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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 18 de abril de 2025

“Património Resiliente Face às Catástrofes e Conflitos”.

 Damos assim a conhecer a história do Pelourinho de Vila Flor como exemplo de Património Resiliente.

O Pelourinho, de provável construção entre os séculos XVII e XVIII, nem sempre esteve no lugar que hoje ocupa, fronteiro à Igreja Matriz. Até finais do século XIX, altura em que foi derrubado por quem o olhava como símbolo de opressão e despotismo, esteve localizado em frente aos antigos Paços do Concelho, hoje Museu Dra. Berta Cabral. Felizmente, parte do seu fuste e capitel foram guardados no jardim da casa de Alexandre Soveral Pastor, sendo classificado como Imóvel de Interesse Público em Outubro de 1933 (Decreto nº 23 122, DG, 1.ª série, n.º 231).

Nos anos 30, por iniciativa do Abade Baçal, é sugerida a reconstrução deste monumento. Por falta de verbas, em Maio de 1937, os Vilaflorenses elaboram uma subscrição no Jornal de Notícias para uma angariação monetária para a obra, a qual teve o melhor acolhimento por parte dos conterrâneos espalhados por todo o País: obtiveram-se 2600$00 escudos, ao qual se somou o valor de 1500$00 escudos da Câmara Municipal de Vila Flor.

O projeto de restauro do Pelourinho foi elaborado pelo arquiteto Rogério de Azevedo, e em Julho de 1937 foi o mesmo reerguido no largo em frente à Igreja Matriz. Do antigo Pelourinho, aproveitou-se parte do seu fuste e capitel.

A preservação e salvaguarda do nosso Pelourinho representa o respeito pelo herança do passado mas também a resiliência do povo, em nome da identidade local, pela garantia da memória coletiva do Concelho de Vila Flor.

Fonte: Museu Dra Berta Cabral de Vila Flor.

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