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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sábado, 12 de setembro de 2026

A INVEJA ENTRE OS INTELECTUAIS

Por: Humberto Pinho da Silva 
(Colaborador do "Memórias...e outras coisas...")


Quem vive muitos anos, facilmente verifica que, o parecer dos homens de Letras e não só, - variam consoante a posição que ocupam no xadrez da vida.

Basta escrever critica desfavorável ou pouca lisonjeira, para o poema ou texto, escrito por Fulano, passe de bom a mau.

 Moura e Sá, no interessante ensaio: " Vida e Literatura", escreveu: "Quando dizemos: Este poema é mau, queremos muitas vezes, afirmar que o autor pensa em matéria política, de maneira diferente da nossa".

Em 1604, Lopes de Vega, despeitado, escreveu missiva a amigo, referindo-se a Cervantes, por este haver depreciado seu teatro: " De poetas não digo, que esteja bom ano (...), mas nenhum há tão mau como Cervantes, nem tão néscio, que seja capaz de Gabar o D. Quixote."

É conhecidíssima a carta, que Voltaire escreveu a Quinault, lamentando-se:" Só se ganha (com os escritos,) inimigos, desprezo, quando não se vence, e ódios quando se triunfa.".

Também Ramalho, “Em Paris" se lamenta:

"Os homens predestinados pelo talento de escrever, criam às vezes prosélitos, mas não criam amigos; conquistam inteligências, mas não corações; tornam-se célebres, mas não se tornam amados."

Já que pretendo reunir apanhado de opiniões de homens de Letras, sobre a inveja, cito o que declarou ao " Diário de Notícias" Helena Sacadura Cabral: " Os valores, raramente são conhecidos, e os mais inteligentes constituem o repasto ideal para a calúnia."

É sabido que a crítica é, em geral, fruto de "capelinhas". Se são de esquerda, elevam ao Olimpo, os correligionários; se são de direita comportam-se como diz Cruz Malpique: "Agora é que vais saber de quem sou filho!", e desandam sem dó e piedade. Álvaro Lins, em " Literatura e Vida Literária" afirma:" Alguns me advertem que não estou agradando inteiramente com a minha crítica, porque não me coloquei ao serviço de um partido ou de grupo, que por sua vez, me apoiaria"

O defunto suplemento literário, do "Jornal de Notícias", foi encerrado por não ter louvado o romance de Paços d'Arcos, segundo, Manuel António Pina, ("JN”, de 26/O1/2012, pág. 48.).

Disse. por graça, Júlio Dantas, sobre a inveja entre intelectuais, que era - A "Formiga branca das literaturas".

Por sua vez, algumas editoras preferem publicar só os da sua ideologia política. Certo jovem, no início da carreira, lembrou-se de enviar o original, a escritor consagrado. Este deu-lhe parecer favorável – O que é raro! Acrescentando que seu editor talvez pudesse publicá-lo. Mas, teria de se inscrever no partido de Sicrano, se o queria vê-lo em letra de forma!....

Infelizmente quem não tem posses ou mecenas, se quer singrar, tem que se tornar Bonifácio de "importante", e pensar, e agir, como ele quer.

Assim foi e assim será – em todas as profissões....


Humberto Pinho da Silva
nasceu em Vila Nova de Gaia, Portugal, a 13 de Novembro de 1944. Frequentou o liceu Alexandre Herculano e o ICP (actual, Instituto Superior de Contabilidade e Administração). Em 1964 publicou, no semanário diocesano de Bragança, o primeiro conto, apadrinhado pelo Prof. Doutor Videira Pires. Tem colaboração espalhada pela imprensa portuguesa, brasileira, alemã, argentina, canadiana e USA. Foi redactor do jornal: “NG” e é o coordenador do Blogue luso-brasileiro "PAZ".

Há momentos que passam depressa. Outros ficam connosco para sempre.

 𝐇𝐨𝐣𝐞 𝐟𝐚𝐳 𝐮𝐦 𝐦𝐞̂𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐨 𝐞𝐜𝐥𝐢𝐩𝐬𝐞 𝐭𝐨𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐒𝐨𝐥 𝐝𝐞 𝟏𝟐 𝐝𝐞 𝐚𝐠𝐨𝐬𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟔, um daqueles momentos raros em que o céu nos obriga a parar, olhar e simplesmente contemplar.
Na equipa do Centro Ciência Viva de Bragança vivemos esse dia de forma muito especial: entre preparação, ciência, partilha  e muita emoção, tivemos ainda a oportunidade de o registar.

Este vídeo condensa aquilo que os nossos olhos viram durante aqueles momentos extraordinários: a aproximação da totalidade, a escuridão súbita e o regresso da luz.

Este é o nosso registo do eclipse total do Sol em Bragança. 🌑☀️

12 de agosto de 2026 - 𝐩𝐞𝐪𝐮𝐞𝐧𝐨𝐬 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐬𝐭𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐠𝐮𝐚𝐫𝐝𝐚𝐫 𝐮𝐦 𝐝𝐚𝐪𝐮𝐞𝐥𝐞𝐬 𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐢𝐟𝐢𝐜𝐢𝐥𝐦𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐜𝐚𝐛𝐞𝐦 𝐧𝐮𝐦 𝐦𝐢𝐧𝐮𝐭𝐨.

Ser bela (ou não ser) é determinante no destino que traçamos para cada espécie de borboleta

 Um estudo internacional, que incluiu dois investigadores portugueses, avaliou quais são as borboletas europeias consideradas mais belas e como isso influencia a atenção que cada uma recebe. Os resultados alertam para os efeitos desse enviesamento nas políticas de conservação.

Borboleta da espécie Zerynthia rumina. Foto: Eduardo Marabuto

Até que ponto é que uma espécie de borboleta mais vistosa recebe mais dinheiro para a sua conservação e mais atenção do grande público e dos cientistas do que acontece com espécies menos bonitas? Será que a estética pode ser determinante para o seu futuro?

Em busca de respostas para estas intrigantes questões, uma equipa internacional de 36 investigadores meteu mãos ao trabalho recorrendo a diferentes áreas de conhecimento, desde a sociologia à biologia. Publicado na revista científica Current Biology, o estudo foi liderado por dois cientistas da Universidade de Florença, em Itália – Leonardo Dapporto, do Departamento de Biologia, e Mariagrazia Portera, do Departamento de Literatura e Filosofia – e concluiu que sim: o viés estético (‘beauty bias’, em inglês), como é chamada a distorção que a beleza pode provocar nas opiniões que formamos sobre algo ou alguém, faz-se sentir também sobre a forma como os humanos olham as borboletas.

“A ideia não é nova: já Leonardo da Vinci notava que o ser humano se deixa seduzir pela beleza”, afirma uma nota de imprensa sobre o novo estudo, enviado à Wilder. “Mas quando essa preferência estética se infiltra na ciência e na conservação, deixa de ser um simples gosto e passa a decidir, na prática, o destino que damos às borboletas: que espécies são estudadas, que projetos recebem financiamento, que atenção mediática se gera e, no fim, que borboletas são esquecidas.”

Para determinar quais são espécies de borboletas que consideramos mais e menos atraentes, e porquê, os cientistas lançaram um inquérito online, disponível em sete línguas diferentes, que esteve ativo de julho de 2022 a janeiro de 2026. O alvo foram as borboletas diurnas europeias, uma vez que no geral são bastante comuns e conhecidas. Receberam mais de 21.000 respostas de mais de 100 países.

Quão bonita te parece?

Portugal, embora se tenha juntado à investigação numa fase mais tardia, foi um dos que contribuiu com maior número de inquiridos. “Fomos o quarto maior país em número de inquéritos respondidos, com cerca de 600 respostas”, indicou à Wilder Tatiana Moreira, que juntamente com Eduardo Marabuto coordenou o estudo em Portugal. Os dois são investigadores no Museu Nacional de História Natural e da Ciência, no centro de investigação CE3C (Universidade de Lisboa) e também na Associação BioLiving.

Quem acedia ao inquérito online, teve de observar nove imagens de espécies de borboletas diferentes e para cada uma, responder à pergunta “Quão bonita te parece?”, atribuindo uma pontuação de zero a dez. A partir das milhares de respostas recebidas, a equipa elaborou então um Índice de Beleza de Espécies para as 492 que foram avaliadas neste inquérito, praticamente todas as borboletas diurnas da Europa.

Ao olharem para o novo índice, os investigadores detetaram três características comuns às espécies classificadas como mais belas: a presença de cores primárias, com destaque para o azul e o amarelo; a existência de asas com contrastes de cores; por fim, ter asas alongadas com margens semelhantes às das folhas ou que terminam numa espécie de cauda, em detrimento de asas mais compactas.

“Estes resultados alinham-se com alguns aspetos da teoria da fluência do processamento, que afirma que as informações ou os estímulos mais fáceis de perceber (por exemplo, por causa da baixa complexidade ou de contrastes elevados) tendem a ser entendidos como mais agradáveis”, lê-se no artigo científico publicado.

Duas espécies relativamente abundantes em Portugal, com ‘destinos’ diferenciados no que diz respeito à percepção de beleza: a espécie Pyrgus malvoides classificou-se modestamente no Índice de Beleza de Espécies, enquanto a borboleta-carnaval (Zerynthia rumina) apresentou os valores mais altos. “Enquanto o público raramente regista a primeira, a segunda é das mais observadas por naturalistas no seu período de voo”, explica Eduardo Marabuto. Fotos: Eduardo Marabuto.

Essas avaliações foram então cruzadas com dados de investigação científica (número de publicações dedicadas a cada espécie nas últimas décadas), de atenção pública (volume de imagens carregadas em plataformas como o iNaturalist, dedicado à ciência cidadã, e o Flickr, de fotografia) e também de proteção legal (inclusão na Convenção de Berna de 1979 e na Diretiva Habitats de 1992) e ainda de estatuto de conservação, este último atribuído pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). “O resultado foi claro e consistente: quanto mais colorida, contrastante e ornamentada era a borboleta, mais investigação, mais atenção pública e mais proteção legal recebeu: sempre e sem excepção”, resume a nota de imprensa.

“Efeito bola de neve”

Os investigadores encaram este resultado como “um verdadeiro ‘efeito bola de neve'”, uma vez que esse viés estético de apreço por certas espécies acumulou-se ao longo de várias décadas. Para começar, as borboletas mais vistosas tornaram-se legalmente protegidas mais cedo, desde logo na Convenção de Berna, e muitas dessas espécies foram mais tarde transpostas para os anexos de espécies protegidas pela Diretiva Habitats, uma das principais bases da conservação europeia.

Por sua vez, os projetos de conservação apoiados pelo programa europeu LIFE tendem a dar mais atenção às espécies prioritárias, precisamente aquelas que estão inscritas na Convenção de Berna e na Diretiva Habitats. Esse maior investimento gera também mais investigação científica dedicada a essas mesmas borboletas, que tendem também a ter o seu ADN mais vezes sequenciado e guardado em bases de dados.

Mas não é tudo, alerta o artigo publicado na Current Biology. À medida que os dados de ciência cidadã se têm tornado fontes de informação mais comuns em avaliações de conservação, a maior atenção que é dada por muitos cientistas-cidadãos aos insetos mais vistosos pode contribuir também para enviesar as decisões políticas a nível europeu, com um peso importante para o futuro de muitas espécies.

Como resultado deste “efeito de bola de neve”, sublinham os investigadores, “muitas borboletas mais discretas foram ficando para trás, ainda que se saiba hoje que algumas delas estão muito mais ameaçadas e precisam da nossa ajuda”.

Quatro das espécies de borboletas que ocorrem em Portugal mais bem classificadas nos critérios de beleza. De cima para baixo, fritilária-mediterrânica (Euphydryas desfontainii), borboleta-vírgula (Lycaena virgaureae), Vanessa atalanta e Papilio machaon. As duas primeiras estão ameaçadas e apenas recentemente foram avaliadas segundo a UICN, enquanto as duas últimas são comuns. Fotos: Eduardo Marabuto

O contraste mais impressionante surge, precisamente, entre a proteção legal e o risco real de extinção. “Muitas das espécies atualmente em maior risco são borboletas discretas que historicamente receberam menos atenção”, explica Leonardo Dapporto, um dos coordenadores do estudo. “Isto torna-se evidente ao examinar as Listas Vermelhas europeias da UICN, que quantificam o risco de extinção com base em critérios científicos padronizados”.

De facto, a última Lista Vermelha das Borboletas Europeias, de 2025, revela que as espécies mais ameaçadas pelas alterações climáticas são muitas vezes borboletas escuras e alpinas, consideradas menos bonitas, que têm sido ignoradas pela pesquisa científica e pelas leis.

“As espécies ameaçadas não são necessariamente as mais belas, muito pelo contrário”, confirma o investigador da Universidade de Florença. “Nas avaliações mais recentes, as espécies sob maior ameaça revelaram-se mais propensas a ser menos atraentes e menos conspícuas. Surgiu assim uma tensão crescente entre as prioridades históricas da conservação e a urgência ecológica actual: decisões tomadas há décadas continuam a influenciar a distribuição de recursos, independentemente do risco real de extinção das espécies.”

Ainda assim, ressalva a equipa, isso não significa que as espécies “feias” não recebam qualquer proteção, mas sim que a beleza influencia as escolhas humanas: por serem menos belas, essas borboletas recebem menos atenção e são menos protegidas.

“Isto não é sobre ignorar a beleza da natureza”, acrescentam Leonardo Dapporto e Mariagrazia Portera. “É sobre reconhecer as nossas tendências implícitas humanas que moldaram a conservação europeia.”

“Ainda que exista um forte sinal filogenético de beleza entre as borboletas europeias (isto é, espécies aparentadas têm valores semelhantes), no caso em que existe forte dimorfismo sexual por vezes machos e fêmeas são classificados muito diferentemente”, explica Eduardo Marabuto. Neste caso da borboleta Polyommatus thersites, os machos (em cima) ficaram muito bem qualificados no Índice de Beleza de Espécies, contrastando com as fêmeas (na foto inferior). Fotos: Eduardo Marabuto

Ou seja, avisam, não há nada de errado em sentirmos deslumbramento e apreço estético pelo meio natural, mas importa refletir sobre como essas preferências afetam a gestão ambiental. E sugerem que, em vez olharmos para a natureza como uma espécie de coleção de jóias, podemos integrar esse sentimento do belo como uma “experiência sensorial e profunda da interligação ecológica”, como fizeram Charles Darwin, Barbara McClintock ou Rachel Carson.

“Bem canalizada, essa mesma beleza pode tornar-se num motor de envolvimento público, em vez de uma fonte silenciosa de viés na conservação”, sublinha Tatiana Moreira.

Além disso, diz Eduardo Marabuto, podemos construir soluções vencedoras de conservação das espécies e dos seus habitats se usarmos as espécies mais bonitas como bandeiras. “Protegendo os locais onde ainda ocorrem, estamos a proteger todas as outras que não achamos tão bonitas… e até as que ainda não conhecemos”, afirma.

Para já, ficaram fora deste estudo as borboletas nocturnas, mas talvez não por muito tempo. “Embora o estudo não aborde as borboletas nocturnas, a questão imediata constrói-se”, comentam Tatiana Moreira e Eduardo Marabuto, citados na nota de imprensa.

“Sabemos comparativamente pouco sobre borboletas nocturnas, sobretudo dados de biologia e distribuição para dizermos mais sobre a sua conservação. Por isso, apenas uma fracção de países europeus possui Listas Vermelhas para elas e, mesmo aí, a atenção foca-se tradicionalmente nas espécies maiores e mais garridas, deixando a imensa diversidade das micro-borboletas de fora da equação”, concluem os dois cientistas, para quem “investigar se existe um viés semelhante na investigação e conservação das traças é o passo óbvio a seguir.”

Retalhos da Vida de José Santana

 🎭 Retalhos da Vida de José Santana é uma criação original de teatro em espaço público inspirada no universo do Jardim-Museu de José Santana. Partindo do património material e imaterial associado a esta figura singular, a peça constrói uma narrativa performativa que cruza memória, ficção e mediação cultural. 
No parque de lazer D’Além do Rio, o público acompanha um percurso que dá a conhecer a vida e a obra de José Santana, numa experiência imersiva feita de histórias e de elementos identitários.

Informação e participação: info@bairrofolia.pt
Arte, cultura e criação em comunidade nos bairros de Bragança
Projeto promovido pelo Município de Bragança
2026 · D’Além do Rio aos Batoques
19 de setembro

SECRETÁRIO DE ESTADO DO AMBIENTE PARTICIPA NA ABERTURA DO VINHO SABOR DOURO EM TORRE DE MONCORVO

 O Secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves, participa este sábado, 12 de setembro, na sessão de abertura do Vinho Sabor Douro, em Torre de Moncorvo.


A cerimónia está marcada para as 16h00, no espaço de lazer da Foz do Sabor, e contará também com a presença dos vice-presidentes da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, Paulo Ramalho e Ricardo Bento.

A presença do governante acontece no arranque de uma iniciativa dedicada à promoção dos vinhos e produtos locais, que decorre até domingo e reúne 15 produtores de vinho e quatro produtores de doçaria.

O Vinho Sabor Douro combina a mostra e venda de produtos com música e animação, tendo como cenário a paisagem da Foz do Sabor, no Douro Superior.

Torre de Moncorvo está integrada na Região Demarcada do Douro e na área do Alto Douro Vinhateiro, classificada como Património Mundial pela UNESCO.

Jornalista: Vitória Botelho
foto: DR

GNR DE BRAGANÇA REFORÇA CAMPANHA ‘ESCOLA SEGURA’ NO REGRESSO ÀS AULAS

 Com o arranque do novo ano letivo, o Comando Territorial de Bragança da GNR reforça a presença junto da comunidade escolar através da campanha “Escola Segura”, com ações de prevenção e sensibilização para alunos, famílias e profissionais de educação.


A iniciativa pretende promover comportamentos seguros nas deslocações para a escola e alertar para a importância de prevenir situações de bullying e cyberbullying, bem como para os riscos associados à utilização da internet e das redes sociais.

A GNR aconselha os alunos a adotarem comportamentos responsáveis no percurso escolar, a não ignorarem situações de bullying e a pensarem antes de partilhar conteúdos online.

Aos encarregados de educação é deixado o apelo para acompanharem a atividade escolar e digital dos jovens e estarem atentos a eventuais alterações de comportamento que possam sinalizar situações de violência ou perseguição entre pares.

O Comando Territorial de Bragança sublinha, assim, a importância da proximidade com a comunidade escolar na promoção da segurança, prevenção e cidadania ao longo do ano letivo.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

MINISTRA DA SAÚDE VISITOU ULS DO NORDESTE E ANALISOU DESAFIOS DA SAÚDE TRANSMONTANA

 A Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, visitou, a 9 de setembro, a Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, onde conheceu vários serviços e contactou com profissionais da instituição.


A visita incluiu uma reunião de trabalho com o Conselho de Administração da ULS do Nordeste, durante a qual foram analisados o desempenho da instituição e os principais desafios estruturais do serviço de saúde no nordeste transmontano.

Durante o encontro, o Conselho de Administração apresentou também as linhas estratégicas definidas para os próximos anos, com enfoque no reforço da capacidade de resposta, na valorização dos profissionais, na inovação e na prestação de cuidados de saúde de proximidade.

A reunião contou com a participação do presidente do Conselho de Administração, Miguel Abrunhosa, do vogal executivo, Lino Olmo, do diretor clínico dos Cuidados Hospitalares, Rui Terras, e da enfermeira diretora, Anabela Martins.

A deslocação da governante permitiu ainda conhecer no terreno a atividade desenvolvida pela ULS e os desafios associados à prestação de cuidados de saúde numa região marcada pela dispersão territorial e pelas necessidades específicas das populações do interior.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

GNR DE BRAGANÇA INAUGURA GABINETE DE RECRUTAMENTO NO COMANDO TERRITORIAL

 O Comando Territorial de Bragança da GNR passou a dispor de um Gabinete de Recrutamento, criado para prestar informação e esclarecimentos a quem esteja interessado em ingressar na Guarda Nacional Republicana.


O novo espaço pretende aproximar a instituição de potenciais candidatos, disponibilizando orientação sobre o processo de ingresso e os primeiros passos para integrar a GNR.

O Gabinete de Recrutamento está disponível no Comando Territorial de Bragança e constitui uma nova resposta de apoio a quem pretende conhecer melhor as condições e procedimentos de acesso à Guarda.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

Município de Macedo de Cavaleiros apoia 19 associações do concelho com quase 70 mil euros

 O Município de Macedo de Cavaleiros assinou protocolos de apoio ao associativismo cultural para o ano de 2026 com 19 associações do concelho, num investimento de 68 mil euros.


De acordo com a autarquia, este apoio representa um reforço do investimento municipal e abrange uma maior diversidade de associações, reconhecendo as diferentes expressões culturais existentes no território, desde as tradições ao património, passando pelo folclore, pelas atividades recreativas e pelas iniciativas de valorização da identidade local.

Estes apoios vão permitir dar continuidade às iniciativas previstas até ao final do ano.

A medida pretende também reconhecer e valorizar o trabalho desenvolvido, ao longo de todo o ano, por dirigentes, associados e voluntários, contribuindo para a dinamização cultural das freguesias e da cidade e para o envolvimento das comunidades.

O presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, Sérgio Borges, sublinhou o efeito multiplicador deste investimento e agradeceu o trabalho desenvolvido pelas associações, salientando que são as “associações que fazem acontecer”.

Para o autarca, este é um investimento nas pessoas e nas organizações que mantêm viva a atividade cultural nas diferentes localidades do concelho.

Ao longo deste ano, as associações já promoveram eventos que fomentam e preservam as tradições de Macedo de Cavaleiros, envolvendo a comunidade e captando cada vez mais visitantes.

No momento da assinatura, que decorreu esta terça-feira, Sérgio Borges desafiou os representantes das associações a inovar, a trabalhar em conjunto e a encontrar novas formas de chegar às pessoas, sem perder a identidade que caracteriza cada uma delas.

“Queremos associações fortes, dinâmicas e capazes de se renovar. Quando uma associação cresce, não cresce sozinha. Cresce a terra que representa, cresce a nossa cultura e cresce Macedo de Cavaleiros”, reforçou.

A vice-presidente da Câmara Municipal e responsável pelo pelouro da Cultura, Clementina Gemelgo, destacou a importância de o apoio municipal acompanhar a diversidade do associativismo cultural existente no concelho, valorizando os diferentes projetos e o trabalho desenvolvido pelas associações nos vários pontos do território.

Os protocolos de apoio ao associativismo cultural para 2026 abrangem a Associação Bagueixe em Movimento, a Associação Ala, a Associação de Corujas, a Associação Vale da Porca, a Associação Cultural Macedense, Grupo Coral, a Associação Cultural, Desportiva e Recreativa da Bela Vista, a Associação Desportiva e Recreativa das Arcas, a Associação Recreativa e Cultural da Freguesia de Salselas, a Associação Os Amigos do Museu Rural de Salselas, a Associação Recreativa e Cultural da Paradinha de Besteiros, a Associação Recreativa e Cultural de Murçós, a Associação Gradíssimo, a Associação Tronco, Associação Juvenil de Castelãos, o Centro Cultural e Recreativo de Limãos, a Confraria do Javali, o Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo, Rancho, a Banda Filarmónica 25 de Março de Lamas, a Banda Filarmónica do Brinço e a Associação Viver + Murçós.

Fotografias: Município de Macedo de Cavaleiros

Maria João Canadas

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

XI Edição da FEIRA do FIGO e do PATRIMÓNIO - ABREIRO

CARRAZEDA DE ANSIÃES RECUPERA TRADIÇÃO DOS FORNOS DE SECAR FIGOS EM LAVANDEIRA

 O Município de Carrazeda de Ansiães promove, a 4 de outubro, a oficina “Fornos de Secar Figos”, em Lavandeira, dedicada à preservação dos saberes e tradições ligados à produção e transformação deste fruto.


A iniciativa começa às 9h00, no CITICA, seguindo depois para Lavandeira, onde os participantes vão conhecer antigos fornos de secagem e acompanhar as diferentes etapas do processo tradicional, desde a apanha e seleção dos figos até à secagem e acondicionamento.

O programa inclui um percurso de cerca de dois a três quilómetros pelas ruas da aldeia, com passagem por vários exemplares deste património local e uma demonstração da utilização de um forno tradicional.

A tarde será dedicada à transformação do figo e de outros produtos locais, incluindo a confeção de pão com figos, pão tradicional e compota, terminando com uma degustação. A atividade inclui ainda um momento de partilha de histórias e memórias associadas a estes saberes transmitidos entre gerações.

A participação tem um custo de 15 euros, incluindo seguro, transporte, almoço e kit de participante. As inscrições decorrem até 30 de setembro, através do formulário online ou presencialmente na Loja Interativa de Turismo.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

𝐒𝐚̃𝐨 𝐉𝐨𝐚̃𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐀𝐫𝐫𝐢𝐛𝐚𝐬 𝐞́ 𝐮𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐥𝐨𝐜𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐨𝐫 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫 𝐚𝐦𝐛𝐢𝐞𝐧𝐭𝐚𝐥, 𝐩𝐚𝐢𝐬𝐚𝐠𝐢́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐨 𝐞 𝐩𝐚𝐭𝐫𝐢𝐦𝐨𝐧𝐢𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨.

 É neste espaço que será realizada uma intervenção destinada a reforçar a infraestrutura verde e a resiliência ecológica, através da recuperação de caminhos e muros de pedra seca, valorização da vegetação autóctone e criação de uma faixa de proteção contra incêndios rurais.
A intervenção permitirá também melhorar as condições de segurança e ordenar os acessos, contribuindo para uma utilização mais equilibrada deste espaço de elevada sensibilidade ecológica.

💶 Valor da ação: 265 000,00 €
💶 Investimento global da candidatura: 1 392 424,00 €

Uma intervenção que alia a proteção da natureza à valorização do património e à segurança de quem visita São João das Arribas. 

Todos os dias há pequenas coisas para reparar, corrigir e melhorar em Bragança. E é também aí que se faz a diferença.

 As equipas municipais têm estado no terreno, a assegurar trabalhos de manutenção das vias rurais e urbanas, arranjo e reparação de escolas, substituição e colocação de sinalização, colocação e substituição de prumos, arranjo de pilaretes, reparação de mobiliário urbano e reposição de elementos danificados por vandalismo, entre outras intervenções.
Trabalhos feitos por administração direta, que permitem resolver mais depressa e aproveitar melhor os recursos do Município.

É trabalho diário, muitas vezes discreto, mas indispensável!

Palaçoulo: Festa e festival de folclore dedicados a Santa Bárbara

 Palaçoulo celebra este fim-de-semana, de 12 e 13 de setembro, a festa em honra de Santa Bárbara, padroeira dos pauliteiros locais, com um programa festivo cujos destaques são o peditório pelas ruas da aldeia, a missa solene seguida da procissão e o XXIII Festival de Folclore Caramonico.


A festa em Palaçoulo, inicia-se no serão de sábado, 12 de setembro, com a atuação musical do grupo DM Music, agendada para as 22h00.

No Domingo, dia grande da festa em honra de Santa Bárbara, às 6h00 da manhã, os mordomos e os pauliteiros de Palaçoulo acordam para a alvorada, De seguida iniciam o peditório pelas ruas da aldeia, com os pauliteiros a retibuirem as ofertas com danças.

No decorrer do peditório, os pauliteiros dançam de porta em porta. Segundo a tradição, os pauliteiros perguntam aos conterrâneos qual é o “lhaço” ou a dança que querem ver dançar. Os “lhaços” que exigem maior esforço aos pauliteiros, com é por exemplo, a dança do “Assalto ao castelo”, são os que geram maior esmola.

Ao almoço, na praça central de Palaçoulo, há Churrasco de Frango, organizado pela Comissão de Festas em honra de Nossa Senhora do Rosário 2026/2027.

Ao início da tarde (14h30) celebra-se na igreja matriz de Palaçoulo, a missa solene em honra de Santa Bárbara, seguida da procissão. Na procissão, a tradição ordena que são os pauliteiros locais a transportar o andor de Santa Bárbara.

Durante a tarde, em Palaçoulo, a festa prossegue com a realização do XXIII Festival de Folclore Caramonico. Este ano, o festival tem como grupos convidados: Rancho Folclórico da Casa do Povo de Ponte de Sôr, Rancho Folclórico de Escalos de Cima e Grupo de Danzas Mies e Barro (Valladolid).

HA

OETERRA REFORÇA COOPERAÇÃO TRANSFRONTEIRIÇA NA VALORIZAÇÃO ECOLÓGICA DO TERRITÓRIO

 O projeto europeu OETERRA – Observatório Ecológico Transfronteiriço do Douro promove, entre ontem e hoje, dois momentos de trabalho dedicados à conservação da biodiversidade e à valorização sustentável do território das Terras de Trás-os-Montes.


Na quinta-feira, 10 de setembro, o Parque do Juncal, em Mogadouro, recebeu uma visita às intervenções realizadas no âmbito do anterior projeto OET Durius, depois de uma reunião técnica com os parceiros. A iniciativa permitiu acompanhar no terreno algumas das ações desenvolvidas para a recuperação e valorização ecológica de espaços naturais.

Hoje, 11 de setembro, o trabalho prossegue no PINTA – Parque Ibérico de Natureza e Aventura, em Vimioso, com um workshop participativo dedicado à paisagem cultural, biodiversidade e atividades humanas na Reserva da Biosfera Transfronteiriça da Meseta Ibérica.

A sessão reúne diferentes entidades e agentes locais, cujos contributos vão integrar os trabalhos de diagnóstico e planeamento do OETERRA, com vista à definição de futuras ações de conservação, restauro ecológico e valorização sustentável da região.

O projeto, desenvolvido através do programa Interreg-POCTEP, dá continuidade ao trabalho iniciado pelo OET Durius e alarga a intervenção a áreas como a conectividade entre habitats, monitorização ambiental, inovação tecnológica e participação das comunidades na gestão do território.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

MIRANDA DO DOURO CELEBRA LÍNGUA MIRANDESA COM DOIS DIAS DE INICIATIVAS

 Miranda do Douro assinala, nos dias 17 e 18 de setembro, o Dia da Língua Mirandesa com um programa dedicado à promoção e preservação daquele que é um dos principais elementos da identidade cultural da Terra de Miranda.


As iniciativas arrancam no dia 17, no Agrupamento de Escolas de Miranda do Douro, com a apresentação de um novo centro de formação para professores e de um manual de mirandês destinado ao primeiro ano de escolaridade. Será também divulgada uma pós-graduação para docentes da língua, promovida pela Universidade Politécnica de Bragança em parceria com a Estrutura de Missão para a Promoção da Língua Mirandesa.

Durante a tarde, nos Paços do Concelho, serão apresentadas a tradução da Constituição da República Portuguesa para mirandês, o plano estratégico da estrutura de missão e uma nova edição de “Flores Mirandesas”, de José Leite de Vasconcelos.

O programa termina no dia 18, às 17h00, no Pátio da Casa dos Magistrados, com a apresentação de “L Nuosso Reino”, de Valter Hugo Mãe, traduzido para mirandês por Alcides Meirinhos. A sessão inclui ainda a estreia/apresentação do grupo coral feminino “Bozes de l Praino” (Vozes do Planalto), que interpreta repertório em língua mirandesa.

Reconhecido oficialmente em 1999, o mirandês integra o património linguístico e cultural português e mantém uma ligação profunda à identidade da região. O programa pretende reforçar a sua transmissão às novas gerações e incentivar a continuidade do seu uso e valorização.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

ISABEL FERREIRA PEDE AÇÃO DO GOVERNO: “A DISTÂNCIA ENTRE DECIDIR E EXECUTAR PESA MUITO MAIS AQUI NO INTERIOR”

 A presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira, aproveitou a reunião do Conselho de Ministros realizada na cidade, a 9 de setembro, para colocar em cima da mesa várias das principais reivindicações do território transmontano.


Perante o Primeiro-Ministro e restantes membros do Governo, a autarca defendeu que a valorização do Interior deve ser uma política de Estado e alertou para o impacto dos atrasos na concretização de investimentos. “A distância entre decidir e executar pesa muito mais aqui no Interior”, afirmou.

Entre as prioridades apontadas está a transformação do Instituto Politécnico de Bragança em Universidade, a expansão do Brigantia EcoPark e a possibilidade de Bragança acolher uma das novas Grandes Áreas Empresariais previstas para o Norte.

A presidente colocou ainda a ligação Bragança-Puebla de Sanabria entre as prioridades, defendendo igualmente o avanço da ferrovia para Espanha e para a Europa. “Bragança está junto de um dos maiores mercados da Europa”, sublinhou, considerando a fronteira um ativo económico e estratégico ainda subaproveitado.

A Barragem de Parada, a reabilitação das escolas e a revisão da Lei das Finanças Locais foram outros dos temas levados à reunião. Isabel Ferreira defendeu que o financiamento municipal deve ter em conta não apenas a população, mas também a dispersão territorial e as centenas de aldeias do concelho.

No final, a autarca deixou um apelo direto ao Governo: “Bragança está a fazer a sua parte”, mas há infraestruturas e decisões que dependem do Estado. Para Isabel Ferreira, está em causa uma questão mais ampla: “que lugar queremos que o Interior ocupe no futuro de Portugal?”

Jornalista: Vitória Botelho
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𝐏𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐏𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚 - Encontra-se em consulta pública o 𝐏𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐑𝐞𝐠𝐮𝐥𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐀𝐠𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐜𝐞𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐯𝐚𝐥𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬.

 O projeto pretende criar um espaço institucional de 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨, 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚, 𝐫𝐞𝐟𝐥𝐞𝐱𝐚̃𝐨, 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞 𝐚𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 das matérias relacionadas com a 𝐚𝐠𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐞 𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐫𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐧𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨.
O Conselho Municipal de Agricultura será também uma plataforma de diálogo entre o Município, agricultores, produtores, associações e organizações representativas do setor, entidades públicas e privadas, instituições de ensino e conhecimento e outros agentes ligados à atividade agrícola e ao desenvolvimento rural.

O projeto encontra-se 𝐝𝐢𝐬𝐩𝐨𝐧𝐢́𝐯𝐞𝐥 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚 AQUI.

𝐏𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐞 𝐧𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐮𝐥𝐭𝐚 𝐩𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐚.

A sua participação é importante para a 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐞 𝐮𝐦𝐚 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭𝐞́𝐠𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐚𝐠𝐫𝐢́𝐜𝐨𝐥𝐚 𝐞 𝐫𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨.

BRAGANÇA CLASSICFEST ESTREIA ORQUESTRA DO TEATRO ALLA SCALA E REFORÇA COOPERAÇÃO COM ESPANHA

 Bragança recebe, entre 12 de setembro e 15 de dezembro, a sexta edição do Bragança ClassicFest, que este ano reforça a dimensão internacional com programação em Espanha e estreia em Portugal da Orquestra Virtuosi del Teatro alla Scala de Milão.


A edição arranca a 12 de setembro, na Igreja de São Francisco, com um concerto do Juventus Ensemble. No dia seguinte, o mesmo programa chega ao Teatro Principal de Zamora, numa nova parceria cultural transfronteiriça entre Bragança e Espanha.

Um dos principais momentos do festival acontece a 26 e 27 de setembro, no Teatro Municipal de Bragança, com a estreia nacional da Orquestra Virtuosi del Teatro alla Scala de Milão. Sob direção do violinista Mario Hossen, a formação apresenta obras de Vivaldi e Paganini.

O programa inclui ainda, entre outros destaques, O Bando de Surunyo, o DSCH Schostakovich Ensemble com Maria Rueff em “O Carnaval dos Animais”, um recital de Filipe Pinto-Ribeiro dedicado a Liszt e a atuação da Orquestra de Câmara de Budapeste.

A edição de 2026 fica também marcada pela criação do Bragança ClassicLab, uma nova plataforma dedicada à formação, criação artística e investigação, com masterclasses, residências, ensaios abertos e projetos educativos.

O festival termina a 15 de dezembro, no Teatro Municipal de Bragança, com “Um Concerto de Natal”, que cruza música de Schubert e Dvořák com “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens.

Com direção artística de Filipe Pinto-Ribeiro, o Bragança ClassicFest é promovido pelo Município de Bragança, Teatro Municipal de Bragança e DSCH – Associação Musical, apostando na internacionalização, na valorização do património e na aproximação da música clássica a novos públicos.

Jornalista: Vitória Botelho
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5.ª Feira da Pavia arranca em Arcas com menos produção mas com a qualidade de sempre

 Arcas, freguesia do concelho de Macedo de Cavaleiros reconhecida pela pavia, recebe, nos dias 12 e 13 de setembro, a 5.ª edição da Feira da Pavia.


A iniciativa pretende valorizar um dos produtos mais característicos da freguesia, mas também dar a conhecer o artesanato, os produtos locais e a gastronomia da região.

Este ano, as condições meteorológicas acabaram por afetar a produção. Ainda assim, o presidente da Junta de Freguesia de Arcas, Mickael Silva, garante que haverá fruta com qualidade para provar e comprar durante o certame:

“A pavia é de qualidade. Não haverá tanta como esperávamos por causa do tempo. A fruta amadureceu mais cedo, depois veio a última semana de agosto, com a chuva e o vento, que deitaram bastante fruta abaixo.

Mas estamos confiantes de que ainda vai haver uma quantidade razoável de fruta para quem nos venha visitar, provar a pavia e comprar.

A pavia é o rei deste certame. Depois, fora da pavia, poderão encontrar muita animação, artesanato, produtos locais e produtos da terra.”

Para o presidente da Junta de Freguesia de Arcas, a feira é também uma forma de valorizar os recursos da terra e contribuir para a economia local:

“A importância é valorizar o que de melhor temos na freguesia. E um produto como a pavia, que é tão característico da nossa freguesia, é importante não só para dignificar o produto, mas também como impulsionador do desenvolvimento da economia local.”

O presidente deixa ainda o convite a quem quiser conhecer este fruto tão característico de Arcas:

“Todos os caminhos vão dar a Arcas, à Feira da Pavia. Quem não conhece a pavia pode ficar a conhecê-la, poderá prová-la, poderá saboreá-la e ver, de facto, que é um sabor único, que é um fruto único.”

A 5.ª Feira da Pavia decorre nos dias 12 e 13 de setembro, em Arcas, no concelho de Macedo de Cavaleiros, com pavia, produtos locais e muita animação.

Filipe Ventura Alves