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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

Aprovadas 50 largadas contra a vespa do castanheiro no distrito de Bragança mas produtores temem que sejam poucas

 Foram aprovadas 50 largadas do parasitóide que combate a vespa da galha do castanheiro no distrito de Bragança. No entanto, há produtores que receio de que sejam poucas e que a vespa ganhe terreno este ano.

É o caso de Nuno Diz, produtor de castanhas na aldeia do Parâmio, uma das mais afetadas este ano. “Do que tenho visto, a taxa de ataque da vespa da galha do castanheiro tem sido muito mais forte este ano que no anterior. Não era expectável uma vez que já estão a ser feitas largadas aqui há cerca de seis anos, portanto os parasitóides já devia ter um efeito muito maior sobre a redução desta praga”, apontou.

Nuno Diz lamenta que este setor tenha sido continuamente afetado por problemas. “Tem sido usual todos os anos uma praga assolar a produção de castanha tem sido a septoriose, o bichado, a podridão agora este ano parece que o grande problema da castanha será a vespa da galha do castanheiro, que irá prejudicar em muito a produção de castanha. Esperamos que haja um apoio muito maior das entidades competentes nesta área tendo em vista a fortalecer o combate a esta praga por forma a minimizar os estragos e prejuízos na produção que temos anualmente”, sublinhou.

Para dar conta do que tem sido feito neste particular, a Câmara de Bragança promoveu, na segunda-feira, uma reunião com os presidentes de junta de freguesia do concelho e com Albino Bento, do Centro de Competências dos Frutos Secos, que tem sido responsável pelas largadas do parasitóide no Nordeste Transmontano.

Ao Mensageiro, Albino Bento disse acreditar que o número de largadas previstas são “suficientes”.

“Há dois ou três locais em que temos a presença de vespa, como o Parâmio e uma ou outra aldeia. Mas, em geral, não se veem praticamente galhas. Ainda na semana passada estivemos a fazer largadas em Parada e tivemos de correr vários soutos para se conseguir encontrar um em que existissem galhas em quantidade para que se pudesse fazer a largada.

Muitos dos locais têm a situação controlada mas há uma aldeia ou outra em que temos uma quantidade de vespa com significado”, disse.

O mesmo responsável indica que a situação é similar em todo o país.

António G. Rodrigues

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