É possível viver sem fingir que se vive.
É possível ser homem.
É possível ser livre livre livre."
BRAGANÇA
Macedo de Cavaleiros reafirma-se como um território de referência, onde a 𝐚𝐠𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐚𝐬𝐬𝐮𝐦𝐞 𝐮𝐦 𝐩𝐚𝐩𝐞𝐥 𝐞𝐬𝐬𝐞𝐧𝐜𝐢𝐚𝐥 na identidade, na economia e no desenvolvimento local.
O 𝐄𝐱𝐞𝐜𝐮𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐚 𝐮𝐦 𝐚𝐠𝐫𝐚𝐝𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐞𝐬𝐩𝐞𝐜𝐢𝐚𝐥 𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐫𝐢𝐛𝐮𝐢́𝐫𝐚𝐦 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐬𝐮𝐜𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐚 𝐀𝐆𝐑𝐈𝐍𝐎𝐑𝐃𝐄𝐒𝐓𝐄, com o seu trabalho, empenho e dedicação, assim como a todos 𝐦𝐚𝐜𝐞𝐝𝐞𝐧𝐬𝐞𝐬 𝐞 𝐯𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 que passaram pelo Parque Municipal de Exposições.
Seguimos unidos, com o 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐫𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐞 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫𝐢𝐳𝐚𝐫 𝐚𝐪𝐮𝐢𝐥𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐞́ 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨.
Para iniciar esta noite memorável, convidámos o inigualável Bruno Sendas, artista brigantino, finalista do The Voice Portugal 2025, que muito nos honra.
Bilhetes à venda AQUI.
Os poucos habitantes, de rostos marcados pelo tempo, eram gentes de mãos calejadas, mas de coração aberto. As casas, feitas de pedra e madeira, pareciam esconder histórias que poucos queriam contar.
Entre eles vivia o senhor Alberto, um homem de quem ninguém sabia a idade. Homem de barba branca e olhos serenos. Costumava sentar-se junto à fonte com o seu cajado e contava histórias às crianças, contos de lobos que falavam, de mouras encantadas que apareciam nas noites de luar, e de pastores que, guiados pelas estrelas, encontravam sempre o caminho de volta para casa.
Certa vez, numa noite de Inverno em que a neve cobriu a aldeia como um manto, a fonte começou a secar. O murmúrio da água calou-se, e os habitantes ficaram inquietos. Sem aquela nascente, não haveria vida na aldeia.
Foi então que o senhor Alberto, com a paciência de quem escuta a alma das pedras, pediu às crianças que o acompanhassem. “As fontes”, dizia ele, “não secam de repente. Às vezes, apenas adormecem à espera de um gesto de ternura.”
Guiados pela lua, subiram até ao sopé do monte, onde as lendas diziam que vivia uma moura de olhos azuis e esverdeados. As crianças, com coragem e inocência, cantaram canções antigas que as suas avós lhes tinham ensinado. E, segundo se conta, a moura apareceu, a sorrir. Disse que a fonte tinha adormecido porque já não ouvia histórias, já não sentia o calor das vozes humanas.
Na manhã seguinte, quando regressaram, a água corria novamente, límpida e fresca, como se fosse o coração da própria aldeia.
A partir desse dia, todas as noites havia gente que se juntava no largo da aldeia para contar uma história. Podia ser um conto inventado, como este, uma memória antiga ou até uma simples canção de embalar. E a Fonte Velha nunca mais deixou de correr, porque descobriu que o segredo da sua nascente estava na ternura das vozes que a rodeavam.
Ainda hoje, quem por lá passa, garante ouvir no som do correr da água os risos das crianças e as histórias que o tempo nunca apagou.
… Precisamos, ainda hoje, de ouvir as vozes que podem manter a água a correr nas fontes, em todas as fontes da vida…
Os fantásticos Lagos do Sabor recebem pela quarta vez consecutiva o Grande Encontro de Stand Up Paddle (SUP) e Kayak, no próximo dia 4 de junho. O evento promete reunir participantes de todas as idades num ambiente de convívio, aventura e contacto com a natureza, tendo como cenário a paisagem única dos Lagos do Sabor.
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No dia 9 de maio, a população da União de Freguesias de Vale de Frades e Avelanoso, participou na sessão de apresentação e auscultação do projeto eólico de Avelanoso, tendo os habitantes locais expressado interesse no retorno financeiro mas também receio e preocupação com os impactos para a saúde pública e o condicionamento de atividades como a agricultura, o turismo e a caça.
Já os alunos do 9.º ano participaram em ações dedicadas à violência no meio escolar, com enfoque na prevenção de comportamentos de risco, na importância do respeito mútuo e na adoção de atitudes responsáveis dentro e fora da comunidade educativa.
A iniciativa contou ainda com o acompanhamento da CLDS do Município de Freixo de Espada à Cinta, reforçando a articulação entre as entidades locais na promoção de uma escola mais segura e inclusiva.
Com estas ações, a Guarda Nacional Republicana pretende continuar a sensibilizar os jovens para a importância de relações saudáveis e de uma convivência assente nos valores do respeito, da tolerância e da responsabilidade social.
A primeira ação realizou-se esta segunda-feira, em Passos, na Escola de Baixo. Seguem-se novas sessões em Alvites, no próximo dia 19 de maio, às 18h00, na Casa do Povo, e em Vale de Gouvinhas, a 26 de maio, pelas 14h30, na sede da Junta de Freguesia.
Ao longo das iniciativas serão abordadas medidas de prevenção, procedimentos de segurança, formas de alerta precoce e estratégias de atuação em caso de incêndio, procurando envolver a comunidade numa cultura de maior vigilância e responsabilidade partilhada.
A organização sublinha que a prevenção continua a ser a ferramenta mais eficaz no combate aos incêndios florestais, apelando à participação da população nestas sessões de esclarecimento, especialmente numa região onde as condições meteorológicas e a extensão da área florestal aumentam a vulnerabilidade ao fogo durante a época mais quente do ano.
Entre as peças em destaque encontram-se várias representações inspiradas no concelho de Miranda do Douro, com especial enfoque nas ruas e casas da vila de Sendim, no emblemático Burro de Miranda e nos tradicionais Pauliteiros de Miranda, símbolos culturais profundamente ligados à identidade da região.
A iniciativa reforça a aposta cultural do concelho na promoção das artes e na valorização do património local através de diferentes formas de expressão artística.
A exposição “Dois Horizontes” estará patente ao público até ao próximo dia 4 de julho, permitindo aos visitantes apreciar esta coleção na Casa da Cultura de Miranda do Douro.
A autarquia de Torre de Moncorvo sublinha que não aceita a prolongada indefinição do processo, defendendo que o interior do país, nomeadamente o Douro Superior e Trás-os-Montes, tem contribuído de forma significativa para o sistema energético nacional, suportando simultaneamente os impactos ambientais, territoriais e sociais decorrentes da instalação destas grandes infraestruturas.
O presidente da Câmara Municipal, José Meneses, considera “incompreensível” a posição da EDP, afirmando que as populações destes territórios aguardam há demasiado tempo por aquilo que classifica como justiça fiscal.
“Não estamos a pedir qualquer favor. Estamos a exigir o cumprimento de um direito legítimo da nossa região, o reconhecimento do contributo histórico destes territórios e o devido retorno para as populações que suportaram os impactos destas infraestruturas”, afirmou o autarca.
José Meneses reforça ainda que o tema ultrapassa a esfera estritamente administrativa ou jurídica, sublinhando que durante décadas as barragens produziram riqueza e energia para o país, enquanto as comunidades locais enfrentaram transformações profundas na paisagem e no quotidiano.
O Município apela à Autoridade Tributária para que atue com maior celeridade e rigor na resolução do processo, garantindo a efetiva cobrança dos montantes em causa e assegurando a devida informação e envolvimento dos municípios abrangidos.
A autarquia dirige ainda um apelo ao Governo para que acompanhe o caso com especial atenção, defendendo que os territórios do interior não devem ser apenas valorizados enquanto fornecedores de recursos energéticos, mas também devidamente compensados de forma justa e equilibrada.
Torre de Moncorvo garante que continuará a acompanhar o processo em articulação com os restantes municípios envolvidos, reafirmando a sua determinação em defender os interesses da região e das suas populações, num processo que considera ser de justiça, equidade e dignidade territorial.
Recorde-se que, em 2016, a autarquia registava uma dívida na ordem dos 20 milhões de euros, situação que levou o município a integrar a lista nacional de entidades em excesso de endividamento e a recorrer ao Fundo de Apoio Municipal.
Também o presidente da Assembleia Municipal de Alfândega da Fé, Francisco José Lopes, destacou, no discurso oficial das comemorações do feriado municipal, que este representa um passo determinante para a capacidade de decisão da autarquia:
A aprovação das contas relativas ao exercício de 2025 foi realizada no passado mês.
“Claro que me comove este aspecto de reconhecimento oficial dos meus talentos de fotografo. Sim estou muito comovido. Desde logo, para nós, é formidável ter um centro de fotografias cá em Bragança, sendo que somos da Bretanha, em França. Depois, há também, na periferia de Bragança, um hotel de luxo inteiramente decorado com as minhas fotos o que é incrível.”
A medalha foi entregue, ontem, numa cerimónia que tem como objetivo reconhecer o contributo do fotografo à cidade, explica a autarca do município, Isabel Ferreira.
“Sobretudo homenagear o legado que deixa, em particular ao concelho de Bragança. Depois também é intenção do Jorge Dussaud e da sua família fazerem mais uma doação à Câmara Municipal de Bragança para aumentar o espólio que temos e por isso também estamos a acertar o protocolo da doação. Eu quero sublinhar que se trata de toda uma vida de uma pessoa com um talento ímpar e único, mas que pôs esse talento ao serviço de Bragança, do território, do património natural e paisagístico e cultural que temos, e portanto é um verdadeiro embaixador de Bragança.”
O arquivo que será agora cedido pela família Dussaud ao município de Bragança e ao Museu Abade de Baçal reúne várias obras. Para a esposa de Georges Dussaud, Christine, esta é “uma retribuição” justa para a cidade.
“Bragança deu-nos muito, portanto é um retorno justo, retribuir com os arquivos. Penso que as pessoas vai encontrar as suas raizes e é tão importante a memória, porque o presente foi construido pelo passado. É ele quem nos constrói também. Agora temos de fazer a listagem do espólio.”
Também o diretor do Museu Abade de Baçal, Jorge da Costa, se mostrou satisfeito pela maioria do espolio de Georges Dussaud ficar em Bragança.
“Esta nova doação agora de maioria acervo, sobretudo dos negativos, que são obviamente provas extraordinárias, que deixarão aqui à cidade, tanto ao centro de fotografia, como ao Museu do Abado de Baçal. Portanto, toda a obra do Jorge Dussaud acaba por ficar aqui em Bragança”, disse.
Questionado sobre futuros projetos a realizar com os trabalhos do fotografo francês, Jorge da Costa, adianta que o objetivo será “constinuar a mostrar o trabalho” de Dussaud.
“Ainda não há nenhum projeto em mente, mas sim, a ideia é continuar a mostrar o trabalho Dussaud, obviamente nas suas diferentes vertentes. Os Dussaud, o Georges e a Christine, têm um acervo extraordinário, desde fotografias em Bragança, concelho, em Portugal inteiro, no Barroso, no Douro, mas também na Irlanda, na India, portanto todo esse acervo ficará aqui à disposição do público brigantino”, rematou.
Georges Dussaud começou a desenvolver trabalhos fotográficos internacionais em países como Portugal, Irlanda e Cuba. O seu espólio referente à cultura portuguesa remete aos anos 80. Agora homenageado por Bragança, onde tem um centro de Fotografias com o seu nome, decidiu doar os arquivos à cidade brigantina.
Isabel Ferreira não só confirma como adianta que a declaração de impacto ambiental já está pronta e será enviada em breve. “Tenho estado em conversações com a própria CCDRN, também com a estrutura de Missão Recuperar Portugal e naturalmente com o Governo, no sentido de garantir e cumprir aquilo que o primeiro-ministro se comprometeu, que foi financiar esta estrada independentemente da fonte de financiamento, se é PRR ou outra. Estamos também a aguardar a declaração de impacte ambiental que por informação do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente clarificou que está pronta e, portanto, que será enviada em breve. Espero que seja positiva, naturalmente favorável com algumas condicionantes como é normal, mas é isso que esperamos”, disse a autarca.
Do lado do Governo, a autarca diz que ainda não houve retorno mas recuar não é opção, sobretudo por existir investimento do município. “Estamos em período de audiência prévia através da notificação que recebemos e iremos contestar naturalmente porque o município de Bragança teve despesa porque já financiou o projeto de execução e a emissão da Declaração de Impacte Ambiental. Portanto, pese embora o atraso que houve, que não é imputável a este executivo, estamos empenhados em que não haja devolução de verbas”, concluiu.
Apesar de ter sido atribuída a verba de 16 milhões de euros pelo PRR, o valor da obra já ronda os 30 milhões.
O apoio financeiro era assegurado pelo PRR mas a obra tinha de ser executada até junho. No entanto ainda aguarda a emissão da declaração de impacte ambiental.
Ao longo do dia, o programa integra a chegada das aeronaves, visitas estáticas, briefings temáticos, batismos de voo, uma palestra promovida pela APAU e momentos de convívio entre participantes, pilotos e visitantes.
A realização deste evento ganha especial significado num momento em que o Aeródromo Municipal de Mirandela revalidou recentemente a sua certificação, emitida pela Autoridade Nacional de Aviação Civil, na sequência de investimentos promovidos pela Câmara Municipal para reforçar as condições de segurança, operacionalidade e conformidade regulamentar da infraestrutura.
Entre as intervenções realizadas destacam-se a repintura da pista e atualização da sinalização, a instalação de um sistema de controlo de acessos, melhorias na vedação, trabalhos de movimentação de terras e a atualização do manual de regras de voo visual. Estas melhorias permitiram assegurar a revalidação da certificação por um período de cinco anos.
A iniciativa constitui também uma oportunidade para dar maior visibilidade ao Aeródromo Municipal de Mirandela, aproximando a população da atividade aeronáutica e evidenciando o papel deste equipamento no dinamismo associativo, operacional e territorial do concelho.
ℹ Mais informações junto do Aero Clube de Mirandela ou através do contacto de e-mail acmirandela@gmail.com
Venha daí descobrir connosco a natureza do Parque Natural do Douro Internacional no esplendor da primavera!
Atividade gratuita, mas com inscrição obrigatória.
Mais informação e inscrições AQUI.
No dia 15 de maio, às 14h30, a Escola de Sendim vai encher-se de amor, memórias e muita animação. Vamos celebrar a partilha, os afetos e a sabedoria no nosso Encontro Intergeracional.
Será uma tarde muito especial dedicada a:
Traga os seus sorrisos e venha viver este momento único com os mais novos. A presença da família é o maior tesouro para as nossas crianças!