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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sábado, 11 de agosto de 2018

Trabalhadores ganham menos 60 euros no Norte

Salário médio dos trabalhadores por conta de outrem é de 796 euros no Norte, 60 euros abaixo da média do País. 
Foto: Paulo Duarte
O salário médio dos trabalhadores por conta de outrem é de 796 euros no Norte, 60 euros abaixo da média do País.
Os dados, relativos ao ano passado, constam do relatório Norte Estrutura, divulgado ontem pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, e revelam que a população ativa da região recebe, em média, mais 48 euros do que em 2013.
Os dirigentes são os que mais recebem ao fim do mês, com um salário médio de 1585, no Norte do País. Os rendimentos mais baixos são os dos agricultores e pescadores (507 euros) e os dos trabalhadores não qualificados (502 euros). Representam, em conjunto, 183 mil cidadãos nortenhos.
A região contribuiu para o aumento da oferta de emprego no feminino. Havia, no ano passado, mais 25 mil mulheres ativas do que no ano anterior, o que representa a quase totalidade do crescimento de mão de obra feminina no País (cerca de 27 mil). As mulheres representam 48,6 por cento da mão de obra do Norte do País. O desemprego voltou a baixar em 2017 para os 9,8 por cento. 
A sub-região do Douro - que integra 19 concelhos dos distritos de Vila Real, Bragança, Viseu e Guarda - registou o valor mais elevado, com 14,6 por cento. O Alto Minho (Viana do Castelo) tem a taxa mais baixa da região, com 6,7 por cento. Pelo meio ficam o Alto Tâmega (12,9), Trás-os-Montes (10,9), o Tâmega e Sousa (10,5), o Ave (8,1) e o Cávado (7,0). 
A Área Metropolitana do Porto registou uma taxa de desemprego de 10,3 por cento. O desemprego jovem continua a ser preocupante. Três em cada 10 mulheres até aos 25 anos estão sem emprego (30,9 por cento). 
O desemprego jovem masculino ficou nos 21,9 por cento no ano passado.

Manuel Jorge Bento
Correio da Manhã

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