Esta iniciativa pretende apoiar os professores na promoção de práticas educativas inovadoras, reforçando a ligação entre a ciência e a educação.
MEMÓRIAS...e outras coisas...
BRAGANÇA
Número total de visualizações do Blogue
Pesquisar neste blogue
Aderir a este Blogue
Sobre o Blogue
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
sábado, 10 de outubro de 2026
Apresentação do Manual de Boas Práticas da Escola Ciência Viva de Bragança
Esta iniciativa pretende apoiar os professores na promoção de práticas educativas inovadoras, reforçando a ligação entre a ciência e a educação.
TENHO PENA… TANTA PENA QUE A TUA BOCA FIQUE A QUILÓMETROS DE DISTÂNCIA DA MINHA
(Colaboradora do "Memórias...e outras coisas...")
Tenho pena de que entre os meus lábios e os teus se estenda uma distância imensa. Tenho pena que a vida nos tenha colocado em margens opostas.
Há bocas que são abrigos onde a alma sonha repousar, incêndios que o corpo reconhece antes mesmo de lhes sentir o calor, destinos que a pele pressente muito antes de as mãos os alcançarem.
É esta geografia proibida que os meus lábios percorrem em silêncio, um horizonte que os meus desejos contemplam sem nunca conseguirem tocar. É a porta entreaberta que consigo imaginar, mas onde não me é permitido entrar.
Tenho pena, sim, da distância e da crueldade em saber que, talvez, bastasse um único passo para transformar quilómetros em centímetros, silêncio em suspiros, saudade em pele.
Tenho pena de todos os beijos que envelhecem dentro de nós. De todos os abraços que ficam suspensos no vazio, como asas que nasceram para voar, mas foram condenadas a viver dobradas.
Tenho pena de todas as vezes que a minha boca te procura no pensamento, enquanto a realidade, fria e impiedosa, me devolve apenas o sabor amargo da tua ausência.
E sabes o que mais dói?
Não é não poder beijar-te hoje. É saber que o tempo passa, que os nossos corpos envelhecem, e que a vida pode fechar definitivamente as portas… e que eu fique para sempre com este grito preso entre os dentes.
Existem distâncias que se medem em quilómetros, mas existem outras, muito mais cruéis, que se medem em oportunidades perdidas, e em medos que vencem desejos.
Tenho pena… tanta, tanta pena… que a tua boca esteja longe da minha, quando tudo em mim parece saber exatamente onde gostaria de estar.
M.C.M(São Marques)
Maria da Conceição Marques, natural e residente em Bragança.
Desde cedo comecei a escrever, mas o lugar de esposa e mãe ocupou a minha vida.
Os meus manuscritos ao longo de muitos anos, foram-se perdendo no tempo, entre várias circunstâncias da vida e algumas mudanças de habitação.
Participei nas coletâneas: Poema-me; Poetas de Hoje; Sons de Poetas; A Lagoa e a Poesia; A Lagoa o Mar e Eu; Palavras de Veludo; Apenas Saudade; Um Grito à Pobreza; Contas-me uma História; Retrato de Mim; Eclética I; Eclética II; 5 Sentidos.
Reunir Escritas é Possível: Projeto da Academia de Letras- Infanto-Juvenil de São Bento do Sul, Estado de Santa Catarina.
Livros Editados: O Roseiral dos Sentidos – Suspiros Lunares – Delírios de uma Paixão – Entre Céu e o Mar – Uma Eterna Margarida - Contornos Poéticos - Palavras Cruzadas - Nos Labirintos do Nó - Uma Paixão Improvável.
Tasteatlas classifica Castanha Longal como a melhor do mundo
A Castanha Longal, uma das variedades tradicionais de castanha portuguesa, autóctone de Vinhais, é reconhecida pelas suas características únicas, pelo sabor doce e aromático e pela sua versatilidade gastronómica.
Em Vinhais, a castanha é muito mais do que um fruto da terra: é um símbolo da nossa identidade, da tradição agrícola e dos saberes transmitidos de geração em geração. Os soutos fazem parte da paisagem e da memória coletiva do nosso concelho, representando também uma importante fonte de rendimento para os produtores locais.
Este reconhecimento internacional reforça o valor dos produtos endógenos e a importância de preservar e promover aquilo que nos distingue: a qualidade, a autenticidade e a riqueza dos sabores da nossa terra.
🌰 Vinhais, terra de castanha, tradição e autenticidade!
Vinhais afirma-se como um território onde a qualidade dos produtos locais e a riqueza das tradições fazem a diferença.
Valorizar a castanha é valorizar os nossos produtores, preservar o património rural e promover a identidade de um concelho que tem na agricultura e nos produtos endógenos uma das suas maiores riquezas.
Conheça AQUI a distinção no TasteAtlas.
📹 O programa "Faça Chuva Faça Sol" da RTP 2 destaca o projeto LIFE SOS Pygargus e mostra como a agricultura e a conservação da natureza podem ser grandes aliadas
O "Faça Chuva Faça Sol" é um magazine semanal transmitido na RTP 2 sobre a agricultura e a floresta em Portugal, onde se procura evidenciar os grandes projetos de referência e novas formas de gestão agrícola e florestal.
A reabertura do Museu da Terra de Miranda assinala um novo capítulo na história de um território onde a memória, a cultura e a identidade permanecem vivas.
Da história e dos saberes tradicionais à singularidade da língua mirandesa, este é um património que merece ser vivido, partilhado e transmitido às próximas gerações.
Hoje, o Museu volta a falar. E a história de Miranda continua a fazer-se ouvir.
L Muzeu de la Tierra de Miranda torna a falar.
Celina Pinto - Diretora do Museu da Terra de Miranda
Celina Pinto, diretora do Museu, dá início a este momento tão especial, que celebra a memória, a língua, os saberes e as tradições que fazem deste território um lugar único.
Hoje, o património ganha novas vozes, novas formas de ser vivido e partilhado.
O Museu Volta a Falar.
L Muzeu de la Tierra de Miranda torna a falar.
Sacrum – II DUO
(Colaborador do "Memórias...e outras coisas...")
Nota Editorial: Este texto é uma obra de ficção. Embora possa incluir referências a eventos históricos e figuras reais, a história, os diálogos e as interpretações são fruto da imaginação do autor. Qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, é mera coincidência.
A pá da máquina continuava a atacar afincadamente a parede de terra, no mesmo local onde se iniciara o serviço há dois anos. Aqueles últimos três metros da colina teriam de desaparecer, transformados num planalto onde seriam instalados os painéis solares. O local alternativo ordenado pelo pai não tinha suficiente exposição solar e ficaria sempre com menos aproveitamento.
Cada pazada removida era como que uma libertação e uma afirmação de autoridade. Ao atirá-la na ribanceira, era como se estivesse ele próprio a enterrar o cadáver do pai.
Uma pazada pelas vezes em que o pai lhe gritara por conjugar mal o latim; outra pelos livros que o obrigara a ler e pelos símbolos odiados que queria vê-lo decorar; outra ainda pelas mãos velhas e húmidas, que fora obrigado a apertar, e pelos ósculos babados das mulheres que acompanhavam aqueles homens silenciosos. Empurrava cada uma daquelas lembranças pela colina abaixo, mas não se sentia aliviado.
Tomás não abrandou. A pá continuou a ferir a colina, arrancando-lhe terra pazada após pazada, enquanto a voz do pai lhe roncava ainda na memória.
O céu cobria-se gradualmente com as nuvens escuras e reflexos faiscantes iluminavam-nas a espaços.
Repentinamente, o som de metal a raspar em pedra firme misturou-se com outro, oco e profundo, que rompeu os ares e fez vibrar o chão.
O cão sobressaltou-se e ergueu as orelhas, antes de avançar, saltitante, para ver o que produzira o som.
Também Tomás saltou da escavadora para tentar perceber o que acontecera.
Perante eles estava uma superfície de pedra calcária completamente lisa que desaparecia na terra em todas as direções e a abertura que ele fizera já tinha mais de dois metros de diâmetro. Não era esperado encontrar ali vestígios de construção.
Tomás pegou numa pá da cabine da máquina e escavou um pouco de cada lado, tentando chegar ao extremo da pedra. Abriu mais um metro para a esquerda e para a direita sem encontrar o fim, mas revelou uma fratura oblíqua antiga, suficientemente larga para albergar uma mão na sua parte mais aberta.
Decidiu-se pelo que lhe pareceu o caminho mais rápido e voltou à máquina. Com a pá, fincou um dos dentes na fissura e usou toda a potência para empurrar para o lado. Novo som oco e outra vibração forte fizeram-se sentir, enquanto a fratura se alargava e a laje parecia querer enterrar-se no chão.
O cão ladrava nervosamente na direção da abertura.
Tentou outra vez recorrer à força bruta da escavadora, mas cada vez que afastava o pedaço da laje para o lado, o resto da pedra inclinava-se mais, fechando a abertura.
— Raios partam… — resmungou Tomás ao descer da cabine. — Cala-te Freixo! — Gritou para o cão que não parava de ladrar. — Nem consigo ouvir os meus pensamentos.
O animal pareceu ressentir-se da ordem e olhou-o com aqueles olhos quase humanos, enquanto emitia um ronco de despeito.
Durante a vida de Afonso de Rochaforte, Freixo acompanhara-o nas caminhadas e nas caçadas. Depois da morte do patriarca, passara a seguir Tomás para toda a parte. Mantinha-se sempre perto, vigilante e sereno, mas raramente procurava uma carícia. Às vezes, quando o surpreendia a observá-lo em silêncio, Tomás tinha a impressão incómoda de que o cão ainda esperava ordens de outro homem.
A escavadora trazia consigo uma caixa com todo o tipo de ferramentas próprias para a remoção de terras e pedras. Escolheu uma barra de mina com cerca de um metro de comprido e tentou afastar as pedras espetando o ferro pontiagudo na fenda e usando o peso do corpo para empurrar. Praticamente não se moviam.
Voltou para a máquina e começou a escavar tentando encontrar o extremo esquerdo do pedaço que se soltava da pedra maior. Freixo recomeçou a ladrar insistentemente na direção da abertura.
Por fim logrou encontrar o limite, após cerca de mais um metro de escavação. Assim que o conseguiu, a parte mais pequena pareceu rodar sobre si mesma e desapareceu deixando uma abertura escura.
O cão estava possuído. Ladrava furiosamente e corria em volta da abertura até que entrou de chofre e desapareceu no escuro.
— Freixo! Para! — Gritou Tomás inutilmente. — Anda cá, rapaz! Espera, não entres aí!
Episódio seguinte - Sacrum – III TRES
By Manuel Amaro Mendonça 4 de Setembro, 2026
Manuel Amaro Mendonça é licenciado em Engenharia de Sistemas Multimédia pelo ISLA de Gaia. Nasceu em janeiro de 1965, em Portugal, na cidade de São Mamede de Infesta, no concelho de Matosinhos; a Terra de Horizonte e Mar.
Foi premiado em quatro concursos de escrita e os seus textos foram selecionados para mais de duas dezenas de antologias de contos, de diversas editoras e é membro fundador do grupo Pentautores (como o seu nome indica, trata-se de um grupo de cinco autores) que conta já com cinco volumes de contos publicados.
É autor dos livros "Terras de Xisto e Outras Histórias" (2015), "Lágrimas no Rio" (2016), "Daqueles Além Marão" (2017), “Entre o Preto e o Branco” (2020), “A Caixa do Mal” (2022), “Na Sombra da Mentira” (2022) e “Depois das Velas se Apagarem” (2024), todos editados e distribuídos pela Amazon.
Colabora nos blogues “Memórias e Outras Coisas… Bragança” https://5l-henrique.blogspot.com/, “Revista SAMIZDAT” http://www.revistasamizdat.com/, “Correio do Porto” https://www.correiodoporto.pt/ e “Pentautores” https://pentautores.blogspot.com/
Outros trabalhos estão em projeto, mantenha-se atento às novidades em http://myblog.debaixodosceus.pt/, onde poderá ler alguns dos seus trabalhos, ou visite a página de autor em https://www.debaixodosceus.pt/
DOURO NAVEGÁVEL CELEBRA-SE COM CORRIDA, CAMINHADA E PASSEIOS DE BARCO
Um dos destaques da iniciativa é a primeira edição da Corrida do Douro Navegável, que convida atletas, famílias e amantes da atividade física a descobrir as margens do rio através de diferentes modalidades.
O programa desportivo inclui uma corrida de 10 quilómetros, uma caminhada de cinco quilómetros e uma corrida infantil de 500 metros, destinada a crianças dos seis aos dez anos. A participação na prova infantil é gratuita, estando as inscrições disponíveis através da plataforma EventSport.
Além da vertente desportiva, a celebração inclui visitas, passeios de barco e animação de rua, proporcionando diferentes formas de conhecer a paisagem e o património duriense.
Com esta iniciativa, a APDL pretende aproximar a comunidade do rio e valorizar a sua importância para a identidade, a cultura e o desenvolvimento da região, numa jornada que cruza atividade física, convívio e descoberta do Douro.
DOURO ASSUME PROTAGONISMO EM GALA INTERNACIONAL QUE DISTINGUE FIGURA DE REFERÊNCIA DO VINHO
O evento decorre no Pavilhão de Exposições da Tapada da Ajuda, no Instituto Superior de Agronomia, e integra a semana do Concurso ASI de Melhor Sommelier do Mundo 2026, que reúne profissionais de referência do setor a nível internacional.
Durante a cerimónia será anunciado o vencedor do Prémio ASI Gérard Basset de Carreira, uma distinção atribuída de quatro em quatro anos a personalidades com percursos de exceção na sommellerie, no vinho e na hospitalidade. O nome do homenageado será revelado apenas durante o jantar, reservado a convidados.
A associação a esta iniciativa pretende reforçar a projeção internacional do Douro enquanto território marcado pela tradição vitivinícola, pela gastronomia e pela cultura de bem receber.
«O Douro não é apenas uma das grandes regiões de vinho do mundo. É um território onde vinho, paisagem, cultura, gastronomia e hospitalidade fazem parte da mesma identidade», sublinha João Gonçalves, presidente da CIM Douro, que considera esta participação uma oportunidade para afirmar o conhecimento e a experiência da região no debate internacional sobre o futuro da hospitalidade.
DISTRITO DE BRAGANÇA NO CENTRO DO DEBATE NACIONAL SOBRE OBESIDADE INFANTIL
A obesidade infantil e a promoção de hábitos alimentares saudáveis estiveram no centro de um encontro nacional que juntou mais de 500 participantes.
Desde 2011, o programa “Heróis da Fruta” já envolveu mais de um milhão de crianças, apostando na literacia alimentar em contexto escolar e na promoção de hábitos mais saudáveis desde a infância.
Os dados apresentados durante a conferência reforçaram a dimensão do problema: uma em cada três crianças vive com excesso de peso ou obesidade e cerca de 70% não consome fruta e hortícolas diariamente. Perante este cenário, o encontro procurou discutir medidas eficazes para melhorar a alimentação infantil e prevenir problemas de saúde a longo prazo.
Um dos pontos centrais foi a apresentação de novos dados recolhidos no âmbito do projeto “Heróis da Fruta”, pelo Instituto de Saúde Ambiental da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
A conferência colocou também em discussão a necessidade de intervenções sustentadas por evidência científica, a influência das desigualdades socioeconómicas no acesso a uma alimentação saudável e os custos associados à prevenção e ao tratamento da obesidade para o Serviço Nacional de Saúde.
Ao assinalar 15 anos de atividade, o “Heróis da Fruta” procurou reforçar a importância da escola, das famílias, dos profissionais de saúde e das entidades públicas na construção de ambientes que favoreçam escolhas alimentares mais saudáveis e contribuam para o bem-estar das novas gerações.
O MELHOR QUEIJO DE CABRA SERRANA DA EUROPA É PRODUZIDO EM TRÁS-OS-MONTES
Produzido a partir de leite de cabra serrana, este queijo é um dos símbolos da riqueza gastronómica da região transmontana, refletindo a tradição, os saberes ancestrais e a ligação das comunidades locais à pastorícia.
📗𝐇𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐚 𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐝𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐀𝐥𝐡𝐞𝐢𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐥𝐚 𝐜𝐡𝐞𝐠𝐚𝐦 𝐚𝐨 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨 𝐢𝐧𝐟𝐚𝐧𝐭𝐢𝐥
A publicação apresenta aos mais novos, através de uma linguagem acessível, a história e a identidade da Alheira de Mirandela, aproximando as crianças do património, da cultura e da gastronomia local.
A obra pretende contribuir para a transmissão às novas gerações do conhecimento e da memória associados a este produto emblemático, que se afirmou como uma referência da gastronomia portuguesa.
A sessão de apresentação realiza-se no dia 11 de outubro, às 14h30, no Centro Cultural de Mirandela. O livro tem texto de Cristina Passas e ilustração de Sónia Borges, numa iniciativa apoiada pelo Município de Mirandela e promovida pela Associação Comercial e Industrial de Mirandela e pela Confraria da Alheira de Mirandela, com edição da LEYA.
Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro
O Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado a 10 de outubro, é uma data de grande relevância global dedicada à promoção do bem-estar psicológico, à sensibilização para as questões de saúde mental e ao combate ao estigma que ainda persiste em torno destas temáticas. Esta efeméride convida à reflexão sobre a importância de cuidar da mente com a mesma atenção que se dedica à saúde física.
A sua origem remonta a 1992, quando a Federação Mundial para a Saúde Mental (WFMH) instituiu oficialmente este dia, com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS). A iniciativa surgiu num contexto em que a saúde mental começava a ganhar maior visibilidade no debate público internacional, mas ainda era amplamente negligenciada em políticas de saúde e frequentemente envolta em preconceitos e desinformação.
Nos primeiros anos, o Dia Mundial da Saúde Mental não tinha um tema específico, focando-se sobretudo na sensibilização geral. Com o tempo, passou a ser organizado em torno de temas anuais, como a prevenção do suicídio, o impacto da saúde mental no trabalho, o acesso aos cuidados de saúde psicológica ou o papel das comunidades no apoio ao bem-estar emocional. Estes temas ajudam a direcionar campanhas globais e a mobilizar governos, instituições e cidadãos.
Historicamente, a compreensão da saúde mental evoluiu significativamente. Na Antiguidade, perturbações mentais eram muitas vezes associadas a causas sobrenaturais ou espirituais. Na Grécia antiga, pensadores como Hipócrates começaram a defender explicações mais naturais, relacionando a mente com o corpo. Durante séculos, no entanto, prevaleceram práticas pouco humanas, como o isolamento em asilos e tratamentos baseados na exclusão social.
Foi apenas a partir do século XIX que começaram a surgir reformas mais humanizadas, com o desenvolvimento da psiquiatria como campo científico. No século XX, avanços na psicologia, na neurologia e na farmacologia permitiram compreender melhor as doenças mentais e desenvolver tratamentos mais eficazes. Ainda assim, o estigma social continuou a ser um dos maiores obstáculos à procura de ajuda.
Atualmente, a saúde mental é reconhecida como um componente essencial da saúde global. A Organização Mundial da Saúde define saúde mental não apenas como a ausência de doença, mas como um estado de bem-estar no qual o indivíduo reconhece as suas capacidades, consegue lidar com o stress normal da vida, trabalhar de forma produtiva e contribuir para a sua comunidade.
Apesar dos progressos, os desafios permanecem significativos. Milhões de pessoas em todo o mundo vivem com perturbações mentais, muitas vezes sem acesso a cuidados adequados. Fatores como pobreza, desigualdade, conflitos, isolamento social e mudanças rápidas na sociedade moderna contribuem para o aumento dos problemas de saúde mental. A pandemia de COVID-19, por exemplo, teve um impacto profundo no bem-estar psicológico global, aumentando os níveis de ansiedade, depressão e stress.
O Dia Mundial da Saúde Mental serve como uma plataforma para promover a educação, incentivar o diálogo aberto e reforçar a necessidade de políticas públicas eficazes. É também um momento para valorizar o papel dos profissionais de saúde mental, das famílias e das comunidades no apoio a quem enfrenta dificuldades.
O 10 de outubro representa um apelo à ação. Lembra-nos que cuidar da saúde mental é uma responsabilidade coletiva e contínua. Pequenos gestos, como ouvir sem julgar, oferecer apoio ou procurar ajuda quando necessário, podem fazer uma diferença significativa na vida de alguém.
Em última análise, o Dia Mundial da Saúde Mental reforça uma ideia fundamental. Não há saúde sem saúde mental. Promover o equilíbrio emocional, o respeito e a empatia é essencial para construir sociedades mais justas, inclusivas e humanas.
Texto e Imagem: HM - com IA e IN
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
🎶 𝐀𝐠𝐞𝐧𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐎́𝐩𝐞𝐫𝐚 - 𝐎𝐮𝐭𝐮𝐛𝐫𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟔
A música, a cultura e o património voltam a encontrar-se em dois municípios da região, em cenários que refletem a identidade, a história e a riqueza cultural do nosso território.
Celebre a Tradição de São Martinho em Carrazeda de Ansiães
O evento realiza-se no dia 8 de novembro de 2026, com início marcado para as 16h30, no CAECA. Venha desfrutar do melhor que a época tem para oferecer, num ambiente festivo que junta as tradicionais castanhas assadas e os sabores da região.
A participação está aberta a todos, mas a inscrição é obrigatória.
Formulário de Inscrição AQUI.
Mais informações na Loja Interativa de Turismo 278 098 507
Junte-se a nós e venha celebrar as tradições que nos unem!
CONSULTA PÚBLICA | PLANO DE MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL DE BRAGANÇA
A participação dos cidadãos é fundamental para contribuir para uma mobilidade mais sustentável, acessível e eficiente no concelho.
Consulte o documento AQUI ou clicando na imagem.
Ficou deserta a hasta pública para alienar imóvel para fins turísticos em Vila de Ala
“Não houve proposta para a alienação do imóvel para fins exclusivamente turísticos. Agora, vamos reunir em assembleia de freguesia para rever a proposta e decidir o que se irá fazer”, vincou Amílcar Machado, o autarca de freguesia.
A proposta de alienação deste imóvel foi apresentada em 16 setembro. Apresentava como condição a criação de um projeto turístico e construção de um hotel e SPA, 10 'bungalows' ou moradias, restaurante, centro hípico e uma quinta pedagógica ou 'biocampus'.
Segundo o autarca desta freguesia do concelho de Mogadouro, no distrito de Bragança, o terreno onde está instalado o imóvel foi cedido por um prazo de 50 anos para a construção de um complexo turístico com várias valências a um empresário, mas este não cumpriu os requisitos impostos na cedência de superfície e a Junta de Freguesia tomou posse administrativa do terreno e dos imóveis construídos até data.
Este espaço que agora foi a hasta pública integra três frações autónomas destinadas, respetivamente, a centro hípico, restaurante e estabelecimento hoteleiro, numa área total de terreno de 211.720 metros quadrados.
Segundo a proposta apresentada, esta alienação do imóvel constituía “uma oportunidade particularmente interessante para quem procura investir na área do turismo e da valorização do território”.
“Situado em Vila de Ala, o imóvel apresenta potencial para o desenvolvimento de um projeto turístico capaz de tirar partido da tranquilidade, da paisagem, da autenticidade e do património rural que caracterizam esta região”, sublinhava a autarquia.
A Junta de Freguesia de Vila de Ala acrescentava que “o turismo rural, alojamento turístico, projeto de natureza ou outro conceito diferenciador são algumas das possibilidades que poderão ser equacionadas, naturalmente em função das características do imóvel e das condições urbanísticas e legais aplicáveis”.
OS FIDALGOS - VILA FLOR - Família Leite Pereira
2º D. NUNO ÁLVARES PEREIRA, condestável do reino, de quem procede a sereníssima casa de Bragança.
3º D.MARIA ÁLVARES PEREIRA, irmã do condestável, que casou com João ou José Gonçalves de Basto, seu parente, meirinho-mor e alferes-mor do condestável, fidalgo da Casa Real, senhor das casas de Vilar e Taipa e dos direitos reais do Arco de Baúlhe, em Basto, e de várias terras.
Descendência:
4º ÁLVARO GONÇALVES PEREIRA, fidalgo da Casa Real, no tempo de D. Afonso V, que casou com D. Leonor Álvares Leite (irmã de Vasco Leite, que praticou proezas em Toro, e deste procedem os Leites, da Madeira, de Diogo Leite e de Álvaro Leite, de quem procedem, entre outras famílias ilustres, os Leites Pereiras, senhores de Quebrantões e Gaia Pequena, actualmente condes de Campo Belo), filha de Álvaro Annes Leite, fidalgo da Casa Real no tempo de D. João I, senhor do préstimo de Calvos e do solar do Barrosão, em Basto, e de D. Filipa Borges, neta de Gonçalo Borges, senhor das vilas de Carvalhais, Ílhavo e Verdemilho, porteiro-mor e fidalgo da Casa Real no tempo de D. Afonso IV.
Descendência:
I. D. Leonor, que casou com Fernão Velho, senhor da casa de Sobrado, em Basto, de quem procedem os Leites Pereiras de Meireles, senhores da casa do Campo, em Basto.
II. Rui Leite Pereira, de quem procede a casa de Cainhos.
III. João Álvares Leite Pereira (5º, adiante citado).
5º JOÃO ÁLVARES LEITE PEREIRA, fidalgo da Casa Real no tempo de D. Afonso V e de D. João II, senhor das casas de Vilar, Paço e outras, em Basto, que casou com D. Catarina de Morais, da família dos Morais, alcaides-mores de Bragança e padroeiros de S. Francisco desta cidade, filha de Martim Gonçalves de Morais, quinto padroeiro de S. Francisco de Bragança, alcaide-mor desta cidade, senhor da honra de Vinhais, Alagoa e seus padroados, e de D. Constança Lourenço, filha de Lourenço Pires de Távora, senhor do Mogadouro.
6º D. ISABEL DE MORAIS LEITE PEREIRA, senhora das casas de Vilar, Paço, etc., que nasceu em Bragança e casou com Francisco Vaz Pimenta, filho de Marçal Pimenta, descendente de Afonso Pimenta, alcaide-mor de Braga, e de D. Isabel Martins Dosguimarães.
Descendência:
I. D. Camila, senhora da casa de Vilar, que casou com Álvaro de Meireles de Andrade, de quem procedem os Leites Pereiras de Tavares e outras famílias.
II. D. Isabel (7º, adiante citado).
7º D. ISABEL PIMENTA LEITE PEREIRA, senhora da casa do Paço, que lhe doaram seus pais, casou com António Gonçalves de Castro, dos Castros de Monte Longo.
Descendência:
8º D. ISABEL LEITE PEREIRA DE AZEVEDO, que casou com Luís Álvares Rebelo de Meireles, fidalgo da Casa Real e senhor da casa do Telhado, no Arco de Baúlhe, irmão de António Rebelo de Meireles, de quem procedem os senhores da casa do Campo, Santo Antoninho e Santa Senhorinha, em Basto.
Descendência:
9º BALTASAR REBELO LEITE PEREIRA DE MEIRELES, fidalgo da Casa Real e senhor da casa dos Chãos.
Entre outros filhos tiveram a:
10º MIGUEL REBELO LEITE PEREIRA DE MEIRELES, filho segundo, fidalgo da Casa Real, que casou em Trás-os-Montes com D. Francisca Teixeira de Magalhães Ferraz de Fontoura.
Descendência:
11º MIGUEL REBELO LEITE PEREIRA DE MAGALHÃES FERRAZ, fidalgo da Casa Real e sargento-mor de Favaios, onde residiu e casou com D. Maria Teixeira de Barros Beça, filha de Gonçalo Teixeira de Barros Beça, fidalgo da Casa Real e capitão-mor de Favaios, e de D. Joana de Mesquita Pimentel Alcoforado, filha de Maurício de Mesquita Pimentel, professo na Ordem de Cristo e fidalgo da Casa Real, de Penaguião, e de D. Serafina de Afonseca, de Manfómedes.
Entre outros filhos (ver a nota adiante) tiveram a:
12º FRANCISCO LEITE PEREIRA DE MAGALHÃES FERRAZ, de Favaios, onde nasceu a 21 de Fevereiro de 1749, tenente de infantaria de Bragança,irmão de Manuel Leite Pereira de Magalhães Ferraz, marechal de campo e governador interino das armas de Trás-os-Montes, de quem procede José Maria Pinto Leite de Queiroz, senhor das casas de Vale Passos e Favaios.
Francisco Leite casou em Vila Flor com D. Rita de Almeida Machado e Lemos, senhora de um vínculo de que foi quarto administrador seu marido, filha de Francisco Xavier de Almeida Machado, de Vila Flor, sexto neto de D. Duarte de Almeida, o glorioso Decepado da batalha de Toro, e de D. Teresa de Madureira e Lemos, filha de João de Seixas Cabral de Lemos, senhor da casa dos Lemos, de Vila Flor.
Descendência:
I. Francisco (13º, adiante citado).
II. D. Luísa Rita, que casou com Francisco António Teixeira de Morais Castro Soto Maior, senhor dos vínculos de Linhares (Ansiães), Carvalhais (Mirandela) e do morgadio da Praça (Vila Flor). Descendência:
a) Francisco, que foi herdeiro e senhor dos vínculos e morgadio de seus pais e casou com sua prima coirmã D. Guilhermina, adiante citada.
b) D. Maria Leopoldina, que casou com Justiniano de Morais de Madureira Lobo, senhor da casa de Freixiel.
Guilhermino.
D. Beatriz.
D. Isabel.
13º FRANCISCO LEITE PEREIRA DE ALMEIDA, de Vila Flor, oficial de cavalaria de Chaves, quinto e último administrador do vínculo atrás mencionado, casou com D. Felicidade Perpétua de Seabra, irmã do grande jurisconsulto, ministro e secretário de Estado, visconde de Seabra, filhos de António de Seabra da Mota e Silva, de Mogofores, corregedor da comarca de Moncorvo e cavaleiro professo na Ordem de Cristo, e de D. Doroteia Bernardina de Sousa Lobo Barreto.
Descendência:
I. Jorge (14º, adiante citado).
II. D. Guilhermina Amália, que casou com seu primo coirmão Francisco de Morais Leite Soto Maior e Castro (atrás citado). Descendência:
a) Agripino.
b) D. Adília.
c) D. Felicidade.
d) Arnaldo.
e) D. Beatriz.
14º JORGE LEITE PEREIRA DE ALMEIDA E SEABRA, de Vila Flor, deputado às cortes em 1870, bacharel formado em direito, advogado e recebedor na comarca de Vinhais, casou com D. Cândida Francisca Fernandes Falcão, de Pouzafoles (Miranda do Corvo), da família do doutor José Falcão, lente de matemática na Universidade de Coimbra.
Descendência:
I. Antero.
II. D. Lavínia.
III. D. Constança.
Esta árvore foi organizada em harmonia com o nobiliário de Gaio, existente na Misericórdia de Barcelos, com o do bispo de Lamego,Moura Coutinho, em poder do doutor João Bernardo Cardoso, da casa de Arnoia, com o grande nobiliário do casal do Paço, existente na Biblioteca Municipal do Porto, com o Arquivo Heráldico Genealógico do visconde de Sanches de Baena e com documentos particulares de família, em poder do doutor Antero Falcão, delegado do procurador régio em Castelo Branco.
Um dos filhos de Miguel Rebelo Leite Pereira de Magalhães Ferraz (11º, atrás citado) foi Manuel Leite Pereira de Magalhães Ferraz, marechal de campo e governador das armas da província de Trás-os-Montes (1809).
Casou em Vila Flor com D. Luísa Caetana Rita de Macedo e Albuquerque, filha de Diogo Monter de Lemos, capitão-mor e ali senhor de vínculos, morgadios e casa dos Lemos, bisavó de José Maria Pinto Leite, actual senhor das casas de Favaios e Vale Passos.
Outro filho foi D. Francisca Inácia, que casou com o doutor José António de Cid Montes de Lemos, juiz de fora em várias comarcas, senhor da casa e vínculos de Vila Flor, pais de D. Ana Raquel do Cid Leite Pereira, que casou com Manuel Diogo Tenreiro de Figueiredo Sarmento, fidalgo da Casa Real, alcaide-mor de Monsarás, senhor da casa de Moncorvo.
Com geração.
VICENTE DE PAULA JUSTO RUFINO LOPES DO REGO, natural de Vila Flor, filho de Luís António Lopes do Rego e de D. Clara Maria.
Neto paterno de Manuel Lopes do Rego e de D.Maria Teresa.
Neto materno de Luís Cardoso e de D.Maria Páscoa.
Bisneto paterno de Bartolomeu Lopes do Rego e de D.Maria Esteves.
Bisneto materno de Brutil da Silva.
Sobrinho paterno de António José do Rego, capitão de dragões da praça de Chaves, a quem foi passado brasão de armas a 18 de Dezembro de 1787 (628).
Teve por armas um escudo partido em pala: na primeira as armas dos Lopes e na segunda as dos Regos.
Foi-lhe passado este brasão a 14 de Novembro de 1803 e está registado no Cartório da Nobreza, livro 7, fol. 47(629).
JOÃO MANUEL BORGES SÁ MORAIS E CASTRO, natural de Vila Flor, filho legítimo de Luís António de Morais Castro, natural da dita vila, onde foi sargento-mor, e de D. Antónia Maria de Sá.
Neto paterno de João Borges de Morais Castro, natural da mesma vila, onde foi capitão-mor, e de D. Teresa Josefa Botelho, de Vila Real.
Bisneto paterno de João Borges de Morais, capitão-mor, natural de Vila Flor, e de D. Isabel de Morais.
Terceiro neto paterno de Cristóvão de Seixas e Morais e de D. Isabel de Morais.
Quarto neto paterno de António de Seixas Morais.
Quinto neto paterno de Lopo Borges Pinto de Morais, fidalgo da Casa Real.
Neto materno de Alexandre Borges Sá, natural de Val Benfeito, capitão de granadeiros do regimento de cavalaria de dragões de Chaves.
Teve por armas um escudo esquartelado: no primeiro quartel as armas dos Morais; no segundo as dos Castros; no terceiro as dos Sás e no quarto as dos Borges.
Foi-lhe passado este brasão a 16 de Agosto de 1769 e está registado no Cartório da Nobreza, livro I, fol. 106 v. (630).
ANTÓNIO DE SEABRA DA MOTA E SILVA, cavaleiro professo na Ordem de Cristo, ouvidor na Vila do Príncipe, Brasil. Era corregedor da comarca de Moncorvo quando faleceu, em Vila Flor, onde foi sepultado, no segundo quartel do século XIX, tendo nascido em Mogofores, distrito de Aveiro, no segundo quartel do século XVIII. Foi magistrado integérrimo e muito erudito.
Era filho de Jacinto de Seabra da Mota, dos legítimos Seabras (esta família procede de Mem Rodrigues de Seabra, fidalgo galego, senhor de Puebla de Sanabria, que no tempo de El-Rei D. Fernando I residiu na Vila da Feira, de que foi também senhor), e de D. Teresa Joaquina da Silva.
Casou com D.Doroteia Bernardina de Sousa Lobo Barreto, dama formosíssima e muito ilustre, oriunda, pelos Sousas, da casa de Soutelo, Trancoso.
Descendência:
I. D. Josefa Seabra, que casou com José António de Oliveira Pegado, senhor da casa e morgadio do Mogadouro, de quem procedem os Pegados de Trás-os-Montes.
II. António Luís de Seabra, famoso jurisconsulto, autor do Código Civil, ministro de Estado e visconde de Seabra.
III. D. Ana de Seabra, que casou com seu primo coirmão Manuel Ferreira de Seabra da Mota e Silva, primeiro Barão de Mogofores, do conselho de El-Rei, comendador da Ordem de Cristo, deputado às cortes em 1840 e juiz do Supremo Tribunal de Justiça.
IV. D. Domitília.
V. D. Carlota Joaquina, afilhada de El-Rei D. João VI e da rainha
D. Carlota Joaquina. Ambas faleceram em Vila Flor.
VI. D. Felicidade Perpétua de Seabra, que casou com Francisco Leite Pereira de Almeida, capitão de cavalaria e senhor de um vínculo em Vila Flor, de quem procedem os Seabras de Trás-os-Montes.
Tanto os retratos do visconde de Seabra como o de seu pai, se encontram na obra donde extraímos estas notícias (631).
Da última filha, D. Felicidade Perpétua, e de seu marido, nasceu Jorge Leite Pereira de Almeida e Seabra, bacharel em direito pela Universidade de Coimbra, onde concluiu o curso em 1858, deputado da nação em 1870, advogado e recebedor na comarca de Vinhais, tendo exercido, nos seus princípios, os cargos de presidente da Câmara e administrador do concelho em Vila Flor, onde teve grande influência política. Nasceu a 11 de Agosto de 1835 e faleceu em Vinhais a 11 de Março de 1906.
Era casado com D. Cândida Leite Falcão, da família do doutor José Falcão, lente da Universidade de Coimbra.
Antero Falcão, juiz de direito.
D. Lavínia.
D. Constança. (Ver atrás Família Duarte de Almeida, 12º, pág. 500.)










