Em comunicado, o Movimento de Terras de Miranda congratula-se com a decisão do Governo e, em particular, com a posição da Secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, que admite ponderar o formato da alteração legal, de modo a evitar contencioso e “acautelar e não pôr em causa aquilo que temos à data”.
Segundo o movimento, existem mais de 40 acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo, todos votados por unanimidade, que consideram os centros eletroprodutores de energia, como eólicos, fotovoltaicos e barragens, como prédios sujeitos ao IMI, devendo ser incluídos no valor das avaliações.
Na mesma nota, o movimento defende que “o IMI é devido e tem de ser pago, tal como o é por qualquer contribuinte português”, acrescentando que “a lei não tem de ser alterada, tem de ser aplicada”.
O comunicado termina referindo que a democracia assenta na confiança dos cidadãos nas instituições e que a intenção do Governo de alterar a lei levanta dúvidas sobre os interesses subjacentes.
O movimento alerta ainda que uma eventual alteração legislativa poderá favorecer as concessionárias, em detrimento das populações.


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