É necessário rentabilizar os aeródromos de Vila Real e Bragança de forma a trazer para a região os turistas que chegam ao aeroporto Sá Carneiro, no Porto. Esta foi a ideia defendida pelo presidente do Turismo Porto e Norte de Portugal durante as comemorações do Dia do Turismo, que decorreram no sábado, no nordeste transmontano.
Melchior Moreira apela aos autarcas e à Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes que resolvam rapidamente o problema da acessibilidade aérea na região. “Nós temos hoje em Trás-os-Montes dois aeródromos que estão inactivos. Não pode continuar a acontecer a inactividade destas duas estruturas aeroportuárias. Nós temos condições de poder transportar grande parte das “low-cost” que chegam ao aeroporto Sá Carneiro para o nordeste transmontano. Temos que rapidamente resolver o problema da acessibilidade aérea para trazer mais turistas e empresários que querem investir na região”, frisa o responsável.
O presidente do Turismo Porto e Norte criticou ainda o facto de não haver áreas de descanso no IC5 e de existirem zonas com fraca cobertura de rede móvel. “Sinto alguma tristeza porque ao longo do IC5 não temos uma área de descanso. Não temos uma zona que nos possibilite ver esta paisagem magnífica, única de Trás-os-Montes. Há também uma questão de segurança extremamente importante que é o facto de a rede móvel ser fraca e temos também de trabalhar esse aspecto”, sublinha Melchior Moreira.
Declarações à margem da inauguração da Loja Interactiva de Turismo de Mogadouro.
A primeira loja do nordeste transmontano que faz parte do projecto do lojas interactivas do Turismo Porto e Norte, considerada única a nível mundial. Além dos turistas poderem aceder à informação com apoio das novas tecnologias 24 horas por dia, todas as lojas estão em rede, permitindo aos turistas aceder à informação de cada município em sair da mesma loja. Nestas lojas é ainda associada a venda produtos regionais.
O presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, Francisco Guimarães, não tem dúvidas de que a loja interactiva vai ser uma grande ajuda para dinamizar o turismo do concelho. “Mogadouro tem um património riquíssimo cultural, gastronómico, paisagístico…Tínhamos que, dalguma forma conseguir chegar mais longe. Esta foi a forma que entendemos que seria mais fácil de chegar a tão longe a tão belas terras que são as terras transmontanas.
O Turismo é o polo de desenvolvimento estratégico para a nossa região e para o concelho de Mogadouro”, considera o autarca.
Até Maio do próximo ano, o Turismo Porto e Norte espera ter a rede de lojas interactivas implementada em todo o nordeste transmontano. As comemorações do Dia do Turismo ficaram ainda marcadas pela assinatura de um protocolo entre a Associação de Municípios da Terra Fria do Nordeste Transmontano e o Turismo Porto e Norte de Portuga. Hernâni Dias, presidente desta associação que está agora a promover as “Escapadinhas de Outono” da Rota da Terra Fria, acredita que esta parceria vai permitir atrair mais turistas à região. “O Turismo Porto e Norte Portugal estará também com esta ideia de promoção da Rota da Terra Fria. O importante é que consigamos chegar a cada vez mais pessoas. Dessa forma conseguiremos estar próximos do mercado e de potenciais clientes”, sublinha Hernâni Dias. As comemorações do Dia do Turismo, foram organizadas pelo Turismo Porto e Norte em parceria com a Comunidade Intermunicipal de Trás-os-Montes.
A par destas comemorações também a diocese de Bragança-Miranda assinalou o Dia do Turismo. Um dos pontos altos foi o lançamento da 3ª edição filatélica “Rota das Catedrais” na Concatedral de Miranda do Douro. Uma projecto dos CTT Portugal em parceria com a Conferência Episcopal Portuguesa e que seleccionou três catedrais da diocese Bragança-Miranda. Além da Concatedral de Miranda, fazem parte desta emissão de selos a Catedral e a Sé antiga de Bragança, o que faz com que esta seja a diocese do país com mais catedrais estampadas em selo. Para o bispo, D.José Cordeiro este é um excelente meio de promover o património religioso. “É uma forma de divulgação da nossa beleza, o nosso património e é uma forma de comunicar positivamente o património, a arte e a fé”, considera o bispo diocesano.
No dia do turismo a Diocese Bragança-Miranda apresentou ainda o site da Pastoral do Turismo e o projecto do Quiosque Multimédia que será colocado no interior da Concatedral de Miranda do Douro no próximo mês, de forma a dar mais informações aos turistas sobre o património religioso da diocese.
Escrito por Brigantia
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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
domingo, 28 de setembro de 2014
Incêndio destrói por completo uma habitação na Póvoa, Miranda do Douro
Uma casa de habitação foi hoje completamente consumida pelas chamas na aldeia da Póvoa, no Concelho trasmontano de Miranda do Douro, contudo não há desalojados, disse hoje há Lusa fonte dos bombeiros.
De acordo com o comandante dos bombeiros de Miranda do Douro disse que o alerta foi dado para a corporação informando que tratava de um incêndio numa chaminé.
"Quando chegados ao local já a habitação estava completamente tomada pelas chamas. A casa tinha sido recuperada recentemente e o seu interior era construído essencialmente em madeira, desde o teto aos soalhos pelo que a chamas alastraram rapidamente", disse Luís Martins.
O alerta foi dado por um popular vizinho da habitação por volta das 21:35 horas.
Os bombeiros centraram os seus esforços para que as chamas não alertassem a habitações e um armazém contíguo.
No combate às chamas estiveram 17 bombeiros apoiados por seis viaturas.
FYP // VC
Lusa/fim
De acordo com o comandante dos bombeiros de Miranda do Douro disse que o alerta foi dado para a corporação informando que tratava de um incêndio numa chaminé.
"Quando chegados ao local já a habitação estava completamente tomada pelas chamas. A casa tinha sido recuperada recentemente e o seu interior era construído essencialmente em madeira, desde o teto aos soalhos pelo que a chamas alastraram rapidamente", disse Luís Martins.
O alerta foi dado por um popular vizinho da habitação por volta das 21:35 horas.
Os bombeiros centraram os seus esforços para que as chamas não alertassem a habitações e um armazém contíguo.
No combate às chamas estiveram 17 bombeiros apoiados por seis viaturas.
FYP // VC
Lusa/fim
Em Vinhais desempregados obrigados a despesas sem ganhar subsídio
A condição de desempregado obriga a deslocações periódicas aos centros de emprego com custos para quem vive em aldeias como as de Vinhais, em Trás-os-Montes, mesmo que nada receba, sob pena de ver a inscrição anulada.
Todos os que se encontram inscritos nos centros de emprego recebem periodicamente convocatórias para se apresentarem nos serviços iguais àquela que chegou aos desempregados de Vinhais, no distrito de Bragança, a solicitar a comparência, no dia 24 de setembro, numa sessão de encaminhamento para curso de formação profissional.
A sessão foi conduzida por um técnico do Serviço de Emprego de Bragança que se deslocou à Casa do Povo do concelho de Vinhais para receber os desempregados.
A Lusa falou com vários dos convocados, todos residentes fora da sede de concelho que tiveram de pagar transporte e alimentação ou suportar o custo da deslocação em carro próprio e nenhum dos entrevistados recebe subsídio de desemprego.
Mariana Figueiredo, de Rebordelo, chegou a reclamar da jeira de 40 euros e dos sete euros e vinte cêntimos que gastou no autocarro.
"Perdi a jeira para vir para aqui, ninguém me vai pagar nem os transportes nem o meu dia e eu vivo de 150 euros, sou uma mulher viúva, tenho um filho de 19 anos em casa comigo e é esta miséria, não estão a respeitar a dignidade dos pobres", desabafou.
Está a gastar dinheiro que lhe faz falta e sem perspetivas numa região onde "é muito difícil arranjar emprego e só quem tenha padrinhos é que se safa".
Cursos de formação profissional é o que lhe propõem, agora que não pagam "quase nada".
"Eu quantas vezes me inscrevi em tantos cursos, mas como era (pagavam) 500 euros, eram para quem eles queriam, agora como são nada, cento e pouco (euros), já é para todos, aceitam tudo de toda a maneira e feitio", apontou.
Comparece às convocatórias porque caso contrário "suspendiam a inscrição" como adverte a carta enviada aos desempregados.
" A sua não-comparência ou posterior recusa em participar pode implicar (...) a anulação da sua inscrição para emprego (...) a impossibilidade de revalidação nos 90 dias seguintes", lê-se no documento.
Maria Antónia dos Santos, de Vilar Seco, já foi convocada várias vezes e paga seis euros e quarenta a cêntimos de carreira para comparecer.
Não recebe subsídio de desemprego e desta vez até teve sorte porque a convocatória coincidiu com o dia (quarta-feira) em que há transporte à hora de almoço. Nos restantes só tem um autocarro pela manhã e outro à noite para o regresso.
A falta de transporte é a razão invocada por Fátima dos Santos, de Vilar Seco, para recusar frequentar cursos na sede de concelho.
"Devia ser na aldeia, agora aqui os transportes não dão", defendeu.
Delfina Morais, de Rebordelo, chegou sem qualquer expetativa em relação a esta sessão.
"Eu não adianto vir aqui, já vim cá tantas vezes", contou à Lusa, queixando-se da viagem, das despesas, do dia perdido e da filha deficiente que ficou sozinha na aldeia.
Aniceto Pires, de Vilarinho de Lomba, deslocou-se em viatura própria e já está habituado a estas convocatórias e aos cursos. Já fez dois e "não valem para nada".
"Isto é para passar o tempo", considerou.
Manuel Padeiro, de Travanca, só pede "qualquer coisa" para trabalhar, "nem que seja para limpar pinheiros, estradas, as valetas da freguesia".
"Eu pego em qualquer coisa desde que tenha uma ocupação e como é óbvio um vencimento", garante este homem com 53 anos, desempregado há sete.
Tem dois filhos também desempregados, a esposa é agricultora e vai sobrevivendo com os subsídios pagos pela União Europeia.
Mantém a inscrição no Centro de Emprego " porque pode haver alguma coisa que venha através da câmara ou da junta de freguesia ou alguma entidade e se a pessoa está inscrita pode eventualmente vir a beneficiar dessa parte".
Lorete Batista, de Sobreiró de Baixo, é a terceira vez que é chamada este ano e entende que "não se justificam estas convocatórias tantas vezes, sem resolver o problema" porque as pessoas "têm despesas".
Poucos minutos depois de entrarem na sala onde os esperava um técnico, os desempregados começaram a sair.
Lá dentro, foi-lhes proposta a frequência de um curso, mas a maioria recusou. O transporte "não dá".
Agora têm de pedir uma declaração ao presidente da junta para entregar no Centro de Emprego "em que diga que não têm transportes" para se deslocar.
Têm cinco dias para entregar a declaração, caso contrário a inscrição é anulada.
"Isto é apenas uma armadilha, um propósito para que as pessoas faltarem às convocatórias para que assim anulem a sua inscrição e de três em três meses vão anulando aqui uma, em Vimioso mais duas ou três, em Mirandela outras tantas, e no final do trimestre no Distrito de Bragança têm aqui menos 20 ou 30 desempregados na estatística, o que na realidade não são", acusou o presidente da concelhia do PS de Vinhais.
Pedro Miranda denunciou recentemente esta situação dos desempregados e defende que "em vez de serem as pessoas a deslocar-se à sede de concelho, que sejam os técnicos do centro de emprego a ir às freguesias".
Lusa
Todos os que se encontram inscritos nos centros de emprego recebem periodicamente convocatórias para se apresentarem nos serviços iguais àquela que chegou aos desempregados de Vinhais, no distrito de Bragança, a solicitar a comparência, no dia 24 de setembro, numa sessão de encaminhamento para curso de formação profissional.
A sessão foi conduzida por um técnico do Serviço de Emprego de Bragança que se deslocou à Casa do Povo do concelho de Vinhais para receber os desempregados.
A Lusa falou com vários dos convocados, todos residentes fora da sede de concelho que tiveram de pagar transporte e alimentação ou suportar o custo da deslocação em carro próprio e nenhum dos entrevistados recebe subsídio de desemprego.
Mariana Figueiredo, de Rebordelo, chegou a reclamar da jeira de 40 euros e dos sete euros e vinte cêntimos que gastou no autocarro.
"Perdi a jeira para vir para aqui, ninguém me vai pagar nem os transportes nem o meu dia e eu vivo de 150 euros, sou uma mulher viúva, tenho um filho de 19 anos em casa comigo e é esta miséria, não estão a respeitar a dignidade dos pobres", desabafou.
Está a gastar dinheiro que lhe faz falta e sem perspetivas numa região onde "é muito difícil arranjar emprego e só quem tenha padrinhos é que se safa".
Cursos de formação profissional é o que lhe propõem, agora que não pagam "quase nada".
"Eu quantas vezes me inscrevi em tantos cursos, mas como era (pagavam) 500 euros, eram para quem eles queriam, agora como são nada, cento e pouco (euros), já é para todos, aceitam tudo de toda a maneira e feitio", apontou.
Comparece às convocatórias porque caso contrário "suspendiam a inscrição" como adverte a carta enviada aos desempregados.
" A sua não-comparência ou posterior recusa em participar pode implicar (...) a anulação da sua inscrição para emprego (...) a impossibilidade de revalidação nos 90 dias seguintes", lê-se no documento.
Maria Antónia dos Santos, de Vilar Seco, já foi convocada várias vezes e paga seis euros e quarenta a cêntimos de carreira para comparecer.
Não recebe subsídio de desemprego e desta vez até teve sorte porque a convocatória coincidiu com o dia (quarta-feira) em que há transporte à hora de almoço. Nos restantes só tem um autocarro pela manhã e outro à noite para o regresso.
A falta de transporte é a razão invocada por Fátima dos Santos, de Vilar Seco, para recusar frequentar cursos na sede de concelho.
"Devia ser na aldeia, agora aqui os transportes não dão", defendeu.
Delfina Morais, de Rebordelo, chegou sem qualquer expetativa em relação a esta sessão.
"Eu não adianto vir aqui, já vim cá tantas vezes", contou à Lusa, queixando-se da viagem, das despesas, do dia perdido e da filha deficiente que ficou sozinha na aldeia.
Aniceto Pires, de Vilarinho de Lomba, deslocou-se em viatura própria e já está habituado a estas convocatórias e aos cursos. Já fez dois e "não valem para nada".
"Isto é para passar o tempo", considerou.
Manuel Padeiro, de Travanca, só pede "qualquer coisa" para trabalhar, "nem que seja para limpar pinheiros, estradas, as valetas da freguesia".
"Eu pego em qualquer coisa desde que tenha uma ocupação e como é óbvio um vencimento", garante este homem com 53 anos, desempregado há sete.
Tem dois filhos também desempregados, a esposa é agricultora e vai sobrevivendo com os subsídios pagos pela União Europeia.
Mantém a inscrição no Centro de Emprego " porque pode haver alguma coisa que venha através da câmara ou da junta de freguesia ou alguma entidade e se a pessoa está inscrita pode eventualmente vir a beneficiar dessa parte".
Lorete Batista, de Sobreiró de Baixo, é a terceira vez que é chamada este ano e entende que "não se justificam estas convocatórias tantas vezes, sem resolver o problema" porque as pessoas "têm despesas".
Poucos minutos depois de entrarem na sala onde os esperava um técnico, os desempregados começaram a sair.
Lá dentro, foi-lhes proposta a frequência de um curso, mas a maioria recusou. O transporte "não dá".
Agora têm de pedir uma declaração ao presidente da junta para entregar no Centro de Emprego "em que diga que não têm transportes" para se deslocar.
Têm cinco dias para entregar a declaração, caso contrário a inscrição é anulada.
"Isto é apenas uma armadilha, um propósito para que as pessoas faltarem às convocatórias para que assim anulem a sua inscrição e de três em três meses vão anulando aqui uma, em Vimioso mais duas ou três, em Mirandela outras tantas, e no final do trimestre no Distrito de Bragança têm aqui menos 20 ou 30 desempregados na estatística, o que na realidade não são", acusou o presidente da concelhia do PS de Vinhais.
Pedro Miranda denunciou recentemente esta situação dos desempregados e defende que "em vez de serem as pessoas a deslocar-se à sede de concelho, que sejam os técnicos do centro de emprego a ir às freguesias".
Lusa
Prédio de 23 apartamentos pode ser demolido devido a licença ilegal
A Câmara Municipal de Mirandela pode vir a ser obrigada a demolir um prédio de 23 apartamentos, situado na Quinta do Canal, junto à ribeira de Carvalhais e a indemnizar os moradores.
Poderá ser uma das consequências da decisão do tribunal ter considerado ilegal a licença de construção concedida pelo Município, em 1999. A outra passa pela indemnização ao contestatário que poderá rondar os cinco milhões de euros.
No entanto, o executivo camarário ainda pode contestar a execução da decisão, para tentar evitar a demolição.
O atual presidente do Município, António Branco, não esconde a preocupação com este caso que já se arrasta há 15 anos nos tribunais e revela que vai continuar a esgrimir argumentos em tribunal, podendo alegar o interesse público e a possibilidade de alteração do Plano Diretor Municipal
Os moradores foram surpreendidos com esta decisão, não escondem que estão preocupados, mas acreditam que vai imperar o bom senso
José Francisco Dias e Sónia Mendonça, dois dos moradores no prédio do Canal, preocupados com o desenrolar deste processo que vai seguir no tribunal administrativo e fiscal de Mirandela.
Aguardam com natural ansiedade o desfecho deste caso que já tem 15 anos.
Informação CIR (Terra Quente)
Poderá ser uma das consequências da decisão do tribunal ter considerado ilegal a licença de construção concedida pelo Município, em 1999. A outra passa pela indemnização ao contestatário que poderá rondar os cinco milhões de euros.
No entanto, o executivo camarário ainda pode contestar a execução da decisão, para tentar evitar a demolição.
O atual presidente do Município, António Branco, não esconde a preocupação com este caso que já se arrasta há 15 anos nos tribunais e revela que vai continuar a esgrimir argumentos em tribunal, podendo alegar o interesse público e a possibilidade de alteração do Plano Diretor Municipal
Os moradores foram surpreendidos com esta decisão, não escondem que estão preocupados, mas acreditam que vai imperar o bom senso
José Francisco Dias e Sónia Mendonça, dois dos moradores no prédio do Canal, preocupados com o desenrolar deste processo que vai seguir no tribunal administrativo e fiscal de Mirandela.
Aguardam com natural ansiedade o desfecho deste caso que já tem 15 anos.
Informação CIR (Terra Quente)
Começaram as vindimas!
A Campanha 2014 da entrega das uvas na Cooperativa Agrícola de Macedo de Cavaleiros iniciou com êxito.
Segundo Luís Rodrigues,membro da Cooperativa, este ano espera-se um volume de vendas idêntico ao do ano anterior, com muita qualidade.
O Repórter Rui Costa este no arranque desta campanha e ouviu
os primeiros produtores que entregaram as suas uvas.
O primeiro produtor a chegar chama-se Bernardo. É natural dos Cortiços, e recorda que antigamente a família chegou a produzir 100 mil quilos de uvas; agora não produzem tanto, mas este ano a colheita foi melhor do que em 2013.
O segundo produtor foi Patrício Teixeira, de Vilarinho de Agrochão. Também fez uma boa vindima. Apesar da chuva, está satisfeito com o resultado final e acrescenta que o dia da apanha das uvas é de festa na localidade.
Ao longo desta campanha espera-se que centenas de produtores entreguem as uvas na Cooperativa de Macedo de Cavaleiros.
ONDA LIVRE
Segundo Luís Rodrigues,membro da Cooperativa, este ano espera-se um volume de vendas idêntico ao do ano anterior, com muita qualidade.
O Repórter Rui Costa este no arranque desta campanha e ouviu
os primeiros produtores que entregaram as suas uvas.
O primeiro produtor a chegar chama-se Bernardo. É natural dos Cortiços, e recorda que antigamente a família chegou a produzir 100 mil quilos de uvas; agora não produzem tanto, mas este ano a colheita foi melhor do que em 2013.
O segundo produtor foi Patrício Teixeira, de Vilarinho de Agrochão. Também fez uma boa vindima. Apesar da chuva, está satisfeito com o resultado final e acrescenta que o dia da apanha das uvas é de festa na localidade.
Ao longo desta campanha espera-se que centenas de produtores entreguem as uvas na Cooperativa de Macedo de Cavaleiros.
ONDA LIVRE
Vai à merda João !!! - por Carlos Paz, Professor Universitário no ISEG
Carta Aberta a um MENTECAPTO (João César das Neves)
Meu Caro João,
Ouvi-te brevemente nos noticiários da TSF no fim-de-semana e não acreditei no que estava a ouvir.
Confesso que pensei que fossem “excertos”, fora de contexto, de alguém a tentar destruir o (pouco) prestígio de economista (que ainda te resta).
Mas depois tive a enorme surpresa: fui ler, no Diário de Notícias a tua entrevista (ou deverei dizer: o arrazoado de DISPARATES que resolveste vomitar para os microfones de quem teve a suprema paciência de te ouvir). E, afinal, disseste mesmo aquilo que disseste, CONVICTO e em contexto.
Tu não fazes a menor ideia do que é a vida fora da redoma protegida em que vives:
- Não sabes o que é ser pobre;
- Não sabes o que é ter fome;
- Não sabes o que é ter a certeza de não ter um futuro.
Pior que isso, João, não sabes, NEM QUERES SABER!
Limitas-te a vomitar ódio sobre TODOS aqueles que não pertencem ao teu meio. Sobes aquele teu tom de voz nasalado (aqui para nós que ninguém nos ouve: um bocado amaricado) para despejares a tua IGNORÂNCIA arvorada em ciência.
Que de Economia NADA sabes, isso já tinha sido provado ao longo dos MUITOS anos em que foste assessor do teu amigo Aníbal e o ajudaste a tomar as BRILHANTES decisões de DESTRUIR o Aparelho Produtivo Nacional (Indústria, Agricultura e Pescas).
És tu (com ele) um dos PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS de sermos um País SEM FUTURO.
De Economia NADA sabes e, pelos vistos, da VIDA REAL, sabes ainda MENOS!
João, disseste coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “A MAIOR PARTE dos Pensionistas estão a fingir que são Pobres!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Mais de 85% das Pensões pagas em Portugal são INFERIORES a 500 Euros por mês (bem sei que algumas delas são cumulativas – pessoas que recebem mais que uma “pensão” - , mas também sei que, mesmo assim, 65% dos Pensionistas recebe MENOS de 500 Euros por mês).
Pior, João, TU TAMBÉM sabes. E, mesmo assim, tens a LATA de dizer que a MAIORIA está a FINGIR que é Pobre?
Estarás tu bom da cabeça, João?
João, disseste mais coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo:“Subir o salário mínimo é ESTRAGAR a vida aos Pobres!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Na tua opinião, “obrigar os empregadores a pagar um salário maior” (as palavras são exactamente as tuas) estraga a vida aos desempregados não qualificados. O teu raciocínio: se o empregador tiver de pagar 500 euros por mês em vez de 485, prefere contratar um Licenciado (quiçá um Mestre ou um Doutor) do que um iletrado. Isto é um ABSURDO tão grande que nem é possível comentar!
Estarás tu bom da cabeça, João?
João, disseste outras coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “Ainda não se pediram sacrifícios aos Portugueses!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Ainda não se pediram sacrifícios?!?
Em que País vives tu, João?
Um milhão de desempregados;
Mais de 10 mil a partirem TODOS os meses para o Estrangeiro;
Empresas a falirem TODOS os dias;
Casas entregues aos Bancos TODOS os dias;
Famílias a racionarem a comida, os cuidados de saúde, as despesas escolares e, mesmo assim, a ACUMULAREM dívidas a TODA a espécie de Fornecedores.
Em que País vives tu, João?
Estarás tu bom da cabeça, João?
Mas, João, a meio da famosa entrevista, deixaste cair a máscara:“Vamos ter de REDUZIR Salários!”
Pronto! Assim dá para perceber. Foi só para isso que lá foste despejar os DISPARATES todos que despejaste.
Tinhas de TRANSMITIR O RECADO daqueles que TE PAGAM: “há que reduzir os salários!”.
Afinal estás bom da cabeça, João.
Disseste TUDO aquilo perfeitamente pensado. Cumpriste aquilo para que te pagam os teus amigos da Opus Dei (a que pertences), dos Bancos (que assessoras), das Grandes Corporações (que te pagam Consultorias).
Foste lá para transmitir o recado: “há que reduzir salários!”.
Assim já se percebe a figura de mentecapto a que te prestaste.
E, assim, já mereces uma resposta:
- Vai à MERDA, João!
Meu Caro João,
Ouvi-te brevemente nos noticiários da TSF no fim-de-semana e não acreditei no que estava a ouvir.
Confesso que pensei que fossem “excertos”, fora de contexto, de alguém a tentar destruir o (pouco) prestígio de economista (que ainda te resta).
Mas depois tive a enorme surpresa: fui ler, no Diário de Notícias a tua entrevista (ou deverei dizer: o arrazoado de DISPARATES que resolveste vomitar para os microfones de quem teve a suprema paciência de te ouvir). E, afinal, disseste mesmo aquilo que disseste, CONVICTO e em contexto.
Tu não fazes a menor ideia do que é a vida fora da redoma protegida em que vives:
- Não sabes o que é ser pobre;
- Não sabes o que é ter fome;
- Não sabes o que é ter a certeza de não ter um futuro.
Pior que isso, João, não sabes, NEM QUERES SABER!
Limitas-te a vomitar ódio sobre TODOS aqueles que não pertencem ao teu meio. Sobes aquele teu tom de voz nasalado (aqui para nós que ninguém nos ouve: um bocado amaricado) para despejares a tua IGNORÂNCIA arvorada em ciência.
Que de Economia NADA sabes, isso já tinha sido provado ao longo dos MUITOS anos em que foste assessor do teu amigo Aníbal e o ajudaste a tomar as BRILHANTES decisões de DESTRUIR o Aparelho Produtivo Nacional (Indústria, Agricultura e Pescas).
És tu (com ele) um dos PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS de sermos um País SEM FUTURO.
De Economia NADA sabes e, pelos vistos, da VIDA REAL, sabes ainda MENOS!
João, disseste coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “A MAIOR PARTE dos Pensionistas estão a fingir que são Pobres!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Mais de 85% das Pensões pagas em Portugal são INFERIORES a 500 Euros por mês (bem sei que algumas delas são cumulativas – pessoas que recebem mais que uma “pensão” - , mas também sei que, mesmo assim, 65% dos Pensionistas recebe MENOS de 500 Euros por mês).
Pior, João, TU TAMBÉM sabes. E, mesmo assim, tens a LATA de dizer que a MAIORIA está a FINGIR que é Pobre?
Estarás tu bom da cabeça, João?
João, disseste mais coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo:“Subir o salário mínimo é ESTRAGAR a vida aos Pobres!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Na tua opinião, “obrigar os empregadores a pagar um salário maior” (as palavras são exactamente as tuas) estraga a vida aos desempregados não qualificados. O teu raciocínio: se o empregador tiver de pagar 500 euros por mês em vez de 485, prefere contratar um Licenciado (quiçá um Mestre ou um Doutor) do que um iletrado. Isto é um ABSURDO tão grande que nem é possível comentar!
Estarás tu bom da cabeça, João?
João, disseste outras coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “Ainda não se pediram sacrifícios aos Portugueses!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Ainda não se pediram sacrifícios?!?
Em que País vives tu, João?
Um milhão de desempregados;
Mais de 10 mil a partirem TODOS os meses para o Estrangeiro;
Empresas a falirem TODOS os dias;
Casas entregues aos Bancos TODOS os dias;
Famílias a racionarem a comida, os cuidados de saúde, as despesas escolares e, mesmo assim, a ACUMULAREM dívidas a TODA a espécie de Fornecedores.
Em que País vives tu, João?
Estarás tu bom da cabeça, João?
Mas, João, a meio da famosa entrevista, deixaste cair a máscara:“Vamos ter de REDUZIR Salários!”
Pronto! Assim dá para perceber. Foi só para isso que lá foste despejar os DISPARATES todos que despejaste.
Tinhas de TRANSMITIR O RECADO daqueles que TE PAGAM: “há que reduzir os salários!”.
Afinal estás bom da cabeça, João.
Disseste TUDO aquilo perfeitamente pensado. Cumpriste aquilo para que te pagam os teus amigos da Opus Dei (a que pertences), dos Bancos (que assessoras), das Grandes Corporações (que te pagam Consultorias).
Foste lá para transmitir o recado: “há que reduzir salários!”.
Assim já se percebe a figura de mentecapto a que te prestaste.
E, assim, já mereces uma resposta:
- Vai à MERDA, João!
sábado, 27 de setembro de 2014
Enigmático "2" gravado pela natureza desperta histórias e lendas em Miranda do Douro
Um enigmático algarismo "2" gravado pela natureza na imponente Fraga Amarela, na margem espanhola do rio Douro em frente à cidade de Miranda do Douro, desperta diariamente a curiosidade de centenas de visitantes que passam pela cidade nordestina.
Explicações e lendas sobre o fenómeno natural, ou mera ilusão ótica, estão a alimentar a discussão no seio dos visitantes, numa ação promovida pela autarquia mirandesa através das redes socais.
"Quem conseguir ver o '2' tem casamento em Miranda. Quem não conseguir vê-lo não casa", garantiu à Lusa Helena Silva, uma habitante em Miranda do Douro.
Esta tem sido uma das histórias mais divulgadas e mais replicadas por toda a região.
De acordo com uma descrição deste fenómeno natural feita pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, na Fraga Amarela, uma enorme superfície vertical de tons amarelos, ocres e pardos associados a presença de líquenes e musgos, encontra-se o algarismo '2' que só com uma observação atenta se consegue detetar.
Esta dificuldade em visualizar o "misterioso" algarismo levanta uma série de lendas.
António Rodrigues Mourinho, um dos mais conceituados investigadores das tradições da história das "Terras de Miranda", refere que tudo isto "não passa de uma ilusão ótica e de um fenómeno natural. Porém, as lendas existem".
"Há quem defenda que o '2' está associado aos dois reinos, ou seja, o reino de Portugal e o de Espanha. No entanto, também há quem aponte para a existência de línguas: o mirandês e o português. Outra das lendas recai sobre a junção dos rios Douro e Fresno que correm nas imediações da cidade", explicou.
De acordo com o investigador, a primeira fotografia que retrata aquele "fenómeno natural" remonta ao início do século XX, mas afirma que nunca viu nenhuma referência ao assunto escrita nos livros e documentos históricos do concelho.
Atualmente, e com as novas tecnologias, as fotografias que circulam na internet são às centenas, mas nem sempre é possível tirar um bom retrato, dada a mistura de luz e a necessidade de aproximação adequada ao "Penedo Amarelo".
Após um pequeno périplo pelo centro histórico da antiga sede de diocese, depressa se encontra quem indique o caminho aos visitantes que passam pela "cidade Museu do Nordeste Transmontano" para ver a Sé, o Menino Jesus da Cartolinha, e claro, o "2".
"Muitas são as pessoas que passam pela minha loja e me perguntam qual é o melhor local para ver o '2', já que ele só é visível com a luz certa e do local ideal", frisou José Pires, um comerciante instalado na zona histórica de Miranda do Douro.
Segundo dados fornecido à Lusa, passam pela catedral de Miranda do Douro cerca de mil visitantes/ano e quase todos se mostram interessados em ver o famoso "2".
O presidente da Câmara de Miranda do Douro, Artur Nunes, explica há muita gente que vê este fenómeno mas muitos outros não, o que desperta "paixões".
"Não se percebe muito bem a origem do algarismo, havendo toda uma história e muitas lendas em torno do '2' que são, atrativo para Miranda do Douro ", concluiu.
FYP // MSP
Lusa/fim
Explicações e lendas sobre o fenómeno natural, ou mera ilusão ótica, estão a alimentar a discussão no seio dos visitantes, numa ação promovida pela autarquia mirandesa através das redes socais.
"Quem conseguir ver o '2' tem casamento em Miranda. Quem não conseguir vê-lo não casa", garantiu à Lusa Helena Silva, uma habitante em Miranda do Douro.
Esta tem sido uma das histórias mais divulgadas e mais replicadas por toda a região.
De acordo com uma descrição deste fenómeno natural feita pelo Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, na Fraga Amarela, uma enorme superfície vertical de tons amarelos, ocres e pardos associados a presença de líquenes e musgos, encontra-se o algarismo '2' que só com uma observação atenta se consegue detetar.
Esta dificuldade em visualizar o "misterioso" algarismo levanta uma série de lendas.
António Rodrigues Mourinho, um dos mais conceituados investigadores das tradições da história das "Terras de Miranda", refere que tudo isto "não passa de uma ilusão ótica e de um fenómeno natural. Porém, as lendas existem".
"Há quem defenda que o '2' está associado aos dois reinos, ou seja, o reino de Portugal e o de Espanha. No entanto, também há quem aponte para a existência de línguas: o mirandês e o português. Outra das lendas recai sobre a junção dos rios Douro e Fresno que correm nas imediações da cidade", explicou.
De acordo com o investigador, a primeira fotografia que retrata aquele "fenómeno natural" remonta ao início do século XX, mas afirma que nunca viu nenhuma referência ao assunto escrita nos livros e documentos históricos do concelho.
Atualmente, e com as novas tecnologias, as fotografias que circulam na internet são às centenas, mas nem sempre é possível tirar um bom retrato, dada a mistura de luz e a necessidade de aproximação adequada ao "Penedo Amarelo".
Após um pequeno périplo pelo centro histórico da antiga sede de diocese, depressa se encontra quem indique o caminho aos visitantes que passam pela "cidade Museu do Nordeste Transmontano" para ver a Sé, o Menino Jesus da Cartolinha, e claro, o "2".
"Muitas são as pessoas que passam pela minha loja e me perguntam qual é o melhor local para ver o '2', já que ele só é visível com a luz certa e do local ideal", frisou José Pires, um comerciante instalado na zona histórica de Miranda do Douro.
Segundo dados fornecido à Lusa, passam pela catedral de Miranda do Douro cerca de mil visitantes/ano e quase todos se mostram interessados em ver o famoso "2".
O presidente da Câmara de Miranda do Douro, Artur Nunes, explica há muita gente que vê este fenómeno mas muitos outros não, o que desperta "paixões".
"Não se percebe muito bem a origem do algarismo, havendo toda uma história e muitas lendas em torno do '2' que são, atrativo para Miranda do Douro ", concluiu.
FYP // MSP
Lusa/fim
Reflexologia teve um dia aberto
Ontem, em Macedo de Cavaleiros, houve um dia aberto de Reflexologia.
Foi um “aperitivo” para o curso que vai iniciar na cidade a 18 de outubro, com a duração de 10 meses.
Esta terapia holística baseia-se no princípio de que as áreas do nosso corpo estão reflectidas noutras,como os pés, mãos e cabeça, e que quando estimuladas trazem benefícios a outras partes do corpo.
Susana Silva foi a formadora presente em representação do Instituto de Reflexologia Integrada de Lisboa. Diz que este dia serviu para dar as boas-vindas aos inscritos no curso, mas que também pessoas que não conheciam esta terapia se juntaram ao grupo.
A formadora explicou ainda, de uma forma simples, o que é a Reflexologia.
Neste momento, não há um número concreto de quantas pessoas têm formação nesta área a nível nacional, mas de há 5 anos a esta parte mais 200 frequentaram o curso no Instituto de Reflexologia Integrada de Lisboa.
Escrito por ONDA LIVRE
Foi um “aperitivo” para o curso que vai iniciar na cidade a 18 de outubro, com a duração de 10 meses.
Esta terapia holística baseia-se no princípio de que as áreas do nosso corpo estão reflectidas noutras,como os pés, mãos e cabeça, e que quando estimuladas trazem benefícios a outras partes do corpo.
Susana Silva foi a formadora presente em representação do Instituto de Reflexologia Integrada de Lisboa. Diz que este dia serviu para dar as boas-vindas aos inscritos no curso, mas que também pessoas que não conheciam esta terapia se juntaram ao grupo.
A formadora explicou ainda, de uma forma simples, o que é a Reflexologia.
Neste momento, não há um número concreto de quantas pessoas têm formação nesta área a nível nacional, mas de há 5 anos a esta parte mais 200 frequentaram o curso no Instituto de Reflexologia Integrada de Lisboa.
Escrito por ONDA LIVRE
Florestar Portugal 2014
22 de novembro de 2014 (todo o país)
Os benefícios que as florestas proporcionam, não permanecem apenas no local onde as árvores se encontram. Ao afectarem de forma positiva os sistemas naturais globais, disponibilizam benefícios para toda a Humanidade.
A AMO Portugal pretende contribuir activamente e, nesse sentido, vamos APROXIMAR todos os CIDADÃOS DA FLORESTA, especialmente os mais JOVENS!
No dia 22 de novembro vamos FLORESTAR PORTUGAL com árvores autóctones: Azinheira, Cerejeira-brava, Carvalho-português, Carvalho-negral, Carvalho-alvarinho, Medronheiro, Zambujeiro, Sobreiro, Amieiro, Freixo, Borrazeira-negra, Salgueiro-branco, Ulmeiro, Amieiro, Freixo e Choupo-negro.
Também podes recolher bolotas e semeá-las (em pacotes de leite, ou garrafas de plástico) e fazer um viveiro de plantas (para o ano estarão prontas a ser plantadas).
Podes também organizar um passeio pedestre para reconhecimento e identificação das árvores autóctones dos jardins e dos campos próximos.
Aceder ao website AMO PORTUGAL.
Os benefícios que as florestas proporcionam, não permanecem apenas no local onde as árvores se encontram. Ao afectarem de forma positiva os sistemas naturais globais, disponibilizam benefícios para toda a Humanidade.
A AMO Portugal pretende contribuir activamente e, nesse sentido, vamos APROXIMAR todos os CIDADÃOS DA FLORESTA, especialmente os mais JOVENS!
No dia 22 de novembro vamos FLORESTAR PORTUGAL com árvores autóctones: Azinheira, Cerejeira-brava, Carvalho-português, Carvalho-negral, Carvalho-alvarinho, Medronheiro, Zambujeiro, Sobreiro, Amieiro, Freixo, Borrazeira-negra, Salgueiro-branco, Ulmeiro, Amieiro, Freixo e Choupo-negro.
Também podes recolher bolotas e semeá-las (em pacotes de leite, ou garrafas de plástico) e fazer um viveiro de plantas (para o ano estarão prontas a ser plantadas).
Podes também organizar um passeio pedestre para reconhecimento e identificação das árvores autóctones dos jardins e dos campos próximos.
Aceder ao website AMO PORTUGAL.
sexta-feira, 26 de setembro de 2014
Espanhóis investem no comércio de amêndoa em Alfândega da Fé
Uma empresa espanhola acaba de se instalar em Alfândega da Fé, no distrito de Bragança, para comercializar amêndoa na região maior produtora nacional deste fruto seco, anunciou hoje a autarquia local.
Trata-se, de acordo com um nota enviada à Lusa pela autarquia, da empresa Amêndoas de Portugal Mateos, SA, pertencente ao grupo espanhol Almendras Francisco Morales, SA, que opera neste mercado há quase um século.
A unidade agroindustrial será inaugurada no domingo, na zona industrial de Alfândega da Fé, e envolveu um investimento de "mais de meio milhão de euros, que já permitiu a criação de quatro postos de trabalho, prevendo-se que possa via a ultrapassar os dez", segundo ainda informação do município transmontano.
São números que num concelho do Interior do país "ganham especial expressão" e que para a Câmara Municipal "se assumem como um incentivo para continuar o caminho de captação de investimento e aposta na agricultura, uma das prioridades" da autarca Berta Nunes.
O Grupo Alemendras Morales, um dos maiores de Espanha ligado ao sector dos frutos secos, já há mais de duas décadas que comprava amêndoa na região, fazendo parte da estratégia expansionista da empresa a criação de um uma unidade de recolha e britagem em Portugal.
A instalação em Alfândega da Fé deve-se, de acordo com a autarquia, "à centralidade do concelho em relação às zonas de produção de amêndoa do distrito de bragança, potenciada com a construção do IC5, e também às condições e disponibilidade oferecidas" pelo município.
A Amêndoas de Portugal Mateos, SA, está instalada num pavilhão na zona industrial de Alfândega da Fé construído, inicialmente, para acolher uma empresa ligada às energias renováveis cuja atividade acabou por não ter sucesso no concelho.
O grupo espanhol comprou o pavilhão à Câmara Municipal, por cerca de 370 mil euros e equipou-o de modo a criar o centro de recolha e tratamento da amêndoa de Trás-os-Montes e Alto Douro, informou a autarquia.
Alfândega da Fé já tinha uma unidade que trabalhava no setor e a instalação desta nova unidade é encarada como capaz de "dinamizar ainda mais o setor e valorizar o produto, traduzindo-se num aumento de rendimento para os produtores".
O município tem vindo apoiar projetos para a valorização e dinamização do sector dos frutos secos, nomeadamente no campo da amêndoa, como a instalação de campos de ensaio do amendoal e a criação de uma organização de produtores, em parceria com instituições académicas.
No Nordeste Transmontano, sobretudo nas zonas da Terra Quente e do Douro Superior, mais para o sul do distrito de Bragança, concentra-se a maior parte do amendoal português, 16 mil dos cerca de 24 mil hectares, e daqui sai 67 por cento da produção nacional de amêndoa.
O volume de negócios gerado por este fruto seco em Trás-os-Montes ronda os oito mil euros por ano resultado de uma produção de cerca de duas mil toneladas, enquanto a vizinha Espanha, líder europeia na produção, colhe cerca de 220 mil toneladas por ano.
HFI // JGJ
Lusa/fim
Trata-se, de acordo com um nota enviada à Lusa pela autarquia, da empresa Amêndoas de Portugal Mateos, SA, pertencente ao grupo espanhol Almendras Francisco Morales, SA, que opera neste mercado há quase um século.
A unidade agroindustrial será inaugurada no domingo, na zona industrial de Alfândega da Fé, e envolveu um investimento de "mais de meio milhão de euros, que já permitiu a criação de quatro postos de trabalho, prevendo-se que possa via a ultrapassar os dez", segundo ainda informação do município transmontano.
São números que num concelho do Interior do país "ganham especial expressão" e que para a Câmara Municipal "se assumem como um incentivo para continuar o caminho de captação de investimento e aposta na agricultura, uma das prioridades" da autarca Berta Nunes.
O Grupo Alemendras Morales, um dos maiores de Espanha ligado ao sector dos frutos secos, já há mais de duas décadas que comprava amêndoa na região, fazendo parte da estratégia expansionista da empresa a criação de um uma unidade de recolha e britagem em Portugal.
A instalação em Alfândega da Fé deve-se, de acordo com a autarquia, "à centralidade do concelho em relação às zonas de produção de amêndoa do distrito de bragança, potenciada com a construção do IC5, e também às condições e disponibilidade oferecidas" pelo município.
A Amêndoas de Portugal Mateos, SA, está instalada num pavilhão na zona industrial de Alfândega da Fé construído, inicialmente, para acolher uma empresa ligada às energias renováveis cuja atividade acabou por não ter sucesso no concelho.
O grupo espanhol comprou o pavilhão à Câmara Municipal, por cerca de 370 mil euros e equipou-o de modo a criar o centro de recolha e tratamento da amêndoa de Trás-os-Montes e Alto Douro, informou a autarquia.
Alfândega da Fé já tinha uma unidade que trabalhava no setor e a instalação desta nova unidade é encarada como capaz de "dinamizar ainda mais o setor e valorizar o produto, traduzindo-se num aumento de rendimento para os produtores".
O município tem vindo apoiar projetos para a valorização e dinamização do sector dos frutos secos, nomeadamente no campo da amêndoa, como a instalação de campos de ensaio do amendoal e a criação de uma organização de produtores, em parceria com instituições académicas.
No Nordeste Transmontano, sobretudo nas zonas da Terra Quente e do Douro Superior, mais para o sul do distrito de Bragança, concentra-se a maior parte do amendoal português, 16 mil dos cerca de 24 mil hectares, e daqui sai 67 por cento da produção nacional de amêndoa.
O volume de negócios gerado por este fruto seco em Trás-os-Montes ronda os oito mil euros por ano resultado de uma produção de cerca de duas mil toneladas, enquanto a vizinha Espanha, líder europeia na produção, colhe cerca de 220 mil toneladas por ano.
HFI // JGJ
Lusa/fim
Eventos Locais
«Muito Chão», de Benvindo Fonseca
Bragança - Teatro Municipal de Bragança
27-09-2014
«Na Manhã Seguinte» - Arlindo Silva
Bragança - Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
05-07-2014
«A Magia da Caça» - Graça Morais
Bragança - Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
05-07-2014
Bragança - Teatro Municipal de Bragança
27-09-2014
«Na Manhã Seguinte» - Arlindo Silva
Bragança - Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
05-07-2014
«A Magia da Caça» - Graça Morais
Bragança - Centro de Arte Contemporânea Graça Morais
05-07-2014
Sindicato dos Funcionários Judiciais espera que os funcionários do distrito adiram à greve
Depois dos enfermeiros, hoje é a vez dos funcionários judiciais fazerem greve. O coordenador regional do Norte do Sindicato dos Funcionários Judiciais espera que haja uma grande adesão à greve, no distrito de Bragança.
Manuel Sousa, sublinha que, com a reforma judiciária, além dos funcionários terem que se deslocar para fora do seu concelho de residência assistiram a um aumento do trabalho e a uma diminuição dos recursos humanos. “As pessoas estão manifestamente desagradadas, O Ministério tem-nos tratado muito mal, os quadros para a reforma judiciária, houve uma redução de cerca de 25 por cento e ainda existem mil lugares por preencher”, destaca o coordenador do sindicato.
O Sindicato dos Funcionários Judiciais recorda ainda que outra consequência da reforma judiciária é o bloqueio do portal Citius, que ainda não funciona.
O sindicato está a preparar a partir do próximo mês greves localizadas nas varias comarcas nacionais, em Bragança será no dia 7.
Escrito por Brigantia
Manuel Sousa, sublinha que, com a reforma judiciária, além dos funcionários terem que se deslocar para fora do seu concelho de residência assistiram a um aumento do trabalho e a uma diminuição dos recursos humanos. “As pessoas estão manifestamente desagradadas, O Ministério tem-nos tratado muito mal, os quadros para a reforma judiciária, houve uma redução de cerca de 25 por cento e ainda existem mil lugares por preencher”, destaca o coordenador do sindicato.
O Sindicato dos Funcionários Judiciais recorda ainda que outra consequência da reforma judiciária é o bloqueio do portal Citius, que ainda não funciona.
O sindicato está a preparar a partir do próximo mês greves localizadas nas varias comarcas nacionais, em Bragança será no dia 7.
Escrito por Brigantia
Escolas e casas florestais transformadas para turismo “low cost”
A Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes tem um projecto para transformar as escolas primárias que encerram e as casas florestais que estão abandono em unidade de turismo rural “low cost”
O presidente da CIM, Américo Pereira, adianta que este projecto faz parte do Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal e vai ser candidato a fundos comunitários no início do próximo ano.
Em causa está a recuperação de cerca de 80 imóveis nos nove municípios abrangidos pela CIM de Trás-os-Montes, prevendo-se a criação de 400 camas destinadas a jovens, que têm mais dificuldades económicas e só viajam se tiverem oferta adequada à sua carteira. “É um projecto extremamente ambicioso destinado a um público específico para esse tipo de alojamento”, reforça Américo Pereira.
O autarca assegura que a região tem falta de oferta, principalmente para este tipo de público. “Nós queremos incluir no turismo de natureza a vertente dos produtos endógenos e da gastronomia e nesta lógica tem também espaço o turista jovem”, acrescenta o presidente da CIM.
Para já ainda não está definido o modelo de gestão desta “rede de turismo a baixo custo”, se será feita pelos municípios ou por privados.
Ainda assim, Américo Pereira rejeita que este projecto, mesmo gerido pelas autarquias, possa ser concorrente aos operadores privados. “Se não houver este tipo de alojamento este tipo de público não vem. Além disso, estes locais a preços mais acessíveis também não são procurados pelo chamado turismo sénior”, remata Américo Pereira.
in:jornalnordeste.com
O presidente da CIM, Américo Pereira, adianta que este projecto faz parte do Plano Estratégico de Desenvolvimento Intermunicipal e vai ser candidato a fundos comunitários no início do próximo ano.
Em causa está a recuperação de cerca de 80 imóveis nos nove municípios abrangidos pela CIM de Trás-os-Montes, prevendo-se a criação de 400 camas destinadas a jovens, que têm mais dificuldades económicas e só viajam se tiverem oferta adequada à sua carteira. “É um projecto extremamente ambicioso destinado a um público específico para esse tipo de alojamento”, reforça Américo Pereira.
O autarca assegura que a região tem falta de oferta, principalmente para este tipo de público. “Nós queremos incluir no turismo de natureza a vertente dos produtos endógenos e da gastronomia e nesta lógica tem também espaço o turista jovem”, acrescenta o presidente da CIM.
Para já ainda não está definido o modelo de gestão desta “rede de turismo a baixo custo”, se será feita pelos municípios ou por privados.
Ainda assim, Américo Pereira rejeita que este projecto, mesmo gerido pelas autarquias, possa ser concorrente aos operadores privados. “Se não houver este tipo de alojamento este tipo de público não vem. Além disso, estes locais a preços mais acessíveis também não são procurados pelo chamado turismo sénior”, remata Américo Pereira.
in:jornalnordeste.com
Torre de Moncorvo vai comemorar os 100 Anos de início da I Grande Guerra
No dia 27 de Setembro, a partir das 16h00, a Câmara Municipal de Torre de Moncorvo promove as comemorações dos 100 anos de início da I Grande Guerra na Biblioteca Municipal de Torre de Moncorvo.
No decorrer da sessão terá lugar a apresentação da Revista do Centro de Estudos e Promoção da Investigação Histórica e Social (CEPHIS) sobre a I Grande Guerra (1914-1918), pelo Professor Adriano Vasco Rodrigues.
Decorrerá ainda uma homenagem aos combatentes do concelho de Torre de Moncorvo nesta guerra e a inauguração de uma exposição de fotografia sobre a I Guerra Mundial.
As fotografias expostas são pertença de Dr. Lima Garcia e estarão patentes neste espaço cultural durante o mês de Outubro.
in:noticiasdonordeste.pt
No decorrer da sessão terá lugar a apresentação da Revista do Centro de Estudos e Promoção da Investigação Histórica e Social (CEPHIS) sobre a I Grande Guerra (1914-1918), pelo Professor Adriano Vasco Rodrigues.
Decorrerá ainda uma homenagem aos combatentes do concelho de Torre de Moncorvo nesta guerra e a inauguração de uma exposição de fotografia sobre a I Guerra Mundial.
As fotografias expostas são pertença de Dr. Lima Garcia e estarão patentes neste espaço cultural durante o mês de Outubro.
in:noticiasdonordeste.pt
Câmara Municipal de Torre de Moncorvo assinala Dia Mundial do Turismo
Os turistas que visitarem a vila Torre de Moncorvo, no próximo dia 27 de Setembro, terão uma recepção especial no Centro de Informação Turística e unidades hoteleiras do concelho, no âmbito da comemoração do Dia Mundial do Turismo.
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo vai oferecer, no posto de turismo, a todos os visitantes um porto de honra e flores de papel com os slogans “Torre de Moncorvo 365 dias à sua Espera” e “ Onde o Ferro é a Alma da Terra”.
Os hóspedes que pernoitem nas unidades hoteleiras do concelho, na noite de 27 de Setembro, também vão ser recebidos com uma flor de papel.
O Dia Mundial do Turismo é ainda assinalado com visitas guiadas pelo belíssimo centro histórico da vila, com saída prevista do Posto de Turismo às 09h30, 11h30, 14h00 e 16h00.
in:noticiasdonordeste.pt
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo vai oferecer, no posto de turismo, a todos os visitantes um porto de honra e flores de papel com os slogans “Torre de Moncorvo 365 dias à sua Espera” e “ Onde o Ferro é a Alma da Terra”.
Os hóspedes que pernoitem nas unidades hoteleiras do concelho, na noite de 27 de Setembro, também vão ser recebidos com uma flor de papel.
O Dia Mundial do Turismo é ainda assinalado com visitas guiadas pelo belíssimo centro histórico da vila, com saída prevista do Posto de Turismo às 09h30, 11h30, 14h00 e 16h00.
in:noticiasdonordeste.pt
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