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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 30 de março de 2026

Certame volta a celebrar folar e azeite em Izeda

 Com a Páscoa à porta, a vila de Izeda, no concelho de Bragança, recebeu, no fim-de-semana, a vigésima quarta edição da Feira do Folar e do Azeite.


Leonor Simão é da vila e produz pão, doces e, claro, o folar. Um dos grandes segredos são os produtos caseiros, mas é preciso muito mais que isso. “Muito amor e carinho e umas boas mãos na massa”, referiu, dizendo que “todas as quartas e sábados” a padaria encomendas para o Porto.

A expositora Luísa Rio também participou na feira de Izeda e admite que a qualidade dos enchidos é essencial. “O grande segredo é as carnes, os nossos chouriços são de boa qualidade, a chouriça, o salpicão, tudo produtos de boa qualidade”, destacou, dizendo que neste tipo de feira “vende-se muito”, sobretudo “enchidos e folar”.


O preço do quilo do folar subiu. Este ano, na feira, vendeu-se a 15 euros. Clara Rodrigues diz que, mesmo assim, as pessoas não deixam de o comprar para que não falte na mesa de Páscoa. “Apesar da subida, as pessoas continuam a procurar. Muito ou pouco, compram, não deixam que falte na Páscoa”, referiu, destacando que o grande segredo fo folar que faz está “nos produtos caseiros”.

Na vila, segundo Acúrcio Martins, Grão-Mestre da Confraria do Azeite e do Folar, tem havido cada vez mais gente a dedicar-se à produção de folar. O ideal é não deixar morrer as tradições. “Não há muita gente, mas há gente que há 15, 16, 20 anos para cá recuperou a tradição do folar e hoje há comerciantes, há produtores a fazer um excelente trabalho e a vender em termos nacionais ao longo de todo o ano”.

A vigésima quarta edição da Feira do Folar e do Azeite decorreu no fim-de-semana.

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