REFORÇA APOSTA NO ASTROTURISMO COM ESTRATÉGIA CONJUNTA DOS CINCO MUNICÍPIOS

 O Museu da Oliveira e do Azeite, em Mirandela, acolheu uma sessão de trabalho dedicada ao desenvolvimento da marca Dark Sky Vale do Tua, reunindo representantes dos cinco municípios que integram o Parque Natural Regional do Vale do Tua: Alijó, Carrazeda de Ansiães, Mirandela, Murça e Vila Flor.


A iniciativa teve como principal objetivo definir estratégias de promoção conjunta do território e consolidar a afirmação do Vale do Tua como um destino de referência no astroturismo a nível ibérico.

Certificado como Destino Turístico Starlight, o território destaca-se pelas reduzidas taxas de poluição luminosa, pela qualidade do céu noturno e pelas condições naturais favoráveis à observação astronómica, fatores que têm vindo a posicionar a região como um destino diferenciador no panorama do turismo sustentável.

Durante a sessão foi defendida a importância de uma abordagem integrada entre os cinco municípios, apostando na valorização dos recursos naturais, culturais e turísticos existentes. A estratégia pretende, simultaneamente, potenciar a atratividade do território e criar novas oportunidades económicas para operadores turísticos, unidades de alojamento, restauração e restantes agentes ligados ao setor.

O plano de ação prevê uma primeira fase de capacitação dirigida aos técnicos municipais, através da realização de atividades de observação astronómica e de sensibilização para o projeto. Posteriormente, as ações serão alargadas aos parceiros do território e ao público em geral, promovendo uma maior divulgação da marca Dark Sky Vale do Tua e incentivando a criação de experiências turísticas ligadas ao céu noturno.

No território do Parque Natural Regional do Vale do Tua encontram-se identificados cinco locais privilegiados para observação astronómica: o Miradouro do Ujo, em Alijó; o Castelo de Ansiães, em Carrazeda de Ansiães; a Praia Fluvial de Frechas, em Mirandela; o Castro de Palheiros, em Murça; e a Forca do Freixiel, em Vila Flor.

Através desta estratégia conjunta, os municípios pretendem reforçar a notoriedade do Vale do Tua enquanto destino de natureza, sustentabilidade e observação do céu, apostando num segmento turístico em crescimento e com elevado potencial de valorização para a região.

Jornalista: Maria Inês Pereira 
Foto: DR

ULS DO NORDESTE PROMOVE AÇÃO DE SENSIBILIZAÇÃO EM VIMIOSO PARA PREVENIR EFEITOS DAS ONDAS DE CALOR

 A Unidade de Cuidados na Comunidade (UCC) Atalaia de Vimioso, em articulação com a Unidade de Saúde Pública da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, promoveu uma ação de sensibilização dedicada à prevenção dos efeitos adversos das ondas de calor, reforçando a importância da proteção da população numa altura em que se prevê a subida das temperaturas.


A iniciativa decorreu no passado dia 14 de junho, durante a Festa da Alegria, evento que reuniu avós, netos e famílias de todo o concelho de Vimioso, proporcionando um contexto privilegiado para a transmissão de mensagens de saúde pública junto da comunidade.

Com o verão à porta e os episódios de calor extremo cada vez mais frequentes, a ação teve como principal objetivo alertar os cidadãos para os riscos associados às elevadas temperaturas, com especial enfoque nos grupos mais vulneráveis, nomeadamente idosos e crianças, que apresentam maior suscetibilidade aos efeitos do stress térmico e da desidratação.

A equipa de enfermagem da UCC Atalaia, em conjunto com a Técnica de Saúde Ambiental, optou por uma abordagem prática e de proximidade. Além da partilha de informação e aconselhamento, foram distribuídas garrafas de água aos participantes, acompanhadas de rótulos personalizados com recomendações essenciais para enfrentar os dias mais quentes em segurança.

Entre os conselhos transmitidos destacaram-se a importância da hidratação regular, a permanência em locais frescos e ventilados, a utilização de roupa leve e adequada às altas temperaturas e a necessidade de evitar a exposição solar durante as horas de maior calor.

A iniciativa foi recebida com entusiasmo pela população, que demonstrou grande interesse pelas recomendações partilhadas pelos profissionais de saúde.

Segundo a equipa responsável, a elevada participação e a recetividade dos cidadãos evidenciam a importância de levar as mensagens de prevenção diretamente aos locais onde a comunidade se reúne, aproximando os serviços de saúde das pessoas e reforçando a literacia em saúde.

A ação integra a estratégia de promoção da saúde e prevenção da doença desenvolvida pela ULS do Nordeste, procurando sensibilizar a população para comportamentos que permitam minimizar os riscos associados às condições meteorológicas extremas.

Num contexto em que as alterações climáticas têm contribuído para o aumento da frequência e intensidade das ondas de calor, iniciativas como esta assumem particular relevância, ajudando a proteger a população e a reduzir os impactos das temperaturas elevadas na saúde pública.

O sucesso da ação realizada em Vimioso reforça o compromisso da UCC Atalaia e da Unidade de Saúde Pública em continuar a apostar em estratégias de proximidade, promovendo uma comunidade mais informada, preparada e resiliente perante os desafios que o verão coloca à saúde de todos.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Fotos: DR

EPA de Carvalhais reforça formação com novos equipamentos agrícolas cedidos pelo IEFP

 A EPA (Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural) de Carvalhais passa a contar com equipamentos agrícolas transferidos pelo IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profisional) que permite aos formadores daquela escola profissional de agricultura do concelho de Mirandela ministrar cursos de mecanização agrícola, garantindo uma formação prática e moderna, abrindo novas portas à qualificação técnica no setor agrícola da região, alinhada com as exigências do mercado.


É o resultado de um acordo de colaboração firmado entre o IEFP e a EPA, que também teve o aval da CCDRN. Maria João Ramos, Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Bragança, descreve o propósito desta parceria:

O acordo também prevê que os formandos da EPA de Carvalhais tenham acesso a máquinas e ferramentas reais, aprendendo a operar, manter e gerir os equipamentos, como sublinha o diretor da EPA de Carvalhais, Marcelino Martins:

Marcelino Martins adianta o tipo de equipamento agora à disposição da EPA de Carvalhais:

As novas máquinas agrícolas e ferramentas já estão nas instalações da EPA de Carvalhais.

INFORMAÇÃO CIR (Escrito por Rádio Terra Quente)

Carrapatas comemora Dia da Freguesia este fim de semana

 A aldeia de Carrapatas vai comemorar o Dia da Freguesia esta sexta-feira e sábado, com um conjunto de atividades culturais e tradicionais, que pretendem promover o espírito de união entre habitantes, instituições e visitantes.


Para além das atividades culturais, o programa inclui também um mercado de produtos tradicionais.

O evento regressa, assim, ao modelo de organização inicial, substituindo a Festa da Flor, realizada no ano passado, numa opção assumida pelo atual executivo.

O presidente da Junta de Freguesia de Carrapatas, Carlos Martins, sublinha a importância de assinalar este dia e deixa o convite à população para participar, reforçando valores como a solidariedade e a união:

O Dia da Freguesia vai contar com um mercado de produtos tradicionais, com a participação de 12 expositores, que terão em mostra e venda diversos produtos típicos da região.

A inauguração do mercado de produtos regionais decorre às 19h00, seguindo-se, às 21h00, um concerto de fados protagonizado por Catarina Veigas e Inês Veigas, acompanhadas pelos guitarristas Jorge Pires e Álvaro Lancha.

No sábado, as atividades começam com uma caminhada de oito quilómetros, organizada pelo Centro Social São Geraldo, que já conta com cerca de 150 inscrições.

O autarca explica que esta caminhada terá também uma vertente inclusiva, permitindo aos utentes sair da instituição e viver um dia diferente:

As atividades incluem ainda animação com o grupo de bombos “Os Abelhudos”, missa na praça no dia 20 de junho e atuação do DJ MPC, Miguel Pires Cabral.

Maria João Canadas

Zanga entre enteada e filho leva madrasta a matar menina na serra

 Tudo aponta para crime premeditado. A madrasta, natural de Lamas de Podence (Macedo de Cavaleiros) seguiu a menina de oito anos no trajeto de autocarro até à escola e no momento em que se preparava para entrar no estabelecimento de ensino, invocando uma suposta consulta médica, a mulher avisou o funcionário de que iria com ela. Meteu-a no carro e só parou na serra da Padrela onde a matou, por asfixia.


A tragédia abateu-se sobre a pacata aldeia de Celeirós, no concelho de Valpaços, localidade onde residia a pequena Lara, uma menina de oito anos de idade, que terá sido morta, na manhã da passada quarta-feira, pela madrasta, por “asfixia mecânica”, que “ocultou e abandonou o corpo em zona florestal, na serra da Padrela, em Vila Pouca de Aguiar”, adianta a Polícia Judiciária (PJ) em comunicado.

Eulália Silva, de 48 anos, natural de Lamas de Podence (Macedo de Cavaleiros) que vivia com o companheiro, Carlos Gomes, de 43 anos, pai da Lara, terá confessado o crime na madrugada de ontem, depois de ter sido capturada pela PJ, em Macedo de Cavaleiros, e revelado o local onde se encontrava o cadáver.

Está “fortemente indiciada pela prática dos crimes de homicídio qualificado e profanação de cadáver”, acrescenta a PJ, revelando ainda que será presente a tribunal para primeiro interrogatório e aplicação das medidas de coação.

As motivações para este crime macabro não estão ainda totalmente esclarecidas. Porém, sabe-se que terá existido, dias antes, uma zanga, entre o filho de Eulália e a enteada e que o companheiro terá tomado partido pela filha (Lara), atitude que terá provocado uma acesa discussão entre o casal.

Esta zanga terá espoletado a vontade de vingança sobre a menina, para atingir o companheiro, levando Eulália a engendrar um plano para o dia seguinte.

Por volta das 07,00 horas, como era hábito, Lara entrou no autocarro para uma viagem de cerca de 20 minutos até à escola básica de Carrazedo de Montenegro, pertencente ao Agrupamento de Escolas de Valpaços, onde frequentava o terceiro ano.

Atrás do autocarro, seguia de automóvel a madrasta de Lara que na chegada ao estabelecimento de ensino terá informado um funcionário da escola de que a Lara não podia ir às aulas porque tinha uma consulta em Vila Real.

A menina entrou no carro e foi levada para uma zona florestal da serra da Padrela, já no concelho de Vila Pouca de Aguiar, onde a terá matado por “asfixia mecânica”, relata a PJ.

Ao que apurámos, após o alegado homicídio, Eulália Silva voltou para casa, em Celeirós, de onde ligou ao companheiro dizendo que iria separar-se de vez avisando-o que deixava as chaves de casa na caixa do correio.

No entanto, só ao final da tarde dessa quarta-feira, é que o pai de Lara começou a perceber que algo de anormal teria acontecido quando a sua filha não vinha no autocarro que todos os dias a trazia da escola.

Foi o próprio que avisou as autoridades do desaparecimento da filha e que tudo apontava para que a principal suspeita fosse a sua companheira.

A PJ de Vila Real foi acionada e acabou por deter a suspeita ao início da noite de quarta-feira. Foi já durante a madrugada que Eulália Silva confessou o crime e indicou o local deixou o corpo.

Relação conflituosa

Carlos e Eulália vivem juntos há cerca de cinco anos, numa relação marcada por conflitos que já tinha levado a uma separação, há cerca de dois anos, mas reconciliaram-se pouco depois.

Com o casal vivia Lara, filha de Carlos, fruto de uma relação anterior com uma mulher que reside também no concelho de Valpaços, de quem se separou há alguns anos. A pequena Lara ficou à guarda do pai e foi criada com a ajuda dos avós paternos, também residentes em Celeirós.

Eulália tem três filhos de um relacionamento anterior igualmente pautado por vários episódios de conflito, em Lamas de Podence. Um deles, está institucionalizado e periodicamente passa alguns dias com a mãe. O que aconteceu no passado fim-de-semana.

Na aldeia, poucos são os que querem dar a cara perante esta tragédia, mas não conseguem disfarçar uma enorme tristeza pela menina. “Ela andava sempre tão estimadinha. Era a menina dos olhos daquele pai”, conta uma vizinha. “Ninguém contava com esta tragédia. Para fazer isto, ela só pode ser o diabo em pessoa”, afirma outra moradora que não se quis identificar.

Carlos Costa é amigo de infância de Carlos Gomes. “Andamos a estudar juntos e só tenho a dizer bem dele. É uma joia de pessoa e não merecia isto”, afirma.

Fernando Pires

UIVO acusa Espanha de violar acordos bilaterais e admite recorrer aos tribunais para travar exploração junto à fronteira portuguesa

 A Associação UIVO acusa Espanha de violar acordos bilaterais e convenções internacionais ao avançar com o projeto da mina de volfrâmio em A Gudiña, a cerca de dois quilómetros da fronteira portuguesa, sem realizar uma Avaliação de Impacte Ambiental Transfronteiriça.


António Sá, da associação, afirma que Espanha ignorou os mecanismos previstos para projetos com potenciais impactos além-fronteiras.

“No fundo foram ignorados por Espanha, numa primeira instância pela Junta da Galiza, mas de facto não é a Junta da Galiza que tem que prestar esclarecimentos a Portugal, o Governo Central de Espanha é que tem que prestar esses esclarecimentos a Portugal e isso não foi feito até ao momento.”

A associação critica ainda a Comissão Europeia por não ter consultado Portugal após a empresa sueca ter solicitado a classificação da mina como Projeto Estratégico Europeu ao abrigo do Regulamento Europeu das Matérias-Primas Críticas.

“Eurobattery Minerals apresentou um pedido de classificação deste projeto mineiro como projeto estratégico europeu. Este pedido foi apresentado em janeiro à Comissão Europeia, que ja deveria ter notificado Portugal imediatamente, dada a localização do projeto em cima da nossa fronteira, e não o fez também. Portanto, nós estamos aqui perante omissões grosseiras quer por parte de Espanha, quer por parte da Comissão Europeia. Nós sabemos que o jogo político procura muitas vezes esconder estas regras ou omiti-las, não cumprindo o que está escrito.”

A UIVO considera também insuficiente a resposta das autoridades portuguesas. António Sá critica a atuação da Câmara Municipal de Vinhais, que considera ter sido “muito tímida”, e entende que o Governo português deveria ter adotado uma posição mais firme junto das autoridades espanholas.

“Até agora têm sido manifestamente insuficientes. Começámos desde logo por uma reação local que foi muito tímida, da própria Câmara de Vinhais. Nós temos repetido isto. O caso foi levantado por nós numa assembleia municipal de Vinhais em dezembro de 2024. Não foi dada grande atenção a isto. Vinhais poderia ter até feito uma abordagem direta ao Ayuntamiento de A Gudiña, por exemplo, e conseguir talvez mais esclarecimentos de proximidade. E claro, da parte do nosso governo também a reação tem sido muito tímida e não deveria porque nós vamos chegar a um momento em que esta situação é irreversível e vai avançar.”

A Associação UIVO admite recorrer à via judicial, embora reconheça a complexidade dos processos internacionais.

“Nós trabalhamos com um advogado bastante conhecido e já tivemos uma reunião com outros colegas para ponderar avançar com uma ação judicial. Mas estas coisas não resolvem o problema, não é uma simples providência cautelar, portanto isto tem um alcance internacional, estamos a lidar com outro país, portanto os mecanismos legais são complexos, não é fácil e sobretudo não dão resultados imediatos e nós aqui precisávamos de um resultado imediato.”

A associação considera que, se nada for feito, será cada vez mais difícil atrair novos residentes para Vinhais e desenvolver atividades como o turismo.

𝐈𝐧𝐪𝐮𝐞́𝐫𝐢𝐭𝐨 | 𝐂𝐨𝐦𝐨 𝐢𝐦𝐚𝐠𝐢𝐧𝐚𝐬 𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐳𝐨𝐧𝐚𝐬 𝐫𝐮𝐫𝐚𝐢𝐬?

 O projeto LIRES está a dar voz aos jovens que querem transformar as zonas rurais da Galiza e do Norte de Portugal, através da inovação e do empreendedorismo sustentável, enquanto agentes de revitalização dos territórios de baixa densidade.
Participa no inquérito e ajuda a identificar oportunidades para um meio rural mais inovador, sustentável e resiliente.

Responde ao inquérito AQUI.

🎶𝐈𝐧𝐭𝐞𝐫𝐜𝐚̂𝐦𝐛𝐢𝐨 𝐀𝐫𝐭𝐢́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐙𝐚𝐦𝐨𝐫𝐚–𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚𝐧𝐜̧𝐚 | 𝟒.ª 𝐄𝐝𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨

 De 𝟏𝟕 𝐚 𝟐𝟏 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨, alunos do 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐫𝐯𝐚𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨 𝐌𝐢𝐠𝐮𝐞𝐥 𝐌𝐚𝐧𝐳𝐚𝐧𝐨 (𝐙𝐚𝐦𝐨𝐫𝐚) e do 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐫𝐯𝐚𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐌𝐮́𝐬𝐢𝐜𝐚 𝐞 𝐃𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐝𝐞 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚𝐧𝐜̧𝐚 voltam a reunir‑se numa residência artística transfronteiriça cheia de música, partilha e criação conjunta.
O resultado deste encontro será apresentado em dois concertos de entrada livre pela 𝐎𝐫𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚 𝐀𝐦𝐢𝐳𝐚𝐝𝐞:

Zamora  

20 junho, sábado — 17h (PT)  
Fundação Rei Afonso Henriques  

Bragança   

21 junho, domingo — 17h (PT)  
Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ)

Uma celebração da música, da cooperação transfronteiriça e da amizade entre Portugal e Espanha.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Já abriu a FAB – Feira Agrícola de Bragança 2026!

 Até domingo, 21 de junho, a Quinta da Trajinha é o ponto de encontro da agricultura, pecuária, inovação, gastronomia e tradição do nosso território.
Venha descobrir expositores, atividades, demonstrações e muito mais numa celebração do mundo rural e do potencial agrícola da região.

Quinta da Trajinha, Bragança
Até 21 de junho
Entrada livre

Esperamos por si!

Há Alma nas Aldeias


 Há nas aldeias do interior de Portugal o sossego das paisagens naturais feito de portas fechadas, janelas que já não se abrem e ruas onde os passos são raros. É uma realidade difícil de ignorar. O despovoamento das aldeias.

Nas aldeias do concelho de Bragança as casas antigas permanecem em pé, mas estão vazias. As paredes guardam histórias, mas já não escutam as vozes. A terra das hortas e dos quintais continua fértil, mas deixou de ser trabalhada. O espaço permanece, a vida é que se foi afastando lentamente.

À primeira vista, uma casa abandonada parece apenas um sinal de decadência. O telhado envelhecido, a madeira das janelas gasta pelo tempo, o portão enferrujado. Mas quem conhece verdadeiramente as aldeias sabe que essas casas estão longe de estar vazias porque dentro delas permanecem memórias acumuladas durante décadas.

Nas nossas aldeias nasceram crianças, celebraram-se festas, choraram-se despedidas. Nas cozinhas acenderam-se lareiras que aqueceram famílias inteiras durante invernos rigorosos. Nos pátios secaram-se figos ao sol e colheram-se uvas.

Quando as aldeias perdem habitantes, não perdem apenas parte da população. Perdem também gestos, saberes, tradições e histórias que raramente estão escritas em livros. Perde-se a forma de cultivar a terra, de curar as feridas com plantas, de fazer pão no forno comunitário, de celebrar o calendário agrícola.

O despovoamento não aconteceu de um dia para o outro. Foi um processo lento que começou a ganhar força a partir da segunda metade do século XX.

Os jovens partiram em busca de oportunidades nas cidades ou no estrangeiro. Muitos seguiram para Lisboa, para o Porto ou para outros países da Europa. Procuraram trabalho, estabilidade, uma vida menos dura do que aquela que os campos ofereciam.

E partiram com razão. A vida rural sempre exigiu muitos sacrifícios. Trabalho físico intenso, poucos serviços públicos, distâncias grandes e oportunidades limitadas.

Com o passar do tempo, as aldeias foram ficando cada vez mais envelhecidas. As escolas fecharam por falta de crianças e fruto de políticas centralistas. Os cafés e os tascos deixaram de abrir diariamente ou fecharam de vez. As festas tradicionais tornaram-se menos participadas e os jogos tradicionais deixaram de ser praticados.

As aldeias continuam a guardar um património cultural que não existe nas grandes cidades. Nas aldeias sobrevivem tradições culinárias, dialetos, técnicas agrícolas, histórias, formas de solidariedade comunitária que dificilmente se encontram noutros contextos.

Numa aldeia, as pessoas conhecem-se pelo nome. A porta raramente precisa de chave, ainda hoje. Se alguém adoece, os vizinhos aparecem. Se há uma colheita para fazer, as mãos juntam-se.

Essa rede de proximidade humana é uma das maiores riquezas do mundo rural. Quando as aldeias desaparecem, essa forma de comunidade desaparece com elas.

Mesmo quando os habitantes partem, muitos continuam ligados à aldeia através da memória e das novas tecnologias.

Voltam no verão, nas festas religiosas, por vezes no dia de finados. Caminham pelas ruas onde cresceram, reconhecem as árvores que plantaram quando eram crianças, tocam, com emoção, nas paredes das casas dos avós.

As aldeias tornam-se, então, num lugar quase simbólico, um ponto de origem, uma raiz emocional.

Para muitos portugueses espalhados pelo país ou pelo mundo, a aldeia continua a ser o lugar onde a identidade começou. Mesmo que a vida se construa noutro lugar, há sempre um caminho interior que os conduz de volta à terra de origem.

Apesar do cenário difícil, o destino das aldeias não está completamente decidido. Em várias regiões começam a surgir sinais de esperança.

Algumas pessoas, principalmente depois da reforma, regressam para encontrar uma vida mais tranquila, longe do ritmo acelerado das cidades,. Outros descobrem no mundo rural oportunidades ligadas ao turismo, à agricultura sustentável ou ao trabalho remoto.

As aldeias oferecem algo que hoje se tornou raro e precioso. Tempo, natureza e autenticidade. Num mundo cada vez mais digital e acelerado, esses elementos podem transformar-se numa nova forma de riqueza.

Para que isso seja uma realidade, é necessário investimento, políticas públicas adequadas e uma mudança de mentalidade. O interior não pode continuar a ser visto apenas como um espaço que perdeu importância. Pode, pelo contrário, tornar-se um território de reinvenção.

As casas das nossas aldeias por fora parecem abandonadas, mas por dentro continuam cheias de vidas que por ali passaram e de vozes que o tempo não apagou.

As casas das nossas aldeias continuam cheias de uma memória coletiva que insiste em permanecer.

As aldeias podem perder habitantes, mas raramente perdem a alma.

HM
18 de Junho de 2026

𝗤𝘂𝗲 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗼 𝗾𝘂𝗲𝗿𝗲𝗺𝗼𝘀 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮𝘀 𝗧𝗲𝗿𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗧𝗿𝗮́𝘀-𝗼𝘀-𝗠𝗼𝗻𝘁𝗲𝘀?

 No próximo dia 1 de julho, o IPB recebe a Sessão Prospetiva das Terras de Trás-os-Montes, uma iniciativa que reunirá especialistas, representantes de instituições públicas, autarquias, empresas, academia e comunidade para refletir sobre o futuro, promovendo o desenvolvimento sustentável em contextos locais . 


O evento é promovido pela 𝐏𝐥𝐚𝐭𝐚𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐎𝐃𝐒𝐥𝐨𝐜𝐚𝐥 em colaboração com o IPB e conta com o apoio da Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes e da Câmara Municipal de Bragança.  

Instituto Politécnico de Bragança 

1 de julho de 2026 

Participação gratuita (mediante inscrição) AQUI.

Consulta o programa e junta-te à conversa sobre o nosso território! 

🇬🇧 

𝗪𝗵𝗮𝘁 𝗳𝘂𝘁𝘂𝗿𝗲 𝗱𝗼 𝘄𝗲 𝘄𝗮𝗻𝘁 𝗳𝗼𝗿 𝘁𝗵𝗲 𝗧𝗿𝗮́𝘀-𝗼𝘀-𝗠𝗼𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗿𝗲𝗴𝗶𝗼𝗻?   

On July 1, IPB will host the Trás-os-Montes Outlook Session. This initiative will bring together experts, representatives from public institutions, local authorities, businesses, academia and the community to reflect on the future and promote sustainable development in local contexts.  

The event is organised by 𝐏𝐥𝐚𝐭𝐚𝐟𝐨𝐫𝐦𝐚 𝐎𝐃𝐒𝐥𝐨𝐜𝐚𝐥 in collaboration with  IPB and is supported by the Intermunicipal Community of Terras de Trás-os-Montes and Bragança Municipality.   

Bragança Polytechnic University 

July 1 2026

Free admission (registration required) AQUI.

Check out the programme and join the conversation about our region!

Dedicado a todos os transmontanos espalhados pelo mundo! Quantos somos? Lançamento amanhã