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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Cidade de Mirandela - Bragança

Na cidade de Mirandela estão dos melhores valores arquitectónicos do concelho, como o Palácio dos Távoras, imponente construção nobre reedificada no século XVII, o Palácio dos Condes de Vinhais, a cerca amuralhada da qual resta apenas a Porta de Sto. António, a ponte velha, que continua a constituir uma incógnita quanto à data de construção e que constituem valores patrimoniais e a cultura de um povo.

Em Mirandela nasceu também, com exemplo dado, o conceito de cidade jardim. O culto da flor invadiu todos os espaços. Milhares de belas flores estendem-se por uma cidade inteira que vale a pena visitar.
Por todo o concelho há vestígios de povoamento pré-histórico, bem documentado por monumentos megalíticos e diversos castros. Os povos da idade do bronze desenvolveram uma intensa actividade mineira explorando o estanho, o cobre, o arsénio e ouro como é o caso do “buraco da pala”, situado na freguesia de Passos, que foi identificado um caso de metalurgia primitiva de ouro entre 2800-2500 A.C. Os romanos, não podendo ficar insensíveis ao minério, também aqui se estabeleceram deixando as marcas da sua civilização.
Logo no século VI, o paroquial Suevo dá-nos conta da existência de “Laetera”, enigmática e vasta circunscrição administrativa que corresponde à mesma área onde nasceu o concelho de Mirandela. A importante e medieval “terra de Ledra”estender-se-ia pela quase totalidade do actual concelho e por parte do de Vinhais, compreendendo ainda um reduzida porção do concelho de Mirandela. No dealbar do século XIII, já esta terra se encontrava dividida em três julgados: Lamas de Orelhão, Mirandela e Torre de D. Chama. Todas estas povoações receberam foral e se constituíram em concelhos. Mirandela recebeu assim de D. Afonso III carta foral a 25 de Maio de 1250.
De 1835 a 1871, as reformas liberais extinguiram-nos, restando-lhes a memória desses tempos de autonomia.
Em 1884, o concelho de Mirandela passa a ter delimitações geográficas conforme as actuais.

Bragança Vestida de Neve

A Câmara de Bragança decidiu encerrar, esta quarta-feira, as escolas do concelho, por causa da neve que caiu durante a noite.
Os transportes urbanos, os chamados STUB, não circularam e os particulares, nomeadamente que fazem o transporte de alunos para as escolas também não.
A autarquia entendeu que também na cidade as condições de circulação não são as melhores e, daí a decisão de encerrar as escolas na sede de concelho ao contrário do que tem acontecido em outras situações do género, em que apenas os alunos das aldeias não são transportados.
Nas vias de comunicação, apenas uma estrada se encontra cortada ao trânsito, a nacional 315, no Alto de Bornes, em Alfândega da Fé, devido à neve e ao gelo, de acordo com a secção de Trânsito da GNR de Bragança.
A informação foi corroborada à Lusa pelo Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS), indicando que «todas as restantes vias estão transitáveis, embora condicionadas, nomeadamente o IP4, no Alto de Rossas, a nacional 103, que liga Bragança a Vinhais, e a nacional 106, na Serra da Nogueira».

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Sabor, Papoilas e outras cores de Trás-os-Montes

..."onde estiver um transmontano está qualquer coisa de específico, de irredutível. E porquê? porque, mesmo transplantado, ele ressuma a seiva de onde brotou. Corre lhe nas veias a força que recebeu dos penhascos, hemoglobina que nunca se descora."
..."Lá, naquela rudeza sem conforto, é que sentimos a cama macia, a alma aconchegada! de lá, daqueles agressivos penhascos, é que nos vem ternura e calor!"
(Miguel Torga)

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Os Nossos Medos

Os sofrimentos originados pelo medo criam uma teia mental de mecanismos que aparentemente pretendem evitar o confronto com o medo, poupar-nos a males maiores. Mas na realidade, o que sucede é sermos colocados perante a insegurança, a angustia, uma baixa auto-confiança, falta de iniciativa, depressões e pavores. Naturalmente, não desejamos estas situações e muito menos continuar a alimentar estas fraquezas.



Deste modo, o caminho mais adequado para que nos libertemos de tantas e tão desagradáveis manifestações é aprender a forma mais eficaz de lutar (pela positiva) contra o nosso próprio eu e com a nossa personalidade naquilo que ela tem de fraco e dependente.

Postais Ilustrados

Neste sítio, encontras as memórias, em fotografia, da tua terra.


Fogo de Óleo

Antes de ver o filme, leia.


Apagar fogo em óleo quente é um dos fogos mais difíceis de serem apagados.
A dica do filme é a mais prática e simples, além do forte aviso de não se utilizar de água para apagar este tipo de fogo.
Mas a principal dica é: Caso você não saiba exactamente o que fazer, evacue a área de incêndio e chame os Bombeiros para tratarem do assunto. Não se meta a fazer o que você não sabe, sob pena de risco de morte.

Como apagar fogo de óleo quente:

É bom saber como agir. Caso se esqueça da panela ou frigideira com óleo, e o óleo ou azeite comece a arder, NÃO ENTRE EM PÂNICO. Siga as instruções abaixo. Repasse aos seus amigos, ensine seus empregados, mostre aos seus filhos.

1. DESLIGUE O FOGÃO; 2. MOLHE um pano, torça-o COMPLETAMENTE, retirando o excesso de água, para que este NÃO PINGUE; 3. Coloque o pano sobre a panela/frigideira e espere até que tudo volte ao normal (não saia mais vapor); 4. NUNCA TENTE MOVER A PANELA ou a FRIGIDEIRA; 5. NUNCA DEITE ÁGUA - NUNCA DEITE ÁGUA - NUNCA DEITE ÁGUA - NUNCA DEITE ÁGUA, pois os respingos carregarão fogo e os efeitos são devastadores.

Veja o filme! Não guarde esta informação só para si.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Bragança - Forno Comunitário vai ser recuperado




Forno Comunitário
  Equipamento, com origens na Idade Média, foi utilizado até há cerca de 35 anos atrás. A reconstrução do equipamento está inserida num projecto que pretende revitalizar a zona histórica.
Actualmente em completa ruína, o forno comunitário situado, precisamente, na Rua dos Fornos, junto à Ponte dos Açougues, que dá acesso ao Bairro de Além do Rio, na zona antiga da cidade, vai ser recuperado pela Câmara Municipal de Bragança, que o adquiriu em 1991. O objectivo é que volte a ser funcional e a Associação dos Amigos do Forno, constituída como o apoio da Junta de Freguesia de Santa Maria, promete pô-lo em funcionamento, novamente.
A Câmara Municipal de Bragança, no âmbito do projecto “Bragança Activa – Requalificação e Dinamização do Centro Histórico”, adjudicou a obra de recuperação desse forno no passado dia 27 de Janeiro. A conclusão dos trabalhos está prevista para o final de Julho. Para Jorge Nunes, presidente do município, este investimento de 109 mil euros, co-financiado por fundos comunitários, permitirá preservar a história, a memória, através de um equipamento que cozeu o pão para todos os aquartelamentos militares existentes em Bragança, para as instituições e também para os cidadãos, uma vez que cozia à maquia.
A informação é baseada num artigo de Belarmino Afonso, Padre, etnólogo e antropólogo, datado de 1982, segundo o qual este era o maior forno que existia, na altura, em Portugal e teria sido edificado para cozer o pão aos trabalhadores das obras de construção do Castelo de Bragança. Mais tarde, cozeu para os diferentes aquartelamentos militares que existiram no Castelo. Segundo o mesmo artigo, cozia também para o Seminário, o Hospital velho e aldeias dos arredores, trabalhando de noite e de dia. O forno levada 96 pães, com 2,5 quilos cada.
Em estado de ruína quase total, a recuperação procurará reconstruir o forno, o mais semelhante possível com o que era originalmente, tendo em atenção novas preocupações ambientais, nomeadamente ao nível dos revestimentos e eficiência energética, de modo a minimizar o consumo energético do edifício. Depois de recuperado, o equipamento será cedido à Associação “Amigos do Forno”, mediante um protocolo a realizar. O objectivo é que a Associação ali dinamize actividades de carácter didáctico e pedagógico, promovendo a visita de alunos de escolas, para lhes explicar esta confecção tradicional do pão que, durante séculos, constituiu a base alimentar da população.
Segundo Fernando Olegário, presidente da Associação “Amigos do Forno”, logo que a obra esteja concluída, a inauguração do espaço ficará marcada por uma festa em que o pão será cozido nesse antigo forno, até porque naquela zona da cidade há ainda muitas pessoas que sabem amassar e cozer o pão, à moda antiga.
Para a Associação, o forno irá, desde logo, levar jovens àquela zona bastante despovoada, com a promoção de visitas das escolas. Por outro lado, existe a intenção de que a comunidade de residentes e outras pessoas, que queiram utilizar aquele espaço para cozer o seu próprio pão, o possam fazer e que os jovens aprendam também essa arte da padaria que, há uns anos atrás, constituía quase um dos conhecimentos básicos que qualquer mãe de família deveria ter.

Memórias dos tempos em que o forno ainda funcionava.


Foto: Ana Preto:  Maria do Céu e Regina Queirós,
duas vizinhas que ainda sabem
 como se faz o pão, à moda antiga.
 Regina da Conceição Queirós, hoje com 81 anos, passou toda a sua vida naquela zona antiga da cidade e lembra-se ainda, tal como consta dos relatos de Belarmino Afonso, da Senhora Glória, ou “Ti Glória”. Naqueles tempos, “a gente vinha a pedir companhia, que era para vir a cozer, porque coziam cinco ou seis pessoas ao mesmo tempo. O forno era grandito”. Depois do pedido à responsável pelo forno comunitário, ela dava um bocadinho de fermento, que depois era devolvido, após amassada a nova fornada. “Cozia a gente o pão ali e pagávamos a “poio”, que era dinheiro que tinha que se dar”, explicou-nos a senhora Regina. “O forno funcionava todos os dias, vinham as cargueiras de Gimonde, com a estevas, para o fazer arder”, acrescentou e apontou para outra zona da rua, onde havia outro forno.
Afinal trata-se da “Rua dos Fornos”. “Era do Alcino Lopes e era com gás. Ali não, era tudo com estevas. Vendiam depois as brasas, e davam braseiras de brasas. Eu, quando me casei, ia buscar muitas vezes uma braseira de brasas para me aquecer...”. Eram outros tempos, a cargueiras de Gimonde não levavam apenas lenha para o forno, mas também para muitas casas. Não havia gás e as pessoas cozinhavam com lenha. “Toda agente cozia, não havia pão extra, por fora. Tudo cozia, ia a moagem do Loreto, comprar a farinha, e pronto. Não havia padarias naquela altura”, acrescentou Regina.
Entretanto muita coisa mudou, mas Olinda, uma das mais jovens do bairro, que se lembra ainda do cheirinho que havia, quando se descia a rua, na altura da Páscoa, a folares caseiros, refere que, talvez, este forno, nos tempos que estamos, ainda venha a ser útil. “Está tudo tão caro, se calhar temos que nos habituar outra vez a cozer, não sei. Isto está mau, toda a gente quer modernices, novas tecnologias e acho que temos que ir para o antigo. Pode ser que seja útil, para as pessoas. Ainda me lembra, na altura da Páscoa, começava-se a descer ali, e era um cheirinho a folares”, disse-nos. Maria do Céu, que vive há cerca de 30 anos no bairro e já não se lembra do forno funcionar, preferia não interferir na conversa, mas lá vai dizendo que esse pão e esses folares “tinham outro sabor”.
Nascida numa aldeia, veio para a cidade há muitos anos, mas ainda aprendeu cozer o pão com a sua mãe e diz que, se encontrasse o forno quente, não se importaria nada de lá fazer alguns pães, com esse sabor que os das padarias de hoje já não têm.
Outro dos vizinhos, Fernando Costa, de 59 anos, contou-nos que a sua mãe também trabalhou como padeira, neste e noutros fornos. Chamava-se Germana. Fazia o pão e depois ia vende-lo pelas portas. Havia muitos moinhos, ao longo do rio, naquela altura, e falou-nos de um outro pormenor: o processo de preparação do trigo, que era lavado e colocado a secar ao sol, antes de ser moído para fazer a farinha que seria depois usada pelas padeiras. Naqueles tempos, bem “difíceis”, sublinhou Regina, “naquele cantinho, ali em baixo do forno, criaram-se nove filhos. Dormiam uns em cima dos outros, numa espécie de beliches”.

Mais jovens na zona histórica.


O futuro
 Tudo isso passou. Os jovens são poucos. As casas estão velhas e custa muito dinheiro reabilitá-las.
A maioria dos jovens procura apartamentos, nas zonas novas da cidade. O forno é um pormenor, no âmbito do projecto do município que pretende, precisamente, revitalizar, com mais juventude, aquela zona antiga de velha cidade de Bragança. O projecto “Bragança activa” envolve diversas acções, como a ciclovia, uma escola de dança, a ampliação da Casa da Seda, a construção de um jardim na zona da Coxa e conclusão da infra-estrutura desportiva do Instituto Politécnico de Bragança e o projecto “Domus Universitária”. “Avançaremos proximamente e faremos uma abordagem pública, apresentado esses projectos, no momento em que assinarmos um protocolo com o Politécnico de Bragança”, explicou Jorge Nunes. No âmbito do “Domus Universitária” pretende-se construir na zona histórica residências de estudantes em situação de mobilidade, ao abrigo do programa Erasmus, ou de outros programas, desenvolvidos pelos Instituto Politécnico. “Estamos a desenvolver os procedimentos técnicos, administrativos, para avançar de forma consolidada e consistente com esse projecto e pensamos poder avançar até ao mês de Abril”, acrescentou o presidente da Câmara.
Para Jorge Nunes, construir residências universitárias é uma das formas mais interessantes de revitalizar o centro histórico, porque irá atrair actividades económicas. “Trazer estudantes para o centro histórico é a forma mais segura de atrair actividades económicas, uma vez que a nível de espaço público, de infra-estruturas e edifícios públicos, tudo está renovado”, sublinhou. Neste momento o Politécnico tem cerca de 300 estudantes na área de intercâmbio de alunos com outras instituições de ensino da Europa e dos países lusófonos. A dimensão dessa residência, ou residências, ainda não está definida.

Por: Ana Preto

Daltónico?

Noite alta, no Aeroporto de Lisboa, um senhor bem vestido, acabado de chegar de viagem, apanha um táxi, e pede ao taxista para o levar para à morada da sua casa.

No caminho, vê uma senhora, também com muito bom aspecto, com um vestido vermelho, a entrar numa discoteca. De repente reconhece que se trata da sua própria mulher!

O senhor fica desvairado e pede ao taxista que volte até à porta da discoteca. Chegado lá, tira do bolso um maço de notas e diz para o taxista:

- Aqui estão mil euros. São seus se você tirar de dentro desta discoteca uma mulher vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas, enquanto a arrasta cá para fora, vá-lhe dando uma valente carga de porrada, sem problemas, porque essa desgraçada é a minha esposa!

O taxista, que vivia com grandes dificuldades financeiras, aceita sem pensar duas vezes e entra pela discoteca dentro.

Cinco minutos depois o taxista surge a sair pela porta da discoteca, arrastando pelos cabelos uma mulher, com o rosto a sangrar, toda rasgada e desgrenhada, e a gritar todas as asneiras que se possa imaginar.

O senhor bem vestido, que tinha ficado no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde ! Sai do taxi a correr e grita para alertar o taxista do terrível erro.

- Pare! Pare! O senhor enganou-se. Não é essa senhora! Como é que você confundiu vermelho com verde ? O senhor é daltónico?

Ao que o taxista responde:

- Daltónico o " C******"! Esta de verde é a minha... Já volto lá dentro para trazer a sua!

Censos 2011

Os Censos realizam-se de 10 em 10 anos.

Os Censos vão “contar” todos os cidadãos e famílias presentes no território nacional, bem como todos os alojamentos e edifícios destinados à habitação, e são de extrema importância já que permitem saber: Quantos somos! Onde vivemos! Como somos!

Os Censos servem para que o país possa decidir com base em informação isenta e rigorosa, por exemplo, gestão do parque escolar, quantos lares para idosos, quais as melhores vias de acesso ou o dimensionamento da rede hospital.

De 7 a 20 de Março de 2011 os recenseadores do INE irão percorrer o país e distribuir os questionários. Para além da resposta aos questionários em papel, apostámos na inovação, o cidadão pode agora optar responder via internet com comodidade e segurança em www.censos2011.ine.pt., a partir do dia 21 de Março a 10 de Abril, sendo esta forma de resposta segura, fácil e acessível.

Para qualquer esclarecimento terá uma linha gratuita à sua disposição (800 20 2011) ou poderá deslocar-se ao seu Município ou à sua Junta de Freguesia.

Portugal conta connosco.

Como Combater a "Crise"

Exmos, Senhores,

Cá vai um importante contributo, para que o Ministro das Finanças -e todos vocês- não continue a fazer de nós parvos, dizendo com ar sonso que não sabe em que mais cortar. Acabou o recreio e o receio!

A guerra contra a chulice, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer, quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? e se não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 € por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, ? nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis....

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes às oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

Fonte: Facebook - Página: 1 milhão na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O Frasco Milagroso

Um alentejano estava a caminhar numa rua e viu uma placa que dizia:

"Clínica Médica: tratamos qualquer doença; resultado garantido ou o seu dinheiro de volta a dobrar".

O homem pensou: "Estes gajos acham-se muito espertos, mas vou já enganá-los e ainda por cima facturar alguma massa".

Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico recebeu-o sorridente:

"Bom dia, o que o traz por cá?"

"Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi o meu paladar, não  consigo sentir o gosto de nada; água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de gosto".

E o médico: "Ah, sim senhor. Enfermeira, por favor traga-me o frasco número 13."

E veio o frasco cheio de merda; o médico encheu uma colher e enfiou-a na boca do paciente.

"O que é isso? O senhor deu-me merda?!! Tá doido?"

E o médico imediatamente:

"Pronto, recuperou seu paladar, está curado!!!"

O alentejano saiu lixado da vida pensando:

"Desgraçado, dessa vez apanhou-me; mas agora tenho que recuperar o meu dinheiro. Tenho de pensar em algo infalível".

Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e....

"Ora, ora, o senhor aqui de novo?!"

E o paciente:

"Como assim, de novo? Quem é o senhor, quem sou eu? Perdi a minha memória. O que estou a fazer aqui?"

O médico sem pestanejar:

"Ah, estou a ver, Enfermeira, o frasco 13,por favor."

"O frasco 13 de novo não, porra!!!"

"Maravilhoso, recuperou a memória, está curado!!!"

E o alentejano, pior que estragado da vida: "Mas que grande filho-da-pu..!!! Levou-me o dinheiro de novo. Não é possível!!!

Desta vez não lhe vou dar chance...

Uma semana depois lá estava ele de novo:

"Mas vejam só, o senhor novamente!!!. Em que posso ajudá-lo dessa vez?"

"Pois é doutor, estou perdido de vez, perdi a potência sexual. Não tenho mais vontade de fazer sexo com ninguém. Vejo a Catarina Furtado,a Angelina Jolie, a  Shakira, a Carla Perez, a dançarina da boite e nada... não tenho mais vontade nenhuma..."

O médico pensou um pouco e solicitou:

"Enfermeira, o frasco..."

Diz o paciente muito depressa e enraivecido:

"Se vier com essa merda do frasco 13 mais uma vez eu fo..-o,doutor!!! fo..-o a si, à enfermeira, à menina da recepção e a toda a gente desta clínica filha-da-pu.., fo..-os a todos!!!"?

"Pronto, recuperou a sua potência sexual, já está curado!!!".

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Luis Portugal - Trás-os-Montes

Luís Portugal nasceu em Vila Real a 22 de Maio de 1957. A partir dos 12 anos de idade começa a subir aos palcos, em grupos musicais dos estabelecimentos de ensino que frequentava.


Em 1977, é convidado a integrar o grupo JAFUMEGA e, juntamente com Eugénio, Pedro e Mário Barreiros, José Nogueira e Álvaro Marques, deixa-nos um dos legados musicais mais importantes da música moderna portuguesa.
Ao longo de 8 anos com os JAFUMEGA, grava 4 discos de originais, dos quais foi posteriormente editado um “best of”.
Para além de centenas de concertos, participa nos primeiros festivais internacionais em Portugal com grandes nomes da música mundial, como U2, Ritchie Heavens, entre outros.
Em 1985, ainda com os JAFUMEGA, representa o nosso país na primeira amostra da música moderna portuguesa em Paris, com dois concertos no Fórum Les Halles.
Um ano depois, os JAFUMEGA separam-se.
Luís Portugal dedica-se então ao ensino de Artes Visuais (possui o 3º ano de Arquitectura) e ao esporádico trabalho de composição.
No início dos anos noventa, junta-se ao Sexteto de Carlos Araújo e participa diariamente, ao vivo, no programa da RTP,” Às 10”.
1992 é o ano do retorno de Luís aos discos: “Coisas Simples”, o seu primeiro trabalho a solo, tem produção de Jorge Filipe e Telmo Marques, e colaboração, entre outros, dos Vozes da Rádio.
Em 1993, o Brasil assiste a concertos de Luís Portugal: Recife, Natal e João Pessoa são os locais escolhidos.
Depois de uma aturada recolha musical por Trás-os-Montes, surge em 1995 o disco “Alta Vai a Lua”, que vem alargar o campo musical onde Luís se movia até então.
Em 1998 é convidado pelo guitarrista clássico Paulo Vaz de Carvalho, a dar expressão ao trabalho de Adriano Correia de Oliveira, numa justa homenagem.
Luís Portugal continua hoje a interpretar alguns “cantautores de Abril “, com destaque para José Afonso, em produções encomendadas.
“Luís Portugal ao vivo” é o registo em 2000, concebido e gravado em Tondela, no espaço ACERT, com a colaboração de Rui Costa (Silence 4 e Filarmónica Gil), arranjos e produção de Paulo Pereira (Silence 4 e David Fonseca), para o qual, além de quatro temas originais, o cantor revisita canções intemporais que povoam a sua carreira.
2004/5 são anos de novas experiências. Integra o elenco de dois musicais de grande sucesso, In Love e Kiss Kiss, com o comediante Fernando Mendes, com o qual continua a colaborar, tendo escrito a música e co-produzido “O Peso Certo”, em digressão até Dezembro de 2009.
Em Fevereiro de 2006 é lançado o livro infantil de José Guedes, “Os Olhos do Coração”, que inclui um CD musicado e produzido por Luís Portugal. Já no Natal de 2002, a pedido da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, Luís tinha feito uma primeira incursão no universo musical infantil com o CD single “Teatrinho de Natal”.
A partir desta data, passa a ter colaboração assídua com a Editora livreira Gailivro, agora Grupo Leya, ficando responsável pela composição musical dos projectos escolares “Saltitão”, “Carochinha e as Letrinhas” e da colecção Tic Tac, cinco volumes de aprendizagem da língua inglesa para crianças.
Desde o Verão de 2007 até Outubro de 2009 teve a seu cargo a programação do Cine-Teatro de Torre de Moncorvo, sendo igualmente responsável pela agenda bimensal deste organismo. Desempenhou as funções de director técnico da Escola “Sabor Artes” nesta localidade, com cerca de 300 alunos, e foi fundador do Coro e Orquestra de Cavaquinhos desta instituição.
Dirigiu no Verão de 2009 o projecto musical “Despertar Talentos”, para a autarquia de Albergaria-a-Velha, que culminou com a formação do Coro Infantil desta vila.
Tem neste momento em carteira, em parceria com Paulo Serafim, os ÓQTRUP, autores de RIT “Rádio Interferência e Televisão”, um espectáculo cómico/musical, em cena nos Casinos Solverde de Espinho e Chaves, “Conto a Gotas” e “Carochinha e as Letrinhas”, espectáculos pedagógicos infantis, o primeiro dos quais baseado no livro “Os Olhos do Coração”.
Escreveu e produziu “mendes.come”, o novo espectáculo de Fernando Mendes, que teve estreia em Portimão a 1 de Janeiro de 2010 e, actualmente, em digressão nacional.
http://www.luisportugal.net/

O Gajo Que Não Queria Ir à Tropa

Texto verídico de um gajo que não queria ir à tropa:

ExmoSr. Ministro da Defesa,

Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de VossaExa;
Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou padrasto.
 O meu Pai, por seu lado casou-se com essa jovem em questão.
Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se casou com a minha filha.
Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai.
A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho.
Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o cunhado do meu pai.
O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha madrasta.
O meu filho é, portanto, o meu tio...
A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa.
- Desta maneira sou o irmão do meu neto! !...
E como o marido da mãe de uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho.
Resumindo: sou o meu avô!!!
Deste modo, Sr Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam chamados à tropa na mesma altura.

Agradecendo antecipadamente a sua atenção, mando-lhe os meu melhores cumprimentos.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Vida de Casado



A língua portuguesa é difícil.....até para fazer amor !

E na vida de mal casado ela também não ajuda...

AMÁ-LA ou AMAR-TE?

O marido, ao chegar em casa, já noite, diz à mulher que já estava deitada :

- Querida, eu quero amá-la.

A mulher, que estava dormindo, com a voz ensonada, responde:

- A mala... ah... não sei onde está! Usa a mochila que está no quarto de visitas.

- Não é isso querida, hoje vou amar-te.

- Por mim, podes ir até Júpiter, Saturno e até à merda, desde que me deixes dormir em paz...

XXXI FEIRA DO FUMEIRO DE VINHAIS - 2011


Foi ontem apresentado o programa de mais uma edição da Feira do Fumeiro de Vinhais.
A 31ª de um certame que decorre de 10 a 13 de Fevereiro e que ano após ano reúne grande numero de expositores de fumeiro e de outros produtos, que vão estar à venda para os milhares de visitantes que se deslocam à Capital do Fumeiro.
Este ano a organização voltou à cidade do Porto para apresentar a Feira do Fumeiro de Vinhais.
Uma cerimónia que reuniu diversos convidados e alguma imprensa e onde foram dadas a conhecer as linhas principais do programa deste ano.
"A expectativa é superar" avança Carla Pereira da organização. "Este ano o aumento é já considerável ao nível de expositores: serão 250. Ao nível de espaço para exposição aumentámos para cinco mil metros quadrados de área coberta" adianta. Mudanças que levam a responsável a assumir que "esta é a maior edição da feira e por isso também esperamos o mesmo reflexo da parte do público ultrapassando os 50 mil".
Por outro lado, Carla Alves garante que "os preços não alteraram, o IVA não subiu, conseguimos manter uma tabela de preços semelhante aos anos anteriores".
A apresentação decorreu no Restaurante Foz Velha, onde o chefe Marco Gomes, um transmontano conhecido pela presença em programas de culinária na televisão, confeccionou pratos cujo ingrediente principal era o fumeiro de Vinhais.
Segundo ele trata-se de um produto com grandes potencialidades na alta cozinha.
"O que nós fazemos aqui é demonstrar que os enchidos têm a particularidade de estar em qualquer tipo de restauração" afirma, acrescentando que "neste tipo de eventos nós pegamos no produto e transformamo-lo e apresentamo-lo de uma maneira diferente. Para nos é sempre um desafio".
Tal como em anos anteriores, vai haver muito fumeiro, exposições, tasquinhas, corridas e lutas de touros.
Nos espectáculos musicais destaca-se o Festival de Musica Portuguesa no dia 11 e a actuação dos Musica Brasil no dia 12, Sábado.
Brigantia, 2011-02-02

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Desporto Sénior - Bragança

Autarquia leva ginástica a idosos das aldeias:

Para promover um envelhecimento activo dos idosos do concelho, a câmara de Bragança arrancou ontem com o projecto «Desporto Sénior no Meio Rural».

Uma vez por semana, os técnicos de desporto da autarquia vão deslocar-se às aldeias para praticar ginástica com as pessoas de idade.
“A câmara tomou a iniciativa de levar o desporto ao meio rural e o objectivo fundamental é contribuir para um envelhecimento saudável destas pessoas que normalmente estão mais afastadas dos equipamento desportivos da cidade” refere o vereador do desporto da câmara de Bragança.
Para já, a iniciativa arranca em Baçal, Coelhoso, Grijó de Parada, Parâmio, Salsas e S. Julião de Palácios, mas mais freguesias podem vir a integrar o projecto.
“Para já é um projecto experimental. Numa fase inicial pretendemos começar por oito freguesias e mais tarde, depois de uma avaliação, veremos se haverá interesse em implementar noutras freguesias pois algumas delas estão a fazer recolha de inscrições” acrescenta Hernâni Dias.
A primeira sessão decorreu ontem em S. Julião de Palácios onde participaram 30 idosos.
Margarida Pires, de 70 anos, e Infância Marrão, de 77, principiantes na ginástica, mostravam-se motivadas.
“Já vamos para velhas vão-se-nos encolhendo os osso e assim vamos a ver se estendem alguma coisa” refere Margarida Pires que nunca tinha feito ginástica. “Faço-a em casa a subir e descer as escadas” acrescenta.
“O meu problema é mais nos braços que não os posso levantar” queixa-se Infância Marrão. “Já fiz fisioterapia mas foi pouco tempo, não voltei a fazer e fiquei na mesma. Vim porque acho que esta ginástica me pode ajudar” salienta.
A autarquia está ainda a tentar envolver nesta iniciativa uma equipa multidisciplinar de cuidados na comunidade através do centro de saúde.
Brigantia, 2011-02-04

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Pura Distração

Três amigas: Uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira: Seduzir os seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.

No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:

- Quando o meu namorado me viu com o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos, olhou-me intensamente e disse: 'Tu és a mulher da minha vida, eu amo-te'. Fizemos amor apaixonadamente.

A amante contou a sua versão:

- Encontrei o meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, agarrou-me e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!

Então a casada contou a sua história:

- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga à empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um baton vermelho que nunca tinha usado.
Para incrementar, comprei umas cuequinhas de lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas a iluminar o ambiente.
O meu marido chegou, olhou-me de cima abaixo e disse:
- Então, Batman, o jantar já tá pronto?

Christie Yellow River

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

População de Quintanilha Luta Contra Pedreira

Habitantes querem travar projecto de exploração de quartzo do lado espanhol, a 150 metros da localidade.

A população de Quintanilha, no concelho de Bragança, manifestou-se, na passada quinta-feira, contra a exploração de quartzo do lado espanhol, a cerca de 150 metros da localidade portuguesa.
O projecto para a instalação de uma pedreira a céu aberto no monte do Pedroso, junto ao rio Maçãs e ao parque do Colado, já foi entregue às autoridades portuguesas, que intimaram as entidades regionais envolvidas, através da Agência Nacional do Ambiente, para se pronunciarem sobre a exploração de quartzo do lado de lá da fronteira.
A Associação Protectora Amigos do Maçãs (APAM) é uma das entidades que já emitiu o seu parecer negativo relativamente ao avanço da pedreira. “Tivemos acesso ao resumo técnico do projecto e verificamos que tem muitas falhas. Não contempla, por exemplo, a fauna e flora existente no local, nem a existência de uma localidade mesmo em frente à exploração”, constata o presidente da APAM, António Ramião.
A Junta de Freguesia de Quintanilha (JFQ) também já se pronunciou contra a exploração de quartzo junto à aldeia, por considerar que se trata de um “atentado ambiental”, que iria pôr em causa a saúde pública e a sobrevivência da freguesia.
“Todos sabemos que a exploração de quartzo implica a libertação de sílica, que provoca silicose, a doença que matou muitos mineiros. São poeiras que se propagam no ar e que as pessoas acabam por respirar”, realça o presidente da JFQ, José Carlos Fernandes.
Acresce que a pedreira seria instalada num monte onde existe um castro e é considerado de interesse cultural pelo governo espanhol e a área envolvente é Rede Natura 2000 e Parque Natural de Montesinho. “É um dos rios mais selvagens da Península Ibérica, que iria ficar totalmente poluído e as espécies de fauna e flora iriam desaparecer”, salienta António Ramião.
Investimento de cerca de 200 mil euros efectuado no Parque do Colado comprometido com a exploração de pedra
A contaminação das águas é uma preocupação para populações do concelho de Vimioso, que são abastecidas por captações no rio Maçãs, como é o caso de Argozelo, Carção, Santulhão, Matela, Avinhó e Junqueira.
Neste sentido, os presidentes das Juntas de Freguesia de Argozelo e Carção também já se manifestaram contra a concretização deste projecto. O mesmo acontece com a Comissão Política Concelhia de Vimioso do PS, que emitiu um comunicado a repudiar a exploração de quartzo no lado espanhol.
Já a Câmara Municipal de Bragança (CMB) solicitou informação adicional à Agência do Ambiente, por considerar que não foi disponibilizada documentação técnica suficiente para perceber os impactos ambientais desta exploração.
Além disso, o presidente da CMB, Jorge Nunes, lembra que o monte de Pedroso está classificado, desde 2009, como bem de interesse cultural de protecção máxima, o que, por si só, deveria inviabilizar o projecto. “Pensamos que o resultado final será o impedimento do avanço do projecto por incompatibilidade com o grau de protecção de que goza aquela zona”, conclui o edil.
Entretanto, a população de Quintanilha garante que não vai baixar os braços até conseguir travar o projecto para exploração de quartzo junto à aldeia. “Não podem destruir o parque do Colado, que recebe muitas pessoas no Verão”, afirma Agostinho Vaz, de 66 anos.
João Fernandes, de 69 anos, também está contra a pedreira. “Eles vão querer explorar com o mínimo investimento e vão matar-nos a todos”, reclama este habitante.
As pessoas de Quintanilha garantem, ainda, que vão usar todos os meios para impedir que os espanhóis avancem com os trabalhos. “Disseram-nos que aquilo será uma exploração para 40 anos. Temos que nos opôr e não deixar passar as máquinas”, assevera Maria Odete, de 82 anos.

Por: Teresa Batista

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Terapia de Grupo

Quatro pacientes estão reunidos.

O terapeuta pede que todos se apresentem, digam qual é sua actividade e que comentem porque a exercem.

O primeiro diz:

- Chamo-me Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.


O segundo apresenta-se:

- Chamo-me Ângelo. Sou arquitecto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.


A terceira diz:

- Chamo-me Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro mamas e rabos femininos e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.

Faz-se um silêncio...

Então o Transmontano diz:

- Sou o Manel Jaquim e até há pouco achava que era pedreiro, mas acabo de descobrir que sou é lésbica ...