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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Festas, Festividades e Eventos

Dr. Cruz

🌿Estão oficialmente abertas as inscrições para as XXXII Jornadas Pedagógicas de Educação Ambiental!

 De 10 a 13 de setembro de 2026, a cidade de Bragança recebe mais uma edição deste encontro de reflexão, partilha e construção coletiva em torno da Educação Ambiental e da sustentabilidade.

Este ano, as Jornadas decorrem sob o tema:

“Educação Ambiental e Coesão Territorial: por que escolhemos ficar?”

Uma reflexão sobre os territórios, as comunidades, a valorização dos saberes locais, a sustentabilidade e o papel da Educação Ambiental na construção de futuros mais justos, resilientes e ligados ao lugar.

Inscrições já disponíveis AQUI.

Junte-se a nós nesta caminhada por uma educação transformadora e por territórios mais sustentáveis! 

Semear para colher!

Por: Jorge Oliveira Novo
(Colaborador do Memórias...e outras coisas...)


 Os ventos que sopram do mundo, evidenciam a necessidade de repensar o modo como se impulsionam, apoiam e regulam as atividades do setor primário.

Por conseguinte, temas ligados à agricultura, à pecuária, à silvicultura, à apicultura, etc, devem entrar no léxico dos políticos e das políticas e merecer bem mais espaço mediático que outros temas banais ligados à bolha bem pensante das grandes urbes e dos comentadores de serviço!

Para regiões como a nossa, é mesmo necessário e urgente que se dê voz e se escutem os que, dia após dia, lavram a terra, cuidam dos rebanhos, preservam a natureza e a vida selvagem e mantêm vivo este Interior do país.

Só escutando quem vive do campo resultará no desenho de políticas justas e eficazes, capazes de garantir rendimento digno e futuro com esperança a quem permanece no território e o quer trabalhar.

Reclama-se medidas emergidas, não de gabinetes distantes e alheadas de todos os que vivem do campo, mas do diálogo verdadeiro com as organizações de produtores, as associações representativas, as cooperativas e as comunidades locais, onde não se podem eximir às suas responsabilidades as Câmaras Municipais e as Assembleias Municipais e Assembleias de Freguesia.

Medidas nacionais e de âmbito europeu que apontam para que se comece a preparar aquela que virá a ser a nova Política Agrícola Comum (PAC), prevista para 2027.

Em todo o caso, um dos grandes desafios a que devem responder é o acesso e sucesso da profissão agrícola em condições de justiça e dignidade. A terra não pode ser fonte de sacrifício ou missão de alguns. É essencial garantir que qualquer pessoa que deseje tornar-se agricultor ou criador de gado ou apicultor, etc, possa fazê-lo sob enquadramento necessário — técnico, fiscal, formativo e financeiro — para viver com dignidade e estabilidade. Isto passa por simplificar burocracias, desburocratizar os apoios e criar um verdadeiro sistema de acompanhamento e capacitação dos novos agricultores.

O rejuvenescimento do setor é outra prioridade incontornável. A agricultura precisa de jovens. Precisa da sua energia, da sua inovação, da sua visão. E os jovens, por sua vez, precisam de acreditar que há futuro na agricultura. Isso significa tornar as explorações agrícolas rentáveis, valorizando os produtos e assegurando condições para investir com confiança. A criação de programas específicos para jovens agricultores, com apoio à instalação, formação prática e incentivos fiscais, é essencial.

Merecem igualmente especial atenção a apicultura, a criação de raças autóctones e toda uma possível fileira de indústria agroalimentar de base local com o saber do Instituto Politécnico de Bragança. São áreas que valorizam os recursos naturais, geram emprego, promovem a biodiversidade e contribuem para a identidade cultural do território. Estes setores devem ser claramente favorecidos, com medidas concretas de estímulo à produção, à certificação de qualidade e à exportação.

Tem-se falado muito das taxas Trump, contudo elas alertam para algo importante: não é justo que não se implemente a reciprocidade nas exigências e nas taxas aplicadas aos produtos oriundos de fora da União Europeia. Não é admissível que os nossos produtores estejam sujeitos a normas ambientais, sanitárias e laborais exigentes — como deve ser —, enquanto produtos importados entram no mercado europeu sem as mesmas obrigações. A defesa da produção nacional passa por garantir regras iguais para todos e proteger o consumidor com alimentos seguros e de qualidade.

Importa, igualmente, conciliar agricultura e ambiente. A proteção ambiental deve ser incentivadora e não punitiva, valorizando quem mantém o território vivo e previne os riscos de abandono, incêndio e desertificação.

O que está em causa é o futuro, o modo de vida de pessoas e a sustentabilidade de um país que precisa, mais do que nunca, do seu setor primário.

Jorge Manuel Esteves de Oliveira Novo (Professor)

Festival R’Onor volta a unir dois países e duas culturas através da música e das tradições

 O Festival R’Onor regressa, nos dias 17, 18 e 19 de julho, à aldeia raiana de Rio de Onor, no concelho de Bragança.


A iniciativa, que já vai na 8.ª edição, volta a unir dois países e duas culturas através da música, da tradição, da gastronomia e de muita animação.

O festival decorre numa aldeia dividida entre Portugal e Espanha e é organizado pela associação Montes de Festa, contando com um investimento de 30 mil euros.

A principal novidade deste ano será a instalação de um palco no lado espanhol da aldeia, de forma a envolver também essa parte da comunidade, como destaca o presidente da associação, Rúben Monteiro:

Outra das novidades é a abertura do festival com um sunset, aproveitando a envolvente paisagística da aldeia:

Rúben Monteiro destaca também algumas das principais atrações musicais desta oitava edição:

A aldeia, que durante o ano conta com cerca de 30 habitantes, deverá ganhar vida e movimento ao longo do fim de semana, com expectativas muito positivas por parte da organização:

O festival conta ainda com um mercadinho, que reúne cerca de 30 expositores de produtos endógenos. Entre os momentos mais marcantes do programa estão também a ronda cultural e a ronda das adegas.

O slogan deste ano é “Um festival, dois países, três palcos”.

A entrada é gratuita.

Fotografia: Festival D’Onor 2025

Maria João Canadas

Município avança com candidatura para transformar Bragança num Food Valley

 Tornar Bragança num Food Valley é uma intenção do município de Bragança, um projeto que já tinha sido avançado na altura que o atual executivo tomou posse.


Agora, a presidente da câmara de Bragança, Isabel Ferreira, revelou que já avançou com a candidatura no valor de dois milhões de euros.

“Esteve aberta uma candidatura europeia, precisamente para estes projetos de desenvolvimento também urbano, mas a nível europeu” e que a autarquia já submeteu essa candidatura, precisamente na semana anterior à realização da Feira Agrícola. “Submetemos com sucesso e o tema dessa candidatura é precisamente criar um centro de mostra de produtos, de inovação, onde tantas tecnologias que se desenvolvem e que nós acabamos por ver só, por exemplo, nos momentos como este em que há feiras e as pessoas vêm mostrar só pontualmente, mas passamos a ter um edifício onde esses produtos possam estar permanentemente para que investidores possam visitar e poder permitir que tudo isto ganhe escala”, avançou.

Esta será uma forte aposta, devido à presença de muitas empresas agrícolas no concelho e na região, segundo Isabel Ferreira. “Se há setor de atividade económico em que vale a pena tentarmos conquistar uma centralidade é o agroalimentar. Bragança deve ser um food valley neste sentido de que tem muitas empresas agrícolas, tem investigação, tem inovação e, portanto, também devemos acelerar aqui a transferência de tecnologia e conhecimento dos centros de investigação para as empresas, para, posteriormente, termos novos produtos”, explicou.

Referiu ainda que “um dos principais problemas tem precisamente a ver com a falta de investimento e de capital de risco em áreas que de facto têm risco, como é o caso das áreas de biotecnologia, as áreas de desenvolvimento tecnológico em geral. Nós precisamos de ter investidores que acreditem nos produtos desenvolvidos e que os levem ao mercado, dando-lhes escala”.

O centro será criado na antiga cooperativa agrícola de Bragança, mas são necessárias obras.

“Esse centro tem esse objetivo. Não vamos querer inventar muito em termos de obra. Nós queremos é tornar o edifício funcional. Ele, claro que precisa de obra, naturalmente, mas por dentro tem todas as características para aquilo que nós pretendemos e, portanto, um dos objetivos é também essa reabilitação”, concluiu.

Festas, Festividades e Eventos

quinta-feira, 2 de julho de 2026

Festas, Festividades e Eventos

‘Sabor, Linha de Memórias’ um livro que resgata a ligação ferroviária entre o Pocinho e Duas Igrejas

 Vai ser apresentado no próximo sábado, 4 de Julho, o livro " Sabor, Linha de Memórias", numa sessão no espaço Alma’Arte, no Porto, que resgata histórias e vivências da antiga ligação ferroviária entre as estações de Pocinho (Vila Nova de Foz Côa) e Duas Igrejas (Miranda do Douro).


O projeto mobilizou um grupo de investigadores, fotógrafos, colecionadores de modelismo e de objetos ferroviários, ou, simplesmente, de "amigos" dos comboios, alguns oriundos do concelho de Torre de Moncorvo, que além do livro, incluiu uma tertúlia e uma exposição subordinada a este tema.

A Linha do Sabor, que representou uma ligação muito importante nos concelhos de Miranda do Douro, Mogadouro e Torre de Moncorvo por permitir o acesso à Régua e ao Porto encerrou na década de 80. Parte dela, nomeadamente o troço do concelho de Torre de Moncorvo foi transformada em ecopista, e a estação da vila foi recuperada. A maioria das estações e apeadeiros ao longo da linha estão votadas ao abandono e em avançado estado de degradação.

O livro "Sabor, Linha de Memórias", reúne textos de investigação, mas também registo de memórias, contadas por quem trabalhou na antiga Linha do Sabor, ou por quem guarda memórias de vivências a ela associada, incluindo ainda um vasto capítulo de fotografias, históricas e atuais, que apresentam as estações e apeadeiros do Sabor. A apresentação do livro será enquadrada nesta Tertúlia, que se pretende que seja também um momento de partilha de experiências, aberta a quem Trata-se de uma organização conjunta da ATRPT (Associação de Trabalhadores e Reformados da PT), da APAC (Associação Portuguesa dos Amigos dos Caminhos de Ferro) e da AEC-PT (Association Européenne des Cheminots - Portugal).

Glória Lopes

A 𝒑𝒓𝒐𝒄𝒖𝒓𝒂 𝒅𝒐𝒔 𝒐𝒃𝒋𝒆𝒕𝒐𝒔 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒅𝒊𝒔𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔 𝒅𝒐 𝑼𝒏𝒊𝒗𝒆𝒓𝒔𝒐

 No próximo dia 𝟑 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨, às 𝟐𝟏𝐡𝟑𝟎, realiza-se o 𝟏𝟏𝟑.º 𝐂𝐚𝐟é 𝐝𝐞 𝐂𝐢ê𝐧𝐜𝐢𝐚, com a participação de 𝐏𝐚𝐮𝐥𝐨 𝐀𝐟𝐨𝐧𝐬𝐨.


𝗧𝗲𝗺𝗮: A 𝒑𝒓𝒐𝒄𝒖𝒓𝒂 𝒅𝒐𝒔 𝒐𝒃𝒋𝒆𝒕𝒐𝒔 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒅𝒊𝒔𝒕𝒂𝒏𝒕𝒆𝒔 𝒅𝒐 𝑼𝒏𝒊𝒗𝒆𝒓𝒔𝒐

Paulo Afonso é licenciado e mestre em Física e Astronomia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, tendo prosseguido os seus estudos de mestrado e doutoramento na Universidade da Califórnia e na Universidade Técnica de Munique/Instituto Max Planck de Física Extraterrestre, na área da astrofísica de altas energias. A sua investigação centra-se em explosões de raios gama e quasares, alguns dos objetos mais distantes do Universo. Ao longo do seu percurso, esteve na Antártida, realizou estudos de fisiologia de voo na Força Aérea Portuguesa e chegou a voar em gravidade zero. Atualmente, é professor associado de Astronomia no American River College (Sacramento, Califórnia), onde leciona a estudantes universitários. Paralelamente, dedica-se à história dos Descobrimentos, tendo realizado importantes descobertas documentais e cartográficas sobre João Rodrigues Cabrilho, o navegador transmontano que descobriu a Califórnia em 1542–1543.

Natural de Outeiro, Bragança, preside atualmente à Associação Castelo de Octeyro.

Não perca esta viagem fascinante pelo Universo!

🧸 O Centro de Arte Contemporânea Graça Morais foi palco da inauguração oficial da exposição de Michel Bassompierre.

 Pela primeira vez em Portugal, a obra de um dos mais reconhecidos escultores contemporâneos dedicados ao mundo animal pode ser visitada em Bragança, numa exposição que se estende do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais ao espaço público da cidade.

Este verão, o Centro Histórico de Bragança está mais vivo do que nunca!

 De 3 de julho a 30 de agosto, aproveite um programa repleto de animação, música, cultura e atividades para toda a família.
Para proporcionar um espaço mais seguro, agradável e convidativo, decorrerá um projeto-piloto de pedonalização temporária, com acesso condicionado no Centro Histórico durante os fins de semana.

Venha viver, descobrir e desfrutar do coração da cidade!

Tradições com Raízes - PINELA

No próximo dia 𝟎𝟖 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨, pelas 𝟏𝟔𝐡𝟎𝟎, no auditório do 𝐌𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥, realiza-se uma 𝐬𝐞𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐞𝐬𝐜𝐥𝐚𝐫𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 dedicada aos 𝐁𝐚𝐥𝐝𝐢𝐨𝐬.

 A iniciativa pretende informar e esclarecer a população sobre os principais desafios e oportunidades relacionados com a gestão dos baldios, contando com a participação de técnicos com vasta experiência na área.


A sessão incidirá sobre os seguintes temas:

- Enquadramento legislativo dos Baldios
- Formação das Associações de Compartes
- Alterações à cogestão com o Estado
- Exemplo de gestão agrupada comunitária

𝐎𝐫𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬:

• 𝐄𝐧𝐠. 𝐀𝐥𝐛𝐚𝐧𝐨 𝐀́𝐥𝐯𝐚𝐫𝐞𝐬 (Presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Agro Rural de Boticas)

• 𝐄𝐧𝐠. 𝐀̂𝐧𝐠𝐞𝐥𝐨 𝐓𝐞𝐢𝐱𝐞𝐢𝐫𝐚 (Técnico Florestal da Capolib)

Esta será uma oportunidade para esclarecer dúvidas, aprofundar conhecimentos e debater temas fundamentais para uma gestão sustentável dos baldios e para o desenvolvimento deste setor no nosso concelho.

𝐏𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐞! 

𝗫𝗜𝗜 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹 𝗜𝗯𝗲́𝗿𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗶𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀!

 Falta 1 mês para o 𝗫𝗜𝗜 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹 𝗜𝗯𝗲́𝗿𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗶𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀! No dia 1 de agosto, às 22h00, o Largo da Igreja, em Sendim, volta a receber uma noite única de tradição, cultura e identidade.

𝗠𝗮𝗿𝗰𝗮 𝗷𝗮́ 𝗻𝗮 𝗮𝗴𝗲𝗻𝗱𝗮!

Falta 1 més pa l 𝗫𝗜𝗜 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗶𝗯𝗮𝗹 𝗘𝗶𝗯𝗲́𝗿𝗶𝗰𝗼 𝗱𝗲 𝗣𝗮𝘂𝗹𝗶𝘁𝗲𝗶𝗿𝗼𝘀! Ne l die 1 d'agosto, a las 22h00, l Ancho de la Eigreija, an Sendin, buolta a recebir ua nuite única de tradiçon, cultura i eidantidade. 

𝗠𝗮𝗿𝗰𝗮 𝘆𝗮́ 𝗻𝗮 𝗮𝗴𝗲𝗻𝗱𝗮!

Festas, Festividades e Eventos

Santulhão: Limpeza das margens do rio Sabor

 Na manhã de sábado, dia 4 de julho, um grupo de amigos de Santulhão, no concelho de Vimioso e de Izeda, no concelho de Bragança, vão limpar em conjunto as margens do Rio Sabor, junto à ponte medieval, com os propósitos de proporcionar melhores condições para a época balnear e simultaneamente cuidar do ambiente.

Há fomes que não se saciam apenas com comida

 Há a fome de partilha, a fome de celebrar as nossas raízes e o orgulho na nossa terra. 
Em Vimioso, somos VORAZES pela nossa identidade e pelos nossos sabores!

Nos dias 11 e 12 de julho, o Parque Municipal ganha uma nova vida e transforma-se no palco de um evento sem precedentes: o VORAZ - Festival Gastronómico.

Vamos elevar a essência da nossa gastronomia a um novo patamar, guiados pela mestria do Chef Óscar Geadas (Estrela Michelin) e pela irreverência e paixão do Chef Hélder da Rocha. 

Uma fusão perfeita entre a tradição que nos define e a inovação que nos desafia.

Mais do que um festival, o Voraz é um encontro de gentes e emoções. É sentar à mesa com os nossos Restaurantes Locais, lançar a manta no Piquenique Comunitário e deixar-se envolver pela magia do Circo Contemporâneo, da Música, das Performances e do nosso Mercadinho.

Traga a família, traga os amigos e traga, acima de tudo, um apetite voraz pela vida. 

Vimioso tem a mesa posta e um lugar guardado para si.

Sr. Alberto Geraldes

Contratos para expansão da rede de fibra ótica assinados amanhã

 São assinados esta sexta-feira em Carrazeda de Ansiães os contratos da rede nacional de fibra ótica, numa cerimónia que juntará autarcas e os ministros da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, e das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz.


Em causa está a instalação, gestão, exploração e manutenção das Redes de Comunicações Eletrónicas de Capacidade Muito Elevada. "A expansão das redes de comunicações eletrónicas de capacidade muito elevada representa um investimento estratégico para o futuro dos territórios”, afirma Álvaro Santos, Presidente da CCDR NORTE, numa nota de imprensa enviada por este organismo.

Estes investimentos permitem “garantir conectividade de qualidade em todas as regiões, incluindo as de baixa densidade, é essencial para reforçar a competitividade das empresas, atrair investimento, fixar população e promover uma verdadeira coesão territorial. Este é mais um passo decisivo para assegurar que ninguém fica para trás na transição digital", acrescenta Álvaro Santos.

A sessão, que decorre no Auditório do Centro de Inovação e Tecnologia de Carrazeda de Ansiães (CITICA), contará também com a presença dos cinco presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), “assinalando um passo decisivo na concretização da cobertura nacional de fibra ótica, com particular incidência nos territórios de baixa densidade, promovendo a coesão territorial e a igualdade de acesso às infraestruturas digitais”, refere a nota.

O investimento permitirá assegurar o acesso a redes de comunicações eletrónicas de elevada capacidade em todo o território nacional, abrangendo edifícios residenciais e não residenciais, incluindo instalações industriais, comerciais e ligadas às atividades agrícolas.

GL