O Parque Natural de Montesinho vai receber investimentos de 6,1 milhões de euros (com financiamento superior a 5,3 milhões), distribuídos por 13 projetos aprovados, resultado da capacidade de captação de fundos comunitários e ambientais pela Comissão de Cogestão do Parque Natural de Montesinho.
Um investimento histórico para proteger, regenerar e projetar um dos maiores patrimónios naturais do território, apresentado no 𝐷𝑖𝑎 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑒𝑢 𝑑𝑜𝑠 𝑃𝑎𝑟𝑞𝑢𝑒𝑠 𝑁𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎𝑖𝑠, que marca uma nova etapa para o território, com intervenções orientadas para a regeneração de habitats, a valorização do património natural, cultural e edificado, a promoção do turismo sustentável e a criação de novas oportunidades para quem vive e trabalha no Parque Natural de Montesinho.
Um investimento histórico para proteger, regenerar e projetar um dos maiores patrimónios naturais do território, apresentado no 𝐷𝑖𝑎 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑒𝑢 𝑑𝑜𝑠 𝑃𝑎𝑟𝑞𝑢𝑒𝑠 𝑁𝑎𝑡𝑢𝑟𝑎𝑖𝑠, que marca uma nova etapa para o território, com intervenções orientadas para a regeneração de habitats, a valorização do património natural, cultural e edificado, a promoção do turismo sustentável e a criação de novas oportunidades para quem vive e trabalha no Parque Natural de Montesinho.
A Comissão de Cogestão do Parque Natural de Montesinho é liderada pelo Município de Bragança e integra também o Município de Vinhais, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, o Instituto Politécnico de Bragança, a CCDR NORTE, a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, a AEPGA, a Associação Azimute e a Associação Arborea.
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A notícia do investimento de 6,1 milhões de euros no Parque Natural de Montesinho é motivo de satisfação e esperança para todos os que conhecem o valor ecológico, humano e cultural desta região única. São 13 projetos que representam uma oportunidade, talvez única, para recuperar, preservar e valorizar um património natural que merece muito mais atenção do que aquela que lhe tem sido dada ao longo dos anos.
ResponderEliminarEstes investimentos têm de ser executados com rigor, transparência e parcimónia. Cada euro aplicado deve traduzir-se em benefícios reais para o território, para a biodiversidade e para as comunidades que vivem dentro e em redor do parque. Não pode haver espaço para projetos de fachada, para desperdícios ou para decisões tomadas longe da realidade local.
Sobretudo, é essencial que as populações sejam envolvidas desde o primeiro segundo. Não apenas informadas no fim do processo, mas chamadas a participar, a opinar e a construir. Quem vive na área do Parque Natural de Montesinho conhece os ritmos da terra, os caminhos da montanha, os perigos do abandono e o valor do equilíbrio entre natureza e presença humana. Sem essas pessoas, nenhuma estratégia de conservação terá raízes duradouras.
A co-gestão só faz sentido se for verdadeiramente “co”. Porque aquilo a que assistimos demasiadas vezes foi a uma gestão distante, burocrática e desleixada, incapaz de travar a perda de população, o abandono agrícola, a degradação de caminhos, a ausência de vigilância e a sensação crescente de esquecimento.
O Parque Natural de Montesinho não precisa apenas de financiamento. Precisa de visão, continuidade e respeito pelas pessoas que ali vivem há gerações. Se estes projetos conseguirem unir conservação, desenvolvimento local e participação comunitária, então talvez este investimento possa ser o início de um verdadeiro sonho de recuperação e preservação de uma das áreas protegidas mais extraordinárias de Portugal.
HM