“Podem haver situações, em que há maus tratos de crianças, situações de alcoolismo, situações em que há insuficiência de rendimentos, situações e, infelizmente, acontece bastante situações em que se verifica a perda da autonomia para a elaboração das tarefas do dia-a-dia…” aponta.
No concelho de Macedo de Cavaleiros, o radar social já foi apresentado em pelo menos 10 freguesias. A ideia é que esta equipa possa ser uma espécie de mediadora da população.
“O objetivo do projeto, no fundo, é ser o, digamos, o elo de ligação entre a pessoa sinalizada e as entidades a nível local, de forma a poder mediante de cada situação e cada caso, poderem encaminhar, essas situações da forma mais correta”, refere Claúdio Santos.
O presidente da Junta de Freguesia de Sezulfe, Jorge Pinto, destacou a importância do radar social, no terreno, visto que nas freguesias há população cada vez mais idosa.
“Acho que faz todo o sentido, todos os projetos que possam ser personalizados, digamos assim, porque cada caso é diferente, as pessoas que não sabem onde se dirigir, não sabem como devem proceder. Grande parte das vezes tentam pedir ajuda ao presidente da Junta de Freguesia, que tento encaminhar na medida do possível. Este projeto do município vai dar aqui uma grande ajuda”, sublinha.
Esta quarta-feira, o Radar Social ruma até Lamas e Corujas, para uma sessão pública.
O projeto é financiado no valor de 169302.59 euros, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), investimento RE-CO3-i01 – Nova Geração de Equipamentos e Respostas Sociais, com uma duração de 27 meses.


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