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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 17 de junho de 2026

𝗙𝗲𝘀𝘁𝗶𝘃𝗮𝗹 𝗱𝗼 𝗦𝗼𝗹𝘀𝘁𝗶́𝗰𝗶𝗼 | 𝗚𝗿𝘂𝗽𝗼 𝗧𝗲𝗮𝘁𝗿𝗼 𝗔𝗹𝗺𝗮 𝗱𝗲 𝗙𝗲𝗿𝗿𝗼

Jogos Populares Tradicionais: um tesouro cultural a preservar

 Os jogos populares tradicionais portugueses constituem um rico património cultural que se transmite de geração em geração, proporcionando momentos de alegria, convívio e aprendizagem.


Mais do que simples brincadeiras, estes jogos representam uma valiosa expressão da identidade cultural do país, preservando costumes e valores ancestrais.

Através destes jogos, as crianças e adultos conectam-se com o passado, aprendendo sobre a identidade e as tradições do seu país.

Ao longo dos séculos, os jogos populares tradicionais portugueses foram moldados pelas diferentes regiões do país, assumindo características próprias e singulares.

De norte a sul, encontramos uma diversidade de jogos que encantam crianças e adultos, promovendo a interação social, a criatividade e a motricidade.

A diversidade dos Jogos Tradicionais Portugueses

A variedade de jogos populares tradicionais em Portugal é impressionante, com cada região ostentando suas próprias particularidades.

Alguns dos jogos mais conhecidos são:

Jogo da Malha: Um clássico que exige destreza e estratégia, disputado individualmente ou por equipas que lançam discos de ferro (malhas) o mais próximo possível de um pequeno pino (meco).

Jogo do Pião: Um jogo de habilidade que consiste em fazer girar um pião de madeira com a ajuda de um cordel.

Jogo da Cabra-Cega: Um jogo divertido de perseguição, onde um jogador vendado tenta apanhar os outros.

Jogo do Lenço: Um jogo dinâmico de correria, atenção e estratégia, onde os jogadores tentam apanhar um lenço sem serem tocados.

Jogo da Macaca: Um jogo de destreza e agilidade, onde os jogadores tentam acertar uma bola numa pequena caixa.

Jogo do Berlinde: Um jogo de tabuleiro que exige estratégia e concentração, utilizando pequenas bolas de vidro.

Jogo da Barra: Um jogo de força e resistência, onde os jogadores tentam derrubar um adversário com um pau.

Jogo da Cabra-Cega: Um jogo de infância que estimula a audição e o sentido de orientação, onde um jogador vendado tenta apanhar os outros.

Jogo das Escondidas: Um clássico atemporal que promove a agilidade e a atenção, onde os jogadores se escondem enquanto um outro tenta encontrá-los.

A importância dos jogos populares tradicionais

Preservação da cultura:

 Para além da sua função lúdica, os jogos tradicionais assumem um papel crucial na preservação da cultura e identidade portuguesas, transmitindo valores e costumes de geração em geração.-

Promoção da interação social: Estes jogos proporcionam momentos de convívio e interação entre pessoas de todas as idades, promovendo a inclusão e a coesão social, desenvolvendo valores como a cooperação, o respeito e a fair-play.

Desenvolvimento de habilidades: Os jogos tradicionais estimulam o desenvolvimento de diversas habilidades físicas e mentais, como a motricidade, a coordenação, a estratégia e o trabalho em equipa.

Diversão e lazer: Acima de tudo, os jogos tradicionais proporcionam momentos de pura diversão e alegria para todos os que os jogam.

Desafios e preservação

Com o advento das tecnologias digitais, os jogos tradicionais enfrentam o desafio de se manterem relevantes no mundo moderno.

No entanto, diversas iniciativas têm sido tomadas para preservar este património cultural, como a realização de festivais de jogos tradicionais e a inclusão dos mesmos nos programas escolares.

Revitalização dos jogos tradicionais portugueses

Nos últimos anos, tem havido um crescente interesse em revitalizar os jogos tradicionais em Portugal. Diversas iniciativas têm sido promovidas para incentivar a prática destes jogos, como a organização de torneios, festivais e oficinas de ensino.

É importante que as novas gerações conheçam e pratiquem os jogos tradicionais, para que este legado cultural continue vivo e vibrante.

Através da brincadeira, podemos aprender sobre a nossa história, fortalecer os laços sociais e cultivar valores importantes para a sociedade.

Contribua para a preservação

– Ensine os jogos tradicionais às crianças.

– Participe em festivais de jogos tradicionais.

– Apoie iniciativas de divulgação e valorização dos jogos tradicionais.

Conclusão

Os jogos populares tradicionais em Portugal são um tesouro cultural que deve ser preservado e valorizado.

Através da brincadeira, as crianças e adultos podem aprender sobre a história, as tradições e a identidade do seu país, enquanto desenvolvem importantes habilidades sociais e físicas, ao mesmo tempo que mantêm viva a chama da tradição e transmitem às novas gerações a enorme riqueza da cultura portuguesa.

Monsenhor Ângelo Olímpio Melenas

Saiba o que acontece ao seu organismo quando deixa de fumar

 Os riscos do tabaco são bem conhecidos. Conheça os benefícios imediatos e a longo prazo de deixar de fumar.

FOTOGRAFIA DE ICEFRONT, GETTY IMAGES - Deixar de fumar melhora a saúde de muitos órgãos.

Mesmo que seja fumador de longa data, há alguns benefícios surpreendentes e até imediatos em deixar de fumar. Todos os anos, meio milhão de americanos morrem devido a causas relacionadas com o fumo e um número estimado em 16 milhões de americanos vive com problemas de saúde crónicos relacionados com o fumo, como doença pulmonar obstrutiva crónica, doença cardíaca, AVC ou cancro. Quanto a Portugal, o Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) estimava que cerca de 12% dos óbitos de adultos portugueses com idade igual ou superior a 35 anos ocorridos em 2019 tinham como causa o consumo de tabaco. Mais recentemente,  um estudo de 2023 da Universidade de Santiago de Compostela, em Espanha, e da Escola Nacional de Saúde Pública e da Universidade da Beira Interior, revelou que oito em dez portugueses se consideravam expostos ao fumo de terceiros em espaços exteriores antes da nova lei do tabaco entrar em vigor.  

Embora os riscos de fumar sejam bem conhecidos, é incrivelmente difícil deixar este hábito, o que faz com que muitas pessoas desistam de tentar, presumindo que o mal já está feito. No entanto, como os estudos têm mostrado repetidamente, existem vantagens significativas em abandonar o tabaco.

Para ter uma ideia dos benefícios para a saúde a curto e longo prazo, a National Geographic falou com alguns especialistas sobre aquilo que acontece no nosso organismo nas horas, dias, semanas, meses e anos depois de deixarmos de fumar.

Melhoria da frequência cardíaca e da respiração

As pessoas que deixam de fumar podem contar com melhorias na frequência cardíaca e na respiração. A primeira mudança, que pode ocorrer meras horas depois do último cigarro, é a diminuição da frequência cardíaca, diz Humberto Choi, pneumologista na Cleveland Clinic, nos EUA. Os elevados níveis de monóxido de carbono presentes no sangue dos fumadores (cerca de três vezes superiores) também regressam ao normal passados alguns dias.

Ao fim de algumas semanas, outras mudanças começam a notar-se. Uma das principais é a melhoria da função pulmonar e a diminuição da tosse, que pode ajudar a melhorar a capacidade de exercício. Estas alterações ajudam as pessoas a respirar um pouco melhor, tornando menos difícil desenvolver e manter a prática de exercício – como caminhar regularmente ou adoptar um treino de força matinal. “As pessoas tendem, geralmente, a sentir-se melhor”, diz Choi.

O exercício também é um hábito alternativo para substituir o fumo. “O vício não desaparece depressa”, diz Choi. “É boa ideia introduzir alguma coisa nova na sua vida”. Muitas pessoas também dizem que o seu olfacto e paladar melhoraram semanas ou meses depois de deixarem de fumar. “Por vezes, nem se apercebiam de que tinham perdido o olfacto ou o paladar”, diz Choi.

Diminuição acentuada do risco de ataque cardíaco ou AVC

À medida que os meses se tornam anos, deixar de fumar pode conduzir a uma redução acentuada do risco de desenvolver doenças cardiovasculares como ataques cardíacos ou AVCs. “Nos dois primeiros anos depois de deixar de fumar, grande parte do risco acrescido desaparece”, diz Marie Robertson, cardiologista e directora científica da American Heart Association.

Robertson sublinha que o risco continua a diminuir à medida que o tempo passa. Dez anos depois de deixar de fumar, o risco de morrer devido a doença cardiovascular diminui 63 por cento face aos fumadores. Após 20 a 30 anos, este risco diminui para níveis semelhantes aos de uma pessoa que nunca tenha fumado.

O risco de desenvolver cancro diminui após uma década

O tempo avança e o risco de desenvolver determinados tipos de cancro também diminui – o patamar significativo é alcançado cerca de dez anos depois deixar de fumar.

“Passados dez anos, o risco de morrer devido a cancro do pulmão é metade do risco enfrentado pelos fumadores”, diz Farhad Islami, director científico sénior da American Cancer Society, e investigador que estuda os riscos do cancro em diferentes populações. Existe uma diminuição semelhante do risco de desenvolver outros tipos de cancros relacionados com o fumo como cabeça, pescoço ou esófago, acrescenta Islami.

Num artigo recentemente publicado, Islami e os seus co-autores concluíram que 20 a 29 anos depois de deixar de fumar, o risco de morrer de cancro diminui cerca de 90 por cento. As pessoas que conseguirem deixar antes dos 35 anos terão uma diminuição ainda maior do risco, ao ponto de, passadas duas a três décadas, o risco de morrerem devido a cancros relacionados com o fumo ser quase equivalente ao de uma pessoa que nunca fumou.

“É melhor deixar de fumar quando somos mais novos”, diz Islami, mas mesmo que as pessoas não consigam desistir até serem mais velhas, “os benefícios continuam a ser muito, mas muito substanciais”.

A progressão de doenças relacionadas com o fumo diminui

No caso das pessoas que vivem com doenças crónicas relacionadas com o fumo, como cancro, doença cardíaca ou doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC), deixar de fumar pode abrandar a progressão da doença, melhorando simultaneamente as probabilidades de sobrevivência. “As probabilidades de reincidência após o cancro são baixas se deixar de fumar”, diz Choi.

No caso das pessoas que já sofreram um ataque cardíaco, deixar o tabaco também pode diminuir a possibilidade de ter um segundo episódio e as probabilidades de a DPOC piorar. “Queremos que as pessoas deixem de fumar antes de desenvolverem estes problemas”, diz Luba Yammine, investigadora da UTHealth Houston, cujo trabalho incide no transtorno de consumo de substâncias, acrescentando que “mesmo que já tenha a doença, continuará a ser muito benéfico deixar de fumar”.

FOTOGRAFIA DE JUSTIN GUARIGLIA, NAT GEO IMAGE COLLECTION

A adicção é complexa

Fumar pode ser um dos vícios mais difíceis de largar devido a uma série de factores. “A nicotina é a substância mais viciante que existe”, diz Yammine. “É muito fácil ficar viciado e muito difícil parar.” As dificuldades de deixar de fumar devem-se a uma combinação de factores físicos e comportamentais.

O primeiro desafio prende-se com a dependência física da nicotina, que pode causar uma mistura de sintomas de desejo compulsivo e abstinência quando se pára de fumar. “Esta mistura de sintomas de desejo e abstinência é muito desagradável”, diz Yammine. Muitas pessoas disseram ter sentido uma fome excessiva depois de deixarem de fumar, juntamente com sentimentos generalizados de irritabilidade. Existem algumas ferramentas disponíveis (inclusive em Portugal), para ajudar a reduzir estes sintomas, incluindo adesivos e pastilhas de nicotina e medicamentos como a bupropiona.

O segundo grande factor é comportamental. “Os cigarros tornam-se uma parte integral da nossa vida”, diz Yammine. O dia de um fumador de longo prazo é frequentemente estruturado em torno de onde e quando fuma, seja um cigarro a acompanhar o café de manhã, fazer intervalos periódicos para fumar ao longo do dia ou acender um cigarro em determinados ambientes. Estes comportamentos podem tornar-se tão enraizados que se torna muito difícil vencer o hábito, mesmo que os sintomas físicos da abstinência estejam bem controlados.

Deixar de fumar exige, frequentemente, várias tentativas

Devido às dificuldades associadas à adicção em nicotina, os fumadores reportam fazer várias tentativas para deixar de fumar antes de encontrarem uma estratégia bem-sucedida – e aquilo que funciona para uma pessoa pode não funcionar para outra.

Embora abandonar o tabaco sem assistências funcione para algumas, outras precisam de medicação para controlar os desejos. Algumas pessoas têm de fazer grandes alterações nos seus hábitos diários para conseguirem deixar de fumar, enquanto outras podem consegui-lo apenas com pequenos ajustes. Algumas deixam o tabaco após as primeiras tentativas e outras precisam de várias. “Cada tentativa é uma lição sobre como fazê-lo melhor na próxima vez”, diz Robertson.

Adaptação de artigo publicado originalmente em inglês em nationalgeographic.com.

Rachel Fairbank
Actualizado a 20 de junho de 2024

No próximo sábado vai decorrer o IX Concurso da Cabra Preta de Montesinho inserido na Feira Agrícola de Bragança a partir das 10h00

EXPOSIÇÃO EM MOGADOURO ALERTA PARA A VIOLÊNCIA CONTRA A PESSOA IDOSA

 Foi inaugurada em Mogadouro a exposição “Quando o Silêncio Fala”, uma iniciativa integrada nas comemorações do Dia Mundial de Prevenção da Violência contra a Pessoa Idosa, assinalado anualmente a 15 de junho.


Patente ao público entre os dias 13 e 19 de junho, no Largo Eng.º Duarte Pacheco, a mostra pretende sensibilizar a comunidade para uma realidade frequentemente invisível, promovendo a reflexão sobre as diferentes formas de violência que afetam a população idosa.

Através de objetos do quotidiano, peças de vestuário, mensagens simbólicas e testemunhos, a exposição retrata sentimentos como o medo, a solidão, o abandono, a humilhação e o silêncio, procurando dar voz a situações que muitas vezes permanecem escondidas no seio das famílias e da sociedade.

A iniciativa contou com o envolvimento das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho, cujos utentes participaram ativamente na construção dos conteúdos apresentados. As suas experiências, memórias e reflexões deram origem a um conjunto de elementos expositivos que convidam os visitantes a uma maior consciencialização para esta problemática social.

Os promotores da ação sublinham que a violência contra a pessoa idosa nem sempre deixa marcas físicas visíveis, manifestando-se frequentemente através da negligência, do isolamento, da indiferença, da privação de cuidados ou de outras formas de abuso psicológico e emocional.

Com esta iniciativa, pretende-se reforçar a importância da prevenção, da denúncia e da mobilização da comunidade para a proteção dos mais velhos, defendendo o direito a um envelhecimento com dignidade, respeito e segurança.

A exposição estará patente até ao próximo dia 19 de junho, convidando a população a refletir sobre uma realidade que continua a exigir atenção e intervenção por parte de toda a sociedade.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto: DR

SEDA DE FREIXO DE ESPADA À CINTA MARCA PRESENÇA NA FEIRA DE ARTESANATO E GASTRONOMIA DA MEALHADA

 A seda de Freixo de Espada à Cinta esteve em destaque este fim de semana, dias 13 e 14 de junho, na Feira de Artesanato e Gastronomia da Mealhada, numa participação que voltou a levar além-fronteiras a tradição e o saber-fazer associado a esta arte secular.


Ao longo dos dois dias, as artesãs do Museu da Seda e do Território realizaram demonstrações ao vivo, despertando a curiosidade dos visitantes e proporcionando momentos de contacto direto com um dos produtos mais emblemáticos do concelho.

A iniciativa teve como objetivo a divulgação da seda tradicional, reforçando a sua notoriedade e valorização, bem como a promoção dos produtos endógenos de Freixo de Espada à Cinta. A presença no certame permitiu ainda a criação de oportunidades de contacto com novos públicos, turistas e potenciais parceiros.

A participação enquadra-se na estratégia do Município de continuar a apostar na promoção da seda e do património imaterial associado, contribuindo para a afirmação do concelho e para a valorização desta tradição única no panorama nacional.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto: DR

Jovem produtor de Trás-os-Montes soma prémios internacionais e aposta em expansão com nova quinta em Vinhais

 Frederico Jacinto, um jovem produtor de Trás-os-Montes, viu três dos seus vinhos serem distinguidos no Portugal Wine Trophy, um dos mais prestigiados concursos internacionais do setor, que reuniu cerca de 1200 vinhos de 35 países.


A região transmontana destacou-se na competição com 52 medalhas atribuídas aos seus vinhos, num evento que contou com jurados de 14 nacionalidades e que voltou a colocar o território no mapa da excelência vitivinícola internacional.

Entre os vinhos distinguidos do brigantino Frederico Jacinto estão um tinto de 2024, premiado com medalha de ouro, e ainda um tinto de 2025 e um branco de 2025, ambos com medalha de prata.

Para o produtor as distinções representam uma validação importante do trabalho desenvolvido. “É um orgulho grande, tenho a certeza que estou a fazer um grande trabalho”, afirmou.

Formado em Viticultura e Enologia, Frederico Jacinto regressou a Trás-os-Montes após experiências fora da região e decidiu apostar na criação da sua própria marca, num contexto marcado pela falta de oportunidades no setor.

O projeto “Frederico MJ” nasceu de forma artesanal, com pequenas produções e vinhas arrendadas em São Pedro Velho, no concelho de Mirandela, tendo evoluído progressivamente para uma estrutura mais consolidada.

Atualmente, a produção ronda as 7000 garrafas entre tintos, branco e rosé, ainda em escala reduzida, o que obriga a uma gestão cuidada da distribuição.

O grande passo do projeto passa agora pela aposta na Quinta do Escairo, no concelho de Vinhais, uma propriedade com “cerca de 70 hectares”, onde o produtor pretende aumentar significativamente a produção e diversificar a atividade. “Aluguei agora a Quinta do Escairo, com a intenção de aumentar a produção e realizar outros eventos lá na quinta”, explicou.

A visão de Frederico Jacinto vai muito além da produção de vinho. O objetivo é transformar o espaço num polo de enoturismo e experiências ligadas ao território, combinando vinho, gastronomia e eventos. Entre os planos estão provas de vinho, jantares vínicos e experiências de enoturismo, mas também eventos de maior dimensão. “Também quero ali realizar caça turística e, com o tempo, poder fazer eventos como casamentos e batizados”, referiu.

Esta expansão surge também como resposta à necessidade de crescimento do negócio e de maior estabilidade produtiva, depois de alguns anos a trabalhar com vinhas arrendadas. “Se não fosse este projeto tinha saído da região, porque não estava a haver outra opção que me prendesse cá”, reconheceu.

Entre os vinhos que integram o projeto de Frederico Jacinto, o tinto reserva 2025 ocupa um lugar especial, não apenas pela sua construção enológica, mas sobretudo pelo significado pessoal que transporta. Este vinho distinguir-se-á por um estágio prolongado de cerca de 14 meses em barricas de carvalho francês, mas é, acima de tudo, uma homenagem familiar. “O rótulo tem a imagem do meu avô, é uma homenagem a ele”, explicou Frederico Jacinto.

Segundo o jovem produtor, esta é uma forma de agradecer a influência que o avô teve no seu percurso. “Era uma pessoa a quem estava muito ligado e acho que sem os conselhos dele não chegaria onde estou”, referiu.

No contexto do crescimento da marca, este tinto reserva assume-se como um dos vinhos mais simbólicos do portefólio de Frederico Jacinto.

Trás-os-Montes e Zamora criam plano estratégico para desenvolver regiões

 A Comunidade Intermunicipal (CIM) das Terras de Trás-os-Montes e a Diputación de Zamora apresentaram em Bragança o projeto transfronteiriço ZAMTTM.


O objetivo é criar grupos de trabalho para definir um plano estratégico para o desenvolvimento duas regiões transfronteiriças, avança o presidente da comunidade intermunicipal, Pedro Lima.

“Definir objetivos e ter uma estratégia que faça com que esses objetivos se coloquem no terreno e que sejam executados de uma forma consistente e mais consolidada. É verdade que existe uma cooperação transfronteiriça há muito tempo, mas sempre em níveis um pouco diferentes. Temos diferenças a nível político, a nível administrativo. Por vezes Portugal fica colocado numa questão um pouco mais difícil em termos de contratação pública, por exemplo, e temos que ter estes grupos de trabalho, por forma a conseguirmos combater estas diferenças, para que Trás-os-Montes se torne num centro e não numa periferia.”

Este plano pretende encontrar soluções em diversas áreas, nomeadamente no combate aos incêndios, alterações climáticas, demografia e inclusão que está relacionada com os movimentos migratórios, para dar resposta aos desafios sentidos por ambos os territórios.

Pedro Lima defende ainda que este é também um alerta aos Governos, para que se agilizem os processos.

“Tem a ver com as diferenças que nós temos entre políticas administrativas, até de contratação pública. Aproveito para alertar, de certa forma, os nossos governos para o facto que devia haver uma conformidade maior, para conseguirmos ser mais iguais. Ainda há pouco falava com o presidente da Deputação, que me dizia que não entende como é que em Portugal há tanta dificuldade para colocar em marcha, como dizem os espanhóis, qualquer tipo de projeto. Têm razão, realmente estamos ambos na Comunidade Europeia, somos vizinhos, porquê é que existem essas dificuldades?”, questiona.

Este foi o primeiro passo para “estratégias corretas”, refere o presidente da Diputación de Zamora, Javier Faúndez.

“Hoje demos o primeiro passo para definir esse quadro de trabalho no qual serão elaboradas as estratégias adequadas para abordar esses projetos, que, naturalmente, são projetos singulares e comuns a ambos os lados do território. Já o disse anteriormente, existe uma fronteira administrativa, mas para mim, que sou presidente de uma autarquia transfronteiriça, na realidade não existe, porque sempre houve essa convivência e essa boa relação. Assim, com este grupo de trabalho, o primeiro objetivo é criar esse cenário, esse fórum de colaboração, para orientar esses projetos que, em última análise, poderão depois ser concretizados quando os fundos europeus voltarem a estar disponíveis.”

Também o presidente da Fundação Rei Afonso Henriques, José Luís Prada, defende que os projetos só ganham força quando têm uma estratégia bem definida. “Se não tivermos estratégias claras, talvez seja inútil. Então, do que precisamos? De estruturas, de estratégias, e só depois falaremos de projetos. Isso não tem acontecido nos últimos anos.”

O investimento do projeto ZAMTTM é de cerca de 260 mil euros. A CIM Terras de Trás-os-Montes é a principal beneficiária, com 166 mil euros, enquanto Zamora recebe 96 mil euros.

𝐒𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚 𝐝𝐚 𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬𝐚 | 𝟒 𝐚 𝟏𝟏 𝐝𝐞 𝐣𝐮𝐥𝐡𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟔

 Miranda do Douro comemora no próximo dia 10 de julho, o 481º aniversário de elevação a cidade (10 de julho de 1545). As comemorações estendem-se ao longo de 8 dias dedicados à cultura, à música, às tradições e à nossa identidade mirandesa. 
O programa prevê uma série de concertos, espetáculos, homenagens, entre muitas outras atividades.

Esperamos por si!

Festas, Festividades e Eventos

Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca - 17 de Junho


 O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, celebrado anualmente a 17 de junho, é uma importante data internacional dedicada à sensibilização da humanidade para um dos maiores desafios ambientais do nosso tempo: a degradação dos solos, o avanço da desertificação e a escassez de água.

Esta comemoração procura alertar governos, instituições e populações para a necessidade urgente de proteger os recursos naturais do planeta, preservar os ecossistemas e garantir um futuro sustentável para as próximas gerações.

Mais do que um problema ambiental, a desertificação representa também uma ameaça económica, social e humana, afetando milhões de pessoas em todo o mundo através da fome, pobreza, migrações forçadas e alterações climáticas.

O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca foi criado em 1994 pela Organização das Nações Unidas, após a adoção da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação.

A escolha do dia 17 de junho assinala precisamente a data em que essa convenção internacional foi aprovada, durante um período em que a comunidade internacional começou a reconhecer a gravidade crescente dos problemas ambientais ligados à degradação dos solos e à escassez de água.

A convenção surgiu na sequência das preocupações globais levantadas durante a histórica Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, também conhecida como “Cimeira da Terra”, realizada no Brasil.

Desde então, esta data tornou-se um símbolo mundial da luta pela preservação dos recursos naturais e pela proteção das populações mais vulneráveis aos efeitos da seca e da desertificação.

A desertificação é um processo de degradação das terras em regiões áridas, semiáridas e sub-húmidas secas. Este fenómeno reduz a fertilidade do solo, destrói ecossistemas e dificulta a sobrevivência humana e animal.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, adesertificação não significa apenas o avanço dos desertos naturais. Trata-se sobretudo da deterioração progressiva das terras produtivas devido à ação humana e às alterações climáticas.

As principais causas incluem:

Desflorestação; 
Exploração excessiva dos solos; 
Agricultura intensiva; 
Sobrepastoreio; 
Incêndios florestais; 
Má gestão da água; 
Alterações climáticas; 
Secas prolongadas. 

Quando o solo perde nutrientes, cobertura vegetal e capacidade de retenção de água, torna-se cada vez mais árido e improdutivo.

A seca acompanha a humanidade desde os tempos mais antigos. Muitas civilizações sofreram crises profundas devido à falta de água e à perda de terras agrícolas.

Ao longo da História, secas severas contribuíram para:

Fomes; 
Guerras; 
Migrações; 
Colapsos económicos; 
Desaparecimento de civilizações. 

Existem registos históricos de grandes secas no Antigo Egito, na Mesopotâmia, na China antiga e em várias regiões africanas.

Alguns investigadores acreditam mesmo que períodos prolongados de seca contribuíram para o declínio de civilizações antigas, como os Maias e determinadas comunidades mediterrânicas.

Na Idade Média e nos séculos seguintes, várias regiões da Europa enfrentaram crises agrícolas devastadoras provocadas pela falta de chuva.

Atualmente, milhões de pessoas vivem em áreas afetadas pela desertificação e pela seca. As consequências humanas são extremamente graves.

Entre os principais impactos encontram-se:

Escassez de alimentos; 
Falta de água potável; 
Perda de meios de subsistência; 
Aumento da pobreza; 
Migração forçada; 
Conflitos sociais; 
Insegurança alimentar. 

As populações rurais e agrícolas são frequentemente as mais afetadas, sobretudo em regiões vulneráveis de África, Ásia e América Latina.

Em muitos casos, famílias inteiras são obrigadas a abandonar as suas terras devido à impossibilidade de cultivar alimentos ou criar animais.

As alterações climáticas agravaram significativamente os fenómenos de seca e desertificação.

O aumento das temperaturas globais provoca:

Maior evaporação da água; 
Redução das chuvas; 
Ondas de calor mais intensas; 
Incêndios florestais mais frequentes; 
Perda acelerada de biodiversidade. 

Muitas regiões do planeta enfrentam atualmente fenómenos climáticos extremos que colocam em risco o equilíbrio ambiental e a segurança das populações.

A água tornou-se um dos recursos mais estratégicos e preciosos do século XXI.

Portugal também enfrenta desafios relacionados com a desertificação e a escassez hídrica, sobretudo nas regiões do interior e do sul do país.

Ao longo das últimas décadas, períodos de seca severa tornaram-se mais frequentes, afetando:

Agricultura; 
Produção alimentar; 
Recursos hídricos; 
Florestas; 
Economia rural. 

O despovoamento do interior, os incêndios florestais e a degradação dos solos contribuem igualmente para aumentar os riscos ambientais.

Diversos especialistas alertam para a necessidade de políticas sustentáveis de gestão da água, reflorestação e valorização dos territórios rurais.

A ciência desempenha um papel fundamental no combate à desertificação e à seca.

Investigadores de todo o mundo trabalham em áreas como:

Agricultura sustentável; 
Conservação dos solos; 
Reutilização da água; 
Energias renováveis; 
Reflorestação; 
Gestão climática; 
Proteção da biodiversidade. 

Tecnologias modernas permitem hoje monitorizar secas, prever fenómenos climáticos extremos e desenvolver sistemas de irrigação mais eficientes.

No entanto, a tecnologia por si só não resolve o problema. É necessária também uma mudança de mentalidade e de comportamentos.

O combate à desertificação depende de pequenas e grandes ações coletivas.

Cada pessoa pode contribuir através de atitudes como:

Poupar água; 
Evitar desperdícios; 
Proteger florestas; 
Plantar árvores; 
Valorizar a agricultura sustentável; 
Reduzir a poluição; 
Apoiar práticas ecológicas. 

A preservação dos solos e da água é essencial para garantir alimentação, equilíbrio climático e qualidade de vida.

O Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca lembra-nos que a Terra possui recursos limitados e que a relação entre humanidade e natureza precisa de ser equilibrada.

Este dia pretende:

Sensibilizar para os riscos ambientais; 
Promover o desenvolvimento sustentável; 
Incentivar a cooperação internacional; 
Proteger os ecossistemas; 
Combater as alterações climáticas; 
Defender o direito universal à água. 

A desertificação afeta o futuro de todos.

A luta contra a desertificação e a seca é também uma luta pela sobrevivência humana, pela justiça social e pela preservação do planeta.

As gerações futuras dependerão das decisões tomadas hoje. Cuidar da Terra significa cuidar da vida.

Num mundo cada vez mais ameaçado pelas alterações climáticas, torna-se urgente promover uma cultura de responsabilidade ambiental, solidariedade e respeito pela natureza.

Porque sem água não existe vida.

Porque sem solo fértil não existe alimento.

Porque proteger a Terra é proteger o futuro da humanidade.

Texto: HM - com IA e IN

terça-feira, 16 de junho de 2026

“Fados Solidários”

 O Lions Clube de Bragança convida toda a comunidade a participar em mais uma edição dos “Fados Solidários”, um momento de cultura e solidariedade que terá lugar no próximo dia 3 de julho de 2026, pelas 21h00, no Castelo de Bragança.


A iniciativa contará com a participação do Grupo de Fados da Associação Académica de Coimbra, proporcionando ao público uma noite de elevada qualidade artística, num ambiente único e emblemático da cidade, o nosso castelo.

O valor do bilhete de entrada é de 15,00€, e já inclui caldo verde, entremeada e chouriça assada, acompanhados de água e vinho.

Os bilhetes poderão ser adquiridos até 26/06 na União das Freguesias da Sé, Santa Maria e Meixedo, junto dos nossos Companheiros Lions ou reservados através dos contactos indicados no cartaz.

A receita do espetáculo reverterá a favor de Instituições de Solidariedade Social de Bragança, reforçando o compromisso do Lions Clube de Bragança com a comunidade e com a promoção de causas solidárias.

Contamos com a presença e o apoio de todos nesta iniciativa que une cultura e tradição à solidariedade.

O XIV Encontro Motard de Vinhais já tem tudo preparado para vos receber nos dias 31 de julho e 1 de agosto de 2026.

 Dois dias de convívio, amizade, boa gastronomia, espetáculos de freestyle, animação, DJs e grandes concertos que prometem fazer vibrar Vinhais.
Consulta o programa completo no cartaz e começa já a preparar a viagem.

Vinhais espera por ti

Fim de Ano em Vimioso está a chegar!

 No próximo 19 de junho de 2026, os alunos de Vimioso, Sendim e Miranda do Douro sobem ao palco para uma noite repleta de talento, dedicação e muita animação.
Entre atuações de ballet, karaté, música e momentos de convívio, este será um espetáculo que celebra o trabalho desenvolvido ao longo do ano e a união da nossa comunidade.

Pinta, Vimioso
18h00 – DJ Luís F.
20h00 – Início do espetáculo
21h30 – Lançar a manta e encerramento com arruada de gaiteiros

🎵 Com a participação da Orquestra de Gaitas de Fole e Percussão e dos alunos da Associação Lérias.

Além do espetáculo, haverá insufláveis e outras diversões para os mais pequenos, bem como o bar da Comissão de Festas de Vimioso.

Contamos com a tua presença para celebrar connosco o fim de mais um ano cheio de aprendizagens, crescimento e conquistas!

PROGRAMA “SER + PECULIAR” PROMOVE FORMAÇÃO E DESENVOLVIMENTO PESSOAL DOS ALUNOS EM ALFÂNDEGA DA FÉ

 O Município de Alfândega da Fé tem vindo a dinamizar, no âmbito do projeto “Alfândega Educativa”, o programa “Ser + Peculiar”, da autoria da Dra. Idalina Almeida, dirigido a alunos desde o 1.º ciclo até ao ensino secundário.


A iniciativa decorre ao longo de três momentos distintos, realizados entre os meses de abril, maio e junho, estruturando-se em torno de três eixos fundamentais: Ser, Estudo e Conhecimento e Liberdade, com o objetivo de promover competências pessoais, sociais e académicas junto da comunidade escolar.

Na sessão inaugural, foi oferecido a todos os alunos participantes um livro de suporte ao programa, que serve de base de trabalho e reflexão ao longo das várias sessões, permitindo consolidar aprendizagens e estimular o pensamento crítico.

Com esta ação, o município pretende reforçar o apoio ao percurso escolar dos alunos, contribuindo para a sua formação integral e incentivando o desenvolvimento de jovens mais conscientes, autónomos e preparados para tomar decisões informadas sobre o seu futuro.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto:DR

Homem ferido com gravidade após ser atropelado pelo próprio trator

 Um homem de 73 anos sofreu ferimentos graves, esta terça-feira à tarde, depois de ter sido colhido pelo trator que manobrava, na aldeia de São Pedro Velho, concelho de Mirandela, revelou fonte dos bombeiros voluntários de Mirandela, que prestaram socorro à vítima e o transportaram de ambulância para o hospital de Bragança.


Ao que foi possível apurar, a vítima terá abandonado a máquina agrícola por instantes, para tentar colocar os cadeados, e, por razões ainda desconhecidas, o trator terá iniciado a marcha atropelando o idoso de 73 anos.

O alerta para o acidente ocorreu às 15h47. Foi acionada a equipa da ambulância SIV (Suporte Imediato de Vida) do INEM e ainda 6 operacionais dos bombeiros de Mirandela apoiados por duas viaturas.

No local, a tomar conta da ocorrência e a investigar as causas do acidente, esteve uma patrulha da GNR.

Artigo escrito por Fernando Pires (jornalista

Tarde de Fados

 No próximo dia 25 de junho, às 17h00, convidamos todos os associados do CSSPS, familiares dos clientes, colaboradores e seus familiares e comunidade de São Pedro de Sarracenos a desfrutar de uma tarde repleta de emoções, melodias e convívio, no agradável ambiente do nosso jardim sensorial.
A animação estará a cargo do grupo Fados de Outrora, que nos levará numa viagem pelos mais belos temas da música tradicional portuguesa.

Junte-se a nós para celebrar a nossa cultura, partilhar momentos especiais e viver a magia do Fado.

A sua presença tornará esta tarde ainda mais especial.

ALFÂNDEGA DA FÉ ACOLHE 5.º CAMPEONATO DE JOGOS TRADICIONAIS DAS TERRAS DE TRÁS-OS-MONTES

 O concelho de Alfândega da Fé vai receber, no próximo dia 21 de junho, a 5.ª edição do Campeonato de Jogos Tradicionais das Terras de Trás-os-Montes, uma iniciativa que promete reunir participantes de vários pontos da região numa celebração das tradições populares e do património cultural transmontano.


O evento, que tem vindo a afirmar-se como uma referência na promoção dos jogos tradicionais, pretende valorizar costumes ancestrais e incentivar a sua transmissão às gerações mais jovens. Ao longo do dia, os participantes terão a oportunidade de demonstrar destreza e espírito competitivo em diversas modalidades que fazem parte da memória coletiva das comunidades rurais transmontanas.

Mais do que uma competição, o campeonato assume-se como um espaço de encontro, convívio e partilha entre gerações, reforçando os laços comunitários e contribuindo para a preservação de práticas culturais que constituem uma parte importante da identidade da região.

A iniciativa deverá atrair visitantes, associações e entusiastas dos jogos tradicionais, proporcionando momentos de animação e de contacto com algumas das expressões mais genuínas da cultura popular de Trás-os-Montes.

Com esta quinta edição, Alfândega da Fé volta a colocar-se no centro das atenções regionais, acolhendo um evento que alia tradição, participação comunitária e valorização do património imaterial, num ambiente de festa e celebração das raízes transmontanas.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto: DR

GNR RECUPERA BENS FURTADOS E CONSTITUI ARGUIDO EM MIRANDA DO DOURO

 O Comando Territorial de Bragança da Guarda Nacional Republicana (GNR), através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) de Miranda do Douro, constituiu arguido um homem de 26 anos por suspeitas da prática do crime de furto, na sequência de uma investigação desenvolvida naquele concelho.


A ação resultou de uma denúncia apresentada no passado dia 12 de junho, relacionada com um furto ocorrido no interior de uma residência. Na sequência da participação, os militares da Guarda desencadearam diversas diligências de investigação que permitiram identificar o presumível autor dos factos e recuperar a totalidade dos artigos subtraídos.

Os bens recuperados foram apreendidos pelas autoridades e serão posteriormente restituídos ao legítimo proprietário, no âmbito do processo em curso.

Entre o material recuperado destacam-se uma motosserra, uma rebarbadora, um jogo de chaves, um martelo pneumático, uma máquina de lavar de alta pressão, uma televisão, sete caldeiras de cobre de diferentes dimensões e um telemóvel.

O suspeito foi constituído arguido e os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Miranda do Douro.

A GNR relembra a importância da denúncia célere de situações suspeitas e reforça o seu compromisso no combate à criminalidade patrimonial, prosseguindo ações de prevenção e investigação destinadas a garantir a segurança das populações e a proteção dos seus bens.

Jornalista: Maria Inês Pereira
Foto:DR