Trabalhos feitos por administração direta, que permitem resolver mais depressa e aproveitar melhor os recursos do Município.
É trabalho diário, muitas vezes discreto, mas indispensável!
BRAGANÇA
É trabalho diário, muitas vezes discreto, mas indispensável!
Neste novo artigo da série “Abra espaço para a natureza”, Carine Azevedo abre-nos um novo mundo de possibilidades para criarmos e aproveitarmos um espaço verde com os mais novos. Vale tudo, mesmo uma pequena varanda.
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| Foto: congerdesign/Pixabay |
As crianças passam demasiado tempo agarradas aos dispositivos digitais. Por isso, é fundamental proporcionar-lhes oportunidades para explorar e aprender na natureza. As experiências ao ar livre, como a simples observação de insetos polinizadores e a descoberta de aromas e cores, estimulam a curiosidade natural e o respeito pelo ambiente.
Um jardim educativo pode ser uma forma poderosa de incentivar as crianças a deixar os equipamentos eletrónicos de parte, para saírem e explorarem o ar livre e ligarem-se com o meio ambiente natural local. Nestes espaços verdes, podem aprender sobre biodiversidade, sustentabilidade e a importância da conservação da natureza, ao mesmo tempo que se divertem.
A chave para criar um jardim educativo e dedicado aos mais novos está na diversidade de experiências que este oferece. Neste artigo, vou partilhar algumas ideias para tornar o jardim mais cativante e estimulante para os mais novos.
Áreas temáticas
Dividir o jardim em diferentes áreas temáticas permite criar ambientes específicos que estimulam a curiosidade das crianças. Cada área pode ser projetada com plantas e elementos que enfatizam um aspeto sensorial ou educativo, proporcionando um espaço diversificado para exploração e aprendizagem ao ar livre.
Plantas nativas como a esteva (Cistus ladanifer), a urze (Calluna vulgaris), o medronheiro (Arbutus unedo), o azevinho (Ilex aquifolium), a estevinha (Cistus salviifolius) e outras oferecem uma variedade de texturas interessantes para as crianças explorarem através do toque e da observação.
Incluir plantas com diferentes texturas, aromas e cores estimula os sentidos e incentiva a aproximação com a natureza desde cedo, promovendo o respeito pelo ambiente e pela biodiversidade local.
Atividades interativas
Além de criar áreas temáticas diversificadas, também podem incluir-se atividades interativas no jardim para encorajar as crianças ao exercício físico e promover a exploração, a descoberta e a aprendizagem. Estas atividades são fundamentais para desenvolver habilidades motoras, cognitivas e emocionais:
1. Observação da vida selvagem
Guiar as crianças na observação de insetos polinizadores como abelhas e borboletas que visitam as flores do jardim ensina-as sobre a importância da polinização, mas também permite que as crianças vejam de perto a interação entre plantas e animais.
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| Abelhão pousado em flores de urze. Foto: Bea.miau/Wiki Commons |
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| Borboleta-maravilha (fêmea). Foto: Jean-Pol-Grandmont/Wiki Commons |
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| Folhas de outono. Foto: Joana Bourgard/Wilder |
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| Flores de primavera. Foto: Inês Sequeira/Wilder |
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| Pisco-de-peito-ruivo. Foto: Christiane/Pixabay |
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| Flores numa varanda. Foto: João Arquimedes/Pixabay |
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| Margaridas. Foto: RÜŞTÜ BOZKUŞ/Pixabay |
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| Joaninha. Foto: Myriams/Pixabay |
É preciso intervir em todo o Monte de São Bartolomeu e em toda a sua envolvência. Precisa mesmo deste projeto integrado”, indicou a autarca sublinhando que o protocolo permite a submissão da candidatura em breve.
Longe de ser um mero arranjo de secretaria, este entendimento desenha um Pacto de Solidariedade Ativa, provando que o progresso regional exige a união entre a herança histórica, o poder político e a responsabilidade social. O texto, discutido em tempo recorde graças à calejada experiência do Dr. João Rodrigues, Diretor do Ambiente, e ao empenho da Presidente da Câmara, Prof.ª Doutora Isabel Ferreira, reconhece a titularidade do Cabido sobre o Artigo Matricial 2693, regulando o usufruto público do Planalto. A Igreja pede travão à proliferação desordenada de betão, assumindo a Ecologia Integral da “Laudato Si” na preservação do silêncio, da fauna, da flora e da matriz religiosa do adro e da Capela.
Como as contas da Igreja carecem de dotação para engenharia urbana, multiplicamos pães, mas não euros, a reabilitação da Capela apoia-se na candidatura de 100.000€ ao Subprograma 2 da DGAL. Diante do bloqueio de Lisboa, que suspendeu a linha, o Cabido conta com a liderança municipal para continuar a exigir o resgate das verbas, amparadas pelo cofinanciamento camarário de 30% (até 30.000€). Na montanha Transmontana a conservação dos templos, capelas e santuários, reclamam pela sua função comunitária melhor comparticipação pública.
O Cabido conta ainda com a Prof.ª Doutora Isabel Ferreira para levar o cabeço ao cimo, tal como elevou o Centro de Investigação de Montanha (CIMO) na atual Universidade Politécnica de Bragança (UPB), a instituição do nosso profundo contentamento. Sendo conhecedora de ambos, bem podia fazer com que o monte fosse um laboratório vivo e o CIMO ganhasse prémios internacionais lá no alto! Apela-se ao brio dos técnicos, confiando em que não hesitarão em resgatar as diretrizes do estudo de 2010 do Prof. Doutor Sidónio Pardal, para que a identidade da nossa pedra seca, do xisto e do granito vença o facilitismo do cimento.
A fina ironia transmontana fez-se notar ao visionar os “slides” das obras. Um amigo, reparando nos gráficos em 3D, observou: “Repara na eficiência do projetista! Conseguiu remover, sem quaisquer atritos, as torres de betão por detrás da Capela. Não fiques triste, olha que bonito fica!” No ecrã a harmonia visual venceu, mas no mundo real o gigante das telecomunicações teima em operar num regime de «linhas cortadas» e de uma informalidade hertziana que urge sintonizar.
Esta assinatura coroa três anos de trabalho consecutivo e celeridade municipal merecedora de aplauso. Tanto assim é que, entusiasmado com o horizonte, o Cónego Silvério Pires fez um pedido público a D. Nuno Almeida: “Logo a seguir à conclusão das obras, esperamos a elevação canónica da Capela a Santuário Diocesano.” Bragança agradece.
Porque o total dos impostos que o Ministério Público apurou, após uma investigação, aponta 335, 2 milhões de euros a cobrar, nomeadamente 114,6 milhões em IRC, as duas parcelas de Imposto do Selo, uma de 108,6 milhões e outra no valor de 12,2 milhões (a única liquidada), mais o Imposto Municipal sobre Transações Onerosas de Imóveis, no valor de 99,6 milhões.
Até ao momento as notas de liquidação dizem respeito às Câmaras Municipais de Alijó, Torre de Moncorvo, Miranda do Douro e Mogadouro, como potenciais beneficiárias, no conjunto de 10 municípios da área afetada pelos empreendimentos hidroelétricos que têm direito a essas verbas, como Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e Murça.
As candidaturas devem ser submetidas através do Balcão dos Fundos, até às 18h00 do dia 30 de setembro de 2026.
Mais informações AQUI.
Circulação condicionada:
Em setembro, há mais para viver no Centro Histórico.
Entre as medidas já concretizadas, sobressai a criação do Posto Avançado de Medicina Intensiva na Unidade Hospitalar de Mirandela, uma resposta destinada a reforçar a capacidade de acompanhamento de doentes em situação clínica grave.
Em funcionamento desde 1 de julho, o serviço já prestou assistência a mais de 70 doentes em estado crítico, reforçando a capacidade de resposta diferenciada da unidade hospitalar e aproximando este tipo de cuidados das populações do território.
Durante o encontro foram igualmente abordados outros projetos que se encontram em estudo e que poderão representar uma mudança significativa na prestação de cuidados de saúde em Mirandela e na região, tanto no âmbito dos cuidados de saúde primários como da resposta hospitalar.
A ULS do Nordeste e a Assembleia Municipal de Mirandela reforçam, desta forma, uma articulação institucional centrada na identificação de problemas e na construção de respostas capazes de melhorar o acesso e a qualidade dos cuidados prestados à população.
Pai de quatro filhos, avô de sete netos e bisavô de cinco bisnetos, celebrou também este ano 70 anos de casamento.
O Presidente da Câmara Municipal, Sérgio Borges, marcou presença na celebração e ofereceu ao centenário um cajado de pastoreio, numa homenagem simbólica à profissão que exerceu durante toda a vida.
Os proprietários estão cada vez mais desmotivados pois vivem numa situação de “pescadinha de rabo na boca”: Se plantam os terrenos, têm prejuízos porque “a natureza” destrói os investimentos; Se não os limpam, são autuados porque podem destruir a natureza. Não há quem entenda o Estado. Em vez de servir a população, o Estado foge com a sua responsabilidade esbarrando-se na burocracia como a sua maior aliada”, acrescenta a mesma nota reiterando o seu descontentamento face à situação que classificam “de falta de controlo das espécies animais por parte do ICNF”.
O Mensageiro aguarda ainda informação sobre o assunto solicitada ao ICNF.
Há décadas que a nova ligação entre Carção e Vimioso, cerca de 11 quilómetros, é reclamada. “Continuamos céticos. Só que agora o ceticismo reduziu alguma coisa. Quero acreditar que 45 milhões é um orçamento que pode permitir que os empreiteiros venham à obra, que façam contas bem feitas, por forma a que seja exequível”, referiu.
A obra é urgente. Segundo o autarca a estrada atual aponta sinais evidentes de degradação. “Situações de perigosidade, como deslizamento de terras, pedras que caem na via com a chuva e a estrada apresenta fendas preocupantes”, descreveu António Santos.
Este novo concurso vê a verba reforçada, com mais 15 milhões de euros do que o primeiro lançado, que não obteve propostas válidas.
Esta obra faz parte de um plano alargado de modernização da rede viária do Nordeste Transmontano, aguardada há décadas, uma vez que facilitará sobremaneira a acessibilidade no concelho de Vimioso, nomeadamente à vila e a Bragança. O financiamento é assegurado pelo governo através do Orçamento do Estado.