quinta-feira, 25 de maio de 2017

Domus Municipalis de Bragança

foto: autor desconhecido

Equipa do G.D.B.

PEV não desiste da linha férrea

O Plano Nacional Ferroviário, proposto pelo Partido Ecologista os Verdes (PEV), e aprovado pela maioria de esquerda, no primeiro dia de governação de António Costa, continua sem grandes avanços, é certo, mas está a ser estudado.
Linha do Tua em Vale da Porca – Estação do Azibo
Quem o diz é Mariana Silva, coordenadora da zona norte do PEV, que garante que continua a haver pressão para que o Governo se empenhe na ferrovia.

Como sabemos, com a atual governação, as linhas da ferrovia em Portugal está a ser estudada, e cada vez mais estamos a tentar que o Governo se empenhe na criação de novas linhas e na reativação de outras.

E, sim, temos a esperança de que consigamos trazer o comboio de novo para Bragança e para todos os concelhos que já o tiveram e que traz mobilidade. Não temos todos que ter um automóvel. E depois também vem a consciência ambiental. Há ainda a parte do transporte de produtos. E então aqui esta questão da ferrovia será sempre uma bandeira do PEV e e do quadro da CDU também uma esperança que se possam retomar as linhas que já existiram, e construir outros. Porque isso sim, é o futuro.
Está na agenda dos Verdes e de toda a esquerda, reafirma Mariana Silva.

Porque é realmente importante para o país e para as localidades. Porque só assim é que conseguimos não transformar o país num deserto, em determinados sítios.

Tendo esta facilidade de mobilidade, conseguimos ter população em todo o lado. Bragança e Macedo de Cavaleiros merecem o seu desenvolvimento. E quem quer que queria ficar cá, quer os que nasceram cá ou os que escolhem viver cá, que tenham essa possibilidade. Só não a têm porque se tirarmos os serviços de proximidade, se continuarmos a tirar os transportes, é óbvio que as pessoas fogem para outros sítios.
E numa altura em que proliferam as ciclovias e impera a mobilidade suave, Mariana Silva concorda com estas infraestruturas, desde que não sirvam para “esconder erros”.

As ciclovias não servem só para passear nem servem para esconder erros. E quando se tiram linhas, depois põem-se lá uma ciclovia para esconder o erro que se fez e para se dizer que, afinal, continuamos a contribuir para o bem-estar da população. E está errado. As ciclovias e a ferrovia poderão conviver saudavelmente. Por isso, nesse caso não será de todo o mais correto.
Declarações de Mariana Silva, do PEV, numa recente passagem por Macedo de Cavaleiros, um dos concelhos onde está prevista uma mega-ciclovia, que vai unir três cidades (Mirandela, Macedo e Bragança), construída em cima da antiga Linha do Tua.

Escrito por ONDA LIVRE

Já não há soutos isentos de cancro do castanheiro

Praticamente não há soutos sem focos da doença do cancro do castanheiro na região, garante Valentin Coelho, investigador do Instituto Politécnico de Bragança. “Todos os soutos têm doença.
O cancro apareceu na região de Trás-os-Montes em 1989 e desde essa altura que progrediu.
Em 30 anos cresceu muito. 
As medidas de controlo eram insuficientes e o produto para o tratamento só existe há dois anos, e quando apareceu já o cancro estava muito disseminado”, explicou o investigador durante uma sessão de esclarecimento sobre a forma de aplicação do bio-produto para combater o cancro do castanheiro, que teve lugar na passada sexta-feira, durante a Feira da Agricultura de Trás-os-Montes, em Macedo de Cavaleiros.

Glória Lopes
in:mdb.pt

População queixa-se que antigo moinho do Reconco está abandonado

Um antigo moinho de água localizado nas Quintas do Reconco, na área de Meixedo, no concelho de Bragança, propriedade da freguesia, encontra-se votado ao abandono, com a porta aberta e semicoberta por vegetação seca.

O edifício tem um aspecto desvalido, com acesso fácil. A população diz que até serve para guardar gado.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Dia nacional da agricultura foi às escolas do distrito

Ateliês temáticos, feira com produtos locais e passeios a cavalo  foram algumas das atividades que marcaram a primeira edição do Dia Nacional da Agricultura na passada sexta-feira, uma iniciativa que envolveu mais de dez mil crianças de 160 agrupamentos de todo o país.
No distrito de Bragança foram várias as escolas que aderiram à iniciativa. Em Vinhais, por exemplo, as crianças puderam ver de perto de onde vêm muitos alimentos.

Marta Pereira
in:mdb.pt

Intervenção prevista para o Jardim António José de Almeida, em Bragança, não é consensual

A apresentação pública da intervenção que a cidade de Bragança vai sofrer na zona do Jardim António José de Almeida e área envolvente, no âmbito da execução do projeto Espaço do Artesão e Centro Comercial ao ar livre, é reinvindicada pelos arquitetos que ficaram em terceiro lugar no concurso de concepção lançado pelo município.
João e Mário Ortega, pai e filho, autores do projeto classificado em terceiro lugar, desafiam o presidente da câmara de Bragança a proporcionar um debate aberto à população sobre as obras que serão executadas no Jardim António José de Almeida e zona envolvente, nomeadamente na zona didática do Polis, Rua Alexandre Herculano e Rua da República, para que a população seja devidamente esclarecida.
“A intervenção numa zona com esta dimensão, com a qualidade e a história do Jardim José de Almeida, e Ruas da República e Alexandre Herculano, deveria ser sempre sujeita a um debate público, porque a cidade é nossa, é de quem a habita. Não é de nenhum arquiteto iluminado, nem de nenhum presidente de câmara. 
A cidade é de quem a habita e eu não posso demitir-me de a habitar porque o faço por opção”, esclareceu João Ortega.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Duas autarquias do Distrito de Bragança na lista das mais demoradas a pagar a fornecedores

No barómetro trimestral da Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), desta vez relativo ao final do primeiro trimestre deste ano, as câmaras de Mirandela e Freixo de Espada à Cinta são as únicas do distrito de Bragança que figuram na lista das 41 do país com um prazo médio de pagamento superior a 60 dias.
O Município de Mirandela, aparece na lista como a 12ª pior pagadora do país, piorando o seu desempenho de Dezembro de 2016, onde figurava no número 35, mas curiosamente, diminuiu o prazo médio de pagamento, passando dos 230 dias, no final do ano passado, para os 204 no final do primeiro trimestre deste ano.
A explicação para esta situação pode residir no facto de que, desta vez, faltaram reportar os dados de 74 município do país.

Fernando Pires
in:mdb.pt

quarta-feira, 24 de maio de 2017

'Tour Agarra a Vida' sensibiliza os jovens para uma vida sem droga

Pela primeira vez nas escolas de Bragança, a 'Tour Agarra a Vida', que percorre o país para mostrar aos jovens como através da prática de desportos radicais é possível correr riscos e sentir adrenalina, mas de uma forma saudável e sobretudo sem drogas.

Projeto do Museu da Língua Portuguesa, em Bragança, já foi escolhido

Já foi escolhido o projeto para o Museu da Língua Portuguesa que ficará instalado nos antigos silos da EPAC, em Bragança. A proposta que ficou em primeiro lugar é da autoria de concorrentes com sede em Lisboa, nomeadamente o Atelier Ramos & Clark e a empresa NextPower Comunicação Lda.
O município lançou um concurso público para o projeto ao qual se apresentaram 18 concorrentes. Sete propostas não foram consideradas válidas. O presidente da câmara, Hernâni Dias, explicou que se trata de um concurso de ideias e que o projeto poderá sofrer ajustamentos. Segundo o esboço a que o Mensageiro teve acesso, no exterior é aproveitada a estrutura dos silos para dar a ideia da lombada de livros e no interior existem várias salas dedicadas às exposições sobre a língua.
O Museu da Língua tem direito a um dos maiores investimentos do município no âmbito do PEDU-Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano, pois será contemplado com 6,5 milhões de euros. O equipamento, cuja ideia surgiu em 2009 durante os Encontros da Lusofonia, é o primeiro do género a ser lançado na Europa. Existia um Museu da Língua em São Paulo, no Brasil, que foi destruído num incêndio no ano passado.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Jovem perde a vida em acidente automóvel

Um jovem de 23 anos perdeu a vida num acidente automóvel, ontem à noite, na A4, junto à saída para Lamas de Orelhão, no concelho de Mirandela.
O alerta foi dado pouco antes das 23h de ontem. A vítima seguia, ao que conseguimos apurar, na direção Mirandela-Vila Real. O óbito foi decretado ainda no local.

Escrito por ONDA LIVRE

A loja do Mini-Preço instalada no Mercado Municipal de Bragança, encerrou hoje portas

“À Descoberta do Património” – Visita de Estudo da QUERCUS-Bragança-1990

Uma visita de estudo organizada pelo Núcleo Distrital da QUERCUS-Bragança, orientada com brilhantismo pelo Dr. Belarmino Afonso, no ano de 1990, e que maravilhou todos os participantes.
A visita centrou-se nos Concelhos de Vila Flor e de Carrazeda de Ansiães.

Para além de termos visitado e ficado a conhecer relevante património religioso, destaco a visita À Anta de Zedes, ao Castelo de Ansiães e ao Museu Municipal de Vila Flor.

Domus Municipalis de Bragança

Identificados responsáveis por vandalismo em pintura rupestre

Estragos em painel com mais de 10 mil anos são irremediáveis.
Já foram identificados os responsáveis pelo ato de vandalismo no Painel Central de Arte Rupestre da Ribeira de Piscos, pertencente ao parque arqueológico do Vale do Côa.

Os dois homens desenharam uma bicicleta, um humano esquemático e a palavra 'BIK' em cima da figura conhecida por ‘Homem de Piscos’, classificada como monumento nacional e património mundial pela UNESCO.

Segundo comunicado enviado às redações pela PJ, os dois homens foram constituídos arguidos e interrogados nessa qualidade, tendo confessado o crime.

Os desenhos foram feitos no dia 25 de abril, durante um passeio local de vários ciclistas, com recurso a uma pedra de xisto.

O painel danificado de forma irremediável integrava várias gravuras do período Paleolítico Superior, entre as quais a única figuração antropomórfica paleolítica até hoje claramente identificada em Portugal. Tinha mais de 10 mil anos.

Fonte da PJ adiantou à Lusa que os homens, residentes em Torre de Moncorvo, no distrito de Bragança, são suspeitos da prática de um crime de dano qualificado, que pode ser punível com uma pena de prisão até oito anos.

O ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, vai ser ouvido sobre este assunto durante a próxima audição regimental na comissão de Cultura, em junho.


Carolina Rico
in:noticiasaominuto.com

João Inácio Teixeira de Meneses Pimentel

Engenheiro agrónomo director da Estação Trasmontana de Fomento Agrícola, sócio do Instituto de Coimbra, cavaleiro da ordem de S. Tiago. Nasceu no Mogo de Malta, concelho de Carrazeda de Ansiães, a 10 de Fevereiro de 1859 e faleceu em Abreiro, concelho de Mirandela, onde casara, a 30 de Dezembro de 1915. Era filho de João Evaristo Teixeira de Almeida Meneses Guerra e de D. Sancha Augusta de Almeida Pimentel, viscondessa de Barcel. Fez os estudos liceais em Braga e no Porto e os da especialidade no Instituto Geral de Agricultura, que concluiu em 1886, sendo colocado como agrónomo subalterno em Bragança. A portaria de 18 de Fevereiro de 1889 incumbiu-o de proceder em Trás-os-Montes a ensaios de criação do sirgo e produção de semente sã pelo método Pasteur, de onde resultou a sua obra Tentativa de um plano de regeneração de sericicultura, adiante mencionada, e o decreto de 29 de Outubro de 1891, que transformou a Estação Químico-Agrícola da segunda região agronómica de Mirandela em uma Estação de Sericicultura, sob a sua direcção.
No ano lectivo de 1899-1900 foi nomeado professor técnico da Escola Nacional de Agricultura de Coimbra, onde apenas esteve alguns meses, por ser enviado à Madeira em comissão oficial e no regresso reconduzido à direcção da Estação Sericícola de Mirandela.
Em 1909 foi chefe de gabinete do ministro das Obras Públicas, Barjona de Freitas, sendo por ele mandado à Espanha estudar os processos de cultura de flores e frutos. Desta missão resultaram as publicações respectivas adiante mencionadas. Foi presidente da Câmara Municipal de Mirandela e representou o nosso governo no Congresso Internacional de arroz em Valência, seguindo depois em missão pela França, Itália e Suíça. Ultimamente estava colocado em Lisboa, onde era chefe do 3.º grupo dos serviços agrícolas da direcção agrícola do centro. Além de vários relatórios oficiais, publicou Sericicultura Portuguesa. Lisboa, Administração do Portugal Agrícola, 1902. 8.º peq. de 374 págs.
Colaborou no Portugal Agrícola, onde escreveu muitos artigos, principalmente nos anos de 1892 e 1893. Também há colaboração sua na Agricultura Nacional, especialmente em 1893, na Gazeta das Aldeias, de que foi redactor, e em vários outros jornais.
No Boletim da Direcção-Geral de Agricultura, XIV ano, nº 41, 1891, vem publicado um seu relatório sobre sericicultura. Deste trabalho há uma separata com o título Tentativa de um plano de regeneração de sericicultura portuguesa – Mapas do movimento comercial de produtos agrícolas naturais e derivados, preparados durante os anos de 1870 e 1890. Lisboa, 1892. 8.º de 217 págs. No mesmo Boletim há vários outros trabalhos da autoria de Meneses Pimentel.
Almeria – Los parrales de uva de Oharrez e uva de casta, engarfe ou fecundação artificial, regras de venda da uva de Almeria na América do Norte. Lisboa, 1910. 8.º de 22 págs.
Valência e Barcelona – Frutos, legumes e flores – Horticultura e arboricultura – Forçagem ou cultura forçada – Colheita, conservação e acondicionamento de frutos, legumes e flores cortados para transporte – Criação de parques e jardins. Lisboa, Imp. Nacional, 1910. 8.º de 118 págs.
A regeneração sericícola em Espanha. Lisboa, Imp. Nacional, 1910. 8.º de 48 págs. Estes três opúsculos são o resultado de uma missão agronómica em Espanha desempenhada pelo autor de ordem do governo.
Regiões pluviométricas do continente português. Lisboa, 1915, Imp. Nacional. 8.º gr. de 51 págs. com 4 mapas desdobráveis.
Este estudo foi publicado no Boletim da Direcção-Geral de Agricultura.

Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança

Igreja Matriz acolheu recital solidário para a Liga Portuguesa Contra o Cancro

O Município de Torre de Moncorvo promoveu, no passado dia 21 de Maio, um recital solidário, no qual foram angariados 500 euros que reverteram para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
O concerto teve lugar na Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, da Vereadora da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Piedade Meneses, e de um representante da Liga Portuguesa Contra o Cancro, Dr. Batista Cardoso, Director do Departamento de Angariação de Fundos do Núcleo Regional do Norte.

No decorrer do concerto, a soprano Ana Paula Matos e o organista Rui Martins interpretaram nove temas de autores e compositores conceituados, como Andrés de Sola, J. S. Bach, A. Vivaldi, Pablo Brune, Haydn, W.A. Mozart e Gounod.

Nota de Imprensa - Luciana Raimundo

Marcas de sangue e vandalismo na catedral de Bragança

A catedral de Bragança foi assaltada, na noite de segunda para terça.
Ao que tudo indica, terão entrado através de um pequeno vitral que partiram e com uma corda desceram pelo painel do baptistério. Os intrusos ter-se-ão cortado no vidro partido, uma vez que há vestígios de sangue por toda a catedral inclusive junto à parede onde fica o vitral que foi destruído.
Destruíram também um lampadário de onde levaram todas as moedas, e as duas caixas das esmolas que se situam na entrada principal. Quando furtaram todo o dinheiro que encontraram terão saído por uma porta lateral.
A Brigantia entrou em contacto com o Padre Sobrinho Alves, responsável pela catedral que confirmou a presença de intrusos, o vandalismo e o desaparecimento de dinheiro, mas não quis prestar declarações sobre o método de entrada, nem fez uma estimativa dos prejuízos.
Entretanto contactámos a PSP, que esteve ontem no local a recolher provas, mas ainda não foi possível obter esclarecimentos oficiais. 

Escrito por Brigantia

Sessão Inaugural - Cinema em Bragança - Entrada Gratuita

Concelho de Vinhais vive uma situação catastrófica com a vespa da galha do castanheiro

“Uma calamidade para os produtores de castanha.” É desta forma que é descrita a situação vivida em Edral no concelho de Vinhais, onde foram detectados mais de 1000 castanheiros infectados com a vespa da galha do castanheiro.
Segundo a câmara municipal de Vinhais, esta é uma situação incontrolável na zona da Lomba, em 13 aldeias, afectando centenas de produtores, mais de 3 mil soutos e mais de 100 mil árvores.
A preocupação é maior porque pela primeira vez na terra fria transmontana há castanheiros adultos atingidos, o que vai implicar que se recorra à luta biológica.
João Fernandes de 63 anos tem 15 hectares de castanheiros e em todos os soutos detectou gomos vespa da galha do castanheiro. Estava a aumentar a produção mas teme este ano já não apanhar metade da castanha em comparação com o ano passado. “Eu só detectei este ano mas no ano passado, já houve aqui muita gente que encontrou nos seus castanheiros. Mas este ano foi uma loucura não sei porquê, mas eu acho que a produção dos meus castanheiros vai cair para metade já este ano e se assim continuar para o ano fica a zero, porque todos os ramos que tiverem vespa não dão castanha”, explica.
Octávio Domingues detectou gomos da vespa em vários soutos que tem na aldeia, que é a maior produtora da zona da lomba, e explica que nestes casos ao contrário das novas plantações não é viável cortar os ramos atacados. “Para já são só três mas não quer dizer que para a frente não fiquem todos afectados, mas é a primeira vez que vejo a vespa em castanheiros velhos, nestes a situação é mais complicada, porque cada corte que fazemos é produção que termina, vai ser uma grande quebra na produção de castanha”, lamenta.
Nos castanheiros adultos, a resposta será a luta biológica, através da largada de um parasitóide que irá combater a praga. Daí que o município de Vinhais tenha apelado a uma intervenção por parte da direcção regional de agricultura e pescas do norte. Luís Fernandes, vice-presidente da câmara pede que o ministério da agricultura controle a venda de árvores e apoie nos prejuízos “este ano estão-se atingir proporções catastróficas e o que nós exigimos é que haja por parte do ministério da agricultura uma forte intervenção nesta área quer ao nível da sanidade vegetal, isto é, de haver um controlo sobre a venda das árvores, que não há, e essa é uma das razões para se chegar onde chegou, é preciso ter em atenção um plano para resolver a situação.”

Abel Pereira, o presidente da Arborea – a Associação Agro-florestal e Ambiental da Terra Fria Transmontana, explica esta era a situação que se temia desde que a praga entrou em Portugal, mas estima que não haja perdas imediatas na produção.

A aldeia de Edral é a mais afectada mas em toda a zona da lomba o problema está a praga está presente. A castanha movimenta valores que podem atingir os 15 milhões de euros por ano no concelho de Vinhais. 

Escrito por Brigantia