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BRAGANÇA
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(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
Como as cidades estão a combater o “efeito de ilha de calor”
À medida que as temperaturas sobem, os investigadores estão a repensar a forma como as cidades medem e reagem ao calor urbano. No entanto, os especialistas dizem que as soluções de sucesso devem ser adaptadas às condições locais e não medidas genéricas.
Um calor e humidade inéditos já fazem sentir os seus efeitos no início de um Verão que se prevê escaldante.
As nossas cidades, com as suas superfícies escuras de asfalto, veículos emissores de gases de escape e edifícios que retêm o calor, são as mais afectadas por estas temperaturas. Segundo a Climate Central, que avaliou padrões de calor em 65 áreas metropolitanas, muitos residentes urbanos sofrem um mínimo de 4ºC de calor adicional devido à planta do seu bairro.
Quando observadas num mapa térmico de satélite, estas temperaturas altas contrastam fortemente com as dos subúrbios, tendo inspirado o nome do fenómeno: Efeito de Ilha de Calor. Este efeito tem sido uma directriz na mitigação do calor desde que a área começou a ser amplamente estudada há mais de uma década.
Segundo os cientistas, o Efeito de Ilha de Calor pode ser um ponto de referência útil – mesmo que, por vezes, seja demasiado simplista. Aumenta a consciencialização sobre a gravidade do calor urbano, mas os especialistas dizem que o fenómeno pode colocar demasiada ênfase na temperatura à superfície, em vez de nas formas como essa temperatura afecta as pessoas. As temperaturas altas foram associadas a mortes cardiovasculares, mortalidade por doença renal crónica e insuficiência respiratória.
Os cientistas e arquitectos começaram a procurar formas de protecção contra estas ondas de calor urbano extremo. Aquilo que surgiu em alguns locais foi uma manta de retalhos composta por espaços verdes, inovações arquitectónicas e avanços tecnológicos, que podem proporcionar algum alívio face às temperaturas escaldantes.
Estes esforços exigem uma precisão cirúrgica para não serem contraproducentes. Não existem duas cidades iguais e as suas razões para absorver o calor também não são as mesmas, afirma Mat Santamouris, um respeitado professor de arquitectura de alto desempenho na University of New South Wales, de Sydney. O calor representa problemas diferentes para cidades diferentes: em algumas é uma condição crónica, enquanto noutras é um desastre raro, mas grave, que exige preparação para emergências. Adoptar as estratégias erradas pode ser um desperdício de tempo e até prejudicial.
“Todos os projectos de mitigação de uma cidade devem ser elaborados e testados por especialistas”, diz Santamouris. “Caso contrário, arriscamo-nos a ter resultados bastante fracos, gastar imenso dinheiro e ter aumentos da temperatura nas cidades.”
A delicada arte de construir uma cidade à prova de calor
Cada cidade é susceptível ao calor à sua maneira.
Sydney e o Dubai sobreaquecem porque se encontram demasiado perto do deserto. Neste contexto, as superfícies reflectoras podem repelir a radiação solar, baixar as temperaturas e diminuir a coluna de ar quente que se ergue acima das cidades.
Em contraste, o calor de Atenas vem do seu planeamento urbano denso e bloqueio do fluxo de ar causado pela cordilheira montanhosa em seu redor. Na capital grega, a prioridade é a ventilação: arrefecer os telhados para baixar a temperatura ambiente com vegetação e materiais reflectores. Isso empurra o ar mais pesado e denso para as ruas, atraindo as brisas do mar para a cidade e empurrando o calor para fora.
Outras cidades adoptaram estas práticas. Singapura, que está a aquecer duas vezes mais depressa do que a média global, tem liderado as inovações arquitectónicas e tecnológicas no que diz respeito a refrigeração, investindo em espaços verdes, sombra e tubos de refrigeração subterrâneos.
A instalação de superfícies reflectoras em pavimentos ou telhados tornou-se mais comum – e polémica – na luta contra o calor. As cidades utilizaram uma série de materiais, desde tinta reflectora a alternativas a asfalto de cores claras, para arrefecer as superfícies. Foram instalados pavimentos reflectores num dos bairros mais quentes de Los Angeles e, durante uma onda de calor ocorrida em 2022, as temperaturas ambientes foram cerca de 2º Celsius mais frescas do que em áreas vizinhas, segundo um estudo realizado pela Environmental Research Communications em 2024.
No entanto, as superfícies reflectoras também se tornaram um pomo da discórdia na área.
“Sou um grande fã de tinta branca, mas em sítios altos”, diz Vivek Shankas, professor na Portland State University, que desenvolve estratégias para enfrentar as consequências das alterações climáticas em zonas urbanas. “Gosto de revestimentos que não a reflictam necessariamente nos locais onde as pessoas circulam.”
Outras pessoas acham que o foco nas superfícies de refrigeração não resolve o problema.
“Estamos a tornar as comunidades mais frescas, mas não necessariamente a refrescar as pessoas”, diz V. Kelly Turner, professora de planeamento urbano na Universidade da Califórnia em Los Angeles, e directora do Heat Research Program do Luskin Center for Innovation.
Plantar as árvores certas nos sítios certos
Outra forma de arrefecer uma cidade? Introduzir plantas.
Medellín, na Colômbia, investiu milhões de dólares em “corredores verdes”: vias verdejantes interligadas que proporcionam espaços frescos e sombra aos peões.
Santiago, no Chile, comprometeu-se a plantar 30.000 árvores na sua área metropolitana para proporcionar sombra e frescura a aproximadamente um terço da população.
As promessas de plantar árvores são, desde há muito, aclamadas como soluções ambiciosas para mitigar os problemas ambientais. No entanto, quando aplicadas de forma irresponsável, podem fazer mais mal do que bem, diz Santamouris. “A humidade aumenta com a temperatura.” Em casos raros, a copa das árvores pode reter o calor em vez de funcionar como escudo contra ele.
É fundamental ponderar a espécie da árvore antes de plantá-la: testar se consegue suportar o calor que enfrentará, a sua necessidade de água e o local onde a sua sombra poderá ser mais eficaz. Por exemplo, uma árvore plantada num parque de estacionamento é muito menos valiosa para uma comunidade do que uma árvore plantada num parque infantil, diz Ladd Keith, director da Heat Resilience Initiative na Universidade do Arizona.
No entanto, quer se baseiem em vegetação, arquitectura ou superfícies reflectoras, estas mudanças têm um preço – um preço que muitos dos países mais expostos ao calor do mundo não conseguem pagar, diz Santamouris.
O futuro do combate ao calor
Em última análise, o calor é um problema pessoal. Afecta-nos de forma diferente dependendo da nossa idade, do local onde vivemos, das nossas condições de saúde e da nossa vida quotidiana.
A próxima vaga de mitigação do calor pode depender menos de remediar uma cidade ou plantar árvores e mais de transmitir avisos e previsões personalizadas.
“Acho que não estamos muito longe do dia em que o Google Maps terá uma camada de sombra”, diz Turner, que desenha rotas de caminhada longe do Sol, ajustadas à hora do dia. A sua equipa já cartografou sombra em 360 cidades e vilas norte-americanas. Ela também imagina uma aplicação meteorológica personalizada que substitua os alertas de calor por avisos mais personalizados com base em dados demográficos e riscos de saúde.
A inovação dos materiais também está a avançar. Santamouris descreve superfícies de refrigeração de vanguarda, ainda em fase experimental, que não só reflectem a luz do Sol como absorvem água durante a noite e a evaporam durante o dia.
E, para além das infra-estruturas dispendiosas, algumas cidades começaram a tratar o calor extremo como uma emergência. Da mesma forma que estão preparadas para cheias ou incêndios, cidades de todo o mundo estão a implementar planos de acção, avisos precoces e a nomear autoridades para o calor, encarregadas de proteger as comunidades.
Em 2010, uma onda de calor em Ahmedabad, na Índia, matou mais de mil pessoas quando as temperaturas subiram até aos 46,6ºC. A cidade tomou medidas, elaborando o primeiro plano de saúde relacionado com o calor, que foi posto em prática três anos mais tarde. O plano incluía previsões especiais, avisos precoces e formação para os funcionários da área da saúde para reconhecer e tratar doenças provocadas pelo calor.
Segundo os dados oficiais, este plano salvou milhares de vidas em ondas de calor subsequentes. Também mostrou formas acessíveis de as cidades protegerem as pessoas sem gastarem dinheiro em novos edifícios, vegetação ou materiais.
Todos estes esforços sublinham uma realidade inevitável e generalizada. As nossas cidades vão tornar-se mais quentes e já não estão feitas para o clima em que vivemos.
“Afinal, o calor extremo afecta toda a gente, não só através das mortes e doenças relacionadas com o calor, mas também da qualidade de vida: se os nossos filhos podem brincar no exterior, se podemos praticar exercício, a quantidade de dinheiro que gastamos com dispositivos de ar-condicionado, energia e água”, diz Keith. “É muito mais prevalecente do que muitas pessoas percebem no seu dia-a-dia.”
Artigo publicado originalmente em inglês em nationalgeographic.com.
🏍️ 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐥𝐚 𝐫𝐞𝐜𝐞𝐛𝐞 𝐚 𝟐𝟖.ª 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐧𝐭𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐌𝐨𝐭𝐚𝐫𝐝 𝐧𝐨 𝐩𝐫𝐨́𝐱𝐢𝐦𝐨 𝐟𝐢𝐦 𝐝𝐞 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚!
O programa conta com muita animação, música ao vivo, 10.ª edição do Bike Show, freestyle, feira motard, camping, bikewash e vários momentos de convívio.
Três dias de adrenalina, música e espírito motard em Mirandela.
VISITAS GUIADAS ÀS CEREJEIRAS LEVAM MAIS DE MIL PESSOAS A ALFÂNDEGA DA FÉ
A ação, desenvolvida entre maio e meados de junho pelo setor de turismo da autarquia, incluiu cerca de duas dezenas de visitas guiadas, proporcionando aos participantes uma experiência de contacto direto com a paisagem, as tradições e a identidade rural da região.
O programa destacou a importância da cereja como produto emblemático do concelho, reforçando a promoção dos recursos endógenos e a ligação entre visitantes e produtores locais.
A iniciativa insere-se na estratégia do município de aposta no turismo de natureza e de experiência, contribuindo para a divulgação do património natural e cultural do território.
Homem encontrado morto no interior de carro despistado
Segundo as mesmas fontes, houve um alerta a dar conta da ocorrência de um acidente, às 06,08 horas, tendo sido acionados vários meios de socorro.
Chegados ao local, verificaram que se tratava de uma vítima com uma arma de fogo dentro da viatura com perfuração na cabeça. A equipa médica da VMER confirmou o óbito no local.
A GNR esteve no local a tomar conta da ocorrência, mas passou a investigação do sucedido para a alçada da Polícia Judiciária.
Estiveram no terreno, 16 operacionais com o apoio de 5 viaturas, entre ambulâncias dos bombeiros de Mirandela, ambulância SIV (Suporte Imediato de Vida) do INEM, a VMER (Viatura Médica e de Emergência e Reanimação), e uma patrulha da GNR.
Hospital de Mirandela passa a ter médico intensivista 24 horas por dia
Implementado a partir de dia 1 de julho pela Unidade Local de Saúde do Nordeste (ULSNE), a ‘Resposta Avançada de Medicina Intensiva’ pretende melhorar a resposta clínica do hospital em situações de maior complexidade clínica.
Em entrevista à Rádio Brigantia e ao Jornal Nordeste, o diretor clínico da ULSNE, Rui Terras, explica que o projeto nasceu da necessidade de reforçar a resposta a doentes críticos num hospital que não dispõe de unidade de cuidados intensivos nem de cuidados intermédios.
O objetivo é aproximar a Medicina Intensiva dos cidadãos e reforça a capacidade de resposta da Unidade Hospitalar de Mirandela. “Pretende-se melhorar os cuidados de atendimento ao doente crítico, muito grave, portanto aqueles vulgares conhecidos como os doentes pulseira laranja e pulseira vermelha, sobretudo, aproximando essa capacidade de resposta junto das populações que de facto são servidas pelo Hospital de Mirandela, concretamente a população desse concelho e todos os outros mais do sul do distrito. Portanto, é de facto uma verdadeira transformação na forma como o doente mais grave que entra naquele hospital vai poder ser atendido”, disse.
O grande diferencial deste projeto é que será criado um Posto Avançado de Medicina Intensiva que funcionará 24h por dia e onde será alocado um médico intensivista.
“Em termos de operacionalização, retiramos um médico intensivista da unidade de cuidados intensivos que temos no Hospital de Bragança e colocamo-lo em presença física durante 24 horas por dia, todos os dias do ano, em Mirandela. São de facto médicos que estão preparados para lidar com qualquer tipo de situação muito grave e com situações emergentes”, disse, acrescentando que “é uma equipa de facto que vai trabalhar de forma rotativa no Hospital de Mirandela, porque não seria humanamente possível que fosse circunscrito a uma pessoa ou a um número reduzido de pessoas. É de facto uma equipa que vai estender-se desde o Hospital de Bragança até ao Hospital de Mirandela.”
O diretor Clínico destacou ainda que não se trata de uma necessidade em aliviar a unidade de cuidados intensivos do Hospital de Bragança, mas sim estender esta especialidade até Mirandela porque existe essa possibilidade.
“Neste momento, felizmente, a ULS Nordeste tem um quadro de médicos intensivistas suficiente para que o Hospital de Mirandela também possa beneficiar dessa resposta de maior qualidade e mais diferenciada que o Hospital de Bragança já tem. Neste momento, conseguimos constituir uma equipa da qual podemos abdicar de um elemento por dia para estender esta forma de atuação até o Hospital de Mirandela”, frisou.
Além do acompanhamento dos doentes críticos, o médico intensivista assumirá também a coordenação clínica da urgência, da emergência intra-hospitalar e da articulação com a Unidade de Cuidados Intensivos de Bragança, outras unidades do SNS e o INEM, sempre que seja necessária a transferência de doentes.
Rui Terras acredita que este projeto é, do ponto de vista nacional, um modelo de organização clínica “inovador”, sendo a primeira vez a ser realizado num hospital “que não tem cuidados intensivos.” Para o diretor Clínico da ULSNE este modelo é “transformador” no que à forma do doente mais grave ser atendido diz respeito e por isso destacou que estas equipas dispõem de “um know-how, experiência e conhecimento suficiente para lidar de uma forma muito fluente e segura com este tipo de situações.”
Este projeto é ainda considerado pela ULSNE como um ‘pontapé de saída” para que outras unidades de saúde avancem com este modelo.
“É um aspeto que nos orgulha e que eleva muito a capacidade, o nível assistencial e, por consequência, os resultados em saúde que podem ser alcançáveis no Hospital de Mirandela e que de facto as outras unidades locais de saúde, neste momento, ainda não disponibilizam um modelo equivalente àquele que vamos iniciar no dia 1 de julho”, rematou.
A ‘Resposta Avançada de Medicina Intensiva’ vai ser implementada a partir de dia 1 de julho. Será criado um Posto Avançado de Medicina Intensiva e vai servir a população dos concelhos de Mirandela, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, Torre de Moncorvo e Freixo de Espada à Cinta.
domingo, 28 de junho de 2026
Os Serviços Explicam | Unidade de Atendimento Integrado ao Municípe (Balcão Único)
Nesta edição da rubrica “Os Serviços Explicam”, damos a conhecer a Unidade de Atendimento Integrado ao Munícipe (Balcão Único), o serviço de atendimento que aproxima os munícipes da Câmara Municipal de Bragança, prestando informação, apoio e encaminhamento para os diversos serviços municipais.
Conheça melhor este serviço e as suas principais funções.
VERBENAS CONTINUAM A LEVAR ANIMAÇÃO E CONVÍVIO A MIRANDELA
O evento tem juntado animação musical, convívio e oferta gastronómica, num ambiente de celebração que tem atraído centenas de visitantes ao longo dos dias da iniciativa. Segundo a organização, já foram servidas mais de 600 pessoas, num registo que confirma a elevada procura e envolvimento da comunidade.
Com três dias já realizados, a programação continua ainda com novas datas agendadas, nomeadamente este domingo 28 de junho, 4 e 5 de julho, mantendo o espírito de festa, partilha e dinamização do espaço público.
As verbenas têm contado com a colaboração da comunidade local, reforçando o caráter tradicional e participativo desta iniciativa, que alia fé, cultura e convívio.
🎭 𝐎 𝐂𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐁𝐚́𝐬𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐓𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚 𝐚 𝐜𝐫𝐞𝐬𝐜𝐞𝐫 𝐞𝐦 𝐩𝐚𝐥𝐜𝐨 𝐞 𝐧𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞!
Este ano, damos um passo especial: pela primeira vez, os nossos 𝐚𝐥𝐮𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝟕.º 𝐓 𝐞 𝟖.º 𝐓 𝐝𝐨 𝐂𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐁𝐚́𝐬𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐓𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐞𝐦 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐦𝐞 𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐮𝐥𝐚𝐝𝐨 vão apresentar o Espetáculo Final de Ano, 𝐌o𝐬a𝐢c𝐨 𝐓e𝐚t𝐫a𝐥: D𝐮a𝐬 𝐇i𝐬t𝐨́r𝐢a𝐬. U𝐦 𝐄n𝐜o𝐧t𝐫o, no 𝐓𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚𝐧𝐜̧𝐚, 𝐝𝐢𝐚 𝟒 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨, 𝐚̀𝐬 𝟐𝟏𝐡.
Uma oportunidade única para que o seu trabalho, dedicação e talento cheguem a um público ainda mais alargado.
Estamos prontos para subir o pano — e vocês, prontos para aplaudir?
Bétula Studios – Bragança
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| Lagomar, Bétula Studios, são nomes que criam logo à partida grande expectativa. |
Numa cortada à esquerda, a aldeia apareceu-nos uns metros mais à frente. Passamos pelo que nos pareceu ser o centro da pequena aldeia e depois de contornarmos a igreja, um enorme portão de madeira indicava que tínhamos chegado ao alojamento.
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| Não há televisão nos Bétula Studios, mas há livros e, muito bons livros, e depois há a internet para qualquer eventualidade. |
BRAGANÇA RECEBE NOVO FOOTPARK ABERTO À COMUNIDADE NO DIA 30 DE JUNHO
A cerimónia está marcada para as 11h00 e contará com a presença de diversas entidades locais e representantes institucionais ligados ao projeto. O novo minicampo terá como padrinho o antigo futebolista e atual embaixador da Liga Portugal, Nuno André Coelho, cuja trajetória desportiva servirá de inspiração para os jovens utilizadores do espaço.
O projeto integra uma estratégia nacional que prevê a criação e requalificação de dezenas de minicampos em diferentes regiões do país até 2027, promovendo o acesso ao desporto, a inclusão social e a dinamização das comunidades locais.
Além da vertente desportiva, a iniciativa pretende criar espaços de convívio e prática saudável, permitindo que crianças, jovens e restantes utilizadores possam usufruir de infraestruturas modernas e acessíveis.
O projeto FOOTPARK tem Ricardo Quaresma como embaixador nacional e aposta na valorização do território através da criação de espaços destinados à atividade física e ao desenvolvimento comunitário.
ALFÂNDEGA DA FÉ RECEBE ENCONTRO DO PROJETO XPTO DEDICADO AO BEM-ESTAR DIGITAL DOS JOVENS
Este será o segundo Encontro de Grande Envolvência previsto no âmbito do projeto, reunindo cerca de 60 alunos de vários agrupamentos escolares do distrito de Bragança, nomeadamente Abade de Baçal, Miguel Torga, Vimioso e Alfândega da Fé.
Ao longo de dois dias, os participantes terão oportunidade de integrar diversas atividades ligadas à expressão artística, desporto de natureza e momentos de interação, promovendo o convívio, a partilha de experiências e o reforço das relações entre os jovens e as respetivas famílias.
A iniciativa procura também dar visibilidade ao percurso desenvolvido pelos participantes ao longo do projeto, permitindo a apresentação do trabalho realizado e do envolvimento das famílias nas diferentes dinâmicas implementadas.
O projeto XPTO está inserido no programa Portugal Inovação Social, financiado através do Norte 2030 e do Fundo Social Europeu, sendo desenvolvido pela Fundação Casa de Trabalho Dr. Oliveira Salazar com o objetivo de promover uma relação mais equilibrada e consciente com o mundo digital.
MIRANDELA JUNTA PARTICIPANTES EM ENCONTRO DE WALKING FOOTBALL
A atividade foi promovida com o propósito de incentivar hábitos de vida saudáveis, estimular a prática regular de exercício físico e fortalecer momentos de convívio e interação entre os participantes.
Destinada principalmente à população com mais de 50 anos, a modalidade de Walking Football adapta as regras tradicionais do futebol, eliminando corridas e contacto físico, permitindo uma participação mais segura, inclusiva e ajustada às capacidades dos praticantes.
A iniciativa voltou a destacar a importância do desporto como ferramenta de bem-estar físico e social, promovendo o envelhecimento ativo e a participação comunitária.
EXPRESSO TRANSATLÂNTICO ENCERRAM VI BIENAL JORGE LIMA BARRETO COM CONCERTO MEMORÁVEL EM VINHAIS
A atuação ficou a cargo de um dos projetos mais dinâmicos da música contemporânea portuguesa, proporcionando ao público um espetáculo que combinou intensidade sonora, inovação e ligação às raízes musicais.
O concerto encerrou simbolicamente esta sexta edição da Bienal, que ao longo do seu programa destacou a memória e o legado de Jorge Lima Barreto, promovendo também a experimentação artística e o diálogo entre diferentes linguagens criativas.
Com esta apresentação final, o evento reforçou o seu posicionamento como um espaço de encontro entre tradição, contemporaneidade e novas formas de expressão cultural.

































