Há momentos que, por inesperados, nos fazem felizes. Não têm custos nem programas antecipadamente combinados.
Há momentos que, por serem momentos, inesperados, passam a ser inesquecíveis.
Hoje… próximo de uma passadeira, aproximava-se um carro. Parei, cautelosamente como sempre faço. O carro parou. Coisa rara em Bragança (pensei para os meus botões). Bem sei que alguns irão pensar, ou dizer, que exagero… mas mesmo assim falo da minha experiência. 80%, ou mais, dos condutores de Bragança ignoram, pura e simplesmente, as passadeiras e os peões.
Bom, lá passei com confiança. Só quando já estava no passeio do outro lado é que me apercebi de quem era o condutor da viatura. A visão, acompanha, o resto… sinais do tempo que a todos fere e limita.
Era o meu Querido Virgílio Cavaco. Aí já lhe pude dizer… Obrigado companheiro.
Gostei tanto de te ver.
Abraço apertado meu velho e querido amigo de tantas horas felizes e de tantas jornadas. E agradeço-te, penhoradamente, por me teres deixado passar em paz na passadeira e mais ainda pela tua amizade de tantas décadas.
Amigos Para Sempre!
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