Uma sessão aberta a todos, para conhecer, compreender e acompanhar as decisões que marcam o futuro do concelho.
Auditório Paulo Quintela
A participação é um contributo essencial para um futuro construído com transparência e responsabilidade.
BRAGANÇA
Uma sessão aberta a todos, para conhecer, compreender e acompanhar as decisões que marcam o futuro do concelho.
A participação é um contributo essencial para um futuro construído com transparência e responsabilidade.
Nos anos 50, 60 e ainda 70, a rua era nossa.
Não havia ecrãs a chamar-nos para dentro. Havia mães à janela a chamar-nos pelo nome quando a sopa arrefecia. Havia o sino da igreja a marcar as horas. Havia o ladrar dos cães, o cheiro a lenha queimada no inverno. E, no meio disso tudo, nós, pequenos reis de um império feito de terra batida.
Jogávamos ao pião, com as mãos calejadas de tanto enrolar a baraça. Quem fazia o pião dançar mais tempo era quase um herói. Jogávamos ao berlinde, com estratégias sérias e olhares concentrados, como se o destino do mundo estivesse naquela covinha feita com o calcanhar. A bola, quase sempre gasta ou improvisada, passava de pé em pé. As balizas eram quatro pedras. As regras eram discutidas aos gritos. E nunca havia árbitro, apenas a justiça bruta da amizade e o poder do “dono da bola”
Havia o jogo do “esconde-esconde” ao cair da noite, quando as sombras se tornavam cúmplices e o coração batia mais depressa no escuro. Havia o “arranca trigo”, a bilharda… Havia o “mata”, o elástico, o saltar à corda, o jogo da macaca (coxipé) desenhado a giz no chão ou com um pau a riscar a terra. E quando chovia, inventávamos corridas de barcos de papel nas enxurradas que escorriam pelas ribanceiras.
Não tínhamos muito. Mas tínhamos tudo.
A imaginação era a nossa tecnologia. Um pau era uma espada. Um galho era uma cana de pesca. Um monte de pedras era um castelo. Um campo abandonado era um estádio internacional. E o mundo parecia grande, imenso, mas ao mesmo tempo cabia todo entre a janela do nosso quarto e o fundo da rua.
As tardes de verão eram intermináveis. O calor colava a camisa às costas, mas ninguém queria parar. O pó entrava nos sapatos, nos cabelos, nas narinas, e era quase um perfume de liberdade. No inverno, o frio cortava as mãos, mas bastava correr para aquecer. E se alguém caía, levantava-se com um “não foi nada” e continuava.
Havia uma comunidade discreta que nos protegia. Todo o bairro era um pouco mãe, um pouco pai. Se fazíamos asneira, chegava primeiro aos ouvidos de casa do que nós próprios. Mas também havia uma confiança profunda, podíamos andar soltos. Podíamos explorar. Podíamos crescer.
Hoje, quando passo por algumas dessas ruas, dos antigos bairros, sinto uma pontada profunda. As portas estão fechadas, são condomínios onde as portas se fecham automaticamente. Os poucos largos estão vazios. O silêncio pesa onde antes havia gritos e risos. Muitos amigos partiram para outras cidades, para o estrangeiro, para outras vidas. E aquele tempo ficou suspenso, como uma fotografia desbotada pelo sol.
Tenho saudades. Saudades do som das sandálias a bater no chão. Saudades do “já vou!” gritado da janela. Saudade do sabor do pão com qualquer coisa, comido à pressa para voltar à rua. Saudades de regressar a casa suado, sujo, feliz.
Naquele tempo, não sabíamos que éramos felizes. Éramos apenas livres.
Aprendemos na rua o que nenhum manual ensina. Negociar, perder, ganhar, partilhar, defender-nos, confiar. Aprendemos que a amizade se constrói na disputa e nos sorrisos. Aprendemos que o tempo não era um inimigo, era um campo aberto.
Bragança era pertença. Era identidade. Era o vento a soprar forte no inverno e as aves a cantar no verão. Era a terra dura que nos ensinava resistência. Era o horizonte largo que nos ensinava a sonhar. O desaparecimento dos bairros tirou-nos uma parte muito importante da nossa identidade.
Talvez o mundo tenha mudado demais. Talvez as crianças de hoje tenham outros universos, digitais, rápidos, luminosos. Mas há muita coisa que se perdeu nesta transição. Perdeu-se a lentidão da tarde que nunca mais acabava, a aventura de atravessar a rua inteira só para chamar um amigo, a alegria simples de um jogo que não precisava de bateria.
Quando fecho os olhos, ainda ouço os passos. Ainda vejo as corridas. Ainda sinto o coração a bater no esconde-esconde. E percebo que aquela infância não morreu, vive em mim, como uma chama pequena mas persistente.
As ruas já não são as mesmas. Mas dentro de nós, esses saudosos anos continuam a correr descalços pela terra quente dos Bairros de Bragança.
E talvez seja isso que nos salva do esquecimento. A MEMÓRIA. Uma memória que cheira a pó e a liberdade. Uma memória que tem o som de gargalhadas ao entardecer. Uma memória que nos lembra que, um dia, fomos donos do mundo, mesmo que esse mundo fosse apenas uma rua… a nossa rua e o nosso bairro.
𝐔𝐦𝐚 𝐧𝐨𝐢𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐭𝐞𝐚𝐭𝐫𝐨 𝐢𝐦𝐩𝐞𝐫𝐝𝐢́𝐯𝐞𝐥.
O bilhete tem um custo de 𝟑€ e pode ser adquirido presencialmente no Centro Cultural ou através do telefone 278 428 100.
𝐇𝐨𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐚 𝐛𝐢𝐥𝐡𝐞𝐭𝐞𝐢𝐫𝐚
Mais do que estruturas juvenis, os agrupamentos escutistas transmontanos assumem-se como espaços de formação cívica, voluntariado e promoção de valores. Através de atividades ao ar livre, ações solidárias, participação em iniciativas culturais e colaboração com instituições locais, os escuteiros contribuem para reforçar o espírito comunitário e a coesão social na região.
O Dia de Baden-Powell é, por isso, vivido não apenas como uma celebração simbólica, mas como a reafirmação de um compromisso coletivo. Em Trás-os-Montes, onde o associativismo desempenha um papel central na dinamização social, o escutismo continua a afirmar-se como uma verdadeira escola de cidadania, liderança e serviço.
Ao recordar o fundador do movimento, os escuteiros transmontanos renovam a promessa de viver segundo os princípios que orientam o escutismo há mais de um século: responsabilidade, solidariedade, respeito pela natureza e dedicação ao próximo. Num território marcado pela identidade forte e pelo sentido de comunidade, o escutismo mantém-se vivo, dinâmico e presente, sustentado pelo trabalho dedicado dos seus inúmeros grupos espalhados por toda a região.
A organização está a cargo do Comando Distrital da PSP de Bragança, com o apoio da Câmara Municipal de Bragança, da União das Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo, do Corpo Nacional de Escutas – Agrupamento XVIII de Bragança, dos Bombeiros Voluntários de Bragança e com organização técnica do Ginásio Clube de Bragança.
O valor líquido angariado reverterá integralmente a favor do Agrupamento XVIII de Escuteiros de Bragança e da Delegação de Bragança da Liga Portuguesa Contra o Cancro, reforçando a vertente solidária do evento.
As inscrições decorrem até às 23h59 do dia 08 de março, através da plataforma online indicada pela organização.
Haverá classificação geral masculina e feminina e por escalões de veteranos, estando a cerimónia de entrega de prémios marcada para as 12h30. A iniciativa pretende assinalar um século e meio de serviço à comunidade, promovendo simultaneamente a prática de atividade física, a proximidade e a solidariedade no concelho.
As demonstrações culinárias, conduzidas com recurso a ingredientes locais, evidenciaram a versatilidade da amêndoa e reforçaram a importância deste produto na identidade e na economia do concelho. As provas comentadas permitiram ainda dar a conhecer diferentes variedades e formas de confeção, despertando sabores e memórias associadas à tradição transmontana.
A adesão registada confirma o crescente dinamismo do Mercadinho Flor da Amendoeira enquanto plataforma de valorização dos produtores locais e de promoção turística de Alfândega da Fé.
O Mercadinho regressa já no próximo fim de semana ao Lagar D’el Rei, prometendo novos momentos de partilha, sabores e animação, num convite aberto a residentes e visitantes para voltarem a descobrir os encantos da amêndoa em flor e da tradição local.
A presença na BTL representa mais um passo num percurso consistente de promoção externa, que incluiu a participação na FITUR, em Madrid, onde o Douro voltou a captar a atenção do mercado internacional.
Um dos momentos altos da participação em Lisboa será o lançamento oficial do livro “Host Douro”, numa sessão que decorrerá no Prado, reunindo personalidades ligadas ao turismo, à gastronomia e à hospitalidade. A obra resulta do evento homónimo, realizado em Lamego, que se destacou como uma iniciativa pioneira no debate e reflexão sobre o futuro da hospitalidade.
João Gonçalves, presidente da CIM Douro, sublinha que “estar na BTL é afirmar o Douro no centro das grandes decisões do turismo nacional e internacional”, defendendo que o turismo “é não apenas um setor económico, mas um instrumento essencial para manter vivas as nossas tradições, cultura e comunidades”.
Com nova presença na BTL, a CIM Douro renova o convite a profissionais e visitantes, a descobrir o Douro e a responder à pergunta que serve de mote à campanha, que Douro é cada um de nós.
O cartaz integrou grupos representativos de vários concelhos do Douro Superior, evidenciando a riqueza e diversidade das expressões etnográficas da região.
A organização destacou a importância de continuar a promover iniciativas que aproximem os municípios do Douro Superior e que preservem as tradições para as gerações futuras.
Mais do que um festival, “Douro Superior com Vida e Movimento” voltou a afirmar-se como um verdadeiro encontro de comunidades, onde a cultura se assume como elo de ligação e motor de dinamização regional.
A intervenção foi conduzida pela equipa de Pneumologia, com o apoio do Serviço de Anestesiologia, no âmbito da estratégia de inovação e diferenciação da área de Broncologia da ULSTMAD.
O responsável pela Unidade de Broncologia, Dr. Rafael Noya, sublinha a importância do momento: “Este é um passo particularmente relevante para a ULSTMAD e para toda a região, porque o EBUS Radial reforça a nossa capacidade diagnóstica e aproxima a resposta prestada no interior daquela que existe nos grandes hospitais centrais”.
Também a diretora do Serviço de Pneumologia, Professora Doutora Bebiana Conde, destaca o impacto clínico da nova valência: “Trata-se de um método de diagnóstico altamente diferenciado, com especial relevância na abordagem das doenças pulmonares, incluindo o cancro do pulmão, em que a deteção precoce é determinante para o sucesso do tratamento”.
O Conselho de Administração da ULSTMAD congratulou-se com a implementação da técnica, considerando-a mais um passo na melhoria contínua da qualidade dos cuidados de saúde prestados à população de Trás-os-Montes e Alto Douro.
Com esta inovação, a região passa a dispor de uma resposta clínica mais avançada e próxima, reduzindo a necessidade de referenciação para centros hospitalares distantes e reforçando a equidade no acesso a cuidados diferenciados.
Para além do kit, a Proteção Civil aconselha a criação de um Plano Familiar de Emergência, que inclua a definição de um ponto de encontro, contactos de emergência acessíveis, estratégias de comunicação em caso de necessidade e instruções claras para as crianças sobre como agir.
A autarquia reforça que estas medidas simples podem proteger a família e proporcionar uma maior tranquilidade em momentos críticos, sublinhando que a prevenção e a preparação são determinantes para minimizar riscos e garantir uma resposta rápida e segura perante situações de emergência.
Um livro que reúne mais de uma centena de máscaras de várias regiões do país e que resulta de uma coleção privada itinerante, iniciada em 2017.
Roberto Afonso explica que a obra reúne imagens de todas as peças da coleção, contextualizadas com datas, localidades e textos de vários especialistas na área das mascaradas.
“O que eu pretendi foi divulgar, de uma forma organizada quase como um roteiro das festas mascaradas em Portugal, todas estas manifestações, desde as festividades do solstício de inverno, mas não só. Está tudo explicado com textos acessíveis e imagens de todas as máscaras da coleção.”
Outro objetivo de Roberto Afonso passa por promover e valorizar a marca identitária de todas as comunidades.
“Um dos principais objetivos é promover estas festas e fazer com que as populações sintam orgulho na sua marca identitária. Aquilo que há uns anos era visto com vergonha, hoje começa a ser motivo de orgulho. E também é uma forma de promover os artesãos e dar algum retorno às comunidades.”
A exposição da coleção encontra-se agora patente no Museu Etnográfico da Lousã. O livro assume-se como um instrumento de memória e estudo, contando com textos da autoria de vários especialistas da máscara, como António Tiza, Alfredo Cameirão, Antero Neto e Alex Rodrigues.
O dia da cidade começou com a apresentação do livro “Bragança: Memórias e Caminhos de Futuro”, do antigo autarca Jorge Nunes.
Seguindo-se à noite de uma sessão solene comemorativa no teatro municipal de Bragança. Várias personalidades foram premiadas e homenageadas entre elas, recebeu a medalha de mérito municipal, o presidente do Instituto Politécnico de Bragança. Orlando Rodrigues frisou que este reconhecimento não é apenas seu e sim de todo o politécnico.
“Receber uma distinção destas, obviamente, que é sempre uma honra, e enfim, é o reconhecimento de muitos anos de dedicação ao IPB, naturalmente que sempre fiz durante toda a vida com muita satisfação. Grato de receber esta distinção que eu interpreto mais como uma distinção coletiva aquilo que é o IPB e mais do que à minha própria pessoa, e portanto, nessa medida, fico muito satisfeito, significa que está a cumprir a sua missão.”
A medalha também foi entregue a Jorge da Costa. Diretor do Museu Abade de Baçal desde 2022, foi premiado pelo trabalho “de excelência” desenvolvido na cultura e valorização do património cultural e artístico por bragança. O diretor garante que a valorização da cultura brigantina foi e vai continuar a ser uma prioridade.
“A minha missão foi sempre esta, trazer o melhor a Bragança e levar o melhor de Bragança fora de portas. Esta medalha, que eu muito agradecido fico ao município de Bragança, é de muitas pessoas que trabalharam comigo, de muitas equipas, de muitos artistas, de muita gente que, que investiu, obviamente, na investigação do património e da história desta região.”
Além dos prémios do município e medalhas de mérito, a autarca Isabel Ferreira frisou que, pela primeira vez, também as pessoas das freguesias foram homenageadas.
“É um momento em que devemos homenagear quem dedicou a sua vida, e quem dedica a sua vida ao desenvolvimento de Bragança nas mais diversas áreas da cultura, do desporto, da economia, da saúde, da educação. Pela primeira vez instituímos, juntamente com as juntas de freguesia, homenagens a pessoas das diversas freguesias. Apesar de simbolicamente ser o dia da cidade, a cidade só existe também com todas as aldeias à sua volta e por isso faz todo sentido comemorar com a nossa família.”
Nesta categoria de Medalha municipal de mérito, foram ainda distinguidos o presidente do conselho de administração da ULSNE, Carlos Vaz e medalha municipal de valor e altruísmo atribuída a margarida ferreira por se dedicar ao abandono animal.
As celebrações continuaram sábado, com o centro histórico da cidade a ser palco de diversos espetáculos musicais. Tendo depois sido cantados os parabéns com um bolo confecionado por 15 pastelarias da cidade.
De acordo com o segundo comandante dos bombeiros voluntários de Bragança, Paulo Ferro, a jovem despistou-se contra um veiculo estacionado na rua Dr. Francisco Cavaleiro Ferreira, "tendo sido projetada para fora da moto, ficando com ferimentos nos membros inferiores e lesão torácica."
Após ter sido socorrida pelos bombeiros e pela VMER de Bragança, a jovem foi transportada para o hospital de Bragança.
No local estiveram sete operacionais dos bombeiros, a VMER de Bragança e a Polícia de Segurança Pública (PSP).
Ainda segundo Paulo Ferro, este é o terceiro acidente de moto em menos de 24 horas em Bragança. Nos restantes acidentes resultaram feridos ligeiros, ambos masculinos.
No ano 2005 realizou os estudos de especialização de Acompanhamento e Interpretação com Virginija Dabkute, recebendo uma bolsa da Academia Superior de Vilnius.
Já no ano 2023, tirou o Título de Especialista em Música no Instituto Politécnico de Bragança.
Aušra Bernatavičiūtė participou em diversas classes de alto aperfeiçoamento com pianistas de renome como: K. Gierzod, H. Henck, M. Rubackyte, J. Winerock, R. Sloan entre outros.
Entre os anos 2001 e 2004 obteve diversos prémios em concursos nacionais e internacionais para jovens pianistas: na Grécia (Atenas) - 3.º Prémio no Concurso Internacional Art and Education in the XXI-st Century (2002); em Itália (Barletta) - 2.º Prémio no 13.º Concorso Internazionale per Giovani Musicisti Città di Barletta (2003); na Lituânia (Druskininkai) - 2.º Prémio no Concurso Internacional Competition-Festival Music without limits (2003); e como pianista acompanhadora: na Lituânia (Vilnius) - 2.º Prémio no Concurso Nacional para retribuição dos Prémios da Fundação de Vytautas Landsbergis (2001); na Ucrânia (Vorzel) – Grand Prix no Concurso Internacional Art and Education in the XXI-st Century (2004). Por esta última conquista, em 2005 numa gala de entrega de prémios que decorreu em Vilnius – Lituânia, foi agraciada pessoalmente pelo Presidente da Lituânia, Valdas Adamkus.
Em 2017, realizou masterclasses de Piano na Esproarte de Mirandela, e em 2023 na Academia de Música Fernandes Fão no pólo em Ponte de Lima.
Desde 1999 atua como solista e pianista acompanhadora com cantores e agrupamentos de música de câmara.
Aušra Bernatavičiūtė fez recitais como solista e acompanhadora em várias salas de espetáculo, na Lituânia, Polonia, Espanha e Portugal. Com uma soprano e uma flautista, integra desde 2024 o grupo de música de câmara Trio Majestoso. O grupo também teve a honra de ser distinguido com o 2.º Prémio no CONVIMUS International Chamber Music Competition no Porto (2025).
De 2001 até 2005 trabalhou como professora e pianista acompanhadora na Escola de Música de Varėna e na Escola de Belas Artes em Vilnius, Lituânia. De 2005 até 2011 foi professora de piano e pianista acompanhadora no Conservatório Mayeusis, Vigo (Espanha).
É professora de piano e coordenadora do departamento de teclas no Conservatório de Música e Dança de Bragança (Portugal).
Aušra Bernatavičiūtė é diretora artística do Projeto Dança ao Som do Piano e do Concurso Internacional de Piano de Bragança.
Saiba mais AQUI.
O detido e o agente da PSP sofreram ferimentos ligeiros no confronto físico e ambos receberam tratamento no serviço de urgência do hospital de Mirandela, vindo a ter alta, ao final da tarde, confirmou fonte daquela unidade hospitalar. O polícia ficou com um hematoma na cabeça e no joelho, enquanto o detido teve de ser suturado na cabeça.
Ainda segundo fonte da PSP, o caso aconteceu na sequência de uma queixa de roubo por esticão, apresentada por uma mulher. Uma equipa da Brigada de Investigação Criminal interrogou a vítima, para recolher alguns dados que pudessem levar à identificação do autor do roubo, e as características físicas relatadas apontavam para um homem que já tem antecedentes criminais neste tipo de crime.
Uma equipa da Brigada de Investigação da PSP de Mirandela abordou, na via pública, o indivíduo suspeito que se encontrava com a mãe e alguns amigos, relata a mesma fonte.
A reação do homem à abordagem dos agentes da PSP terá sido violenta, partindo para a agressão a um dos polícias, que também terá tido o envolvimento da mãe. O alegado agressor foi manietado por um dos agentes que lhe colocou as algemas e deu voz de detenção.
Os alegados agressores foram entregues, sob detenção, na esquadra da PSP, sendo posteriormente libertados, sob o Termo de Identidade e Residência, e notificados para comparecerem no Tribunal Judicial de Mirandela, esta segunda-feira.
- Esconjura para longe de ti todos aqueles que apregoam as suas virtudes públicas… Esconjura todos aqueles que, solidários, choram copiosamente a desgraça alheia… em vez de sofrerem no silêncio do coração.
Esconjura para longe de ti, em sexta-feira 13, todos aqueles que te servem palavras doces… melíficas… e te embalam em canções dolentes… Desconfia! Pois o homem honrado e virtuoso orienta a sua ação pela vida discreta… solidária… fraterna… e silenciosa… onde as palavras valem apenas o que valem diante da grandeza do ato.
...Que pena tenho dos que sofrem pelo mundo!
…E quem tem pena dos que sofrem à nossa porta?!
…A loucura anda à solta!
Que a nossa boa estrela nos livre de todo o mal!
“Não há uma verdade primeira; só há erros primeiros.”
…Todos os que nos mentiram e roubaram… devolveram-nos a verdade!
…Aprendemos com os erros!
…A lucidez não tem preço!
…O sofrimento purifica-nos!
- Bom dia, Sr. Cristopina!
- Bom dia, Fernando!