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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Uma oferta por cada 89 desempregados em Trás-os-Montes

Trás-os-Montes recebeu 242 ofertas de trabalho, para mais de 21 mil desempregados, em dezembro. Só três concelhos têm menos desemprego do que a média nacional.
Por Trás-os-Montes, o desemprego grassa mais do que no global do país. Ao ritmo a que as ofertas de trabalho surgem nos centros de emprego, seriam precisos sete anos para os pôr todos a trabalhar.
Só uma parte dos empregos vagos é entregue pelas empresas aos centros de emprego, mas as ofertas registadas no mês de dezembro do ano passado, em Trás-os-Montes, ilustram o tipo de perspetivas abertas a quem quer trabalhar: no último mês do ano passado, as empresas pediram 242 empregados para um total de 21 515 desempregados. Se esse ritmo se replicasse e não houvesse novos desempregados, seriam precisos sete anos para dar trabalho a todas as pessoas que o procuram.
Em pior situação estão os habitantes de Carrazeda de Ansiães, Mesão Frio, Mogadouro, Murça e Peso da Régua: em dezembro, não foi lá entregue qualquer oferta de trabalho.
Quase todos no vermelho
O número de pessoas a precisar de trabalhar, por seu turno, aumenta em Trás-os-Montes, tal como no resto do país. Dos 26 concelhos dos distritos de Vila Real e Bragança, só três - Montalegre, Vimioso e Miranda do Douro - têm uma taxa de desemprego menor do que a média nacional. Todos os outros entram no vermelho, com destaque para Mesão Frio: são "só" meio milhar de desempregados, mas com uma população ativa inferior a duas mil pessoas, a taxa de desemprego dispara para 27%.
Não se trata aqui da taxa de desemprego oficial, que não é medida para os municípios, mas sim de cálculos feitos pelo JN, tendo por base a população ativa apurada pelo Instituto de Estatística no Censos de 2011 e o número de inscritos nos centros do Instituto de Emprego em dezembro do ano passado.
Entre os dois extremos estão muitos outros concelhos. Se o país tem uma taxa de desemprego (calculada da forma já descrita) de 14%, a Região Norte sobe para 17%. E em Trás-os-Montes onze municípios igualam ou superam o Norte. É o caso de Freixo de Espada à Cinta, Mondim de Basto, Ribeira de Pena, Mirandela e Peso da Régua, todos com desemprego acima dos 17%. A lista negra é fechada pelo caso extremo de Mesão Frio, com os seus 27% de desemprego.

in:jn.pt

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