O Castelo de Vinhais é uma construção resultante dos objetivos de centralização do território transmontano em "vilas novas”. A primeira tentativa para constituir este polo urbano remonta ao reinado de D. Sancho II, mas foi D. Afonso III que concedeu carta de foral à vila em Maio de 1253.
Já no reinado de D. Dinis, o sistema militar de Vinhais estava plenamente ativo, datando dessa época uma cerca com cinco ou seis torres, cuja porta principal era flanqueada por duas delas. Trata-se de uma composição harmónica e simétrica, característica da arquitetura das vilas urbanas dionisianas.
Já no reinado de D. Dinis, o sistema militar de Vinhais estava plenamente ativo, datando dessa época uma cerca com cinco ou seis torres, cuja porta principal era flanqueada por duas delas. Trata-se de uma composição harmónica e simétrica, característica da arquitetura das vilas urbanas dionisianas.
Esta fortaleza desempenhou um importante papel no século XIV, entre 1369 e 1371 foi ocupado por tropas castelhanas. O seu estatuto periférico, reforçado pela proximidade do reino de Castela, com o qual dispunha de fáceis vias de acesso, terá acentuado a maior ligação dos senhores do castelo aos invasores, facto que se repetiu em 1397, quando o alcaide João Afonso Pimentel se revoltou contra D. João I e abraçou a causa castelhana, só voltando à posse nacional em 1403.
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