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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 25 de outubro de 2026

CCDR NORTE CONHECE PROJETOS DE INVESTIGAÇÃO AGRÍCOLA DESENVOLVIDOS EM BRAGANÇA

 A investigação científica pode ter um papel decisivo no futuro da agricultura do Norte, desde a adaptação às alterações climáticas até à valorização dos produtos regionais. Foi este o foco da visita do vice-presidente da CCDR NORTE, Paulo Ramalho, ao Centro de Investigação de Montanha (CIMO), da Universidade Politécnica de Bragança, uma unidade classificada como Excelente pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).


Com mais de 100 projetos ativos e uma comunidade de 315 membros, entre os quais 170 estudantes de doutoramento, o CIMO desenvolve investigação orientada para os desafios da agricultura, da gestão dos recursos naturais e da valorização dos produtos endógenos.

Durante a visita, foram apresentados projetos em áreas estratégicas para a região, incluindo a gestão do pastoreio em zonas de montanha, a valorização de variedades autóctones de oliveira e amendoeira, a proteção do castanheiro e o desenvolvimento de soluções para uma viticultura mais sustentável e resistente às alterações climáticas.

Paulo Ramalho destacou a importância de aproximar o conhecimento científico dos agricultores, defendendo que uma maior ligação às universidades e aos centros de investigação é essencial para acelerar a aplicação de novas soluções no terreno. O responsável considerou ainda o CIMO um exemplo de investigação direcionada para os desafios atuais do setor agrícola.

Num contexto marcado pelas alterações climáticas e pela transformação digital, a ligação entre ciência e agricultura assume uma importância crescente para reforçar a competitividade das explorações, melhorar a sustentabilidade e aumentar a capacidade de adaptação dos produtores do Norte.

Ana Luísa Lopes
Foto: DR

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