Temos um cartaz a pensar em todos (as), desde os costumes, tradições, gastronomia, teatro e muita, mas muita animação.
Estamos à vossa espera nos dias 13, 14 e 15 de novembro.
BRAGANÇA
Temos um cartaz a pensar em todos (as), desde os costumes, tradições, gastronomia, teatro e muita, mas muita animação.
Estamos à vossa espera nos dias 13, 14 e 15 de novembro.
O PANIBERIA 2026 – Festival Ibérico do Pão, Cereais e Inovação, as III Jornadas de Enfermagem de Saúde Materna e Obstetrícia e o Seminário “Trabalho, Pressão e Limites – Onde Começa o Risco Psicossocial” reuniram profissionais, especialistas e participantes em torno de temas ligados à tradição, à saúde e ao bem-estar, reforçando a importância do conhecimento e da troca de experiências.
Após esse desafio iniciaram o desenvolvimento da coleção em madeira, começando pelo lobo-ibérico, disponibilizando por sete peças: um puzzle com três variantes (montado, para montar ou para pintar-montar), o sempre em pé, que é a figura mais exclusiva da coleção e remete para os brinquedos de antigamente, quando “não eram precisas pilhas para termos movimento e despertar o interesse sobre o que é o equilíbrio, fazendo uma paralelo com o equilíbrio dentro da biodiversidade e da natureza”, destacou o arquiteto. Junta-se ainda peças mais pequenas, como brincos, colares, ímanes, pregadeira e porta-chaves.
Neste contexto, a Universidade Politécnica de Bragança “pretende contribuir ativamente para a dinamização de iniciativas que reforcem a articulação entre a academia e o mundo do trabalho, tendo em consideração as características, as necessidades e os desafios do tecido empresarial da região. Esta colaboração visa promover a igualdade de oportunidades, valorizar o talento e facilitar a transição do ensino superior para o mercado de trabalho, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e acessível”, acrescenta a fonte.
A coordenação e dinamização local das ações estão a cargo de uma equipa de três docentes da Escola Superior de Educação, constituída por Catarina Vasques, coordenadora da equipa e subdiretora da Escola Superior de Educação, e pelos docentes Maria do Céu Ribeiro e Manuel Luís Pinto Castanheira.
Do cartaz constam seis projetos que desafiam classificações e fronteiras musicais. A fusão alienígena de 2rana 3crana cruza-se com a energia da cumbia punk de Lucha Luna, enquanto Plaka constrói uma manta de retalhos instrumental onde diferentes referências se encontram sem pedir licença. A exploração sonora de Eva na Gruta junta-se às propostas de Os Dois Somos Um e Estendal, num alinhamento que privilegia a diversidade, a imprevisibilidade e a liberdade criativa.
Nesta edição, o spiritFEST volta a ocupar o centro histórico de Bragança, distribuindo a programação por dois espaços que partilham uma afinidade natural com a filosofia do festival: MINA Creative Hub e Lost Corner. Dois lugares de resistência cultural e de afirmação independente, onde a proximidade entre artistas, público e comunidade continua a ser parte essencial da experiência.
Ao longo das suas doze edições, o spiritFEST tem afirmado uma identidade própria, assente na promoção de projetos alternativos, na descentralização cultural e na criação de oportunidades para propostas artísticas que raramente encontram espaço nos grandes circuitos de programação. “Mais do que um festival com uma fórmula definida, o spiritFEST continua a ser um exercício de independência: sem data fixa, sem preço fixo e sem local fixo. Um festival que acontece pela vontade de fazer acontecer”, refere a organização.
“Trava-Línguas” para ser dito rapidamente e em voz alta
Copo, copo, jericopo
Jericopo, copo cá.
Quem não disser três vezes:
Copo, copo, jericopo
Jericopo, copo cá,
Por este copo não beberá.
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Com esta iniciativa, a autarquia pretende contribuir para apoiar os encargos associados à frequência do ensino, reconhecendo a importância da formação académica e da qualificação dos jovens para o seu futuro pessoal e profissional.
A atribuição destas bolsas representa também uma forma de promover a igualdade de oportunidades no acesso à educação, procurando minimizar as dificuldades financeiras que podem condicionar o percurso escolar dos estudantes e apoiar as famílias do concelho.
Os jovens interessados em beneficiar deste apoio devem, assim, ter atenção ao prazo estabelecido e apresentar a candidatura até 31 de dezembro de 2026.
A cerimónia marcou o início de um compromisso assente na entreajuda e na cidadania ativa, reconhecendo o papel que o voluntariado pode desempenhar na construção de uma comunidade mais próxima e solidária.
O Município deixou ainda um agradecimento aos voluntários pela disponibilidade demonstrada, bem como à Delegação de Bragança da Cruz Vermelha Portuguesa, pela colaboração e partilha de conhecimentos neste processo.
Com esta iniciativa, Carrazeda de Ansiães procura reforçar o espírito de solidariedade e participação comunitária, reconhecendo que o contributo de cada pessoa pode fazer a diferença na vida dos outros.
A sessão está marcada para as 15h00, no Auditório Miller Guerra, no Centro Cultural de Vila Flor, e será um momento de informação e partilha, procurando dar maior visibilidade ao papel dos cuidadores informais e às necessidades de quem acompanha diariamente familiares ou outras pessoas em situação de dependência.
Com esta iniciativa, o município pretende reforçar a importância de apoiar e reconhecer quem cuida, lembrando que cuidar dos cuidadores é também uma responsabilidade de toda a comunidade.
Este espaço-piloto facilita a ligação entre quem procura estabelecer-se no Douro e os recursos disponíveis no território, através de uma articulação com os 19 municípios que integram a CIM Douro.
O projeto RAYAVIVA é liderado pela Fundación INTRAS e reúne parceiros de Portugal e Espanha. A iniciativa é cofinanciada pela União Europeia, através do Programa Interreg VI-A Espanha-Portugal (POCTEP) 2021-2027.
Com esta aposta, pretende-se contribuir para a fixação de população e para a dinamização dos territórios rurais, criando novas oportunidades para quem deseja construir o seu futuro na região do Douro.
O primeiro fogo deflagrou no início de julho, na Ferradosa, concelho de Alfândega da Fé, acabando por se estender à União de Freguesias de Adeganha e Cardanha. Mais tarde, a 15 de agosto, teve início um incêndio no Castedo, que se propagou também às freguesias de Lousa e Cabeça Boa.
A distribuição de aveia constitui uma medida de apoio de emergência destinada a ajudar a colmatar a falta de alimento para os animais, assegurar a subsistência dos efetivos pecuários e aliviar os encargos financeiros dos produtores locais enquanto decorre a recuperação das áreas ardidas.
As sessões procuraram alertar a população para a importância da prevenção, incentivando a adoção de hábitos de vida saudáveis e a identificação precoce dos sintomas. Entre os principais sinais de alerta estão as alterações na fala, a perda de força ou sensibilidade num dos lados do corpo e a assimetria facial.
A rápida identificação destes sintomas e a procura imediata de ajuda são fundamentais perante uma suspeita de AVC. Nestes casos, a população deve ligar de imediato para o 112, uma vez que cada minuto pode fazer a diferença.
Com a realização destas ações em todo o concelho, o município pretende reforçar os conhecimentos da comunidade e destacar o papel da informação e da sensibilização na promoção da saúde e do bem-estar.
Ao longo dos dois dias, não faltaram castanhas assadas, música, folclore, chegas de touros e um passeio pedestre, num programa que proporcionou momentos de convívio e reencontro. As bancas de exposição deram também a conhecer os produtos da terra, valorizando os produtores locais e os sabores tradicionais da região.
O executivo municipal de Vimioso marcou presença no certame, destacando a importância de iniciativas que dinamizam as localidades e promovem os produtos e as tradições do território.
A organização deixou ainda um agradecimento a todos os que contribuíram para a realização do evento, desde os expositores e produtores aos visitantes, que ajudaram a fazer de Avelanoso um ponto de encontro e de celebração da identidade local.
Reconhecido pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade, o Fado é uma expressão da identidade portuguesa, dando voz a histórias, sentimentos e vivências que fazem parte da memória coletiva.
Com esta iniciativa, Vila Flor celebra a música e a tradição fadista, convidando a comunidade a desfrutar de uma noite dedicada à riqueza de um dos mais importantes patrimónios culturais do país.
Este espaço-piloto funciona como uma porta de entrada para quem pretende viver e trabalhar no Douro, disponibilizando acolhimento, orientação e apoio na identificação de oportunidades no território, em articulação com os 19 municípios que integram a CIM Douro.
O espaço de Carrazeda de Ansiães é o segundo a entrar em funcionamento no âmbito do projeto RAYAVIVA, depois da abertura de um centro em Salamanca, em Espanha. Está também prevista a abertura de uma estrutura em Zamora, sendo o espaço de Carrazeda o único do projeto em Portugal.
O RAYAVIVA é liderado pela Fundación INTRAS e reúne parceiros portugueses e espanhóis. O projeto é cofinanciado pela União Europeia, através do Programa Interreg VI-A Espanha-Portugal (POCTEP) 2021-2027.
Esta iniciativa, pretende facilitar a integração de novos residentes e contribuir para a fixação de população, valorizando os recursos e as oportunidades dos territórios rurais do Douro.
Atualmente, a comissão acompanha cerca de 60 processos. A presidente da CPCJ de Macedo de Cavaleiros, Mariana Silva, destaca a violência doméstica, o bullying e o absentismo escolar entre as situações que mais chegam à instituição:
“São diversas sinalizações que nos chegam, mas, sobretudo, a violência doméstica e o bullying, dentro da comunidade escolar, são aquelas que mais nos chegam e que mais nos preocupam também.
Neste momento, acompanhamos cerca de 60 processos, em que diria que será meio-meio a violência doméstica, o absentismo escolar, o bullying e algumas situações de abandono escolar.”
Além do acompanhamento dos processos, a CPCJ desenvolve ações de sensibilização e prevenção junto da comunidade escolar, procurando evitar o agravamento das situações de risco.
A vereadora da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros com o pelouro da Ação Social, Cristina Pires, sublinha a importância do trabalho em parceria e recorda também a experiência enquanto antiga presidente da comissão:
“O município deve ser sempre um parceiro ativo, próximo das famílias e das instituições.
Enquanto vereadora da Ação Social, considero essencial investir na prevenção, na sensibilização e no acompanhamento das situações de maior vulnerabilidade.
Portanto, o município está aqui sempre para apoiar este tipo de iniciativas e estas instituições, particularmente a CPCJ.”
A nível nacional, o número de crianças e jovens acompanhados pelas comissões de proteção também tem vindo a aumentar.
Segundo a técnica da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Fernanda Almeida, o último relatório aponta para cerca de 80 mil crianças e jovens acompanhados em 2025, face a um número entre 70 e 75 mil no ano anterior.
A técnica explica que este aumento está relacionado com a maior complexidade dos problemas sociais, mas também com uma maior sensibilização da comunidade para a sinalização de situações de perigo:
“Em termos das problemáticas, aquela que teve maior incidência foi a negligência e, a seguir, a violência doméstica.
Tem vindo a ser assim ao longo dos anos, alternando entre estas duas situações.
Mas o aumento das comunicações também tem muito a ver com a sensibilidade da comunidade para sinalizar e comunicar estas situações. Isso é muito importante, porque significa que as pessoas já não olham para o lado.”
Fernanda Almeida destacou ainda o trabalho desenvolvido pela CPCJ de Macedo de Cavaleiros ao longo dos últimos anos, nomeadamente na aproximação à comunidade e na articulação entre instituições.
A comissão assinala, assim, 25 anos de intervenção na promoção e proteção dos direitos das crianças e jovens, mantendo a aposta no trabalho em rede, na prevenção e na sensibilização.
Ainda durante o dia, foi apresentado o hino da CPCJ pelo professor Luís Neves, acompanhado pelos alunos de uma turma do 7.º ano e, durante a tarde, houve atuações de alunos do Conservatório Regional de Macedo de Cavaleiros.
As comemorações terminaram com um momento de reconhecimento dos antigos presidentes da CPCJ de Macedo de Cavaleiros, nomeadamente: Emília Palhau, Cláudia Pires, José Luís Afonso, Assunção Gemelgo e Cristina Pires, e ainda Elsa Escobar e Nazaré Fontenete, que por razões de agenda, não conseguiram estar presentes.