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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 1 de novembro de 2026

CIDÕES VOLTOU A ACENDER A MAGIA E O MISTICISMO COM A FESTA DA CABRA E DO CANHOTO

 A aldeia de Cidões, no concelho de Vinhais, voltou a transformar-se num cenário de magia, fogo e tradição com mais uma edição da Festa da Cabra e do Canhoto, realizada este sábado, 31 de outubro. Uma celebração profundamente ligada à cultura popular transmontana que, ano após ano, atrai centenas de visitantes.


Em pleno coração de Trás-os-Montes, a noite ficou marcada por um ambiente envolvente, onde o misticismo, os rituais ancestrais e as manifestações da cultura popular assumem o protagonismo. A festa recupera simbolismos e costumes associados às antigas celebrações de outono, mantendo viva uma tradição que distingue a identidade da aldeia.

Uma das figuras centrais é o “Cabrão”, personagem que desperta a curiosidade e a atenção de quem visita Cidões. No entanto, é a sua queima que constitui um dos momentos mais aguardados da noite, num ritual carregado de simbolismo e que reúne os participantes em torno do fogo.

A programação integrou ainda vários momentos tradicionais, com animação ao longo da noite, incluindo a participação de grupos de gaiteiros e outras expressões da cultura popular, contribuindo para recriar o ambiente característico desta celebração.

A Festa da Cabra e do Canhoto afirma-se, assim, como um momento de valorização do património cultural imaterial e de preservação dos costumes transmitidos entre gerações.

Mais do que uma festa, é uma celebração da memória coletiva e da identidade de uma comunidade que continua a manter vivas as suas tradições e a partilhá-las com quem chega de fora.

Ana Luísa Lopes
Foto: DR

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