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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 16 de junho de 2026

Tarde de Fados

 No próximo dia 25 de junho, às 17h00, convidamos todos os associados do CSSPS, familiares dos clientes, colaboradores e seus familiares e comunidade de São Pedro de Sarracenos a desfrutar de uma tarde repleta de emoções, melodias e convívio, no agradável ambiente do nosso jardim sensorial.
A animação estará a cargo do grupo Fados de Outrora, que nos levará numa viagem pelos mais belos temas da música tradicional portuguesa.

Junte-se a nós para celebrar a nossa cultura, partilhar momentos especiais e viver a magia do Fado.

A sua presença tornará esta tarde ainda mais especial.

ALFÂNDEGA DA FÉ ACOLHE 5.º CAMPEONATO DE JOGOS TRADICIONAIS DAS TERRAS DE TRÁS-OS-MONTES

 O concelho de Alfândega da Fé vai receber, no próximo dia 21 de junho, a 5.ª edição do Campeonato de Jogos Tradicionais das Terras de Trás-os-Montes, uma iniciativa que promete reunir participantes de vários pontos da região numa celebração das tradições populares e do património cultural transmontano.


O evento, que tem vindo a afirmar-se como uma referência na promoção dos jogos tradicionais, pretende valorizar costumes ancestrais e incentivar a sua transmissão às gerações mais jovens. Ao longo do dia, os participantes terão a oportunidade de demonstrar destreza e espírito competitivo em diversas modalidades que fazem parte da memória coletiva das comunidades rurais transmontanas.

Mais do que uma competição, o campeonato assume-se como um espaço de encontro, convívio e partilha entre gerações, reforçando os laços comunitários e contribuindo para a preservação de práticas culturais que constituem uma parte importante da identidade da região.

A iniciativa deverá atrair visitantes, associações e entusiastas dos jogos tradicionais, proporcionando momentos de animação e de contacto com algumas das expressões mais genuínas da cultura popular de Trás-os-Montes.

Com esta quinta edição, Alfândega da Fé volta a colocar-se no centro das atenções regionais, acolhendo um evento que alia tradição, participação comunitária e valorização do património imaterial, num ambiente de festa e celebração das raízes transmontanas.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto: DR

GNR RECUPERA BENS FURTADOS E CONSTITUI ARGUIDO EM MIRANDA DO DOURO

 O Comando Territorial de Bragança da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Miranda do Douro, constituiu arguido um homem de 26 anos por suspeitas da prática do crime de furto, na sequência de uma investigação desenvolvida naquele concelho.


A ação resultou de uma denúncia apresentada no passado dia 12 de junho, relacionada com um furto ocorrido no interior de uma residência. Na sequência da participação, os militares da Guarda desencadearam diversas diligências de investigação que permitiram identificar o presumível autor dos factos e recuperar a totalidade dos artigos subtraídos.

Os bens recuperados foram apreendidos pelas autoridades e serão posteriormente restituídos ao legítimo proprietário, no âmbito do processo em curso.

Entre o material recuperado destacam-se uma motosserra, uma rebarbadora, um jogo de chaves, um martelo pneumático, uma máquina de lavar de alta pressão, uma televisão, sete caldeiras de cobre de diferentes dimensões e um telemóvel.

O suspeito foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Miranda do Douro.

A GNR relembra a importância da denúncia célere de situações suspeitas e reforça o seu compromisso no combate à criminalidade patrimonial, prosseguindo ações de prevenção e investigação destinadas a garantir a segurança das populações e a proteção dos seus bens.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto:DR

MIRANDA DO DOURO REQUALIFICA ESPAÇO PÚBLICO COM SUBSTITUIÇÃO DE ÁRVORES NA PRAÇA CENTRAL

 O Município de Miranda do Douro concluiu recentemente uma intervenção de requalificação do espaço público na envolvente da praça central da cidade, através da substituição de vários exemplares de catalpa (Catalpa bignonioides) por árvores da espécie árvore-de-Júpiter.


A decisão foi tomada na sequência de uma avaliação técnica ao estado fitossanitário e estrutural das árvores existentes, que revelou sinais evidentes de degradação. Entre os problemas identificados encontravam-se fendas nos troncos, descasque da casca e fragilidade estrutural, fatores que aumentavam o risco para peões e viaturas numa zona caracterizada por elevada circulação pedonal e estacionamento automóvel.

Além das questões relacionadas com a segurança, a autarquia assinala que a queda frequente de folhas, flores e vagens contribuía para a acumulação de resíduos no espaço público e para a sujidade dos veículos estacionados nas proximidades.

Com a intervenção agora realizada, os exemplares foram substituídos por árvores-da-Júpiter, uma espécie considerada mais adequada ao contexto urbano devido à sua resistência à seca, reduzidas necessidades de manutenção e elevado valor ornamental, particularmente durante o período de floração.

Segundo o município, esta medida permitirá reforçar a segurança de pessoas e bens, reduzir os custos e necessidades de manutenção dos espaços verdes, melhorar a limpeza urbana e valorizar paisagisticamente uma das zonas mais frequentadas da cidade.

A autarquia sublinha que a intervenção integra uma estratégia de melhoria contínua dos espaços públicos, promovendo soluções que conciliam segurança, sustentabilidade ambiental e qualidade urbana.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto:DR

Feira Agrícola de Bragança

PSP deteve seis pessoas em Bragança e Mirandela

 A Polícia de Segurança Pública (PSP) de Bragança divulgou hoje que durante uma semana deteve seis pessoas.


No âmbito da atividade operacional, entre os dias 09 e 16 de junho, a PSP procedeu a seis detenções das quais “duas pela suspeita da prática do crime de tráfico de produtos estupefacientes, uma para cumprimento de pena de prisão efetiva e três por crimes de condução de veículo em estado de embriaguez”, lê-se em comunicado, enviado, esta tarde, ás redações.

No passado dia 9 de junho, em Bragança, a Esquadra de Investigação Criminal deu cumprimento a um mandado de detenção emitido pelo Juízo Central Criminal de Penafiel, tendo sido detido um homem de 32 anos, para cumprimento de uma pena de três anos e 10 meses de prisão efetiva, pela prática de dois crimes de abuso sexual de crianças agravado e de um crime de coação agravada.

O detido foi conduzido ao Estabelecimento Prisional de Bragança, para cumprimento da pena aplicada.

Já no dia 13 de junho, no domínio da fiscalização rodoviária, também em Bragança, durante a madrugada, foram detidos três cidadãos, com idades compreendidas entre os 38 e os 52 anos, pela prática do crime de condução de veículo em estado de embriaguez.

No dia 15 de junho, em Bragança, no âmbito de uma investigação em curso desenvolvida pela Esquadra de Investigação Criminal, decorreu uma outra detenção.

“Foi abordado um suspeito, que veio a ser detido em flagrante delito pela suspeita da prática do crime de tráfico de produtos estupefacientes. No âmbito desta ação policial foram apreendidas cerca de 115 doses individuais de cocaína e cerca de 1 980 doses individuais de haxixe, bem como a quantia de 905 euros em numerário e um telemóvel”, revela a PSP.

A mesma força de segurança avança ainda que hoje, pelas 02h02, em Mirandela, foi detido “um suspeito de 16 anos de idade, pela suspeita da prática do crime de tráfico de produtos estupefacientes”. No decurso da intervenção policial foram apreendidas cerca de 33 doses individuais de haxixe.

De acordo com a mesma fonte, os detidos pela suspeita da prática do crime de tráfico de produtos estupefacientes serão presentes à autoridade judiciária competente, para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

O Charme Transmontano na Casa do Parâmio

 Fevereiro. No final do dia, uma chuva miudinha convidava a uma noite de repouso na Casa do Parâmio que mais parece um refúgio de tranquilidade. Na pacata aldeia a escassos quilómetros de Bragança, a atmosfera da casa mergulhou-nos, subitamente, na essência da serenidade e do aconchego.

Por estas bandas, o tempo desacelera e pede que se viva ao ritmo das pequenas ribeiras que correm por entre carvalhos e castanheiros. Foi o que fizemos.  A Casa do Parâmio traduziu-se no acolhimento ideal depois de um dia bem passado nas serranias transmontanas.

No interior rústico, a grande lareira aberta é a peça central da casa. Estava só, mas depressa rodeou-se de sorrisos e boa disposição. O calor das chamas começava a abraçar o amplo espaço que inclui a sala de estar, a sala de jantar e a cozinha.


Enquadrada na bonita aldeia de Parâmio, entre o casario, algum já em ruínas, a casa dispõe de dois quartos suíte e todas as comodidades para uma estadia muito agradável.


O destaque vai, sem dúvida, para o recuperado alpendre de madeira, tão característico da arquitetura de Trás-os-Montes, onde duas cadeiras e uma mesa nos esperavam. Sentámo-nos para degustar uma chávena de café quentinho enquanto apreciámos a paisagem, mas sobretudo, a pacatez do lugar.

A noite foi chegando de mansinho. O calor da lareira aquecia os nossos corações. Tinha chegado a hora de preparar a nossa refeição na cozinha. Ao mesmo tempo fomos saboreando uns belos enchidos acompanhados de um copo de vinho junto à lareira.

Por aqui ficámos largos momentos entre conversas e gargalhadas sem fim até que o sono nos mandou para o segundo piso onde, nos nossos quartos, dormimos uma noite serena embalados pelos sons noturnos que se ouviam ao longe.

Pela manhã, a brisa fresca continuava a fazer-se sentir. Preparámos um reconfortante pequeno almoço antes de seguir viagem à descoberta das maravilhas de Bragança.

No fim, ficou a vontade de regressar. Fica sempre!

Informação Útil

Morada: Rua da Outeiro, Parâmio, Bragança
Telef. 969 555358
Preço: 158€ (T2/ 5 pessoas) | fevereiro


Publicação original AQUI.
27 de abril de 2025

O predador mais inteligente da Terra é uma planta, segundo novo estudo

 Até agora, os investigadores pensavam que esta planta era muito ineficiente. No entanto, ela dedica-se a "engordar" as suas vítimas antes de as devorar.

NoahElhardt / Wikimedia Commons / CC BY-SA 3.0 - Dois espécimes de ‘Darlingtonia californica’. 

Quando pensamos nos grandes predadores da natureza, vêm-nos à cabeça os felinos, como os leões, as chitas e as onças-pintadas, bem como as orcas e os tubarões. Velocidades endiabradas, capacidade de preparar emboscadas ou dentes afiados criam esta percepção automática nas nossas mentes. Mas o que aconteceria se lhe disséssemos que existe um carnívoro mais inteligente do que todos eles e que pertence ao reino vegetal? É exactamente isso que afirma um estudo recém-publicado na revista Ecology.

Mais concrectamente, os cientistas focaram-se na Darlingtonia californica, uma planta carnívora que vive nos pântanos da Califórnia e que desenvolveu uma incrível estratégia de sobrevivência, que consiste em alimentar e poupar a vida à imensa maioria das suas presas habituais. Parece paradoxal, não é? Os autores da investigação, pertencentes à Unidade de Ecologia de Comunidades Integrativas do Instituto de Ciência e Tecnologia de Okinawa e liderados pelo professor David Armitage, verificaram que apenas 2% dos insectos que pousam nas suas estruturas acabam por ser efectivamente capturados.

As análises revelam que as vespas entram e saem com total liberdade dos receptáculos vegetais depois de se saciarem de alimento. Esta taxa de mortalidade extremamente baixa tinha sido erroneamente catalogada como uma ineficácia da espécie, mas os novos dados demonstram uma interacção muito mais fluida e próxima do mutualismo do que do simples canibalismo.

Uma estratégia nutricional sofisticada

Para desvendar as razões desta coexistência, os investigadores recorreram à espectrometria de massa com o objectivo de medir os níveis de azoto nos insectos. Nas cadeias tróficas, os animais acumulam o isótopo pesado azoto-15 nos seus tecidos, um marcador químico ideal para determinar a posição exacta de cada organismo vivo dentro do ecossistema local.

Os exames bioquímicos revelaram que os exemplares de vespas recolhidos nas proximidades da Darlingtonia californica apresentavam um aumento drástico deste elemento químico. A causa reside no facto de o néctar produzido por esta planta carnívora estar enriquecido com esse isótopo, transformando-se num sustento regular e muito valioso para as populações de insectos.

Este aporte alimentar constante faz com que o benefício de se aproximar da planta supere largamente o perigo potencial de perecer no seu interior. Os botânicos suspeitam que o organismo vegetal regula a pressão celular das suas folhas para capturar presas de forma selectiva, garantindo assim um fluxo equilibrado de nutrientes sem exterminar os seus fornecedores.

O impacto ecológico

A capacidade de influenciar desta forma o seu ambiente altera a concepção tradicional de predadores passivos que carecem de sistema nervoso central. “É bastante interessante pensar numa planta que cria um insecto para se alimentar”, declarou o professor David Armitage sobre a descoberta, sugerindo que a planta administra os seus próprios recursos vivos a longo prazo.

A importância da Darlingtonia californica vai além da mera nutrição e poderá consolidá-la como uma verdadeira espécie fundadora em ambientes montanhosos extremos. O seu papel nas zonas áridas é comparável ao desempenhado pelos recifes de coral no oceano ou pelas extensões de mangais nos litorais, articulando a biodiversidade do seu ambiente.

Rubén Badillo
Actualizado a 28 de maio de 2026

João Baptista Martins (Macacão)

MIRANDA DO DOURO RECEBE CONCURSO CONCELHIO DE BOVINOS DE RAÇA MIRANDESA E CHEGAS DE TOUROS

 O concelho de Miranda do Douro volta a destacar uma das suas mais emblemáticas tradições ligadas ao setor pecuário com a realização, no próximo dia 24 de junho, de mais uma edição do Concurso Concelhio de Bovinos de Raça Mirandesa e Chegas de Touros.


A iniciativa, promovida pelo Município de Miranda do Douro em parceria com a Associação de Criadores de Bovinos de Raça Mirandesa (ACBRM), conta com o acompanhamento técnico das entidades responsáveis pela área agrícola e pecuária, reforçando a importância deste evento na valorização da raça autóctone da região.

Mais do que uma competição, o certame constitui uma oportunidade para reconhecer o trabalho desenvolvido pelos produtores locais e incentivar a melhoria da qualidade dos efetivos bovinos. O evento pretende igualmente evidenciar o papel da Raça Mirandesa enquanto recurso estratégico para a economia rural e para a sustentabilidade das explorações agrícolas do território.

Considerada uma das mais importantes raças autóctones nacionais, a Mirandesa distingue-se pela sua resistência, adaptação às condições naturais do planalto mirandês e pela elevada qualidade da carne produzida, reconhecida através da certificação Denominação de Origem Protegida (DOP).

A ligação histórica desta raça ao concelho de Miranda do Douro faz dela um elemento central da paisagem agrícola e da identidade cultural local. Os sistemas tradicionais de produção, aliados às condições naturais da região, têm contribuído para a preservação de um património genético único, cuja continuidade assume particular relevância para o futuro do setor.

O Concurso Concelhio de Bovinos de Raça Mirandesa e Chegas de Touros surge, assim, como um importante momento de promoção do mundo rural, reunindo criadores, produtores e comunidade em torno da valorização de uma atividade que continua a desempenhar um papel fundamental na dinamização económica do território.

Ao reforçar o apoio à preservação e ao desenvolvimento da Raça Mirandesa, o Município de Miranda do Douro procura também fomentar a criação de oportunidades no setor agrícola, contribuir para a fixação da população e fortalecer a atratividade do concelho, apostando na valorização dos seus recursos endógenos e das suas tradições.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

LIVRO INSPIRADO NO VALE DO TUA CHEGA ÀS ESCOLAS PARA PROMOVER A LIGAÇÃO À NATUREZA

 O cenário natural da aldeia da Ribeirinha, no concelho de Vila Flor, acolheu a apresentação pública de “A Árvore Sabedoria”, uma nova obra literária que pretende aproximar as gerações mais jovens do património ambiental e da biodiversidade do Vale do Tua.


Escrito por Miguel Gomes e ilustrado por Cristina Vilarinho, o livro foi lançado junto ao Rio Tua, num ambiente marcado pela proximidade à natureza, elemento central da narrativa. A publicação conta com o apoio do Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT), que irá distribuir exemplares pelos alunos do 4.º ano abrangidos pelo projeto educativo “Semear+Cedo”, bem como pelas bibliotecas escolares e municipais da região.

Naturalmente ligado a Trás-os-Montes e ao território do Vale do Tua, Miguel Gomes encontrou nesta paisagem a inspiração para desenvolver uma história que destaca a importância da relação entre as pessoas e o meio natural. A obra nasceu originalmente para ser partilhada em contexto escolar, mas ganha agora uma dimensão mais ampla, chegando a centenas de crianças.

Através de uma narrativa simbólica, o livro convida os leitores a refletirem sobre valores como a preservação ambiental, o conhecimento da natureza e a importância de manter viva a curiosidade e o respeito pelo mundo natural. A personagem central, representada pela “Sabedoria”, conduz uma viagem de descoberta que atravessa diferentes gerações e reforça os laços entre comunidade e território.

A iniciativa enquadra-se nos objetivos de sensibilização ambiental promovidos pelo Parque Natural Regional do Vale do Tua, que tem apostado em projetos educativos destinados a fomentar o conhecimento e a valorização dos recursos naturais junto das novas gerações.

A cerimónia de apresentação reuniu representantes institucionais, população local e participantes de diversos projetos comunitários. O momento ficou ainda marcado pela animação proporcionada por elementos seniores da comunidade, que trouxeram à iniciativa a riqueza das tradições musicais da região, reforçando o caráter intergeracional do evento.

Com esta nova publicação, o Vale do Tua ganha mais um instrumento de educação e sensibilização ambiental, contribuindo para que crianças e jovens conheçam melhor o território onde vivem e desenvolvam uma ligação mais próxima com a natureza que os rodeia.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

Vimioso Mais Bonito Quando Tricotamos!

 A Junta de Freguesia de Argozelo convida toda a comunidade a participar nesta iniciativa organizada pela Corane que pretende dar mais cor e vida aos espaços públicos.

22 de junho
15h00
Junta de Freguesia de Argozelo

Juntos, vamos decorar uma árvore do nosso concelho com trabalhos de tricô e croché, promovendo a criatividade, o convívio e o espírito de união.

DOURO SUPERIOR PROMOVE POTENCIAL DO TERRITÓRIO NA FEIRA NACIONAL DE AGRICULTURA

 A região do Douro Superior esteve em evidência na Feira Nacional de Agricultura, realizada entre os dias 6 e 14 de junho, em Santarém, através de uma participação conjunta coordenada pela Associação de Municípios do Douro Superior de Fins Específicos (AMDSFE).


Durante o certame, os oito concelhos que integram a associação, Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Mêda, Miranda do Douro, Mogadouro, Torre de Moncorvo e Vila Nova de Foz Côa, apresentaram ao público uma mostra representativa das suas tradições, património, gastronomia e produtos de excelência.

A presença da região foi marcada por um programa diversificado, que permitiu destacar as características únicas de cada município, reforçando simultaneamente a imagem de um território unido na promoção dos seus recursos e potencialidades. A iniciativa constituiu uma oportunidade para dar visibilidade à riqueza cultural e económica do Douro Superior junto de milhares de visitantes provenientes de diferentes pontos do país.

Ao longo dos vários dias da feira, os municípios tiveram a oportunidade de divulgar os seus produtos endógenos, valorizar os agentes locais e promover experiências ligadas à identidade rural da região, contribuindo para o fortalecimento da sua notoriedade em contexto nacional.

A participação da AMDSFE num dos mais importantes eventos do setor agrícola português evidenciou ainda o papel da cooperação intermunicipal na valorização dos territórios do interior. A estratégia conjunta permitiu reforçar a atratividade do Douro Superior enquanto destino turístico, cultural e gastronómico, bem como destacar o seu contributo para o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

Mais do que uma ação de promoção territorial, a presença na Feira Nacional de Agricultura representou um momento de afirmação da identidade regional, demonstrando a capacidade dos municípios em trabalhar de forma articulada na criação de novas oportunidades para o crescimento económico, social e cultural do território.

Com esta participação, a AMDSFE renova o seu compromisso de continuar a promover o Douro Superior, potenciando a sua projeção externa e incentivando iniciativas que contribuam para o desenvolvimento e valorização da região.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

MIRANDA DO DOURO RECEBEU CONGRESSO INTERNACIONAL DEDICADO À ARQUEOLOGIA

 Miranda do Douro foi palco, nos dias 11 e 12 de junho, de um Congresso Internacional de Arqueologia, iniciativa integrada nas Jornadas Europeias de Arqueologia e que reuniu investigadores, especialistas e interessados na valorização do património histórico e arqueológico.


Ao longo de dois dias, o programa incluiu várias comunicações científicas dedicadas ao estudo e preservação do património, proporcionando momentos de partilha de conhecimento e debate sobre diferentes realidades arqueológicas da Península Ibérica.

As jornadas contemplaram ainda a exibição do documentário “O Enigma do Cabeço da Mina” e uma visita ao Castro de São João das Arribas, um dos mais relevantes sítios arqueológicos do concelho, permitindo aos participantes um contacto direto com a riqueza patrimonial do território.

A iniciativa reforçou a importância da investigação arqueológica na preservação da memória coletiva e na valorização da identidade cultural da região, promovendo simultaneamente a divulgação do património histórico de Miranda do Douro.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

Criadores mais velhos de cabra serrana transmontana reforçam aviso: “raça autóctone pode estar em causa”

 É um aviso agora reforçado pelos criadores de gado caprino mais antigos: na próxima década “pode estar em risco de extinção a raça da cabra serrana transmontana” que dá origem a produtos de excelência, como o queijo e o cabrito transmontano, ambos com Denominação de Origem Protegida (DOP).


A idade avançada dos criadores e os escassos incentivos do Governo para apoiar os mais jovens a enveredar por esta atividade, podem determinar o fim desta raça autóctone.

O aviso já tinha sido lançado, há alguns meses, pelo presidente da Associação Nacional de Caprinicultores de Raça Serrana (ANCRAS), quando falava que a produção de leite já não chegava para as encomendas do queijo de cabra serrana DOP, devido à diminuição de animais provocada pelo abandono da atividade de vários criadores. João Silva diz agora que, pontualmente, “está a melhorar um bocadinho, porque nesta altura da primavera há sempre mais leite, mas ao chegarmos a agosto/setembro, vamos voltar ao mesmo problema”, admite.

Esta situação, está diretamente ligada “à idade avançada dos criadores que está a levar ao abandono da pastorícia”, acrescenta.

António Martinho, é de Junqueira, no concelho de Vimioso, tem 64 anos, é guardador de cabras desde os 12. Tem 180 cabras. São companheiros de longas distâncias porque esta raça serrana exige que se façam quilómetros sem conta, 365 dias por ano. “Uma pessoa levanta-se às cinco da manhã, vai para casa à meia-noite, todos os dias é o mesmo, não tenho um dia de folga”, conta.

Além das longas caminhadas para as alimentar, há ainda a ordenha que não pode esperar. E por ser uma vida de sacrifício, admite já ter “poucas forças para aguentar por muito mais tempo”, lamentando que os jovens não queiram enveredar por esta atividade. “ Querem mas é estar nos cafés”, afirma.

Também Arlindo Neves, de Nogueira da Montanha, em Chaves, não augura nada de bom para o futuro da raça serrana e por consequência para o queijo de cabra e a carne de cabrito transmontano, ambos produtos DOP. “Há 20 anos, quando comecei com a Cabra Serrana, desistiram mais de 25 pessoas na zona, porque os jovens querem cada vez menos isto, os apoios também não são eles tantos, é uma vida um bocado ingrata”, admite.

Arlindo entende que esta não é uma atividade “muito atrativa” para os mais jovens por falta de apoios. “Qualquer jovem que queira iniciar uma atividade, são precisas certas condições com um custo muito elevado, e não é fácil fazer um estábulo, comprar tratores. Um jovem começar do zero, sem meios, se não tiver apoio de algum familiar, não é fácil”, diz.

O Governo abriu recentemente um aviso para candidaturas a um programa de apoio a novos produtores, mas o presidente da ANCRAS deixa duras críticas ao processo. “Fomos enganados”, conta João Silva. “Aconteceu uma medida para novos produtores com abertura às 10 horas e quatro minutos depois fechou. Davam 30 mil euros para a instalação dos novos produtores, mas nem sei se alguém conseguiu fazer, nós não conseguimos”, lamenta.

CONCURSO COM FRACA ADESÃO

E o abandono de vários criadores de cabras de raça serrana também se fez sentir, este domingo, no 34º concurso da Cabra Serrana, promovido pela ANCRAS, em Mirandela. Marcaram presença, apenas uma dezena de criadores. “Já não é o que era. Já tivemos concursos com 20 sócios e nesta altura temos 10 ou 12, porque já são idosos e também não têm carros, têm de andar a pagar fretes, é difícil”, adianta João Silva

Ainda assim, o vereador do Município de Mirandela, Luís Saraiva, entende que este tipo de iniciativas “podem ajudar a dinamizar o setor, fazendo com que isto incentive os novos jovens a poderem suportar as suas carreiras nisto, conseguindo desviar a tendência decrescente que tem vindo a acontecer”, acrescenta.

A 34ª edição do concurso da Cabra Serrana Transmontana a servir de mote para mais um grito de alerta para a falta de apoios para manter esta raça autóctone.

INFORMAÇÃO CIR (Escrito por Rádio Terra Quente)

Revisão do PDM aprovada em Assembleia Municipal de Mirandela

 A Assembleia Municipal de Mirandela aprovou a proposta de 2ª revisão do PDM, Plano de Diretor Municipal, apresentada pelo Executivo, culminando assim um processo que se iniciou em 2019.


Trata-se do principal instrumento de gestão territorial, que vai estar em vigor pelo menos durante 10 anos, que incorpora as regras de classificação e qualificação de solo previstas no regime jurídico dos instrumentos de gestão territorial, substituindo o atual PDM, que está em vigor desde 2015.

Na proposta aprovada está implícita a diminuição de cerca de 7% da área de solo urbano, comparativamente ao atual PDM. No entanto, o Presidente do Município entende que “está salvaguardado o desenvolvimento sustentável do concelho”.

Vítor Correia adianta que também “já ficou salvaguardada a nova área de acolhimento empresarial, uma nova zona industrial, e é importante percebermos que este PDM vai alavancar tudo o que é a economia local, sob o ponto de vista de infraestruturas hoteleiras que possam vir a ser instaladas e garantidamente é um crescimento sustentável que vai garantir que Mirandela possa crescer com sustentabilidade e com rigor”, afirma o autarca.

Vítor Corrêa faz questão de realçar que a legislação foi alterada e que agora passam a ficar bem definidas as áreas que podem ser urbanas ou rústicas. “Nessa área urbanizável, estavam lá áreas que não tinham condições nenhumas para ser edificados, para construção. Apenas era uma área que estava limitada. Com esta nova legislação, vai-se ao pormenor. As áreas que são urbanas, são efetivamente urbanas e têm condições para ser edificadas”, acrescenta.

O presidente da autarquia também entende que “a diminuição que houve de 6,9% não é nada de extraordinário”, refere. Porque a área que fica urbana é de 1.616 hectares. E é nesses que temos que nos concentrar”, diz. Se o PDM não viesse a ser aprovado, “estava em causa toda a área urbana. O concelho parava até que se viesse a resolver”, afirma.

Com esta clarificação, o Presidente do Município de Mirandela entende que permite uma melhor gestão de recursos financeiros por parte da autarquia. “Todas as zonas urbanas têm que ter infraestruturas. E isso implicava também que o Município fizesse um investimento sob esse ponto de vista. E isso não era possível. Estarmos a criar em zonas que não sabíamos que iam ter qualquer retorno. Estar aqui a fazer um investimento só porque alguém mais tarde se podia lembrar de ir lá fazer um edifício ou um edificado, não era razoável porque obriga-nos a cabimentar esse valor”, sustenta.

O QUE DISSE A OPOSIÇÃO

A revisão do PDM de Mirandela foi aprovada na reunião da Assembleia Municipal, da passada sexta-feira, com 30 votos a favor, 15 contra e 12 abstenções.

Apesar de o porta-voz do grupo do PSD, Rui Sá, ter optado pela abstenção, foi sugerida a liberdade de voto aos membros dos eleitos profissionais democratas, naquele órgão autárquico, e no grupo do PSD registaram-se 2 votos a favor, 6 contra e 11 abstenções.

RUI SÁ (PSD)

“O documento aporta situações, em concreto, muito importantes para o concelho e que podiam ficar adiadas sabe-se lá por quanto tempo e entendemos que o adiamento destas situações traria mais a perder para o desenvolvimento do concelho e não havia garantia nenhuma de que a produção da nova revisão do PDM, daqui a 3 ou 4 anos, fosse melhor do que esta. Muito pelo contrário, sabe-se que as orientações nacionais, são um bocado de restringir as áreas urbanas e foi neste sentido que achámos não adiar o concelho”.

MARISA ARANDA (CHEGA)

“Queria esperar pelos esclarecimentos do Sr. Presidente da Câmara para perceber se efetivamente havia margem para votar a favor. Após os esclarecimentos não fiquei convencida, as dúvidas de alguma forma mantiveram-se, sobretudo porque percebi que o grande argumento inicial relativamente à aceitação desta proposta passava por dizer que tinha sido uma proposta bastante participada em termos de participações públicas e depois em termos da Assembleia Municipal acabou por dizer que assim não era e que até tinha ideia que poderia ter sido muito mais participado. Para além disso, acabou por dar um argumento novo no sentido de que a ser recusada esta proposta em termos da Assembleia Municipal o grande inconveniente seria de facto Mirandela ficar prejudicada em termos de fundos comunitários. Não me convenceu”.

VASCO CADAVEZ (AMAR MIRANDELA)

“Há uma alteração muito grande na área urbana em algumas aldeias. Isso não foi explicado devidamente. julgo que isso prejudica altamente as aldeias, especialmente Vale Salgueiro. Perdeu cerca de 26% da área urbana e isso é penalizador para as pessoas que já tinham expectativas criadas. Basicamente um plano que não serve uma aldeia não pode servir um município. O plano tem que servir todos. Se nos põem uma pressão para aprovar porque vamos perder fundos, estão-nos a dizer que já não há hipótese de podermos fazer alterações ao plano. Tenho que votar contra necessariamente porque acho que é mau. Na verdade, julgo que seria importante numa situação destas ter alguma margem para se poderem fazer ajustes em função da deliberação da Assembleia Municipal. É óbvio que nós podemos também intervir na discussão pública, mas nada nos garante que o documento chegue cá com as nossas intervenções. Por exemplo, em Vale Salgueiro fiz uma recomendação para o município que não foi aceite”.

VIRGÍLIO TAVARES (MOVE MIRANDELA)

“O senhor Presidente não esclareceu nada, não respondeu a perguntas nenhumas e parece que pôs um espectro de que se o PDM não fosse aprovado que iria acontecer um cataclismo em Mirandela. Entendo que neste momento, tal qual o PDM está feito, vai ser muito prejudicial para Mirandela, para a atração de pessoas, para captar os investidores e o principal problema é a desertificação. As nossas aldeias, cada vez estão mais despovoadas. Com este PDM não vai haver hipótese de alguém sentir-se atraído para vir para Mirandela. Os preços vão disparar, porque há menos área urbana, e as pessoas escolhem outros concelhos vizinhos”.

TIAGO MORAIS (INICIATIVA LIBERAL)

“O PDM é um conjunto de documentos muito extenso. Obviamente, procedemos ao aconselhamento dentro da nossa equipa, de quem é especialista nesta área, e vimos que o PDM não era um documento ambicioso, ou seja, havia uma redução do solo urbanizável, que não concordamos, num concelho que nós queremos que atraia pessoas, que queremos que as pessoas sejam capazes de construir casa aqui, e portanto achamos que não é ambicioso o suficiente para aqueles objetivos que um concelho de baixa densidade, como o nosso, efetivamente precisa.

JORGE HUMBERTO (CDU)

“Não estamos de acordo com muitos pontos que este PDM aborda. Nem tem concretamente a ver com a questão da perda da área urbanizável na cidade e até mesmo em algumas aldeias, obviamente que é sempre penalizante, mas nós não podemos ver isto como um copo meio cheio ou um copo meio vazio. Aquilo que este documento expressa bem é que vem na sequência daquilo que foi o PDM 2015, em que houve um excesso de área urbanizável que depois não foi contemplada com aquilo que tinha de ser a conclusão de infraestruturas por parte da Câmara. Criaram-se expetativas irrealistas e obviamente também, através daquilo que é uma diretiva de Bruxelas e concretamente também do governo português, torna este documento vazio naquilo que pode ser o desenvolvimento de Mirandela, porque as medidas políticas têm que ir de encontro àquilo que é a fixação das pessoas, a atração de novas pessoas, diretamente ligado ao tecido económico, e à relevância daquilo que é o solo”.

Diga-se ainda que na bancada dos presidentes de junta, eleitos por movimentos independentes, dois deles votaram a favor e um contra.

INFORMAÇÃO CIR (Escrito por Rádio Terra Quente)

Município de Vila Flor vai instalar câmaras de videovigilância

 A Câmara Municipal de Vila Flor está a avançar com a instalação de câmaras de videovigilância em vários pontos da vila, incluindo nas imediações de um parque infantil municipal, na sequência dos repetidos atos de vandalismo registados naquele espaço.


Recentemente, o parque foi vandalizado, situação que levou o município a apresentar queixa junto da GNR e a reforçar a necessidade de implementar mecanismos que permitam identificar os responsáveis.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, Pedro Lima, o parque infantil já foi alvo de vandalismo por três vezes desde que iniciou funções como presidente, acumulando prejuízos significativos para os cofres municipais. “Não quero exagerar, mas entre as outras ocorrências já se gastaram entre 50 e 60 mil euros”, acrescentou Pedro Lima.

Na sequência dos danos provocados, o espaço teve de ser encerrado por razões de segurança. “Quem aqui é lesado são as nossas crianças, que deixam de ter um espaço para brincar”, lamentou o autarca.

Perante a repetição dos atos de vandalismo, neste e noutros pontos, o município decidiu avançar com a instalação de câmaras de videovigilância, embora o processo ainda esteja dependente das autorizações legais necessárias. “O município está no processo de instalação de câmaras nas imediações desse parque e noutras localizações, mas ainda estamos na fase de licenciamento”, adiantou, dizendo que espera que o sistema possa entrar em funcionamento já durante o verão.

O objetivo passa não só por dissuadir futuros atos de vandalismo, mas também por facilitar a identificação dos responsáveis sempre que ocorram situações semelhantes.

Careto AirShow celebra 10 anos com programação repleta de novas atrações

 Os céus de Bragança preparam-se para receber novamente um dos festivais aéreos mais aguardados do ano. Entre 10 e 12 de julho, o Aeródromo Municipal de Bragança acolhe a 10.ª edição do Careto Airshow.


Organizado pelo Aeroclube de Bragança, em parceria com o município, o festival promete uma programação recheada de novidades.

“Pela primeira vez em Bragança vamos ter saltos standar,que são aqueles saltos em se vai com o instrutor e saltam em queda livre. Depois vamos fazer um passeio de autogiros por todas as 39 freguesias do concelho. Vamos ter também futebol com drones, e isto é a primeira vez em Portugal. Vamos ter também exibição de réplicas de F-16”, disse o presidente do Aeroclube de Bragança, Nuno Fernandes, acrescentando que também a programação terá, este ano, novidades.

“A noite, que esperemos  seja fresca e que haja pouco vento, vamos ter pelo menos três balões de ar quente para as pessoas também poderem desfrutar. No palco, sexta-feira, trouxemos a prata da casa. Vamos ter os Red House Band e os Zíngarus a animar a noite e depois um DJ de música latina. Esta ano a Festa dos anos 80 foi alargada e portanto teremos anos 80,90 e 2000”, frisou.

A edição deste ano vai também contar com um forum aéronautico onde estarão presentes escolas dedicadas à  aviação, mecânica e de hospedeiros de bordo. Segundo Nuno Fernandes, o intuito é que as portas se abram com maior facilidade para os jovens da região que “queiram ter um emprego na parte da aviação”, disse afirmando que a parte educativa é também muito importante. O presidente do aeroclube aproveitou para destacar que “tem sido através do Careto Airshow que têm nascido muitos pilotos” e por isso ficam “muito contentes”, uma vez que “é para isso mesmo que esta associação serve”, disse referindo-se ao aeroclube de Bragança.

Participação de pilotos de renome mundial e mais de 100 aviões

João Paulo Rodrigues, também é já presença garantida, enquanto padrinho do festival.  Além do humorista e piloto, o Careto Airshow vai contar com muitos outros pilotos, nomeadamente de renome mundial.

“Temos os pilotos acrobáticos, um deles é o campeão do mundo, Ramón Alonso, a Patrulha Fantasma, temos  também o Luís Garção, Pedro Cunha Pereira, José Luís Lickfold, Hélder Guerreiro e Jorge Loureiro. Portanto, temos aqui os melhores dos melhores portugueses e espanhóis”, disse, acrescentando que a expectativa para este ano, é juntar perto de 100 pilotos.

“vêm portugueses, espanhóis e franceses. Queremos passar os 100 aviões de participação. Já sei que os hotéis já estão cheios, já há muita dificuldade até em encontrar hotel. Nós próprios também já temos essa dificuldade, portanto, esperamos muita gente para esse fim de semana”, frisou.

Uma marca ibérica reconhecida

Desde a criação, em 2016, o festival tem crescido significativamente. Reflexo desse desenvolvimento é o reforço financeiro de 60 mil euros que vão receber do município com apoio da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

“Envolvemos também a ANAC porque, dentro da missão desta entidade, também está o apoio a iniciativas que promovam a aeronáutica numa vertente também educativa e pedagógica, mas também recreativa. (…) No ano anterior foram 35 mil euros de apoio, este ano, duplacamos, mais ou menos, mas nós também fomos buscar apoios. Portanto, não é apoio direto do município porque nós também trouxemos outros parceiros, nomeadamente a ANAC, para nos apoiar com algumas iniciativas”, disse a presidente da Câmara Municipal, Isabel Ferreira.

A autarca destacou ainda a participação da ANAC na edição deste ano, considerando que a parceria reforça a componente educativa do festival e permite aumentar a sua dimensão. Isabel Ferreira defendeu também a importância da aeronáutica para o desenvolvimento do concelho, apontando o potencial de crescimento do Aeródromo Municipal de Bragança e o impacto económico que o evento gera na hotelaria e restauração locais.

Por sua vês, em relação ao apoio monetário para o festival, o presidente do aeroclube, garante que este reforço financeiro é prova de que o Careto Airshow se tem vindo a afirmar na região.

“O financiamento foi mais do que duplicado porque recebemos também mais apoios, mesmo por parte da ANAC. Portanto, o apoio, para nós, triplicou e isso fez com que conseguíssemos também muita mais estruturas. (…) O Careto Airshow está afirmado como marca ibérica já é reconhecido por toda a gente e não temos dúvida. Aquilo que temos visto é que há muitos festivais que começam muito grandes e passado dois anos acabam. O Careto Airshow está cá há 10 anos e continua. Está a crescer e e é considerado dos maiores ibéricos”, frisou Nuno fernandes.

O Careto Airshow decorre este ano de 10 a 12 de julho. Este ano contará com várias novidades e um investimento de 60 mil euros.

Pode consultar aqui a programação do festival:


𝗢 𝗡𝗘𝗥𝗕𝗔 𝗺𝗮𝗿𝗰𝗮 𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝗰̧𝗮 𝗻𝗮 𝗙𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗔𝗴𝗿𝗶́𝗰𝗼𝗹𝗮 𝗱𝗲 𝗕𝗿𝗮𝗴𝗮𝗻𝗰̧𝗮 (𝗙𝗔𝗕) e convida toda a comunidade agrícola a participar na 𝗕𝗲̂𝗻𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗧𝗿𝗮𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀, no próximo dia 𝟮𝟬 𝗱𝗲 𝗷𝘂𝗻𝗵𝗼, com 𝘀𝗮𝗶́𝗱𝗮 𝗮̀𝘀 𝟭𝟳𝗵𝟬𝟬.

 𝗖𝗼𝗻𝗰𝗲𝗻𝘁𝗿𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼: Rua da Lombada — recinto da FAB

𝗗𝗲𝘀𝗳𝗶𝗹𝗲 𝗮𝗯𝗲𝗿𝘁𝗼 𝗮 𝘁𝗼𝗱𝗼𝘀 𝗼𝘀 𝘁𝗿𝗮𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀  

𝗣𝗮𝗿𝘁𝗶𝗰𝗶𝗽𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗹𝗶𝘃𝗿𝗲 𝗽𝗮𝗿𝗮 𝗮𝗴𝗿𝗶𝗰𝘂𝗹𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀, 𝗽𝗿𝗼𝗱𝘂𝘁𝗼𝗿𝗲𝘀 𝗲 𝗳𝗿𝗲𝗴𝘂𝗲𝘀𝗶𝗮𝘀

Uma celebração da nossa identidade rural e do trabalho que move o território.

𝐀𝐃𝐎𝐏 𝐂𝐮𝐩

 Nos dias 𝟐𝟎 𝐞 𝟐𝟏 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐧𝐡𝐨, Macedo de Cavaleiros será palco da 𝐀𝐃𝐎𝐏 𝐂𝐮𝐩, um torneio que promete transformar o concelho numa verdadeira celebração do futebol de formação.
Organizado pela 𝐀𝐃𝐎𝐏, em parceria com o 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢́𝐩𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐜𝐞𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐯𝐚𝐥𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 e o 𝐂𝐥𝐮𝐛𝐞 𝐀𝐭𝐥𝐞́𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐜𝐞𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐯𝐚𝐥𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬, decorrerá no Estádio Municipal e reunirá cerca de 𝟒𝟖 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚𝐬 e mais de 𝟔𝟓𝟎 𝐣𝐨𝐯𝐞𝐧𝐬 𝐚𝐭𝐥𝐞𝐭𝐚𝐬, provenientes de vários pontos do país, proporcionando dois dias de 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨, 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢́𝐯𝐢𝐨 𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐥𝐡𝐚.

A realização desta iniciativa reforça a aposta na promoção do desporto juvenil e afirma o concelho como destino de referência na realização de eventos desportivos.

O 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢́𝐩𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐜𝐞𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐯𝐚𝐥𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐣𝐚 𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐨𝐬 𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐱𝐜𝐞𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐩𝐞𝐭𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨, marcada pelo fair-play, pelo espírito de equipa e por momentos inesquecíveis dentro e fora das quatro linhas.