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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

INSOLVÊNCIA DO MATADOURO DO CACHÃO GERA PREOCUPAÇÃO PELOS IMPACTOS SOCIAIS E ECONÓMICOS

 A declaração de insolvência do Matadouro Industrial do Cachão, localizado em Frechas, concelho de Mirandela, está a gerar forte preocupação junto dos trabalhadores e estruturas sindicais, devido às consequências para o emprego e para a economia regional.


Em comunicado, o SINTAB considera que esta decisão resulta de um processo prolongado de gestão inadequada, sublinhando que “nunca se traduziu na melhoria das condições de trabalho, nem no reforço da capacidade produtiva”.

O impacto mais imediato recai sobre os trabalhadores, com a perda de mais de duas dezenas de postos de trabalho numa região já fragilizada, sendo referido que esta situação “empurra estes trabalhadores e as suas famílias para uma situação de incerteza”.

O sindicato denuncia ainda a forma como a informação foi transmitida, indicando que os funcionários apenas tiveram conhecimento da insolvência através de edital, o que classifica como “um total desrespeito por quem assegura o funcionamento da unidade”.

Para além da vertente social, é também destacada a ausência de alternativas na região, numa altura em que outras infraestruturas semelhantes se encontram encerradas ou em fase de construção, o que poderá comprometer a atividade agropecuária local.

O SINTAB defende a necessidade de garantir a continuidade da unidade, alertando que o seu eventual encerramento poderá representar “uma machadada absurda num dos principais pilares da economia agroindustrial de Trás-os-Montes”.

Jornalista: Vitória Botelho
Foto: DR

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