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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Festas, Festividades e Eventos

A Freguesia de França recebeu, hoje, mais uma Reunião de Câmara Descentralizada.

 Estas reuniões reforçam a proximidade entre o Município de Bragança e as populações, permitindo ouvir as suas preocupações, conhecer de perto as necessidades locais e promover um diálogo aberto e construtivo.

Consulte as principais deliberações desta Reunião de Câmara AQUI.

Sacrum – IV QUATTUOR

Por: Manuel Amaro Mendonça
(Colaborador do "Memórias...e outras coisas...")

Nota Editorial: Este texto é uma obra de ficção. Embora possa incluir referências a eventos históricos e figuras reais, a história, os diálogos e as interpretações são fruto da imaginação do autor. Qualquer semelhança com pessoas, vivas ou mortas, é mera coincidência.


Tomás ergueu-se com dificuldade, sentindo dores intensas onde os fragmentos de tijolo o tinham atingido. Esfregou o rosto e sentiu uma humidade viscosa misturada com terra.

A lanterna jazia a alguma distância, ainda acesa. O foco apontava o que parecia ser uma passagem. Cambaleou para lá.

O ar estava frio e húmido.

Apontou a lanterna para o túnel. Não conseguia perceber se a escuridão escondia o fundo ou se a passagem se prolongava por muitos metros.

Direcionou a luz para o cimo do poço e também não conseguia discernir o topo.

As paredes daquele poço estavam cuidadosamente forradas a tijolo desde o topo até cerca de dois metros do chão. Em tempos, águas revoltas tinham passado por ali, escavando a parede e fazendo desmoronar parte do revestimento.

Conseguia perceber o sítio vazio do degrau que cedera e o fizera cair.

Um calafrio percorreu-lhe a espinha. Estava no fundo de um poço desconhecido, ninguém sabia onde se encontrava e não via maneira de sair. Acima dele, as primeiras gotas de chuva começavam a infiltrar-se.

Andou em volta da parede procurando um ponto de apoio, uma saliência que lhe permitisse colocar um pé ou uma mão e iniciar uma escalada.

Nada. Tudo era terra ou calcário amarelo e escorregadio.

Com os pés e as mãos alisou o chão por baixo do ponto mais próximo do forro de tijolos. Pousou a lanterna a iluminar o local de trabalho. Com pouca convicção, começou a empilhar os tijolos dispersos pelo chão na tentativa de um degrau ou dois que permitisse chegar a algum ponto de apoio.

A luz da lanterna tremeluziu quando ele, a transpirar abundantemente, tinha conseguido erguer um instável palanque de três patéticos degraus.

Subiu a obra e olhou para cima. Era como se não tivesse feito nada…. a sua respiração, acelerada pelo esforço, ganhou ainda mais velocidade.

Gotas de água dispersas começavam a cair do cimo do poço. A chuva devia estar a intensificar-se lá fora.

A luz tremeluziu novamente.

Tomás bateu na lanterna com a palma da mão e o foco estabilizou, mas por pouco tempo. Se a luz morresse, não tornaria o monte de tijolos ou sequer a entrada do túnel.

Apagou a lanterna, sentou-se no chão e acendeu um cigarro com o isqueiro metálico a gasolina, que pertencera ao avô.

Soltou umas baforadas, enquanto a única luz do local era a ponta incandescente que ganhava novo alento a espaços.

Tentava deixar de fumar, mas naqueles momentos de tensão precisava sempre de se refugiar atrás do fumo branco e do cheiro imutável do tabaco.

Inspirou fundo enquanto apagava o cigarro.

Apontou a lanterna para a passagem, a sua única hipótese de sair dali. Na lama do chão distinguiam-se as pegadas de Freixo, seguindo para o interior.

O que o aborrecia era que a passagem tinha uma inclinação descendente.

Tomás praguejou entre dentes e avançou antes que o medo lhe desse outra ordem.

Avançou cautelosamente pelo túnel, enquanto iluminava as paredes de calcário. A maioria da passagem fora aberta pela água; a mão humana limitara-se a alargá-la onde fora necessário.

— Freixo! — Gritou novamente, estremecendo com o eco sufocado que lhe foi devolvido.

Ao fim de alguns minutos o seu caminho bifurcava-se em três possibilidades; duas continuavam a descida e uma parecia subir.

Engoliu em seco. Regressar significava enfrentar o poço uma vez mais; escolher ao acaso podia fazê-lo perder a orientação. Apertou a lanterna com tanta força que os dedos começaram a doer.

O pai falara-lhe muitas vezes de labirintos. Quanto saberia ele sobre aqueles túneis? A proibição tornava-se agora clara: o que existia sob a colina não era novidade para Afonso. Mas teria alguma vez descido até ali? Tomás não duvidava.

“O labirinto não é um lugar onde nos perdemos, mas sim um caminho de introspeção onde nos encontramos” — Dissera-o muitas vezes.

Observou as entradas dos tuneis com atenção e depois percorreu as paredes em volta com a luz. No calcário descobriu um símbolo: três riscos separados em baixo que, ao subir, convergiam num só.

O coração deu-lhe um salto. Reconhecia aquele símbolo. Não eram apenas uns riscos na pedra: era uma orientação.

Com a mão sobre a testa e os olhos fechados fez um esforço para recordar: — A Pata de Ganso, — murmurou — o caminho está indicado… pelo dedo do meio!

Ao sacudir a lanterna, esta apagou-se e ele ficou na absoluta escuridão… exceto… num dos túneis parecia haver uma luz mortiça.

Pelo tato, abriu a lanterna e mexeu com as pilhas, voltando a fechá-la. A luz retornou ao espaço.

O túnel de onde provinha a luz era o da esquerda, que descia, tal como o do centro. O da direita subia e tentava-o, pois poderia ser a saída. Mas o símbolo na parede contradizia-o: indicava o túnel do centro…, mas o da esquerda é que tinha a luz a atraí-lo.

—Espera! — Exclamou. em voz alta. O pai dissera-lhe qualquer coisa sobre caminhos iluminados. “O caminho largo e iluminado é o falso, os caminhos do Senhor são difíceis e escuros.”

Episódio Seguinte - Sacrum – V QUINQUE

By Manuel Amaro Mendonça 16 de Setembro, 2026

EPISÓDIO ANTERIOR


Manuel Amaro Mendonça
é licenciado em Engenharia de Sistemas Multimédia pelo ISLA de Gaia. Nasceu em janeiro de 1965, em Portugal, na cidade de São Mamede de Infesta, no concelho de Matosinhos; a Terra de Horizonte e Mar.
Foi premiado em quatro concursos de escrita e os seus textos foram selecionados para mais de duas dezenas de antologias de contos, de diversas editoras e é membro fundador do grupo Pentautores (como o seu nome indica, trata-se de um grupo de cinco autores) que conta já com cinco volumes de contos publicados.
É autor dos livros "Terras de Xisto e Outras Histórias" (2015), "Lágrimas no Rio" (2016), "Daqueles Além Marão" (2017), “Entre o Preto e o Branco” (2020), “A Caixa do Mal” (2022), “Na Sombra da Mentira” (2022) e “Depois das Velas se Apagarem” (2024), todos editados e distribuídos pela Amazon.
Colabora nos blogues “Memórias e Outras Coisas… Bragança” https://5l-henrique.blogspot.com/, “Revista SAMIZDAT” http://www.revistasamizdat.com/, “Correio do Porto” https://www.correiodoporto.pt/ e “Pentautores” https://pentautores.blogspot.com/
Outros trabalhos estão em projeto, mantenha-se atento às novidades em http://myblog.debaixodosceus.pt/, onde poderá ler alguns dos seus trabalhos, ou visite a página de autor em https://www.debaixodosceus.pt/ 

CANDIDATURAS A APOIOS PARA MODERNIZAR REGADIOS ABERTAS ATÉ 30 DE NOVEMBRO

 Agricultura dispõe de financiamento até 100% do investimento elegível, com um limite de três milhões de euros por candidatura, para reabilitar e modernizar infraestruturas de rega existentes.


Estão abertas, até 30 de novembro de 2026, as candidaturas ao quarto concurso da medida “Melhoria da sustentabilidade dos regadios existentes”, integrada no Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC), destinada a apoiar a reabilitação e modernização de infraestruturas hidroagrícolas em Portugal.

Os apoios visam promover uma utilização mais eficiente da água e da energia, através de intervenções em sistemas de regadio existentes, reforçando a sustentabilidade e a eficiência das infraestruturas coletivas de rega.

A medida prevê uma subvenção não reembolsável que pode atingir 100% do investimento elegível, estando o montante máximo de despesa elegível limitado a três milhões de euros por candidatura.

Podem candidatar-se, individualmente ou em parceria, os beneficiários previstos no artigo 12.º da Portaria n.º 267/2025/1, de 14 de julho, na sua redação atual. Entre as entidades abrangidas encontram-se organismos da Administração Pública direta ou indireta, associações de beneficiários de aproveitamentos hidroagrícolas e entidades do setor empresarial do Estado cuja atividade inclua a conceção, execução, construção e exploração destas infraestruturas.

O financiamento destina-se a obras de reabilitação, modernização e reforço da eficiência dos sistemas de rega, procurando melhorar o desempenho dos aproveitamentos hidroagrícolas e responder aos desafios da gestão sustentável dos recursos naturais.

As candidaturas devem ser submetidas através do Balcão dos Fundos para a Agricultura, no âmbito do PEPAC.

Os interessados podem consultar as condições de acesso, os critérios de elegibilidade e os procedimentos de candidatura na Orientação Técnica n.º 53/D.3.2/2026.

A iniciativa representa uma oportunidade para as entidades responsáveis pelos regadios existentes investirem na modernização das infraestruturas, num contexto em que a eficiência hídrica e energética assume uma importância crescente para a sustentabilidade e a competitividade da agricultura portuguesa.

Jornalista: Paulo Silva Reis 
Foto: DR

GD BRAGANÇA ENTREGA 450 EUROS À LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO APÓS JOGO COM O MONTALEGRE

 Clube brigantino converteu em solidariedade a receita de um sorteio realizado no último encontro frente ao CDC Montalegre, no Campeonato de Portugal, cumprindo o compromisso assumido com uma causa maior.


O Grupo Desportivo de Bragança (GD Bragança) entregou 450 euros à Liga Portuguesa Contra o Cancro, valor angariado através de um sorteio solidário realizado durante o último jogo frente ao CDC Montalegre, a contar para o Campeonato de Portugal.

A iniciativa permitiu associar a competição desportiva a uma causa de grande relevância social, mobilizando os participantes em torno de um gesto de solidariedade e apoio à luta contra o cancro.

"Prometemos jogar juntos por uma causa maior e cumprimos", sublinhou o clube brigantino, numa mensagem de agradecimento dirigida a todos os que participaram no sorteio e contribuíram para alcançar o montante angariado.

Com esta ação, o GD Bragança reforça a dimensão social do desporto e demonstra que o futebol pode ser também um veículo de mobilização da comunidade, levando a solidariedade para além das quatro linhas.

Os 450 euros entregues à Liga Portuguesa Contra o Cancro representam o contributo de todos os que se associaram à iniciativa, num gesto que dá expressão concreta ao compromisso solidário assumido pelo clube.

Jornalista: Edgar Pedreiro
Foto: DR

CONVITE

Há peças de vestuário que começam por proteger da chuva e do frio e acabam por vestir a identidade de um povo.

A Capa de Honras Mirandesa é uma das mais singulares peças do vestuário tradicional português. As suas origens remontam à Idade Média e são associadas à capa pluvial usada por clérigos e dignitários. Na Terra de Miranda, foi adoptada primeiro por boieiros e pastores e, mais tarde, tornou-se também símbolo de estatuto, honra e reconhecimento dentro da comunidade.

Feita em burel e marcada por uma ornamentação inconfundível, continua hoje a ser usada em momentos solenes e a representar a “proua” mirandesa, palavra que significa orgulho, tornando-se uma das grandes marcas identitárias da Terra de Miranda.

Mais do que uma capa, é uma forma de vestir a identidade da Terra de Miranda.

Presidência Aberta em Bragança. Datas: domingo, 15 de fevereiro de 1987 - quinta, 26 de fevereiro de 1987


Vale Pradinhos convida a descobrir o mundo dos cogumelos e os sabores tradicionais transmontanos

 Vale Pradinhos, no concelho de Macedo de Cavaleiros, recebe, este sábado, a iniciativa “A Maior Açorda de Cogumelos do Mundo”, integrada na 12.ª Jornada Micológica. O programa inclui uma saída ao monte para a apanha de cogumelos, acompanhada por guias especializados, a identificação das espécies recolhidas e a confeção de pratos tradicionais transmontanos.


A organização espera receber entre 200 e 250 participantes, num evento que procura aliar a micologia à gastronomia, à animação e à valorização das tradições rurais.

Armando Edra, da Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Vale Pradinhos, destaca a importância do conhecimento científico para garantir uma apanha segura de cogumelos silvestres.

“A nossa preocupação maior é mesmo a segurança. Que as pessoas aprendam a apanhar cogumelos com segurança. É tão importante saber quais são os que não se devem colher, ou os que fazem mal colhendo.”

A jornada começa às 09h00, com a concentração dos participantes, seguindo-se, às 10h15, uma saída ao monte, orientada por guias micológicos.

Da parte da tarde, às 15h30, decorre uma mostra e identificação das espécies recolhidas, conduzida por Juan Antonio Sanchez, especialista espanhol na área da micologia aplicada.

A iniciativa mantém o formato das edições anteriores, mas apresenta novidades na animação, nomeadamente a participação de marionetas humanas, que vão interagir com o público através de pequenas representações improvisadas.

“É basicamente a mesma coisa. Este ano temos connosco Juan Antonio Sanchez, uma das pessoas que mais percebe de cogumelos na Península Ibérica, que vai orientar essa componente da jornada.

A principal novidade está na animação, com a substituição das gaitas de foles por outro tipo de espetáculo. Vamos ter marionetas humanas que interagem com o público, através de pequenas representações itinerantes e improvisadas, em vez de um espetáculo fixo.”

O programa inclui ainda música, artesanato e produtos ligados à natureza. Este ano, a organização prevê a presença de cerca de uma dúzia de expositores, com trabalhos que vão desde peças feitas com madeira recolhida no monte até velas aromáticas e outros produtos da região.

A gastronomia tradicional volta a assumir um papel de destaque, com pratos que recuperam sabores e costumes antigos de Trás-os-Montes.

“Nós temos muita gente, há muita gente que nos procura também por causa da nossa gastronomia, porque nós, ao fim e ao cabo, a nossa ementa é muito de comidas nossas antigas. Alheira, linguiça e outros produtos caseiros, mostramos um bocadinho da nossa forma de comer e da nossa forma de viver. Ao fim e ao cabo, é quase um festival gastronómico.”

A programação inclui, às 13h30, um almoço com sabores típicos transmontanos. Às 19h00, começa a confeção da açorda de cogumelos, seguindo-se, às 20h00, a Queimada dos Druidas, um espetáculo com fogo, o magusto e o caldo cigano. O encerramento está previsto para as 21h30.

A organização está também a preparar um espaço mais amplo e abrigado, com tendas e uma decoração inspirada no ambiente rural, para proporcionar melhores condições aos visitantes.

As inscrições têm um custo de 40 euros por pessoa, com descontos para famílias, e podem ser feitas através do contacto telefónico 910 364 100. É também permitida a presença de animais de estimação.

A 12.ª Jornada Micológica é organizada pela Associação Cultural, Desportiva e Recreativa de Vale Pradinhos, com o apoio do Município de Macedo de Cavaleiros e da Junta de Freguesia de Sezulfe.

Maria João Canadas

Pedido de insolvência da Lusofly Academy dá entrada no Tribunal de Bragança

 As proprietárias de dois imóveis em Bragança apresentaram um pedido de insolvência da Pullupfly/Lusofly Academy, alegando uma dívida superior a 12 mil euros em rendas por pagar. A ação deu entrada este mês no Tribunal Judicial da Comarca de Bragança e diz respeito a nove meses de rendas em atraso, entre janeiro e setembro deste ano, segundo avançou a agência Lusa.


De acordo com a ação judicial, as partes celebraram dois contratos de arrendamento em novembro de 2024, destinados a alojar alunos, trabalhadores e membros da gerência da escola de aviação. O valor total reclamado é de 12.060 euros.

Contactada pela Lusa, a defesa da empresa afirmou que ainda não foi notificada da ação.

O pedido de insolvência surge numa altura em que a Lusofly Academy enfrenta outros problemas. Em agosto, a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) suspendeu a atividade da escola, impedindo-a de prosseguir com os cursos de formação de pilotos. O regulador concedeu à empresa um prazo de seis meses para corrigir as irregularidades detetadas, sob pena de cancelamento do certificado aeronáutico.

Em julho, a Lusa tinha noticiado que a escola, a operar a partir do Aeródromo Municipal de Bragança desde 2022, ainda não tinha formado nenhum dos 36 pilotos inscritos entre 2022 e 2026, apesar de a formação ter uma duração prevista de dois anos. Na altura, alguns alunos denunciaram alegadas situações de intimidação por parte do diretor executivo.

A ANAC informou a Lusa de que não foi notificada nem dispõe de informação oficial sobre o pedido de insolvência, acrescentando que não comenta litígios judiciais entre entidades privadas.

Relativamente à situação dos alunos, o regulador esclareceu que já foram tratados os pedidos de transferência para outras escolas que recebeu, permanecendo dois alunos a aguardar desenvolvimentos relacionados com a Lusofly. A ANAC não revelou, contudo, o número total de pedidos de transferência apresentados.

Também a Câmara Municipal de Bragança afirma não ter recebido qualquer comunicação formal sobre o pedido de insolvência.

A presidente da autarquia, Isabel Ferreira, revelou, no entanto, que a escola tem uma dívida de 4.760 euros ao município. Deste montante, cerca de 1.400 euros dizem respeito à ocupação de dois lugares no hangar do aeródromo, enquanto aproximadamente 3.300 euros correspondem a mensalidades em atraso pela utilização das instalações do Brigantia EcoPark, onde a escola funcionava e eram lecionadas as aulas teóricas.

Maria João Canadas

I Encontro de Jovens Agricultores de Trás-os-Montes começa com visita aos Cortiços

Tribunal manda repetir eleições para diretor do Agrupamento de Escolas

 A professora de Biologia tinha sido a mais votada no ato eleitoral de 3 de julho, mas foi excluída por “não ter apresentado, na altura da candidatura, comprovativo da certificação da formação frequentada na área de administração e gestão escolar”.


Ainda assim, o Tribunal não atendeu ao pedido de Vasco Sousa (2º candidato mais votado) de ser empossado como novo diretor e vai ter de ir a votos com Nuno Machado que também se tinha candidatado.

No entanto, a decisão vai ser objeto de recurso.

O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Mirandela entende que a formação em administração escolar recebida por Sofia Alves, num estabelecimento de ensino superior, apresentada na candidatura, não se encontrava certificada pelo Conselho Científico Pedagógico, entretanto constituído após a frequência dessa formação, pelo que não deveria ter sido aceite pelo Conselho Geral a candidatura ao ato eleitoral que veio a vencer, na segunda volta, a 3 de julho, com 11 votos contra 10 de Vasco Sousa - professor de música no Conservatório de Vila Real - que avançou para tribunal com este contencioso eleitoral.

No entanto, o TAF de Mirandela não atendeu ao pedido de Vasco Sousa de que fosse declarado o candidato eleito para o cargo de diretor do AEM, optando pela reconstituição do procedimento eleitoral, e que seja realizada nova eleição pelo Conselho Geral do Agrupamento, circunscrita a Vasco Sousa e Nuno Machado – professor de educação musical no AEM - que também apresentou candidatura à primeira votação, a 2 de julho.

Na altura, Sofia Alves teve 9 votos. Vasco Alves de Sousa obteve 7 e Nuno Machado teve 4 votos. Segundo o regulamento eleitoral, uma nova votação tinha de ser feita, apenas com os dois candidatos mais votados. O que veio a acontecer no dia seguinte, com a vitória por um voto de Sofia Alves, agora excluída deste processo.

Contactada, a advogada de defesa de Sofia Aves, refere que, “após análise do respetivo teor da decisão e dos fundamentos que a sustentam”, entende “existirem razões jurídicas que justificam a sua impugnação por via de recurso”. Nessa medida, “será promovida a interposição do competente recurso, dentro do prazo legal, visando a reapreciação da decisão e a defesa dos direitos e interesses que lhe estão confiados neste âmbito”, escreve a advogada Paula Borges.

Refira-se que Sofia Alves já exerce funções na atual direção do Agrupamento de Escolas de Mirandela, liderada por Carlos Alberto Lopes, que manifestou a sua indisponibilidade para ser reconduzido no cargo de diretor, apesar de não ter qualquer impedimento legal para o fazer.

Esta direção encontra-se em gestão até que esteja concluído este contencioso.

Fernando Pires

Cinco desalojados num incêndio em barraca em Viduedo

 Um incêndio esta sexta-feira de manhã, numa barraca na aldeia de Viduedo, em Sortes, deixou uma família desalojada.


"Recebemos o alerta às 9:58 para um incêndio habitacional na aldeia de Viduedo", contou o Comandante dos Bombeiros de Bragança, Carlos Martins.

"Do incêndio resultou a destruição total da habitação unifamiliar", relatou ainda. 

No casebre vivia uma família de cinco pessoas, dois adultos e três crianças, que ficou desalojada.

No local, a combater as chamas, estiveram oito homens apoiados por três viaturas.

António G. Rodrigues

𝐁𝐫𝐚𝐠𝐚𝐧𝐜̧𝐚 𝐃𝐞𝐥𝐢𝐛𝐞𝐫𝐚 – 23.10.2026 - Reunião de Câmara Municipal Descentralizada - Freguesia de França

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

🎨 Inauguração da exposição “Graça Morais – Doações ao CACGM – Bragança”

 O Centro de Arte Contemporânea Graça Morais inaugurou, hoje, uma exposição inédita que reúne, pela primeira vez, as 121 obras doadas pela artista entre 2007 e 2025, incluindo pinturas e desenhos de diferentes fases do seu percurso artístico.
Esta exposição celebra o importante legado de Graça Morais à cidade de Bragança, reforçando a ligação da artista ao território e contribuindo para a preservação e valorização da sua obra.

Mais informação AQUI.

𝗔 𝗰𝗮𝘀𝘁𝗮𝗻𝗵𝗮 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 𝗮 𝗲𝘀𝘁𝗮𝗿 𝗲𝗺 𝗱𝗲𝘀𝘁𝗮𝗾𝘂𝗲 𝗻𝗮 𝗙𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗱𝗮 𝗠𝗼𝗻𝘁𝗮𝗻𝗵𝗮 🌰

 No dia 1 de novembro, Sambade volta a celebrar um dos produtos mais emblemáticos da serra, valorizando a qualidade da castanha, o conhecimento e o trabalho de quem mantém viva esta tradição. 
𝗫𝗜𝗜 𝗦𝗲𝗺𝗶𝗻𝗮́𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗮 𝗖𝗮𝘀𝘁𝗮𝗻𝗵𝗮, um espaço de partilha de conhecimento, reflexão e valorização da castanha, destacando a sua importância para a economia local e para o desenvolvimento do território. 

𝗩𝗜𝗜𝗜 𝗖𝗼𝗻𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗱𝗮 𝗠𝗲𝗹𝗵𝗼𝗿 𝗖𝗮𝘀𝘁𝗮𝗻𝗵𝗮, um momento de reconhecimento da qualidade, excelência e dedicação dos produtores, que ano após ano contribuem para afirmar a castanha como um dos grandes tesouros da nossa região. 

Sambade | Alfândega da Fé 

𝙑𝙚𝙣𝙝𝙖 𝙘𝙚𝙡𝙚𝙗𝙧𝙖𝙧 𝙘𝙤𝙣𝙣𝙤𝙨𝙘𝙤 𝙖 𝙘𝙖𝙨𝙩𝙖𝙣𝙝𝙖, 𝙤𝙨 𝙥𝙧𝙤𝙙𝙪𝙩𝙤𝙧𝙚𝙨 𝙚 𝙖 𝙧𝙞𝙦𝙪𝙚𝙯𝙖 𝙙𝙖 𝙈𝙤𝙣𝙩𝙖𝙣𝙝𝙖!

Festas, Festividades e Eventos

OS FIDALGOS - VILAR DE OSSOS

 VILAR DE OSSOS

1º D. ANA DE ALMEIDA CASTELO BRANCO, que casou com o almirante Jácome de Morais Sarmento, instituiu em Bragança e em Vilar de Ossos, concelho de Vinhais, um morgadio.
Sucedeu-lhe:
2º GASPAR DE OLIVEIRA SARMENTO, que casou com D. Maria Sarmento, filho da instituidora. (Ver em Bornes – § 1º – 5º.) Não deixou descendência.
Sucedeu-lhe sua irmã:
3º D. JOANA DE OLIVEIRA SARMENTO, que casou com o desembargador André de Morais Sarmento (ver em Bornes – § 1º – 6º).
«Corre letígio entre João Teixeira de Morais Sarmento por ser sua mulher D. Cezília de Morais Sarmento de Oliveira, neta e directa descendente do desembargador André de Morais Sarmento e D. Joana, sua mulher, nº 3, com os herdeiros do desembargador Lopo de Mariz Carneiro»(637).
4º D. MARIA MADALENA SARMENTO E MARIZ dotou em 1684 com bens suficientes para o culto a capela que fizera em Vilar de Ossos, dedicada a Nossa Senhora da Assunção.
A doadora residia em Seixo, termo da Torre de D. Chama, hoje concelho de Mirandela (638).


Família Bacelar

1º MANUEL PINTO DE MORAIS BACELAR (ver Bragança, pág. 165), primeiro Visconde de Monte Alegre, quinto senhor do morgadio de Nossa Senhora da Assunção de Vilar de Ossos e do de S. Miguel do Seixo, grã-cruz da Ordem da Torre Espada, tenente-general, governador das armas da província da Beira Alta desde 1808 a 1816. Entrou na Guerra Peninsular onde assumiu comandos de muita importância.
Nasceu em Vilar de Ossos a 4 de Setembro de 1741 e sucedeu na casa de seu pai. Faleceu a 1 de Maio de 1816.
Casou a 16 de Julho de 1776 com D. Joana Delfina Vanzeler Teixeira de Andrade Pinto, que nasceu a 7 de Abril de 1753 e faleceu em Março de 1808, filha de Pedro Francisco Vanzeler, coronel de cavalaria, governador do forte de S. Neutel, em Chaves, e de D. Maria Josefa Teixeira de Andrade Pinto, irmã primogénita de D. Ana Luísa Barbosa da Silva Teixeira de Andrade Pinto, casada com D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, embaixador de Portugal em Madrid, pais dos condes de Linhares.
Descendência:
I. D. Maria Águeda, que nasceu a 5 de Fevereiro de 1778.
II. D. Mariana Doroteia, que nasceu a 5 de Fevereiro de 1780 e foi freira no convento de Santa Clara de Vinhais.
III. D. Inês Maria Cândida (2º, adiante citado).
IV. D. Joana Maria do Carmo, que nasceu a 27 de Fevereiro de 1785.
V. D. Antónia Umbelina, que nasceu a 2 de Julho de 1786.
VI. José, abade de Santa Valha.
VII. D. Maria Antónia.
2º D. INÊS MARIA CÂNDIDA PINTO BACELAR (ver Bragança, pág. 165), que nasceu a 24 de Novembro de 1785, sucedeu a seu pai a 1 de Maio de 1816, porque sua irmã primogénita lhe cedeu os seus direitos a 12 de Fevereiro de 1804.
Foi segunda Viscondessa de Monte Alegre, senhora do morgadio de S. Miguel do Seixo e sexta senhora do de Nossa Senhora da Assunção, de Vilar de Ossos,
Casou a 13 de Fevereiro de 1804 com Luís Vaz Pinto Guedes, visconde de Monte Alegre, comendador das ordens de Cristo e da Torre e Espada, condecorado com a cruz de campanha da guerra peninsular e brigadeiro do exército, quarto filho de Miguel António Vaz Guedes Pereira Pinto e de D. Francisca Margarida Leocádia Pereira Pinto Teixeira de Magalhães. Nasceu a 10 de Agosto de 1770 e faleceu a 10 de Maio de 1841.
Descendência:
3º FRANCISCO PINTO VAZ GUEDES BACELAR SARMENTO PEREIRA DE MORAIS MADUREIRA PIMENTEL, terceiro Visconde de Monte Alegre, comendador da Ordem de Cristo e tenente de cavalaria, sucedeu a sua mãe a 15 de Agosto de 1819.
Sucedeu também, a 14 de Outubro de 1819, por falecimento da primeira Viscondessa de Mirandela, no morgadio de Machucas e padroado do capítulo de S. Francisco de Bragança (ver Visconde de Mirandela).
Nasceu a 18 de Fevereiro de 1814 e faleceu a 26 de Fevereiro 1835.
4º MANUEL PINTO VAZ GUEDES BACELAR SARMENTO DE MORAIS PIMENTEL
(ver Bragança, pág. 167), senhor do morgadio de S. Miguel do Seixo, oitavo senhor do de Nossa Senhora da Assunção, de Vilar de Ossos, vigésimo segundo senhor do de Machucas e padroado do capítulo de S. Francisco de Bragança, sucedeu a seu irmão no título de visconde de Monte Alegre a 26 de Fevereiro de 1835.
Nasceu a 29 de Julho de 1816 e casou a 15 de Outubro de 1835 com D. Ana Carolina Augusta Vaz Guedes Pereira Pinto Teles de Meneses e Melo, sua sobrinha, que nasceu a 31 de Março de 1819, filha e herdeira de Miguel Vaz Pereira Pinto Guedes da Fonseca e de D. Josefa Júlia Teles de Magalhães Teixeira de Meneses e Melo.
Criação do título. VISCONDE – Por decreto de 17 de Dezembro de 1811.
Criação do padroado de S. Francisco de Bragança – 1210.
Residência – Vilar de Ossos, termo de Vinhais (639).
5º D. INÊS CÂNDIDA VAZ GUEDES PINTO BACELAR (ver Bragança, pág. 167), nasceu a 2 de Novembro de 1837 e faleceu a 18 de Agosto de 1908.
Casou com Manuel de Melo Vaz de Sampaio (ver em Sampaios 14º, pág. 419), que nasceu a 1 de Agosto de 1836 e faleceu a 1 de Julho de 1894.
Descendência:
I. Doutor António de Melo.
II. D. Maria Antónia.
III.Manuel de Melo.
IV. D. Maria Isabel, que casou com Luís Pinto de Sousa Bagauste.
V. Luís de Melo, oficial de artilharia.
VI. Doutor Manuel de Melo.
VII. D. Maria Inês de Melo Vaz de Sampaio, que nasceu em Ribalonga, concelho de Carrazeda de Ansiães, a 26 de Julho de 1882.
Casou em 1905 com João Baptista de Carvalho Pereira de Magalhães, senhor, por sua mulher, da importante casa brasonada de Vilar de Ossos, segundo Conde de Alpendurada, por decreto de 25 de Fevereiro de 1904, que nasceu em Lamego (casa do Poço(640)) a 4 de Dezembro de 1877, filho de Francisco António Pereira de Magalhães, fidalgo cavaleiro, primeiro Conde de Alpendurada, que nasceu em Lamego a 23 de Maio de 1851 e ali faleceu a 9 de Novembro de 1897, e de D.Maria Filomena de Carvalho Rebelo Teixeira de Sousa Magalhães, que nasceu também em Lamego a 26 de Junho de 1849 e ali faleceu a 16 de Junho de 1923. 
Descendência:
a) Francisco Manuel de Melo Pereira de Magalhães, que nasceu a 11 de Dezembro de 1909 na Foz do Douro.
b) Manuel Maria de Melo Pereira de Magalhães, que nasceu a 2 de Setembro de 1911 em Alpendurada.
c) João Baptista de Melo Pereira de Magalhães, que nasceu a 4 de Março de 1913, na Foz do Douro.
d) António Maria de Melo Pereira de Magalhães, que nasceu a 7 de Novembro de 1914 em Alpendurada.
e) Luís Maria de Melo Pereira de Magalhães, que nasceu a 7 de Novembro de 1916 em Alpendurada.
f ) D. Maria Inês de Melo Pereira de MagaIhães, que nasceu a 10 de Março de 1921 na Foz do Douro.
6º LUÍS VAZ GUEDES PEREIRA PINTO BACELAR TELES DE MENESES SARMENTO DE MORAIS PIMENTEL (ver Bragança, pág. 168), segundo Visconde de Vila Garcia, terceiro da Bouça, quinto de Monte Alegre e nono de Mirandela, senhor da casa e morgadio do Arco, em Vila Real, do de São Miguel do Seixo, termo da Torre de D. Chama, hoje concelho de Mirandela, nono senhor do de Nossa Senhora da Assunção de Vilar de Ossos, vigésimo terceiro senhor do dos Machucas(641) e casa do Arco de Bragança, do de Nossa Senhora da Vida em Rio de Moinhos, concelho de Lousada, e do de Vale Melhorado, concelho de Felgueiras.
Casou com D. Maria da Conceição de Sousa Homem Teles de Magalhães Meneses e residiam na importante casa de Vale Melhorado.
Descendência:
I. Manuel Vaz de Sousa Bacelar Teles, doutor em direito pela Universidade de Coimbra, nasceu a 10 de Abril de 1879.
II. José Vaz de Sousa Pereira Pinto Guedes Bacelar, doutor em direito pela Universidade de Coimbra, nasceu a 27 de Setembro de 1880.
É o único dos irmãos que reside na Bouça, onde continua as tradições de quarto Visconde da Bouça e décimo Visconde de Mirandela, títulos que incontestavelmente lhe pertencem.
III. D. Ana Maria Vaz Guedes Bacelar, que nasceu a 8 de Janeiro de 1882 e casou na Aguiã, Arcos de Valdevez, com Simão da Rocha. Com geração.
IV. Miguel Vaz Pereira Pinto Guedes de Sousa Bacelar, oficial do exército, que nasceu a 21 de Fevereiro de 1884 e casou com D. Isabel Botelho, de Alvites, concelho de Mirandela. Sem geração.
V. Luís Vaz Pereira Pinto Guedes de Sousa Bacelar, que nasceu a 21 de Dezembro de 1882.
VI. Fernando Vaz Guedes de Sousa Homem Bacelar, que nasceu a 2 de Setembro de 1885 e casou com D. Ana da Conceição. Com geração.
VII. Gonçalo Vaz Guedes de Sousa Homem Bacelar, que nasceu a 2 de Fevereiro de 1887.
VIII. Carlos Vaz Guedes de Sousa Homem Bacelar, que nasceu a 26 de Novembro de 1888.
IX. D. Maria da Conceição Vaz Guedes Bacelar, que nasceu a 28 de Julho de 1890.
D. JOANA DO CARMO PINTO BACELAR, D. Antónia Umbelina Pinto Bacelar, filhas do tenente-general, primeiro Visconde de Monte Alegre,Manuel Pinto Bacelar, e Luís Vaz Pereira Pinto Guedes, filhos do segundo Visconde de Monte Alegre, Luís Vaz Pereira Pinto Guedes, todos de Vilar de Ossos, obtiveram em 1841 licença para oratório particular nas suas casas de moradia (642).
Ver adiante, na relação dos brasões das famílias nobres bragançanas, o brasão da família Bacelar, que tem palacetes brasonados em Vilar de Ossos, Bouça, Bragança, Vila Real, Vale Melhorado e Rio de Moinhos.
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(637) BORGES, José Cardoso – Descrição Topográfica da Cidade de Bragança, notícia XI, «Dos Morgados» § 8º, fol. 287 (mihi).
(638) Museu Regional de Bragança, maço Capelas.
(639) Resenha das famílias titulares e grandes de Portugal, vol. II, p. 133 e 147.
No volume consagrado aos escritores referir-nos-emos largamente ao general Manuel Pinto Bacelar.
Ver Bouça, p. 28, e em Bragança – Família Morais Madureira Pimentel, etc., p. 147.
(640) Desta casa do Poço, de Lamego, descendia D. Rodrigo de Carvalho, segundo bispo de Miranda.
Ver o II vol., p. 7, destas Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança.
(641) Este apelido vem-lhe do desembaraço e coragem com que numa batalha machucou castelhanos.
(642) Museu Regional de Bragança, maço Capelas.
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MEMÓRIAS ARQUEOLÓGICO-HISTÓRICAS DO DISTRITO DE BRAGANÇA

𝗔𝗹𝗳𝗮̂𝗻𝗱𝗲𝗴𝗮 𝗱𝗮 𝗙𝗲́ 𝗰𝗲𝗹𝗲𝗯𝗿𝗮 𝗼𝘀 𝟵𝟬 𝗮𝗻𝗼𝘀 𝗱𝗼 𝗠𝗲𝘀𝘁𝗿𝗲 𝗝𝗼𝘀𝗲́ 𝗥𝗼𝗱𝗿𝗶𝗴𝘂𝗲𝘀

 De 26 a 30 de outubro, a Semana do Mestre José Rodrigues homenageia o escultor e artista plástico, com raízes no nosso concelho, celebrando o seu legado e contributo para a cultura portuguesa.
A iniciativa promove a valorização da arte e da cultura, incluindo visitas guiadas à Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes – Linha da Terra e Oficinas Criativas dirigidas ao público escolar.

No dia 28 de outubro, data de nascimento do Mestre, assinalam-se os 90 anos de uma figura incontornável da arte portuguesa, cuja obra continua a inspirar gerações.

Saiba mais AQUI.

1883: A Carta de Lei de 5 de Junho autoriza o Governo a conceder à Câmara Municipal de Bragança o edifício e cerca do extinto Convento de Santa Clara para a construção de um mercado municipal.