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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 26 de abril de 2026

Hoje é Dia da Produção Nacional. Mas em Bragança celebra-se todas as semanas.

 Na Feira Semanal, nos terrados do Mercado Municipal, há praticamente de tudo: queijos, fumeiro, legumes acabados de colher, flores, árvores, fruta…. 
A produção nacional não é só uma data no calendário para recordar. Em Bragança é o típico de uma sexta-feira de manhã!

Tome nota e visite:
Mercado Municipal de Bragança
Todas as sextas-feiras

Quem foi Nostradamus – e por que razão as suas previsões ainda nos entusiasmam?

 Muito antes das teorias do TikTok, Michel de Nostredame cativou a Europa com as suas previsões assustadoramente precisas. Aqui está a história do médico da peste, cuja vida foi tão interessante quanto as suas profecias.

INTERFOTO / Alamy Stock Photo - Michel de Nostredame, famosamente conhecido como Nostradamus, retratado numa xilogravura de 1810, da autoria de Charles Canivet. O médico e astrólogo francês é famoso pelas suas profecias, mas muitas delas são vagas e abertas a interpretações.

O que nos reserva o futuro… e como acabará o mundo? São perguntas tentadoras – para as quais, há muitos séculos, o médico e autoproclamado profeta Nostradamus sempre afirmou conhecer as respostas. As suas famosas previsões eram desde confusas a assustadoras e os seus acólitos acreditam que algumas delas, feitas no século XVI, ainda hoje se aplicam. As suas alegadas profecias para 2025 incluíram guerras longas, uma peste e uma bola de fogo que poderia destruir a Terra.

Com efeito, Nostradamus é tão conhecido pelas suas previsões que o seu nome é mencionado em 1672 num dos primeiros usos documentados da palavra “prognosticação” em língua inglesa.

Mas o homem que alguns consideram um profeta não era um ser divino. Era um médico, ervanário e autor de carne e osso, cujas previsões ousadas o tornaram conhecido na tumultuosa Europa renascentista. Apresentamos-lhe Michel de Nostradame, mais conhecido como Nostradamus.

Quem foi Nostradamus?

Michel de Nostradame nasceu em Saint-Rémy-de-Provence, em França, em Dezembro de 1503. (Os historiadores discordam quanto à data exacta.) Os seus pais eram o filho de um notário e a filha de um proeminente médico local. Nostradame casou-se duas vezes durante a vida e teve oito filhos.

A França renascentista, como o resto da Europa, esteve imersa em conflitos religiosos durante o seu tempo de vida e isso exerceu um impacto considerável no jovem Nostradame. A sua família era judaica, mas converteu-se ao catolicismo quando a Provença se tornou parte do Reino de França em 1486. Embora os judeus tivessem um longo passado na região, no final do século XV, as autoridades disseram-lhes que, ou se convertiam, ou seriam expulsos, por isso, Michel foi criado como católico.

O jovem Nostradame estudou latim, grego, hebraico e medicina antes de frequentar a Universidade de Avinhão, ainda durante a adolescência. Terminou o bacharelato em medicina na década de 1520, embora a sua faculdade tenha encerrado devido à peste bubónica, enquanto ele ainda era aluno.

Médico da peste e a inquisição

Depois de concluir os seus estudos formais, Nostradame passou algum tempo a viajar por França para estudar plantas medicinais e tratar vítimas da peste, uma das doenças mais temidas da época.

Os historiadores acham que ele foi expulso da Universidade de Montpellier, onde estudou em seguida, por ter praticado o ofício “manual” de ervanário, e discordam quanto à possibilidade de ele ter regressado para terminar o doutoramento.

Praticar medicina na França renascentista significava tratar doenças como a peste. No entanto, a medicina da época também envolvia práticas actualmente consideradas não-científicas, como alquimia, astrologia e profecia. Estas práticas não conseguiram salvar a mulher de Nostradamus, cujo nome se perdeu no tempo, nem os seus dois filhos. Morreram na década de 1530, provavelmente de peste. 

Devastado, o médico também enfrentava outros problemas. Em 1538, foi ouvido a condenar a execução de uma estátua religiosa – palavras que lhe valeram uma acusação de heresia e o levaram a ser arrastado e apresentado à Inquisição em 1538. Uma acusação de heresia teria destruído a sua reputação localmente e uma condenação significaria execução. Contudo, o tribunal absolveu-o e ele voltou a viajar, especializando-se no tratamento da peste.

Alguns dos remédios de Nostradame parecem ter funcionado, pois ele foi sempre encontrando trabalho. O sucesso de alguns dos seus remédios dependia, possivelmente, de práticas de higiene como recomendar beber água potável. Outros, como os seus comprimidos de rosas, baseavam-se no uso de ervas e flores. A sua prática poderia também envolver alquimia, astrologia e outras práticas esotéricas actualmente consideradas não-científicas. No entanto, os seus pacientes ficaram suficientemente satisfeitos com os resultados para espalharem palavra sobre as suas competências. Científicos ou não, os métodos utilizados pelo médico para tratar a peste tornaram-no conhecido em França ao longo da década seguinte – e tanto o seu trabalho, como a sua obra escrita, começaram a ganhar fãs em sítios importantes.

As previsões poéticas de Nostradamus

O médico e astrólogo francês, cujo nome foi amplamente latinizado como Nostradamus, começou a escrever almanaques anuais na década de 1550, baseados na sua suposta “habilidade” de fazer previsões acertadas sobre os eventos e as condições meteorológicas do ano seguinte. Estas publicações, baratas e populares, tornaram-se conhecidas pelos seus prognósticos poéticos e apresentaram Nostradamus a um público mais vasto.

A fama de Nostradamus conquistou-lhe alguns clientes de estatuto elevado, ansiosos por uma previsão pessoal e política. Em 1555, ele previu que um “jovem leão” – designação que se pensava ser um código alusivo ao brasão de armas do rei Henrique II de França— morreria em combate e, no ano seguinte, a rainha de França, Catarina de Médici, e o seu filho, Charles IX, visitaram o profeta.

Quando Henrique II morreu efectivamente no dia 10 de Julho de 1559, devido a um ferimento sofrido num torneio de justa, o acontecimento gerou aquilo a que o historiador Denis Crouzet chamou“uma sensação de catástrofe iminente”.

A linguagem vaga e floreada do médico protegia-o a si próprio e à pessoa no centro da profecia de erros, humilhação e acusações de charlatanismo, contribuindo para a sua reputação e mistério ao longo do tempo. Como Michelle Pfeffer, da Universidade de Oxford, escreveu para The Conversation, a astrologia e a prognosticação eram comummente praticadas na altura e particularmente populares entre as elites.

Naquela época, a Europa já era dominada por conflitos religiosos e sociais, à medida que a Reforma ia criando tensões entre católicos e protestantes, a desigualdade social causava agitação e as profecias e os boatos chamavam a atenção do público. Muitas destas divergências deram lugar a conflitos, incluindo guerra civil, durante a vida de Nostradamus.

Criticado por católicos e protestantes, Nostradamus defendia as suas profecias, publicando um grande livro cheio delas e continuou a publicar os seus populares almanaques, mesmo depois de ser preso durante um curto período por publicar o seu trabalho sem autorização da igreja. Morreu no dia 1 de Julho de 1566, provavelmente de gota. Os historiadores e o público discutiram sobre os milhares de previsões que ele fez ao longo da sua vida – e, aparentemente, validaram-nas – desde então.

O que Nostradamus previu — e o que aconteceu de verdade

Embora a aparente previsão de Nostradamus sobre a morte de Henrique II lhe tenha conquistado fama em vida, o seu nome persistiu graças a outras profecias que alguns acreditam ter-se concretizado.

Talvez a mais espantosa tenha sido a previsão específica de que, por volta de 1558, “O Senado (Parlamento) de Londres irá condenar o seu rei à morte”. Em 1649, aconteceu exactamente isso: Carlos I foi decapitado por traição após um conflito com o Parlamento que acabou por dar origem a uma guerra civil em Inglaterra.

“Como até os cépticos terão de reconhecer, foi uma afirmação notável”, escreveu o biógrafo Ian Wilson. Na mesma profecia, Nostradamus previu que Londres seria “incendiada por bolas de fogo em três vezes vinte mais seis”. Em 1666, ocorreu efectivamente um incêndio em Londres, destruindo enormes parcelas da cidade.

As pessoas da época não se tinham esquecido das profecias de Nostradamus – e não pararam de procurar acontecimentos que pudessem corresponder à sua concretização nos anos que se seguiram. Os fãs do médico que via o futuro atribuíram tudo desde a revolução francesa (“um casal” que resultará em “tempestade–fogo–sangue”), a ascensão de Napoleão (um imperador “porque custará bastante caro ao Império”), e a ascensão de Hitler (“o maior inimigo de toda a raça humana”) a Nostradamus.

Contudo, muitos dos seus prognósticos vagos também não se tornaram realidade e existe uma longa história de figuras políticas e culturais que reinterpretaram e até interpretaram mal Nostradamus para reforçar os seus próprios objectivos.

Alguns dos que não tiveram pudor em utilizar as profecias de Nostradamus a seu favor foram os líderes do Terceiro Reich. O propagandista Joseph Goebbels incorporou as profecias na sua propaganda, utilizando-as para semear dúvidas e angariar apoio para o esforço de guerra nazi. Nostradamus também foi invocado por grupos extremistas, tornando-se um veículo de transmissão de ideologias.

Também se atribuem a Nostradamus previsões sobre o fim do mundo, mas essa profecia ainda não se tornou realidade. Ele profetizou que, em Julho de 1999, “viria do céu um grande Rei de terror”. As suas previsões alimentaram o medo do juízo final e as preocupações com a forma como o suposto bugY2K iria afectar os sistemas informáticos aumentaram.

O astrónomo francês continua a ser interpretado, lido e estudado por pessoas interessadas em profecias e prognosticação.

Mais de 500 anos após a sua morte, Nostradamus continua a entreter e a confundir – e continua a haver muitas pessoas interessadas nas suas profecias. “A profecia continua a moldar as esperanças e os medos de indivíduos, grupos, estados e de todo mundo em relação ao futuro”, escreveu o historiador Stephen Bowd na Encyclopedia of Millennialism and Millennial Movements. Afinal, quem não quer conhecer o futuro – ou achar que é possível fazê-lo?

Artigo publicado originalmente em inglês em nationalgeographic.com.

Erin Blakemore

FREIXO DE ESPADA À CINTA ASSINALA 52 ANOS DO 25 DE ABRIL COM SESSÃO SOLENE NOS PAÇOS DO CONCELHO

 O concelho de Freixo de Espada à Cinta assinalou, na manhã de ontem, 25 de abril, os 52 anos da Revolução dos Cravos com uma sessão evocativa que reuniu autarcas, representantes institucionais e população num momento de celebração da liberdade e da democracia.


A cerimónia teve início junto aos Paços do Concelho, com o simbólico hastear da Bandeira Nacional, ao som do Hino de Portugal e do hino local, interpretados pela Banda de Música de Freixo de Espada à Cinta. O momento contou ainda com a participação da Universidade Sénior e de alunos do 4.º ano do Agrupamento de Escolas Guerra Junqueiro, bem como com a presença da Guarda de Honra dos Bombeiros Voluntários do concelho, conferindo solenidade ao arranque das comemorações.

Seguiu-se a sessão no Salão Nobre, que registou significativa adesão da comunidade. Durante a cerimónia, intervieram o presidente da Câmara Municipal, Nuno Ferreira, e a presidente da Assembleia Municipal, Ana Peleira, que sublinharam a relevância histórica da data e a necessidade de preservar os valores conquistados com Abril.

Nas suas intervenções, os responsáveis destacaram a importância da liberdade, da democracia, do pluralismo e do Estado de direito, evocando o papel determinante de homens e mulheres que contribuíram para a transformação política e social do país. Ambos apelaram ainda à continuidade da defesa destes princípios junto das gerações mais jovens.

A sessão ficou também marcada por momentos culturais, com atuações da Universidade Sénior em conjunto com alunos do ensino básico, que interpretaram canções de época, e pela declamação de poemas por estudantes do 7.º ano, numa homenagem intergeracional ao espírito de Abril.

As comemorações encerraram com uma mensagem clara, a memória do 25 de Abril deve manter-se viva, sendo essencial garantir que os ideais de liberdade e cidadania continuem a orientar o presente e o futuro da sociedade portuguesa.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: CM Freixo de Espada à Cinta 

GNR REFORÇA EDUCAÇÃO RODOVIÁRIA JUNTO DAS CRIANÇAS EM TORRE DE MONCORVO E FREIXO DE ESPADA À CINTA

 O Comando Territorial da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Bragança, através da Secção de Prevenção Criminal, Policiamento Comunitário e Direitos Humanos dos destacamentos de Torre de Moncorvo e Freixo de Espada à Cinta, tem vindo a intensificar ações de sensibilização no âmbito da educação rodoviária, com especial enfoque nas camadas mais jovens da população.


A iniciativa procura incutir, desde a infância, comportamentos responsáveis e seguros no espaço público, promovendo o respeito pelas regras de circulação, quer na estrada, quer nos passeios e nas passadeiras.

A formação cívica nesta área é determinante para a prevenção de acidentes e para a construção de uma cultura de segurança rodoviária mais sólida.

A Guarda Nacional Republicana reafirma, assim, o seu compromisso na promoção de práticas seguras e na proteção dos cidadãos, destacando o papel fundamental da prevenção na diminuição da sinistralidade rodoviária.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: GNR – Comando Territorial de Bragança 

“CHÁ DAS 17H00 – POESIA DE ABRIL” ASSINALA REVOLUÇÃO DOS CRAVOS EM MIRANDA DO DOURO

 A cidade de Miranda do Douro evocou, na tarde de 24 de abril, os valores da liberdade e da memória coletiva com a realização da iniciativa “Chá das 17h00 – Poesia de Abril”, um encontro cultural que assinalou os 52 anos da Revolução de Abril.


Num ambiente intimista e marcado pela partilha, o evento reuniu participantes de várias gerações em torno da poesia e da expressão artística, reforçando o papel da cultura na preservação dos ideais democráticos conquistados em 1974.

Mais do que uma simples celebração, a tarde assumiu-se como um espaço de reflexão e homenagem a todos quantos contribuíram para a construção da liberdade em Portugal. A participação ativa dos presentes sublinhou a importância de manter viva a memória histórica, transmitindo-a às gerações futuras.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: CM Miranda do Douro 

MOGADOURO ASSINALA 25 DE ABRIL COM HOMENAGEM AO PODER LOCAL

 O concelho de Mogadouro celebrou ontem, dia 25 de abril, o 52.º aniversário da Revolução dos Cravos com um conjunto de iniciativas que envolveram a comunidade e diversas entidades locais, numa jornada marcada pelo simbolismo e pela evocação dos valores democráticos.


As comemorações tiveram início nos Paços do Concelho, com o hastear das bandeiras ao som do Hino Nacional, interpretado pela Banda Filarmónica da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Mogadouro.

Seguiu-se uma marcha pelas principais artérias da vila, reunindo participantes de diferentes gerações, até à Casa da Cultura, onde decorreu a Sessão Solene organizada pela Assembleia Municipal. Durante a cerimónia, representantes das várias forças políticas, bem como entidades civis, religiosas e militares, sublinharam a importância histórica do 25 de Abril e o seu impacto na construção da democracia em Portugal.

A sessão ficou também marcada por intervenções que destacaram os 50 anos do poder local democrático, efeméride assinalada ao longo das comemorações. Foi prestada uma homenagem a todos aqueles que, ao longo das últimas cinco décadas, desempenharam funções nos órgãos autárquicos do concelho, reconhecendo o seu contributo para o desenvolvimento e coesão da comunidade.

As celebrações decorreram com uma expressiva participação popular, reafirmando o compromisso da comunidade de Mogadouro com a preservação da memória histórica e dos valores de Abril.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: CM Mogadouro

MONUMENTO ASSINALA 50 ANOS DO PODER LOCAL DEMOCRÁTICO NA FRONTEIRA LUSO-ESPANHOLA

 O concelho de Vinhais assinalou ontem, 25 de abril, a inauguração de um monumento evocativo dos 50 anos do poder local democrático, numa cerimónia realizada na zona de fronteira entre Portugal e Espanha, via Moimenta/Manzalvos.


Esta iniciativa pretende homenagear o papel determinante das autarquias na construção de uma sociedade mais participativa, coesa e desenvolvida, evocando meio século de governação local em democracia. A escolha da data coincide com as comemorações da Revolução de Abril, marco histórico que simboliza a conquista da liberdade e a afirmação do poder democrático em Portugal.

A localização do monumento, em plena raia, reforça o simbolismo da união entre povos, representando a superação de fronteiras físicas e ideológicas que durante décadas dividiram a Europa. Ao mesmo tempo, destaca a importância crescente da cooperação transfronteiriça entre Portugal e Espanha.

A cerimónia contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Vinhais, Luís Fernandes, acompanhado pelo vice-presidente Artur Marques e pelos vereadores Martinho Martins e Alfredo Moura dos Santos. Esteve também presente o presidente da Assembleia Municipal, José Carlos Taveira, assim como presidentes de juntas e uniões de freguesia do concelho, para além de várias entidades civis, militares e religiosas.

A participação de autarcas dos dois países sublinhou o reforço dos laços de cooperação e amizade entre comunidades vizinhas, evidenciando o papel do poder local como motor de desenvolvimento e proximidade aos cidadãos.

Mais do que um gesto simbólico, a inauguração deste monumento constitui um momento de reflexão sobre os valores fundamentais da democracia, celebrando a liberdade conquistada e o percurso desenvolvido ao longo das últimas cinco décadas no concelho de Vinhais.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: CM Vinhais 

VILA FLOR CELEBRA O 25 DE ABRIL COM SOLENIDADE E CULTURA

 O concelho de Vila Flor assinalou, no dia 25 de abril, as comemorações da liberdade com um programa marcado pela solenidade, simbolismo e forte envolvimento da comunidade local.


As celebrações tiveram início com o hastear da bandeira, protagonizado pela Associação Humanitária dos Bombeiros, ao som da Banda de Música da ACRVF, num momento que evocou o respeito e a memória coletiva associados à conquista da democracia em Portugal, consagrada com a Revolução dos Cravos.

Sucederam-se diversos momentos de cariz simbólico, com destaque para a distribuição de cravos pelas crianças, um gesto que remete diretamente para o espírito de Abril, e para a participação ativa das associações locais, reforçando o sentimento de identidade e coesão comunitária.

O programa integrou também apontamentos culturais, com a presença de estátuas vivas, momentos musicais e performances teatrais, que enriqueceram a evocação histórica e proporcionaram maior proximidade entre a população e os valores de Abril.

O ponto alto das comemorações ocorreu com a largada de balões brancos, símbolo de paz e esperança, num momento vivido com emoção pelos presentes, ao som da emblemática canção Grândola, Vila Morena, que permanece como um dos maiores símbolos da revolução e da identidade democrática portuguesa.

Em Vila Flor, a data voltou a afirmar-se não apenas como efeméride, mas como expressão viva de uma vontade coletiva de preservar e renovar os ideais de liberdade e democracia.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: CM Vila Flor 

IV CAMINHADA DA LIBERDADE EM FREIXO DE ESPADA À CINTA REÚNE CENTENAS DE PARTICIPANTES

 Freixo de Espada à Cinta assinalou o 25 de Abril com forte adesão popular, reunindo centenas de participantes na IV edição da Caminhada da Liberdade, promovida pelo Município. A iniciativa decorreu ao final da tarde do próprio dia comemorativo, consolidando-se como uma tradição no programa local evocativo da Revolução dos Cravos.


Com ponto de encontro na Praceta do Município, os participantes, de várias faixas etárias, percorreram um trajeto até à Praia Fluvial da Congida, num ambiente marcado pela convivência, pelo simbolismo da data e pela valorização do património natural e histórico do concelho, num cenário enriquecido pelas paisagens características da região.

Na abertura da atividade, o presidente da Câmara Municipal, Nuno Ferreira, acompanhado pelo vice-presidente Pedro Vicente, pela vereadora Marisa Madeira e pela presidente da Assembleia Municipal, Ana Peleira, destacou a importância da celebração da liberdade e agradeceu a expressiva participação da população. O autarca sublinhou ainda o papel da iniciativa na promoção do espírito comunitário e na preservação da memória coletiva associada ao 25 de Abril.

A Caminhada da Liberdade reafirma, assim, o seu lugar no calendário festivo local, aliando celebração histórica, atividade física e reforço dos laços comunitários.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: CM Freixo de Espada à Cinta

Notícias de Abril

Por: Fernando Calado
(Colaborador do Memórias...e outras coisas...)


 Cai uma chuva miudinha. Abril águas mil. Cumpre-se. Arrefeceu. Sinto a chuva nas mãos e muito mais neste sentir do entardecer.

As alfaces na horta já se riem para a gente agradadas das chuvas mil. Um pássaro espreita a cerejeira. Lá para os finais de maio haverá cerejas para mim e para ti. Doces. Nada de espantalhos nem de medos… pássaro meu irmão… madrugador no trinar mais bonito da Primavera. Obrigado pela liberdade do teu cantar feito Abril!

Obrigado pela liberdade na ponta da asa.

...obrigado!


Fernando Calado
nasceu em 1951, em Milhão, Bragança. É licenciado em Filosofia pela Universidade do Porto e foi professor de Filosofia na Escola Secundária Abade de Baçal em Bragança. Curriculares do doutoramento na Universidade de Valladolid. Foi ainda professor na Escola Superior de Saúde de Bragança e no Instituto Jean Piaget de Macedo de Cavaleiros. Exerceu os cargos de Delegado dos Assuntos Consulares, Coordenador do Centro da Área Educativa e de Diretor do Centro de Formação Profissional do IEFP em Bragança. 
Publicou com assiduidade artigos de opinião e literários em vários Jornais. Foi diretor da revista cultural e etnográfica “Amigos de Bragança”.

HOJE É O MEU ANIVERSÁRIO

Por: Maria da Conceição Marques
(Colaboradora do "Memórias...e outras coisas...")

 


Ergo a alma como quem acende uma vela no silêncio do infinito, e agradeço.

Agradeço-Te, Deus, por mais um ano tecido na pele do tempo. Um ano que não foi feito só de luz, mas também de sombras que me ensinaram a ver. 

Houve dias em que o riso floresceu leve, como pássaros a atravessar o céu do meu peito, e outros em que o coração se fez mar revolto, salgado de lágrimas e saudade.

Caminhei por estradas onde nem sempre me encontrei. Houve desencontros que me desalinharam os passos, e silêncios que pesaram mais do que qualquer grito.

Mas, ainda assim… estou aqui. Viva, inteira com o corpo que respira e o coração que bate forte, mesmo depois das tempestades.

Hoje, agradeço.

Agradeço por cada queda que me ensinou a levantar, por cada dor que me moldou em silêncio, por cada alegria que me lembrou que viver vale a pena. Agradeço por este tempo concedido, por mais um ano vivido, por este sopro que continua em mim, firme, sereno, e teimoso.

Obrigada, meu Deus… por mais um ciclo, por mais um fôlego, por mais uma oportunidade de existir.

M.C.M(São Marques)


Maria da Conceição Marques
, natural e residente em Bragança.
Desde cedo comecei a escrever, mas o lugar de esposa e mãe ocupou a minha vida.
Os meus manuscritos ao longo de muitos anos, foram-se perdendo no tempo, entre várias circunstâncias da vida e algumas mudanças de habitação.
Participei nas coletâneas: Poema-me; Poetas de Hoje; Sons de Poetas; A Lagoa e a Poesia; A Lagoa o Mar e Eu; Palavras de Veludo; Apenas Saudade; Um Grito à Pobreza; Contas-me uma História; Retrato de Mim; Eclética I; Eclética II; 5 Sentidos.
Reunir Escritas é Possível: Projeto da Academia de Letras- Infanto-Juvenil de São Bento do Sul, Estado de Santa Catarina.
Livros Editados: O Roseiral dos Sentidos – Suspiros Lunares – Delírios de uma Paixão – Entre Céu e o Mar – Uma Eterna Margarida - Contornos Poéticos - Palavras Cruzadas - Nos Labirintos do Nó - Uma Paixão Improvável.

Bragança assinalou os 52 anos da Revolução dos Cravos com um programa comemorativo que juntou concertos, cinema, exposições, uma caminhada urbana e até uma Chaimite histórica no centro da cidade. Três dias repletos de iniciativas abertas à comunidade.

 Porque Abril não é só uma data. É um valor que se renova cada vez que uma comunidade se reúne para o celebrar juntos. 🌹

sábado, 25 de abril de 2026

Os Amigos


 O 25 de Abril, com o passar dos anos, transporta-me para um passado que traz nostalgia e saudade, e lembro-me deles, dos meus amigos, que comigo partilharam essa época maravilhosa de luta, alegria, fé e de esperança… Uma gaivota voava, voava… como ela, somos livres, não voltaremos atrás…

Neste 25 de Abril vou falar de nós… 

Os meus amigos não cabem no tempo. Não se explicam com palavras simples, nem se medem em anos ou em encontros. As amizades são feitas de instantes que, sem sabermos, se tornam eternos. De risos e de olhares que diziam tudo, quando nada precisava de ser dito.

Os amigos são, talvez, a forma mais pura de família que escolhemos. São aqueles que entram na nossa vida sem aviso, que ficam sem pedir licença e que, pouco a pouco, passam a fazer parte de quem somos. Com eles aprendemos a ser mais verdadeiros, mais humanos. Com eles dividimos o melhor de nós, mas também o pior, as falhas, os medos, os dias cinzentos que só eles sabiam, e sabem colorir.

E depois… o tempo. Sempre o tempo.

O tempo que, sem pedir permissão, começa a levar. Primeiro devagar, quase sem darmos conta. A vida acontece, os caminhos mudam, as rotinas afastam. Promessas de “havemos de nos encontrar” vão ficando suspensas no ar, como cartas nunca enviadas. E acreditamos, talvez ingenuamente, que haverá sempre mais um dia, mais uma oportunidade, mais uma conversa por acabar e uns copos para beber.

Mas nem sempre há… já quase nunca.

Há aqueles que partem cedo demais, levados por uma realidade que nunca estamos preparados para aceitar. E fica um vazio impossível de preencher. Um silêncio pesado, onde antes havia gargalhadas. Um lugar à mesa que nunca mais será ocupado. E a dor… a dor de saber que não houve despedida, que ficou tanto por dizer, tanto por viver.

E há também os que não partem de vez, mas vão ficando mais distantes. A vida pesa, o corpo cansa, a saúde falta. Os encontros tornam-se raros, as conversas mais curtas, os abraços mais demorados por serem demasiado espaçados no tempo, como se, no fundo, soubéssemos que cada momento pode ser o último. E isso dói de uma forma diferente. Uma dor lenta, silenciosa, que cresce na consciência de que nada é como antes… e nunca mais será.

Com o passar dos anos, vamos percebendo que a amizade não desaparece, transforma-se, passa a viver mais na memória do que no presente, nos detalhes que só nós entendemos, nas histórias que repetimos, mesmo sabendo o final, nas fotografias que ganham um peso quase insuportável, porque capturaram um tempo que não volta.

Lembramo-nos das conversas sem fim, das noites que pareciam eternas, das pequenas loucuras que hoje contam como grandes aventuras. Lembramo-nos dos momentos bons… e também dos menos bons, porque até nesses havia verdade, havia ligação, havia vida. Tudo isso nos moldou, construiu-nos, fez-nos quem e o que somos hoje.

A maior herança dos amigos é permanecerem em nós.

Vivem nas palavras que dizemos sem perceber que são deles. Nos gestos que repetimos. Nas decisões que tomamos guiados por aquilo que aprendemos juntos. Vivem em cada memória que o tempo não conseguiu apagar.

A saudade, essa, nunca desaparece. Aprende-se a viver com ela. Torna-se presença constante. Às vezes dói, noutras surge como um sorriso inesperado, uma lembrança no meio de um dia qualquer.

E há dias em que tudo pesa mais… e demais. Dias em que damos por nós a querer voltar atrás, nem que seja por um instante. Só para ouvir mais uma vez aquela voz, partilhar mais uma gargalhada, dizer aquilo que ficou por dizer.

Mas o tempo não volta.

E talvez seja por isso que as amizades sejam tão preciosas. Porque são frágeis. Porque são finitas. Porque, um dia, inevitavelmente, tornam-se em memória.

Ainda assim, há algo que nem o tempo, nem a distância, nem a morte conseguem levar. O que sentimos!

Os amigos que tivemos, e os que temos, são parte da nossa história, da nossa alma. Enquanto os mantivermos vivos nas nossas memórias e no nosso coração, nunca desaparecem por completo.

Ficam. Ficam para sempre.

Talvez, no fundo, seja isso que nos salva da perda total… saber que, mesmo ausentes, continuam a caminhar connosco… calados… distantes, mas para sempre.

Nem sequer ouso nomear os meus melhores amigos. Não é necessário… eles sabem quem são!

HM
Dia 25 de Abril de 2026. VIVA O 25 de ABRIL de 1974!

quase poema...ou de Abril... 25

Por: Fernando Calado
(Colaborador do Memórias...e outras coisas...)


Cheguei às portas de Abril 

e já era Abril… cravo povo… 

…lavrador 

de campos muitos!

… mineiro!

… pescador!

Infante de mares longos… febres tantas

Don Sebastião da nossa esperança

…minha Senhora!

da boa hora

que a dor também cansa!

Cheguei e já era Abril

Desempregado

Emigrante

Reformado

Povo errante

Nevoeiro… Alcácer-Quibir

Em Abril nasceu a esperança

…e cheguei e já era Abril!

…às armas feitas palavra!

à beira do desespero!

…democracia diz o Povo!

Maria da Fonte aqui te espero!


Fernando Calado
nasceu em 1951, em Milhão, Bragança. É licenciado em Filosofia pela Universidade do Porto e foi professor de Filosofia na Escola Secundária Abade de Baçal em Bragança. Curriculares do doutoramento na Universidade de Valladolid. Foi ainda professor na Escola Superior de Saúde de Bragança e no Instituto Jean Piaget de Macedo de Cavaleiros. Exerceu os cargos de Delegado dos Assuntos Consulares, Coordenador do Centro da Área Educativa e de Diretor do Centro de Formação Profissional do IEFP em Bragança. 
Publicou com assiduidade artigos de opinião e literários em vários Jornais. Foi diretor da revista cultural e etnográfica “Amigos de Bragança”.

MIRANDELA ACOLHE FEIRA DEDICADA À EMPREGABILIDADE E AO EMPREENDEDORISMO

 Mirandela recebeu, entre os dias 21 e 23 de abril, a feira “GeraAção”, uma iniciativa centrada na promoção da empregabilidade, qualificação e orientação vocacional, que decorreu no Parque do Império e no Auditório Municipal.


Integrada nos programas PIPSE e CLDS 5G e promovida pelo Município de Mirandela, a iniciativa reuniu diversas entidades institucionais, formadores, forças de segurança e outros parceiros locais e regionais, criando um espaço de partilha de conhecimento e oportunidades dirigido a diferentes públicos.

Ao longo de três dias, o evento contou com um programa diversificado, que incluiu sessões de esclarecimento, workshops temáticos, atividades práticas e momentos culturais. Entre os temas em destaque estiveram o empreendedorismo, os estágios profissionais, a literacia fiscal e as estratégias de integração no mercado de trabalho.

A iniciativa procurou, assim, responder aos desafios atuais do mercado de trabalho, aproximando os participantes de oportunidades concretas e incentivando o desenvolvimento de projetos pessoais e profissionais no território.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: CM Mirandela

JOVENS LEVAM PREOCUPAÇÕES DO FUTURO À “ASSEMBLEIA DO FUTURO” EM TORRE DE MONCORVO

 No âmbito das comemorações do 25 de Abril, Dia da Liberdade, o Município de Torre de Moncorvo promoveu ontem, dia 24 de abril, a iniciativa “Assembleia do Futuro”, um encontro que colocou frente a frente o executivo municipal e alunos do Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado.


Durante a iniciativa, os jovens tiveram oportunidade de expor as suas perspetivas e preocupações relativamente ao desenvolvimento do concelho. Entre os temas abordados estiveram a educação, o desporto, a ação social, a manutenção dos espaços públicos e, em particular, a necessidade de criar condições que promovam a fixação da população jovem no território.

O presidente da Câmara respondeu às questões colocadas, sublinhando a importância da participação cívica dos mais novos e garantindo que os contributos apresentados serão tidos em conta na definição de políticas locais.

A “Assembleia do Futuro” assume-se, desta forma, como um espaço de diálogo intergeracional, reforçando os valores de liberdade, cidadania e participação democrática junto das novas gerações, num contexto simbólico associado à celebração de Abril.

Jornalista: Luís Eduardo Lopes
Foto: CM Torre de Moncorvo 

I Festival de Caminhadas dos Lagos do Sabor

Acidente de trator vitimou irmão de antigo bispo de Bragança-Miranda

 Um acidente de trator vitimou esta manhã um homem de 55 anos, na aldeia de Parada, no concelho de Alfândega da Fé, irmão do Arcebispo de Braga e antigo bispo de Bragança-Miranda, D. José Cordeiro.


De acordo com o Comandante dos Bombeiros de Alfândega da Fé, Nuno Camelo, o homem estava a destroçar erva num terreno próximo da aldeia quando a máquina capotou por uma ribanceira. "Provavelmente, não viu devido à erva alta", explicou Nuno Camelo.

O alerta foi dado por um popular perto das 9h30 da manhã deste sábado.

"No local estiveram dez homens, apoiados por três viaturas. Ainda foi acionado o helicóptero do INEM sediado em Macedo de Cavaleiros mas o óbito acabou por ser confirmado no local pelo médico do meio aéreo", explicou o Comandante dos Bombeiros de Alfândega.

Este é o primeiro acidente de trator com vítimas mortais naquele concelho este ano.

À família enlutada, o Mensageiro endereça sentidas condolências.

António G. Rodrigues

Rebordelo 🚶 Vinhais

 Prepara-te para uma experiência inesquecível no coração da natureza!
O 2º Trail do Rabaçal está de volta e promete levar-te por trilhos desafiantes, paisagens deslumbrantes e momentos únicos de superação e convívio. No dia 7 de junho de 2026, Rebordelo será palco de mais uma grande celebração do desporto e da aventura, integrada na 2ª etapa do Campeonato Distrital.

Seja a caminhar ou a correr, há um desafio à tua medida: escolhe entre a caminhada de 8 km ou a corrida de 16 km e vem descobrir a beleza natural desta região incrível. Com partida às 09h00, junta-te a atletas, amigos e apaixonados pelo trail para um dia repleto de energia, emoção e espírito de equipa.

Marca já na agenda, reúne o teu grupo e vem viver o trail como nunca antes. Rebordelo espera por ti!

sexta-feira, 24 de abril de 2026

𝑳𝒆𝒗𝒂𝒓 𝒂𝒔 𝒅𝒆𝒄𝒊𝒔𝒐̃𝒆𝒔 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝒎𝒂𝒊𝒔 𝒑𝒆𝒓𝒕𝒐 𝒅𝒂𝒔 𝒑𝒆𝒔𝒔𝒐𝒂𝒔

 A Reunião de Câmara Municipal de hoje decorreu de forma descentralizada, em Quintanilha, junto ao Posto de Controlo da Fronteira.
Uma escolha com valor simbólico, junto à Ponte do Rio Maçãs, que liga Portugal e Espanha, enquadrada nas Comemorações da Revolução dos Cravos, em Bragança.

Foi ali que, na madrugada de 25 de abril de 1974, militares do então BC3 asseguraram o controlo da fronteira, num momento de incerteza, contribuindo para a estabilidade do território durante as operações do MFA na capital.