“A ideia é manter exatamente os conselhos raianos e nesses concelhos raianos debater aquilo que é cooperação transfronteiriça como um instrumento essencial para os diferentes territórios de fronteira que durante décadas foram sendo esquecidos pelos nossos decisores, pelo poder central, e a RIONOR vai continuar esse trabalho desenvolvido e reforçá-lo ainda com mais capacidade de articulação institucional e ainda maior proximidade às populações”, refere.
A sucessão surge após convite do anterior presidente, Francisco Alves, que defendeu a necessidade de um “rejuvenescimento” na liderança da associação. Luís Meirinho aceitou o desafio com “sentido de responsabilidade”, afirmando querer dar continuidade ao trabalho desenvolvido, ao mesmo tempo que introduz “maior proximidade com as populações”.
“Foi uma decisão tomada no seio da organização. O antigo presidente, Francisco, disse-me que gostaria que eu fosse o novo presidente da RIONOR, que achava que precisava de rejuvenescimento. Eu aceitei o desafio do Francisco e espero conseguir igualar o trabalho feito pelo Francisco”, apontou.
Apesar de ainda se encontrar numa fase inicial de mandato, o novo presidente aponta já algumas linhas de atuação. “Há algumas ideias pensadas, ainda é tudo muito vago, ainda estamos a começar agora neste projeto. A direção não foi toda alterada, de forma também a dar continuidade a este trabalho que foi efetuado até agora. A única coisa que poderá ser alterada será que vamos implementar medidas de proximidade aos próprios sócios da RIONOR, por exemplo, com a criação de dias em que a RIONOR se abra ao público geral. No fundo, com atividades diferenciadas, não tão centradas para atividades mais lúdicas.”
Luís Meirinho assume a presidência da RIONOR desde dezembro.

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