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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Movimento de Terras de Miranda critica o Estado por ainda não ter sido capaz de obrigar a pagar IMI das barragens

 O Governo anunciou recentemente a intenção de alterar o Código do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), de forma a obrigar as concessionárias de centros eletroprodutores a pagar este imposto.


Em comunicado, o Movimento de Terras de Miranda congratula-se com a decisão do Governo e, em particular, com a posição da Secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, que admite ponderar o formato da alteração legal, de modo a evitar contencioso e “acautelar e não pôr em causa aquilo que temos à data”.

Segundo o movimento, existem mais de 40 acórdãos do Supremo Tribunal Administrativo, todos votados por unanimidade, que consideram os centros eletroprodutores de energia, como eólicos, fotovoltaicos e barragens, como prédios sujeitos ao IMI, devendo ser incluídos no valor das avaliações.

Na mesma nota, o movimento defende que “o IMI é devido e tem de ser pago, tal como o é por qualquer contribuinte português”, acrescentando que “a lei não tem de ser alterada, tem de ser aplicada”.

O comunicado termina referindo que a democracia assenta na confiança dos cidadãos nas instituições e que a intenção do Governo de alterar a lei levanta dúvidas sobre os interesses subjacentes.

O movimento alerta ainda que uma eventual alteração legislativa poderá favorecer as concessionárias, em detrimento das populações.

Maria João Canadas

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