A rubrica “Prémios em Destaque” evidencia, mensalmente, conquistas alcançadas por brigantinas e brigantinos, em diversas áreas, valorizando o talento e o trabalho desenvolvido no concelho.
Conheça os destaques deste mês AQUI.
BRAGANÇA
A rubrica “Prémios em Destaque” evidencia, mensalmente, conquistas alcançadas por brigantinas e brigantinos, em diversas áreas, valorizando o talento e o trabalho desenvolvido no concelho.
Conheça os destaques deste mês AQUI.
Convidamo-lo para a inauguração da exposição "Tramas da Paisagem", da artista Irene Trapote, integrada na programação da Mostra Espanha 2026.
Uma travessia visual onde a arte e a paisagem se entrelaçam.
No próximo dia 7 de outubro de 2026, venha descobrir e celebrar o nosso património com um programa especial preparado pelo Município de Miranda do Douro!
𝐏𝐞𝐝𝐝𝐲 𝐏𝐚𝐩𝐞𝐫 𝐧𝐚 𝐙𝐨𝐧𝐚 𝐇𝐢𝐬𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐌𝐢𝐫𝐚𝐧𝐝𝐚 𝐝𝐨 𝐃𝐨𝐮𝐫𝐨
𝐕𝐢𝐬𝐢𝐭𝐚 𝐚𝐨 𝐏𝐨𝐜̧𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐬𝐭𝐞𝐥𝐨
Inscrições e Informações: cultura@cm-mdouro.pt
Junte a sua equipa, traga a família e venha desvendar os segredos da história da nossa terra!
Grande parte do espólio pertenceu a uma antiga casa de lavoura que foi doada à Junta de Freguesia. Teresa Pereira, uma das mentoras da exposição, conta que foi ao conhecer o interior do imóvel que percebeu o valor patrimonial das peças que ainda ali permaneciam:
“Um dia fomos lá ver aquilo e eu fiquei parva. Quando saí, disse: ‘O espólio que está dentro desta casa, para mim, tem mais valor do que a própria casa’.
A senhora levou parte do espólio e deixou lá ficar estas peças, e eu disse: ‘Não, isto tem que se recuperar’. Deu-me um imenso trabalho, tive de lavar tudo, tratar das peças de cobre e de outras, mas estou muito contente.”
Às peças recuperadas desta casa juntaram-se objetos pertencentes à família de Teresa Pereira e algumas doações feitas por outros habitantes.
Embora seja difícil determinar o número exato, a exposição reúne já mais de uma centena de referências inventariadas e o número total de objetos deverá ultrapassar os 150:
“Peça por peça, com vários grupos incluídos, estamos com 120, quase 130 referências, mas deve ultrapassar as 150 peças.
Eu acho que, quando as pessoas vierem aqui e virem o que aqui está, mais pessoas nos vão dar coisas antigas que têm lá em casa.”
A exposição pretende, por isso, ser também um ponto de partida para continuar a recolher e preservar objetos ligados à história e às vivências da população de Talhas.
Mas o objetivo é mais ambicioso. Teresa Pereira explica que a intenção passa por conseguir apoio para recuperar a casa onde se encontrava parte do espólio e transformá-la num espaço museológico dedicado à agricultura e à vida rural:
“O nosso objetivo é termos um apoio para recuperar a casa, para fazer, no rés do chão, que é grande, um museu da agricultura e da lavoura e, na parte de cima, fazer turismo de habitação, para nos dar fundo de maneio para manter o museu.
Até lá, vai ficar aqui e quero que as pessoas venham, vejam, deem opiniões e também possam trazer mais peças.”
Enquanto esse projeto não avança, “Memórias de uma Casa Antiga” fica patente na antiga Escola Primária de Talhas, permitindo a residentes e visitantes conhecer objetos que contam parte da história da aldeia e de várias gerações que ali viveram.
“Achámos que era um tema bastante abrangente e chamativo ao mesmo tempo.
A festa é uma das características da nossa região. A cultura está profundamente marcada pelas festas, seja pelas festas religiosas, seja depois pelas festas profanas.”
Ao longo de quatro dias, o programa reúne diferentes especialistas e várias perspetivas sobre as festas e romarias da região, numa reflexão que pretende também aproximar os mais jovens das tradições transmontanas.
Segundo o responsável pelo Centro Cultural de Balsamão, preservar a tradição não significa simplesmente repetir o passado, mas transmiti-lo e renová-lo:
“As tradições e os costumes perduram quando os jovens pegam nelas, naturalmente, porque os mais velhos vão morrendo e têm que ser preservadas pelos jovens.
A tradição não é uma repetição morta. Damos-lhe uma mais-valia, acrescentamos qualquer coisa a esta tradição que é a nossa. É uma identidade dinâmica, não é estática.”
O programa inclui ainda debates e sessões de reflexão sobre as festas e romarias transmontanas enquanto manifestações de fé, cultura, tradição e identidade.
A iniciativa conta com apoio científico da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e da Universidade da Beira Interior (UBI), sendo que os estudantes destas instituições podem participar gratuitamente:
“Também temos essa parceria e esta é uma maneira de abrir as jornadas aos jovens sem pagar a inscrição.
Temos este protocolo com as universidades aqui do Nordeste Transmontano para que os jovens possam vir, participar e obter créditos de formação sobre estes temas.”
O padre Basileu Pires deixa ainda o convite aos transmontanos para conhecerem, participarem e ajudarem a manter viva a identidade cultural de Trás-os-Montes através das Jornadas Culturais de Balsamão.
As inscrições estão abertas até 30 de setembro e, segundo o sacerdote, são esperados entre 40 e 50 participantes.
A iniciativa conta ainda com o apoio da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, da União de Freguesias de Felgar e Souto da Velha, da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, do Centro Cultural Eça de Queirós, em Telheiras, e da MUNDIS, Associação Cívica de Formação e Cultura.
Sinto-me frágil e por vezes desiludido. Olho para trás e pergunto-me, muitas vezes. Será que valeu a pena?
Não falo da vida.
Falo do tempo, da dedicação, das horas roubadas à família, dos fins de semana, dos sonhos, das discussões, das vitórias e também das muitas derrotas vividas em nome de algo que, para mim, sempre foi maior do que cada um de nós. Falo do movimento associativo.
Durante anos, entreguei-me, de forma desinteressada e sempre pro bono, a associações de Bragança nas mais variadas áreas.
Fui Presidente, Vice-Presidente, Secretário, Vogal… de Direcções e Assembleias Gerais, curiosamente e apesar de por vezes ser quase forçado, nunca aceitei ser Tesoureiro de nenhuma. Manias, sei lá se até preconceitos, mas sobretudo maneiras de estar na vida. O dinheiro, que não é meu, sempre me fez comichão. Fui e continuo a ser sócio de várias associações locais e com as quotas em dia. Representei Bragança em Associações de âmbito nacional.
Fi-lo porque acreditava, e ainda quero acreditar, que uma associação é, antes de tudo, um espaço de cidadania. Um lugar onde pessoas diferentes conseguem juntar-se em torno de uma causa comum. Um lugar onde o nós deve sempre ser mais importante do que o eu.
E é precisamente por acreditar nisso que, hoje, me sinto frágil e, às vezes, triste.
Olho à minha volta e tenho dificuldade em reconhecer o associativismo em que cresci. Vejo instituições, coletividades e associações onde parece existir uma crescente promiscuidade entre a vida associativa e os interesses partidários, de grupos ou quase seitas. Vejo dirigentes que chegam aos lugares não necessariamente pela sua ligação à causa, pela sua entrega ou pela vontade de servir, mas porque são próximos de determinadas estruturas ou porque alguém, algures, entendeu que era conveniente que ali estivessem os chamados Testas de Ferro. As “vocações” já não são oriundas da sociedade civil, nascem no seio contaminado das estruturas partidárias… dos Donos Disto Tudo!
Posso estar enganado. Aliás, gostava de acreditar que estou.
Sei perfeitamente que há exceções, felizmente, mas não tantas como seria desejável. Pessoas que continuam a dar o seu tempo, o seu conhecimento e a sua energia sem esperar nada em troca. Mas talvez as exceções sejam precisamente aquilo que nos deve fazer pensar na regra. Não vou referir nenhuma associação nem nenhum dirigente associativo porque também eles, devem aproveitar para refletir sobre o que poderiam fazer melhor.
No meu tempo, perdoai-me a expressão, e não digo isto por achar que o passado era perfeito, porque não era, lembro-me de uma rapaziada que entrava numa associação com uma ideia muito simples. Fazer alguma coisa pela associação e pelos objetivos a que a mesma se propunha. Não era para aparecer e dar nas vistas. Não era para construir uma carreira. Não era para conquistar um lugar. Não era para receber favores. E muito menos para servir interesses partidários.
Como ajudei a fundar e a crescer algumas Associações sei, mais uma vez, do que falo. Entrávamos porque gostávamos da causa. Porque gostávamos das pessoas. Noutras, porque acreditávamos que podíamos deixar a associação um pouco melhor.
Percebíamos que dirigir uma associação não era um privilégio. Era uma responsabilidade. É esta ideia que sinto estar, em alguns casos, perigosamente esquecida.
Uma associação não deveria ser um degrau. Não deveria ser um espaço para ambições pessoais. Não deveria ser uma extensão de qualquer partido político. Muito menos deveria servir para aumentarmos o “pecúlio” bancário ou para encher a despensa ou o frigorífico de lá de casa.
O mesmo se passa nalgumas instituições que acabam por se confundir com estâncias de férias de alguns "iluminados". Não preciso de vos dar exemplos. É só pensar nos anos (décadas) em que alguns indivíduos andam a pisar os mesmos corredores e a subir e descer as mesmas escadas. Não o fazem voluntariamente. São pagos. Alguns até saltitam de Associação para Associação, de Instituição para Instituição de Coletividade para Coletividade. Deus no Céu e eles na terra.
Uma associação deve ser livre. Livre para pensar. Livre para discordar. Livre para acolher. Livre para criticar. Livre para servir a comunidade.
Quando uma associação, ou uma coletividade, deixa de ter pensamento próprio e passa a obedecer a interesses que lhe são exteriores, perde uma parte essencial daquilo que lhe dá sentido e motivo para existir. Perde a cidadania.
É aqui que está, para mim, o essencial desta reflexão. As associações cívicas não podem ter por detrás o “cérebro” de nenhum partido. Têm de ter cérebro de cidadania. O querer e a vontade dos cidadãos.
Podemos ter diferentes convicções políticas. Podemos votar em partidos diferentes. Podemos pensar de maneira diferente sobre quase tudo. Mas, quando entramos numa associação, deveríamos ser capazes de deixar à porta aquilo que nos divide e levar connosco aquilo que nos une. A vontade de fazer. A vontade de participar. A vontade de servir. A vontade de deixar alguma coisa aos que vêm depois de nós.
Talvez seja por isso que continuo a sentir alguma tristeza quando olho para trás e pergunto se valeu a pena.
A resposta, apesar de tudo, continua a ser sim.
Valeu a pena cada hora. Valeu a pena cada treino. Valeu a pena cada saída de campo. Cada reunião. Cada discussão. Cada cartaz colado. Cada pintura mural. Cada fim de semana passado a rebocar a parede da futura sede, a assentar tijolo. Cada amizade. Cada projeto. Cada derrota. Cada pequena vitória.
Mesmo que hoje algumas coisas me desiludam, não me arrependo de ter acreditado. Não me arrependo de ter servido sem esperar dividendos. Não me arrependo de ter colocado tantas vezes o coletivo à frente do individual… quase sempre!
Talvez seja essa a minha maior fragilidade. Continuar a acreditar. Continuo a acreditar que Bragança precisa de associações e coletividades fortes, independentes, participadas e livres.
Continuo a acreditar que há homens e mulheres capazes de assumir responsabilidades sem perguntarem primeiro o que podem ganhar com isso ou sem serem indicadas (obrigadas) pelo partido à espera de contrapartidas para elas ou para os familiares.
Continuo a acreditar que o associativismo pode ser uma das mais bonitas formas de cidadania e de estar na vida. Mas, para isso, precisamos de recuperar uma palavra que parece estar cada vez mais esquecida. SERVIR.
Servir sem esperar recompensas. Servir sem esperar reconhecimento. Servir sem esperar um lugar…um tacho ou um emprego. Servir porque acreditamos que a nossa terra, a nossa comunidade e as nossas associações merecem mais do que têm mostrado.
E talvez seja por isso que, apesar de tudo, ainda não desisti. Sinto-me frágil, sim. Mas não quero sentir-me indiferente.
Enquanto houver alguém disposto a dar o seu tempo por uma causa sem ser obrigado, e sem perguntar o que recebe em troca, o verdadeiro movimento associativo continuará vivo.
Podeis crer que é possível. Bragança precisa e merece.
Este texto é só mais uma reflexão, das muitas que tenho vontade de fazer e vou fazendo. Espero bem que não seja a última.
Não me levem a mal. E se, de alguma maneira, puderem ajudar a fazer a diferença, não hesitem!
Forte abraço a todos os que têm paciência para me ler.
Menos emissões, menos custos e mais competitividade para as empresas de Bragança.
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Com sessões teóricas, debates informais e saídas de campo acompanhadas pelos fotógrafos Pedro Alves e Renato Lainho, este encontro é um convite à descoberta do património natural do Planalto Mirandês e dos muitos seres vivos que encontram refúgio nas suas arribas, rios e vales.
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LIVRE - Obrigatório levantar bilhete, na bilheteira do Teatro Municipal de Bragança.
Olívia Martins participou pela primeira vez e destacou a importância de apoiar a Liga Portuguesa Contra o Cancro:
“Por acaso, só agora reparei que é para a Liga Portuguesa Contra o Cancro e participo com todo o gosto, porque, efetivamente, é uma luta que todos nós devemos travar. Independentemente de termos ou não cancro, devemos participar, contribuir e dar o nosso contributo, evidentemente, quer monetário, quer através da participação, para este tipo de iniciativas.”
Já Fernanda Cepeda, que participa pela segunda vez, destacou também a importância do convívio e revelou ter familiares com problemas oncológicos:
“Por acaso, tenho familiares que têm estes problemas de saúde e, de facto, até foi a minha filha que me impulsionou a participar neste evento. Ela ainda vem cá ter também. Acho interessante. Considero que estas participações fazem muito bem, nem que seja para socializarmos. Acho que é ótimo.”
Também Paula Pereira participou pela primeira vez, acompanhada pelo marido. A iniciativa foi ainda uma oportunidade para voltar a tirar da garagem um Peugeot 205 pertencente ao sogro:
“Trazemos o Peugeot 205, que é do meu sogro. Já tem uns anos e ele esteve a restaurá-lo para podermos participar neste evento. Acaba por ser também uma iniciativa muito engraçada para tirar os carros antigos das garagens. Principalmente por isso. Já estava arrumado há uns tempos e resolvemos trazer este carro.”
A iniciativa é organizada pela Junta de Freguesia de Macedo de Cavaleiros, pela Valadar Barbearia e pelo Clube de Automóveis Clássicos de Macedo de Cavaleiros.
O presidente da Junta de Freguesia de Macedo de Cavaleiros, David Vaz, adiantou que o valor final angariado ainda não está fechado, uma vez que, ao longo do percurso, há mais pessoas a contribuir com donativos. Ainda assim, estima que o montante ultrapasse os dois mil euros:
“Nós ainda não temos as contas finais, até porque agora vamos pelas aldeias e vai haver mais pessoas a aderir e a dar donativos. Só no fim é que poderemos dar um valor exato e vamos publicar esse valor, mas, por norma, são cerca de dois mil e poucos euros que se consegue sempre angariar para a Liga.”
O percurso passou pelas aldeias de Cortiços, Podence, Arcas, Vilarinho de Agrochão, Lamalonga, Vila Nova da Rainha e Vale Pradrinhos, terminando na Praça dos Segadores, em Macedo de Cavaleiros.
A expositora Fátima Atalão, natural de Talhas, com lojas em Macedo de Cavaleiros e Izeda, participa desde a primeira edição e levou ao certame plantas e vários artigos de decoração. A empresária considera que a participação tem sido positiva e acredita que este ano não será diferente:
“É sempre positivo. Bastante positivo. Este ano também esperamos que assim seja. No ano passado foi bom e esteve mau tempo. Houve menos adesão, porque houve menos expositores. Este ano já há muito mais e esperamos que seja também positivo.”
Também natural da aldeia, Maria Rodrigues participa pela segunda vez no certame, onde aproveita para vender o azeite da sua produção, além de folar e aguardente caseira. A expositora valoriza este tipo de iniciativas e espera que se mantenham no futuro, por contribuírem para trazer mais pessoas à aldeia, que conta com cerca de 200 habitantes:
“Estas feiras são boas. Isto é muito bom para nós e para a aldeia, porque aqui não há gente e gostamos de receber pessoas. Era bom que continuasse, pelo menos uma vez por ano. Vamos a ver. Espero bem que sim.”
Luísa Dias veio de Vimioso e participou pela primeira vez na feira, com peças de artesanato produzidas por si, entre carteiras, malas e chapéus. Também considera importantes estes certames, não apenas pela vertente comercial, mas também pelo convívio:
“Eu acho que sim, nem que seja só para haver convívio, conhecer mais pessoas, sair de casa e mostrar o nosso trabalho. É muito gratificante as pessoas dizerem que gostam. É muito bom.”
A feira pretende também assinalar o final da época das colheitas e promover os produtos locais, como sublinhou o presidente da Junta de Freguesia de Talhas, José Vilar:
“É sempre importante realizarmos eventos como este para promovermos estes produtos e também para o convívio. Viram hoje que, até ao almoço, estava muita gente. Agora, como está um bocado de calor, saíram. Mas temos de dar valor aos nossos produtores, às nossas gentes e promover o que é nosso.”
A abertura da feira decorreu no sábado e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, que destacou a importância destas iniciativas para a dinamização das freguesias e para o combate à desertificação:
“Acaba por ser um investimento nas nossas freguesias, para mostrarem os nossos produtos endógenos, que fazem durante todo o ano, para que, nesta altura, consigam ter a sua mostra e dar a conhecer a quem nos vem visitar aquilo que se produz no nosso território. Obviamente que é um orgulho também ver a população empenhada e ver que realmente têm produtos de qualidade e que as pessoas que vêm provam, compram e fazem a economia local girar.”
A quinta edição da Festa das Vindimas e da Amêndoa contou com dois dias de atividades que, além da venda de produtos locais, incluíram uma caminhada, jogos tradicionais e a inauguração da exposição “Memórias de uma casa antiga”, na Escola Primária.
Em janeiro deste ano, o Tribunal Supremo espanhol ratificou a sentença da Audiência Provincial de Biscaia, condenando formalmente o executivo a dois anos de prisão, com pena suspensa sob um período probatório de cinco anos.
O processo-crime decorre de “uma fraude financeira massiva e apropriação indevida
Cometida” num esquema de investimento em minas de ouro na Serra Leoa.
O CEO foi ainda condenado ao pagamento de uma indemnização solidária por danos no valor de 3,46 milhões de dólares à empresa lesada.
Paralelamente, o gestor foi acusado pela Autoridade Sueca de Crimes Económicos por três crimes agravados de abuso de informação privilegiada, por suspeitas de manipulação ilícita e transação de ações no mercado financeiro com recurso a dados confidenciais da própria Eurobattery Minerals.
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Nos dias 17 e 18 de outubro de 2026, junta-te a nós para a IV Feira do Mel e Produtos da Terra.
Espera-o um fim de semana inesquecível com muita música, folclore, chegas de touros, caminhada ambiental, montaria, palestras e o melhor da nossa gastronomia!
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