Face à reincidência destes comportamentos considerados antissociais e de natureza criminosa, o Município viu-se obrigado a determinar o encerramento temporário do equipamento, justificando a decisão com os elevados danos materiais verificados ao longo do tempo.
Segundo a autarquia, têm sido realizadas intervenções frequentes de reparação e substituição de vários elementos, desde estruturas em madeira e portas, até equipamentos sanitários e sistemas de ligação. Também a serralharia das instalações tem sido alvo de danos reiterados, incluindo a danificação de fechaduras e armários.
O Município refere ainda a ocorrência de furtos de materiais de limpeza e a destruição sistemática de espelhos e outros elementos decorativos, situações que têm agravado os custos de manutenção e dificultado a conservação do espaço público.
A Câmara Municipal sublinha que estas intervenções representam um encargo financeiro significativo para o erário público, lembrando que os custos são suportados pelos impostos dos munícipes. Nesse sentido, apela ao civismo da população e reforça que o património público deve ser preservado como bem comum.
A autarquia garante ainda que serão apresentadas as devidas denúncias às autoridades competentes sempre que se verifiquem novos atentados contra o património municipal, reiterando a necessidade de responsabilização pelos atos praticados.

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