As principais intervenções foram “sobretudo a nível da estrutura, quer exterior das paredes e do telhado, que era aquilo que estava mais degradado. E como é um edifício que é património cultural exigia várias intervenções, digamos, com determinados cuidados. Por exemplo, a nível da própria pintura, não é uma pintura normal, foi uma intervenção que teve o projeto feito pela Direção Regional de Cultura, mas a obra foi toda ela financiada pelo município”, explicou o presidente da Câmara de Vinhais, Luís Fernandes, sublinhando que “sendo a igreja que temos mais antiga, fazia todo o sentido recuperar”.
A igreja que se localiza dentro do cemitério, era usada pontualmente, mas a autarquia acredita que, devido às obras, poderá ser utilizada com mais frequência e atrair mais visitantes.
“É verdade que aquela igreja fica no cemitério, mas claro que tendo em atenção esta requalificação esperamos que mais pessoas visitem e aproveitem também para ver todo o resto do património que nós temos, neste caso do património religioso”, rematou.
Giovani Sousa, Pároco de Vinhais, não tem dúvidas que as melhorias eram fundamentais. “Precisava muito destas intervenções, porque a igreja não tinha mais condições de acolher, nem para a festa que tem aqui no mês de dezembro, de São Facundo, e nem para as cerimónias, por exemplo, do dia 1 e dia 2 de novembro, em homenagem aos nossos entes queridos falecidos”, apontou.
A inauguração da reabilitação decorreu durante o feriado municipal de Vinhais.

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