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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

Castelo de Vinhais

 O Castelo de Vinhais é uma construção resultante dos objetivos de centralização do território transmontano em "vilas novas”. A primeira tentativa para constituir este polo urbano remonta ao reinado de D. Sancho II, mas foi D. Afonso III que concedeu carta de foral à vila em Maio de 1253.
Já no reinado de D. Dinis, o sistema militar de Vinhais estava plenamente ativo, datando dessa época uma cerca com cinco ou seis torres, cuja porta principal era flanqueada por duas delas. Trata-se de uma composição harmónica e simétrica, característica da arquitetura das vilas urbanas dionisianas.

Esta fortaleza desempenhou um importante papel no século XIV, entre 1369 e 1371 foi ocupado por tropas castelhanas. O seu estatuto periférico, reforçado pela proximidade do reino de Castela, com o qual dispunha de fáceis vias de acesso, terá acentuado a maior ligação dos senhores do castelo aos invasores, facto que se repetiu em 1397, quando o alcaide João Afonso Pimentel se revoltou contra D. João I e abraçou a causa castelhana, só voltando à posse nacional em 1403.

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