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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Isabel Ferreira integra grupo de trabalho criado pelo governo para rever os critérios da baixa densidade

 A presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira, participou esta quinta-feira, 8 de outubro, na primeira reunião do grupo de trabalho criado pelo Governo para rever os critérios de identificação dos territórios de baixa densidade e preparar propostas de política pública dirigidas ao Interior. 


“A participação de Isabel Ferreira neste grupo, em representação da Associação Nacional de Municípios Portugueses, coloca a perspetiva dos municípios numa posição de centralidade no processo de definição, com o Governo, de um dos dossiês com maior impacto nas políticas dirigidas aos territórios do Interior, nomeadamente a identificação dos territórios abrangidos, os critérios que sustentam essa classificação e as medidas de discriminação positiva que lhes deverão ser aplicadas no futuro”, explica o município num comunicado enviado ao Mensageiro.

Os trabalhos abrangem também a preparação de um novo enquadramento estratégico de desenvolvimento regional, com propostas de políticas públicas, medidas de discriminação positiva e critérios para a territorialização do investimento público e privado nestes territórios.

O trabalho desenvolvido pelo grupo terá ligação à preparação do “Pacto para o Interior”, previsto pelo Governo para 2027, que deverá enquadrar medidas fiscais e de investimento do Estado em articulação com as regiões e os municípios.

Criado por despacho conjunto dos Secretários de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional, e da Administração Local e Ordenamento do Território, ambos integrados no Ministério da Economia e Coesão Territorial, o Grupo de Trabalho tem como uma das primeiras tarefas revisitar o atual mapa da baixa densidade, definindo os critérios de análise e a metodologia dos indicadores a considerar.

Além de Isabel Ferreira, enquanto representante da Associação Nacional de Municípios Portugueses, o grupo integra representantes dos gabinetes dos Secretários de Estado do Planeamento e Desenvolvimento Regional e da Administração Local e Ordenamento do Território, da Agência para o Desenvolvimento e Coesão, da Direção-Geral das Autarquias Locais, da Direção-Geral do Território e das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional.

📚 Educação, conhecimento e reconhecimento!

 O Município de Bragança associou-se às comemorações do Dia Mundial do Professor e do 43.º aniversário da Escola Superior de Educação da Universidade Politécnica de Bragança (UPB).
Dois momentos que destacam a importância da educação, valorizam o papel fundamental dos professores na formação das novas gerações e reconhecem o contributo da Escola Superior de Educação para o desenvolvimento do ensino e da comunidade.

Iniciativa apartidária, no dia 𝟭𝟰 𝗱𝗲 𝗼𝘂𝘁𝘂𝗯𝗿𝗼, 𝗽𝗲𝗹𝗮𝘀 𝟮𝟭𝗵, na Praça da Sé, a região ergue‑se num gesto cívico de memória , reivindicando a linha férrea para Bragança, justiça territorial e o direito a um futuro promissor. Ver menos

BIBLIOTECA DE FREIXO DE ESPADA À CINTA CRIA “ESTANTE ROSA” PARA DAR VOZ À PREVENÇÃO DO CANCRO DA MAMA

 Iniciativa decorre durante todo o mês de outubro e reúne livros dedicados à mulher, à saúde, à vida, ao amor e à esperança


A literatura junta-se à sensibilização para a prevenção do cancro da mama em Freixo de Espada à Cinta. A Biblioteca Municipal assinala o Outubro Rosa com a criação de uma “Estante Rosa”, uma seleção bibliográfica dedicada a temas como a mulher, a saúde, a vida, o amor e a esperança.

Promovida pela Câmara Municipal, através da Biblioteca Municipal, a iniciativa pretende transformar a leitura num instrumento de sensibilização para uma causa que ganha particular destaque durante o mês de outubro: a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do cancro da mama.

A “Estante Rosa” estará disponível ao longo de todo o mês e os livros selecionados podem ser requisitados pelos leitores, permitindo que a comunidade tenha acesso a diferentes obras relacionadas com as temáticas associadas à iniciativa.

A ação pretende, simultaneamente, reforçar a mensagem de prevenção e aproximar a comunidade da Biblioteca Municipal, valorizando aquele espaço enquanto ponto de encontro, conhecimento e participação cívica.

Ao associar cultura e saúde, Freixo de Espada à Cinta procura, assim, manter viva a mensagem do Outubro Rosa e incentivar a comunidade a estar atenta à importância dos cuidados preventivos e do diagnóstico atempado.

A “Estante Rosa” fica disponível durante todo o mês de outubro, convidando a comunidade a passar pela Biblioteca Municipal, conhecer a seleção preparada e levar consigo uma leitura e, sobretudo, uma mensagem de prevenção.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Fotos: DR

MIRANDA DO DOURO RECEBE O BIENAL D´ARTE CONTEMPORÂNEA DAS TERRAS DE TRÁS-OS-MONTES

 A arte contemporânea chega a Miranda do Douro para ocupar espaços, contar histórias e criar novas formas de olhar para o território. A Bienal d´Arte Contemporânea de Terras de Trás-os-Montes está a decorrer em vários concelhos da região, sob o conceito “Linha da Terra”, e passa também por Miranda do Douro.


Promovida pela Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes, a iniciativa estende-se ao longo de três meses e reúne cerca de 160 artistas, 14 exposições e 13 espaços culturais, distribuídos por nove concelhos do território.

Mais do que levar exposições a diferentes municípios, a Bienal pretende aproximar a arte das comunidades e criar uma ligação entre cultura e território, através de uma programação que cruza diferentes linguagens e formas de expressão artística.

Em Miranda do Douro, a programação conta com direção artística de Inês Falcão e curadoria de Domingos Loureiro, apresentando duas propostas expositivas.

Na Biblioteca Municipal Padre António Maria Mourinho, está patente, entre 8 de outubro e 31 de dezembro, a exposição “Terra que Fala / Tierra que Habla”, que reúne trabalhos de Alba Cortes, Álvaro Domingues, Balbina Mendes, José Maria Lillo, José Naranjo Ferrari, Luís Fortunado Lima, Maria Cruz, Maria Regina Ramos e Teresa Almeida.

Já na Antiga Cadeia de Miranda do Douro, pode ser visitada a exposição “Terra que Fala: Anamnese”, da autoria de João Paulo Meirinhos, também até 31 de dezembro.

Durante os próximos meses, Miranda do Douro transforma assim alguns dos seus espaços culturais em pontos de encontro com a arte contemporânea, numa iniciativa que pretende aproximar a criação artística das pessoas e reforçar a ligação entre cultura e território.

Ana Luísa Lopes
Foto: DR

UNIDADE MÓVEL LEVA VACINAÇÃO CONTRA A GRIPE E A COVID-19 A TODAS AS LOCALIDADES DE TORRE DE MONCORVO

 Campanha sazonal arrancou em novembro e permite a maiores de 60 anos serem vacinados gratuitamente nas próprias localidades, sem necessidade de marcação prévia


A vacinação contra a gripe e a COVID-19 vai chegar, durante o mês de novembro, a todas as localidades do concelho de Torre de Moncorvo através da Unidade Móvel.

A iniciativa integra a Campanha de Vacinação Sazonal Outono-Inverno 2026-2027 e pretende facilitar o acesso à vacinação, sobretudo junto da população mais vulnerável, levando os cuidados de saúde para mais perto das comunidades.

Na Unidade Móvel poderão ser vacinadas contra a gripe e/ou a COVID-19 todas as pessoas com 60 ou mais anos, sendo a vacinação gratuita para os grupos abrangidos pela campanha.

A vacinação está igualmente disponível para pessoas que, apesar de estarem inscritas noutro centro de saúde, residam no concelho de Torre de Moncorvo.

Não é necessária inscrição prévia para receber a vacina na Unidade Móvel. Já as pessoas com menos de 60 anos que pretendam ser vacinadas deverão dirigir-se ao respetivo centro de saúde ou a uma farmácia comunitária, onde poderão verificar se reúnem os critérios definidos para a vacinação.

A Campanha de Vacinação Sazonal Outono-Inverno 2026-2027 decorre entre 30 de setembro de 2026 e 31 de março de 2027, procurando reforçar a proteção da população durante o período do ano em que as infeções respiratórias apresentam maior circulação.

Com a deslocação da Unidade Móvel às diferentes localidades, Torre de Moncorvo aposta numa resposta de proximidade, facilitando o acesso à vacinação e reforçando a proteção das pessoas, particularmente das que integram os grupos mais vulneráveis.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Foto: DR

MIRANDA DO DOURO EM DESTAQUE NAS JORNADAS DE INOVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DAS RAÇAS AUTÓCTONES

 Três projetos com intervenção no território mirandês estiveram em evidência num encontro que reuniu conhecimento, inovação e experiências ligadas à sustentabilidade das comunidades rurais


A valorização das raças autóctones e a sustentabilidade dos territórios rurais estiveram em destaque na 7.ª edição das Jornadas de Inovação e Valorização das Raças Autóctones, que decorreu na passada sexta-feira, 2 de outubro, em Alpedrinha, no concelho do Fundão.

O Município de Miranda do Douro esteve representado pelo vice-presidente Nuno Rodrigues, num encontro dedicado à partilha de conhecimento, experiências e projetos relacionados com a preservação das raças autóctones e com o futuro das comunidades rurais.

A edição deste ano colocou também em evidência três projetos com intervenção no território de Miranda do Douro, mostrando diferentes abordagens à valorização do património genético, à inovação e à sustentabilidade da atividade rural.

Entre os projetos apresentados esteve o COEXISTIR – AEPGA | Palombar | ICNF, que procura promover a coexistência entre as comunidades rurais, a atividade pecuária e a conservação da biodiversidade. A iniciativa trabalha na procura de soluções que permitam conciliar a presença do lobo com a proteção dos efetivos pecuários e a sustentabilidade das explorações.

Outro dos projetos em destaque foi o Centro de Valorização das Raças Autóctones de Malhadas, dedicado à conservação, melhoramento e inovação associada às raças autóctones de pequenos ruminantes. Entre os objetivos estão a preservação do património genético, nomeadamente através do Banco Português de Germoplasma Animal, a melhoria dos sistemas produtivos e a valorização do trabalho desenvolvido pelos criadores.

As Jornadas deram ainda visibilidade ao CeVIR – Centro de Valorização e Inovação Rural ACOM, projeto que coloca as pessoas e as comunidades no centro da intervenção, apostando na inclusão, na inovação e na valorização do território como fatores essenciais para a vitalidade do mundo rural.

Apesar das diferentes áreas de intervenção, os três projetos partilham uma preocupação comum: preservar as raças autóctones, apoiar os produtores e reforçar a sustentabilidade económica, social e ambiental dos territórios rurais.

A participação de Miranda do Douro permitiu, assim, dar a conhecer experiências desenvolvidas no território e reforçar a importância de uma estratégia que articule conservação da biodiversidade, atividade agropecuária, inovação e valorização das comunidades.

Para o Município, defender as raças autóctones significa também valorizar quem delas cuida e reconhecer o papel dos produtores na preservação da identidade e do património rural.

As Jornadas constituíram ainda uma oportunidade para aprofundar o debate sobre os desafios que se colocam aos territórios rurais e sobre a necessidade de encontrar respostas que garantam a sua continuidade e capacidade de adaptação.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Foto: DR

A ARTE CONTEMPORÂNEA CHEGA A MACEDO DE CAVALEIROS

 O que acontece quando a arte se cruza com a ciência, a indústria e a memória de um território? É a partir desta pergunta que nasce HOLOCENOSE (+), a exposição que chega ao Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros no próximo dia 18 de outubro, integrada na Bienal de Arte Contemporânea Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra.


A inauguração está marcada para as 16h00, com uma proposta que parte da fundição contemporânea para explorar a relação entre matéria, paisagem, memória e território. Mais do que uma exposição sobre objetos e materiais, HOLOCENOSE (+) propõe diferentes formas de olhar para aquilo que permanece, se transforma e ganha novos significados ao longo do tempo.

Com curadoria de Rui Ferro e Marta Lima, o projeto resulta de uma parceria entre a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e a Associação Portuguesa de Fundição, aproximando a investigação, a indústria e a criação artística e lançando um novo olhar sobre a relação entre matéria, território e memória.

A exposição reúne trabalhos de Alexandre Costa, Ana Raquel Silva, Carlos Barreira, Daniel Sorrentino, Maria Isabel Neves, Maria Palma, Marta Lima, Norberto Jorge, Rita Machado, Rui Ferro e Teresa Bastos, num diálogo entre diferentes linguagens e perspetivas sobre matéria e o território.

A presença de HOLOCENOSE (+) em Macedo de Cavaleiros integra uma Bienal que, entre outubro e dezembro, leva a criação contemporânea a nove concelhos de Trás-os-Montes, através de 14 exposições que reúnem cerca de 160 artistas. A iniciativa procura criar pontes entre a arte e as comunidades, fazendo da cultura um espaço de encontro e de descoberta do próprio território.

Depois da inauguração, a exposição poderá ser visitada no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros até 31 de dezembro.

Uma oportunidade para olhar para a matéria de outra forma, e descobrir como, através da arte, também ela pode contar histórias sobre os lugares e as pessoas.

Ana Luísa Lopes
Foto: DR

ARQUIVO DISTRITAL DE BRAGANÇA CELEBRA 110 ANOS A PRESERVAR AS MEMÓRIAS DA REGIÃO

 Há 110 anos que documentos, histórias e memórias passam pelas mãos do Arquivo Distrital de Bragança. A instituição assinalou este aniversário com um seminário dedicado à sua história e ao património documental que guarda, numa celebração que colocou a memória da região no centro das atenções.


Ao longo de mais de um século, o Arquivo Distrital tem assumido um papel importante na preservação e divulgação do património documental, contribuindo para manter acessível uma parte significativa da história de Bragança e da região.

O seminário comemorativo dos 110 anos foi também uma oportunidade para refletir sobre a importância dos arquivos enquanto espaços de preservação da memória coletiva e de valorização do património, aproximando o conhecimento histórico da comunidade.

Mais do que assinalar uma data, a celebração dos 110 anos destacou a importância de conhecer o passado para compreender o presente e preservar a memória para o futuro.

Entre documentos, registos e histórias que atravessaram gerações, o Arquivo Distrital de Bragança continua a guardar um património que ajuda a contar a história de um território e das pessoas que nele deixaram a sua marca.

Ana Luísa Lopes
Foto: DR

O SÃO MARTINHO ESTÁ A CHEGAR A CARRAZEDA DE ANSIÃES PARA UMA TARDE DE TRADIÇÃO E CONVÍVIO

 Castanhas, convívio e tradição vão marcar a tarde de São Martinho em Carrazeda de Ansiães. O Município está a preparar uma iniciativa aberta à comunidade, marcada para 8 de novembro, que promete juntar a população num momento de celebração e partilha.


O encontro está marcado para as 16h30, no Centro Apoio Empresarial de Carrazeda de Ansiães (CAECA), onde não vão faltar as tradicionais castanhas e o ambiente de convívio que caracteriza esta época do ano.

A iniciativa pretende proporcionar um final de tarde descontraído, reunindo famílias e comunidade em torno de uma das tradições mais acarinhadas do outono. Entre castanhas e bons momentos, o São Martinho será também uma oportunidade para celebrar a cultura e os costumes locais.

As inscrições já estão abertas e podem ser feitas através do formulário online disponível no site do Município de Carrazeda de Ansiães e na Loja Interativa de Turismo (LIT).

Com a tradição como ponto de encontro, Carrazeda de Ansiães prepara-se assim para celebrar o São Martinho num ambiente de partilha, convívio e sabor a outono.

Ana Luísa Lopes
Foto: DR

ALFÂNDEGA DA FÉ ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSO DE MECANIZAÇÃO E CONDUÇÃO DE VEÍCULOS AGRÍCOLAS

 Estão abertas as inscrições para o Curso de Mecanização Básica e Condução de Veículos Agrícolas, que terá início a 20 de novembro de 2026, em Alfândega da Fé.


A formação destina-se a empregados e desempregados com idade igual ou superior a 18 anos, desde que cumpram o requisito de escolaridade mínima obrigatória. O curso decorrerá em regime pós-laboral, permitindo conciliar a frequência da formação com a atividade profissional.

Além da qualificação na área da mecanização e condução de veículos agrícolas, os formandos terão direito a um subsídio de refeição de 6,15 euros nos dias em que frequentem, pelo menos, três horas de formação.

As inscrições podem ser efetuadas no Gabinete de Inserção Profissional (GIP) de Alfândega da Fé, localizado na Praça do Município, no antigo edifício da Câmara Municipal, Setor da Ação Social, 1.º andar, n.º 20.

As inscrições também podem ser realizadas no Centro de Emprego e Formação Profissional de Macedo de Cavaleiros.

A iniciativa pretende reforçar as oportunidades de qualificação e aquisição de competências numa área diretamente ligada à atividade agrícola e às necessidades do território.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Foto: DR

FREIXO DE ESPADA À CINTA CONQUISTA 20 PRÉMIOS DE EXCELÊNCIA AUTÁRQUICA E DESTACA-SE COMO A AUTARQUIA MAIS PREMIADA DO PAÍS

 O Município de Freixo de Espada à Cinta foi distinguido com 20 Prémios de Excelência Autárquica, durante o IV Congresso da Cidade Social, tornando-se, segundo a autarquia, o município mais premiado nesta edição do evento.


Os galardões foram entregues durante o congresso, realizado nos dias 1 e 2 de outubro, em Lagoa e Portimão, iniciativa que pretende reconhecer projetos desenvolvidos pelas autarquias e considerados boas práticas e exemplos de sucesso a nível nacional.

Freixo de Espada à Cinta conseguiu ver todos os 20 projetos submetidos distinguidos, abrangendo áreas como desporto, ação social, educação, juventude, cultura e turismo. O resultado representa, para o município, o reconhecimento de um conjunto de iniciativas implementadas no território com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da população e reforçar a coesão e a sustentabilidade territorial.

Os prémios foram recebidos pelo presidente da Câmara Municipal, Nuno Ferreira, que representou o município na cerimónia. No congresso estiveram também o vice-presidente, Pedro Vicente, a vereadora Marisa Madeira e a chefe do Gabinete de Apoio à Presidência, Andreia Bento.

Além das distinções, o Município de Freixo de Espada à Cinta foi ainda convidado a apresentar dois dos projetos vencedores, nas áreas da cultura e da educação, reforçando a visibilidade das iniciativas desenvolvidas pelo concelho perante representantes de outras autarquias e entidades participantes.

Para o município, o reconhecimento alcançado traduz o trabalho desenvolvido nos últimos anos e uma estratégia assente na proximidade, na adaptação às necessidades da população e na valorização do território.

A autarquia considera que os 20 prémios constituem também um incentivo à continuidade das políticas e projetos em curso, numa perspetiva de melhoria permanente dos serviços e das respostas dirigidas à comunidade.

O Município sublinha ainda que estas distinções se somam a outros prémios e reconhecimentos alcançados pelo concelho em diferentes áreas de intervenção, considerando que o conjunto de distinções contribui para afirmar Freixo de Espada à Cinta no panorama nacional das boas práticas autárquicas.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Foto: DR

VINHAIS REFORÇA APOIO À PECUÁRIA COM 25 MIL EUROS PARA PREVENIR LÍNGUA AZUL E DOENÇA HEMORRÁGICA EPIZOÓTICA

 O Município de Vinhais vai investir 25 mil euros, em 2026, no reforço da sanidade animal, através da continuidade do apoio aos produtores pecuários do concelho, numa medida que pretende reduzir os encargos das explorações e reforçar a prevenção de doenças que afetam os efetivos.


O apoio municipal passa pela comparticipação de despesas com medicamentos veterinários, desparasitantes e outras intervenções necessárias à manutenção da saúde dos animais, sendo operacionalizado através da Organização de Produtores Pecuários (OPP).

Entre as principais ações previstas está a vacinação dos efetivos ovinos contra a Doença da Língua Azul, abrangendo os serótipos S3-8. A vacina é disponibilizada gratuitamente pelo Estado Português, cabendo ao município complementar esta resposta através do apoio aos produtores.

A iniciativa assume particular importância num concelho onde a atividade pecuária representa uma componente relevante da economia rural, contribuindo para a sustentabilidade de explorações agrícolas e familiares e para a manutenção da atividade no território.

Com esta medida, a autarquia pretende complementar as ações promovidas pelo Estado e pelas entidades do setor, assegurando uma resposta mais próxima das necessidades dos produtores e ajudando a reforçar as condições de acompanhamento e prevenção sanitária dos efetivos.

O Município de Vinhais considera que o investimento na sanidade animal representa também uma forma de proteger a atividade económica dos produtores, numa altura em que as doenças que afetam os efetivos podem representar custos acrescidos e riscos para a sustentabilidade das explorações.

O apoio à pecuária é encarado pela autarquia como um investimento mais amplo na economia local, na fixação de população e na valorização do território rural, procurando criar melhores condições para a continuidade de uma atividade com peso na identidade e na dinâmica económica do concelho.

Jornalista: Paulo Silva Reis
Foto: DR

Vindimas terminam com menos quantidade, mas com uvas de maior qualidade em Macedo de Cavaleiros

 Terminada a época das vindimas no concelho de Macedo de Cavaleiros, a Cooperativa Agrícola recebeu cerca de 610 toneladas de uvas, um valor ligeiramente inferior ao registado na campanha anterior.


Ainda assim, a direção da Cooperativa Agrícola de Macedo de Cavaleiros faz um balanço positivo da campanha deste ano.

Segundo o presidente da cooperativa, Luís Rodrigues, a diferença em relação ao ano passado é reduzida. Das uvas entregues deverão resultar, em média, cerca de 440 mil litros de vinho.

Apesar da ligeira quebra na quantidade, a qualidade das uvas é apontada como um dos pontos fortes desta campanha:

“Estamos aqui a falar em menos de 20 toneladas de diferença do ano passado para este ano.

Porém, este ano é ótimo. É um vinho com muito grau, mais cor. A nível de qualidade, penso que teremos um vinho de excelência para a nossa região.”

As condições meteorológicas, marcadas por temperaturas elevadas, acabaram por influenciar a produção.

Segundo o presidente da cooperativa, parte da uva acabou por secar, mas não apodreceu, contribuindo para uma maior concentração e qualidade do vinho:

“Todos nós sabemos que houve temperaturas extremas. Houve muita uva que acabou por secar, ficou o bago mais pequeno.

Se fosse uma campanha normal, em vez das 610 toneladas, teríamos provavelmente mais algumas toneladas.

Mas as que ficaram não apodreceram, vieram secas e, portanto, isso também influencia a qualidade do vinho.”

A expectativa é, por isso, de uma produção de qualidade, embora o vinho ainda esteja em processo de fermentação.

Ao todo, foram recebidas cerca de 610 toneladas de uvas, das quais deverão resultar aproximadamente 440 mil litros de vinho.

A cooperativa pretende agora valorizar a produção e garantir uma boa remuneração aos produtores.

Filipe Ventura Alves

Vindima mecanizada e noturna traz cada vez mais vantagens

 A falta de mão de obra continua a ser um dos principais problemas enfrentados pelos viticultores durante a campanha das vindimas, uma dificuldade que tem vindo a ser colmatada através da mecanização e também da colheita das uvas durante a noite.


Esta foi uma das estratégias adotadas este ano pela Casa José Pedro, marca de vinhos sediada em Valpaços, que possui cerca de 75 hectares de vinha.

O diretor-geral da Casa José Pedro, Marcos Lopes Paulo, explica que não houve uma renovação geracional que permitisse assegurar a transmissão do saber-fazer e que a aposta passa agora cada vez mais pela mecanização, que também apresenta várias vantagens:

“E nós combatemos essa falta de mão de obra com a ajuda da mecanização, com a máquina de vindima, em que trabalhamos com uma equipa a cortar as uvas à mão e, simultaneamente, temos a máquina a vindimar noutras parcelas.

Como devem saber, a janela de vindima decorre num curto espaço de tempo, entre a fase ideal para colher a uva e aquela em que se pode perder tudo.

Portanto, esta janela temporal é curta e, das duas, uma: ou teríamos que trazer 50 a 70 pessoas a vindimar diariamente, o que não é possível porque não as há, e, obviamente, olhando também para os custos, isso leva-nos a olhar para a mecanização.

Daí esta situação partilhada, digamos assim. Acabamos por ter os dois formatos.

Depois, a utilização da máquina de vindima permite-nos trabalhar de dia, naturalmente, mas, tendo em conta que estamos em Trás-os-Montes e as temperaturas altas que se têm feito sentir, acabamos por optar por vindimar à máquina durante a noite, porque as uvas entram na adega mais frescas.

Acaba por ser mais fácil também para quem está a operar a máquina e o rendimento é maior.”

O responsável sublinha que a intenção não é substituir a mão de obra pela tecnologia, mas colocar a mecanização ao serviço dos trabalhadores, permitindo complementar o trabalho realizado manualmente.

A vindima noturna é também uma das estratégias adotadas para fazer face às temperaturas elevadas, permitindo reduzir custos e aumentar a rentabilidade, acrescenta Marcos Lopes Paulo:

“A vindima noturna e mecanizada é feita por apenas duas pessoas, que fazem o mesmo trabalho, num ciclo de oito horas, para o qual precisaríamos de 40 ou 50 pessoas para fazer o mesmo serviço no mesmo período.

É importante haver aqui esta questão dos custos, que também é relevante. Portanto, há aqui vários assuntos dentro do mesmo tema.

Depois, também não teríamos o rendimento expectável, porque essas pessoas, a trabalhar das seis da manhã ao meio-dia, têm um rendimento, mas, se tivessem de trabalhar até às quatro ou cinco da tarde, teriam metade do rendimento, porque ninguém aguenta.

E essas pessoas não existem. Portanto, eu não conseguia arranjar uma equipa com esse número.”

Apesar da crescente mecanização, a Casa José Pedro mantém as duas formas de vindima, reservando a colheita manual sobretudo para as uvas destinadas aos vinhos de segmentos superiores:

“Então, conseguimos arranjar 15 ou 20 pessoas, mantê-las, queremos muito que elas trabalhem connosco.

Queremos muito apanhar uvas diferenciadas, porque, nos segmentos mais altos, nos vinhos de maior valor, nas grandes reservas, nos monocastas, continuamos a colher à mão, por decisão.

Entendemos que requer aqui um cuidado acrescido e que a mecanização ainda não está a esse nível mais elevado.”

Marcos Lopes Paulo garante ainda que a mecanização, quando realizada no momento adequado de maturação da uva, não representa uma perda de qualidade:

“Não há. É óbvio que, quanto mais avançada estiver, e por isso é que também temos uma equipa de enologia que faz muito bem os controlos de maturação para que tudo entre no momento certo.

A máquina suga os bagos e o pé fica na planta. A única coisa que é puxada para dentro da máquina são os bagos e, obviamente, se a película estiver muito sensível, se já estiver num estado muito avançado, vai haver rebentamento e vai haver mais líquido.

No entanto, não é por aí, imediatamente, que perdemos qualidade, até porque a nossa grande vantagem é que estamos a vindimar nas nossas parcelas e a adega fica contígua às parcelas. Portanto, há um curto espaço de tempo no transporte da uva para a adega.

Toda a questão da oxidação não tem relevância e não vai prejudicar o estado qualitativo.

No entanto, tentamos sempre, na parte mecanizada, colher as uvas que estejam num estado que permita que não haja esse tal rebentamento, para também não desperdiçarmos líquido.”

A vindima mecanizada e noturna é, assim, uma aposta crescente da Casa José Pedro, permitindo responder à falta de mão de obra, reduzir os efeitos das temperaturas elevadas e aumentar a eficiência da campanha, sem abandonar a colheita manual das uvas destinadas aos vinhos de maior valor.

Maria João Canadas

Distrito de Bragança teve 7418 projetos apoiados pelo PRR no valor de 295 milhões de euros

 Macedo de Cavaleiros teve a aprovação de 932 projetos candidatados ao PRR, com uma dotação a rondar os 14 milhões de euros. No topo da lista, está o concelho de Bragança com 2507 projetos e Mirandela vem a seguir com 1170. No entanto, Vinhais é o concelho com maior valor aprovado: 112 milhões de euros.


Segundo os dados disponíveis no site oficial do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), relativos a 16 de setembro, último relatório de monitorização, o distrito de Bragança teve a aprovação de 7418 projetos distribuídos por 14 componentes, com um valor total de 294 milhões, 720 mil euros. No entanto, só 217 milhões de euros, cerca de 76%, já tinham sido pagos.

O concelho de Vinhais é responsável por cerca de 38% do valor total do distrito. São perto de 112 milhões de euros, apesar de ter apenas 188 projetos aprovados no âmbito do PRR. Menos projetos no distrito, só mesmo Carrazeda de Ansiães, com 154, e Freixo de Espada à Cinta com 144.

Segue-se Bragança, com um total de 90 milhões de euros, apesar de ser o concelho do distrito que viu ser aprovado o maior número de projetos – 2507.

O terceiro valor mais alto do distrito, vai para o concelho de Mirandela com um total de 24 milhões de euros, para distribuir pelos 1179 projetos aprovados.

Segue-se, Alfândega da Fé que até meados de setembro teve aprovados 524 projetos com um valor global de 16 milhões de euros. Macedo de Cavaleiros teve a aprovação de 932 projetos candidatados ao PRR, com uma dotação a rondar os 14 milhões de euros.

A meio da tabela, está Mogadouro que teve a aprovação de 579 projetos, no valor aproximado de 12,5 milhões de euros.

O sétimo concelho com maior volume de montante aprovado é o de Freixo de Espada à Cinta com 144 projetos aprovados, representando um valor total de 7,5 milhões de euros.

Carrazeda de Ansiães vem logo a seguir com 5,7 milhões de euros a serem distribuídos pelos 154 projetos aprovados.

Torre de Moncorvo tem um valor total de 4 milhões de euros, para os 257 projetos aprovados. Segue-se Miranda do Douro, com 3,6 milhões de euros resultantes de 327 projetos.

Vimioso contabiliza 414 projetos aprovados no valor de 2,7 milhões de euros e finalmente Vila Flor com um total de 230 projetos que representam cerca de 2 milhões de euros.

Ainda segundo os dados disponibilizados no site oficial do PRR, perto de 63% dos projetos aprovados (4697) foram para as áreas das qualificações e competências, com 2427, e eficiência energética em edifícios, com 2579, que representam um montante global de 39 milhões de euros.

Curiosamente, a maior fatia dos cerca de 294 milhões de euros, é alocado a apenas um projeto ligado a infraestruturas no valor total de 112 milhões de euros, o que representa cerca de 38% do valor total aprovado para o distrito.

Destaque também para a componente REPowerEU (apoio à transição ecológica que limita a dependência da UE dos combustíveis fósseis russos, reduzindo o desperdício energético) com 1034 projetos já aprovados que representam uma dotação total de 4 milhões de euros.

Segue-se a área das respostas sociais, com 242 projetos aprovados, no valor de 15 milhões de euros. As restantes áreas têm menos de uma centena de projetos aprovados, sendo a mais significativa a referente à habitação com 93 projetos aprovados, representando um valor total superior a 35 milhões de euros.

Refira-se que, até 16 de setembro, dos 7418 projetos aprovados, no valor de 295 milhões de euros, foram pagos cerca de 217 milhões de euros referentes a 7171 projetos contratados.

INFORMAÇÃO CIR
(Escrito por Rádio Terra Quente)

“Sempre que a Revista Canta!” sobe ao palco do Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros no sábado

 O Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros recebe, este sábado, às 21h30, o espetáculo “Sempre que a Revista Canta!”, que celebra a Revista à Portuguesa e as canções que marcaram várias gerações.


O elenco conta com Cidália Moreira, Vítor Emanuel e Maria Tavares, três nomes conhecidos do panorama artístico português, aos quais se junta a atriz Raquel Caneca, num espetáculo que promete momentos de humor, música e animação.

A produção combina comédia e música portuguesa, através de rábulas contemporâneas marcadas pela sátira social e política.

Entre os temas abordados estão situações do quotidiano, como o dia a dia dos motoristas da “UberTuga”, o estado dos serviços de saúde e imitações humorísticas de figuras públicas da atualidade, incluindo Cláudia Nayara.

Produzido pela Sonhos em Cena, o espetáculo encontra-se em digressão pelo país e alia a tradição da Revista à Portuguesa à crítica social e política, com momentos musicais que incluem interpretações de fado.

Maria João Canadas

Pavilhão do CAB vai ser requalificado com apoio municipal de 30 mil euros

 O Pavilhão Desportivo do Clube Académico de Bragança (CAB) vai ser alvo de uma intervenção de requalificação, na sequência da aprovação da candidatura do clube ao programa “Requalificação de Instalações Desportivas no Território Nacional”, do Comité Olímpico de Portugal (COP). O projeto tem um investimento elegível de 92.600 euros e conta com uma comparticipação de 30 mil euros do Município de Bragança.


A intervenção prevê a modernização das instalações sanitárias e dos balneários do pavilhão, incluindo a adaptação das estruturas a pessoas com mobilidade reduzida.

O apoio financeiro da autarquia foi previamente autorizado por despacho da presidente da Câmara, a 5 de março de 2026, tendo sido posteriormente ratificado pelo executivo municipal na reunião de Câmara de 13 de março. A comparticipação municipal integrou as condições financeiras da candidatura apresentada pelo CAB ao Comité Olímpico de Portugal.

O pavilhão é utilizado regularmente pelas diferentes modalidades do clube, que conta atualmente com cerca de 570 atletas e praticantes, dos quais 473 têm entre cinco e 18 anos, distribuídos por 13 modalidades.

Em 2026, o Município de Bragança destinou mais de 635 mil euros ao apoio às associações desportivas e à construção e requalificação de infraestruturas desportivas no concelho. Desse montante, 592.500 euros correspondem a apoios diretos às atividades das coletividades desportivas.

Guilherme Moutinho

Centro de Música Sons da Terra em Sendim celebra 25 anos com receio do futuro

 O Centro de Música Tradicional Sons da Terra, em Sendim, Miranda do Douro, assinala 25 anos e vive o problema de onde guardar os cerca de 92 mil registos do seu espólio mas rejeita a ideia que sai do seu local de origem.


O espaço foi inaugurado em 01 de setembro de 2001 e tem uma vasta coleção de registos etnomusicológicos com cerca de 820 gravações feitas no Planalto Mirandês, em particular, e no Nordeste Transmontano, em geral. O inventário de fotografia soma 73.927 imagens relacionadas com música, dança e cultura trasmontanas, junto à raia nordestina.

No que concerne à discografia de cantares e música tradicionais, estão contabilizados 84 discos de edição do Sons da Terra, bem como arquivos em formato VHS com filmes, documentários históricos, etnográficos e performativos que fazem do centro um local onde investigadores e visitantes procuram saber mais sobre a cultura ancestral do Planalto Mirandês, que abrange os concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro e Vimioso, e parte dos concelhos de Freixo de Espada à Cinta e Bragança.

O Centro de Música Tradicional preserva ainda muitos mais registos, em diferentes formatos. Há 25 anos que se dedica a perpetuar a memória coletiva de um povo através de recolhas de campo, com registos de antigos cantadores, gaiteiros e outros tocadores de instrumentos tradicionais.

Francisco Pinto

Núcleo da Cruz Vermelha com nova direção e mais meios operacionais

 A Delegação Concelhia da Cruz Vermelha de Mogadouro tem nova direção para o quadriénio 2026/30 e foi dotada com uma viatura de transporte de doentes não urgentes e viu aumentado o quadro de colaboradores desta organização.


A nova responsável pela Delegação de Mogadouro da Cruz Vermelha Portuguesa, Maria João Oliveira disse que um dos objetivos para este mandato é o de tentar aumentar as respostas à população neste território de baixa densidade populacional, onde há uma população muito envelhecida.

“Temos, de facto uma população muito envelhecida onde existem muita carências e necessidades, sendo que presença do Cruz Vermelha é importante a estar ao lado dos cidadãos, nos momentos mais complicados e sempre olhar ao cateter humanitário da causa, onde temos uma abordagem diferente para dar às pessoas que procuram esta instituição”, explicou a nova dirigente.

Segundo Maria João Oliveira há mudanças onde foram contados mais funcionários e houve um reforço dos meios para as missões confiadas a esta delegação, como novas viaturas de transporte de doentes.

Francisco Pinto