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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 11 de março de 2026

“Tintin – Ls Xarutos de l Faraó” no Panteão Nacional

 O livro “Tintin – Ls Xarutos de l Faraó”, traduzido para mirandês, por Alcides Meirinhos (ALCM) , é apresentado ao final da tarde desta quarta-feira, dia 11 de março, no Panteão Nacional, em Lisboa.


A edição original desta aventura de Tintin, imaginada pelo autor de banda desenhada, Hergé, data de 1934 e foi agora traduzida para a língua mirandesa, por Alcides Meirinhos, da Associaçon de la Lhéngua I Cultura Mirandesa (ALCM).

A sessão de apresentação do livro “Tintin – Ls Xarutos de l Faraó” no Panteão Nacional, está agendada para as 17h30 e conta com a participação da Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, Helena Barril, do Presidente da Direção da ALCM Associaçon de la Lhéngua i Cultura Mirandesa, Orlando Teixeira, do Comissário da Estrutura de Missão para a Promoção da Língua Mirandesa, Alfredo Cameirão e do Promotor do projeto editorial, Daniel Sasportes.

A língua mirandesa foi reconhecida oficialmente em 1999 e está presente no Panteão Nacional, enquanto símbolo de cultura e de diversidade, através de conteúdos digitais disponibilizados gratuitamente ao público.

Atualmente, o mirandês é falado por uma minoria no nordeste transmontano, estimando-se que haja apenas 3500 conhecedores da língua e 1500 falantes regulares.

O Panteão Nacional destina-se a homenagear e a perpetuar a memória dos cidadãos portugueses que se distinguiram por serviços prestados ao País, no exercício de altos cargos públicos, altos serviços militares, na expansão da cultura portuguesa, na criação literária, científica e artística ou na defesa dos valores da civilização, em prol da dignificação da pessoa humana e da causa da liberdade.

O Panteão Nacional encontra-se instalado em Lisboa, na Igreja de Santa Engrácia, desde 1 de Dezembro de 1966.

Panteão Nacional

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