Com mais de 100 projetos ativos e uma comunidade de 315 membros, entre os quais 170 estudantes de doutoramento, o CIMO desenvolve investigação orientada para os desafios da agricultura, da gestão dos recursos naturais e da valorização dos produtos endógenos.
Durante a visita, foram apresentados projetos em áreas estratégicas para a região, incluindo a gestão do pastoreio em zonas de montanha, a valorização de variedades autóctones de oliveira e amendoeira, a proteção do castanheiro e o desenvolvimento de soluções para uma viticultura mais sustentável e resistente às alterações climáticas.
Paulo Ramalho destacou a importância de aproximar o conhecimento científico dos agricultores, defendendo que uma maior ligação às universidades e aos centros de investigação é essencial para acelerar a aplicação de novas soluções no terreno. O responsável considerou ainda o CIMO um exemplo de investigação direcionada para os desafios atuais do setor agrícola.
Num contexto marcado pelas alterações climáticas e pela transformação digital, a ligação entre ciência e agricultura assume uma importância crescente para reforçar a competitividade das explorações, melhorar a sustentabilidade e aumentar a capacidade de adaptação dos produtores do Norte.

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