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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 6 de agosto de 2025

IPB pode perder mais de 200 alunos do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior

 Regras mudaram agora é obrigatório ter dois exames nacionais para o acesso


Já terminou o primeiro prazo de candidaturas ao ensino superior e há menos 10 mil jovens inscritos do que no ano passado.

O presidente do Instituto Politécnico de Bragança não está surpreendido com esta baixa, até porque, já em 2023, quando foi anunciado que as regras de acesso iriam mudar, passando a ser obrigatório ter dois exames nacionais para o acesso, alertou para o que agora se constata. Orlando Rodrigues diz que o IPB pode perder mais de 200 alunos nacionais este ano letivo mas espera equilibrar os números com os estudantes internacionais. “Já estamos habituados a captar alunos internacionais e isso tem sido fundamental para manter a instituição no nível em que ela está. Certamente, saberemos reagir a esta situação, que nos vai, provavelmente, provocar uma baixa de cerca de 200 a 300 alunos nacionais, mas saberemos compensar com alunos internacionais”.

E lamenta ainda que Portugal esteja a percorrer o caminho contrário, olhando para os restantes países, onde se tenta formar cada vez mais jovens. “Estamos a assistir às consequências da mudança, que vão contra o que a maioria dos países está a fazer, que é ajudar mais jovens a ter qualificação superior. Nós estamos a fazer o contrário. Isto vai ter consequências muito graves porque vamos deixar muitos jovens portugueses de fora do ensino superior, com empregos e salários mais frágeis”.

Orlando Rodrigues lembra que os jovens que ficarem de fora podem e devem optar por cursos técnicos superiores profissionais, o que lhes abre portas ao ingresso, depois, numa licenciatura. “Essas formações são de dois anos e permitem aos alunos entrar no mercado de trabalho mais precocemente e, depois, continuar com a licenciatura. Em particular, aos jovens da nossa região aconselho, vivamente, a procurar-nos”.

A primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior disponibilizava quase 56 mil vagas para mais de mil cursos em universidades e politécnicos públicos. Os estudantes puderam escolher entre mais de 1100 opções em 34 instituições.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves

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