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BRAGANÇA
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(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Os TOMI’s estão de volta a Bragança!
Consulte eventos, serviços, pontos de interesse e muito mais, enquanto passeia pela cidade.
Ainda os finais dos anos 70 - Entre a Tradição e a Modernidade
O ano de 1979 marcou o fecho de uma década profundamente transformadora para Portugal. Cinco anos após a Revolução dos Cravos, o país encontrava-se mais estável, mais aberto e mais confiante no seu futuro. O entusiasmo inicial da revolução deu lugar a uma fase de consolidação, tanto política como cultural , mas o espírito de liberdade conquistado em 1974 continuava vivo. Moldava as mentalidades, os comportamentos e as aspirações de uma geração que cresceu a sonhar com um país novo.
Era uma época de grande diversidade cultural, em que os estilos e as sensibilidades conviviam lado a lado. O rock português afirmava-se com mais força, acompanhando a energia e a rebeldia juvenil. Paralelamente, o disco dominava as pistas de dança, trazendo brilho, ritmo e um certo cosmopolitismo que contrastava com a austeridade dos anos anteriores. Ainda assim, a música tradicional e de intervenção mantinha um espaço importante no imaginário coletivo, recordando as lutas, as esperanças e os valores que tinham marcado a revolução. As rádios e as festas populares eram espelhos de um país plural.
Os jovens viviam cada vez mais voltados para a vida urbana. Frequentavam cafés, cinemas, concertos e discotecas que começavam a proliferar nas grandes cidades. Lisboa, Porto, Coimbra e outras urbes tornavam-se centros de modernidade, de debate e de criatividade. Contudo, as raízes rurais continuavam muito presentes, não apenas por causa das origens familiares, mas também por um sentimento de pertença e de nostalgia. Muitos jovens regressavam às aldeias nos verões, participando nas festas, nos bailes e nas romarias, onde a tradição se misturava com a novidade. Esta convivência entre o campo e a cidade, entre o passado e o presente, foi um dos traços mais marcantes do final da década de 70.
Outro fenómeno emblemático foi a consolidação do “sábado à noite” como ritual de socialização. Depois de uma semana de trabalho ou de estudo, a noite de sábado tornava-se o momento privilegiado para dançar, sair com amigos e celebrar a liberdade. Discotecas, clubes e festas particulares enchiam-se de juventude, música e entusiasmo. O lazer assumia-se, finalmente, como um direito e uma expressão de identidade, um espaço onde se podia ser livre sem ser julgado, algo que, poucos anos antes, seria impensável. O sábado à noite simbolizava a modernidade e a leveza de uma geração que queria viver plenamente, sem medo de se afirmar.
Por detrás de todas essas mudanças, o espírito de liberdade de 1974 continuava a movimentar a alma e os corações. Mesmo que as lutas políticas se tivessem moderado, a mentalidade democrática e participativa estava já profundamente enraizada. A censura, o medo e o conformismo tinham sido substituídos pela curiosidade, pela expressão e pela vontade de experimentar. A juventude de 1979 crescia num país finalmente seu, com acesso a novas formas de cultura, informação e comunicação, mas também consciente das responsabilidades que vinham com a liberdade, mesmo que ainda hoje muitos pensem que não foi assim.
O final da década de 70 foi uma transição, foi um ponto de equilíbrio entre o passado e o futuro. Portugal deixava para trás os anos da revolução fervorosa e preparava-se para entrar na década de 1980 com uma base sólida e uma sociedade plural, criativa e cada vez mais aberta ao mundo. E no coração dessa transformação estava uma juventude que, ao som do rock, do disco e das modas urbanas, continuava a viver e a reinventar o sonho de Abril, agora com mais música, mais cor e, sobretudo, com uma liberdade que já fazia parte do seu modo de ser.
No próximo dia 𝟏𝟑 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐨, 𝐌𝐚𝐜𝐞𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐯𝐚𝐥𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 celebra 𝟐𝟕 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐞𝐥𝐞𝐯𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐚 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞.
Para assinalar esta data tão importante, que enche de orgulho todos os macedenses, o Município de Macedo de Cavaleiros realiza um conjunto de iniciativas comemorativas.
𝐒𝐚̃𝐨 𝟐𝟕 𝐚𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐪𝐮𝐢𝐬𝐭𝐚𝐬, 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨, 𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨.
Neste momento especial, recordamos e agradecemos à 𝐀𝐅𝐑𝐄𝐂𝐈𝐌𝐀𝐂 - Associação das Freguesias da Cidade de Macedo de Cavaleiros (freguesias de Amendoeira, Carrapatas, Castelãos, Grijó, Macedo de Cavaleiros, Vale Benfeito, Vale da Porca, Vale de Prados e Vilar do Monte) que, através da sua união e contributo, tornaram possível a elevação de Macedo de Cavaleiros a cidade, em 1999.
Venha participar nas cerimónias e celebrar connosco.
𝐉𝐮𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐜𝐞𝐥𝐞𝐛𝐫𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐨 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐚𝐝𝐨, 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫𝐢𝐳𝐚𝐦𝐨𝐬 𝐨 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢́𝐦𝐨𝐬 𝐨 𝐟𝐮𝐭𝐮𝐫𝐨.
Descubra a Rota do Castro da Batoqueira - Já conhece um dos segredos mais bem guardados do nosso património?
A Rota do Castro da Batoqueira convida-o a viajar no tempo e a explorar vestígios únicos da ocupação humana na nossa região.
Ao longo deste percurso, poderá desfrutar de paisagens naturais deslumbrantes, trilhos tranquilos e um contacto direto com a história que moldou a nossa identidade. É o programa ideal para amantes da natureza, da cultura e de caminhadas ao ar livre.
Traga a família ou os amigos e venha viver uma experiência enriquecedora, onde cada passo revela uma nova descoberta.
Valorize o nosso património. Explore. Partilhe. Preserve.
MEU AMOR
Já fui morada na fogueira dos teus olhos.
Habitei-te como quem entra num templo
feito de carne, vertigem e tempestade.
Bebi o teu amor
como quem bebe o mar sem medo de morrer afogado,
e deixei que o teu prazer
me atravessasse as veias
como vinho derramado sobre feridas abertas.
Conheci os corredores escuros da tua dor.
Dormi nas celas húmidas da tua solidão.
Fui pássaro preso
na gaiola silenciosa do teu peito,
onde o amor tinha o som
de correntes beijando o chão.
E ainda assim,
amei-te.
Amei-te com a violência das marés
quando destroem rochedos
só para lhes tocar outra vez.
Amei-te com esta fome absurda
de quem encontra abrigo
numa casa em ruínas.
Depois parti.
Ou talvez tenha sido a vida
a arrancar-me de ti
com mãos de nevoeiro.
Perdi-me.
Entre ruas sem nome,
esquinas cheias de rostos vazios,
avenidas iluminadas por luzes frias,
fui desaprendendo o caminho da tua voz.
As cidades cresceram dentro de mim
como labirintos,
e cada passo afastava-me
da memória exata das tuas mãos.
Tentei regressar.
Deus sabe como tentei.
Mas o amor, às vezes,
é uma morada que muda de lugar
enquanto estamos ausentes.
E agora vivo assim:
procurando desesperadamente
a estrada que conduzia ao teu abraço.
Porque já estive em ti.
Vivi-te.
Sorvi-te até ao último silêncio.
E desde que me perdi o caminho de volta,
nenhum mundo voltou a parecer casa.
M.C.M (São Marques)
Maria da Conceição Marques, natural e residente em Bragança.
Desde cedo comecei a escrever, mas o lugar de esposa e mãe ocupou a minha vida.
Os meus manuscritos ao longo de muitos anos, foram-se perdendo no tempo, entre várias circunstâncias da vida e algumas mudanças de habitação.
Participei nas coletâneas: Poema-me; Poetas de Hoje; Sons de Poetas; A Lagoa e a Poesia; A Lagoa o Mar e Eu; Palavras de Veludo; Apenas Saudade; Um Grito à Pobreza; Contas-me uma História; Retrato de Mim; Eclética I; Eclética II; 5 Sentidos.
Reunir Escritas é Possível: Projeto da Academia de Letras- Infanto-Juvenil de São Bento do Sul, Estado de Santa Catarina.
Livros Editados: O Roseiral dos Sentidos – Suspiros Lunares – Delírios de uma Paixão – Entre Céu e o Mar – Uma Eterna Margarida - Contornos Poéticos - Palavras Cruzadas - Nos Labirintos do Nó - Uma Paixão Improvável.
Trás-os-Montes terá que ser o próximo estreito de Ormuz?
Enquanto na região se produz mais de metade da energia de Portugal, os cofres locais permanecem vazios. Em termos fiscais, nada é vertido neste território. Vão aparecendo aqui e acolá umas obras de caridade e umas esmolas para as nossas instituições, as chamadas contrapartidas e responsabilidade social, que ficam bem em alguns discursos e parangonas. Velhos hábitos que queremos esquecer e que teimam em assolar os nossos territórios.
O Estado, apesar dos alertas, tarda em cobrar os impostos devidos e as rendas consagradas na lei, preferindo a proteção dos grandes poderes energéticos à justiça fiscal e à coesão territorial.
Este paradoxo transmontano, que parece clamar por um bloqueio igual ao do estreito de Ormuz, representa bem uma parábola em que podemos dizer com ironia - estamos pobres e somos ricos. E se fosse possível os transmontanos interromperem o fluxo da energia elétrica que aqui é produzida?
Trás-os-Montes e Alto Douro concentram uma parte massiva da produção hídrica e eólica, ultrapassando 50% da capacidade renovável hídrica nacional. É a região que sustenta a meta da neutralidade carbónica de Portugal.
Estaremos errados? Bem, afinal, no território ficam muitos impactos: o impacto ambiental, a destruição e o desvio dos nossos rios, as alterações das nossas paisagens e o uso do solo ou a sua perda. Parece que não, tudo isto sem que as populações locais vejam contrapartidas diretas ou desenvolvimento económico proporcional a esta riqueza que se perde e transforma na riqueza de outros.
Desde a “Lei Esquecida”, o Decreto-Lei n.º 424/83 de 6 de dezembro, que define que os municípios com centros eletroprodutores têm direito a uma renda anual e que o recente parecer da Procuradoria-Geral da República, através do seu Conselho Consultivo, veio confirmar que essas rendas são devidas e que o diploma continua em vigor. Ao apagão fiscal na venda de seis barragens da EDP ao grupo liderado pela ENGIE, onde são devidos mais de 335 milhões de euros, acrescidos de juros de mora. Até aos 65 milhões de euros já liquidados de IMI das barragens, cujo pagamento tem sido contestado pelas concessionárias em tribunal.
Todos estes casos são bons exemplos de complacência do Estado e dos sucessivos governos, sempre a favor dos mesmos e em prejuízo dos territórios locais.
Esta complacência do governo central não é apenas uma falha administrativa, mas uma opção política que perpetua a desigualdade entre o litoral e o interior, uma grave e inaceitável injustiça com as nossas populações, que apenas serve para gerar lucros extraordinários de multinacionais, protegidos por uma teia de impunidade.
Os autarcas e as forças vivas desta região estão atentas e não vão desistir até fazermos cumprir a lei e a justiça fiscal que estes territórios merecem e o nosso país também. Aliás, que os portugueses exigem!
Novos passos e novas decisões estão para serem conhecidas em breve. Decisões que irão consolidar este caminho e que esperamos, serenamente mas atentos, que o Estado e o Governo estejam à altura da sua responsabilidade.
A justiça, tantas vezes atacada, está a funcionar e a cumprir muito bem o seu papel.
Não temos barcos nem aviões de guerra, mas temos a razão e a lei do nosso lado e isso é mais forte que todos os exércitos do mundo juntos!
MOSAICO TEATRAL: DUAS HISTÓRIAS. UM ENCONTRO
Direção artística Rita Brandão; direção musical João Dias; coreografia e movimento Diana Thedim; Alunos do 7.ºT e 8.ºT
Vem aí mais uma edição do Mercadinho de Usados & Tradicional!
No Mercadinho de Usados, vais encontrar artigos em segunda mão, livros, roupa, decoração e muito mais — perfeito para dar uma nova vida aos objetos e apoiar o consumo sustentável.
Já no Mercadinho Tradicional, descobre os sabores e produtos da nossa terra, diretamente dos produtores locais.
Mercadinho Tradicional: 09h00 às 13h00
Mercadinho de Usados: 10h00 às 17h00
TORRE DE MONCORVO ASSINALA DIA MUNDIAL DA RECICLAGEM COM ATELIER SOBRE REUTILIZAÇÃO DE ÓLEO ALIMENTAR
A iniciativa foi dirigida aos alunos do 6.º ano do Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado, que tiveram oportunidade de aprender técnicas de reutilização de óleo alimentar usado para a produção de sabão artesanal.
Além da componente prática, a atividade procurou sensibilizar os estudantes para os benefícios ambientais, económicos e sociais associados à reciclagem e ao reaproveitamento de resíduos domésticos, incentivando hábitos mais sustentáveis no quotidiano.
O atelier foi desenvolvido em parceria com a Resíduos do Nordeste, reforçando a aposta na educação ambiental junto da comunidade escolar.
IPB REFORÇA COOPERAÇÃO INTERNACIONAL COM UNIVERSIDADE DA CHÉQUIA
A formalização do acordo aconteceu durante a visita de uma delegação da universidade checa aos diferentes polos do IPB, incluindo os campi de Bragança, Chaves e Mirandela. O programa incluiu reuniões de trabalho, visitas a escolas, centros de investigação e estruturas ligadas à inovação.
A parceria surge no âmbito da cooperação europeia promovida pela STARS EU, rede internacional da qual ambas as instituições fazem parte, e pretende aprofundar o intercâmbio de conhecimento, investigação e mobilidade académica.
Com este acordo, o IPB reforça a sua estratégia de internacionalização e consolida a ligação a instituições europeias de ensino superior e investigação.
MIRANDELA ASSINALA DIA INTERNACIONAL DA CRUZ VERMELHA COM SESSÃO SOBRE EMERGÊNCIA HUMANITÁRIA
A sessão decorre no Auditório Municipal e reúne comunidade e especialistas para abordar a intervenção em contextos de catástrofe e emergência, com enfoque no trabalho desenvolvido em situações de crise internacional.
O programa inclui uma conferência dedicada ao tema da resposta humanitária em cenários de desastre, com destaque para a atuação da Cruz Vermelha Portuguesa e a importância da coordenação em operações de socorro.
A iniciativa contará com a participação de Gonçalo Orfão, que irá abordar os desafios e capacidades de intervenção em situações de emergência complexas.
A sessão é aberta ao público e pretende reforçar a importância da solidariedade, da preparação e da resposta humanitária em contextos de crise.
ALFÂNDEGA DA FÉ CELEBRA FERIADO MUNICIPAL COM PROGRAMA DEDICADO À HISTÓRIA, FAMÍLIA E TRADIÇÕES
As comemorações incluem momentos institucionais, atividades culturais e iniciativas de convívio dirigidas à comunidade, com destaque para o Dia da Família, que volta a reunir centenas de pessoas num piquenique no Parque Verde.
O programa contempla ainda a tradicional cerimónia do hastear da bandeira nos Paços do Concelho, contando este ano com a presença de Carlos Alberto Silva, no âmbito da ligação institucional entre os dois municípios.
Entre os momentos previstos está também a cerimónia evocativa do primeiro aniversário do Lagar D’el Rei, espaço que acolhe igualmente a apresentação do programa da edição 2026 da Festa da Cereja&co.
As celebrações marcam ainda a abertura do Mercado Cereja&co, iniciativa que decorrerá aos fins de semana durante o mês de maio, reunindo produtores locais, gastronomia regional e animação cultural.
O Município considera que o Feriado Municipal continua a afirmar-se como um momento de encontro da comunidade e de valorização da identidade histórica, social e cultural do concelho.
MERCADO CEREJA&CO PROMOVE PRODUTOS REGIONAIS EM ALFÂNDEGA DA FÉ DURANTE O MÊS DE MAIO
O evento reúne produtores locais e regionais, dando especial visibilidade à cereja de Alfândega da Fé, produto que recentemente obteve proteção nacional e aguarda agora o reconhecimento europeu através da certificação IGP — Indicação Geográfica Protegida.
Além da componente ligada aos produtos locais, o mercado contará com animação cultural, propostas gastronómicas e atividades de lazer, numa programação pensada para diferentes públicos e orientada para a valorização da identidade do território.
A iniciativa surge também como antecipação da Festa da Cereja&co, um dos principais certames do concelho, funcionando como espaço de promoção da produção agrícola, da gastronomia e do comércio de proximidade.
O arranque do Mercado Cereja&Co está marcado para 8 de maio, coincidindo com o Feriado Municipal de Alfândega da Fé e com a celebração do primeiro aniversário do Lagar D’el Rei.
ANAM ASSINALA 10 ANOS DE ATIVIDADE COM SESSÃO SOLENE EM MIRANDELA
A cerimónia pretende marcar uma década de atividade da associação dedicada à valorização das assembleias municipais e ao reforço do poder local democrático em Portugal.
O programa inclui intervenções de responsáveis autárquicos e representantes institucionais, bem como um painel dedicado à história e evolução da associação, com testemunhos de antigos dirigentes e fundadores da ANAM.
Criada em 2016, a associação tem desenvolvido trabalho nas áreas da representação das assembleias municipais, formação de eleitos locais e promoção do debate sobre o poder local. Nos últimos meses, a estrutura registou novos avanços institucionais, incluindo o aumento do número de associados e a participação em grupos de trabalho ligados à revisão da legislação autárquica.
As comemorações incluem ainda referência a iniciativas promovidas pela associação em diferentes regiões do país, como encontros descentralizados, projetos dirigidos aos jovens e ciclos de conferências dedicados à organização e funcionamento do poder local.
A sessão comemorativa decorre a partir das 15h00 e encerra com intervenções dos responsáveis da associação e da Assembleia Municipal de Mirandela.
CARRAZEDA DE ANSIÃES RECEBE TORNEIO MEDIEVAL ENTRE 28 E 31 DE MAIO
O evento terá como principal atração os combates medievais realizados no castelo, recriando ambientes e práticas da época, enquanto na vila decorrerão várias atividades paralelas, incluindo mercado medieval, oficinas pedagógicas e animação temática direcionada a diferentes públicos.
A iniciativa pretende valorizar o património histórico e cultural do concelho, promovendo o Castelo de Ansiães enquanto espaço de interesse turístico e identitário da região.
Além da componente histórica, o município aposta também no envolvimento da comunidade local e na dinamização do território através de atividades que incentivam a participação do público e atraem visitantes ao concelho.
MUNICÍPIO DE BRAGANÇA REALIZA OBRAS DE MANUTENÇÃO NA RESIDÊNCIA CALOUSTE GULBENKIAN
Os trabalhos decorreram em duas fases, aproveitando as pausas letivas do Natal e da Páscoa, estratégia que permitiu reduzir o impacto no funcionamento diário da residência e minimizar constrangimentos para os alunos.
A intervenção incluiu reparações relacionadas com infiltrações e humidades, pintura de vários espaços e diferentes ações de manutenção em zonas essenciais do edifício. Entre os trabalhos realizados destacam-se a substituição de janelas e melhorias no sistema de ar condicionado do refeitório, bem como intervenções nas instalações sanitárias, cozinha e lavandaria.
A operação foi coordenada pelos serviços municipais ligados ao ambiente, território e águas e saneamento, recorrendo maioritariamente a meios próprios da autarquia.
O investimento rondou os oito mil euros e integra a estratégia municipal de valorização dos equipamentos públicos e melhoria das condições de permanência dos estudantes na residência.
MACEDO DE CAVALEIROS ACOLHE ENCONTRO DEDICADO AO ACOLHIMENTO FAMILIAR
O encontro decorrerá em Macedo de Cavaleiros e reunirá profissionais das áreas social, saúde e educação, especialistas e famílias de acolhimento, num espaço dedicado à partilha de experiências e ao debate sobre esta resposta social.
A sessão de abertura contará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Sérgio Borges.
A iniciativa pretende reforçar a importância do acolhimento familiar enquanto medida de proteção que procura garantir às crianças e jovens um ambiente familiar seguro, estável e afetivo.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória até 12 de maio, através do formulário disponibilizado pela organização.
DESFILE COM MAIS DE 400 TRATORES MARCA AGRINORDESTE EM MACEDO DE CAVALEIROS
A iniciativa está marcada para o dia 10 de maio, pelas 19h00, com partida prevista na Rua Pereira Charula, reunindo mais de 400 tratores num dos momentos mais emblemáticos da feira agrícola.
O desfile pretende homenagear o setor agrícola e todos os profissionais ligados ao trabalho no campo, valorizando uma atividade que continua a desempenhar um papel fundamental na identidade e economia do território transmontano.
Além da componente simbólica, a iniciativa promete atrair centenas de visitantes, reforçando o ambiente festivo e de convívio associado à AGRINORDESTE.



















