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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 17 de maio de 2024

II Bienal de Arte Contemporânea de Trás-os-Montes arranca amanhã

 Desta vez, além de Macedo de Cavaleiros, a bienal chega ainda a Vinhais, Alfândega da Fé e Freixo de Espada à Cinta


Começa amanhã a II edição da “Linha de Água” – Bienal de Arte Contemporânea de Trás-os-Montes. Desta vez, além de Macedo de Cavaleiros, a bienal chega ainda a Vinhais, Alfândega da Fé e Freixo de Espada à Cinta. Combinando exposições com residências artísticas e performances, a bienal vai envolver ainda mais a comunidade da região, artistas e público em geral.

Inês Falcão, uma das curadoras e das directoras artísticas da bienal, explica que o crescimento impunha-se. Além de se estender a outros concelhos há mais artistas a participar. São 150. “Se é uma segunda bienal tínhamos que crescer e esse crescimento tinha que ser significativo, em termos de quantidade, mas acima de tudo de qualidade. A bienal vai contar com de tudo um pouco, vídeo, escultura, cerâmica, pintura e instalações fora da caixa, que vão provocar os macedenses e quem nos visite”.

Inês Falcão diz que a arte tem que ser tão valorizada nestes territórios do Interior como é no Litoral. “Fico muito triste quando as pessoas pensam que em Macedo não se podem ver obras nacionais e internacionais e sobretudo de artistas que são grandes nomes da arte contemporânea”.

A bienal conta com cerca de 10 artistas internacionais e vários locais. “Na primeira bienal isso não aconteceu e foi uma mágoa que senti, não haver artistas locais na primeira bienal porque ela não é só para aqueles artistas que já são muito conhecidos. Os locais também têm que ter a oportunidade de entrar. Foi um pressuposto que defini com os outros nove curadores: trazer estes artistas que não conseguem expor numa galeria ou grande centro urbano”.

A arte chegará a várias aldeias, onde serão construídas algumas intervenções artísticas, em conjunto com a comunidade local, nomeadamente Podence, Santa Combinha, Vale de Prados, Salselas e Vale da Porca.

A bienal começa amanhã, 18 de Maio, e termina dia 30 de Novembro. Conta com quatro parceiros, a Bienal de Vila Nova de Cerveira, o Museu do Douro, A Sociedade Nacional de Belas Artes e o Laboratório de Artes na Montanha – Graça Morais.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves

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