Em comunicado, o SINTAB considera que esta decisão resulta de um processo prolongado de gestão inadequada, sublinhando que “nunca se traduziu na melhoria das condições de trabalho, nem no reforço da capacidade produtiva”.
O impacto mais imediato recai sobre os trabalhadores, com a perda de mais de duas dezenas de postos de trabalho numa região já fragilizada, sendo referido que esta situação “empurra estes trabalhadores e as suas famílias para uma situação de incerteza”.
O sindicato denuncia ainda a forma como a informação foi transmitida, indicando que os funcionários apenas tiveram conhecimento da insolvência através de edital, o que classifica como “um total desrespeito por quem assegura o funcionamento da unidade”.
Para além da vertente social, é também destacada a ausência de alternativas na região, numa altura em que outras infraestruturas semelhantes se encontram encerradas ou em fase de construção, o que poderá comprometer a atividade agropecuária local.
O SINTAB defende a necessidade de garantir a continuidade da unidade, alertando que o seu eventual encerramento poderá representar “uma machadada absurda num dos principais pilares da economia agroindustrial de Trás-os-Montes”.

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