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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Mirandelense integrou equipa que realizou o primeiro transplante renal em Cabo Verde

 Uma enfermeira mirandelense integrou a equipa médica que acaba de realizar, com sucesso, a primeira cirurgia de transplante renal em Cabo Verde. Um marco histórico para o sistema nacional de saúde daquele país.


Hermínia Cunha, é natural de São Pedro Velho (Mirandela), tem 57 anos, é enfermeira no Hospital de Santo António, no Porto, há 32 anos, e nos últimos 25 está alocada ao bloco operatório.

Também pertence ao grupo de transplantação e colheita de órgãos naquela unidade hospital portuense e foi nessa qualidade que foi convidada a integrar uma equipa multidisciplinar, coordenada por Norton de Matos, cirurgião vascular, constituída por vários profissionais de saúde que, há mais de uma década, iniciou um projeto pioneiro em Cabo Verde, e que teve a sua concretização, no passado dia 24 de março, no Hospital Universitário Agostinho Neto, na cidade da Praia, com a realização, com sucesso, do primeiro transplante renal, marcando um momento histórico para o Sistema Nacional de Saúde daquele país africano e do qual se orgulha a enfermeira mirandelense. “Eles têm muitos doentes em diálise e o objetivo é tentar tratar as pessoas e fixar os locais para eles não terem que se deslocar para Portugal, onde vinham fazer os tratamentos e até um possível transplante. É uma forma de reduzir o número de doentes em diálise lá em Cabo Verde, fazendo este projeto”, conta.

No entanto, “o mérito não é meu, é todo deles”, ressalva Hermínia Cunha. “Pertenço ao grupo de transplantação e colheita de órgãos e foi nesse contexto que os cirurgiões me convidaram para fazer parte da equipa”, acrescenta.

A enfermeira natural da “terra dos morangos” (São Pedro Velho) explica que o processo começou com “uma colheita de rim em dador vivo, depois de vários estudos feitos a familiares diretos, muito rigoroso, iniciou-se então a colheita e a transplantação de órgão”.

A colheita do rim foi feita com recurso a uma técnica “pouco invasiva, que se chama de laparoscopia, para o dador não sofrer pelo facto de estar a expor-se a incisões profundas. Portanto, a laparoscopia são pequenas incisões e nós conseguimos tirar o órgão sem fazer grande lesão ao dador. ele tem alta no dia a seguir, e o receptor tem um rim super saudável, de alguém que é familiar com laços de ligação, genótipos e de outras características que são essenciais para não haver a rejeição”, refere.

Para além deste projeto, Hermínia Cunha já integrou cerca de uma dezena de missões organizadas por Organizações Não Governamentais (ONG), em outros países africanos, como São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau, para a realização de diversas cirurgias. “Na última missão que fiz, na Guiné-Bissau, houve a possibilidade de fazermos cirurgias endoscópicas, que eram receções de adenomas da próstata e receções de lesões da bexiga, e levamos equipamento de endoscopia para iniciarmos lá esta nova técnica cirúrgica”, conta.

Hermínia não esconde que há um enorme elo de ligação com a equipa. “Gostamos de nos juntar, e sabemos que fazemos uma equipa forte e focada no trabalho e no empenho de que tudo corra bem, e chegarmos cá e termos realizado um grande número de cirurgias, acaba por ser realmente um privilégio para mim entrar nestas equipas e é um trabalho que me dá prazer e que gosto imenso”.

A enfermeira não tem dúvidas que a melhor decisão que tomou foi passar para o bloco operatório no Santo António, “porque achava que era um trabalho que ia executar com muito prazer e motivação e de facto acertei. Também foi a realização de um sonho ir para o Bloco e empenhar-me e focar-me em todos os procedimentos cirúrgicos que ali existem”, afirma.

INFORMAÇÃO CIR (Escrito por Rádio Terra Quente)

Jovem de 17 anos identificada pela PSP por suspeita de introdução de notas falsas em circulação no concelho

 O Comando Distrital da Polícia de Segurança Pública de Bragança alertou esta quarta-feira a população para a circulação de notas falsas no concelho.


Segundo a PSP entre 10 de fevereiro e 31 de março foram reportadas seis ocorrências desta natureza, envolvendo oito notas falsas de 20 euros. “Nos casos analisados, as notas apresentavam traços coincidentes, designadamente o mesmo valor facial e o mesmo número de série (PB1616888888), bem como evidentes desconformidades ao nível da qualidade do papel, da marca de água e de outros elementos de segurança”, explica o comando de Bragança num comunicado enviado ao Mensageiro.

A Polícia identificou uma suspeita, uma jovem de 17 anos, que foi arguida. Dos autos elaborados foi dado conhecimento à Polícia Judiciária, enquanto órgão de polícia criminal competente.

As situações reportadas ocorreram maioritariamente em estabelecimentos comerciais e de restauração, quer através de pagamentos de pequena monta, quer mediante pedidos de troca de notas, circunstâncias que exigem especial atenção por parte de quem recebe numerário.

A PSP recomenda, por isso, a adoção de vários cuidados como a verificação sempre que possível, os principais elementos de segurança das notas, nomeadamente textura do papel, marca de água, fio de segurança, holograma e qualidade geral de impressão; redobrar a atenção em momentos de maior afluência, trocos rápidos ou pagamentos de baixo valor com notas de montante superior; desconfiar de notas com impressão pouco definida, papel inconsistente, ausência de relevo ou repetição de números de série.

Glória Lopes

Acidente na A4 fez um ferido às portas de Bragança

 Um acidente, ocorrido esta quarta-feira à tarde, provocou ferimentos num homem de 60 anos.


"Tratou-se de uma colisão entre dois veículos ligeiros, do qual resultou um ferido ligeiro, um homem com 60 anos", explicou o Comandante dos Bombeiros de Bragança, Carlos Martins.

Tratou-se de uma colisão entre dois carros que seguiam no sentido Macedo de Cavaleiros-Bragança, ao quilómetro 195 da Autoestrada Transmontana.

No local estiveram oito bombeiros, apoiados por quatro viaturas, para além da VMER do INEm e da GNR, que tomou conta da ocorrência.

António G. Rodrigues

Criminalidade aumentou em Bragança em 2025

 Bragança está entre os três distritos do país onde a criminalidade mais aumentou, a par de Coimbra (11%) e Leiria (10,7%).


Segundo o Relatório Anual de Segurança Interna de 2025, o distrito registou mais 308 ocorrências do que no ano anterior, o que representa uma subida de 9,2%.

Apesar deste aumento, Bragança continua a apresentar um dos números mais baixos de criminalidade a nível nacional.

De acordo com o relatório, os crimes mais frequentes são os furtos, seguidos de crimes contra pessoas, como violência doméstica, ofensas à integridade física e ameaças. Destaque para as ocorrências de violência doméstica que apresentam um aumento de 7,4%, mais 25 do que em 2024.

Bragança (1144), Mirandela (593), Macedo de Cavaleiros (379) e Torre de Moncorvo (276) foram os concelhos que mais ocorrências registaram em 2025.

No que diz respeito à sinistralidade rodoviária, o distrito registou também um agravamento, com mais sete mortes nas estradas face ao ano anterior.

Já ao nível dos feridos graves, Bragança apresenta uma subida de 34,7%, sendo um dos distritos com maior aumento neste indicador.

Cindy Tomé

Subida dos combustíveis pressiona empresas de construção em Bragança

 O recente aumento dos preços dos combustíveis está a ter um impacto significativo no tecido empresarial, sobretudo em setores fortemente dependentes da logística e do transporte. Em Bragança, duas empresas ligadas ao comércio e distribuição de materiais de construção relatam um agravamento expressivo dos custos operacionais.


Nuno Rodrigues, responsável pela empresa DNMAT, dedicada à comercialização de artigos de bricolage e materiais de construção, sublinha que o combustível representa uma fatia considerável das despesas mensais. “Gastamos entre 24 a 25 mil litros de gasóleo por mês. Um aumento de 40 a 50 cêntimos por litro que se traduz num acréscimo de oito a nove mil euros”, explica. Apesar de eventuais medidas de alívio fiscal, garante que o impacto é inevitável.

Para além do custo direto com o combustível, o empresário alerta para um efeito indireto que se faz sentir nos preços dos materiais. “Grande parte da matéria-prima deriva do petróleo, como os isolamentos ou as telas e coberturas de construção, o que faz subir significativamente os preços”, refere, acrescentando que também os fornecedores enfrentam custos logísticos mais elevados, que acabam por ser repercutidos ao longo da cadeia.

Nuno Rodrigues recorda que o setor já enfrentou um cenário semelhante aquando do início da guerra na Ucrânia, embora com impacto mais alargado a matérias-primas como o aço e a madeira. Agora, ainda que o aumento esteja mais concentrado nos combustíveis, acredita que acabará por se refletir em todo o setor da construção. Perante este contexto, admite que a empresa terá de ajustar gradualmente os preços. “Não conseguimos suportar estes custos continuamente. Temos cerca de 25 mil referências e será necessário fazer ajustes progressivos”, explica.

Também a Reconco, empresa especializada em comércio, logística e produção de materiais de construção, enfrenta desafios semelhantes. Luís Rio, diretor comercial e de logística, descreve o impacto como “imediato e muito significativo”. “Nós gastamos 45 mil litros por semana em média de gasóleo, que dá uma média de, em imediato com estes dois aumentos seguidos, de 12 a 15 mil euros por semana de aumento, só em combustível”, partilha.

Com operações que abrangem todo o território nacional e ainda mercados internacionais como Madrid e Lyon, a empresa depende fortemente do transporte rodoviário. “É um custo que não conseguimos repercutir nos clientes com a mesma rapidez com que nos é imposto”, explica. Segundo o responsável, muitos clientes já têm obras em curso e preços previamente acordados, o que dificulta a introdução de atualizações.

A situação é agravada pela rapidez com que os preços dos combustíveis sobem. “Temos de reagir com cuidado, rever tabelas e comunicar aos clientes, mas nem sempre conseguimos acompanhar o ritmo dos aumentos”, afirma. Durante várias semanas, a empresa foi obrigada a suportar parte dos custos antes de conseguir atualiza-los nas encomendas. Contudo, o clima de incerteza tem levado a um aumento da procura. “O cliente assusta-se e quer comprar rápido, porque pensa que os custos vão aumentar ainda mais. Temos muitas encomendas em carteira, até atrasadas, que é normal porque os preços estão altos, mas há de facto cada vez mais encomendas”, conclui.

Rita Teixeira

Centro Social Paroquial dos Santos Mártires distinguido com a Bandeira da Ética

 O Centro Social Paroquial dos Santos Mártires, em Bragança, foi distinguido com a “Bandeira da Ética – Certificação de Entidade”.


A Bandeira da Ética é uma iniciativa do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), que promove e reconhece práticas que desenvolvem valores éticos no desporto.

Sérgio Conde Afonso, técnico superior de desporto do Centro Social Paroquial dos Santos Mártires, explica que esta distinção surgiu devido a uma candidatura. “Resulta de uma candidatura que nós fizemos ao portal do IPDJ à bandeira da ética e conseguimos, portanto, certificar a nossa instituição na categoria de entidade. Isto é uma certificação à instituição. Esta mais-valia é, portanto, ostentar este galardão máximo que é a bandeira da ética, que significa tudo aquilo que diz respeito ao fair-play, à ética, aos respeitos pelos valores desportivos e também pelos valores da inclusão.”

Esta bandeira poderá também ajudar este centro social a garantir mais apoios financeiros. “Também tem a vantagem de nos possibilitar, portanto, de estarmos mais próximos de iniciativas do IPDJ, termos a mais-valia de, em candidaturas a programas desportivos, ostentar sempre este galardão, e o próprio IPDJ poderá eventualmente apoiar-nos mais vezes e garantir o apoio financeiro a outro tipo de iniciativas.”

O técnico destaca os trabalhos que a instituição tem desenvolvido e que lhe valeram a bandeira da ética. “A nossa instituição trabalha com pessoas com deficiência, também tem resposta social nesta área, e não só, e também com as crianças. Isto é o sinal de que a nossa instituição é uma instituição inclusiva. E além disso também somos promotores do desporto adaptado aqui na região, temos feito um conjunto grande de iniciativas de promoção de atividades desportivas e de modalidades desportivas inclusivas que possibilitam a prática desportiva adaptada a instituições de todo o distrito de Bragança.”

A certificação tem a validade de dois anos, período durante o qual a instituição continuará a desenvolver iniciativas que promovam a ética no desporto junto da comunidade.

Rita Teixeira

terça-feira, 31 de março de 2026

O Inimigo Público N.1, Tem Nome!


 Na história Universal há sempre momentos em que não manifestarmos o nosso desagrado deixa de ser prudência e calculismo e passa a ser cumplicidade. Para mim, este é um desses momentos. Não por capricho ideológico ou por mera discordância política, mas por convicção profunda de que certas figuras representam perigos reais para o equilíbrio global, para a dignidade humana e para o futuro coletivo.

... E para o “bolso” de todos os cidadãos de todos os países do mundo.

Considero Donald Trump o maior símbolo contemporâneo de uma política que se disfarça de patriotismo enquanto alimenta divisão, que proclama liberdade enquanto a instrumentaliza, e que fala em democracia ao mesmo tempo que mina os seus próprios fundamentos. Onde afirma defender valores, surgem interesses. Onde promete proteção, frequentemente floresce instabilidade. E é precisamente essa contradição constante que não pode continuar a ser ignorada ou relativizada. O Trump é um bandido, um criminoso.

O problema não é apenas um homem, mas o que ele representa e legitima. Legitima a normalização do discurso agressivo, a banalização da verdade, o enfraquecimento das instituições e a substituição do diálogo pela imposição. Quando líderes com este perfil ganham palco global, não afetam apenas um país, influenciam o mundo inteiro, moldam comportamentos, abrem portas a extremismos e enfraquecem pontes que demoraram décadas a construir.

Mais preocupante ainda é a benevolência internacional. O mundo não pode continuar a assistir passivamente, como se tudo isto fosse apenas mais um episódio político. É necessário dizer claramente, sem ambiguidades, como fez a Espanha, sem receios diplomáticos, que ninguém é dono do mundo, que nenhuma nação está acima das regras comuns, e que a liberdade não pode ser usada como máscara para interesses próprios.

E é aqui que entra uma dor que me toca particularmente e talvez também a vós. Portugal. Um país com uma história rica de coragem, de descobertas, de resistência. Um país que já foi sinónimo de ousadia e afirmação no mundo. Ver essa herança transformada em hesitação, em segredinhos, em submissão diplomática, é profundamente frustrante. Não se trata de isolamento ou arrogância, mas de dignidade. De saber erguer a voz quando os valores que dizemos defender são postos em causa.

Portugal não precisa de ser grande em dimensão para ser grande em caráter. Precisa apenas de se lembrar daquilo que já foi, e daquilo que ainda pode ser. Não de baixar a cabeça, mas de a erguer com firmeza, com consciência, com identidade.

Talvez não precisemos literalmente de um novo Viriato, mas precisamos do espírito que ele simboliza. Resistência, coragem e recusa em aceitar a dominação, venha ela de onde vier. Precisamos de menos medo e mais convicção. Menos silêncio e mais verdade.

A história não é escrita apenas pelos poderosos, também é escrita por aqueles que tiveram a coragem de dizer “NÃO” quando todos os outros se calaram.

É curioso. 

Todas as vezes que este animal irracional do presidente dos EUA finge que vai ajudar a construir, noutros países, democracia e liberdade... derrubar governos… encontra sempre PETRÓLEO! Este criminoso ameaça atacar ou ocupar outros países todos os dias e a todas as horas.

O Povo dos EUA não quererá, certamente, ser olhado de soslaio por todo o mundo mas o facto é que foi esse povo que elegeu a BESTA!

Se um dia, este criminoso, invadir Cuba é por falta de argumentos e para “tapar os olhos aos incautos”. Cuba não lhe interessa para nada… não tem petróleo nem terras ricas.

Há muita gentinha por cá que bem precisava, e gostava pelos vistos, que lhe estivessem a cair nos chavelhos uns drones ou uns mísseis. Se apoiam que caiam nos outros é porque gostam e entendem que é legítimo e perfeitamente normal... mas lá longe, claro... Que finos são. "Pimenta no cu dos outros é refresco".

HM
Março de 2026, no último dia do mês.

𝑨 𝑷𝒓𝒆𝒔𝒊𝒅𝒆𝒏𝒕𝒆 𝑬𝒙𝒑𝒍𝒊𝒄𝒂 - Março - 2026

 Março ficou marcado pelo avanço de decisões estratégicas, pela continuidade de investimentos e pelo desenvolvimento de projetos estruturantes que reforçam o crescimento sustentado do concelho.
Uma rubrica mensal que promove proximidade e transparência, apresentando um balanço dos principais acontecimentos, medidas e prioridades do Município.

Rosto fotografado em Bragança entre 2007 e 2009 por Francisco Veiga - Obs* A foto foi-me cedida pelo autor.

Filminhos Infantis à Solta pelo País | abril 2026

 Este mês começamos os Filminhos com a animação de uma casa à venda que, arrancando as suas próprias estruturas, decide seguir viagem. Depois, na companhia dos Tumblies, é tempo de recorrerà interajuda para resolver problemas. Logo de seguida, uma história acerca da convivência entre um coelho e um veado, separados por dimensões diferentes, mas que aprendem a lidar com essa realidade. 


Pelo meio marcamos o regresso da trupe do Lobinho Cinzento com uma aventura na Primavera, para depois percorrermos toda a cidade, em busca de um animal de estimação desaparecido. Antes de finalizar, há tempo para o Mancha e o Manchinhas fazerem uma grande remodelação na sua casa, com recurso a pincéis, tintas e papel de parede. Acabamos no famoso Elétrico 28, com uma vertiginosa viagem pelas ruas de Lisboa.

Local: Centro Cultural de Mirandela
Data: 11 de abril de 2026
Hora: 10h30
Faixa etária: maiores de 3 anos

Bilhetes à venda na Ticketline, na bilheteira do Centro Cultural de Mirandela, no MOA (Museu da Oliveira e do Azeite) e na Ecoteca.

Horário da Bilheteira do CCM:
Dias úteis — 9h00 às 18h00
Fins de semana — 11h00 às 17h00
Dia dos Filminhos — a partir das 9h30

O acesso à sala é apenas permitido 10 minutos após o início da sessão/espetáculo.

Semana da Saúde | 2026

 Durante o mês de abril, Mirandela assinala a Semana da Saúde com um conjunto alargado de iniciativas dedicadas à promoção do bem-estar e à sensibilização para diferentes áreas da saúde.
O programa integra ações de informação e sensibilização, caminhadas, conversas temáticas e atividades dirigidas a vários públicos, envolvendo entidades locais e profissionais de diferentes áreas.

Ao longo de vários dias, serão abordados temas como a saúde mental, os cuidados na comunidade, a parentalidade, a demência e a inclusão, promovendo a partilha de conhecimento e o envolvimento da população.

Participe nas atividades e junte-se a esta iniciativa dedicada à saúde e à qualidade de vida.

Local: Mirandela - Vários locais
Data: 7 a 18 de abril de 2026

O Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros recebe, no dia 𝟏𝟏 𝐝𝐞 𝐚𝐛𝐫𝐢𝐥, pelas 𝟐𝟏𝐡𝟑𝟎, um 𝐜𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐨 𝐪𝐮𝐞 𝐧𝐚𝐬𝐜𝐞 𝐝𝐚 𝐚𝐥𝐦𝐚 𝐝𝐚 𝐭𝐞𝐫𝐫𝐚.

 Dois macedenses de orgulho, ligados desde cedo ao som da gaita-de-foles e às percussões tradicionais, trazem consigo memórias, raízes e identidade.
𝐁𝐚𝐭𝐮𝐜𝐚𝐝𝐚 é o eco das tradições transmontanas, numa viagem sonora onde o passado e o presente se encontram.

Com a participação da 𝐁𝐚𝐧𝐝𝐚 𝐅𝐢𝐥𝐚𝐫𝐦𝐨́𝐧𝐢𝐜𝐚 𝟐𝟓 𝐝𝐞 𝐌𝐚𝐫𝐜̧𝐨, este será um momento único, vivido com emoção.

Bilhete: 𝟑€

Disponível no Centro Cultural ou através do telefone 278 428 100.

Via Sacra 2026

 Nesta Sexta-feira Santa, Mirandela vive um dos momentos mais simbólicos da tradição cristã.
A Via Sacra percorre as ruas da cidade, evocando o caminho de Jesus até à crucificação, num percurso marcado pelas 14 estações que convidam à reflexão, à fé e à memória coletiva.

Mais do que uma cerimónia religiosa, este é um momento de encontro, silêncio e significado, profundamente enraizado na comunidade.

Início: Igreja de S. João Bosco
Data: 3 de abril de 2026
Hora: 21h00

Emergente | Ciclo de Artes em Emergência: Focus Sax Quartet | Estação das Artes

 FOCUS SAX QUARTET, formado em 2022, nasceu da paixão de quatro jovens músicos pelo saxofone. Obras como “Recitation Book”, “Ciudades” e “Patchwork” fazem parte da sua identidade artística. Apesar das diferenças de cada elemento, é dessa diversidade que nasce a sua força: cada músico deixa a sua personalidade na música e, juntos, falam como um só. O concerto revela a versatilidade e a expressividade do saxofone em formato quarteto.

Local: Estação das Artes
Data: 3 de abril de 2026
Hora: 18h30

Sexta-feira Santa na Estação das Artes

 A Sexta-feira Santa vive-se também na Estação das Artes, num cruzamento entre reflexão e expressão artística.


Num dia marcado pelo silêncio e pelo significado, a música e a exposição propõem diferentes formas de olhar, escutar e sentir. Entre a presença do som e a força da imagem, desenha-se um percurso que acompanha este tempo de pausa.

O Focus Sax Quartet revela a versatilidade e expressividade do saxofone em formato quarteto, num diálogo onde diferentes identidades se unem numa só linguagem musical.

Em paralelo, a exposição Caminho Mão Ferro, de Sobral Centeno, propõe uma leitura da paisagem do Douro através do desenho, explorando a relação entre o território e o imaginário do caminho de ferro, numa abordagem que cruza o olhar com o sentir.

Um convite a abrandar o ritmo e a encontrar, na arte, outras formas de aproximação a este tempo.

Local: Estação das Artes
Data: 3 de abril de 2025
Hora do concerto: 18h30
Horário de visita à exposição: 11h00 às 17h00

Semana Santa 2026

 A Semana Santa convida à reflexão, à partilha e à vivência de um dos momentos mais marcantes do calendário cristão.
Ao longo destes dias, diferentes celebrações e momentos simbólicos assinalam a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

Conexão: à natureza, à comunidade e a si mesmo | Oficinas Férias da Páscoa

 Nesta interrupção letiva, de 30 de março a 10 de abril, convidamos os mais novos a desligarem os ecrãs e a ligarem-se ao que realmente importa. Sob o mote da "Natureza e Sustentabilidade", preparámos um roteiro mágico por Mirandela que une a descoberta da natureza, o espírito de comunidade e o autoconhecimento.
Desde oficinas que exploram o "eu" até invenções que revelam os segredos do azeite e da biodiversidade local, cada atividade foi desenhada para estimular a criatividade e a consciência ambiental. Vamos construir papagaios de papel, desvendar mistérios e celebrar a cultura em conjunto.

Concerto Ana Bacalhau | Comemorações do 25 de abril

 Há vozes que carregam memória. E há canções que continuam a lembrar-nos porque importa não esquecer.


Ana Bacalhau, nascida e criada em Benfica poucos anos após o 25 de Abril, cresceu em liberdade — mas nunca a tomou como garantida. As histórias de quem viveu a ditadura despertaram-lhe a consciência de que a liberdade é um bem precioso, que exige cuidado, presença e celebração.

Inserido nas comemorações do 25 de Abril, em Mirandela, este concerto traz-nos algumas das canções do seu repertório e do cancioneiro português que ajudam a não esquecer que não há bem mais precioso do que a liberdade.

Local: Grande Auditório do Centro Cultural de Mirandela
Data: 25 de abril de 2026
Hora: 21h30
Preço dos bilhetes: 5€

Bilhetes à venda em https://ticketline.sapo.pt, na bilheteira do Centro Cultural de Mirandela, no MOA (Museu da Oliveira e do Azeite) e na Ecoteca.

Horário da Bilheteira do CCM:

Dias úteis - 9h00 às 18h00 | Fim de semana - 11h00 às 17h00 | Dias de cinema ou de outros espetáculos realizados à noite: a partir das 20h00.

O acesso à sala é apenas permitido até 10 minutos após o início da sessão/espetáculo.

Em Miranda do Douro, as celebrações religiosas da Semana Santa iniciaram-se com a benção dos ramos e prosseguem na Quarta-feira Santa, dia 1 de abril, com a Missa do Senhor da Misericórdia, que dá entrada no Tríduo Pascal.

FELIZ PÁSCOA!