A prova, que acontece amanhã, está de volta ao calendário, com um percurso que se mantém inalterado, conforme explica o presidente do Motocruzeiro, Francisco Vara. “É uma rampa e a rampa, por sinal, é excelente, segundo também os próprios pilotos. É um espaço, um local espetacular, muito espetacular e, portanto, o percurso é igual. Tratando-se de uma rampa, é aquele que já foi feito em outros anos. Contudo, estamos a pensar eventualmente num evento diferente, num outro momento, em Gimonde também, mantendo a rampa, mas uma resistência e a resistência implica trajetos diferentes, implica dinâmicas diferentes”.
A competição decorre com partidas individuais, em que cada piloto enfrenta a subida contra o cronómetro. O programa inclui treinos livres durante a manhã, seguidos de subidas cronometradas que definem a grelha para a prova da tarde. “Às 9 da manhã estaremos com secretariado para receber os pilotos e as inscrições. Sensivelmente às 10:30 teremos treinos livres e depois, a seguir, às 11:30, treinos cronometrados, a fazer tempos para a parte da tarde, para a corrida, isto quads e motas. E à tarde teremos 3 subidas com os 2 melhores tempos para a classificação final.
O calendário prolonga-se com a rampa de Alfaião, marcada para 23 de maio, integrada no contexto da Feira do Cebolo. A prova decorrerá na zona da Veiga, num percurso já conhecido de edições anteriores.
Além das rampas, o Motocruzeiro prepara também o regresso de uma das suas provas mais emblemáticas: a resistência de Quintanilha, apontada para o primeiro fim de semana de novembro.
Paralelamente à vertente desportiva, o Motocruzeiro assinala este ano o seu trigésimo quinto aniversário. “Este ano decidimos fazer, como são 35 anos, um almoço para os sócios, para os amigos, para as pessoas que no dia a dia estão com o clube. Depois a seguir, 3 da tarde, iremos ter um passeio, em Rossas. Depois, às 5:30, temos a missa, estaremos na cidade, na Igreja da Sé, com a missa, a bênção das motas e a distribuição do bolo”.
Com três décadas e meia de história, a ligação do Motocruzeiro a Espanha e a outros motoclubes nacionais é uma das marcas da sua identidade, com intercâmbios e passeios internacionais já agendados, nomeadamente à Corunha no final de maio.

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