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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 16 de maio de 2024

Picote: FRAUGA expõe “Não te cales”

 A FRAUGA – Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote tem em exposição uma mostra de cartazes da coleção Ephemera “Não te cales! Protesto e reivindicação”, que está em exibição de 11 de maio até 31 de agosto, no piso superior da associação, em Picote.


De acordo com o presidente desta associação, Jorge Lourenço, esta exposição alusiva ao Cinquentenário da revolução do 25 de abril de 1974, insere-se no evento cultural “XIX Encontros da Primavera”, que vai decorrer nos dias 7, 8 e 9 de junho e tem como tema “Artes, Democracia e Futuros”.

“A exposição destes cartazes foi a forma que escolhemos para comemorar os 50 anos do 25 de Abril, olhando para o futuro que toda esta energia torna mais alcançável.”, justificou o dirigente.


A exposição “Não te cales! Protesto e reivindicação nos cartazes do Arquivo Ephemera” visa salientar que uma das principais conquistas da revolução política do abril de 1974 é a liberdade de expressão pública de protestos e reivindicações.

“Com o 25 de abril começou a ser possível afirmar ideias e ideais, sem medo das proibições da censura, das cargas policiais ou das prisões políticas”, disse.

HA

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