Que sejas o garante da estabilidade sem submissão aos poderosos. Que sejas um Presidente em que os mais humildes se possam rever. Que sejas a esperança de um futuro mais humanista e solidário.
És o Nosso Presidente!
BRAGANÇA
Que sejas o garante da estabilidade sem submissão aos poderosos. Que sejas um Presidente em que os mais humildes se possam rever. Que sejas a esperança de um futuro mais humanista e solidário.
És o Nosso Presidente!
SEMEIE/ PLANTE QUERCINEAS... CARVALHOS, SOBREIROS, AZINHEIRAS...
CARVALHOS , GUARDIÕES DA PAISAGEM
"O carvalho não é apenas uma árvore. É uma obra da natureza e da cultura, porque só resiste onde a comunidade o respeita e o integra na vida do lugar.
À volta das aldeias, os carvalhos formam muralhas vivas. São eles que mantêm a frescura do solo, protegem a água das nascentes, dão abrigo aos animais e travam a marcha do fogo. Onde há carvalhos, há equilíbrio; onde há equilíbrio, há vida.
Cuidar destes carvalhais não é só defender-nos dos incêndios: é continuar uma tradição que vem de séculos, quando a árvore era sombra, alimento e encontro. É assumir que a paisagem é responsabilidade de todos, porque dela depende o futuro comum.
Cada aldeia que protege os seus carvalhos protege também a sua memória e a sua esperança.
E cada vez que plantamos um carvalho, plantamos tempo: tempo para a natureza, tempo para as pessoas, tempo para a vida."
Arq.Gonçalo Ribeiro Teles (1922-2020)
Apesar da sociedade caminhar para uma maior estabilidade, a juventude portuguesa mantinha-se fortemente motivada na mudança. Nas universidades, nos movimentos culturais e nos bairros, continuavam vivas as discussões sobre política, justiça social e identidade nacional. Muitos jovens viam-se como os herdeiros diretos do espírito de abril, dispostos a transformar a sociedade através da cultura, da arte e da participação cívica. Este entusiasmo coexistia, contudo, com o desejo de viver plenamente a liberdade recém-conquistada, uma liberdade que se expressava não apenas nas ruas e nas urnas, mas também nos palcos, nas rádios e nas pistas de dança.
Foi também nesta época que a televisão começou a afirmar-se como o grande meio de comunicação de massas. A RTP expandia a sua programação, e pela primeira vez surgiam programas dedicados aos jovens, que exploravam temas como a música, o lazer e a moda. A televisão, ainda a preto e branco na maioria das casas, tornava-se um novo espaço de encontro simbólico, uma janela aberta para o mundo e um instrumento poderoso na formação de uma nova consciência social e cultural.
Paralelamente, nas grandes cidades, discotecas e bares noturnos começavam a ganhar popularidade, refletindo a vontade de uma geração em festejar a liberdade e em adotar hábitos mais modernos e cosmopolitas. Estes espaços tornaram-se pontos de encontro de jovens urbanos, locais de socialização e experimentação, onde a música e a dança serviam como formas de expressão e afirmação pessoal. Era o nascimento de uma cultura de lazer moderna em Portugal, marcada por uma crescente influência estrangeira, especialmente anglo-saxónica.
No campo musical, o “rock português” dava os seus primeiros passos, ainda de forma tímida, mas já a revelar o potencial de uma nova identidade sonora. Grupos emergentes começavam a misturar influências internacionais com letras em português, explorando temas do quotidiano, da liberdade e das transformações sociais. Esta fase embrionária iria preparar o terreno para a explosão do movimento do rock português nos anos seguintes, quando nomes como UHF, Rui Veloso e Xutos & Pontapés viriam a definir uma era.
1976 foi um ano de transição, entre a efervescência revolucionária e a construção democrática, entre a utopia e a realidade, entre o sonho coletivo e as novas formas de expressão individual. Foi o tempo em que Portugal, e sobretudo a sua juventude, começou verdadeiramente a descobrir o significado da liberdade vivida no dia-a-dia, nas palavras, na música, na arte e na forma de estar no mundo.
A liberdade de sermos, estarmos e podermos opinar, foi conquistada. Não foi sempre assim, como agora. Não podemos deixar fugir, pela nossa ausência, ignorância ou desleixo... a liberdade... !
Um exercício de transparência e proximidade, assente no conhecimento do serviço público.
Mais informações brevemente.
O Município de Carrazeda de Ansiães volta a convidar munícipes e visitantes a calçar as sapatilhas e partir à descoberta do nosso território. A iniciativa "Vamos Caminhar" está de regresso com quatro datas que prometem percorrer as paisagens mais emblemáticas do nosso concelho, desde as encostas do Douro até ao coração da nossa terra.
Calendário de Caminhadas:
Marque já na sua agenda e não perca a oportunidade de desfrutar da natureza e do convívio:
Esta iniciativa visa promover hábitos de vida saudáveis e, em simultâneo, dar a conhecer o rico património natural e paisagístico de Carrazeda de Ansiães. Cada caminhada será uma experiência única, revelando diferentes cores e texturas do nosso território ao longo das estações.
Saiba mais nesta entrevista com a vice-presidente do Município de Alfândega da Fé, Maria Manuel Silva.
Teve lugar, no Auditório Paulo Quintela, uma reunião com empresários da restauração e hotelaria, num momento de escuta e de trabalho colaborativo, orientado para a identificação de prioridades, a definição de medidas e o reforço da competitividade e da atratividade da oferta local.
Descansa em paz companheiro de tantas "lutas".
As pequenas cidades, geralmente com populações que variam de algumas centenas a algumas dezenas de milhares de habitantes, ocupam uma vasta parte do território de muitos países. A sua relevância ambiental deriva não apenas da sua extensão geográfica, mas também do impacto cumulativo das suas práticas de gestão de recursos. A adoção de medidas ambientalmente responsáveis ao nível local pode gerar impactos significativos a médio e longo prazo, servindo como exemplo para outras regiões.
Além disso, estas cidades enfrentam desafios específicos. Menor capacidade financeira, envelhecimento populacional e, muitas vezes, dependência de atividades económicas intensivas em recursos naturais. No entanto, estas debilidades podem ser transformadas em oportunidades, especialmente quando combinadas com políticas inovadoras e com o envolvimento ativo da comunidade.
As pequenas cidades têm a possibilidade de desenvolver programas de sustentabilidade mais personalizados e eficazes do que muitas grandes urbes. A relação mais próxima entre os decisores políticos e os habitantes permite uma maior sensibilização, participação e corresponsabilização.
A gestão eficiente da água, da energia e dos resíduos constitui um dos pilares da sustentabilidade local. As pequenas cidades podem implementar:
• Programas de redução do consumo de água, incentivando sistemas de reaproveitamento de águas pluviais.
• Planos de reciclagem e compostagem comunitária, com envolvimento direto das famílias.
• Projetos de proteção de ecossistemas locais, como florestas urbanas, zonas ribeirinhas e áreas agrícolas.
Estas iniciativas contribuem não só para a diminuição das emissões de gases com efeito de estufa, mas também para a preservação da biodiversidade e a melhoria da qualidade de vida.
Apesar de frequentemente dependerem do automóvel, as pequenas cidades possuem vantagens na criação de alternativas sustentáveis de mobilidade. As distâncias mais curtas permitem:
• A expansão de redes de ciclovias e zonas pedonais.
• A implementação de sistemas de transporte comunitário, como os nossos STUB.
• Projetos de partilha de veículos, incentivando a redução da frota automóvel individual.
Estas medidas ajudam a diminuir a poluição atmosférica e sonora, ao mesmo tempo que promovem estilos de vida mais saudáveis.
As pequenas cidades possuem um enorme potencial para se tornarem polos de produção energética sustentável, devido à proximidade com áreas verdes e à disponibilidade de terrenos para projetos de pequena ou média dimensão.
A instalação de painéis solares em edifícios públicos (escolas, autarquias, centros de saúde) e privados tem sido uma das estratégias com maior impacto. Os benefícios incluem:
• Redução dos custos energéticos municipais.
• Menor dependência de combustíveis fósseis.
• Estímulo à economia local através da contratação de empresas instaladoras.
Em regiões com condições favoráveis, projetos de microgeração eólica ou pequenas centrais hidroelétricas podem complementar a energia solar, criando redes de energia diversificadas e resilientes.
Uma tendência emergente é a criação de comunidades de energia, onde cidadãos, empresas e instituições partilham a produção e o consumo de energia renovável. Estas comunidades permitem:
• Distribuição mais justa dos custos e benefícios.
• Aceleração da transição energética.
• Maior participação cívica na gestão de recursos.
As políticas ambientais municipais constituem um elemento-chave no combate às alterações climáticas. Quando bem direcionadas, permitem transformar pequenas cidades em exemplo de resiliência e inovação.
Estes planos definem metas claras de redução de emissões e medidas concretas em áreas como transportes, edifícios, resíduos e agricultura.
Muitas cidades já aplicam:
• Reduções de taxas para construções sustentáveis.
• Apoios à aquisição de veículos elétricos.
• Incentivos à instalação de sistemas de aquecimento eficiente.
A mudança real ocorre quando a população se envolve. Pequenas cidades podem promover:
• Oficinas ambientais para todas as idades.
• Programas escolares sobre clima e sustentabilidade.
• Eventos comunitários, como feiras verdes ou dias sem carros, que Bragança tem desprezado há mais de uma década.
O futuro do combate às alterações climáticas não depende apenas das grandes capitais ou das economias mais poderosas. As pequenas cidades como Bragança, com a sua escala humana e forte espírito comunitário, são fundamentais na construção de um planeta mais sustentável. Ao adotarem políticas ambientais robustas, investirem em energias renováveis e promoverem estilos de vida conscientes, tornam-se verdadeiros motores da transformação ecológica.
O caminho para enfrentar as alterações climáticas é, inevitavelmente, um esforço coletivo. E é nas pequenas cidades, onde cada ação é visível por estar bem perto de todos, que cada decisão é sentida e cada cidadão conta, que se encontram algumas das maiores oportunidades para construir um futuro mais verde, resiliente e justo.
As alterações climáticas estão à vista. Temos que agir...
... amanhã pode ser tarde… !
... o tempo passou... e hoje que entardece... e chove... como eu te entendo Eugénia Minga... minha mãe... que bem sabe a entremeada do nosso porco... com pão e uma folhinha de salsa do nosso quintal...
... só para ficar bonito!
Tinha como coadjutor jovem presbítero chamado Flores, se não estou em erro. Nessa recuada época não era nascido, e o que sei, é por via oral.
Ora apareceu certa ocasião, "grã-fino" para marcar matrimónio. Entregou os documentos necessários e, marcou-se a data.
Compareceram no dia indicado, os noivos e convidados. As senhoras usavam generosos decotes e ombros descobertos; vestuário arrojado para a época.
Entrou paramentado o abade. Viu o espetáculo indecoroso. Engoliu em seco e, declarou em voz severa: - " Não caso gente em traje indigno para a Casa do Senhor!..."
Levantou-se burburinho; houve ameaças; altercações; e ergueu-se ténue rumorejo entre os convidados.
Não houve outro remédio, perante a obstinação do sacerdote: - os cavalheiros despiram os casacos e, as senhoras encobriram os ombros com eles.
Dias depois do " Casamento das despidas", os fofoqueiros portuenses confidenciavam, entre risos escarninhos, o casamento carnavalesco.
Outro caso, também, curioso:
Havia mulher que participava na missa de contas pendentes das mãos, sussurrando Ave Marias. Depois permanecia horas a fio fazendo trejeitos diante de cada imagem.
Uma vez entrou o abade no templo, presenciou a deplorável cena e, não se conteve: -" A senhora não tem que fazer em casa?! Se sim, dou-lhe uma vassoura e varra-me a igreja."
Encolheu-se a beata, tossiu e enfiou-se acobardada pela porta, ruminando impropérios.
Mais um dito do velho abade:
Belo dia estando o bom abade tentando evangelizar jovem janota, este, petulante, lhe disse: - " Se soubesse os mariolas que assistem à sua missa!..."
Ao que prontamente o sacerdote repostou: - " A porta da igreja está aberta, até os cães podem entrar..."
Como a porta se encontra aberta, no templo, a todos, o mesmo acontece nos partidos políticos: todos podem entrar...
Depois sucede como nos Estados Unidos com o partido “Republicano”, que foi respeitado e democrata, e contou com Lincoln, admirado e respeitado em todo o mundo; e agora tem Trump, com carisma, mas sem probidade.
Instituições, associações e partidos políticos, sejam da esquerda ou da direita, são o que for o líder: umas vezes são ótimos; outras vezes péssimos. Depende de quem os lidera.
“Para celebrar o 30º aniversário do Rancho Folclórico de Vimioso, gostaríamos de organizar um evento comemorativo com a participação de outros ranchos e sessões de interação e dança com o público”, adiantou a dirigente associativa.
Questionada sobre o que foi mais gratificante ao longo destas três décadas na direção da Associação para o Desenvolvimento Cultural do Concelho de Vimioso (ADCCV), Elisabete Fidalgo, destacou as amizades e o espírito de missão das pessoas na salvaguarda e divulgação da cultura popular de Vimioso.
“Desde a fundação do Rancho Folclórico de Vimioso, em 1996, organizámos todos os anos, o Festival de Folclore de Vimioso, que conta com a participação de grupos de várias regiões do país e do estrangeiro, com os quais estabelecemos intercâmbios ou permutas”, disse.
No que respeita, às dificuldades, a dirigente associativa indicou que o maior problema continua a ser o despovoamento e o êxodo dos jovens, por causa da falta de ensino secundário no Agrupamento de Escolas de Vimioso.
“O despovoamento e o êxodo dos jovens são fatores que põem em risco a continuidade do Rancho Folclórico de Vimioso. Por outro lado, recordo que a Associação para o Desenvolvimento Cultural do Concelho de Vimioso (ADCCV) é uma entidade sem fins lucrativos, ou seja, as pessoas participam voluntariamente, porque gostam das danças, do canto, da música e pela afeição que têm pelo folclore e pelas tradições da nossa terra”, disse.
Segundo a ADCCV, atualmente, participam no Rancho Folclórico de Vimioso, 41 pessoas (adultos, jovens e crianças), maioritariamente do concelho de Vimioso e algumas do concelho vizinho de Miranda do Douro.
“Os ensaios do Rancho Folclórico de Vimioso realizam-se nos serões de sexta-feira, a partir das 21h00, no pavilhão multiusos. De momento, abrimos as inscrições para admissão de novos membros, na dança, no canto e nos instrumentos musicais”, informou.
De acordo com a presidente da Associação para o Desenvolvimento Cultural do Concelho de Vimioso (ADCCV), Elisabete Fidalgo, “o folclore está na moda” e há cada vez mais jovens a interessarem-se pela música e pela dança tradicional.
“Os jovens divertem-se muito ao dançar e cantar nos ranchos folclóricos. Esta participação também lhes permite conhecerem outras regiões, culturas e pessoas, no país e no estrangeiro, o que torna os jovens mais abertos, cultos e sociáveis”, destacou.
No repertório, o Rancho Folclórico de Vimioso já editou dois CD’s, com temas como “Ó Celeste vem comigo”, “Carrinho Transmontano”, “A Castanha do Ouriço”, “Os Pratos da Cantoneira”, “Loureiro” ou “Maganão”, recolhidos junto da população mais idosa do concelho de Vimioso.
“Neste momento, estamos a preparar um terceiro CD, desta vez com temas alusivos aos Cantares dos Reis e à tradição da Encomendação das Almas”, adiantou.
No Domingo, dia 8 de fevereiro, o Rancho Folclórico de Vimioso vai atuar na Feira do Fumeiro, em Vinhais.
As máscaras dos rituais de inverno do Nordeste Transmontano são o ponto de partida desta exposição. Um elemento recorrente no trabalho da artista, que aqui ganha um significado e uma dimensão mais profunda, ligada à identidade e à condição humana:
Mais do que observar pintura, Balbina Mendes quer provocar uma experiência ao público. Uma visita que começa pelo prazer estético, mas que se prolonga numa reflexão pessoal e coletiva sobre quem somos e os valores que transportamos:
A Segunda Pele, de Balbina Mendes, inaugura este sábado, pelas três da tarde, no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros, e fica exposta ao público de 7 de fevereiro a 8 de março.
“Tínhamos alguma confiança que fôssemos conseguir. Efetivamente, houve uma grande mobilização da sociedade civil, além de toda a rede que felizmente vai acompanhando o nosso trabalho e o trabalho dos nossos parceiros. Tivemos de forma muito interessante momentos de intensificação de apoios de pessoas comuns, da sociedade civil no seu todo, e depois um conjunto de empresas e organizações também internacionais, nomeadamente a Light Source e a REN, que acabaram por corresponder às nossas necessidades”, explicou José Pereira.
Entre as ações já concretizadas está a conclusão do período de aclimatação de seis abutres-pretos, que regressaram à natureza no final de outubro de 2025. Foi também realizada a limpeza da área ardida, reaproveitada a estrutura de um contentor destruído pelo fogo para construir uma nova infraestrutura de apoio e adquiridos equipamentos essenciais, como painéis solares e baterias, para garantir o funcionamento autónomo do sistema de videovigilância.
Já foram também construídos três ninhos artificiais e reconstruídas quatro plataformas-ninho afetadas. Paralelamente, foram instalados bebedouros e comedouros para a fauna selvagem, promovendo a recuperação da base alimentar do ecossistema a médio e longo prazo.
Mas ainda há muito para fazer. “O tempo e a meteorologia não têm ajudado, por isso tem havido alguns atrasos que não eram expectáveis, mas pronto, está tudo em andamento na medida do possível. E se tínhamos previsto, por exemplo, fazer cerca de 20 hectares de sementeiras para a fauna selvagem e apoio à pastorícia, fruto deste temporal constante não conseguimos atingir esse objetivo. Estamos agora a adaptar e iremos instalar sementeiras de primavera, não é, com outro tipo de variedades, com outro tipo de fundo de leguminosas para tentar continuar a dar resposta”.
A monitorização da colónia tem sido contínua e intensiva, permitindo avaliar os impactos do fogo e ajustar as medidas de conservação. “E naturalmente temos um reforço muito significativo das equipas no terreno para monitorizar a população e no fundo a resposta que dão ao evento extremo que tivemos em agosto, mas também e nesta fase muito concreta estamos muito preocupados naturalmente com o impacto que esta tempestade ou estas tempestades que se vão acumulando possam ter também nestes ninhos. Por isso estamos no terreno também sempre a monitorizar e preparados para dar uma resposta urgente”, concluiu.
A campanha de angariação de fundos “Ajudar o abutre-preto após incêndio no Douro Internacional”, lançada em agosto de 2025, e com ela conseguiram angariar-se 30 mil euros para fazer face ao que o incêndio no Parque Natural do Douro Internacional destruiu.
“O concurso público de atribuição ficou concluído com várias candidaturas, das quais resultam a atribuição de 64% dos lotes, que vão ter origem no investimento de 11 milhões de euros e que prevê a captação e a criação de 86 postos de trabalho”, apontou.
Orlando Pires explica que a atribuição dos lotes, na recente Área de Acolhimento Empresarial, atrasou devido a um parecer da Agência Portuguesa do Ambiente e também a um estudo de impacte ambiental. “Essas autorizações externas também condicionaram e tiveram influência nos prazos. Houve um grande movimento de terras, também foi necessário garantir que a rede elétrica nacional, conseguia dar resposta a todas as necessidades de reforço de infraestruturas através de um posto de transformação”, contou.
O vice-presidente do município de Mirandela aponta ainda que o número de lotes atribuídos superou as expetativas. “Estamos satisfeitos com estes números porque houve uma grande adesão dos empresários, muitas candidaturas, e entretanto, enquanto decorria esta primeira fase, fomos contactados por muitos empresários que não conseguiram concorrer nesta fase a demonstrar interesse em concorrer na seguinte”.
A Câmara Municipal de Mirandela pretende executar a atribuição total dos lotes durante o ano de 2026. O investimento foi de 3 milhões de euros, uma obra financiada pelo Norte 2020 a cerca de 70%.