quinta-feira, 30 de março de 2017

Dia Mundial do Teatro celebrado com arte em Macedo

O Dia Mundial do Teatro assinalou-se a 27 deste mês. Uma data que a AJAM, associação de Macedo de Cavaleiros ligada à arte, não vai deixar passar em branco.
Pelo nono ano consecutivo, está a promover um Encontro de Teatro Amador, que vai ter o ponto alto este sábado à noite, no Centro Cultural da cidade. Uma peça de teatro negro, com outras surpresas pelo meio, conforme nos diz o diretor artístico Acácio Pradinhos.

“Nós convidámos pessoas que gostam de teatro, que se identificam com esta forma de estar na vida e na arte, para fazermos uma mega produção. No dia 1 de abril, às 21h45 vai ter lugar o resultado de um trabalho que tem vindo a ser feito em Bragança com a associação Fisga, com o Amartes de Vimioso, em Macedo de cavaleiros faremos trabalhos com o Centro Dom Abílio, com as Hopperz e com mais pessoas que gostam de teatro e que se queiram juntar a nós.”

As comemorações não se ficam por aqui. Dia 6 de abril há outra atividade planeada.

“A ideia partiu das férias desportivas que se costumam realizar nas férias da Páscoa. Nós, em articulação com a coordenação da biblioteca, decidimos fazer um pequeno workshop onde se fale de teatro e de outras formas de o fazer, recorrendo à animação com bonecos. Poderemos abrir ao público em geral mas é destinado essencialmente para os jovens que nesse período se encontram em férias.”
A peça “A porta” está em cena este sábado à noite, em Macedo de Cavaleiros. Dia 6, há um workshop na Biblioteca Municipal para aprender a fazer bonecos e formas animadas. Assim comemora a AJAM o Dia Mundial do Teatro.

Escrito por ONDA LIVRE

Corte no abastecimento de água em Macedo de Cavaleiros previsto para amanhã

Amanhã, das 9h às 11h da manhã, faz saber o Município de Macedo de Cavaleiros, que o abastecimento de água haverá um corte no fornecimento de água na Rua Gil Vicente, para manutenção e conversa da conduta da Rede Geral de Abastecimento Público.

Escrito por ONDA LIVRE

Miranda do Douro investe 500 mil euros em centro de produção de cogumelos

O município de Miranda do Douro, no distrito de Bragança, vai investir perto de meio milhão de euros numa estrutura para estudo e produção de cogumelos, disse hoje a vereadora Anabela Torrão.
A construção do denominado "Ecocentro Micológico Terras de Miranda" arranca no início de junho e, segundo a autarca, trata-se uma estrutura "inovadora", dada a sua vertente científica.

"Aproveitado a diversidade e riqueza micológicas do território, elaborámos um projeto diferenciador, direcionado não só para a interpretação das espécies de cogumelos, mas apostando também numa vertente de formação e investigação e produção das espécies existentes, com o objetivo de potenciar a produção e utilização", disse à Lusa a vereadora de Miranda do Douro.

O projeto é financiado por fundos do programa comunitário Norte 2020, e conta com o apoio científico da Universíada de Valladolid (Espanha) e da Associação Micológica "A Xixorra".

O novo espaço será composto de uma sala de interpretação interativa, um laboratório e sala de experimentação e ainda um centro de produção.

"No centro de produção iremos testar as melhores condições para o desenvolvimento da micologia, com particular incidência na trufa, já que este cogumelo de qualidade superior abunda em algumas zonas do concelho", adiantou Anabela Torrão.

O novo centro micológico será implantado no Parque Fluvial do Rio Fresno, junto à cidade de Miranda do Douro e terá uma "forte componente interativa", segundo a vereadora.

"Estamos localizados numa zona rural, abrangida por um parque natural e pela Reserva da Biosfera da Meseta Ibérica, com condições edafoclimáticas ótimas para a micologia e para a cultura das trufas", enfatizou a fonte.

Nos últimos anos a apanha de cogumelos silvestres comestíveis deixou de ser uma atividade familiar de escassa importância, para se tornar, de acordo com a autarquia, num aproveitamento natural que move a cada ano milhares de toneladas de produto comercializado e vários milhares de euros.

Agência Lusa

Paulo Sérgio apela à solidariedade para comprar a casa onde mora, e Chacim, há 36 anos

A vida de Paulo Sérgio Almeida pode mudar, dentro de aproximadamente um mês, por não ter dinheiro para pagar a pequena habitação onde mora desde que tinha apenas um ano de idade, na aldeia de Chacim, concelho de Macedo de Cavaleiros, no decorrer de um processo de partilha de herança. Uma história que a jornalista Tânia Rei foi conhecer.
O tribunal cível de Coimbra, onde foi aberto um processo judicial sobre este caso, decretou que o jovem de 37 anos tem de pagar num total de 7 500 euros. Um valor que abateu, entretanto, para os 5 000 euros, depois de alguns irmãos por parte da mãe lhe terem doado a respetiva parte. Com uma reforma social de que não chega a 300 euros mensais, e portador de deficiência mental, Paulo Sérgio conta com o apoio de uma das irmãs, mas confessa que não têm como resolver esta questão: “Não é fácil. Andamos cansados, eu e a minha irmã. Não sabemos para que lado nos havemos de virar. Está complicado”, revela em declarações à Onda Livre. Paulo Sérgio tem consciência de que pode ter “que sair desta casa”. Partilha ainda um sonho: “Quero, um dia, construir uma família, e ter uma casa. Porque se não tiveres uma casa não tens condições para tal”.

Paulo Sérgio morou com a mãe naquele local até 2014, ano em que a idosa faleceu. Em testamento, o companheiro da mãe deixou-lhe um terço do referido edifício, concedendo-lhe ainda em testamento, o direito a morar ali até à morte. Ora, Paulo Sérgio é, por isso, herdeiro, e por ali continuou a habitar. Mas não é o único. Os filhos do companheiro da mãe de Paulo Sérgio pediram as partilhas em tribunal, um processo que acabou por incluir também os filhos da idosa. Toda a história culmina no já referido pagamento, para que possa passar a  único proprietário do teto que o tem albergado. O jovem pede, emocionado a “toda a gente que veja/ouça esta entrevista, que me bote a mão, porque quero ficar em Macedo de Cavaleiros, e até já tenho propostas de emprego. Com dificuldade contém as lágrimas quando lembra que uma casa com condições mínimas é “um sonho de menino”, pelo o qual batalhou. “Para debaixo da ponte não posso ir!”.

Ouça AQUI.

A casa foi intervencionada pela autarquia, com recurso ao Apoio Social a Situações de Emergência em 2007. Uma obra que pouco superou os 5 000 euros, para tornar mais habitável o lar de, na altura, mãe e filho, que era notícia em 2004 precisamente por causa da falta de condições condignas.

Entretanto, a irmã mais próxima, Paula Catanho, conseguiu um empréstimo bancário. O que, contudo, não melhora a situação a médio e longo prazo, porque ela também não tem condições económicas para apoiar o irmão no suporte de mais este encargo: “Ele ganha 237 euros por mês, e conseguimos-lhe um crédito de 109 euros. Mesmo que o ajudemos, nunca vai poder ser muito. E ele vai ficar ‘à nora’, porque não é com 120 euros que alguém se governa”.

Paula mora em Lisboa. À distância de mais de 500 quilómetros, diz-se preocupada com a possibilidade de o irmão ficar sem onde viver. “Tenho uma casa, que já é pequena, porque nós somos cinco. Pode vir para aqui quando quiser, mas convém que tenha a sua casinha. E fez tanto por aquela casa, que era um palheiro e ele transformou-a. Merece tê-la para ele”.

Apesar de o prazo de execução estar dependente de outros trâmites legais associados, certo é que Paulo Sérgio tem de repartir 5 000 euros em tornas pelos restantes herdeiros, referentes à casa onde mora em Chacim. A decisão do tribunal foi lida a 23 de fevereiro, e dá-lhe um prazo de 60 dias.
Ou seja, neste momento, o jovem portador de deficiência mental tem menos de um mês para entregar esse valor. Apela agora à solidariedade social, para poder continuar a habitar sem sobressaltos na pequena casa, onde foi juntando móveis e electrodomésticos resultantes de doações, e que apelida de a “realização de um sonho”.

Escrito por ONDA LIVRE

Decorreu em Miranda do Douro a Exaltação da Capa de Honras que reuniu portugueses e espanhóis

Jogo no Campo das Alminhas - Veteranos do Sport Lisboa e Bragança e os Onze Mais Benfeitos


1ª Ata do GDB

José Freire de Matos Mergulhão

Capitão de infantaria, natural de Moimenta da Beira, distrito de Viseu, mas bragançano, por aqui constituir família e ser como oficial de caçadores nº 3, da guarnição de Bragança, que publicou relatos das campanhas da África (Gungunhana) em 1895, nas quais tomou parte como alferes do dito batalhão. Nasceu a 27 de Julho de 1868 e casou a 15 de Junho de 1891 com D. Adélia Amália Leopoldina de Sá Miranda, natural de Carrapatas, concelho de Macedo de Cavaleiros. Fez os estudos preparatórios em Viseu e concluiu o curso na Escola do Exército em 1890. Alferes em 31 de Dezembro de 1891; tenente em 30 de Maio de 1897 e capitão em 10 de Agosto de 1903.

Escreveu: Apontamentos para a história da campanha à África – Prefaciados por Cristóvão Aires, lente da Escola do Exército, deputado da nação, jornalista. Bragança, Tip. Brigantina, Praça da Sé, 1896. 8.º de VIII-295 págs.
Na expedição a Moçambique (Gungunhana) em 1895 foi condecorado com o grau de cavaleiro da Torre e Espada e medalha de prata de valor militar.
Tem o grau de cavaleiro de S. Tiago do mérito científico, literário e artístico; a medalha de prata de comportamento exemplar; a medalha de prata Rainha D. Amélia e a cruz de 1.ª classe de mérito militar espanhol. Exerceu ali por aquela ocasião os lugares de delegado do procurador da coroa em Gaza e o de chefe da secretaria militar do distrito de Gaza, sendo louvado em ordem do governo pelo zelo e competência que mostrou no desempenho destes cargos.
José Freire Mergulhão tem colaborado em várias publicações periódicas do Porto e de Lisboa, principalmente quando esteve em África.

Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança

O Escritor Bragançano, Fernando Calado, faz a apresentação da Sua Obra Literária em Cascais no dia 2 de abril de 2017

Profissionais da restauração de Macedo de Cavaleiros em contacto com produtores regionais de vinho

A iniciativa, decorrida esta quarta-feira no centro Cultural, pretendeu aproximar o setor da restauração dos produtores de vinhos de Trás-os-Montes.
A Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros, reconhecendo a importância da restauração e dos produtos endógenos para a valorização turística do território, desafiou os empresários e colaboradores dos restaurantes de todo o concelho para conhecerem o mercado regional de vinho. 

Numa sessão realizada pela Comissão Vitivinícola Regional de Trás-os-Montes (CVRTM), entidade responsável pela certificação e promoção dos vinhos, os profissionais de restauração conheceram as características principais dos vinhos transmontanos, as diferentes tipologias e tipicidades, as obrigações legais associadas à comercialização e algumas formas de interpretação dos rótulos, de armazenagem e de servir o vinho. Depois da sessão teórica, tiveram oportunidade de contactar diretamente com diferentes produtores e a degustar os vinhos apresentados.

A aposta da Câmara Municipal na promoção externa de Macedo de Cavaleiros, seja através de diversas ações publicitárias, informativas, ou no investimento em aplicação turísticas para, tem resultado num crescente número de turistas, não só aquando da realização dos eventos principais, mas também noutras épocas do ano.

A gastronomia é um dos atrativos principais e o setor da restauração do concelho tem evidenciado um grande esforço e mérito em servir bem quem visita o concelho e uma ação de promoção como esta destina-se a dar mais conhecimento e a dotar os profissionais de outros instrumentos para reforçar a qualidade do atendimento.

Os vinhos trasmontanos são característicos pela frescura que apresentam. Atualmente estão inscritos 94 produtores na CVRTM e 65 em processo de certificação. Estão registadas cerca de 100 marcas no mercado e de entre os 3 milhões de garrafas certificadas, 85% correspondem a vinho tinto e os restantes a vinho branco. 13% da produção certificada é exportada para 17 países, sendo o Brasil, França, Suíça, Angola, Alemanha e Estados Unidos da América os principais importadores.

Nota de Imprensa - CM Macedo de Cavaleiros

INATEL leva Rio de Onor em peso a Lisboa

A população de Rio de Onor, no concelho de Bragança, eleita “Aldeia dos Sonhos”, no ano passado, vai ver Lisboa numa visita que começa esta quinta-feira e termina no sábado.
Trata-se de uma iniciativa organizada pela Fundação INATEL e dirigida a todos os habitantes de aldeias com 100 ou menos habitantes. Em 2016, foi eleita a candidatura apresentada pela Junta de Freguesia da União Aveleda e Rio de Onor, demonstrando o interesse em realizar uma visita turística e cultural em Lisboa, com passagem pela Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Assembleia da República, Estádio e Museu do Benfica, Museu da Música, Oceanário, Pavilhão do Conhecimento e muitos outros locais da capital e arredores.
O presidente da junta, José Carlos Valente, antecipou que estão cerca de meia centena de pessoas inscritas para a viagem. "Vai um autocarro cheio. É muito provável que dois ou três nunca tenham ido à capital. Está toda a gente muito animada com a possibilidade de fazer a viagem", referiu o autarca.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Miss Concelho - Miss Distrito - Miss Portugal

Associação Comercial de Bragança tem nova direção

A Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Bragança (ACISB) elegeu novos corpos sociais na passada segunda-feira.
Maria João Rodrigues foi eleita presidente, sucedendo assim a Vítor Carvalho, que não se recandidatou ao cargo. Como vice-presidentes foram eleitos João Paulo Preto e Patrício Afonso. Ao eleitoral apresentou-se uma lista única.

Glória Lopes
in:mdb.pt

O PAN está contra a descentralização de competências,de saúde animal e outras, para as autarquias

O deputado do Partido Animais e Natureza, André Silva, não vê com bons olhos a proposta de descentralização de competências para as autarquias nas áreas sanitárias e de saúde animal e pública, por considerar que isso vai gerar um conflito de interesses.
O único parlamentar do PAN na Assembleia da República esteve ontem no Instituto Politécnico em Bragança num debate sobre o futuro da protecção dos animais de companhia e afirmou que deve ser o governo a fazer aplicar a lei e a fiscalizar estas matérias de forma uniforme em todo o país “Descentralizar competências de gestão e fiscalização para as autarquias é errada e constituí um claríssimo conflito de interesses, ou seja, a mesma entidade que faz também é a mesma que fiscaliza”, explica o deputado.     
André Silva referiu que desde que entrou em vigor a lei que pune os maus-tratos aos animais de companhia foram aplicadas apenas pequenas multas. Comentando o caso que ficou conhecido como “a queima do gato de Mourão”, no concelho de Vila Flor, o deputado, explica que a condenação só aconteceu porque se tratava de um animal de companhia.
Já aprovada está a lei que proíbe os abates nos centros de recolha de animais, sendo previsto que entre em vigor em Agosto do próximo ano. Uma norma legislativa que pode originar a sobrelotação nos canis. O deputado é de opinião que os municípios se devem começar a preparar desde já. “Deveriam estar já a proceder a esterilizações, se estão preocupados que daqui a um ano ou dois existam muitos animais então procura-se saber porque é que não há já preocupações para a prevenção”, argumenta.      
Num debate sobre o futuro da protecção dos animas de companhia, no âmbito do novo enquadramento legal, que considera que os animais, em face da lei, deixarão de ser considerados objectos e passam a ter um estatuto previsto no direito dos animais, o deputado do PAN disse ainda que a lei não está a ser cumprida pelos municípios, já que é exigido que em cada concelho exista um centro de recolha de animais e menos de metade dos 308 municípios tem um.
André Silva criticou o facto de muitos dos canis intermunicipais estarem sobrelotados, distantes dos municípios que abrangem e de não promoverem a adopção. 

Escrito por Brigantia

O IPB representa Portugal no projecto internacional “PSI Well - Construir Pontes”

O Instituto Politécnico de Bragança integra um consórcio de seis instituições de ensino superior europeias que estão a promover um programa de promoção de bem-estar e inclusão social em pais de crianças com necessidades especiais.
O PSI Well que se propõe construir pontes foi ontem apresentado no IPB.
Como frisa a coordenadora do projecto em Portugal, Maria Augusta Branco, os objectivos do projecto, que se desenvolve até 2019, “passam por perceber as necessidades destes pais e dar-lhes formação.”
O estudo de investigação será feito por 10 professores do instituto politécnico em todo o país, prevendo que sejam englobados 250 pais em Portugal e 1500 em todo o projecto nos seis países.
Apesar de a nível nacional já estar criada uma rede de apoio a crianças com necessidades especiais e respectivos pais, o projecto internacional quer reforçar esse apoio.
O IPB será a representante de Portugal no consórcio que promove o projecto “PSI Well - Construir Pontes”, que inclui ainda as universidades da Roménia, de Espanha, Croácia, Lituânia e Turquia. 

Escrito por Brigantia

Guerra de terrenos em Ervedosa acaba na Justiça

A junta de freguesia de Ervedosa, no concelho de Vinhais, avançou com um processo em tribunal para contestar a escritura pública de terrenos na localidade por parte de um privado, mas que o executivo da autarquia considera serem baldios.
Em causa estarão dezenas de artigos que, segundo uma fonte da junta, um natural de Ervedosa escriturou através de usucapião num cartório em Amarante, em 2014, tomando assim posse das parcelas. "As escrituras por usucapião têm de ser publicitada num jornal da região, mas ainda não sabemos qual foi o órgão de informação usado", explicou a fonte, que se escusou a fazer mais comentários alegando que o processo está em segredo de justiça.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Junta de Pinelo pode ser penhorada por causa de dívida de 255 mil euros

A Junta de Freguesia de Pinelo, no concelho de Vimioso, está a braços com uma execução fiscal através da qual se reclama uma dívida de 255 mil euros, na sequência de uma auditoria efetuada pelo IFADAP ( Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas) a um projeto florestal daquela freguesia.
A presidente da junta, Natalina Pires, que herdou o problema de um anterior executivo, garante que a autarquia não tem capacidade financeira para saldar a dívida. "Nós (Executivo atual da junta) temos procurado resolver a situação. Estamos a tentar resolve-la com recurso a todos os meios legais disponíveis, porém não é fácil", admitiu ao Mensageiro.
Se a dívida não for saldada, as Finanças podem avançar para a penhora de bens da autarquia.

Glória Lopes
in:mdb.pt

Alfândega da Fé vai ser o local mais “instagramável” do país

Realiza-se nos dias 7, 8 e 9 de abril e já estão confirmados alguns dos maiores instagramers nacionais.
Este evento vai documentar em imagens a relação entre o território e a arte pública contemporânea que inclui paisagem, pessoas e produtos endógenos. 

Os instagramers serão guiados através de diferentes cenários naturais e conhecerão diversas artes e ofícios. 

Desta forma, território e imagens originais e criativas juntam-se num só evento, marcado pela hashtag #alfandegadafe 

Quem gostar de fotografia poderá juntar-se na manhã de domingo, dia 9 de abril aos instagramers que vão passar por Alfândega da Fé. 
Para isso só só é necessária a inscrição em igersoporto@gmail.com ou seguindo link na bio da conta @igersporto no Instagram, #meet_alfandegadafe2017.

in:noticias.pt

Gestão Agroflorestal Sustentável - VIMIOSO

António Branco desvaloriza saída do jet-ski de Mirandela

O presidente do Município de Mirandela já reagiu à decisão da Federação Portuguesa de Motonáutica de não incluir a cidade do Tua no calendário do Campeonato Europeu de Jet-Ski.
António Branco revela que a decisão “foi tomada pela federação”, mas confessa que a autarquia já tinha manifestado descontentamento com “a falta de organização do evento e da constante redução do número de pilotos”, que se vinha a verificar, principalmente após a perda do estatuto de utilidade pública da anterior federação portuguesa de jet-ski.
“Acreditamos que a prova já não tinha a dimensão que tinha no passado”, diz o presidente.
O autarca desvaloriza o fim das provas de jet ski em Mirandela, até porque entende que “já não tinham grande impacto na promoção da cidade”. António Branco promete para breve o anúncio de um vasto programa de eventos para colmatar a saída do Jet-Ski.
Está confirmado. Mais de duas décadas depois, Mirandela deixa de ser a capital do jet-ski.
Recordamos que António Antunes, o novo presidente da FPM, avançou, na terça-feira, em declarações à Antena 1, a saída do Europeu de Jet Ski de Mirandela, transferindo a prova para Penafiel.
Chaga desta forma ao fim a ligação de mais de duas décadas de Mirandela ao Jet-Ski.

Escrito por Brigantia